Então, como estão? Espero que bem :D Aqui está o capítulo com a parte "crítica" do qual falei. Eu gostei muito de escrever ele, então particularmente, acho que vocês irão gostar. Ele está meio gigante, heh :D
Hm, lembrando que nada é por mero acaso, e como eu disse (eu disse?), esse capítulo é, hm, importante pro enredo.
Eu pretendo postar o próximo capítulo o mais rápido possível, e vou fazer de tudo para postar ele sábado.
Bjks e se cuidem com a gripe, sim?
Fix Me – A floresta proibida pt. II
A quebra de contado dos dois se cessou, Draco percebeu. Então desviou o olhar, evitando que o moreno percebesse que estava sendo encarado por ele. O diretor lançou um feitiço que encheu todas as mesas com as mais variadas comidas, mas isso não surtiu nenhum tipo de efeito em Draco, tudo parecia apetitoso, principalmente os doces, mas ele não estava com fome, ele precisava sair dali e ir pensar em tudo o que estava acontecendo, tudo que fazia sua cabeça doer em busca de explicações.
Draco se levantou de onde estava sentado e deu um beijo demorado na bochecha de Zabini, sussurrando em seu ouvido que iria dar uma volta para pensar um pouco e esfriar a cabeça. Zabini franziu o cenho achando estranho, porque aparentemente Draco não tinha razões para estar de cabeça quente, até ponderou perguntar para o loiro o que estava acontecendo, mas acabou por não perguntar, sabendo que depois o loiro lhe contaria caso houvesse algo preocupante acontecendo. Sorriu e beijou a testa dele.
"Contanto que você coma algo depois, anjo, tudo bem" Draco rolou os olhos e saiu. Zabini se preocupava demais com ele. Era exagero. Ele murmurou baixinho, mas não o suficiente, pois Zabini acabou ouvindo. "Não é exagero, Draco. E tome cuidado." Draco riu ao perceber o leve tom de aborrecimento na voz do amigo, ele sabia que Zabini não estava aborrecido realmente. Voltou a caminhar, ignorando Zabini, e tendo certeza que depois levaria uma bronca por isso, mas não se importava, ele precisaria sair para pensar em tudo que o professor dissera.
Chegando à porta do salão nobre ele parou e se virou para onde o professor estava, capturando as orbes azuis, quase pratas. O professor sorriu e lhe deu um olhar breve, também olhando nos olhos de Draco, que por sua vez sorriu, saindo do salão nobre e caminhando sem destino pelos corredores, deixando com que sua mente vagasse em busca de respostas.
Então ele foi desperto de seus pensamentos por um miado, que ele achava ser de Madame Nora. Continuou andado e olhando para os lados em busca da gata, seguindo o som do miado até que sentiu algo roçar em sua perna. Olhou para baixo sorrindo, era a gata. Ele adorava animais, embora seu pai nunca o deixara ter, nem mesmo para Hogwarts ele deixara comprar um bichinho, então acabara se apegando na gata do inspetor Filch.
Se abaixou e fez carinho nela com dois dedos deslizando por suas costas vendo a gata ronronar contra seus carinhos, ele sorriu, se levantando e voltando a andar. A gata parou de reclamar e seguiu na direção contrária à de Draco, certadamente procurando o dono. Draco riu e continuou andando, até que ele resbalou em algo e quase caiu de costas no chão, se não fosse segurado por alguém.
Draco nem precisou olhar para cima para reconhecer os braços. Suspirou calmamente antes de olhar para cima; mordeu o lábio ao fazê-lo e sorriu em seguida. Lá estava o garoto, sua cabeça estava virada para baixo, voltada para Draco, fazendo com que seus fios negros caíssem sobre a testa, lhe deixando adorável. O garoto possuía um sorriso divertido nos lábios vermelhos enquanto continuava a segurar Draco, como se não quisesse deixar o loiro sair de seus braços, e bem muito menos Draco queria sair dos seus braços, querer até queria, mas não conseguia, novamente ele estava sendo preso pelo garoto. Ele se sentia protegido naqueles braços. E por mais que se odiasse por admitir isso, ele se sentia muito confortável encostrado naquele peito, sendo envolto por aqueles braços, protegido por aqueles braços, e bem, adorava se sentir protegido por aqueles braços.
Draco corou com o pensamento e desviou os olhos do moreno, sabendo que por trás dos óculos ele o fitava. Então o moreno riu, e Draco não entendeu o por quê, mas decidiu ignorar, logo sentiu dois braços apertarem com mais força a sua cintura, como se estivessem o protegendo.
Draco corou novamente. Proteção era algo que já havia virado rotina à sua volta. Ele mal podia piscar que lá estava o moreno o protegendo, o mantendo em seus braços.
"Você precisa ser menos desastrado Draco." Ele riu divertido enquanto falava. Por um minuto Draco se sentiu levemente irritado com a afirmação, mas antes de abrir a boca para responder, o moreno já havia começado novamente, o que quase fez Draco bufar. O moreno riu, percebendo a leve irritação do outro. "E não se preocupe, eu sempre vou estar aqui para te proteger"
Sua cabeça estava voltada para Draco enquanto ele falava, alguns fios negros caiam-lhe pela testa, fazendo Draco estremecer. E mais uma vez lá estava ele, sendo atraído pelo garoto, seus pensamentos sendo embaralhados por ele, ele ficando confuso e se perdendo por causa dele, sem nem saber o que estava acontecendo, ele perdia completamente noção de tudo, o controle de tudo, perdia a consciência quando estava com o garoto. Arregalou os olhos e abriu e fecho a boca diversas vezes olhando para o garoto; ele já não entendia mais nada.
"Você vai entender, Draco."
"Eu vou te ajudar a entender. Eu juro que vou fazer você entender." Apesar de séria, a voz o moreno não passava de um sussurro, fazendo Draco ter arrepios indesejáveis e incontroláveis e consequentemente se xingar mentalmente por isso, por se perder completamente quando estava com o moreno. Então o moreno riu divertido, vendo os arrepios que causava ao loiro, este semicerrou os olhos, sem, é claro, deixar de olhar para o moreno, mostrando-se ou tentando se mostrar, irritado. Vendo isso, o moreno levou os lábios até o ouvido do loiro sussurrando alguma coisa que o fez tremer inconscientemente em seus braços, e novamente ele riu vendo o que causava no loiro. Draco se odiava por isso, e queria socar o moreno. Viu o moreno sorrir com o canto dos lábios em um sorriso travesso e logo depois levar os lábios até o canto dos lábios do outro, deslizando os lábios por toda a superfície do rosto pálido de Draco até chegar ao canto de seus lábios. Draco fechou os olhos e suspirou pesadamente com a respiração acelerada, então virou o rosto e encostou-o no ombro do moreno, encaixando-o na curva do pescoço deste. Foi a vez do moreno suspirar; com o que Draco havia feito, seus lábios tinham decido o suficiente para tocarem uma mecha de fios loiros que cobriam o pescoço pálido do loiro. Suspirou com a respiração trêmula, apenas sentindo o aroma que dali era expelido.
Draco sentiu frio, então e olhou para a direção às costas do moreno, já que estava com o queixo apoiado em seu ombo, vendo que as janelas estavam abertas; descobriu que era dali que vinha o vento que estava batendo em si e fazendo seus cabelos voarem com o ele, deixando seu pescoço desnudo. Apesar do frio, continuou imóvel, não queria sair daquela posição tão cedo, resolveu continuar assim por enquanto.
Até que sentiu os braços do garoto estremecerem em sua cintura.
Com o vento, os cabelos de Draco descobriram seu pescoço, fazendo o moreno ficar com a ponta do nariz roçando contra a pele branca de Draco. Ofegou contra o pescoço de Draco sentindo o aroma que dali era expelido, aproximando mais seu nariz contra a pele alva. Semicerrou os olhos e apertou o rosto contra do pescoço de Draco, querendo sentir mais daquele perfume. Seus braços apertaram mais a cintura de Draco contra seu corpo e como resultado sentiu um ofego do loiro contra seu ombro, o que o fez apertar mais o nariz conta o pescoço de Draco e apertar o corpo pequeno dele contra o seu. Mais um ofego saiu da boca do moreno e ele cravou as unhas, tomando cuidado para não machucar, na cintura de Draco, sentindo a respiração do loiro se acelerar. Apertou mais o nariz contra o pescoço de Draco e inconscientemente abriu os lábios, vendo Draco soltar um ofego. Apertou mais o corpo contra o seu e forçou os lábios contra o pescoço do loiro, vendo sua respiração acelerar; sua veia já estava pulsando, efeito da aceleração do fluxo sanguíneo, Draco estava nervoso. Podia senti-lo ficar tenso contra seus lábios.
Afastou os lábios dali rapidamente, levando-os até a testa de Draco. Fechou os olhos e suspirou, deixando os lábios permanecerem colados ali durante alguns segundos.
Draco piscou confuso, agora fitando o rosto à sua frente, então franziu o cenho ao perceber que o garoto não possuía o típico sorriso que tomava nos lábios quando Draco se mostrava confuso.
"Volte para o salão, Draco" Novamente Draco piscou confuso e arregalou os olhos após fazê-lo. A voz do garoto, apesar de estar trêmula, parecia estar séria, o que havia lhe assustado um pouco.
"Apenas, vá." O garoto disse colando novamente colando os lábios na testa de Draco. Então fechou os olhos, tentando aproveitar o máximo da carícia feita pelo moreno, até que ele tirou os lábios e suspirou com a respiração trêmula, antes de sair dali apressadamente, sem dizer uma única palavra sequer.
Draco notando a ausência do toque, abriu os olhos e piscou vendo que o moreno já não estava mais ali.
Então algo fez ele bater os olhos no final do corredor que virava à direita; uma capa negra e cabelos da mesma cor voavam conforme o vendo batia quando o moreno andava, ainda parecendo estar apressado. Draco mordeu o lábio quando viu a capa, não hesitando em sair atrás do moreno, indo na mesma direção que ele ía, seguindo a capa negra que se movimentava.
Quando chegou ao final do corredor sua respiração estava ofegante e seu cabelo todo bagunçado, chegando até a parecer com o do moreno, fios apontando para todas as direções, mas ele não se importava com seu cabelo, não com a adrenalina correndo por suas veias, aumentando o ritmo de sua respiração.
Aumentou a velocidade dos passos após virar à direita com o intuito de alcançar o moreno, e por mais que não estivesse ao alcance da visão de Draco, ele podia sentir que o moreno estava por perto, ele sabia disso. Mordeu seu lábio novamente em antecipação, sabendo que encontraria o garoto e apressou seus passos sorrindo.
Draco não sabia porque, e nem entendia, mas algo dizia que se tinha alguém que podia ajudá-lo a entender, era o moreno, afinal ele mesmo havia lhe dito que lhe ajudaria a entender; Então lhe encontraria para tentar descobrir tudo pudesse ajudá-lo a entender o que estava acontecendo, e o mais difícil de se admitir, mas que era o que mais importava para Draco, descobrir quem era o garoto por quê ele o prendia e por quê tinha esse poder quase absoluto sobre cada mínima partícula de seu corpo, por quê o deixava vulnerável. E por último, ele queria descobrir o que havia acontecido à poucos minutos atrás e por quê o moreno havia saído daquela maneira de perto de Draco.
Então Draco travou. Simplesmente ficou imóvel no lugar onde estava enquanto tentava andar, mas todas os músculos do seu corpo pareciam ter vontade própria e não se moviam do lugar, por mais que Draco tentasse andar. Seus olhos estavam arregalados, podia sentir seu coração bater descompassadamente dentro de seu peito e sua respiração estava ofegante. Mordeu o lábio inferior e fechou os olhos suspirando pesadamente ao fazê-lo. A floresta proibida estava bem à sua frente e Draco sabia que o moreno estava lá, então Draco iria atrás do moreno lá.
Deu um passo à frente, ficando bem próximo das árvores que serviam como a entrada para floresta. Fechou os olhos ao fazê-lo e respirou pesadamente, como se sentisse algum tipo de dor quando respirava. Ele estava incrivelmente tenso, e não tinha nem ideia do por quê.
Decidindo ignorar sua tensão, respirou fundo e contou até três, reunindo coragem para entrar na floresta à procura do garoto, então empunhou sua varinha e começou a andar em passos lentos à sua procura.
Depois de algum tempo andando à procura do moreno, Draco já estava cansado e dolorido. De qualquer forma, ele não fazia o tipo forte e atlético, então exercícios físicos deixavam-no desgastado com muita facilidade; seus pés doíam e sua respiração estava falhando, já não aguentava dar mais um único passo sequer, além de que, tinha a certeza de que já estava bem afastado da entrada da floreta. Acabou desistindo de procurá-lo, resolveu que iria tentar chamar o moreno, mesmo que tivesse a certeza que aquilo era praticamente inútil, mas não custava nada tentar. Estava cansado e queria voltar, com o moreno para o castelo, e nada mais importava naquele momento.
Quando abriu os lábios para falar, um corpo se colou violentamente no dele, fazendo-o pular assustado e tentar se desvencilhar dos braços que agora o cercavam, apertando-o como se fosse uma presa. Então vieram as lágrimas, os soluços e depois o acesso de raiva, que o fez distribuir pequenos socos nos braços do outro, o que fazia este gargalhar. Draco se apavorou, chorando cada vez mais, percebendo que não era o moreno.
Pensou em gritar por socorro, mas mudou de ideia rapidamente, pensando no que poderia acontecer caso gritasse, resolveu ficar imóvel, sabendo que logo o moreno estaria ali, o protegeria, o acharia, ele precisava achar Draco.
Draco conteu um soluço mordendo o lábio inferior, fazendo o outro dar mais uma gargalhada.
Então Draco sentiu o nariz do outro percorrer toda a pele exposta de seu pescoço e tentou desviar, mas dedos se fecharam em sua garganta tirando-lhe o ar. Draco fechou os olhos e desistiu de tentar resistir, só estava piorando tudo lutando. Lágrimas escorriam dos olhos pelas suas bochechas e seus soluços eram contidos enquanto Draco mordia o lábio com força. Então sentiu o nariz voltando para seu pescoço, deslizando por toda a sua pele fazendo seus soluços aumentarem, e tudo piorou. Por um instante Draco se sentira aliviado, o nariz havia saído de sua pele, e se não fosse pelos dedos apertando sua garganta, ele estaria respirando tranquilo; o nariz foi substituído por lábios que deslizavam por toda a extensão da pele enquanto seu dono apertava com mais força o pescoço de Draco enquanto gemia apertando os lábios contra sua pele. Então viram a língua e os chupões seguidos de gemidos. Draco sentiu algo que não podia identificar pressionando seu pescoço e de repente sentiu vontade de gritar.
Então ouviu um barulho de algo parecido com folhas de árvores e segundos depois foi arrancado com força dos braços de quem o atacava e acabou caindo no chão, por ser arremessado com forca por alguém para a direção contrária daquele que o atacava. Sentiu-se zonzo e sua cabeça bater em algo, mas resolveu ignorar, contentando-se apenas em saber que tinha lido solvo daqueles bracos.
Novamente o barulho das folhas.
Draco sentiu alguém andar até onde ele estava caído e se abaixar, então se encolheu protegendo-se, mas dois dedos foram até sua franja que lhe caia sobre a testa e sentiu os mesmos dedos a colocaram atrás da orelha, como se dissesse que não iria lhe machucar. Então Draco respirou tranquilo, afugentando seu medo aos poucos, apesar de estar ainda um pouco assustado.
"Sou eu Draco." Draco ouviu-o dizendo e reconheceu a voz de imediato, sorrindo ao fazê-lo. O moreno suspirou aliviado vendo o loiro sorrir.
Draco, sem pensar duas vezes, se jogou contra o corpo do moreno e encaixou o rosto na curva do pescoço dele, deixando-se chorar. As mãos do moreno, em um ato desesperado, foram às suas costas deslizando por toda a extensão, servindo como tentativa de acalmar o loiro. Depois de alguns minutos, com o moreno dizendo que tudo iria ficar bem e afagando-lhe as costas, Draco sentiu-se acalmar e então pode relaxar contra o corpo do moreno, que passou os braços envolta de sua cintura e apertou o corpo delicado contra seu peito, num ato de proteção.
Vendo que Draco já estava mais calmo, o moreno levou seus lábios até o seu ouvido.
"Eu disse, eu sempre vou estar aqui para te proteger" E Draco estremeceu contra seus braços, fazendo o moreno rir, então ele corou. "Desculpe-me por ter te jogado daquela maneira, eu estava meio nervoso." Ele disse rindo, o que Draco achou adorável. Depois levou os lábios à testa de Draco, depositando um beijo rápido ali.
Antes mesmo de pensar em falar muito obrigado, que fosse, Draco foi cortado pelo moreno. "Você cortou sua testa, preciso levá-lo à Madame Pomfrey " Draco tentou abrir os lábios para dizer que ele iria ganhar uma detenção, mas foi novamente cortado pelo moreno. "E não discuta Draco, eu explico para eles." Draco suspirou cansado, agradecendo pelo que o garoto faria, porque bem, ele não saberia explicar nada do que havia acontecido ali, e pelo que havia percebido, o garoto poderia muito bem explicar tudo.
Afinal de contas, era apara isso que Draco tinha ido atrás do garoto. Para tentar entender o que eu estava acontecendo, o que não tinha adiantado muito, só tinha conseguido ficar mais confuso e sem entender absolutamente nada, do que quando havia resolvido ir atrás do garoto.
"Draco, eu já te falei que você vai entender tudo." O moreno disse parecendo estar irritado. Draco ficou quieto e pôs as mãos nos bolsos olhando para baixo. "Draco, eu prometo que vai, eu te faço entender." Draco tentou ficar irritado com o moreno, porque até agora tudo só estava ficado mais confuso para ele, e o moreno não estava ajudando em nada, mas mesmo sem saber como, não conseguia. "Acredite em mim, você vai, na hora certa" Draco suspirou e voltou seus olhos para o chão abaixando sua cabeça.
"Vamos fazer uma coisa. Pode fazer uma pergunta que eu respondo"
Draco sorriu radiante, pensando sobre o que iria perguntar, afinal tinha tantas perguntas sem respostas que faziam sua cabeça doer, e apenas uma única resposta. Mordeu o lábio e levantou cabeça, então hesitante começou a falar.
"O que você fez com ele" A última palavra saiu dos lábios de Draco de forma insegura, ele não sabia o que, ou quem, ou sabe se lá o que era que tinha lhe atacado.
"Eu mostrei pra ele…" o moreno parou de falar fazendo que Draco franzisse o cenho sem deixar de prestar atenção no ele falava, mas ainda sim, tentando entender o que ele iria fazer. Sentiu então dos braços do moreno irem para as suas costas e o levantarem do chão; levou seus braços ao pescoço do moreno o abraçando o mais rápido que pudesse para se segurar, então o moreno passou um bracos por trás das pernas do loiro o pegando no colo e sorriu beijando os fios loiros do outro e terminou a frase, fazendo Draco perder todo seu ar e morder o lábio inferior. "…que você é meu"
Draco soltou o lábio e sorriu, podendo jurar que seus olhos brilhavam. Foi quando percebeu que estava saindo do lugar.
"O que você está fazendo?"
"Te protegendo" O garoto disse fazendo Draco estremecer. Ele nada disse, apenas suspirou e fechou os olhos, deixando-os assim durante alguns segundos. Porque sabia, afinal, que o que ele tinha dito era a verdade. Draco suspirou e deitou a cabeça no ombro do moreno, adormecendo.
