Capítulo 04 – Negação
O despertador tocou exatamente às 06hs. Levantei um pouco tonta e saí do quarto, ainda sem saber o quê tinha atingido a minha cabeça naquela manhã, mas posso dizer que foi algo bem pesado, se considerar a dor na minha linda e perfeitamente simétrica cabecinha.
Ao entrar na cozinha sufoquei um grito de pavor quando vi um homem sem cabeça. Juro por Salazar que quase meu coração parou no momento em que o vi.
Depois, olhando melhor, vi que o tal homem tinha cabeça, mas estava oculta por causa da porta do armário, onde ele procurava algo. Percebi também que ele era totalmente suculento com aqueles músculos abdominais definidos. No momento em que abri a boca para perguntar quem era ele, a porta do armário foi fechada e não precisei mais de maiores informações.
"Potter." – falei com nojo de mim ao pensar que tinha cogitado a ideia de que ele era apreciável.
"Bom dia, Parkinson." – respondeu, ironicamente – "Não sabia que pessoas como você acordavam cedo."
"Vou ignorar, Potter, uma vez que você não sabe o quê pessoas como eu fazem." – falei, saindo para o meu quarto, porque se continuasse ali cometeria um 'chefecídio' e isso não ia ficar muito bem no meu currículo.
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E a culpa é do Ministério!
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Acordei bem cedo já com o objetivo de não ter o desprazer de vê-la, mas parece que o destino está me testando, porque para onde me viro vejo Pansy Parkinson na minha frente. E dessa vez ela estava na minha frente com uma camisola vermelha acima do joelho que me deixou um pouco perturbado.
Tá bom, MUITO perturbado.
Não pense que sou tarado, porque não sou mesmo. Como prova disso, fale com minhas duas últimas namoradas que, para falar a verdade, são as únicas que tive em toda a minha vida.
Talvez o grande problema seja o fato de ter me dedicado tanto ao trabalho que esqueci de namorar e agora quando vejo a Parkinson fico tendo pensamentos impróprios.
É, com certeza o problema é esse e nenhum mais.
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Só saí do quarto novamente quando a Granger veio me chamar, avisando que o Potter estava me chamando ou então daria as instruções sem mim.
"Não tolerarei mais seus atrasos, Parkinson." – ele falou assim que me viu e sem esperar minha resposta, continuou – "Se acontecer algum problema ou se vocês quiserem se comunicar comigo, é só tocar a moeda que dei a cada um na noite passada. Eu saberei como encontrá-los e blá blá blá."
O blá blá blá fui eu quem disse, já que quando fico ouvindo muito o Potter falando me dá sono e depois de meia-hora tudo que escuto é isso: blablablablabla.
"PARKINSON!" – ele gritou, o que me acordou rapidinho dessa vez.
"Que é?"
"Vamos logo."
Olhei para os lados e vi que todos já tinham ido embora.
"Como nós iremos?" – perguntei a contragostoo quando vi que não íamos aparatar ou pela rede de flú.
"No meu carro." – falou e apontou para um mercedes preto que era muito parecido com o veículo que Draco usava. Uma coisa bem estranha se levarmos em conta que Potter é pobretão.
"Seria mais fácil ir pela lareira." – reclamei, enquanto sentava no confortável banco do carro.
"E seria também muito estranho que nós, pessoas normais, sem qualquer poder mágico, chegássemos assim em um local trouxa." – disse, grifando as palavras com raiva.
"Depois nós apagaríamos a memória de quem visse." – falei, só para chatear o Cicatriz.
"Já vi que você será muito importante para essa missão." – disse, cheio de ironia.
Não respondi, apenas sorri.
Ele ia ver a minha importância.
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Chegamos à empresa e logo fomos recebidos pelo presidente, o Sr. Philip Svenson.
"Os irmãos Phelan." – disse quando nos viu – "Ouvi falar muito bem de vocês."
Claro que ouviu.
Só vamos dizer que alguns currículos e recomendações caíram do céu para a mesa do Sr. Svenson.
Depois de sentarmos, ele nos falou sobre a empresa, que trabalhava com tecnologias, tendo como foco principal computadores domésticos.
Fiquei um pouco impressionado quando a Parkinson respondeu às perguntas do homem sem titubear, como se realmente entedesse do que ele estava falando.
Após a pequena entrevista, satisfeito, o homem nos mostrou a sala em que ficaríamos e avisou que haveria uma reunião em uma hora.
Quando vi que ele já tinha ido, lacrei a porta com um feitiço silenciador e disse:
"Onde você aprendeu sobre tecnologia trouxa?"
"Poupe-me, Potter." – falou com um sorriso de lado que me deixou perturbado – "Eu não aprendi. Apenas estava lendo a mente dele."
"Como assim?" – perguntei meio abobalhado, por influência do que ela fez e do sorriso que ainda estava em seu rosto.
"Você sabe que todo sonserino consegue ler mentes. Nossos pais nos ensinavam, para evitar que o Lorde das Trevas nos pegassem desprevinidos. Sei ler e fechar minha mente muito bem, coisa que alguns de nós não dominam bem apesar da fama de heroi." – disse, cheia de veneno o que me causou uma palpitação no peito. De raiva, claro.
"Seus pais devem ser ótimos. Ensinando criancinhas a se comportarem como assassinos."
"Não fale mal dos meus pais, Potter." – falou, com raiva – "Você não gostaria que eu começasse a dizer algumas coisas sobre os seus."
Quando pensei em responder, ouvi leve batidas na porta e decidi deixar isso para depois. Tirei o feitiço e abri a porta.
"Pois não?" – perguntei à mulher de meia-idade parecendo assustada que entrou.
"O Sr. Svenson está chamando os senhores na sala de reuniões."
"E você, quem é?" – a Parkinson perguntou do seu jeito mal educado.
"Maggie Santini, a secretária." – falou, tímida.
"Obrigado, Maggie. Eu e minha irmã iremos agora mesmo." – falei, sorrindo.
A mulher deu um sorriso tímido/trêmulo e saiu quase correndo da sala.
"Quando você vai aprender a ser gentil, Parkinson?"
Ela deu um sorriso cínico e saiu.
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Meus olhos estavam bem abertos durante a reunião, apesar de estar dormindo por dentro.
Fala sério!
Que reunião chata!
O tal Svenson apresentou os irmãos Phelan (eu e o Potter) para os outros e nos elogiou tanto que por alguns instantes fiquei emocionada, depois lembrei que o Shacklebolt tinha inventado várias qualificações para nós dois. Em seguida, o homem apresentou um tal Tom Augustini que me pareceu bem estranho.
Não me entenda errado. O cara é bonito: alto, cabelos bem cortados e negros, olhos escuros e com um sorriso que encantaria qualquer uma. Mas o problema começa por aí. O sorriso. Ele sorri, mas tem algo de maldoso no sorriso dele. Parece muito com um sorriso sonserino. Além disso, tenho a sensação de que o conheço de algum lugar. Algo nele é familiar para mim.
Passei o resto do dia tentando lembrar de onde conhecia o cara, por isso nem dei atenção às besteiras que o Potter dizia, porque, fala sério, não tô nem aí.
"PARKINSON!" – ele gritou, quando nós já estávamos no carro, de volta para casa.
"Ai que susto!" – falei, sentindo que meu coração ia pular para o lado de fora através do meu nariz – "Seu idiota!" – falei, dando um soco no braço do Potter – "Você" – soco – "poderia" – soco – "ter" – soco – "me" – soco – "matado" – soco - .
"Parkinson, para de me bater!" – ele dizia, tentando desviar dos socos que eu dava, ao mesmo tempo em que dirigia.
Posso dizer que enquanto batia no Potter percebi que aquele peitoral perfeito que admirei de manhã era verdadeiro? Parecia que eu estava batendo em uma madeira.
Isso só me fez ter vontade de bater com mais força.
"Ou você para com isso ou eu te suspendo."
Parei no mesmo minuto.
"Melhor assim." – falou com um ar de riso que fez meu coração dar um saltinho (com certeza foi consequência do esforço em socá-lo até a morte, estava infartando). – "Por que você passou o dia pensativa? Parkinson, vou logo avisando, se você continuar assim, será reprovada."
Mas que cara chato!
Tive vontade de batê-lo novamente, mas me contive.
"Aquele tal de Tom, eu o conheço." – falei.
"De onde?"
"Não sei, mas acho que ele é comensal."
"Os comensais não existem mais." – falou e de repente, olhou para mim – "Ou existem?"
"O quê você está insinuando, Potter?" – perguntei, com raiva.
"Parkinson, seja sincera. É muito estranho seu súbito interesse em fazer parte da equipe dos aurores. É do conhecimento de todos que sua família é de comensais."
"Potter, não fale do que você não sabe." – falei, com ódio – "Nunca fui comensal, mas sei que já vi aquele homem, ele está um pouco mudado, mas sei que vou descobrir quem ele é."
Ele sorriu sarcasticamente e preferi calar, não adiantava discutir com ele.
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A semana passou sem nenhuma grande evolução.
Aliás, não tivemos evolução, uma vez que nada tinha sido descoberto até então.
Somente a Parkinson continuava afirmando que o tal Augustini era um comensal, coisa que não acreditei nem um pouco.
Era tarde de uma segunda-feira monótona em que eu estava de frente ao computador fingindo fazer coisas importantes que pessoas graduadas em sistemas de informação fazem (mas, na verdade, estava jogando paciência), quando percebi a ausência da Parkinson.
Nesses dias em que estávamos na empresa ela ficava em sua mesa fingindo que projetava coisas que pessoas inteligentes projetam (mas na verdade estava desenhando coisas sem sentido), só que nesse dia sua mesa estava intacta, como se a Parkinson nem tivesse aparecido ali, o que é impossível, uma vez que nós chegamos juntos, almoçamos juntos, saímos juntos e só não vamos ao banheiro juntos por motivos óbvios.
Com certeza ela aproveitou o rápido momento em que fui buscar umas pastas em outro setor para fugir.
Essa constatação causou dois efeitos em mim: raiva, porque ela me devia respeito, logo, era necessário que me avisasse quando fosse sair; e alegria, pois assim eu poderia tirá-la da missão.
Saí da sala e procurei no primeiro lugar óbvio, o banheiro. Sem êxito, fui para o refeitório, que naquela hora estava completamente vazio. Em seguida, fui de setor em setor, fingindo que estava conhecendo o lugar. Depois de quase uma hora procurando, encontrei a Parkinson no último andar, também conhecido como o andar da presidência.
Ela estava agachada atrás de um sofá que fica na recepção, o que me pareceu bem ridículo, já que não tinha ninguém ali.
"Parkinson." – falei, ficando na frente dela.
"Puxa vida, Potter!" – sussurrou com raiva – "Você quase me matou de susto."
"O que você está fazendo aqui?" – perguntei, cruzando os braços.
"Potter, fala baixo!" – sussurrou, puxando meu braço e me forçando a ficar agachado também – "Estou investigando."
"Ainda bem, Parkinson, ou então eu diria que você está doida."
"Muito engraçado, Potter." – falou com mais raiva – "Você pode não acreditar em mim, mas esse Augustini é o cara que procuramos."
"Como você pode saber disso? Viu algo suspeito?"
"Não, mas pensei muito e tudo se encaixa. Ele é um comensal. Quer dizer, um ex-comensal. E está envolvido com a Máfia Italiana."
"Por que você diz isso?"
"Augustini, Potter! Augustini é italiano!" – falou como se fosse óbvio.
"E agora todos os italianos são mafiosos?" – perguntei, tentando segurar o riso.
"Pode ir rindo, mas você vai ver. Eu vi o Augustini e mais três homens italianos entrando na sala da vice-presidência. Só pode ter algo errado." – falou, com um olhar alucinado para a sala.
"Certo, Parkinson," – falei, levantando e puxando o braço dela, para que fizesse o mesmo – "já chega de investigação por hoje."
"Potter..."
"E nem comece, ou então considerarei isso insubordinação."
Com um grunhir de dentes, ela puxou o braço e saiu na frente, parecendo mais doida do que nunca.
Quando chegamos em casa, nos reunimos e, mais uma vez, não havia nenhuma novidade. Aproveitei a oportunidade e disse:
"Parkinson, que fique claro: não aturarei mais seus surtos."
"Do quê você está falando?"
"Todos vocês me devem respeito, sou o chefe dessa missão e devo ser informado dos passos que dão durante o expediente. E você, Parkinson, me deve respeito em dobro, uma vez que você ainda nem é formada na Escola de Aurores."
"Eu não o desrespeitei. Estava investigando..."
"Já falei que não há nada a ser investigado, Parkinson, e se você insistir nesse assunto, será suspensa."
Ela me olhou com raiva e eu conclui:
"Estão dispensados por hoje."
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Deitada, olhando para o teto e fingindo que não sentia as lágrimas escorrendo pelo meu rosto, fiquei pensando em como poderia desobedecer o Potter sem ele perceber. Já li todo o regulamento dos aurores e por isso achava quase impossível conseguir isso.
"Parkinson?" – ouvi alguém me chamando e ao olhar para o lado vi a tal Megan me encarando – "Eu sou a Megan Thomas."
"O que você quer?" – perguntei, enquanto sentava na cama e secava as lágrimas.
"O Harry só está nervoso, Pansy. Ele esperou muito tempo por essa missão e agora sente-se pressionado."
"E você é o quê dele? Advogada ou namorada?"
"Sou amiga dele e sei que, às vezes, o Harry pode ser bem firme, mas na maior parte do tempo ele é legal. Também entendo que vocês não se dão bem desde a infância em Hogwarts."
"Nós somos inimigos naturais. Sempre estivemos em lados opostos."
"Então você deve concordar que agora é difícil para os dois estarem juntos, do mesmo lado. Tenho certeza que vocês vão se entender." – sorriu e apertou a minha mão com delicadeza.
Apesar de odiar delicadeza e sorriso, retribui com um meio sorriso e ela disse:
"Por que você não sai um pouco? Vá visitar seus amigos."
Olhei para ela e então minha mente despertou. Amigos! Draco e Zabini! Eles sabem mexer no computador!
Pulei da cama com um sorriso de satisfação e disse:
"Valeu, Thomas. Você acabou de salvar a noite." – e saí correndo para a casa deles.
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"Aquela que eu vi saindo foi a Parkinson?" – Mione perguntou à Megan.
"Foi. Ela resolveu sair um pouquinho."
"Para onde ela foi?" – perguntei, estranhando.
"Não sei, Harry. Ela não me disse e também não nos deve satisfações, afinal, não estamos no horário do expediente."
Megan tinha ficado chateada com o modo que tratei a Parkinson. Mas Megan não sabe o que a nem-tão-adorável-ex-comensal já me fez passar.
"Espero que não tenha encorajado esses pensamentos que ela vem alimentando a respeito do tal Augustini." – falei com raiva, dando a conversa por encerrada.
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"Não acredito que a grande Pansy Parkinson vai, enfim, aprender a usar um computador!" – Draco falou, irônico.
"Não enche, Malfoy." – falei, com raiva, atenta ao que a Weasley me explicava com muita calma e paciência, já que o querido namorado dela (Draco) não teve delicadeza em me ensinar.
Ele ainda tentou atrapalhar a aula, mas a Weasley o mandou para o quarto e ele se fui, bufando de raiva.
Sabe, estou começando a achar que posso ser amiga da Weasley.
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"Megan, você pode chamar a Parkinson?" – pedi, quando todos começaram a se arrumar para sair.
Cinco minutos depois, Megan volta:
"Ela não está lá, Harry. Acho que não dormiu aqui."
Imediatamente comecei a pensar nela dançando em algum lugar de Londres com algum desconhecido e isso me deu raiva. MUITA raiva.
Não me pergunte porquê, estou tentando não cogitar a razão disso.
Parti para a Empresa, pensando que ela estaria lá, mas me enganei.
Já estava ficando realmente preocupado com a justificativa que daria ao Kingsley caso Parkinson aparecesse morta, quando a porta foi aberta e ela entrou.
"Bom dia, Potter." – disse, como se fosse normal o seu atraso.
"Onde você estava?"
"Potter, concordo que devo respeito ao meu superior, no caso, você. Mas somente durante o meu expediente que começa no momento em que chego no local de trabalho. Fora desse horário, faço da minha vida o que bem entendo, por isso não devo satisfações sobre o que fiz e onde estava." – falou, colocando o casaco na cadeira e sentando-se.
"Seu atraso será anotado." – avisei.
"Faça o que achar melhor." – disse, calma, ligando o computador, coisa que antes ela nem se dava ao trabalho.
Em seguida, começou a digitar algumas coisas e isso me deixou bastante preocupado. Parkinson tinha voltado mais estranha do que antes e isso não era uma coisa boa.
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E a culpa é do Ministério!
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Discretamente, pois sentia o olhar do Potter sobre mim, abri o navegador da internet e fui ao site de buscas. Digitei o nome "Tom Augustini" e várias notícias apareceram na tela. Quase vibrei de emoção, mas me contive. Potter não poderia imaginar que eu continuava com a minha investigação.
Mentalmente prometi que recompensaria muito bem a Weasley. Passamos a noite inteira acordadas, enquanto ela me ensinava o básico sobre o computador e eu absorvia cada instrução dela como se fosse o ar necessário para a manutenção da minha vida.
Nossa, que profundo.
Voltei os olhos para a tela e li a primeira notícia a respeito do Augustini. Falava sobre alguma festa que ele tinha comparecido. As notícias seguintes não eram diferentes, falavam de festas e mulheres dele. Assim, fechei o navegador, apaguei o histórico, porque o Potter era capaz de ir ver o que eu tinha visitado e anotei num bloco que antes usava como bloco de desenho:
"Gosta de festas com celebridades trouxas.
Atração por mulheres loiras, altas. Na maioria, modelos.
Nada sobre família, formação ou antecedentes."
Fiquei olhando o papel durante algum tempo, tentando extrair algo dele, mas não consegui. Acabei desistindo dele quando ouvi:
"Parkinson." – Potter chamou – "Reunião no terceiro andar. Vamos."
Segui meu (nem um pouco) querido chefe e continuei fingindo que tinha desistido da investigação, quando ele descobrisse, eu já teria desvendado o caso, resolvido o assassinato da minha família e Potter vai se arrepender de ter me humilhado.
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E a culpa é do Ministério!
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Nota da Autora: Gente, vocês estão entendendo? Nem eu sei se estou entendendo. Só sei que prometi ser rápida e cá estou eu, novamente, depois de um mês. Desculpem, mas não consigo ser rápida. Estou estudando para alguns concursos e quase não tenho ânimo para escrever, mas tentarei ser mais assídua!
Agradeço a Loli, Bruna Luiza Black, Carolina Trujillo, Mara e ChunLi! Valeu, garotas. Espero que continuem lendo e desculpem a demora.
Beijos,
Manu Black
P.S.: Eventuais erros, relevem. Esse capítulo não foi betado.
