Título: Momentos de Loucura
4 – O Plano Perfeito
Draco praticamente se arrastava para a aula de Transfiguração. Nem chegou a notar que muitas vezes Blaise lhe segurava para que não caísse.
- Cara... Que te fizeram na Torre da Grifinória? – o sonserino moreno estava pasmado. Nunca em sua vida viu Malfoy nesse estado e olha que eram amigos desde que usavam fraldas.
Como o esperado, Draco não respondeu, nem parecia ter ouvido o que disse. Sua mente trabalhava em alguma forma de se livrar do Testa-Rachada e só tinha até o horário do jantar para ter tudo planejado e o tempo estava se esgotando.
Na sala de MacGonagall sentou-se ao lado de Zabini e abriu seu livro de Herbologia e o pergaminho da ultima aula de Runas Antigas tentando disfarçar o cansaço.
Blaise enrugou as sobrancelhas sentindo lástima pelo amigo. Ia tentar alerta-lo de que esse não era o livro correto, quando notou que algo brilhava entre a gola da camisa do loiro.
- Um colar?
Draco se sobre-saltou quando a mão de Blaise se dirigia ao seu pescoço e não tardou em dar um tapa.
- Que pretende? – perguntou na defensiva, como se o amigo tivesse intenções obscuras.
- Queria ver o seu colar, nunca o vi usando – se defendeu afastando as mãos em sinal de paz.
- Isso não é um colar... – sussurrou mais relaxado. Aproximando-se mais do outro, para que ninguém o ouvisse, principalmente certo grifinório que acabava de entrar junto com os dois melhores amigos.
- Ah não? E o que é?
- É um chivatoscópio... – esclareceu, diminuindo ainda mais a voz.
Quando saiu do banheiro nessa manhã após uma ameaça por parte de Weasley, os dois grifinórios entraram juntos no banheiro para se aprontarem ou chegariam tarde para o café da manhã, visto que embaçou ali dentro com medo de sair.
Como ficou sozinho no quarto, tratou de buscar às pressas em seu baú, o chivatoscópio que ganhou de sua mãe quando cursava o quarto ano. Lembrou dele quando estava perdendo as esperanças de manter seu traseiro intocado, pena que lhe serviria apenas para avisa-lo do perigo, quando Potter estivesse perto.
Sorriu ao achar o artefato e prendendo em seu pescoço sentiu-se mais aliviado. O imbecil do quatro-olhos não poderia mais pegá-lo desprevenido. Agora teria a mente mais tranqüila e não se desesperaria a ponto de nem conseguir sacar a varinha.
Sua confiança começava a voltar...
Porém, ainda estava com medo, e muito esgotado pela noite que passou fugindo e sem conseguir pregar os olhos. E sabia que esse artefato só servia para prevenir e não realmente o ajudaria a se livrar do tarado.
- Senhor Malfoy! – repreendeu a professora o olhando com reprovação.
Draco olhou um pouco deslocado e notou que ela aguardava algo, então buscou a Blaise quem ergueu os ombros sem entender, pois também tinha perdido o rumo da aula enquanto ouvia o loiro.
- Perdão professora... O que dizia?
- Sente-se com o senhor Potter. O trabalho é em dupla – ela voltou a repetir, severa – E você senhor Zabini, sente-se com o senhor Weasley.
Foi então que Draco notou o ruivo, em pé ao lado de sua carteira e esperando que saísse para se sentar com Zabini.
Potter, do outro lado da sala, o esperava ansiosamente com um lindo sorriso no rosto.
Merda...
Despediu-se de Blaise como se estivesse indo para a cadeira elétrica.
Ao chegar junto à Potter se sentou cuidadosamente, o mais longe que conseguiu, o que era impossível visto que a mesa era uma só para os dois e as cadeiras ficavam praticamente coladas.
Quem foi o retardado que projetou esses móveis? Deveria ser encarcerado a pão e água!
Então notou que seu chivatoscópio estava quieto. Estranhou. Seria capaz de estar com defeito? Impossível! Sua mãe nunca lhe daria um artefato tão precioso e que dependia sua vida, com um mínimo de problema.
Bem, talvez, nesse instante, Potter não pensava em ataca-lo...
E contradizendo suas teorias, uma mão se deslizou por sua perna.
Pulou na cadeira quando dedos se apertaram em sua coxa, o que atraiu a atenção de quase todos os grifinórios. Notou alarmado, as miradas ansiosas de Finnigan, Thomas, Weasley, Granger, Longbotton entre outros que não se lembrava o nome.
Apertou a borda da mesa com desespero crescente. Todos os malditos leões estavam esperando que desse um chilique em plena aula da vice-diretora! Via como sorrisos de deboches começavam a ser formados na cara de cada um deles.
Não permitiria que fosse motivo de chacota! Ninguém teria o privilégio de tirar com a cara de Draco Malfoy!
Só Potter, pelo jeito...
Grunhiu ao sentir que essa mão se deslizava lentamente quase em local estritamente proibido.
Abaixou uma das mãos e segurou a de Potter lançando-lhe um olhar assassino.
E o maldito chivatoscópio não funcionava mesmo! Uma completa perda de tempo!
- Não se atreva... – sibilou.
Potter sorriu com presunção, se inclinou contra seu rosto, para seu maior constrangimento, e lhe sussurrou de volta.
- Sua mão está fria... Posso te esquentar bem discretamente, se quiser...
- Vá se ferrar... – xingou entre-dentes antes da professora colocar à sua frente três objetos. Uma moeda, uma escova de dente e um aro vermelho. Os mesmos objetos foram postos frente a Potter.
- Muito bem classe... – MacGonagall chamou a atenção de todos – Começaremos transformando esses objetos em outros similares antes de tentar transforma-los em algo completamente diferente. A moeda é de metal então se concentrem em algum objeto do mesmo material, será mais fácil conseguir a transformação, assim farão com a escova que é de plástico e o aro que é de borracha. Quem conseguir uma transformação mais avançada, como por exemplo: transformar o metal em tecido ou o plástico em argila; ganhará vinte pontos para a Casa.
Harry pegou a varinha e com um curto giro de pulso transformou a moeda em um lenço, a escova em um copo de vidro e o aro em um sabonete.
Draco piscou repetidas vezes, impressionado. Nossa, o cara-rachada era bom mesmo em Trasnformação!
Então um novo aperto em sua coxa lhe chamou a atenção, molesto.
- Me deixa, idiota... – voltou a grunhir tentando se livrar da mão do moreno que parecia grudada em sua perna.
- Sua vez... – o grifinório lhe sorriu.
Draco voltou a grunhir e sacando sua varinha, a primeira coisa que pensou era em azarar ao tarado que ainda mantinha a mão pregada em sua perna. Logo desfez esse pensamento.
Não podia, pois estava dormindo em terreno grifinório e se ousasse a enfeitiçar o ídolo, os fãs lhe fariam pagar até o último fio de cabelo.
Tentou se concentrar na aula e transformar os objetos, mas o descarado não tirava os olhos de si.
- Dá pra parar? – apertou a varinha com raiva.
- Estava me perguntando... Por que tem tanto pavor, Draco? – Harry apoiou o cotovelo na mesa e descansou a cabeça na mão, ficando reclinado – Ninguém nunca te tocou?
- Cala a boca... – o fulminou com a mirada, tremendo pelo rumo da conversa.
Harry arregalou os olhos. – É isso? Você é virgem... Nunca beijou ninguém?
- E você, pelo visto já andou estuprando um par de gente por aí.
Harry voltou a apertar sua perna, ladeando um sorriso. Resolveu ignorar a acusação e partir para algo mais interessante – provocar a Draco Malfoy.
- Não sabe o que está perdendo, amor... – sussurrou com malícia – Se quiser, depois da aula, posso te mostrar como se sente prazer... Vou lamber bem devagarzinho o seu pênis, começando da base, até a ponta. Deixar bem molhado para que sinta excitação enquanto chupo a glande, apertando com os lábios e roçando a pontinha com a língua... Farei isso várias vezes até que se acostume, depois colocarei inteirinho dentro da boca...
Draco estremeceu e quase se afastou bruscamente do moreno. Só não fez porque Potter o manteve imóvel com a mirada verde, cravada em seus olhos. Viu como o moreno passou a língua pelos lábios e seu corpo deu outro sobre-salto involuntário.
Agora parecia que a mão do grifinório queimava em contato com sua coxa.
- Chuparei bem gostoso, como se fosse um doce delicioso... Beijarei cada pedacinho, massageando com carinho suas bolas... Isso também causa muito prazer... Já imaginou? – Harry mordeu o lábio inferior, provocando, sabendo que Malfoy estava em ponto de sucumbir, pela forma horrorizada que o olhava, as íris prateadas demonstrando uma tormenta de emoções – Já imaginou Draco? Ter seu pênis aprisionado inteirinho em minha boca?
- Senhor Malfoy! - Draco se sacudiu inteiro ao ouvir o chamado de MacGonagall. Girou o rosto para enfocar a professora, ainda em estado de choque – Todos já estão terminando...
Oh Merlin todo poderoso! Em sua cabeça não tinha nada a não ser a imagem perturbadora e doentia de Harry Potter com a boca... Com a maldita boca imunda de grifinório maníaco em seu... Bem ali...
Por que tinha que ter a imaginação tão fértil?
Suas bochechas queimavam.
Droga. Droga. Droga...
Respirou fundo sabendo que a professora o observava com os braços cruzados esperando que fizesse a lição de hoje. E ela estava perdendo a paciência.
Não somente sentia a mirada dura de Minerva MacGonagall, mas as da classe inteira, o que provava que ele era o único que não fez nada durante a aula.
Tentou se concentrar e apontou a varinha para a moeda, notando e se recriminando mentalmente por estar com a mão trêmula.
- Vamos Draco, pense em algo... Não precisa superar a façanha do quatro-olhos, é só transfigurar esses objetos que toda a atenção se desviará... – recitava pra si mesmo.
Girou o pulso o mais elegante possível e viu, com ganas de morrer, como a moeda se transformava em um ovo.
Ficou ainda mais vermelho enquanto a professora franzia o cenho e a classe exclamava surpresa. Repetiu o feitiço com a escova de dente e para melhorar sua situação, esta se transformou em uma salsicha e para finalizar, o aro virou outro ovo, porém frito com a gema perfeitamente ao centro da clara.
Seu queixo caiu e por seus lábios saiu um apagado gritinho de indignação.
Não tinha pensado nisso! Não tinha! Jamais esteve na cabeça uma salsicha e dois ovos!
O burburinho da sala logo se fez presente para sua maior vergonha. Todos comentavam que transformou de propósito, só para caçoar da Chefe de Casa da Grifinória.
- Não sei em que estava pensando senhor Malfoy, mas vou levar isso com muita diplomacia... – Minerva se fez ouvir pelos murmúrios, mantendo a pose – Sabe que não se pode transformar objetos em alimentos. Os gêneros alimentícios só são transformados por eles mesmos – ela apontou a varinha para os objetos que voltaram em sua forma original – Faça novamente – ordenou.
Draco estava tenso. Sentia algumas gotinhas de suor em sua testa e estava tremendo imperceptivelmente. Talvez apenas Potter sentia seu corpo estremecer.
Sentiu como os dedos do moreno se cerravam em seu músculo, como forma de apoio, mas que na realidade o deixou ainda mais tenso, pensando em coisas que não deveria estar pensando em plena aula de Transformação.
- Pense em algo grande... Hum... Uma casa... – negou rapidamente. Uma casa era enorme demais – Um barco... Isso, um barco... – se concentrou e moveu o pulso – Um barco comprido.
A moeda se transformou em...
- Uma banana! – MacGonagall exclamou, horrorizada.
Draco rapidamente tentou transfigurar o próximo objeto. – Um livro! Por tudo que é mais sagrado, que saia um livro! – rogou interiormente.
A professora soltou outra exclamação, dessa vez ofendida. Uma lingüiça apontava em sua direção.
Então Draco de olhos fortemente fechados ergueu a mão para sua última tentativa, mas desta vez foi impedido.
- Basta senhor Malfoy! Não tente mais nada... – ela sussurrou, irritada – Venha ao meu escritório depois do jantar para tratar sobre sua detenção – então se dirigiu à classe – Eu quero que as duplas façam um relatório detalhado sobre a aula de hoje, exijo que citem nomes, bibliografia e como dever para a próxima aula, praticar a transformação avançada entre as matérias. Estão dispensados.
Os alunos saíram reclamando, pois teriam que se reunir fora de aula com seu par para fazer o trabalho.
- Conseguiu como sempre furão – Weasley não perdeu a oportunidade antes de deixar a sala.
Draco queria chorar. Olhava para a mesa sem saber como aconteceu.
E tudo isso era culpa de quem? De quem?
- Te odeio Potter... – murmurou sem fitá-lo. Levantou e jogando as coisas dentro de sua mochila partiu sem olhar pra trás.
Harry ficou sentado no mesmo lugar, a sala já vazia. Olhava para a própria mão, levemente avermelhada.
Malfoy não havia percebido, mas quando estava tenso e preocupado em transformar os objetos, apertava tão forte sua mão que quando se deu conta, estavam praticamente de mãos dadas com os dedos entrelaçados firmemente.
- Sinistro... – negando com a cabeça, tratou de recolher seu material e deixar a sala.
Depois da última classe, Draco foi à Torre da Grifinória deixar seu material antes de seguir para o jantar.
Suspirou com cansaço. Estava esgotado, cabeceava ridiculamente na aula de História da Magia e teve uma lamentável vez em que sua testa chegou a golpear a mesa com estrépito chamando assim a atenção dos demais alunos que por milagre ainda continuavam acordados. Como dividia a aula a maioria com Corvinais, ninguém comentou nada e o ignorou com reprovação.
Queria apenas cair deitado e dormir... Dormir até não poder mais...
Só que com o pensamento de uma cama aconchegante, vinha a lembrança da última noite e do maníaco.
- Lástima... – reclamou empurrando a porta do dormitório.
Estava vazio para seu grande alívio.
Largou a mochila sobre seu baú e estava para retornar os passos, quando teve a fabulosa idéia.
Girou de frente para sua cama e olhou ao redor. Seu pai havia lhe ensinado no ano passado, um feitiço de aprisionamento bastante poderoso.
Sorriu cinicamente, pela primeira vez depois do fatídico momento em que Potter enlouqueceu.
Seu plano estava prestes a ser posto em prática...
Com cuidado lançou um feitiço silenciador na cama e como o esperado, não funcionou. Então foi ao banheiro, molhou uma das mãos e voltou ao quarto. No piso de madeira ao lado da cama espirrou algumas gotas para em seguida apontar com a varinha, lançando um feitiço de limpeza.
As gotas desapareceram, o que significava que apenas sua cama não podia ser enfeitiçada.
Voltou a sorrir. Dessa vez teria um feitiço preparado para o grifinório.
Traçou um círculo invisível com a ponta da varinha ao redor da cama. Quando retornou no ponto de partida, onde completaria o círculo, murmurou "Corpus Encarcere". O círculo outrora invisível brilhou por um instante e voltou a desaparecer.
Feliz, desceu para a Sala Comunal onde estava, por sinal, a sangue-ruim. Passou por ela a ignorando redondamente rumo ao Salão Principal.
Hermione fingia ler, mas quando o sonserino passou pelo retrato fechou o livro e ficou pensativa olhando por onde o loiro saíra. Malfoy estava feliz demais.
- Aí tem coisa... – disse a si mesma para em seguida procurar a Harry.
MacGonagall havia lhe mandado arrumar toda a enfermaria sob a supervisão de Madame Pomfrey.
Era uma tarefa monótona. Ficou tentado em pegar uma poção revitalizante, pois não agüentava com o próprio corpo, sua cabeça latejava e seus olhos pareciam querer cair.
No final, acabou desistindo da idéia, pois a enfermeira não tirava os olhos de si.
Depois de duas horas foi liberado a ir dormir.
Assim, retornou à Torre e em silêncio entrou na Sala Comunal da Grifinória. Deserto. Subiu a escada e mais silencioso ainda, adentrou o dormitório.
O quarto estava com as luzes apagadas. Conforme sua vista foi se acostumando com a escuridão e a pouca claridade da lua que entrava pela janela, distinguiu os móveis com facilidade.
Dissimulou seu nervosismo, assim como ignorou suas mãos suando.
Com cuidado e sem fazer barulho foi até sua cama e se livrou da capa estudantil. Sentia seus fios da nuca eriçarem e sabia que estava sendo observado por Potter.
Seu coração começou a bater mais depressa quando algo, ou melhor, alguém lhe tocou no quadril. Seu corpo estremeceu involuntariamente e estava tentado em sair correndo e voltar a se trancar no banheiro, mas se manteve firme, quase morrendo, mas ficou ali, tudo pelo bem de seu plano.
Se sobre-saltou quando o moreno se encostou a suas costas e voltou a se arrepiar inteiro quando a respiração do grifinório bateu m sua nuca. Apertou as mãos em punho, as juntas ficando brancas pela força que fazia.
- Estava te esperando, amor...
- Agora ou nunca! – gritou para si mesmo e num movimento inesperado, empurrou a Potter contra a cama caindo no chão e com mão trêmula sacou a varinha golpeando o solo e soltando em voz alta – Corpus Encarcere!
Estava desesperado, alerta, apavorado.
Ergueu os olhos para encontrar com olhos verdes.
Harry se incorporou no colchão onde havia caído deitado pela força com que Malfoy lhe empurrou e ao tentar sair da cama, não conseguiu.
Franziu o cenho sem entender. Passou a mão pelo ar sem sentir nada, mas quando tentava deixar a cama, era barrado por um feitiço.
Draco não resistiu e começou a gargalhar histericamente. Sabia que estava rindo não por diversão, mas por êxtase e alívio supremo.
Harry Potter não poderia relar um dedo em seu corpo e estava a salvo de ser estuprado ao menos por essa noite!
Não poderia estar se sentindo melhor!
Ficou de pé, enfrentando o moreno com ar arrogante e um sorriso afetado nos lábios.
- Eis o verdadeiro golpe de mestre cara-rachada – arrastou as palavras – A verdadeira mente sonserina!
Harry apenas o fitava com os lábios apertados e sem pronunciar uma única palavra.
Draco mordeu o canto da boca com entusiasmo. Agora era só pensar em algo para se vingar de tudo que sofreu... Então franziu o cenho em confusão quando as únicas coisas que teve em mente foram dois ovos e uma salsicha.
Agradecimentos a: Minakashun; Amanda Miranda; Nanda W. Malfoy; St. Luana - olá, tudo bom? Obrigada por mais este comentário! Espero que se divirta até o final da fic e com o Dray se descabelando (rsrrsss) XD Espero que tenha gostado desse chap. não está tão divertido como os demais, mas espero que esteja a altura! Bjs; Scheila Potter Malfoy; Nyx Malfoy; Condessa Oluha; Marjarie; Fabiana - olá, tudo bom? Obrigada pelo comentário! Fico feliz que esteja se divertindo com o pobre Dray e o tarado do Harry! Isso me incentiva a mais HD sádico! hehehe XD Bjs; Bruh M.; Mrs. Browne; Simca-chan; CarineCG; Karla Valéria - olá, tudo bom? Fico feliz em saber que mesmo não gostando do estilo, vc tenha se arriscado ler e mais ainda por ter te agradado! Obrigada! Bjs.
Espero não ter esquecido de citar ninguém, caso aconteceu peço desculpas e me avise ok?
