CAPÍTULO QUATRO
RESGATE
– Anda, Kimiko – disse Raimundo – Bem, eu não queria fazer isso – e a beijou.
Omi e Clay estavam sobrevoando água e montanhas fazia mais de cinco semanas e o castelo de Chaese Young estava muito distante. Estavam bastante cansados e de acordo com o tempo frio e úmido, o fim do mundo estava perto... Pouco mais de um mês de vigem – via ar e terra – Fora avistado uma formação rochosa com o formato demoníaco. Pouco mais de cinco horas de ser avistado, Omi, Clay e Dojo chegaram ao Palácio de Chease Young.
Chegaram causando – arrebentaram a porta da frante com uma baita de uma onda gigantesca e com uma tora de terra. Para completar distruiram metade do Hall de Entrada lutando com os felinos de Chaese Young. Logo depois chegaram Wuya e uma garota que eles nunca haviam visto, mas logo perceberam que ela emanava uma forte onda de calor.
Omi se precipitou e atacou a garota ao lado de Wuya. A gorata com a maior paciencia do mundo se esquivou de cada golpe. àgil com Raimundo. Omi estranho upois, esse era um típico de Raimundo. Entranhou também – logo depois – que a garota lançou bolas de fogo. Uma peculiaridade de Kimiko. Percebou – pouco tempo depois – que a retirada dos poderes já havia sido feita...
HORAS ANTES
Dois guerreiros de pedra entraram no grandioso quanto onde estavam "acomodados" Raimundo e Kimiko. Pegaram-nos e saíram Palácia afora até chegarem em uma clareira. Andaram mais e adentraram a uma floresta.A tarde de sol começava a declinar com uma brisa fresca que amainava o calor de junho, mas os três estavam já bem suados da caminhada. Apesar da paisagem bucólica, era difícil seguir o curso do riacho que hora se alargava, ora se estreitava, e tinha as margens cobertas de uma vegetação aberta, mas cheia de galhos espinhosos que se agarravam às camisetas e cabelos deles.
– Estamos entrando em propriedade particular – anunciou Kimiko, quando eles cruzaram por uma cerca de pedra.
Adiante, uma nova cerca de pedras que os três pularam e depois um novo marco, com as letras do nome de seu antigo proprietário. O marco pendia para a direita e havia ao seu lado uma pequena depressão que ainda guardava a água da última chuva. Raimundo não o teria olhado duas vezes se o guerreiro que o carregava não tivesse apontado para lá para o outro. Foi ao chegar mais perto que uma súbita familiaridade o fez perceber que haviam chegado ao local.
O guerreiro esticou a mão direita tocando a parte da pedra que se inclinava para o solo. Com um mínimo de pressão, como que abre a maçaneta de uma porta, a pedra começou a inverter o próprio ângulo. Um barulho raspado e lento encheu o ar como se algo há muito parado e enferrujado tivesse começado a se movimentar. O som lembrava o de roldanas semi-emperradas e quando a pedra tinha praticamente atingido a posição vertical, houve um ruído mais alto e o chão sob a poça de barro se abriu. A terra e a água sumiram das vistas deles caindo pelo buraco que se abriu e eles não conseguiram ouvi-la chegar ao solo lá embaixo, mas não saberiam dizer se foi por não ouvirem ou pelo susto.
Tão logo o topo da sua cabeça emparelhou com a boca do buraco, ele sentiu que a escuridão os envolveria muito rapidamente, pois os degraus não davam mostras de que acabariam logo. Os guerreiros - sabe-se lá de onde - tiraram tochas com fogo e entraram. Em poucos minutos de descida era possível ver apenas um pontinho claro acima deles e cuja luminosidade parecia vir de um buraquinho em um pano preto, mas que não tinha força para romper a escuridão.
O breu era quase completo. Havia um ar frio, úmido e inegavelmente uma sensação de espaço. Logo mais que dois quartos de hora, chegaram ao final da escada. Haviam um palanque e duas jaulas. Um caldeirão e muita fumaça. Os guerreiros colocaram Kimiko e Raimundo, cada um uma jaula. Pouco depois Chease Young chegou com um cajado nas mãos.
- Olá, jovens monjes... - começou com um olhar cínico
Chease abriu um corte no pulso de cada um e rocolheu o sangue. O caldeirão imediatamente ficou sarmelho. Pegou uma mecha do próprio cabelo e colocou no caldeirão. Misturou e pronunciou umas palavras estranhas. Pegou um frasco e despejou o conteúdo no caldeirão. Pegou mais uma grande quantidade de frascos e despejou no caldeirão fazendo-o borbulhar e soltar fumaça roxa.
"Ignorium origins... Criate corpus news. Save the Scrounch en End" disse colocando seu cajado de prata no caldeirão. Imediatamete a infusão soltou uma luz perolada. Uma mão feminina saiu do caldeirão. Logo depois saiu uma cabeça extremamente bela, os cabelos louros platinados, olhos verdes e boca em formato de caração. Logo depois saiu o corpo. Vestido com seda pura.
"Desparte!" ordenou Chease
A garota despertou. O fim do mundo ceçava agora!
Omi e Clay estavam sobrevoando água e montanhas fazia mais de cinco semanas e o castelo de Chaese Young estava muito distante. Estavam bastante cansados e de acordo com o tempo frio e úmido, o fim do mundo estava perto... Pouco mais de um mês de vigem – via ar e terra – Fora avistado uma formação rochosa com o formato demoníaco. Pouco mais de cinco horas de ser avistado, Omi, Clay e Dojo chegaram ao Palácio de Chease Young.
Chegaram causando – arrebentaram a porta da frante com uma baita de uma onda gigantesca e com uma tora de terra. Para completar distruiram metade do Hall de Entrada lutando com os felinos de Chaese Young. Logo depois chegaram Wuya e uma garota que eles nunca haviam visto, mas logo perceberam que ela emanava uma forte onda de calor.
Omi se precipitou e atacou a garota ao lado de Wuya. A gorata com a maior paciencia do mundo se esquivou de cada golpe. àgil com Raimundo. Omi estranho upois, esse era um típico de Raimundo. Entranhou também – logo depois – que a garota lançou bolas de fogo. Uma peculiaridade de Kimiko. Percebou – pouco tempo depois – que a retirada dos poderes já havia sido feita...
"Omi"
– Eu sei – disse preocupado com a situação
– Vamos fazer o que? – perguntou Clay
– Por enquanto correr – respondeu
Clay não entendeu. Omi, então, correu em diparada para as escadas. Clay o seguiu. O palácio parecia ser maior do que se parecia. Correram pelo enorme corredor e chegaram numa porta de madeira nobre. Omy se concentrou e disse umas palavras indecifráveis. Imediatamente as janelas do corredor foram queradas por um maremoto convocado por Omi, este disse pra Clay:
– Se segura, pois isso aqui vai balaçar!
Dito e feito! Imediatamente tudo começou a tremer e o maremoto arrombou a porta. O palácio logo parou de tremer. Omi e Clay entraram no cômodo e viram um Raimundo muito fraco ao lado de um Kimiko acordada e alerta.
– Kimikô, Raimundô! – exclamou Omi – é tão bom ver vocês dois!
Kimiko imediatamente foi ao encontro dos dois e os abraçou.
– É tão bom ver vocês! – disse as lágrimas – O que aconteceu? Por que não consigo elevar meu chi?
Omi hesitou e disse:
– É muito complicado de dizer... depois, com mais calma explicamos.
– Ok – concordou a garota
– Chega – interrompeu Dojo – de melo drama e vamos logo. Chease Young está vindo e parece estar mais furioso que nunca já o tinha visto!
– Pra onde nós vamos? – perguntou Clay.
Raimundo foi mais rápido e disse:
– Para o Brasil!
– Pro Brasil? – perguntou Clay mei sem jeito.
– É, pro Brasil! – disse novamente Raimundo.
Espero realmente que vocês gostem. O próximo já ta quase pronto e é bem provavel que mes que vem ou no outro eu poste.
t++
