O nome do capítulo anterior foi alterado para eu poder postar esse aqui como foi escrito originalmente :3
Ana, Giulia e Elouise estavam andando pelos jardins do castelo, parecendo procurar por alguém. Ao longe, três ruivos, uma morena e um moreno de cabelo espetado conversavam. Quando Ana os avistou, rapidamente avisou as outras duas e não demorou muito para o trio se juntar ao grupo.
- Ora, ora. Resolveram aparecer? – a pergunta veio de Fred e ele sorria de forma divertida.
- E a outra loira que nós previmos que cairia na Sonserina além dessa baixinha aqui? – George tinha um tom zombeteiro.
- Hei! – Elouise pareceu se ofender por um instante, mas logo todos estavam rindo.
- Passamos na Sala Comunal depois da aula. – a resposta veio de Giulia.
- Aparentemente, algo grande está acontecendo. – Ana franziu o cenho.
- Tipo o que, Ana? – a pergunta veio de Hermione, que parecia preocupada com o comentário.
A garota deu os ombros. Não se importava com aquilo realmente.
- Sei lá. Mas havia uma grande quantidade de alunos na nossa Sala Comunal, o que geralmente não acontece a essa hora do dia…
Fred ficou sério.
- Seria possível que algo estivesse acontecendo e nós não estamos sabendo…?
- Eu ouvi falar que tem algo a ver com a Murta que Geme. – o comentário veio de Elouise.
- Ela sempre apronta alguma coisa… – Ana suspirou.
- Você e a Giu são as únicas que conseguem ter uma conversa de verdade com ela. Podiam tentar descobrir o que foi dessa vez, não? – George começou falando e Fred terminou a frase.
Giulia pareceu desanimada.
- Mas ela fala de forma muito enrolada. E chora muito. Só a Ana desvenda o que ela fala!
- Ou seja, sobrou para euzinha aqui descobrir o que está acontecendo. – ela tinha um tom meio desafiador e ao mesmo tempo um tanto preguiçoso, se essa fosse a melhor definição para sua falta de vontade, na voz.
- Exatamente. – os gêmeos disseram em uníssono.
- Mas a Ana não é metade trouxa? – a pergunta veio de Harry.
- Sim, e…? – ninguém parecia entender a razão da pergunta.
- E que eu percebi que os nascido trouxas estão parando em peso na enfermaria. – o moreno estava sério e Ana, tanto quanto Giulia, sentiu um arrepio forte correr por sua espinha.
Um silêncio pesado se instalou sobre o grupo.
- Então temos que cuidar de nossas três princesinhas descendentes de trouxas. – Fred sorriu de canto, desviando o olhar para Ana e Giulia.
Harry, Rony e Hermione não entenderam.
- Três?
- Sim. – foi George quem respondeu – Ana, Mione e Giu.
O trio pareceu surpreso. Ana nunca comentara que descendia de trouxas.
- Não quero vocês andando por aí como meus guarda-costas. – Ana franziu a sobrancelha.
- E por que não? Nossa presença incomoda? – Fred aproximou o rosto do de Ana, que sentiu o coração falhar um momento devido ao susto.
- Sai fora, Fred! Não fique tão perto assim de repente! – a garota recuou um passo – E não é por isso, ok? É só que vai ficar muito óbvio… E dependendo de quem estiver causando tudo isso, não podemos deixar transparecer desse jeito.
Fred suspirou.
- Entendi, entendi… Então pelo menos não vamos andar em um grupo tão grande, pode ser? – o ruivo olhou para os amigos.
- Melhor mesmo. Nossa turma é a que chama mais atenção… – Giu olhou ao redor ao terminar de falar.
Os demais concordaram com a cabeça.
Ana estava andando pelos corredores do castelo, distraída. Fred e George caminhavam logo atrás da garota, conversando animadamente sobre algo. Giulia e Elouise tinham ficado na biblioteca, tentando descobrir o que estava causando a confusão em Hogwarts. Ana estava indo para o banheiro da Murta que Geme.
- Murta…? – Ana entrou hesitante no banheiro.
- Ah, Ana! – a fantasma pareceu feliz ao vê-la – E os gêmeos. – seu ânimo logo caiu ao ver os dois ruivos.
- Murta, você sabe o que está causando toda essa confusão na escola? – Ana estava diante dela, parecendo realmente curiosa.
- Ah, alguém abriu uma tal de Câmara Secreta… Tem a ver com o diário de um Tom Riddle. Jogaram essa coisa em mim uma vez! – Murta começou a chorar conforme falava e só piorou quando terminou a frase.
- Tom Riddle? – Ana não tinha ideia de quem era.
- Era um moleque… Eu não gostava nem gosto dele. – Murta franziu o cenho.
- Entendi… Eu acho. – Ana sorriu de forma divertida, tentando animar a fantasma – Obrigada, Murta.
- De anda, querida. – Murta sorriu de volta – Ah, será que na próxima vez, nós podemos conversar sem… Eles?
Ana olhou para os gêmeos e riu de leve.
- Claro.
