Capítulo 3 – A garota do outro lado da grade

Às vezes, as portas se abrem, apesar de nós não nos darmos conta disso. E nossa desatenção geralmente nos custa muito caro. Porém, na maioria das vezes, da mesma forma como não percebemos as portas que se abrem, também não percebemos o preço que pagamos.

É o risco de caminhar olhando para frente apenas: Não perceber as portas e sequer notar o preço pago por isso.

Mas talvez naquela ocasião não fosse uma porta que se abria, e sim uma janela.

O mundo que ele costumava ver através de uma vitrine estava oferecendo-lhe uma janela para ele espiar a vida do lado de fora; bastava que ele aceitasse ter o primeiro vislumbre do mundo no outro lado da grade para que a porta se formasse.

No entanto, pessoas de olhos vazios não costumam notar muita coisa, mesmo quando isso está bem a sua frente. Mas talvez Harry não tivesse os olhos tão vazios.

É comum as pessoas confundirem vazio com escuridão. Você pode olhar o fundo de um poço e enxergar apenas escuridão, mas isso não significa que não haja água. Apenas quer dizer que ela está longe demais para você notar.

* * *

Conforme Harry penetrava mais fundo no imenso corredor de pedra, mais sua indignação crescia.

Afinal, o que ele estava fazendo ali? Por que aceitara aquela tarefa ridícula, para início de conversa? Voldemort tinha seus Comensais competentes, então por que logo ele? Será que Voldemort não notava que ele seria mais útil aniquilando os traidores? Será que ele não via que estava desperdiçando o seu talento o mandando ficar de babá de uma garotinha?

Estava tão absorto em seus próprios pensamentos que somente notou que chegara ao seu destino ao dar de cara com uma parede de pedras escuras e irregulares. Naquele ponto, o corredor era tão escuro que archotes haviam sido enfeitiçados para iluminarem o local permanentemente. Havia uma única sala localizada na parede esquerda do corredor.

Então Harry notou que lamúrias fracas preenchiam o local. Estivera tão cheio de indignação que não se atentara a qualquer ruído. Ele logo percebeu que os ruídos vinham da sala onde estava a prisioneira.

Os ruídos se tornavam mais e mais fortes, e Harry só pode ter um único pensamento:

Que ótimo. O animalzinho gania.

Colocou a mão na maçaneta fria e sorveu o ar com intensidade, tentando buscar paciência para lidar com aquela situação. Talvez não fosse tão mal quanto parecia. Talvez ele até pudesse brincar um pouco.

Foi com esse pensamento em mente que ele girou a maçaneta.

A sala estava escura, mas ele pode vê-la com clareza. Sua figura se destacava na sala, como se brilhasse de uma forma imperceptível aos olhos.

Num canto da sala haviam erguido uma coluna, que vinha do chão até o teto. As mãos dela estavam viradas para trás, algemadas juntas atrás da coluna. Ela estava sentada no chão,e seus cabelos ruivos estavam caídos em seu rosto, ocultando sua face completamente.

Seu corpo era jovem, bonito, mas agora estava terrivelmente maltratado. Ela parou de chorar ao ouvir a porta se abrir.

E então ela ergueu a cabeça, e o que Harry viu pareceu-lhe pouco. Insuficiente. A pele estava suja, mas era saudável e clara, com algumas sardas pontuando-a levemente. O nariz era delicado, os lábios pequenos e cheios. Seus olhos estavam cobertos por uma venda.

Harry sentiu seus olhos ficarem presos àquela figura, sem saber exatamente o que fazer. Deixou a porta bater atrás de si.

Colocou-se contra a parede e deslizou por ela, sentando-se no chão encardido e observando a garota. Ela aparentava ter uns quinze anos de idade, não muito mais velha que ele. Harry riu com a pequena comparação. Não era igual aos adolescentes de sua idade, nunca fora. Eles costumavam ser tolos, levianos e impulsivos. Ele não. Tudo que ele fazia era planejado. Alguns diriam que aquilo era frieza, mas Harry não sabia por que suas atitudes eram sempre comparadas ao frio. O gelo costumava queimar, logo era tão intenso quanto o fogo.

Talvez ele fosse mais parecido como o vento. Este, por si só, não queimavam, mas se suas forças fossem postas a provas, eram tão destrutivos quanto o gelo e fogo.

Ele sacudiu a cabeça, afastando os seus pensamentos. Era uma coisa comum de acontecer, ele se perder em seus próprios pensamentos quando estava sozinho. Trouxe sua mente de volta para a realidade e voltou a fitar a sua prisioneira

Ela já havia baixado a cabeça, as madeixas ruivas estavam cobrindo seu rosto novamente. Pelo choro pequeno daquela garota, ela com certeza era fogo. Alguns poderiam até dizer gelo, mas não com aquela cabeleira vulcânica.

E então Harry notou o quão deslocada ela parecia naquele ambiente neutro e sujo. Ela não era neutra, muito menos suja. Ao contrário, parecia ter sido lapidada por um calor intenso e num lugar tão limpo e puro que ela adquirira uma permanente aura de clareza.

Tão diferente de tudo ali. Tão diferente dele, que era uma rocha bruta e afiada polida pelo vento. Tão diferente dos outros comensais, que eram apenas grãos de areia grandes demais. Tão diferente das pessoas do outro lado, que eram pedras negras e falsas que tentavam se passar por gemas verdadeiras.

Droga,estava viajando de novo. Decidiu então assumir aquela postura analítica e inalcançável que assumia enquanto cumpria uma missão. Afinal, era isso que aquilo era: uma missão.

Então Harry começou a se dar conta da estupidez de tudo aquilo. A garota estava evidentemente presa e vendada. Por que ele tinha que ficar olhando para ela?

Mas ele continuou olhando. Olhou até seus olhos ficarem secos. Observou-a até que tivesse decorado cada detalhe dela, até que soubesse o ritmo de sua respiração.

Se tinha uma tarefa, iria fazê-la bem, não importava se ela fosse ridícula ao cúmulo.

As horas passaram, e quando Harry deu aquele quadro como estável, e algo mudou na cena. Um agravante pequeno, mas muito incômodo em longo prazo: a garota voltou a chorar baixinho de forma quase inaudível. Seu choro preencheu a sala.

Harry soube que a noite deveria estar caindo devido à baixa temperatura, e ela simplesmente não parava de chorar. Às vezes se remexia incomodamente, e as algemas tilintavam de forma enervante.

Mérlin sabe como o contraste do silêncio e dos sons baixos e inconstantes pode ser irritante. Principalmente para alguém que decidiu ficar inalcançável.

Já era alto da madrugada. Harry conjugara um colchão na sala ao perceber que iria passar a noite ali, mas continuava sentado contra a parede. Sua paciência estava tênue devido aos ruídos.

Não demorou muito mais para que ela se rompesse.

- CALA. ESSA. BOCA! – rugiu ele, irritado.

Porém a frase pareceu ter um efeito contrário. Pra seu completo aborrecimento, os ruídos que a garota emitia aumentaram de volume e número, e ela se remexeu incansavelmente na sua pequena prisão. Parecia estar tentando se livrar das algemas.

- Quer parar de choramingar? Eu quero dormir! – esbravejou Harry, levantando-se subitamente. Veio então um ódio flamejante daquela garota. Queria que ela parasse de chorar. Não sabia exatamente porque, mas aquilo o estava incomodando, e muito. - Quer que eu afrouxe as malditas algemas? Ok, eu afrouxo a malditas algemas!

Então ele foi até atrás do pilar onde a garota estava presa e viu suas mãos. Agachou-se e estudou a algema por alguns segundos. Surgiu então um brilho maldoso em seus olhos que a garota não pode ver. Ele realmente pegou nas algemas, mas ao invés de afrouxá-las, Harry as apertou contra a mão da garota, fazendo-as roçarem contra a pele delicada e cortarem-na. A garota berrou de dor.

Porém, aquele grito não trouxe o prazer que ele estava esperando. Normalmente ele gostaria de ver seus inimigos sofrendo por sua causa, mas daquela vez foi diferente. Foi diferente, pois aquela garota parecia aparte do mundo. Não parecia pertencer a lugar nenhum que ele pudesse odiar; ela simplesmente estava ali. Foi diferente, pois aquilo não era uma vitória, uma vez que não havia batalha, ela não tinha como se defender. E foi diferente porquê...

Ele simplesmente não sabia porquê.

Afastou-se da rapariga, confuso, tentando entender o que se passava dentro dele. Confusão: eis uma coisa com que ele não sabia lidar. Gostava de ser decidido sobre tudo que fazia e sentia, gostava de se controlar.

Ele pode ver as lágrimas caindo pela face feminina.

Então uma coisa completamente nova aconteceu. Ele sentiu-se nojento por ter machucado algo tão delicado quanto aquela garota. Era estranho, era errado, e era algo covarde a se fazer. Sentia-se sujo por ter causado aquelas lágrimas.

Então Harry percebeu que estava tremendo. Não tremendo de frio, ou por estar hesitante. Ele estava assustado. Assustado pela estranheza de seus próprios sentimentos. O que seria aquilo? Culpa?

"Não", algo dentro dele pareceu gritar. Ele não se sentia culpado. Culpa era para os fracos. Culpa era para os que amavam. Ele não amava ninguém.

Deu um passo para trás e concluiu que deveria tentar dormir. Provavelmente estava estressado devido a essa tarefa boba. E havia a quietude infernal daquela sala que o estava aborrecendo profundamente. É, talvez ele realmente devesse tentar dormir.

Ele deitou-se no colchão e puxou as cobertas contra si. Fechou os olhos e tentou esvaziar a mente.

Então houve um grito. Um grito tão cheio de agonia que o fez congelar. Ele já havia ouvido muitos tipos de gritos. Gritos de tortura, gritos de fúria, de mágoa... Mas nada como aquele.

Ele se misturou de tantas formas aos seus ouvidos e foi tão terrível que Harry se perguntou se uma garota seria mesmo capaz de emitir tal som.

- Cale a boca! – gritou ele, irritado. Queria dormir, estava cansado e seu corpo protestava por descanso.

Levantou-se abruptamente e seus olhos pousaram na ruiva. As lágrimas inundavam seu rosto, e ela mordia os lábios contendo mais gritos. Seu corpo estava tenso e imóvel contra a pilastra. Harry levantou-se do colchonete e caminhou em direção a garota, intrigado.

Uma algema não causava tanta dor. Não poderia.

Ele foi em direção as mãos da ruivas sem pedir licença, e ela ficou mais tensa do que já estava.

- É só uma maldita algema! – urrou ele – O que é tão ruim numa maldita algema?

Mas ela gritou de novo, e Harry se viu obrigado a analisar melhor as mãos dela. Havia algo errado.

Ele puxou os pulsos dela para si, para que pudesse ver melhor sem se importa que a garota estivesse dolorosamente prensada contra a coluna no lado oposto. Acendeu a varinha e colocou-a próxima aos pulsos da garota.

O que ele viu fez seu sangue gelar.

Não era uma algema normal. Toda a parte interna dela estava revestida por pequenas agulhas, mas não foi isso que o alertou, muito menos o estado catastrófico que estavam os pulsos da ruiva.

Era o cheiro.

Cheiro de sangue misturando-se a suor. Um cheiro que por si era nauseante. Mas também havia um leve cheiro de decomposição, que não deveria estar ali. A garota estava presa há apenas algumas horas.

E então ele identificou um outro cheiro, um cheiro que o colocou alerta sobre tudo que acontecia: Cheiro de veneno

Num ápice de desespero, Harry arrancou as algemas dos pulsos da garota sem delicadezas usando um feitiço. Ela ofegou de dor.

Harry reconheceu o líquido nas algemas. Era grosso e escuro, feito a base de veneno de Acromântula; do tipo que se espalha pela corrente sanguínea e digere a carne lentamente, dando à vítima uma morte lenta e dolorosa.

E ele notou pela primeira vez que ela estava com uma coloração doentia. Ocorreu-lhe que aquela falta de movimento da parte dela não era por acaso. Que ótimo observador que ele era, pensou irônico.

Então o terror o engolfou.

Aquilo não era uma ordem de Voldemort. Voldemort não queria que matassem a garota.

Alguém estava tentando matar a prisioneira. Alguém estava tentando matar a sua prisioneira!

Harry olhou para a garota, espantado. Ela se mexia, tentando alongar os músculos doloridos devido à posição desconfortável que estivera durante horas. Harry puxou os pulsos dela para si sem cerimônias e colocou a varinha perto para ver melhor.

O ferimento estava nojento. A carne estava carcomida em toda a linha dos pulsos, e arroxeada cerca de três centímetros em volta do ferimento.

Sem pensar mais nada, Harry apanhou as algemas abertas e foi até a porta.

- Não saia daqui a não ser que queira morrer – disse ele com a voz baixa e perigosa.

E então ele se pôs a correr pelo corredor de pedra. O veneno estava se espalhando, e tudo que ele menos queria era que a garota morresse. Ele iria pagar caro caso isso acontecesse. Nunca tinha falhado em uma missão e não seria essa garota que iria mudar isso.

Ele correu velozmente até alcançar a sala de poções. Com um feitiço, colocou o pouco veneno que restava na algema em um frasco e procurou por ingredientes para preparar um antídoto.

Juntou toda a calma que tinha e tentou fazer a poção o mais rápido possível sem errar. Demorou algum tempo para o antídoto ficar pronto.

Ele colocou a poção em um frasco e correu novamente até o final do corredor. Estava ofegante e em pânico. Não sabia o que aconteceria com ele se a tal garota morresse. Provavelmente Voldemort cuidaria dele pessoalmente. Sem pensar que perderia toda a confiança pela qual lutara tanto. E isso era assustador.

Ele chegou ao fim do corredor e sentiu suas pernas fraquejarem. A porta estava escancarada; ele sequer lembrara de fechá-la na pressa. Com o terror engolfando-o até a alma, Harry abriu a porta esperando encontrar a sala vazia.

Mas não foi isso que ele encontrou.

A garota estava no mesmo canto onde estivera presa, mas ela estava escorada contra a parede e havia adquirido uma coloração ainda mais doentia. Harry suspirou aliviado. Ela não havia fugido.

Sem pensar muitas vezes, Harry foi até a garota e colocou a poção na boca dela, sem se importar se teria que forçá-la goela a baixo. Porém, para sua surpresa, a ruiva bebeu a poção sem reclamar.

- Quem amarrou você? – perguntou ele, ríspido. Queria desesperadamente saber quem era o traidor. Iria acabar com ele da forma mais dolorosa possível.

Ela balançou a cabeça negativamente com um movimento fraco, dizendo que não sabia.

É claro que não sabia, recriminou-se Harry. Ela estava vendada, não estava?

Harry então se sentou no seu colchonete sua cabeça estava a mil por hora. Tudo que ele conseguia pensar era em quem estaria tentando matar aquela garota.

Os minutos se passaram e Harry não chegou a nenhuma conclusão possível.

O máximo que ele conseguiu enxergar era que não era a garota o alvo, e sim ele. Alguém mais sabia da tarefa, sabia sobre como ela era importante, e sabia que ele estava encarregado dela.

Em outras palavras, sabia que se a garota morresse, Harry fracassaria. Alguém queria que Harry fracassasse.

Mas quem? Havia vários Comensais que o odiavam, Harry tinha certeza disso. Mas na maioria das vezes, eles eram covardes e incompetentes. Quem teria sido astuto o suficiente para descobrir a tarefa? Os será que outras pessoas sabiam? Será que Voldemort contara a mais alguém?

Sacudindo a cabeça em desistência, Harry achou melhor esperar até que fosse de manhã e enfim contar à alguém o que acontecera. Não havia mais urgência, afinal. Ele podia esperar até de manhã. Ademais, ele estava cansado e não conseguia pensar com clareza.

Foi com uma onda de alívio que ele viu a coloração da garota voltar ao normal lentamente. Um peso enorme foi retirado de suas costas. Ela não iria morrer. Ele estaria bem. Ela estaria bem.

Foi quando Harry se deu conta de seu último pensamento. "Ela estaria bem"? Pouco lhe importava se ela etária bem, o que importava era que a sua própria pele estivesse a salvo.

Quer dizer, era isso, não era?

Sim, com certeza era.

E então, ocorreu algo inédito. A garota mexeu-se no seu lugar e voltou seu corpo tão completamente para Harry que o garoto suspeitou que ela não estivesse vendada.

E então ela falou.

- Qual é o seu nome? – a voz dela era quente. Quente demais.

- Você acha que eu sou idiota? – É claro que ele que não diria o seu nome a prisioneira. Poucos Comensais sabiam, então porque ela deveria saber?

- Eu sou Ginevra Weasley, prazer.

Ele não respondeu.

- Bom, Sr. Você-acha-que-eu-sou-idiota, obrigada de qualquer forma. – continuou ela. Apesar do evidente deboche na fala, seu tom foi sincero.

Harry ficou estático, sem saber o que dizer. Estava surpreso com atitude da menina. Ele a ferira, ele a estava mantendo presa! Por que ela estava falando com ele? Por que ela não o odiava?

- Err... De nada. – disse ele por fim, sem jeito. A voz não pareceu ser sua. Estava hesitante demais para ser. Soou estranha em seus ouvidos.

Ginevra Weasley também pareceu achar a voz estranha.

- Você é esquisito. – constatou ela.

"Não", pensou consigo mesmo. Ele não era esquisito. Era aquela garota. Ela sim era esquisita.

- Você também pode me chamar de Gina, se quiser. – lembrou-se, como se aquilo fosse a coisa mais normal a dizer para o cara que estava a prendendo numa sala.

Definitivamente esquisita.

-Então me diga... Por que... – começou ela.

- Você não vai dormir não?

- Ah sim! Dormir é legal.

E então aconteceu de novo.

Ela voltou-se tão designadamente para ele que ele soube que se não fosse pela venda, eles estariam se encarando. Ele ficou preso naquele contato por alguns segundos que pareceram durar uma eternidade.

Então ela quebrou o choque de olhares. Cedo demais.

Ginevra deitou-se no chão frio da sala e tentou achar uma posição mais confortável.

-Boa noite – desejou-lhe Gina

Ele não respondeu mais uma vez, mas ela pareceu não se importar. Acomodou-se no chão frio como se aquele fosse o melhor dos colchões e cerrou os olhos, finalmente dando-se conta da própria exaustão.

Harry sentiu-se estranho por ter um leito e ela não, mas foi mais uma sensação que ele decidiu ignorar.

E então ele se acomodou em sua cama improvisada e tentou isolar os acontecimentos daquele longo dia.

Mas um pensamento ele não conseguiu isolar:

Qual seria a cor dos olhos de Ginevra Weasley?

N/B – Naty: Guta, meu anjo, q história hein? Li td agora, correndo, e volta e meia voltando a página desconsolada me lembrando q tinha q betar, e ñ apenas curtir o cap.! Nossa, preciso te dizer q amei a história? Intrigante, apaixonante, quente... ui, anyway, tem duas dimenores aqui, hehe. Amore, amei o cap., amei o quebra pau q ele deu na Bella (Bitch, odeio ela!) e nossa, ele sentindo aquilo pela Gi foi MARA, como diria o Levi. Amore, estou apaixonada e encantada pela sua fic, e honradérrima pelo privilégio de ser a sua beta. Beijos enormes, te amo muito, e até o próximo (q espero, saia logo. Te gosto muito pra ter q te jogar uma maldição *Olhar malévolo*).

N/A: Oi gente bonita! Em primeiro lugar, gostaria de agradecer a Naty pelo seu ótimo trabalho e pelos seus comentários encorajadores (ou os que me chamavam de má =/ Mas abafa kkk). Querida, te amo demais! Ela tb fez uma capa, viu? Ela é a melhor Beta da F&B, mas ela é minha (rá!). E gente, eu gosto mt desse capítulo. Pudemos ver um pouco de humanidade nesse Harry frio, e temos a Gina, é claro. Eu adoro ela. Essa história é sobre amor que transforma, então esse é o grande início. Acho que consegui um bom tom para o primeiro encontro. Ficou claro que o Harry sentiu algo, mas não ficou clichê. Eu gostei ^^.

Desculpem pela demora, mas não foi taaanto assim, né?

Vamos responder aos coments \õ/

luanny: Olá! Obrigada pelo elogio! É claro que eu não vou deixar ninguém fazer tão mal a Gina! Ela é uma das minhas personagens favoritas! E eu duvido que o Harry deixe alguém encostar na prisioneira dele! Não se preocupe, a Gina será protegida. Eu sou malvada, mas nem tanto ;P. Beijos e comente!

Jay: Obrigada! Que bom que eu consegui te prender. O Harry será um personagem fascinante! Estou ansiosa para desenvolvê-lo. Ele vai causar muitas surpresas ainda ^^. Beijos e obrigada mais uma vez! Beijos!

Isabel: Olá! Que bom que gostou do capítulo! Gostou da ceninha de ação? *-* Que boom. Ela foi complicadinha, pois eu nunca, never, tinha escrito algo assim. Obrigada pelos elogios, me deixaram mt feliz! Bom, sobre o Harry ser virgem... Não tenho certeza ainda, mas a princípio sim. Ele nunca desenvolveu esse tipo de relação com ninguém. Como o Voldemort. Acho estranho quando colocam o Tio Voldie como um "tio taradão", pois na minha opinião ele não se preocupa com isso. Simplesmente há coisas mais importantes. É essa a visão do Harry tb. Sobre os outros personagens... Acho que sim. Os marotos irão aparecer, pois termos tb as partes que eu falarei da Lily, do James, e da Molly, então eles estarão por aí. Quanto ao Rony e a Mione, acho que eles aparecerão sim, mas mais para o final. E Dumbledore... Acho que sim tb. Ele é uma grande cabeça. Talvez ele descubra alguma coisa sobre o paradeiro do Harry e da Gina. Beijos e espero que curta o capítulo!

Fernanda: Que bom que gostou da fic! Desculpe pela demora, mas não foi tanto, não é? Sim, as férias alongadas foram mt boas ^^. Espero que goste do capítulo! Obrigada pelos elogios! Beijo grande!

krolpotter: Olá! Bem, para dizer a verdade, a Lily está me surpreendendo. Estou gostando mt de falar sobre ela. Ela acabou sendo uma das minhas personagens favoritas! Sobre a importância da Gina... hum, vai demorar um pouco para descobrir... sim, eu sou terrível! Aí está o Capítulo 3, espero que goste! Beijão!

Gente, eu fiquei muito, muito feliz com os comentários! Obrigada mesmo! É muito importante para mim! O capítulo 4 não vai demorar muito, eu acho. Ele está pronto, mas eu quero modificá-lo um pouco. Mais uma coisa! A Naty fez uma capa linda para a fic! Quem quiser vê-la é só acessar o meu profile. Até o próximo capítulo!

Beijo na bunda!