Ricos, Famosos e Felizes?
Disclaimer: A história pertence a Karen Vera, os personagens a Stephenie, e a mim somente a tradução.
Sinopse: Edward Cullen é filho de um milionário, irmão de Alice e Emmett. Seus pais Carlisle e Esme eram o casal perfeito, até que ele toma a medida drástica de separar. Os olhos não podem acreditar, nunca viram qualquer evidência de desunião, muito pelo contrário.
Mas até então o marido e pai perfeito, esconde um jovem segredo, um amante, Isabella Swan. Edward tenta contato com ela para parar essa relação que terminou com sua família, mas vai ficar chocado quando encontrá-la…
Capítulo 4 – O diamante do meu pai
Desci para o subterrâneo convertido em um energúmeno e inclusive passei por um casal ao sair do elevador. Provavelmente, se eles não tivessem tão apaixonados com certeza teriam me encarado, contudo, pelo olhar em seus rostos percebi que eles deviam ter pensado que era um psicopata egoísta, tímido e solitário. Não estavam longe, eu era.
Em vez de escolher o caminho de casa, eu desviei para o apartamento de Jessica, uma velha amiga do colégio… dessas "amigas" que estão sempre disponíveis.
Eu senti raiva, não sabia por que tanta, mas uma onda de frustração tomou conta de mim com tal força que era capaz de qualquer coisa nesse minuto.
Eu queria parar de pensar por alguns segundos na tristeza avassaladora que me provocava a minha mãe, como para abrigar Alice para que não se visse tão afetada com a situação, como conter Emmett para que não continue a fazer coisas estúpidas que prejudicariam ainda mais a família, do irresponsável e idiota do Carlisle, e, claro, tirar "ela" da minha mente. Por que pensava nesse mulher que não tinha nenhuma relação comigo? Arg! Felizmente de manhã na primeira hora iria para a China, por duas semanas e talvez mais, dependendo do meu humor.
Em um bairro mais antigo, mas também sofisticado morava Jess. Liguei alguns segundos antes e, felizmente, estava em seu apartamento.
— Jess! Oi, Edward – me apresentei de imediato.
— Edward Cullen! Como está? – respondeu sedutora.
— Bem, bem e você? – diminui reduzi a velocidade, caso contrário, iria avisá-lo para vê-la quando eu estava esperando no estacionamento de seu edifício.
— Bem… e ao que devo a honra de sua chamada pela manhã? – Perguntou desconfiada.
— É que estou por perto… e bem, eu pensei em você... está ocupada? – De repente caiu a realidade, poderia muito bem estar com alguém, depois de tudo não tínhamos nenhum compromisso.
— Não, não... – disse duvidosa – avise-me quando estiver aqui embaixo – me senti um idiota mendigando sexo. Me arrependi de ir, mas se voltasse atrás ficaria muito mal, e ela suspeitaria que eu tinha percebido que estava com alguém.
Finalmente segui e parei no estacionamento dez de visitas. As portas do elevador demoraram um tanto para abrirem. Eu olhei para a tela, estava parado justamente no andar que eu ia. Logo parou no um e, finalmente chegou a mim. Entrei. Eu podia sentir o cheiro penetrante de perfume masculino barato. O que me importa era apenas uma amiga! Na verdade não me dava ciúme, porém, irritava-me que tudo acontecia em uma mesma manhã. A porta dupla abriu no quinto andar. Jess abriu envolto em uma toalha branca.
— Olá – cumprimentou espontaneamente, apesar de que acabou de se despedir do "outro". Brincando com seu cabelo castanho claro e me estendeu a mão para me convidar para a jacuzzi privada.
— Ola Jess – lhe dei um beijo casual na bochecha. Imediatamente virou seu rosto alguns centímetros para a direita e colocou seus lábios nos meus com ardor. Abri os lábios em necessidade, mais por vingança da cena no apartamento de Carlisle do que desejo, mas naquela altura dava no mesmo.
Levei minhas mãos para o laço da sua blusa para desamarrar e com um movimento deixei essa difícil peça no chão. Ficou completamente nua. Seus seios eram médios e firmes, com aureolas marrons claro que se confundiam com sua pele; Ela lambeu os beiços. A agarrei com ímpeto por suas nádegas e a aprisionei até mim, enquanto ela cruzava suas pernas sensuais por trás do meu quadril. O piso estava escorregadio e longe fazer papel de galãs eróticos, caímos sobre a banheiro, e por pouco a engasgou e logo, a afogou.
Emergiu da água desesperada, com o cabelo tapando os olhos, o nariz e a boca, totalmente exasperada, botando água pela boca. Nada sexy! Fiquei de lado, quando vi que ela estava bem e sentei na borda da perigosa jacuzzi. Eu não podia falar do riso, segurei-me no estômago como resultado de riso compulsivo. Esta foi à coisa mais ridícula que me aconteceu! E ela que estava toda sensual esperando-me na entrada da sua cada, ainda havia se despedido do seu outro amigo. Ela limpou o rosto com as duas mãos e olhou-me com um olhar de fúria.
— Iidota! – cuspiu por sua sexy sensibilidade, ferida.
— De... des... cul... pe – nem sequer pude ajudá-la a subir, os músculos me debilitaram pelo riso repentino. Saiu totalmente nua da banheira e colocou o roupão novamente.
— Imbecil! – respondeu com raiva e deu uma "batida de porta" para entrar no apartamento. Fiquei ali, molhado da cabeça aos pés. Sai estilando e bati na janela para que abrisse para mim, mas me ignorou.
— Desculpe! – lhe disse modulando lentamente para que me entendesse, porque provavelmente do lado de dentro não me escutava. Virou-se e levantou o dedo do meio. Obviamente, a reação dela me fez rir ainda mais. Juntei as mãos para implorar e as mostrei para que abrisse, mas não podia tirar o absurdo sorriso dos lábios e enquanto continuasse assim, não me deixaria entrar. Era impossível conter!
Abaixo de mim estava uma poça de meio metro de diâmetro. Bati de novo, até que ele apareceu. Eu dobrei meus joelhos, descansando no chão e juntei as minhas mãos, "Desculpe!" Eu insisti freneticamente, e engoli o riso durante alguns segundos. Ela teve pena, movendo-se lentamente com uma carranca. Estiquei as pernas, mas quando ele estava na frente, explodiu na gargalhada novamente.
— Idiota! – fechou a porta bruscamente, mas a alcancei para segurar antes que se fechasse.
— Não se irrite Jess – a segurei pelas costas e a apertei pela cintura, enquanto sua bunda estava muito perto do meu "acompanhante". Segurei sua garganta com a mão esquerda e o umedeci com meus lábios, ela estremeceu. Batalha concluída!
Continuei mordiscando até borda dos ombros, sempre seguido por minha língua, com sérias intenções de lhe provocar um ardente arrepio. A deixei assim, apegada ao meu corpo, enquanto lentamente a levava na direção do balcão da cozinha. Sutilmente inclinei seu tronco para a frente, levantando seu roupão para deixar livre suas nádegas e intimidade. Soltei minha calça com agilidade para liberar a minha masculinidade, totalmente ereto. Dobrei uns centímetros dos joelhos e mergulhei em seu mundo quente e úmido. Seus gemidos eram rápidos e foram aumentando de intensidade e volume. Sem saber, e como uma verdadeira exceção porque eu gostava de ver, era um voyeur por natureza, eu fechei os olhos e quase atingindo o ápice do prazer, eu perguntei se "ela" se sentia igual...
Continue movendo-me com mais intensidade, agarrando seus quadris na minha direção, enquanto Jess se mantinha segurando as bordas da mesa. Eu estava queimando… Imaginei ela e seu centro doce e jovial. Os gritos desaforados de Jess me fizeram voltar à realidade, na verdade por vezes, ela era como uma atriz pornô, nada a ver com os suspiros sutis que ouvi da boca de Isabella. Fiquei decepcionado um pouco, mas eu continuei até ao fim.
Sai do seu corpo e ela não demorou para se virar. Me deu um soquinho e com a voz risonha disse.
— Imbecil!
— Eu também gosto de você – lhe respondi ironicamente e pisquei um olho.
Como se nada tivesse acontecido, caminho até a cafeteira.
— Quer um? – ofereceu amavelmente, com um grande sorriso nos lábios. Modéstia a parte sempre as deixava assim "felizes", na verdade me sentia um colaborador da felicidade feminina coletiva desse mundo, hahaha. Devo reconhecê-lo estava um pouco satisfeito comigo mesmo.
— Obrigada! – lhe devolvi o riso, enquanto me entregava uma xícara com liquido escuro e aromático. – Poderia colocar minha roupa na secadora? – pedi um pouco instigado.
— Não! – respondeu maliciosa.
— Sério? – arqueei as sobrancelhas confuso, não sabia se ela estava falando sério ou brincando. Eu sorri, temendo que fosse real.
— Óbvio – piscou.
— Sua vingança? – esbocei um riso perdedor.
— Evidente – soltou uma gargalhada.
Na sala ao lado ouvi meu celular. Menos mal que tinha deixado no casaco! Ele era o único seco nesse momento. Só para irritar Jess corri para a sala, deixando vestígios dos meus passos sobre o soalho polido de verniz. Peguei meu celular, era Esme.
— Edward, filho, não vai almoçar conosco hoje? – Olhei a hora: uma hora e quarenta e cinco. Uf! Eu tinha esquecido tudo com o que aconteceu durante a manhã. Lembrei dos gemidos do meu pai e "dela" e isso fez minha pele se arrepiar.
— Desculpe mãe! Passei para ver Jess e ficamos conversando... – menti, obvio era minha mãe, ela acredita.
— Mande um cumprimento a ela! Te esperamos? – insistiu.
— Claro, estou indo! – desliguei, dei um beijo na bochecha de Jess e ela moveu sua mão em sinal de despedida.
— Obrigada por tudo... – sussurrei em seu ouvido. Ficou muda e séria.
Emmett havia me dito que visitas recorrentes a Jéssica poderia começar a me trazer problemas, ela pensava que isso ia a algo mais sério, e na verdade, não passava mais do que uma simples amizade, pelo menos para mim. No entanto, ao ver a decepção no rosto dele eu percebi que talvez meu irmão estava certo.
Deixei o carro encharcado. Eu tinha pressa de ir para o meu quarto e os outros não percebessem o pequeno detalhe da roupa molhada, mas para a minha "boa" sorte do dia, os três — Esme, Alice e Emmett — estavam a caminho da sala de jantar.
— O que aconteceu Edward? – murmurou minha mãe achando estranho. Seus olhos tostados percorriam meu corpo de pés a cabeça. Não soube o que responder, me pegou de surpresa.
— O que aconteceu Edward? – Emmett respondeu, zombando, com um grande sorriso nos lábios. O idiota sabia claramente porque eu tinha a minha roupa molhada, no entanto, começou a colocar-me em problemas contra os olhos inocentes de minha mãe. Eu sorri de volta ao muito idiota, enquanto Esme continuava me examinando. Alice fez um gesto para Emmett para dizer-lhe de onde eu vinha. Inclinou-se para seu ouvido e minha irmã riu também.
— Vai irmãozinho se trocar! Te esperamos na mesa. – Salvo pelo gongo! Ou melhor, salvo pela irmã! Minha mãe desviou sua atenção e foi com eles para almoçar, mas quando subia as escadas, Emmett se virou para mim com o rosto brilhando na fascinação mórbida, e me apontou com o dedo, enquanto modulava sem voz "Você se salvou!".
Troquei-me e desci para comer com eles. Não teve perguntas a respeito, exceto pelas zombas e indiretas do meu irmão.
Fiquei doze dias afastado. O negócio foi redondo e os investidores asiáticos ficaram satisfeitos. Voltei em uma sexta-feira no meio manhã. Almocei com Esme no hotel do meu futuro cunhado, Jasper. Estivemos bebendo uns drinques a noite, até a hora de ir para casa para me trocar e continuar desfrutando da noite. Tanya, uma amiga de Emmett havia me chamado para nos juntamos para "jantar". O sol estava escondido e o céu se estendia em vermelho e azul. A noite estava quente. Meu rosto queimava como resultado do álcool, mas estava "feliz", não bêbado. As ruas estavam repletas de pessoas que deixavam seus empregos e outros voltando da praia. Houve uma confusão feroz.
Liguei o ar condicionado não assar no carro, quando eu parei no semáforo vermelho. As meninas bonitas iam e vinham, todos com shorts e saias minúsculas, decotes insinuantes demarcando seus seios proeminentes. Que delicia! Olhei à minha esquerda e tinha um Mazda 3, preto. Isabella o dirigia. Olhava para a frente, muito concentrada, com o rosto triste, mordendo o lábio inferior. Seu rosto estava ligeiramente corado, provavelmente vinha da praia. Ela usava seu sensual cabelo castanho solto, com ondas que caíam sobre os ombros. Ainda que eu a olhasse insistentemente, não me dirigiu um segundo do seu tempo. A segui observando, agarrou os cabelos de um lado e imediatamente me vieram a mente lembranças suas rolando com meu pai. Deu a luz verde.
Eu apertei o acelerador, jogando-me para a faixa da esquerda para bloquear o seu caminho. Agora eu percebi que estava bêbado, porque caso contrário não teria feito essa cena ridícula. Tocou a buzina par ame avisar. Eu sorri e olhei no espelho retrovisor. Notei que abriu ligeiramente os lábios, quando ela reconheceu o carro. Voltou a tocar a buzina, mais forte e mais persistentemente.
Os carros estavam se movendo na velocidade máxima, porém eu fiquei a menos de 30 quilômetros por hora. Ela tentou ir para a direita, mas novamente a bloqueei. Ela insistiu na esquerda, mas fui em uma e outra vez ficando no seu caminho. Se ouviam as buzinas desesperadas, mas eu não me importava. Ela rugiu seu pequeno carro e eu ri mais ainda. Fingi que ia acelerar, mas eu me afastei. Ela não conseguiu fazer o mesmo e bateu, sutilmente, contra o meu Lamborghini.
Eu tenho em seus nervos meio a meio. Sem se importar com o trânsito desceu do seu carro vermelha de raiva. Ela usava um vestido prateado sexy, curto, duas mãos acima do joelho e salto alto para combinar. Pela lateral do espelho eu vi como se aproximava do meu carro. Esbocei um sorriso de triunfo. Havia conseguido irritá-la! Ela veio até mim e bateu na janela. Não abri. Insistiu com mais força até dar tapas no vidro com potencia controlada. Arqueei uma sobrancelha, eu não conseguia parar de rir, até que eu concordei em enfrentar em uma débil raiva.
— O que aconteceu com você seu idiota? – gritou furiosa, quando decidi descer o vidro da janela. Segui zombando.
— Nada – respondi, fazendo-me de desentendido.
— Por que ta me bloqueando? Estúpido! Me fez bater...
— Eu sei – torci um sorriso de zomba.
— E responde assim como se nada tivesse acontecido? – o volume da sua voz ia aumentando. Apesar do ruído do ambiente a escutava muito bem. Estava faiscando de ira. Ficava muito mais bonita irritada – Não pensa em sair? – continuou.
Neguei com a cabeça. Inclinou-se rapidamente pela janela, deixando meio corpo dentro do meu carro, e seus peitos muito perto do meu rosto. Fiquei sem ar, ela cheirava muito bem.
— O que esta fazendo? – a repreendi, enquanto desde as pistas laterais se escutava elogios para as pernas e bunda de Isabella.
— Isso! – mostrou as chaves do meu carro, as tirou em menos de um piscar de olhos. Meus reflexos foram lerdos pelo álcool não acreditei que fosse capaz de algo assim. Tratei de detê-la, segurando seu braço com força, mas ela se safou com firmeza.
— Bêbado! – sussurrou com um sorriso de satisfação.
Se foi caminhando sensualmente com minhas chaves. Abri a porta e sai atrás dela.
Esse Edward está pirando por ela... alguém percebeu? HAHA e agora o que ela vai fazer com as chaves?
Vou postar o próximo na Segunda.
Obrigada pela paciência de esperar os capítulos. E espero que tenham gostado.
Comentem por favor.
Beijos
