Notas da Autora
Ash fica aterrorizado, quando descobre que...
Rapidamente, ele...
De manhã, Yukiko se surpreende quando...
Capítulo 4 - O início da jornada de Yukiko
Há dezenas de quilômetros dali, Ash processava o fato de que um Pellipper, sem ser selvagem, pois, não o atacou, estava atrás dele e o mesmo, derruba uma carta na frente do mestre Pokémon ocidental, para depois partir velozmente, desaparecendo na noite.
Ele pega a carta e abre, ficando apavorado quando lê o conteúdo:
"Meu querido e amado Ash.
Eu compreendo que você está confuso e dominado pela bastarda da vaca da Serena. Não o culpo, meu amor. Eu compreendo. E por compreender, farei de tudo para despertá-lo e acredito que a única forma é eliminar essa vaca e os filhos bastardos dela, desse mundo.
Não se preocupe meu amor, pois, apesar de demorar, ficaremos juntos. Eu prometo. Por enquanto tenho que resolver alguns assuntos e por isso, eu não poderei me dedicar a libertá-lo. Peço desculpas por isso.
Mas, quando puder, ficaremos juntos para sempre. Eu prometo. Nada e nem ninguém vai nos separar.
Com todo o meu amor.
Misty."
O sangue de Ash gelou nas veias, enquanto que Pikachu estava apavorado, pois, isso só significava uma coisa. Ela fugiu da prisão psiquiátrica.
Rapidamente, ele encontra o telefone da instituição onde ela estava, quando forçou a memória para se lembrar do nome e rapidamente, ao discar para o local, se identifica e pergunta sobre Misty, ficando alarmado ao saber que ela fugiu, junto com alguns outros pacientes.
"Eu preciso avisar a minha amada e filhos. Eles correm perigo!"
Alarmado, Ash liga para todos e avisa do ocorrido, com Serena ficando apavorada, enquanto falava:
- Yukiko-chan vai partir em uma jornada, amanhã. É melhor deixa-la em segurança, aqui em casa. Vou deixar todos os meus pokémons fora das pokébolas.
- Eu vou deixar alguns meus com você. Quanto a Yukiko-chan, como ela estará em uma jornada, ela sempre estará em movimento. Será mais difícil para Misty encurralar ela. Só vamos avisá-la da louca da Misty, para ela ficar atenta.
- Mas... não é melhor ficar aqui? Vou ficar preocupada com ela.
- Ela sempre estará em movimento e fez o curso obrigatório de defesa pessoal. Além disso, sabemos o quanto ela é forte e resistente, além de ágil, em decorrência de suas habilidades sobre-humanas.
- Isso é verdade, mas... Precisamos avisar os nossos outros filhos. Eles correm perigo.
- O local onde eles se encontram, possui proteção. Eu já os avisei e eles irão avisar aos seguranças. Você é que corre mais perigo de todos. A menos que esteja se apresentando, pois, há seguranças nos eventos que você participa.
- Isso é verdade.
- Temos somente que ficar alertas e ordenar os nossos pokémons para ataca-la com a intenção de matar. Como ela é fugitiva, temos esse direito, se a vermos, caso ameace a nossa vida.
- Concordo. Vou falar isso para eles.
- Eu voltarei na parte da manhã para casa. Vou até a delegacia, que está cuidado da investigação sobre a fuga, para ver se eles têm mais informações.
- Tome cuidado, Ash.
- Vou tomar. Cuide-se. Deixe todos os pokémons fora das pokébolas.
- Sim. Vou deixar.
- Vou pedir para o professor Carvalho, enviar alguns meus, para deixar com você.
- Cuide-se, meu amor.
- Você também, meu amor.
Nisso, eles desligam, enquanto Ash olhava para a direção que o Pellipper veio, pensativo, para depois, usar o rider para chamar um charizar.
O charizard dele estava junto da companheira dele na reserva e somente o chamava se precisava usá-lo em batalhas. Por isso, se locomovia com o sistema de rider.
No dia seguinte, Yukiko, ainda estava dormindo, quando um Eeve aparece na janela e desperta Yukiko, Honoo e Tsukiko, que ainda estavam dormindo.
O Eeve salta para fora e Yukiko observa o eeve pulando graciosamente pelas telhas, depois pela calha e em seguida para um galho de árvore, até descer e pular no ombro de Allan, que fala, sorrindo:
- Bom dia. Vim busca-la para irmos juntos.
- Eu dormi demais! – ela exclama ao ver que horas eram.
- Por isso eu preferi passar aqui. Vamos juntos.
- Sim. Eu já estou indo!
- Relaxa. Não é tão tarde assim. Temos tempo.
Mas, a jovem não ouve e Allan sorria ao ouvir o som de gavetas sendo abertas e fechadas abruptamente, enquanto que Serena abria a porta e falava, com o seu típico sorriso:
- Bom dia, Allan. Quer entrar?
- Claro. Muito obrigado. Com licença.
Ele fala, enquanto cruzava a soleira, sendo que havia uma mesa farta com café da manhã e ela o convida para sentar, com o mesmo sentando, até que após alguns minutos, Yukiko surge afobada pelas escadas, com o jovem falando com o seu típico sorriso no rosto:
- Venha comer. Temos tempo.
- Tá.
Ela sorri, enquanto se sentava ao lado dele, sendo que Serena havia colocado ração Pokémon para ambos os eeves e Litllen, que comiam animadamente, sendo que eles notam que os eeves de Allan e de Yukiko, adoravam ficar juntinhos.
- Comida maravilhosa como sempre, senhora Kechum. – Allan fala com um sorriso, enquanto se servia de uma panqueca com cobertura de chocolate.
- Muito obrigada, Allan.
- Sabe, Yukiko-chan, eu achei incrível o fato da sua eeve, Tsukiko, ser uma shiny. Você teve muita sorte.
- Muito obrigada.
Então, eles conversam alguns assuntos, sendo que Yukiko ainda estava ansiosa, para depois se despedirem de Serena, que sorria, sendo que beija maternalmente a testa da afilhada, para depois se despedir.
No caminho, eles conversam animadamente, até que chegam ao laboratório de Minako, sendo que há outros treinadores, ávidos para pegarem o seu Pokémon inicial.
Um deles se aproxima de Yukiko e fala, enquanto esperava as portas serem abertas:
- É Yukiko Tsukishiro, a afilhada de Ash e Serena Kechum?
- Sim. Quem é você? – ela pergunta curiosa.
- Por que daria o meu nome, a aquela que será perdedora? Eu vou derrota-la em uma batalha Pokémon e preferencialmente, na frente de todas as pessoas. – ele fala agressivamente.
- Não sei o motivo de sentir raiva de mim. Mas, não vou perder. – ela fala seriamente – Ainda mais para alguém como você.
- É o que veremos.
- É melhor ir para o seu canto, desgraçado. Yukiko pode não querer humilha-lo apesar de tudo o que disse. A conheço desde que ela é criança. Mas, eu farei questão de humilha-lo, na frente de todos. – Allan fica na frente de Yukiko, olhando para o outro, com os olhos estreitados – Você verá.
- Pelo que ouvi na cidade, é um Carvalho. Mesmo essa garota sendo apenas afilhada de Ash, é estranho o filho de Gary Carvalho ser protetor com uma afilhada de Ash Kechum.
- Nossos pais são amigos, agora e isso não é da sua conta. Agora, caia fora.
O jovem ia fazer algo, quando Minako surge, sendo que nenhum deles percebeu e a mesma pergunta com um sorriso aterrorizante, que não chegava as orelhas:
- Aconteceu algo?
- Nada. – o jovem fala aterrorizado com o sorriso que ela dedicou a ele.
- Que bom! – ela exclama, sorrindo – Vamos entrar. Todos os outros já entraram e pegaram os seus pokémons.
Quando ela se afasta, o jovem começa a respirar, aliviado, ainda secando o suor de seu rosto, com Yukiko e Allan entrando, sendo que o garoto comenta em pensamento, enquanto seguia o casal:
"Ela pode ser assustadora, quando deseja. Eu me esqueci disso."
Dentro da construção, eles passam por um corredor, conduzidos por Minako, até que entram na porta ao fundo do corredor, se deparando com o laboratório dela, com os auxiliares dela pesquisando dados e pokémons.
Ela se aproxima de um compartimento enorme, colocando o seu polegar no sensor, para depois surgir um dispositivo para fazer a leitura ocular, com a cúpula do disposto se abrindo, revelando lugares onde outrora eram ocupados por pokébolas e que estavam vazios. Havia sobrado três pokébolas, sendo que no lugar onde elas estavam acomodadas, configurava o nome dos três.
Ela pega as pokébolas e dá para cada um deles, que soltam os seus pokémons. O de Yukiko era um charmander, sendo que ele salta no colo dela, com ela o abraçando. O Squirtle de Allan fez a mesma coisa, sendo que o Bulbasauro do jovem, apenas sentou ao lado do treinador, que tocou o bulbo em cima dele, o afagando.
- Após a quarta insígnia de vocês, eu irei chama-los para uma batalha. Aquele que me derrotar, terá acesso a pedra de cada um deles, para ter acesso a mega evolução. Eu preciso ter certeza dos seus níveis de poder, antes de entregar a mega pedra respectiva para o seu inicial.
Eles consentem e depois, ela entrega a pokédex e as pokébolas, sendo que dentre as pokébolas, cada um deles recebeu uma super pokébola e juntamente com a escolha do inicial, eles haviam escolhido a cor das suas pokébolas comuns. As de Yukiko eram na cor azul, do Allan e de John, eram verdes. Todas as pokébolas eram cadastradas na identificação do treinador e quando fossem comprar pokébolas nas lojas, elas seriam registradas pela pokédex.
A pokédex começou a flutuar e Rotom, que estava na mesma, boceja e se apresenta. No caso, cada uma das pokédex deles, cumprimenta o seu treinador e passa a flutuar ao lado dele.
- Você se chamará Moshi. O que acha? – Yukiko pergunta, sorrindo.
- Moshi?
- Sim. O que achou? Ou quer escolher algum nome?
Rotom murmura várias vezes, até que sorri e fala:
- Adorei.
- Que bom!
- Yamakawa está bom para você ou quer escolher outro? – Allan pergunta, sorrindo.
- Gostei de Yamakawa.
Eles olham para o jovem de instantes antes, que fala, dando de ombro:
- Não vou dar nome a pokédex. O nome é Roton.
Yukiko e Allan dão os ombros.
- Coincidentemente, os três iniciais são fêmeas.
- O que acha de Kibaryuu-chan? – Yukiko pergunta para a charmander nos seus braços.
O Pokémon sorri, concordando.
- O que acha de Mizuko-chan? – Allan pergunta a sua squirtle.
A Pokémon tartaruga concorda, enquanto sorria.
O casal olha para o outro jovem, sendo que leram no local que portava a pokebola o nome dele, que era John.
- Hana. – ele fala, simplesmente, dando as costas para eles, com o seu Pokémon o seguindo, animada, pois, havia adorado o nome.
Minako fala, suspirando:
- Ele se tornou um caso complicado, por assim dizer, após descobrir algo.
- Então, o conhece?
- Sim. Acredite, ele não era assim. – a professora pokémon fala em um suspiro.
Então, o casal se despede e do lado de fora, Allan fala:
- Vou mostra-la aos meus pais.
- Eu vou mostrar a minha madrinha.
Então, eles se despedem, enquanto se dirigiam as suas casas.
Após alguns minutos, com charmander andando ao seu lado, sendo que ela conversava com Rotom, Yukiko chega na sua casa e ao entrar, fica surpresa ao ver que o seu padrinho havia chegado e exclama, animada:
- Padrinho!
Ela o abraça, para depois apresentar a sua charmander, Kibaryuu, sendo que conversam, um pouco, para em seguida ela partir de casa, abraçando os seus padrinhos, com ambos tendo avisado sobre Misty, com a afilhada deles prometendo tomar cuidado.
Como a pokébola em que Honoo estava se encontrava registrada no nome do pai de Yukiko, sendo que os pais dela foram considerados como desaparecidos, para o dispositivo da pokédex, só havia dois pokémons com ela e não três.
Após se despedir, ela se dirige para a rota da próxima cidade, após consultar Eichiteki, que a avisa que teria uma selva, por onde eles passariam. A jovem somente falava com os seus pokémons se estivesse sozinha, sendo que a Kibaryuu ficou surpresa quando as outras falaram que ela podia entender o que eles falavam. Por isso, estavam fora das pokébolas. Como elas estavam sozinhas em uma floresta, podia conversar com elas. Quando estivesse próximo de outros humanos e frente a outros treinadores, elas ficariam nas pokébolas, para que os seus oponentes não soubessem quais pokémons ela tinha.
Além da força, resistência e velocidade, ela tinha um olfato e audição apurados, acima dos padrões humanos.
Então, um som chama a atenção delas, que olham para cima e avistam um Fearow sobrevoando o céu, sendo que algo cai dele.
Notas finais:
Yo!
Quero agradecer ao comentário de: Guest.
