Capítulo 3 – My Hero (Meu Herói)
(/NA: Foo Fighters)
Marie P.O.V.
Vampiros... Não acredito. Isso não podia estar acontecendo.
Nem vi o caminho que fiz até a casa. Quando dei por mim já estava na garagem da casa. Abri a porta para as meninas saírem e entrei correndo dentro de casa. As meninas subiram para seus quartos e fui procurar Anabelle. Fui até o quarto dela e bati duas vezes.
- O que foi? – ela me perguntou com uma voz cansada.
- O TJ está ai? – perguntei para ela. Ela abriu a porta do quarto e me encarou.
- Ele está no banho. Por quê?
- Vamos até o sótão. – peguei na mão dela e subi as escadas em direção ao sótão.
- Mais um demônio? – ela me perguntou assim que chegamos ao sótão. – Me diga que não.
- Infelizmente sim, Ane. – respondi tristemente. – Você nem adivinha o que é... – ela fez um aceno para que eu continuasse. – Vampiros.
- Vampiros? – Anabelle falou. – Faz tempo que não enfrentamos esses... – ela foi em direção ao Livro das Sombras. Ele estava na nossa família desde Melinda Winchester. Todos os feitiços, ensinamentos, todas as gerações das Winchester estavam ali. – Vamos precisar enfeitiçar alguns athames... – ela disse enquanto lia. – São quantos? – ela me perguntou enquanto ia até o baú para pegar os athames.
- Um clã inteiro... Mais de dez vampiros. – ela me olhou assustada. – É a família da Nessie.
- Como assim? – ela parou para pensar um pouco. – Nessie não é uma vampira.
- Mas os pais dela são. – disse.
- Vamos precisar de muitas armas. – ela disse pegando lâminas em formato de estrela, minhas preferidas. – Pegue o livro, Marie.
Fui em direção ao livro e assim que cheguei perto dele ele se abriu e começou a virar as páginas. Não sei como ele fazia isso ou o porquê, mas sempre que ele o fazia, tinha algo a nos mostrar.
- Ele está virando sozinho de novo? – Anabelle perguntou.
- Sim. – respondi. – O que será que ele quer nos dizer agora?
De repente ele parou em um capítulo, eu nunca tinha o visto ali antes.
- "O Frio de Coração Quente". – Anabelle leu. – Nunca vi esse capítulo antes. – ela parou por um momento. – Foi a Prudence que escreveu.
- Prue? Mas ela aprendeu a escrever há pouco tempo. – por que a Prue escreveria algo?
- Não a minha filha... – ela disse incrédula. – A filha da Melinda, a segunda da linhagem Winchester.
- O que diz o capítulo? – perguntei para ela, tentando disfarçar minha gafe.
"O Frio de Coração Quente"
Após a morte de minha mãe Melinda Winchester, eu fiquei aos cuidados de um dos frios, umas das criaturas as quais tínhamos que caçar e exterminar.
Contudo, descobrimos que nem todos possuíam o coração frio. Achamos um de coração quente, Carlisle Cullen, e graças a sua bondade e compaixão, a linhagem Winchester não morreu queimada na fogueira com sua fundadora.
Carlisle me criou até eu completar 20 anos. Porém tive a necessidade de tirá-lo do perigo. Nós Winchesters sempre éramos perseguidos por criaturas das trevas e eu nunca me perdoaria se algo de ruim acontecesse com ele.
Parti para o Brasil, onde tive um lindo bebê loiro com olhos cor de mel, que incrivelmente se parecia com meu amado pai de criação, o chamei de Carlisle para que esse nome nunca se perdesse na linhagem Winchester.
Minhas futuras descendentes, algumas de vocês o reencontrarão, eu vi isso. Peça-o que me perdoe e diga que eu o AMO MAIS QUE TUDO, como uma filha ama um pai e que parti para nada de ruim o atingir e para que ele não me visse morrer, pois nós bruxas ainda somos mortais.
Um recado a vocês: Eu sei que vampiros devem ser exterminados, mas esse é diferente. Ele não mata humanos, ao invés disso, os protege dos que verdadeiramente precisam ser aniquilados.
Ele merece nosso respeito e amor. Proteja-o SEMPRE.
A você Carlisle,
A quem devo minha vida!
Prudence Winchester
- É ele... – sussurrei. – Eu o conheci, Ane. Conheci o Carlisle. – falei rapidamente.
- Eu conheço essa história. A vovó sempre nos contava... – eu não me lembrava disso. – Talvez você não se lembre, você era pequena. A vovó sempre amou essa história, ela achava incrível um vampiro que não mata pessoas. Foi por isso que ela colocou o nome do papai de Carlisle. – ela olhou novamente para o livro e riu. – A vovó também o achava muito bonito.
Percebi que havia um desenho do rosto de um homem: loiro, pálido, com olhos dourados e absurdamente lindo. Era ele! Abaixo do desenho estava escrito.
"Dei o meu máximo, mas o desenho não condiz com sua beleza.
AMO VOCÊ, PAI!"
- Tem certeza que é ele? – Anabelle me perguntou.
- Sim. – Anabelle se afastou de mim e foi em direção as armas. – O que você está fazendo?
- Enfeitiçando as armas. – ela respondeu. – O que mais parece?
- Mas a Prudence nos mandou proteger eles...
- A Prudence nos mandou proteger ele. – ela deu ênfase no ele. – Não sabemos se os outros têm a mesma natureza deles. Nós vamos até a casa e conversaremos civilizadamente. Nada de atirar primeiro e perguntar depois. Entendeu-me? – ela perguntou me olhando.
- Você sabe que nosso lema é: "Atirar primeiro e perguntar depois". – disse rindo.
- Eu sei que é... – ela falou também rindo. – Vamos mudá-lo só hoje, está bem?
- Está bem. – concordei com ela.
Pegamos todas as nossas coisas e descemos as escadas. TJ estava saindo do quarto de Prue.
- As meninas apagaram. – ele viu que estávamos armadas. – Demônios? – ele perguntou. Taylor não gostava que Anabelle continuasse caçando, mas estava em nosso sangue, não podíamos evitar.
- Nós temos que ir... – ela parou por um segundo. – Carlisle Cullen. Esse nome é familiar para você? – ela perguntou para o TJ.
- Claro. É o médico cirurgião do hospital. – ele respondeu. – Por quê?
- Você sabia que ele era médico? – Anabelle me perguntou com os olhos arregalados.
- Não... – como é possível? – Ele é masoquista ou algo do tipo? – só pode ser.
- Do que vocês estão falando? – TJ perguntou, já tinha me esquecido de que ele estava aqui. Anabelle o olhou.
- Ele é nosso demônio da vez, TJ. – ela disse simplesmente.
- Como assim? – ele olhou confuso para nós duas. – Deve haver algum engano. Ele é um ótimo médico, nunca perdeu um paciente sequer.
- Ele é um vampiro, TJ. – disse para meu cunhado.
- É impossível... – TJ olhou para mim e para minha irmã, ele também encarou as armas por um tempo. – Vocês vão matá-lo? – perguntou tristemente.
- Não é nossa intenção... – falou. – Mas o faremos se for necessário. – finalizou Anabelle. Ela me entregou as armas que estavam com ela, e foi em direção ao marido.
- Tome cuidado... – ele sussurrou enquanto a abraçava. Anabelle virou-se e o beijou ternamente. Por que eles têm que fazer isso na minha frente?
Eu nunca me senti mal por ver os dois assim, mas dessa vez foi diferente. Eu queria ter alguém para me despedir quando estivesse saindo para uma caçada. Eu queria que esse alguém fosse... Para com isso Marie! Para de pensar nele! Olhei para eles que continuavam se beijando.
- Com licença... – gritei para eles. Os dois se separaram rindo.
- Tome cuidado, fique perto das meninas... – Anabelle começou o mesmo sermão de sempre. – Piper e Prue têm poderes suficientes para distrair os demônios e dar tempo para vocês fugirem...
- Sam... Está tudo bem. As meninas e eu ficaremos bem. – TJ falou, ele adora chamar a Anabelle de Sam.
- Eu te amo! – Anabelle declarou.
- Também te amo! – TJ respondeu.
- Eu também amo vocês... – eu declarei. Os dois me encararam. – Desculpe-me, eu só queria dizer... Ah, vocês me entenderam. – nem eu mesma entendi.
- Que seja... – Anabelle disse para mim. - Tome cuidado. – ela deu um rápido beijo no marido e saiu. – Vamos, Marie.
- Tudo bem. Cuidado você também, Marie. – TJ me alertou.
- Pode deixar. – segui Anabelle até a garagem, entramos no Denali e rapidamente saímos da nossa casa. - Qual é o plano?
- Chegaremos para conversar. Nada de ataques precipitados como sempre. Se eles todos forem como Carlisle, os deixaremos em paz, se não... – ela não precisava falar, sabia exatamente o que aconteceria.
Expliquei o caminho para ela e rapidamente já conseguíamos avistar a mansão Cullen. Saímos do carro com poucas coisas. Cada uma carregava sete lâminas de estrela e um athame. Todos eram resistentes o suficiente para acabar com um vampiro. Andamos até a entrada da casa. A porta foi aberta e pude ver que quem a fez foi Esme.
- Por favor, entrem. – ela disse amavelmente. Por que ela tinha que ser assim, eu nunca iria conseguir atacá-la, espero que não seja preciso.
Seguimos Esme até a sala de jantar. Estavam todos reunidos lá. Havia alguns que eu não conhecia. Também notei que Bella e Nessie não estavam ali.
- Podemos conversar? – Anabelle perguntou.
- É para isso que estamos aqui, certo? – disse um loiro alto e muito bonito, eu não o conhecia.
- Sou Anabelle Winchester, essa é minha irmã Marie Winchester. – ela nos apresentou.
- Sou Carlisle Cullen, essa é minha família: Esme, Edward, Rosalie, Emmett, Jasper e Alice. – esses eram os dois que eu não conhecia. – E esses são amigos da família: Jacob, Leah e Seth. – Ah não ele está aqui.
- Parece que ambas as nossas famílias são especiais. – Anabelle começou a falar após olhar todos na sala. – Mas será que isso é bom?
- Acredito que sim. – Carlisle respondeu. – A bruxa, Melinda Winchester é sua ancestral, certo? – ele foi direto ao ponto.
- Certo. – ela parou por um momento. – Achei que essa era uma conversa civilizada, Dr. Cullen... – do que ela está falando?
- Mas essa é uma conversa civilizada. – Carlisle respondeu.
- Então peça para quem quer que seja – ela encarou todos os rostos da sala. – Para parar de tentar entrar na minha mente. – então era isso. Anabelle sempre foi muito sensitiva, ela de algum modo sabe quando alguém usa o poder nela.
- Me desculpe, mas é involuntário. – Edward se defendeu.
- Que seja... – Anabelle falou rispidamente. – Mas de mim, você não lerá nada. – ela me encarou. Rapidamente cancelei os poderes de todos na sala, deixando somente os meus e os de Anabelle, antes que a coisa ficasse feia.
- Você pode cancelar poderes, certo? – Edward me perguntou.
- Parece que eu também sou uma sanguessuga. – respondi com um tom meio desafiador. Todos na sala deram leves risadas.
- Pelo menos ela não fede. – Leah, a garota que estava ao lado de Seth, disse.
- Leah, fique quieta. – Seth pediu para a garota.
- Mas é verdade irmãozinho. Você se deu bem. – ela sorriu abertamente para ele. Quer dizer que eles eram irmãos. O que ela quis dizer com se deu bem?
- Dr. Cullen... – Anabelle voltou a falar. – Sei como você se comporta, sei que é diferente dos outros vampiros. Mas e quanto aos outros?
- Nunca atacamos nenhum humano. – Carlisle disse, escutei Jasper dando uma tossida falsa. Algo me diz que nem sempre ele foi assim. – E os lobisomens estão aqui para confirmar isso... – ele disse indicando Jacob, Seth e Leah. Lobisomens? Não pode ser!
Foi tudo muito rápido. Pude sentir Anabelle pegando duas estrelas e jogando em direção de Jacob e Leah. Jacob abraçou Leah para desviar das estrelas, e os dois atravessaram a janela que estava atrás deles.
Anabelle começou a correr em direção de Seth, e eu corri para defendê-lo, se ela o atingisse ele não sobreviveria. Joguei-me na frente dele e gritei para minha irmã.
- PARE! – mas ela não parou. Senti os braços de Seth me envolvendo, e nos girando.
O athame entrou nas costas de Seth e ele urrou de dor. Jasper correu em direção de Anabelle e a abraçou por trás, travando-a em seus braços.
- Pare com isso! – ele pediu. – Eu não quero te machucar.
- Me solte! – Anabelle gritou.
- Controle-se... – ele não pode terminar de falar, pois Anabelle o arremessou. Ela o fez com tanta força que ele atravessou uma parede e caiu em cima do grande piano, quebrando-o. Alice, Emmett e Edward voaram em cima de Anabelle, mas ela também os arremessou, e os congelou quando ainda estavam no ar. Rosalie deu um passo na direção de Anabelle.
- Nem pense nisso… - Anabelle disse em um tom desafiador. Rosalie deu dois passos para trás. – Marie Jean Winchester! O que você pensa que está fazendo? – ela gritou comigo.
- Olhe o que você fez! – eu olhei para o Seth. Ele estava desacordado e o athame cravado em suas costas. – Você o machucou! – gritei para ela, eu cancelei os poderes dela e todos que estavam congelados voltaram ao normal.
- Eles são crianças-da-lua. Você não sabe o que eles fizeram com a mamãe. – ela me disse.
- Do que você está falando? – eu a perguntei.
- Pois eu te direi – ela falou pausadamente - Eles mataram a mamãe... Na minha frente. Você não sabe o que é ter poderes, mas não conseguir usá-los quando sente medo. – ela começou a chorar. – A mamãe era humana, mas mesmo assim deu a vida para me proteger das crianças-da-lua. Se o papai não tivesse chego, eu teria morrido também.
- Foi por isso que você nunca me contou como a mamãe morreu? – eu também chorava.
- Você não precisava carregar o mesmo ódio que eu carrego por esses cachorros. – ela finalizou.
- Eles não são crianças-da-lua. – Carlisle disse.
- Vocês não sabem do que estão falando. – Anabelle disse, passando a mão no rosto, secando as lágrimas que não paravam de correr.
- Carlisle está certo. – Jacob disse enquanto entrava na casa novamente junto com Leah.
- Então o que vocês são? – Anabelle perguntou nervosa.
- Somos transmorfos... – Leah respondeu.
- Que assume forma de lobo?
- Certo. – Jacob confirmou.
Anabelle me olhou e depois olhou para o Seth.
- Isso não explica o porquê de você ter entrado na frente dele. Por que você fez isso?
- Eu não sei... – eu olhei para minha irmã e disse com uma voz baixa. – Mas eu não posso perdê-lo. – Leah foi em direção ao irmão. Ela se abaixou e tirou o athame das costas dele.
- Por que ele não está curando? – Leah perguntou se virando para Jacob.
- Esse athame foi feito para matar vampiros... – Anabelle respondeu. – Ele deve fazer o mesmo com transmorfos. Não há como salvá-lo. – ela disse em um sussurro.
- Tem que ter um jeito! – Leah gritou.
- Por favor, Ane... – eu implorei. – Ele é o meu TJ.
Anabelle me entendeu. Ela faria qualquer coisa pelo Taylor, por que os dois se amavam. E eu descobri que também amava o Seth.
- Não depende só de mim, Marie. – ela me disse. – Se nossos ancestrais não permiterem, ele não voltará.
- Eles irão. – eu disse chorando. – Eles têm que salvá-lo.
- Me de sua mão. – eu segurei forte a mão da minha irmã e a outra coloquei no rosto do Seth, Anabelle fez a mesma coisa. Então ela começou a recitar um feitiço –
"Melinda, Prudence, Penélope, Jean,
Patrícia, Carlisle, Samantha, Michelle, Maureen
Ancestrais Winchester, ouçam nosso chamado
Que o veneno injetado seja consagrado
Que a letalidade dele seja revertida
Para que essa vida não seja perdida."
- Belo improviso. – comentei.
- Obrigado. – ela agradeceu sorrindo. – Espero que funcione.
Um brilho saiu de nossas mãos e entrou em Seth. Ele abriu os olhos, e observou sua volta. Anabelle se levantou e foi para o outro lado da sala, mas eu permaneci no mesmo lugar.
- Seth! – Leah o abraçou. – Eu fiquei com tanto medo. Você está bem? – ela o perguntou.
- Sim... O que aconteceu? – Seth falou.
- A bruxinha ali te salvou – Leah disse apontando para mim. – E a irmã dela também. – Seth ficou me olhando por um bom tempo. Todos pareceram perceber isso também.
- Bem... – Carlisle começou. – Por que não terminamos essa conversa na outra sala?
- Seria ótimo. – Anabelle concordou.
- Você quebrou meu piano de novo, Jazz. – Edward perguntou com um ar divertido.
- Pelo menos não foi você quem me empurrou dessa vez. – ele se defendeu.
Todos deixaram a sala, restando somente eu e Seth.
- Você está se sentindo melhor? – perguntei preocupada.
- Muito melhor. – ele respondeu sorrindo. Ele começou a se levantar e eu o ajudei. – Quer dar uma volta? Aqui perto mesmo...
- Eu adoraria. – aceitei prontamente.
Saímos da casa pela janela quebrada e começamos a andar pelo jardim dos Cullen.
- Tudo vai ficar bem, não vai? – perguntei enquanto parava perto de uma roseira.
- Sim... Eu tenho certeza. – Seth parou de ficou me olhando, ele tinha no rosto o sorriso mais lindo que eu já tinha visto.
- Que tal nos apresentar da maneira certa. – ele não entendeu bem o que eu queria dizer. Eu estendi minha mão na direção dele. – Sou Marie Jean Winchester, e sou bruxa.
- Sou Seth Clearwater – ele segurou minha mão. – Mas algumas pessoas também me chamam de "Doido do Parque" – ele disse rindo, e eu o acompanhei. – E sou um lobisomem. – nos soltamos nossas mãos.
- Agora sim... – não consegui continuar falando, pois Seth me beijou. Foi um beijo rápido, mas senti uma corrente elétrica passar pelo meu corpo. – Você não deveria ter feito isso. – eu o informei.
- Mas eu queria. – ele me disse com sinceridade. Eu o encarei por alguns segundos.
Não resistindo eu joguei meus braços em volta do pescoço dele e o beijei. Quando meus lábios tocaram os dele pude sentir como eles eram macios e quentes. Entreabri meus lábios para aprofundar o beijo, e ele fez o mesmo. O beijo foi suave e calmo, nós tínhamos todo o tempo do mundo.
Afastamos-nos após um tempo, podíamos ter todo o tempo do mundo, mas não tínhamos todo o ar.
- Eu também queria. – disse corando. Ele passou a mão pelo meu rosto.
- Não precisa se envergonhar. – ele disse rindo.
- Não é por causa do beijo. – disse para ele, ele me olhou como se fosse perguntar algo. – É pelo o que eu vou pedir agora...
- E o que seria? – ele perguntou.
- Me beija de novo?
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Respondendo reviews::::
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Valentyna Black: que bom que você gostou... calma... tudo vai ficar ok!! bjos!!
Violet Cullen 13: Seth muito fofo memso... Grande C... kkkkkkkkkk' adoooooro.. é só esperar pra ver... Esme?? ficou morrendo de ciumes.. mas ela sabe que o Grande C é só dela... tah ai mais um capítulo... bjos!!
Gabriela Cullen Br: oie Gabi (posso te chamar assim??)... que bom que você está gostando... tbm amo o Seth, tah ai mais um capitulo... bjos!!
Nessa Wolf: que bom que você gostou... Seth e Marie são uns fofo, né... tah ai mais um capitulo... bjos!!
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Essa fic é uma One-Shot (ganhadora de dois prêmios como melhor One-shot, só para eu me achar um pouco... kkkkkkkk')... ela terá só mais um epílogo... mas terá continuação que se chamará ...E SEMPRE ... logo irei postá-la, assim que eu fizer isso colocarei o link aqui para vocês também acompanharem...
BJOS!!
