Resumo: 37 anos de idade Harriel Potter está absolutamente frustrada e entediada com a sua vida. Voldemort e seus seguidores eram um incomodo, mas eles lhe ofereciam desafio, algo que a vida após a batalha final não fazia, portanto, ela decide que uma intervenção é necessária.

Classificação: T (Livre Para Adolescentes), 14-17

Pares: Haesel/Blaise, Haesel/Charlie, Haesel/Victor, Hermione/Victor, Fleur/Cedrico, Fleur/Bill

Advertências: Menções de Sexo, Pensamentos Sociopatas, Linguagem Inadequada Para Menores.

Tags: DarkButNotEvil!Harry, Fem!Harry, Poderosa!Harry, MOD!Harry, Jashin!Harry, SakuraReborn!Harry, CobraEmPeleDeLeão!Harry, Inteligente!Harry, LigeiramenteApáticaESociopata!Harry, LigeiramenteManipuladorMasNãoMal!Dumbledore (Divina, Mas Não Estilo Mary "Eu sou a Deusa do Universo e todo mundo vai se apaixonar por mim" Sue, eu gosto de um bom Harém Reverso, e vão haver vários pares, alguns podem durar, outros não, mas eu vou tentar fazer tudo o mais realista que eu puder considerando o Potterverse, Narutoverse e o meu enredo)

N/A: Para que fique claro, eu imagino essa Haesel como uma mistura de Spencer Reid (Com um pouco mais de habilidades sociais, mesmo que a maioria disso seja fingimento, e ela não seja realmente boa em fazer amizade fora de atuar), misturado com uma versão mais inteligente e astuta do Harry original, temperado com as suas experiências como Sakura, sem a adoração por Sasuke (Isso não vai acontecer!). Ela também tem um pouco de Sherlock da BBC, mas é uma característica menos proeminente. Ela será um pouco sociopata como ele, que é do 'lado dos anjos' apenas por conveniência e porque lhe oferecia mais diversão, bem como é capaz de deduzir informações sobre pessoas com pouca ou nenhuma ajuda além de um olhar. Ao contrário dele embora, ela não sai por aí jogando coisas insultantes sobre as pessoas e seu passado em seus rostos. Ela tem mais classe que isso e prefere limitar suas interações com as pessoas em geral, além daqueles em seu círculo íntimo. Todas as suas interações fora dele são temperadas por política, manipulação, atuação, etiqueta, ou em ocasiões mais raras, por puro vicioso temperamento.

Haesel Potter era uma bruxa muito aborrecida em toda sua glória nua de 37 anos de idade. Praticamente qualquer pessoa iria questionar suas reivindicações de insatisfação, afinal ela era jovem em seu auge de beleza, rica o suficiente para possuir e fornecer seu próprio país se desejasse, famosa ao ponto de que praticamente toda a sociedade bruxa a respeitava e temia graças à sua vitória contra Voldemort e a caça subsequente de seus seguidores nos anos após a guerra, ela era considerada a segunda vinda de Morgana Le Fay ao mundo, poderia ter qualquer parceiro romântico que ela desejasse com pouco ou nenhum esforço, e o público praticamente jogaria em seu colo qualquer emprego que ela quisesse se até o menor rumor de seu interesse surgisse.

No entanto estas eram pessoas comuns; e comum era algo que Haesel nunca foi e nem nunca será. Desde cedo era bastante claro que ela era diferente do seus pares, não por causa de sua magia, isso era apenas um dos muitos fatores. Haesel era um gênio. Um prodígio. Uma criança abençoada com inteligência superior que fazia o resto da humanidade parecerem chipanzés particularmente estúpidos. Ou pelo menos era isso que ela tinha concluído aos cinco anos de idade diante de outras crianças da sua idade correndo ao redor como esquilos em craque, com um nível de inteligência tão baixo que responder uma simples equação matemática básica, falar, ler ou escrever corretamente era uma tarefa quase impossível, especialmente para seu primo Dursley e sua turma de desperdício de oxigênio.

Haesel tinha aprendido a ler quando tinha dois anos depois de encontrar os livros didáticos que Dudley morreria antes de tocar, jogados ao redor do quarto de brinquedos do pequeno pirralho mimado. Claro ela não podia reclamar muito afinal por anos dezenas de livros que as pessoas insistiam em presentear o pequeno porco caíram em suas mãos dando-lhe, mais e mais conhecimento, e quando isso já não lhe entretinha ela passou para os livros mantidos no porão, coisas antigas, algumas tinham pertencido aos seus tios, alguns a sua mãe e outros aos seus avós.

Seu avô, um veterano da Segunda Guerra Mundial, era um fã de clássicos de Guerra, História e Política como Leon Tolstoi, Sun Tzu, Sócrates, Homero, Platão, Aristóteles, Maquiavel dentre outros. Já sua avó, era uma fã de clássicos da literatura de mistério e romance, portanto, Arthur, Conan Doyle, Shakespeare, Jane Austen, Victor Hugo e Alexandre Dumas, eram nomes comuns. Sua mãe compartilhava gostos com sua avó, mas com preferências para contos de fadas como Livros dos irmão Grimm, J. R. R. Tolkien, C. S. Lewis, Oscar Wilde, Stephen Hawking, havia até alguns Anne Rice e Bram Stoker ali.

Para a maioria das pessoas, levaria anos par ler e compreender cada uma dessas obras, Haesel no entanto era especial, ela poderia facilmente ler em uma velocidade incrível, no tempo e forma que um ser humano comum iria passar páginas sem ver nada além de textos sem sentido. Era algo que ela fazia questão de não mostrar em frente a seus parentes porque enquanto tia Petúnia não se importava que ela lesse desde que ela fizesse suas tarefas e apresentasse a mentira de 'família perfeita' para os vizinhos, fingindo ser sua boneca pessoal, o que incluía ir a aulas de piano, arte, dança, etiqueta, atuação e tudo que sua tia achava que uma dama educada da alta sociedade deveria fazer, acima de tudo a normalidade perfeita era necessário, e ter memória eidética que lhe permitia ler vinte mil palavras por segundo antes dos 10 anos de idade não era normal.

Então para os primeiros 11 anos da sua vida ela foi a pequena Lady perfeita da família Dursley, que Tia Petúnia adorava exibir para suas vizinhas, mantendo uma relação relativamente neutra com seus parentes, e a forma mais agradável emoção entre eles eram acordos feitos para beneficiar ambos os lados, como Haesel tutelar Dudley ou mesmo fazer suas tarefas por si para manter sua média de notas altas, em troca de livros e um pouco de liberdade dentro dos acordos os parâmetros que uma vida como a boneca viva de Petúnia Dursley permitia.

Houve é claro um ligeiro percalço quando sua admissão em Hogwarts veio, mas durante o mês que antecedeu seu primeiro ano na escola de magia, após um monte de descobertas, como o fato de que ela era famosa, e a única herdeira de uma Antiga e Nobre família bruxa bastante rica, Haesel fez questão de uar toda a sua fortuna recém descoberta, e novos contatos adquiridos no mundo bruxo na forma dos Goblins, para criar uma fachada de uma escola falsa para Crianças Dotadas, com uma ótima reputação e altos padrões, em seguida falsificar testes de admissão e cartas de aceitação para sua tia mostrar aos vizinhos e todo o problema estava resolvido, embora magia ainda era um tabu na casa Dursley.

Ela tinha, com alguma deliberação, até o final de seu primeiro ano chegado há várias conclusões sobre Hogwarts e o mundo mágico em geral.

Ela tinha 94% de certeza de que ela estaria terrivelmente entediada em Hogwarts sem assuntos de interesse adicionais além do currículo da escola em geral. O ensino era pobre e pouco eficaz em comparação com os mais altos padrões das escolas mundanas, a seleção de professores não era exatamente estelar, em especial o professor de Poções, que nunca deveria ter sido permitido perto de jovens mentes impressionáveis e em forma de crescimento, principalmente tutelando um assunto tão delicado quanto poções, e o professor de Defesa Contra as Artes das Trevas que era inútil com toda a gagueira e nervosismo fingido (Sério, ela conhecia garotas de 10 anos de suas aulas de atuação, que eram melhores em fingir do que Quirell, como é que todos esses imbecis não percebem o engano óbvio?).

A Literatura em geral era atrasada e enquanto ela adorava ler clássicos e as penas eram bastante divertidas fazendo-a se sentir como se tivesse apenas voltado ao tempo de grandes mentes como Jane Austen, mas alguma modernidade era sempre bem vinda, e enquanto alguns aspectos da vida medieval eram agradáveis, outros eram abomináveis. A Sociedade mágica não tinha crescido e evoluído em tudo nos últimos séculos. Assédio e Preconceitos ganhavam apenas pequenas repreensões verbais, no máximo a perda de alguns pontos insignificantes que tinham nenhum impacto na vida geral de uma pessoa. O Abuso de poder e Assédio Moral claro exercido por Snape era permitido pelo diretor e o máximo que os outros professores faziam era balançar a cabeça em repreensão e continuar seu dia sem se importar com as centenas de mentes que sua atitude estava prejudicando tanto social como profissionalmente. Ela tinha checado os registros e a decadência no número de jovens bruxos interessados em poções tinha diminuído drasticamente desde que o homem terrível tinha assumido o posto em Hogwarts.

A falta clara de preocupação com as vidas dos alunos era preocupante, o diretor, logo no primeiro dia anuncia que uma morte terrível e dolorosa estava sentada em um dos andares no centro da escola e praticamente incentiva as crianças a verificar referido perigo. Fica pior quando ela descobre que há um Cérberus maldito, como as lendas gregas do guardião do Submundo servo de Hades, separado de centenas de crianças apenas por uma simples porta de madeira com um feitiço que um primeiro, no máximo segundo ano estudante de magia poderia contrariar. Depois há o fato de que o zelador da escola tentar criar um dragão (Sim! Um dragão! Quem sabia que todos esses contos de fadas eram reais? Fadas, sereias, dragões, lobisomens, bruxas, unicórnios, Centauros... Era realmente surpreendente a existência de tais criaturas magníficas), então um professor (Logo McGonagall, a quem ela estava começando a achar que possuía pelo menos um pouco de senso comum básico) enviou três crianças de 11 anos de idade para uma floresta onde alunos eram proibidos, onde criaturas perigosas viviam, onde algo estava matando unicórnios, criaturas puras e extremamente fortes, com apenas um adulto, quem não possuía senso comum, ou capacidade de usar magia para defendê-los, e um cachorro que correria do perigo antes de qualquer um deles. E Mais tarde quando tentando explicar suas deduções sobre Quirell querer roubar a pedra filosofal (Realmente, quantas lendas tinham ganhado vida de repente? E será que Flamel poderia por favor levá-la como seu aprendiz e ensiná-la as maravilhas da Alquimia?) o descarte rápido de suas habilidades mentais a deixou bastante ofendida contra a bruxa irlandesa mais velha, por isso usando seu perfeito senso comum que essas pessoas loucas pareciam estar faltando, Haesel tinha ido para o terceiro andar a si mesma com sua fiel amiga Ravenclaw (Até agora uma das poucas pessoas com senso comum em todo que ela tinha conhecido desde ser introduzida a sociedade mágica) durante o dia, logo após alertar inutilmente McGonagall do roubo iminente, atravessado todas as proteções patéticas ao redor da pedra, conhecimento de ambas as garotas em Botânica e Herbologia as levou através do visgo do diabo, as chaves flutuantes foram apenas uma questão de dedução, embora capturá-la foi um processo ligeiramente mais trabalhoso no qual as habilidades de voo estelares de Haesel foram descobertas, o jogo de xadrez foi uma piada contra a campeã da liga Jr Nacional de Xadrez, quem jogava fielmente todos os fins de semana contra veteranos do xadrez, nos parques ao redor de Little Whimming. Os Trolls foram um pouco mais desafiador, (E Fedido! Eca!) mas um feitiço simples de levitação usado criativamente pelas duas resolveu o problema. Surpreendentemente a defesa mais divertida (Além do xadrez) veio do teste de Snape (Um enigma, poções misteriosas e chamas negras? Agora ela com certeza sabia que estava dentro de um clássico medieval de aventura e fantasia). O Espelho de Ojesed foi uma peça interessante de magia, algo que a deixou ansiando pelo conhecimento necessário para criar coisas tão incríveis quanto um espelho que refletia o desejo mais profundo de uma pessoa. A pedra filosofal caiu facilmente em suas mãos, afinal ela não estava realmente interessada em imortalidade (além das implicações científicas, biológicas e psicológicas que poderiam explodir sua mente com teorias) ou ouro (Ela era rica! Todos esses anos fingindo ser uma dama da sociedade eram realmente irônicos após essa descoberta), tanto quanto ela estava interessada no processo de criação da pedra em si, e o que o ramo da alquimia podia alcançar se algo como uma pedra filosofal tinha sido criada utilizando tal conhecimento (Sim, ela estava realmente salivando).

No final da noite, com a pedra perfeitamente salva dentro de seu baú excessivamente protegido (Realmente era estúpido não proteger o máximo possível seus pertences. Ela tinha mil e uma razões para ser paranoica, quase todas elas geradas por sua mente brilhante criando possíveis cenários de sabotagem após descobrir sua fama e Infâmia no mundo mágico, bem como riqueza, todas razões plausíveis para alguém sabotá-la, quem diria que todos aqueles romances de política e nobreza viriam a calhar afinal?) Haesel e Hermione dormiram pacificamente em suas camas para acordar no dia seguinte e virar o nariz para o pânico subjacente da população docente de Hogwarts e a falta obvia de Dumbledore e Quirell no salão. Ambas completamente alheias ao fato de que Voldemort tinha estado possuindo seu professor de Defesa.

Haesel então usou uma coruja comum dos celeiros da escola, sua própria coruja era bastante única e visível, e ela preferia o máximo de sigilo, para enviar uma carta aos Flamel pedindo para encontrá-los, ou um intermediador (com provas de que eram verídicos) durante o verão, fazendo alusões sutis sobre a pedra filosofal. Toda a carta é claro tinha sido redigida cuidadosamente para não incriminá-la de nada e ela tinha assinou como H. Evan, apenas no caso de interferência. Ela recebeu uma carta dois dias antes do final do ano escolar e imediatamente enviou um ponto de encontro numa sala protegida em Grigontes (Que poderia confirmar a identidade dos negociadores de ambos os lados) uma semana após o início das férias.

O Verão foi um caso agitado, suas cartas estavam sendo extraviadas o que a fez ter que procurar uma outra forma de comunicação que não iria pirar seus parentes. Seu encontro com Penerelle Flamel foi como o esperado, após ter ambas as identidades cuidadosamente checada, Haesel foi direto ao ponto narrando os acontecimentos que a levaram a estar em posse do que ela aprendeu era uma cópia da pedra filosofal original, deixada como um chamariz, mais visível, e plausivelmente protegida para enganar o melhor dos ladrões (Não se vive 600 anos sem adquirir algumas boas habilidades afinal) e depois de muita conversa e negociação ambas saíram do estabelecimento contentes, Penerelle tinha respostas para a localização da pedra que aparentemente Dumbledore tinha roubado numa tentativa tola de protegê-la das mãos de Voldemort (Como se ele, uma mera criança em comparação aos criadores e possuidores originais da pedra por seis séculos fosse fazer um trabalho melhor do que aqueles que protegeram a pedra por um longo tempo de milhares de mentes ambiciosas, Voldemort era, afinal, apenas o Lorde das Trevas atual. Um entre muitos.) e conseguido sua propriedade de volta, Haesel no entanto tinha ganhado a si mesma dois novos correspondentes e parcial tutores (Ela teve que resistir a fazer uma dança da vitória ridícula quando Penerelle concordou em passar-lhe algum conhecimento, apesar de que ela sabia que levaria tempo para que qualquer um dos Flamel confiasse nela com qualquer coisa remotamente perto de magia de alto nível, ela estava em êxtase interior. O conhecimento histórico sozinho que ambos tinham acumulado era o suficiente para fazê-la se sentir como o gato que comeu o canário e ganhou o creme por dias! Sua biblioteca deve ser divina!). Ela também tinha feito algumas perguntas necessárias à mulher mais velha, tirando dúvidas sobre o mundo mágico que livros não poderia cobrir, e ninguém tinha se visto apto a explicar.

Logo após essa reunião Haesel tomou uma viagem de Flu para O Distrito Mágico, uma vila comercial e urbana mágica nos arredores da Irlanda, que faziam parte da Grã-Betanha Mágica, um lugar conhecido principalmente por puro sangues, ou pessoas que viveram décadas no mundo mágico. Mundanos Nascidos e Meio Sangues só descobrem que o Beco Diagonal é apenas um de muitos Distritos, Vilas, Mercados e áreas comerciais mágicas disponíveis anos após Hogwarts, alguns nunca descobrem. Algo que ela achava um absurdo. Todo esse preconceito e fanatismo sem sentido a deixava furiosa e frustrada com o mundo mágico. Magia era Magia, o que sangue tinha haver com nada disso? É claro que há famílias que preservam sua magia por muito tempo e merecem reconhecimento por seus triunfos, mas ser obsecado por isso, ao ponto de matar lentamente a si mesmos com endogamia e estupidez? Ao ponto de permitir desprezar outros seres mágicos por coisas tão simples como sangue? Era nojento. E por toda sua genialidade Haesel não tinha ideia de como começar a mudar séculos de hábitos e tradições. Ela tinha conhecimento. Sabia que toda mudança começava como revoluções. Uma mente se une a outras com um propósito em comum de dizer já chega! Eu não aceito! Isso tem que mudar! Mas, como? Ela não tinha ideia de como ser um Líder. Ou como começar uma revolução. Ela não era particularmente carismática ou social. A maioria das pessoas parecia irremediavelmente estúpidas para ela, Hermione era sua única verdadeira amiga, e ambas as garotas não tinham realmente certeza de como proceder com relações sociais. O máximo de socialização que Haesel tinha era uma grande mentira deliberada, e Hermione só tinha seus pais, valentões da escola primária, seus livros e Haesel como exemplo. Nenhuma delas estaria se tornando um grande líder em breve.

Haesel fez questão de abastecer sua biblioteca em crescimento o suficiente para durar-lhe. Tanto mágica e não mágica. Ela não teria sobrevivido o primeiro ano em Hogwarts sem a biblioteca da escola. Os livros atribuídos tinham durado um total de quatro dias antes mesmo de chegar ao castelo mágico, antes que ela teve que encontrar novo material de leitura.

Aulas de verão para manter-se com seus estudos Mundano ocuparam bastante do seu tempo, desde que o máximo de magia que ela poderia usar eram poções e leitura. E ter seus A Levels só poderia ser um benefício afinal. Manter suas opções abertas era a coisa inteligente a fazer, algo que Hermione estava feliz em concordar e seguir seu exemplo.

Ela fez questão de encontrar Hermione em visitas pelos museus e Bibliotecas de Londres durante as férias bem como conversar através dos espelhos de comunicação que Penerelle tinha indicado-la para comprar ao ouvir sobre seus problemas com cartas, junto com uma espelho e agenda encantada para transmitir mensagens entre si, para que ela pudesse conversar e aprender com a mulher com a França e Inglaterra entre ambas. Sua principal comunicação era com Hermione e Penerelle com a ocasional adição de Nicholas, quem ela descobriu ser bastante alegre e brincalhão, em oposição à personalidade severa e inteligente de sua esposa.

Descobrir que um elfo doméstico estava roubando suas cartas no verão foi irritante, quase tanto como sua razão para roubá-las. Felizmente ela conseguiu convencê-lo a cessar os roubos e deixando claro, que mesmo que houvesse alguma trama sinistra em Hogwarts ela não iria se envolver ativamente em nada e que sua única preocupação era adquirir conhecimento nada mais. Ela seria cuidadosa é claro, e iria manter a mente aberta para qualquer coisa suspeita, mas fora isso ela não estava interessada em problemas, especialmente problemas perigosos (Sim, ela estava em negação. Na verdade ela manteve negando seu vício em mistérios, quebra cabeças, e aventuras complicadas até que o perigo foi embora com a morte de Voldemort e a falta de ação em sua vida começou a torná-la aborrecida. Mais tarde ela teorizou que Petúnia, Dumbledore e Voldemort tinham involuntariamente a viciaram em adrenalina com a obsessão com a chata normalidade constante, tentativas de assassinato e tentativas de manipulação e 'treinamento' inadvertido. Ela teve um bom riso quando isso cruzou sua mente).

Os primeiros meses em Hogwarts foram perfeitamente normais. Até o incidente no Halloween onde toda a normalidade desapareceu. É claro que o professor de Defesa era irritante, mas facilmente manipulado à distância ou evitado, toda a coisa com Herdeiro da Sonserina era interessante. Embora ficou insuportavelmente irritante depois que ela foi revelada como uma ofidioglota e imediatamente ela era a primeira suspeita de estar atacando os alunos. Ela teve que fisicamente se conter em várias ocasiões para não destruir verbalmente algum dos pequenos idiotas que ela estava cercada, em algumas outras, no caso de Draco Malfoy e Ronald Weasley tentativa de agressão e Homicídio eram uma possível realidade que ela teve que se conter constantemente, foi um ano que testou sua paciência ao máximo, especialmente quando ela não poderia ler sem algum idiota interromper, e todos os olhares e vigia constante estavam levando sua paranoia para níveis nucleares. Quando Hermione e Luna, suas duas melhores amigas (Luna sendo a recente adição ao seu grupo de desajustados) se tornaram uma das vítimas ela estava se sentindo literalmente assassina. Sua paciência estava em seus estágios finais, e se havia uma coisa que a definia era possessiva. Haesel era uma cadela possessiva de tudo que ela possuía, seus amigos faziam parte dessa lista, e posse era o mais forte sentimento que ela podia lembrar de sentir, tudo o resto era pálido, um fluxo constante de apatia. Claro, raiva assassina poderia ser adicionado a lista de emoções que ela possuía, mas era uma queima lenta em ebulição que levava tempo para se formar completamente. No entanto uma vez formada ela era uma cadela cruel e viciosa, como provado quando ela sem remorso empurrou Lockhart como isca na câmara dos segredos antes de descer a si mesma em busca de suas meninas. A pele de Cobra gigante foi uma água fria em sua cara que acalmou sua mente e emoções dando-lhe uma clareza de pensamentos que lhe permitiu pensar mais claramente. Ela tinha que admitir que Tom Riddle era uma vista bastante agradável, embora ela não podia apreciá-lo corretamente com seus hormônios recém descobertos, sob sua fúria interior, e cálculo frio, para salvar as únicas pessoas quem ela nunca se preocuparia em arriscar sua vida. Usando Lockhart como brinquedo de mastigação para a cobra rei, deixou Riddle chocado o suficiente com sua frieza para permitir-lhe agarrar sua ancora e jogar em uma caixa que era o ponto zero da magia. Algo que ela tinha comprado durante o verão e felizmente tinha vindo a calhar. Com a ligação entre o diário e as três meninas pré-adolescentes cortada e o basilisco ocupado aproveitando uma refeição cheia na forma de seu professor covarde, Haesel rapidamente levitou Gina, Luna e Hermione fora da câmara antes de selá-la a distância até que ela tivesse uma forma plausível de lidar com a cobra.

O que aconteceu cerca de três dias depois quando o conjunto de galos que ela encomendou por coruja chegou e ela desceu à câmara e de uma distância segura permitiu o canto dos animais derrotar o predador muito maior, mantendo-os cantando por bastante tempo no caso de haver mais surpresas Haesel procedeu à armazenar o corpo da serpente bem como qualquer pele descamada, afinal algo tão antigo e poderoso tinha que ter algum valor, e de acordo com as Leis era seu por direito de conquista.

Ao todo este foi o ano em que ela decidiu que a maioria da população do mundo mágico eram ovelhas facilmente manipuladas e influenciadas, portanto confiar neles, principalmente em sua opinião pública era estúpido e suicida, duas coisas que ela não era. O que ela era no entanto, era astuta e inteligente, por isso ela tinha começado a planejar. Planos para tudo. De longo à curto prazo, planos para todas as situações que ela poderia imaginar, o que era muitas. Ela tinha mesmo criado algumas identidades falsas em ambos os mundos caso ela precisasse desaparecer. França e Nova Zelândia eram lugares maravilhosos para se esconder, especialmente em sua comunidade mágica. Enquanto a comunidade do Japão era mais fechada, não a fazia menos ansiosa para conhecer melhor tudo sobre sua cultura, tanto mágica ou não. O Japão era, afinal um país cheio de cultura e conhecimento, algo que ela estava ansiosa para explorar assim que tivesse a chance (Aleluia – Ou melhor, Merry Meet, como era magicamente correto dizer- para habilidades mentais incríveis que lhe impedia aprender novas línguas fácilmente, e poções que ajudavam a assimilar o conhecimento mais rápido bem como diminuir suas dores de cabeça após sobrecarregar seu cérebro com informação).

Finalmente um novo verão veio ao redor, e Haesel fez um ótimo negócio com os Goblins aparentemente, enquanto carne de basilisco tinha nenhum valor para bruxos eram uma iguaria entre a raça guerreira, especialmente um tão antigo. Os olhos, a pele, e os venenos foram armazenados de forma segura para não apodrecer até que ela tivesse alguma utilidade real para eles e com muito mais dinheiro em sua conta, promessas de futuros negócios rentáveis e uma relação mais amigáveis com a raça de banqueiros, Haesel teve um ótimo começo de verão.

Vir a conhecer sobre Sirius Black atenuou ligeiramente sua emoção, algo que a levou a procurar mais registros e informações sobre o homem que aparentemente traiu sua família para a Voldemort, o que levantou sinos de alerta em sua mente ao descobrir que o homem não teve um julgamento.

Esse conhecimento foi o início de Haesel na política, começando com uma viagem ao Grigontes onde ela foi informada que como ultima herdeira de duas casas Nobres (Aparentemente ela era Herdeira de Sirius Black quem era o chefe da Casa Black, o que levantou ainda mais suspeita afinal porque nomear alguém que você iria trair à morte seu único herdeiro?) ela poderia arquivar um pedido de emancipação. O conhecimento de que ela tinha um Guardião mágico, foi novo, bem como o fato de que aparentemente o diretor de sua escola possuía o título. Foi bastante suspeito, peças e mais peças foram se encaixando em sua cabeça formando uma imagem que ela gostava nenhum pouco, especialmente depois de perceber que Dumbledore estava falhando em seus deveres como guardião. Ele nunca tinha lhe ensinado nada sobre suas obrigações como uma Herdeira de uma família Nobre ou mesmo mencionado sua herança em tudo, deixando-a na ignorância.

Ela teve que tomar tempo de seu verão para contratar um tutor que poderia ensiná-la cultura e política puro sangue, gestão de negócios e qualquer coisa que ela precisava saber para adquirir o título de Lady, e garantir sua emancipação.

Sua tutora veio na forma de Lady Ariadne Zabini. Uma puro sangue conhecida, de uma família neutra, uma mulher forte que ela poderia aprender a respeitar. Através de Lady Ariadne Haesel tinha conhecido o encantador Blaise Zabini, e ela tinha passado quase tanto tempo com ele naquele verão quanto ela passou tendo aulas com sua mãe.

Levou mais tempo do que ela desejava, aprender todo o básico, política, cultura e negócios era cheia de nuances e pequenos detalhes que enquanto ela podia lembrar, era mais difícil de incorporar ativamente, e tornar natural. Portanto ela decidiu continuar as aulas durante seu tempo livre em Hogwarts, com a ajuda de Blaise, Conselhos úteis de Ariadne através de espelhos de comunicação à Noite, e mais tarde durante o ano, através de Blaise, Daphne Greengrass e Tracy Davis, outras duas Sonserinas que ela poderia respeitar, numa lista aparentemente crescente, o que foi uma surpresa afinal, entre toda a estupidez e fanatismo entre Malfoy, Snape e os filhotes de comensais da Morte, a reputação pública da casa não era a melhor. Mas Ariadne e Blaise a tinha convertido para o lado mais cinza das coisas, e conhecer as cobras tinha lhe dado nova apreciação à sua companhia (Finalmente, pessoas que ela poderia manter conversas inteligentes! Luna e Hermione foram ótimas, mas entre todas as teorias de conspiração e criaturas que poderiam ou não existir, e discussões acadêmicas, ela precisava de novas formas de conversa inteligente). Blaise lhe oferecia uma presença masculina que lhe ajudava a aprender a interagir com o sexo oposto, especialmente com ele assumindo a maior parte das aulas de sua mãe, além de ser uma cobaia para suas tentativas de flerte (Isso era algo muito importante na opinião de ambos os Zabinis, flerte era uma grande presença na hora de manipular pessoas se usado corretamente) algo que ela estava melhorando a cada dia na presença do moreno, que era reconhecidamente o príncipe do flerte, com Ariadne sendo a rainha. Daphne com a ajuda de Tracy lhe ajudou com os deveres de herdeira, e controle de emoções, introduzindo-a à oclumência, algo definitivamente necessário na opinião de todos os seus tutores/amigos.

Foi só quando Sirius Black supostamente atacou o castelo no 31 de outubro, quando ela estava participando do ritual de tradicional de Samhaim com Blaise, Daphne, Tracy, Luna e Hermione (Um hábito que tanto Ariadne, quanto o resto de seus amigos Sonserinos estavam tentando incutir nela era comemorar feriados mágicos ao invés de cristãos. Fazia sentido afinal, a religião cristã condenava bruxos e bruxas (Ou seja: Ela) como filhos de satanás e sua igreja tinha os condenado à ser queimado em piras, antes que a sociedade mágica se separasse da sociedade comum.) que ela decidiu que era hora de agir.

Os dementadores eram malditos irritantes afinal, e ela tinha sido irada por horas, mesmo dias, ao descobrir sobre as criaturas vis e sua presença perto da escola. Quem tinha sido o idiota responsável para colocar criaturas que geravam sentimentos de medo, frio, tristeza, depressão e desesperança, numa escola? Será que esses imbecis beligerantes não sabiam que pré-adolescentes e adolescentes eram cheios de desequilíbrio hormonal e distúrbios emocionais?

Então ela pacientemente esperado a semana de Yule vir ao redor, e assinado seu nome na lista de pessoas que iria passar o feriado em casa. Ela é claro, não iria para os Dursley, ao invés disso ela iria ficar com Ariadne e Blaise, desde que ela iria estar tratando de negócios Mágicos, não comemorando o feriado (Embora ela ainda iria participar dos rituais de Yule por insistência de ambos os Zabinis).

Ela colocou as coisas em movimento, pedindo uma reunião particular com o Ministro, a quem ela tinha conhecido no início do verão ao visitar o Beco Diagonal, portanto ela tinha certeza de que ele iria recebê-la.

Como esperado, o convite foi aceito e uma reunião marcada. Na noite seguinte ela, juntamente com Ariadne e Blaise se encontraram sentados em um restaurante mágico altamente respeitável e particular em espera para o Ministro da Magia chegar.

Quando o homem finalmente chegou, e as graças sociais iniciais estavam fora do caminho, o quarteto jantou pacificamente, com conversa mínima sem realmente muita importância. Foi após o jantar quando o ultimo das sobremeças tinha acabado e tudo que restavam eram bebidas que as conversar sérias realmente começaram.

Abordar o assunto de Sirius Black foi fácil, tocar no assunto da falta de julgamento foi um pouco mais trabalhoso desde que o homem parecia tentar evitar a todo custo o assunto, e por mais que Cornélius Fudge fosse um homem sem senso comum e uma inteligência duvidosa, ele ainda era um político, e mágico ou não políticos sabiam como desviar, enrolar e enganar seu caminho ao redor como o melhor dos golpistas.

Levou bastante manipulação, coberta por adulação e falsa compreensão (Ela estava finalmente compreendendo o quão complicado a política realmente era, e como suas máscaras, mentiras e manipulações eram importantes para sobreviver nesse campo, seu pequeno jogo de fingir em Little Whimming era nada comparado à política real. Felizmente ela tinha uma ótima professora) antes que Fudge fosse confortável o suficiente para derramar suas tripas, e ainda mais manipulação, e praticamente dizendo-lhe passo a passo do que fazer para convencer homem à fazer a coisa certa. Primeiro era tirar os dementadores da escola. Uma longa explicação sobre psicologia, Hormônios, Adolescentes e Depressão depois o homem concordou, parecendo admirado e um pouco intimidado com seu conhecimento, algo que funcionou em seu favor por enquanto, mas ela tinha que ter cuidado, para fazer a maioria das coisas soar como sugestões, não parecer mais inteligente que o Ministro em si (Algo que foi realmente difícil, ela era uma boa atriz, mas isso estava testando seus limites), e se pudesse fazê-lo acreditar que as ideias que ela tinha criado, eram obras dele para facilitar as coisas e aumentar seu ego. Ele concordou em colocar aurores no lugar de Dementadores, e então começar uma campanha pública através do Profeta para ajudar seus planos. O plano de divulgar aos jornais, que ele tinha descoberto que Sirius Black nunca teve um julgamento, e queria corrigir as coisas legalmente, dando-lhe um julgamento público, com direito à Veritasserum e penseiras, com Madame Amélia Bones (Recomendação de Ariadne) como Juiza, era um objetivo duplo, para alertar Black sobre as coisas, e garantir que o político não volte atrás com o negócio, para salvar sua pele. A partir daí foi apenas uma questão de falar doce. Uma garantia de que o público o veria como um líder justo, que lutava pela verdade e justiça, não importa se Sirius fosse inocente ou culpado, se ele fosse inocente, Fudge tinha corrigido um erro do governo anterior e salvado um homem inocente de mais tormento, se ele fosse culpado, Fudge tinha garantido que haveria justiça, para todos em seu governo, e deixando claro que todo cidadão tinha direito à um julgamento justo, mesmo se fosse culpado. A promessa de dar uma declaração à imprensa afirmando seu apoio ao homem, sem falar de seu voto na Suprema Corte como Lady Potter, (E Provavelmente Lady Black também, mas ela achou melhor não mencionar este último) sutilmente revelando seu recém ganho estatuto como chefe da Casa mais Nobre e Justa Potter, embora era difícil dizer se Fudge tinha conseguido pegar nas implicações sutis, a promessa de apoio público era boa o suficiente para ele, embora, e tinha quebrado completamente suas defesas. Haesel tinha apenas garantido que ele ganhasse as próximas eleições, e ele era mais que feliz em seguir sua palavra se ela continuasse a dar-lhe tais grandes benefícios.

No fim, eles se despediram, e seguiram seus caminho separados, fazendo planos de manter a comunicação aberta, e manter seus planos alinhados.

Ariadne tinha se declarado definitivamente orgulhosa de sua pequena Aprendiz, declarando que era hora de levar sua 'formação' um entalhe ou dois. O sorriso ligeiramente sádico da mulher não foi reconfortante. Nem o olhar correspondente no rosto de seu filho.

Ela rapidamente descobriu que o sadismo geral exibido mais abertamente por ambos os Zabini. Sadismo era realmente algo comum com aqueles dois, mas geralmente era escondido por camadas e mais camadas de doçura, gentileza, flerte e comportamento amigável, Ariadne totalmente merecia seu título de Viúva Negra, embora em sua opinião, ela era mais como a Super Espiã/Heroína, dos Comics da Marvel, do que a tradicional mulher golpista que casava então matava seus maridos por suas fortunas. Oh, Ariadne totalmente poderia encantar e matar um homem fora da sua fortuna, mas a graça assassina, e comportamento terrivelmente astuto e predatório da mulher só a lembrava imensamente de Natasha Romanov e nada iria convencê-la do contrário. Na verdade quando ela descobriu que 'subir um entalhe ou dois' em sua formação com a mulher significava tornar aulas de flerte, para aulas de sedução, treinamento físico (Resistência, força, velocidade) incluindo aulas de como usar armas, começando por punhais, mas promessas de aprender coisas como espadas, arco e flecha, várias outras armas, incluindo a forma não convencional de como transformar tudo ao seu redor em uma arma, desde uma pena para uma porção de comida. Na verdade, aulas de duelos, mil vezes melhores do que as que ela recebia em Hogwarts, aulas que ao invés de apenas lhe fazer engolir teoria após teoria, e ordená-la a praticar, realmente colocava seu cérebro para trabalhar, não apenas em aprender a usar suas armas (incluindo, os punhos e sua varinha), mas para ser inteligente ao usar isso.

Pensar antes de agir, e quando agir seja em seu benefício máximo. Era algo que Ariadne repetia o tempo todo durante suas aulas. Como um lema pessoal, que Haesel estava mais que feliz em assumir como seu. Seguido logo de perto com: Esteja sempre atento aos seus arredores, saiba exatamente onde você está, com quem você está. E se você não souber, descubra o mais rápido possível. E : Informação é tudo. Seja sempre aquele com mais.

Aulas de veneno que abrangia, tanto venenos comuns, venenos mágicos e seus antídotos, como fazer veneno fora de qualquer coisa, botânica e herbologia avançada, ainda mais do que ela tinha estudado na escola primária, Hogwarts ou em seus livros, e poções.

Com o aumento em sua carga de trabalho, além de ser convencida de que Ariadne Zabini era a encarnação viva de Natasha Romanov (Ela tinha dito isso a mulher, que foi bastante divertida ao ser apresentada aos comics, em especial as que seu homólogo Viúva Negra aparecia, e mais tarde tinha confidenciado que Natasha e Clint eram seus favoritos, seguido de perto por Tony Stark simplesmente porque ela apreciava sua astúcia, inteligência e flerte constante, mesmo afirmando que se ele realmente existisse ela totalmente iria atrás dele), Haesel também estava em conflito em sua opinião de sua mentora, por um lado Ariadne era uma enviada dos deuses, um anjo na terra dedicado a ajudá-la a melhorar a si mesma sem reservas, por outro lado a mulher era maldade pura ao ensinar. Vindo com os castigos, punições e consequências mais terríveis e criativos caso ela não cumprisse suas expectativas, e fazendo questão de mencionar um monte desses em sua faixa de audição como motivação. Haesel tinha certeza de que a mulher tinha muitos outros planos diabólicos que ela não estava ciente, nem queria saber (a menos que estivesse sendo usado contra alguém que não seja ela, especialmente se for alguém que ela não goste, aí seria divino. Sim. O Sadismo Zabini era contagioso se exposto à alguém em longos períodos de tempo. Sim. Ela tinha totalmente sido contaminada. Não. Ela não se importava em fazer parte do seu pequeno clube de sádicos.

O fim do Yule veio rápido, e estar nas dependências de Hogwarts não aliviou nem um pouco sua carga de trabalho. O currículo de Hogwarts foi fácil de manter, mas ela tinha várias outras ocupações, como manter-se com seus estudos mundanos, algo que tinha sido reservado para seu verões, mas com a entrada de Ariadne em sua vida, seus planos de verão eram agora decididos pela mulher mais velha e ocupados por seus ensinamentos, portanto ela tinha que manter-se com seus estudos mundanos durante o ano letivo e apenas tomar seus testes durante as férias, felizmente ela tinha sido permitida pular algumas classes, porque a taxa lenta do currículo iria levá-la louca se ela tivesse que segui-lo. Em cima disso ela tinha que se manter com as aulas que vinha recebendo de Daphne, Tracy, Blaise, Ariadne (O rapaz moreno certamente alertaria a mulher mais velha se ela estava afrouxando, e a mulher parecia ter um conhecimento sobrenatural sobre cada coisa que ela fazia, especialmente se fosse algo errado, como falhar em uma tarefa indicada pela mulher. Ela realmente não queria imaginar suas punições), sem falar na correspondência constante com Penerelle e Nicholas, que nunca deixavam de fazê-la jurar e abençoar seu conhecimento épico, e prometer secar suas mentes de seu conhecimento (Ou tentar!).

Os artigos que Fudge tinha lançado causaram bastante barulho, especialmente quando Black foi capturado por um dos aurores ao redor do castelo. Haesel tinha sido convidada ao julgamento, que foi muito como ela tinha previsto, com Black, seu padrinho, tendo sido declarado inocente, recebendo um formal pedido de desculpa e uma grande soma de galeões para compensar o encarceramento ilegal, sua conta no St. Mungos e quaisquer tratamentos médicos que ele teria que passar por conta de sua prisão prolongada, também, seria paga pelo ministério. O homem tinha realmente chorou ao ser declarado livre, logo depois de amaldiçoar o ministério por colocá-lo na prisão sem provas e agradecer Auror Bones e Ministro Fudge por lhe dar um julgamento. Logo depois ele exigiu ver Haesel, quem tinha claramente decidido que o homem estava emocionalmente perturbado e precisaria de muitas sessões com um psicólogo para ajudá-lo através de seus problemas.

Depois de ser garantido uma visita supervisionada de Haesel o homem se deixou ser levado para o St. Mungus, para um tratamento médico muito atrasado. Haesel enquanto isso estava cumprindo sua promessa à Fudge de dar uma declaração à imprensa elogiando-o por garantir a liberdade de seu padrinho, e dizendo o quanto ela admirava sua busca realmente inspiradora pela justiça. Foi ligeiramente mais fácil mentir por entre os dentes do que tinha sido durante o jantar com o homem algumas semanas atrás, foi no entanto difícil dar toda sua declaração com um rosto perfeitamente sério, colocar todas as inflexões vocais e faciais para coincidir com as palavras ensaiadas para cumprir seu objetivo atual, mas não amarrá-la no longo prazo. Mas ela estava ficando melhor, oclumência ajudava bastante.

Na verdade, oclumência era, na verdade, um dos, se não o, ramo de magia favorito. Runas, no entanto, competia ferozmente por esse posto, eles eram apenas tão versátil. Aritmância era um assunto bastante interessante, utilizava números para uma série de razões, como adivinhar por cálculo certas coisas (Na verdade, Aritmância em sua opinião era como uma versão matemática de ser uma cartomante, muito mais útil, com muito mais resultados do que as aulas de adivinhação real se as reclamações de seus companheiros de casa que escolheram tomar o curso eram para ser acreditadas), aritmância era também essencial na criação de novos feitiços, algo que ela estava definitivamente interessada, e adicionando runas para o tema, ela teria Alas e como criá-las, algo que ela também estava interessada. Mas, runas... Ah, com runas ela poderia fazer praticamente tudo. Ela só precisava de conhecimento, precisão, prática e ideias, todos os quais ela tinha, ou poderia ter em abundância. Ela era excelente em defesa e quase tão boa com poções (Ela teve bastante prática durante os verões e tempo livre, apesar das tentativas de sabotagem de Snape e Malfoy) No entanto oclumência era muito útil. Útil o bastante para fazê-la ser sua área da magia favorita. Com oclumência ela tinha melhorado bastante a si mesma. O processo de criação das proteções mentais que todo mundo imagina quando pensa no assunto era mais complicado do que parecia. Por isso havia tão poucas pessoas que conseguiam ter sucesso na área. Mas oclumência era uma área mental, e sua mente era definitivamente sua maior arma.

Primeiro ela teve que passar por horas e horas de meditar, todas as manhãs e todas as noites. Foi uma parte muito frustrante para alguém acostumado a estar com a cabeça sempre cheia com mil pensamentos correndo em velocidades que dariam enxaquecas permanentes em pessoas comuns, limpar a mente de qualquer pensamento consciente era muito difícil. Especialmente porque quanto mais ela meditava, mais ela se tornava ciente de sua magia e de toda a magia realmente. Seja do castelo, das pessoas, das plantas, das poções, dos animais ou apenas do ar ao seu redor, e sentir toda essa magia tornava difícil apenas não se perder no fluxo, ao invés de manter o foco concentrado em meditar e aprofundar-se em sua mente até encontrar seu escape mental.

O escape mental de cada pessoa era diferente. Mesmo pessoas tão parecidas como os gêmeos Weasley, deveriam ter lugares diferentes, isso acontece porque o escape mental de cada pessoa representa tudo que ela é. Sua personalidade, seus medos, seus gostos e desgosto, suas experiências passadas...

Haesel não sabia exatamente o que estava esperando encontrar em sua mente então ela não estava muito surpreendida ou muito decepcionada ao encontrar-se de repente em uma representação mental de como ela imaginava Avalon, a antiga cidade Mágica onde se dizia que Merlin e Morgana tinham vivido antes de encontrar-se em Camelot. A cidade em si não existia mais, pelo menos ao conhecimento do mundo bruxo, e tanto quando o mundo trouxa estava em causa, nunca tivesse existido, portanto suas ideias do lugar eram baseada em livros, não apenas aqueles de fatos crus, mas romances, sobre o assunto.

Ela estava de pé diante de um castelo majestoso que colocava Hogwarts a vergonha simplesmente porque este não era um velho e empoeirado lugar, mas sim um brilhante, limpo, e mesmo que não tinha a aparência de recém construído, ainda parecia novo. Um ar inconfundível de Nobreza e Magia era notável ao redor da construção.

Ao seu redor era um jardim cheio de roseiras, com inúmeras rosas coloridas, a maioria delas em tons de branco, vermelho, preto e cinza, mas haviam algumas especiais, como a única rosa especialmente roxa que a fazia lembrar, estranhamente de Blaise, ou a rosa azul lapiz-lazuli que a lembrava de Daphne, ou a rosa âmbar que a lembrava de Hermione, ou a colorida como um arco-íris que era apenas como Luna e a rosa em um tom de verde claro que lembrava-lhe de Tracy. Havia também aquela rosa vermelha, muito maior do que todas as outras, cercada por várias rosas menores, que parecia lançar uma aura exatamente como Ariadne. Haviam várias outras também, representando as pessoas em sua vida, como a rosa negra parecendo terrivelmente doente, mas ainda resistindo e melhorando que ela tinha certeza era uma representação de Sirius.

Um campo de grama verde se estendia após o jardim até parar onde uma floresta que realmente parecia bela e sobrenatural como ela imaginava uma floresta mágica deveria ser, nada como a floresta da Morte que parecia apenas como a Floresta Negra da Alemanha, embora não tão épica, afinal, a floresta Negra teve vários contos incríveis contados sobre si.

O próximo passo Após encontrar seu espaço mental eram as memórias. Catalogá-las e organizá-las. Foi uma tarefa especialmente tedioso para ela desde que sua memória eidética a permitia lembrar de um monte de coisas triviais.

A forma de catalogar memórias, não era, ao contrário da crença popular, apenas ir ao redor tocando qualquer objeto mental à vista, não, a forma correta seria seguir os caminhos de memória naturais em sua mente, que estariam sempre lá até que ela pudesse catalogar a memória cuidadosamente à distância.

O caminho, assim como o espaço mental, era diferente para as pessoas. Algumas tinham estradas ou trilhas, outras tinham portas, que passavam de memória à Memória. A única porta visível em seu caminho, era a porta do castelo portanto era o lugar mais provável que ela iria procurar suas memórias.

O Processo de visualização e organização tinha levado meses. Ainda mais do que o tempo que ela tinha levado para conseguir chegar em seu escape mental. Na verdade o fim de seu terceiro ano veio e se foi, e ela ainda estava trabalhando em suas memórias. Era mais rápido do que o normal é claro, mas ainda era terrivelmente lento em sua opinião. Daphne, Blaise e Tracy ainda estavam catalogando suas memórias também, tendo feito isso desde o ano antes de vir para Hogwarts como era tradicional para crianças Sangue Puro, e enquanto eles estavam quase no fim de catalogar todos os 13 à 14 anos de memórias, nenhum deles tinha afirmado progredir tão rápido nessa fase. Felizmente apenas encontrar o escape e o processo de catalogar memórias os tornava mais sensíveis a intrusões, mesmo que suas proteções mentais ainda não eram tão boas.

Estranhamente, suas memórias pareciam começar apenas com a manhã em que ela acordou em uma cesta na porta de sua tia. Nada antes disso era nebuloso e apenas não disponível. Um monte de teorias rondou sua mente com essa informação, talvez algo que aconteceu antes disso tinha causado suas memórias apagarem? Ou na verdade sido a causa de sua excelente memória, o que fazia suas memórias de um bebê normal anteriores pareceres falhas e escurecidas quando comparadas às memórias cristalinas que ela tinha agora? Será que a maldição da morte tinha algum efeito adverso à sua mente?

Ela tinha enviado uma carta a seus tios antes informando que ela não iria passar o verão com eles, e recebeu uma confirmação alegre de seus parentes masculinos, e um pedido de fachada de sua tia, para o qual ela enviou vários panfletos falsos de uma escola de verão para superdotados na França antes de proceder à empacotar os poucos pertences que ela tinha fora de seu baú seguro e viajar de volta para Londres pelo Expresso de Hogwarts.

Ela iria passar o verão com os Zabinis novamente, por insistência de Ariadne (Não que ela tivesse protestado muito).

Ela também iria visitar Sirius durante o verão, embora ainda seriam visitas supervisionadas, como seu encontro a manhã após o julgamento foi. Tinha sido um caso um pouco desconfortável para Haesel, ela não estava acostumada a contato corporal fora das breves interações com seus amigos, ou as aulas de flerte e sedução, Sirius, no entanto, era uma pessoa muito tátil (Algo que ela tinha descoberto ser algo que sua forma animaga tinha influenciado bastante) e todos os toques e abraços era algo novo, não exatamente ruim, mas... Era desconfortável.

Em fim, logo após o encontro, onde ela tinha convencido Sirius a visitar um psicólogo, principalmente com pequenas manipulações, que ela não se sentiu nem um pouco mal de usar contra o homem. Ele estava apenas um fio de distância de ter um surto psicótico real, especialmente se envolvesse, o agora declarado traidor, quem também tinha sido capturado pelos aurores com Sirius, mas escapado horas depois sem que ninguém percebesse até que fosse tarde de mais, Peter Pettigrew. Portanto, ela não sentia-se culpada por ameaçar Sirius com sua presença (ou a falta dela) para fazê-lo cuidar de si mesmo. Ela pessoalmente tinha rastreado um antigo Ravenclaw nascido trouxa, quem tinha sido esperto e mantido seus estudos trouxas, algo que veio a calhar quando ele descobriu suas opções limitadas no mundo bruxo após Hogwarts, e concluiu o ensino superior, formando-se como um psicólogo renomado. Ele era perfeito para Sirius, afinal ele tinha conhecimento do mundo mágico, e não iria trancar o homem em uma cela acolchoada por isso.

Seu verão foi relativamente calmo, ou pelo menos tão calmo quando seus horários cheios lhe permitiam, entre todas as correspondências com o Ministro, Sirius, os Flamel bem como seus amigos, gerir suas finanças, manter-se com suas aulas trouxas e mágicas, ela tinha pouco tempo livre.

As únicas coisa que quebrou sua monotonia de verão, foram a Copa Mundial de Quadribol (Que Blaise e Ariadne tinham insistido que ela assistisse, informando-a que seria uma boa experiência cultural, e que lhe daria mais cobaias para flertas, com todos aqueles bruxos Irlandeses e Russos que estariam presentes) e a notícia sobre o Torneio Tribruxo.

Por mais que ela não fosse o maior fã de Quadribol, ela tinha que admitir que o jogo foi interessante, e os bruxos estrangeiros que ela tinha flertado descaradamente em qualquer oportunidade tinham entretido-a por um tempo, mas ela tinha sido terrivelmente aborrecida quando a confusão sobre um ataque de Comensais da Morte causou pânico nas massas após o jogo. Ela tinha, junto com seus amigos, rapidamente recolhido suas coisas e tomado uma chave de portal de volta para a mansão Zabini, onde eles passaram o resto da noite diante de uma lareira, desfrutando de um delicioso chocolate suíço (Ela estava viciada!) e comentando sobre a estupidez das pessoas mágicas em geral.

Fora isso o verão foi como o esperado e logo ela estava de volta à Hogwarts para seu quarto ano, que era essencialmente inútil, afinal ela já conhecia todo o currículo, mas infelizmente Hogwarts não tinha um programa acelerado para prodígios (É claro, a média de inteligência geral da maioria dos bruxos era abaixo da média comum esperada! Prodígios eram ainda mais raros no mundo da magia), portanto ela estava presa no castelo velho por mais alguns anos.

O novo professor de defesa era bastante competente, em comparação com seus antecessores com a breve exceção de Lupin, portanto, por um oportunidade rara, a classe não foi completamente inútil. Ela achou terrivelmente estúpido dos organizadores do Torneio, reter a informação sobre o campeonato em si até o ultimo momento possível, então apenas expor todos os alunos no tempo frio cortante do inverno nas montanhas irlandesas (especialmente porque o que custa usar alguns feitiços de aquecimento?). Sua opinião sobre isso só aumentou quando os estrangeiros fizeram um show belo de magia, enquanto Hogwarts apenas ficou lá sem fazer nada. O torneio era, obviamente um concurso internacional para decidir qual a escola era melhor, e qual aluno mais hábil, Hogwarts, obviamente já estava perdendo. Tivesse a informação sido liberada mais cedo, os próprios alunos de Hogwarts teriam a oportunidade de colocar um show para as outras escolas, mas é claro, por conta da omissão estúpida dos organizadores (Realmente, que estúpido! Todos os alunos das outras escolas sabiam do torneio por meses! Porque apenas os alunos de Hogwarts não estavam informados?).

Atitude arrogante dos estudantes de Beauxbattons, quem tinham escolhido compartilhar a mesa de sua casa, era ligeiramente insultante, mas não suficiente para que ela poupasse algo além do mais breve pensamento aborrecido ao assunto antes de retornar a sua refeição enquanto ouvindo Luna e Hermione divagarem sobre tudo, em especial o torneio, e que possíveis criaturas estariam nele, ambas discutindo o recorrente conflito sobre quais criaturas existiam e quais não.

A Noite da Seleção de Campeões, foi a primeira vez que o torneio lhe trouxe algo além de leve interesse e aborrecimento. Quando seu nome saiu da taça, ela poderia jurar que sua vista tinha ido vermelho, pela onda momentânea de fúria que sacudiu através do seu corpo. A Primeira vez que ela sentiu algo tão forte desde seu segundo ano, na verdade, embora ela se recuperou rapidamente tendo muito mais controle emocional do que seu auto 12 anos de idade.

Ela tinha calmamente caminhado para a sala adjacente onde os outros campeões esperavam, embora era claro para quem a conhecia que seus passos eram muito mais predatórios que o normal enquanto sua fúria em chamas quentes se tornava uma queima lenta de perigo para qualquer um que conseguisse fazê-la descarregá-la em si.

Como ousam! Ela tinha nenhum interesse em participar diretamente desses joguinhos estúpidos! Ela tinha coisas mais importantes para tratar! Quando eu descobrir quem foi o responsável, haverá um inferno a pagar! Isso foi, é claro, seguido de inúmeras ideias sádicas do que fazer com o tolo estúpido quem achava que podia manipulá-la quando encontrá-lo. Ela não estava tão irritada com o fato que ela tinha que participar do torneio, mas sim por que alguém achou que tinha direito de decidir seu curso de ação, e se havia algo que ela poderia reivindicar odiar honestamente, era falta de controle em suas ações, especialmente quando havia alguém por trás da cortina acreditando que ela era sua marionete. Dumbledore, era é claro um dos suspeitos, o velho tinha tentado sutilmente guiá-la desde o início, embora ela era esperta de mais para cair na maioria dos seus truques, ele pode estar se sentindo impaciente. E mesmo se ele não foi o único a inserir seu nome, ele era o responsável por impedir que isso aconteça portanto, era parte sua culpa. Ela com certeza não estava descartando-o como culpado ou possivelmente cúmplice, querendo ou não, o velho tinha mão nisso.

Suas súbitas suspeitas contra Dumbledore, vinha principalmente de lógica e dedução, bem como uma reflexão de suas ações. Ela sempre foi cautelosa com o homem, mas sua conversa no início do ano letivo tinha deixado uma marca de paranoia em sua mente.

Não só o velho tinha a audácia de questionar seus planos de verão, e tentar ordená-la a ficar com seus parentes mesmo que ela não era mais legalmente um menor, mesmo jogando o fato de que ele era seu guardião mágico para tentar influenciar suas decisões, para o qual ela rebateu com o fato de que ela era Lady Potter e ele tinha absolutamente nada a dizer em seus negócios fora de uma relação profissional. Para adicionar insulto a injúria, o tempo todo ela teve que manter expulsando suas tentativas de ler sua mente com legilimência (Que era ilegal usado sobre qualquer um sem permissão, especialmente uma 14 anos de idade Lady Potter) E devido ao fato de que suas defesas ainda não estava completas e sua experiência em defender-se de intrusões mentais era pouca, ela tinha sentido uma enxaqueca constante por dias depois, colocando-a em um humor vicioso e cruel, quem tinha colocado mais de uma pessoa em lágrimas com suas observações cortantes.

Ela tinha sido cruel e sarcástica ao responder às observações desdenhosas da campeã francesa, que simplesmente não sabia quando calar e ser agradável. E foi especialmente ofendida quando tanto Dumbledore quanto o juiz estúpido do Torneio acho que era aceitável colocar suas mãos imundas em sua pessoa, ainda mais com um toque de grosseria e violência. Ela tinha empurrado ambos a distância brevemente cuspindo repreensões por entre os dentes que se resumiu a chamá-los de macacos incivilizados sem um pingo de educação e etiqueta, que não sabiam como tratar uma dama, e que se eles colocassem uma mão sobre ela novamente ela iria levantar um caos, afinal, ela era Lady Potter, um título que exigia respeito. Os dois outros diretores foram muito mais calmos e educados com suas acusações à Dumbledore sobre haver um quarto campeão, algo que ela observou com satisfação sádica, principalmente por causa de seus olhares cautelosos. Nenhum deles queria vítima de sua língua de víbora afinal.

A partir daí todo o Torneio se tornou um enorme aborrecimento sem precedentes. Todos os imbecis da sua escola tinham acreditado que poderiam simplesmente caluniá-la sem limites, e acusando-a de fraude, para o qual ela respondeu por arquivar uma acusação de assédio contra uma Lady de uma casa nobre, e depois que cada um deles teve que fornecer um aumento à sua fortuna por meio de multas, ninguém ousou usar algum desses bottons idiotas novamente. Isso não impedia os sussurros traiçoeiros em suas costas, mas ela poderia lidar com isso, não era como se nenhum deles realmente importasse para ela no longo ou curto prazo.

Ainda era irritante embora.

Eles tinham nenhum senso de lealdade em tudo.

Esse tipo de comportamento dividido e mesquinho era a imagem que eles estavam mostrando para as outras escolas. Algo que iria defini-los no círculo internacional, e uma imagem que ela não desejava que fosse a sua, por isso ela passou a se aproximar discretamente dos estudantes estrangeiros e socializar.

Ela se deu melhor com seus outros companheiros campeões, após todo o mal entendido entre Fleur e Haesel foi tirado fora do caminho, os quatro tinham formado uma espécie de amizade temperada pela rivalidade do torneio. Nenhum deles queria levar tudo muito longe afinal.

Ela tinha informado-los sobre os dragões quando ela descobriu, principalmente porque seria injusto, portanto chato, com apenas ela com a vantagem de conhecer o que seria a primeira tarefa.

Ela gostava de um bom desafio, algo que ela não podia conseguir sem seus adversários estarem no mesmo plano. Ela também valorizava suas conexões com eles mais do que a competição mesquinha do torneio, conexões eram muito mais úteis afinal.

A pesagem de varinhas, foi algo que testou sua paciência, a repórter irritante do profeta, Rita Skeeter, quem ela odiava ter que lidar, tinha sido especialmente intrusiva e arrogante, e levou um monte de jogos de palavras, ameaças discretas, bem como colocar toda a culpa em uma conspiração ou uma possível sabotagem de antigos comensais da morte querendo vingança, afinal, a atividade comensal da morte tinha convenientemente aumentado recentemente e não era exatamente uma mentira, poderia realmente ser a verdade, Haesel apenas não tinha certeza ainda. As melhores mentiras eram, afinal, a verdade distorcida ao ponto em que iria trabalhar unicamente em seu favor.

A primeira tarefa, por todo o sensacionalismo (Junto com a presença irritante de Rita Skeeter e Ludo Bagman) foi um pouco decepcionante. Tudo que ela tinha feito era soltar alguns fogos de artifício como distração do outro lado da arena e voar em sua recentemente adquirida Firebolt, para a saída enquanto convocando o ovo de ouro enquanto o Dragão mãe estava distraída. Não levou mais que dois minutos no máximo. Ela teria preferido lutar com o dragão, seria muito mais emocionante. Infelizmente tudo que ela tinha que fazer era obter o ovo de ouro por todos os meios possíveis, e aparentemente nenhum dos idiotas tinham pensado em encantar o ovo contra convocação. Ela tinha escapado por pouco de um dragão furioso quando o animal percebeu que ela estava fugindo com um de seus ovos. Felizmente tinha sido apenas a tempo dela sair do limite da arena, onde o dragão não poderia chegar. Os domadores de dragão, fizeram um ótimo trabalho em acalmá-la após seu round.

Falando em domadores de dragão, ela podia oficialmente dizer que Charlie Weasley, em toda sua glória ruiva, máscula e cicatrizada era sua primeira queda. Ela sabia que quedas eram coisas estúpidas, mas pela deusa se Charlie não era um exemplo maravilhoso de masculinidade e sensualidade. Foi irritante tentando suprimir o sangue de correr completamente ao seu rosto sempre que o homem estava por perto e ela foi em grande parte decepcionada e aliviada quando ele retornou para a Romênia.

Ela tinha conseguido convencê-lo a manter correspondência com ela, principalmente por alegar interesse em dragões, que não era uma mentira, mas não a principal razão para querer manter contato com o ruivo delicioso. (Ela sentiria falta da sua voz, que era realmente uma de suas partes favoritas no homem mais velho. Todo aquele tom áspero e rouco apenas enviava arrepios por sua espinha. Ela não tinha certeza se era uma coisa boa ou não que ela seria privada de sua voz divina, mas decidiu não pensar sobre isso desde que sua mente hormonal não estava cooperando, e pensar sobre sua voz não estava ajudando em nada)

O baile de inverno foi outro aborrecimento que ela desejava não ter que passar, mas infelizmente era obrigatório para campeões. Quase imediatamente após o anúncio, ela tinha encurralado Blaise e intimidado o rapaz moreno em ser seu par (Não que ele precisava de muita intimidação, era claro para qualquer cara ou garota de sangue quente que Haesel seria uma beleza quando mais velha, e pedaços disso já estavam mostrando quando ela tinha 14. Ela não tinha os maiores seios da sua idade, esse título pertencia exclusivamente à Hannah Abbot, seguida de Susan Bones, Lavender Brown e Daphne Greengras antes que Haesel entrasse na lista, mas com seu cabelo negro bagunçado que lhe dava um ar perpetuamente travesso, e para aqueles mais pervertidos, o ar de alguém que tinha acabado de ter sexo muito bom, seus olhos verde esmeralda que brilhavam com poder e inteligência, complementado por seu rosto suave e aristocrático, quase sempre com uma expressão régia e atraente, mesmo quando entediada (a maior parte do tempo) ou irritada (Quando seus olhos brilhavam perigosamente, sua magia agitava ao seu redor, e o sangue corria mais rápido em suas veias, fazendo-a parecer realmente a reencarnação da bruxa lendária e perigosa que Morgana Le Fay tinha sido) e seu corpo se desenvolvendo rapidamente, com uma estrutura pequena e curvilínea, ela certamente ganhava todas as competições de beleza, se ela sabia ou não).

Na maior parte sua consciência de sua aparência se estendia para o fato de que ela poderia usar a seu favor, e aparência agradável era útil. Ela tinha bastante conhecimento em moda, maquiagem, e todas essas coisas femininas, principalmente por conta de insistência entre Ariadne, Daphne, e anteriormente, tia Petúnia, mas ela não era exatamente ciente da atração em geral que sua aparência gerava nas pessoas, pelo menos, não ainda. Ela seria ainda mais devastadora quando descobrisse porque ela tinha nenhum escrúpulo de usar qualquer benefício que poderia encontrar em seu favor. Atração era uma delas, e as aulas de Ariadne junto com seus hormônios estavam lentamente abrindo seus olhos para as profundidades da arte da sedução, antes dos hormônios era mais como apenas uma forma mais elaborada de manipulação, agora, depois deles, bem, tudo ficou ainda mais divertido, especialmente depois que ela aprendeu a controlar seus próprios hormônios e manipular os dos outros.

Victor tinha perguntado para ela ser seu par, algumas horas mais tarde, e ela o dirigiu para Hermione (Ela não era cega para os olhares avaliadores que eles trocavam entre si). Cedrico e Fleur vieram a um acordo de ir juntos, porque embora ele não era realmente imune ao seu glamour, ele era mais resistente do que a maioria dos caras disponíveis (Não vamos nem se quer mencionar Draco Mafoy ou Ronald Weasley. Sinceramente, aquele garoto era realmente relacionado à Charlie? Além do cabelo ruivo e olhos azuis ela não via semelhança. Não em aparência e especialmente não em personalidade). Daphne estaria indo com Theodore Nott, Tracy com Anthony Goldstein, Luna iria com Newt Scamander, um Ravenclaw, sexto ano que adorava criaturas mágicas tanto quando a menina loira. Haesel achou que eles fariam um bom par.

O baile foi sem incidentes, ela dançou com várias pessoas, foi perfeitamente social, teve um tempo agradável com Blaise e eles ainda beijaram no final da noite. A manhã seguinte no entanto, foi irritante. De alguma forma seu beijo com Blaise tinha acabado na primeira página do Profeta diário, bem como o fato de que o zelador da escola era um meio gigante.

Ela teve que se conter de não marchar no jornal estúpido declarando vingança de sangue e exigir a cabeça de Skeeter como recompensa.

Isso ainda não a impediu de planejar malignamente contra a mulher tola.

Blaise e Haesel não eram namorados. Nem noivos. Nem perdidamente apaixonados um pelo outro. Ambos tinham chegado a conclusão de que embora eles gostavam de flertar ou mesmo beijar e tudo mais, com o outro, eles ainda eram amigos, e continuariam assim. Nunca haveria nada mais sério do que 'amigos com benefícios' entre eles.

A segunda tarefa foi uma que Haesel tinha achado mais incômoda. Especialmente quando ela descobriu que Blaise estava inconsciente e indefeso no fundo do Lago maldito, que ela teria que entrar, no clima frio horrível das montanhas, correndo o risco de resfriados e hipotermia, sem contar Blaise quem tinha estado lá por Merlin sabe quanto tempo.

Só para contrariar todas as expectativas, (Não havia nenhuma maneira que ela iria passar tanto mais tempo dentro do lago frio, e mais provavelmente perigoso, do que o necessário) Haesel tinha usado seu tempo para preparar-se à tarefa gastado um bom dinheiro em um submarino, que ela encomendou do Japão, e teve a comunidade mágica de lá garantir que funcionaria perfeitamente ao redor da magia, e colocar um monte de proteções mágicas no automóvel subaquático. (Os japoneses eram viciados em sua tecnologia e algo tão pequeno quanto interferência da magia na eletricidade nunca iria separá-los de seus animes, doramas e jogos de vídeo).

Quando chegou a hora de entrar no lago, ela calmamente ampliou o submarino em miniatura que ela tinha mantido em uma pulseira bastante blindada em seu pulso esquerdo colocou-o na água e entrou fechando a porta atrás de si e deixando os observadores em choque enquanto ela afundava confortavelmente no lago se molhar. Felizmente ela tinha tido tempo para aprender a pilotar, e as direções mágicas adicionadas ao objeto tinha facilitado o modo de conduzir, por isso levou cerca de dez à quinze minutos para chegar ao fundo do lago, estacionar, nadar até Blaise, levá-lo ao submarino e retornar à superfície.

Mais tarde ela teve que retornar para buscar Gabrielle a irmã mais nova de Fleur, que não tinha sido resgatada, e precisava ser recuperada. (De quem tinha sido a ideia estúpida de colocar uma meia-veela, criatura de fogo e ar, no território de criaturas submarinas puramente aquáticas? Será que eles não sabiam que Sereias e Veelas nunca se deram bem? Eram uma rivalidade tão épica quanto Lobisomens Vs Vampiros, ou Bruxos da Luz Vs Bruxos das Trevas. Colocar alguém tão jovem quanto Gabrielle lá, indefesa, era muito perigoso para sequer considerar, mas claro... Nenhum senso comum!)

A terceira tarefa (Finalmente!) foi um labirinto. Algo ainda mai ridículo do que sentar durante uma hora olhando para uma superfície plana de um lago e ainda pagar por isso. Um labirinto. Um estúpido labirinto criado dias antes da tarefa real, quem os campeões tinham permissão para ver.

Ela tinha pegado sua vassoura e circulado no ar ao redor do labirinto algumas vezes, e quando chegou a hora de entrar no lugar, ela tinha um mapa perfeito em sua mente dizendo-lhe onde ir. É claro, que as criaturas e armadilhas deram-lhe breves pausas, mas pelo tempo que a quarta trombeta soou indicando a entrada do ultimo campeão, ela estava apenas um enigma de distância do cálice estúpido, que lhe levou cinco segundos para decifrar.

A Súbita sensação de chave de portal foi algo que ela não estava esperando, e o que deu-lhe a resolução de encontrar uma maneira de identificar chaves de portal a vista para não ser pega de surpresa uma segunda vez. Especialmente quando um feitiço que a deixou inconsciente atingiu-lhe enquanto ela tentava recuperar o equilíbrio e não jogar suas tripas fora por causa do transporte súbito e grosseiro.

Acordar amarrada numa lápide com dois maníacos psicopatas fazendo algum ritual medonho que precisava de partes de corpo mortas e vivas bem como seu sangue e um bebê horrivelmente mutilado, não foi a situação ideal. Especialmente quando uma versão muito mais feia do que seu eu mais jovem, de Voldemort apareceu e começou a dar monólogos e enviando intrusões mentais dolorosas em sua mente, que para sua frustração, ela mal foi capaz de impedir. Era concreto puro torcido por magia que amarrava suas mãos, portanto ela não poderia usar um de seus punhais para escapar, e era apertado de mais para ela espremer os pulsos através sem quebrá-los.

Ela tomou nota da aparência de cada um dos idiotas que apareceram quando o homem-cobra chamou para poder identificá-los depois e zombou da estupidez de Voldemort em insistir em dar-lhe sua varinha e duelar.

Infelizmente, Ele tinha um feitiço pronto para cada um que ela lhe atingisse. As vezes mais do que dois. Claramente ela estava fora de sua liga, suas habilidades de duelo ainda não eram tão boas. Foi uma experiência que reforçou sua determinação de aprender mais, especialmente magias de alto nível e sem varinha. Saber lançar sem um foco era muito difícil, mas teria sido útil para libertá-la da lápide estúpida.

Finalmente ela usou a conexão com suas varinhas como uma distração para lançar um punhal no auto proclamado Lorde das Trevas, que afundou-se em seu estômago, não no peito onde ela tinha mirado, e correu para a chave de portal como o espírito de sua mãe ordenou. A sensação de transporte turbulento foi um alívio dessa vez, especialmente quando ela desembarcou diante de todas as três escolas, tremendo terrivelmente por conta dos efeitos da maldição cruciatus, e a adrenalina da batalha lentamente desaparecendo. Ela não podia nem levantar de seus joelhos, sua respiração saindo em calças. Cruciatus era definitivamente uma maldição notável. Ela teria que pesquisar mais sobre esse tipo de magia para aprender a combatê-la.

Madame Pomfrey, a enfermeira da escola tinha a levado para a enfermaria logo após isso e foi onde ela passou o resto da noite, recebendo tratamento para suas aflições e sendo questionada incessantemente por Dumbledore, Fudge e seus aurores. Dumbledore manteve insistindo que ela admitisse que Voldemort estava de volta, mas ela se recusou categoricamente, porque ela conhecia Fudge o suficiente para saber que ele entraria em pânico e isso poderia arruinar seus planos. Por isso ela usou sua desculpa recorrente e disse que uma meia verdade. Mencionando comensais da morte, rituais escuros, tentativa de Voldemort de renascer, mas alegando estar muito preocupada com sua chance de escapar, e em dor, por estar sob o cruciatus para saber se ou não Voldemort estava de volta. Ariadne tinha puxado Fudge a distância, desde que Haesel não estava em condições de jogar jogos mentais, e mais tarde ela soube que seu professor de defesa que era realmente um comensal da morte supostamente morto tinha sido capturado. Fudge tinha saído como um herói novamente por concertar os erros de seus antecessores, notícias de comensais da morte agindo novamente bem como sequestrando-a para tentar se vingar e renascer seu mestre tinham saído, mas nenhum retorno de Voldemort tinha sido confirmado, apesar das insistências de Dumbledore. Fudge tinha deixado claro que os aurores capturariam os responsáveis e que haveria uma investigação quanto ao sequestro, mas isso era tudo. Mais tarde, Haesel marcaria uma entrevista com Amélia Bones onde ela mostrou sua memória à mulher integralmente deixando-a ver o que realmente tinha acontecido e ambas tinham formado uma aliança contra a escuridão crescente e a estupidez do mundo bruxo em geral. Amélia com seus aurores e poder no ministério, Haesel com toda sua influência e poder.

Apesar das insistências de Dumbledore ela se recusou a voltar para os Dursley chegando ao ponto onde ela ofereceu-lhe para pagar uma casa em qualquer lugar que eles queriam desde que fosse longe. Eles aceitaram a oferta indo morar em um bairro de alta classe, que não colocou um dente em sua fortuna comprar uma residência ou colocar proteções mágicas secretamente para manter os comensais da morte ou Dumbledore de interferir antes de lavar suas mãos com o assunto e retornar a sua vida.

Seu treinamento de batalha subiu dez vezes naquele verão. Ela tinha diminuído sua carga teórica, para se concentrar em melhorar a si mesma física e magicamente. Tão boa como Ariadne poderia ser, ela não poderia ensinar Haesel tudo que ela queria por isso a jovem Lady acabou se inscrevendo em cursos de auto defesa, artes marciais e até mesmo alguns de armas, para complementar as aulas de Lady Zabini. Seu nível de duelo aumentou, com Blaise, Daphne, Tracy e ocasionalmente Luna e Hermione se juntando em duelar com números contra ela, para ajudar em batalhas com mais inimigos. Graças à Merlin, para o fato de que o ministério não podia rastrear magia se feito com varinhas diferentes das que eram registradas, especialmente em ambientes mágicos como a mansão Zabini.

Em cima disso, ela tinha finalmente terminado de catalogar suas memórias, com um pequeno percalço no final onde ela tinha encontrado uma versão de Voldemort em sua mente e teve que derrotá-lo para impedi-lo de assumir o controle de sua mente. O resultado disso foi surpreendente. Ela tinha não só ganhou um aumento de poder, mas havia um monte de novas memórias, algumas estrangeiras e outras suas, como o ano perdido de sua infância antes da morte de seus pais. (Lá se vai ela ter que passar por todas as memórias recém descobertas antes que pudesse dominar sua oclumência).

Ela constantemente amaldiçoou a si mesma ao lembrar do diário de Tom Riddle, que ela tinha esquecido completamente no fundo de seu baú, e finalmente perceber que ele era uma versão adolescente de Voldemort. Ela tinha consolado a si mesma por garantir-se que ela não sabia seu nome completo (Ela não tinha exatamente dado-lhe tempo para se apresentar além de uma breve menção não completa de seu nome) portanto não poderia decifrar um anagrama incompleto que ela não sabia que existia. Isso não aliviou seu pânico que a estupidez dos bruxos em geral era contagiosa. Ela gostava bastante da sua inteligência, muito obrigada!

As memórias de Tom Riddle eram bastante peculiares. Ela não literalmente sentia as memórias, como aconteceu quando era suas próprias memórias. Era mais como assistir sua vida em um filme, ou penseira. Ela estava lá, observando, catalogando toda as informações, mas ela não tinha reações pessoais como raiva de Tom ao descobrir que seu pai o tinha abandonado, ou triunfo quando criou sua primeira Horcrcux. Ela muito mais plano e impessoal, especialmente porque Haesel era apática no seu melhor, e raramente uma emoção duradoura era evocada em sua personalidade. Oh, ela era muito curiosa no passado de Voldemort e em seu conhecimento, mas essa era a extensão do seu interesse.

A única razão pela qual ela estava sequer considerando lutar contra o homem era simplesmente porque era obvio que ele nunca descansaria enquanto ela estivesse viva, e Haesel gostava muito de viver. Se ela tivesse certeza de que ele a deixaria em paz, ela provavelmente já estaria no Japão vestindo quimonos e experimentando sushis. Ou na Nova Zelândia curtindo uma praia.

Infelizmente Hermione nunca a deixaria ir, insistindo que lutar era a 'coisa certa a fazer' , mesmo que ela achava que lutar era estúpido e perigoso e que ninguém deveria sair por aí procurando problemas. (Hermione era uma pessoa bastante contraditória). O resto dos seus amigos provavelmente concordaria em se mudar e não se envolver se houvessem garantias, mas não haviam, por isso todos eles estavam se preparando para os conflitos iminentes. Haesel até adquiriu algumas armas de fogo para contrariar sua coleção de armas brancas. Claro era uma simples pistola, mas era uma vantagem que ela não iria negar.

Ela era apenas perifericamente ciente de toda a confusão ocorrendo nos jornais com a batalha Dumbledore Vs Fudge. A única razão porque ela sabia era pelos comentários de Ariadne e Sirius sobre o assunto, e o fato de que ela tinha deixado bastante claro que sua declaração no fim do ano anterior era sua declaração final, e que qualquer coisa dita em seu nome por segundos ou terceiros, não era sua palavra, e sim de outra pessoa. Isso desacreditou Dumbledore um pouco desde que o homem mantinha insistindo que ela era uma prova que Voldemort estava de volta. Ele estava certo é claro, mas Haesel não queria sua reputação arrastada na lama, e sua declaração deixava espaço o suficiente para interpretação para que quando Voldemort finalmente desse as caras, ela não seria chamada de mentirosa, que era o que ela estava tentando evitar o tempo todo.

Ela também tinha tomado um tempo para desafiar os quebradores de maldição com o enigma sobre o que o diário de Voldemort era exatamente. As respostas foram tanto satisfatórias como foram aborrecidas. Horcruxes. Sério? Felizmente os Goblins tinham um antigo ritual (E bastante caro! Foi o gasto mais alto que ela já tinha feito, mesmo incluindo seu submarino e a casa nova de seus tios!) que permitia usar o diário para verificar se haviam mais e criar um amuleto (Que também custou um monte!) que iria esquentar na presença de outras horcruxes, algo que facilitava sua busca para destruir as ancoras de Voldemort afinal, de que adianta derrotá-lo se ele só vai manter vindo novamente? Melhor fazer o trabalho completo! Embora infelizmente o amuleto levaria tempo, no mínimo um ano, por isso ela teria que esperar até obtê-lo. Com esperança ela conseguiria-lo durante o próximo verão e poderia finalmente dar início a caçada. (Curiosamente ela já poderia sentir seu sangue cantando em suas veias. Ela tinha vindo a conclusão de que ela tinha realmente um pouco de excesso de sede de sangue, mas pelo menos era gerenciável, e facilmente saciado tornando a vida de alguém miserável seja com palavras e manipulação, ao invés da caça e batalha. Ela era uma sádica assumida por este tempo, Ariadne tinha finalmente quebrado a ultima de suas resistências).

O início de um novo ano em Hogwarts, veio com um novo grande aborrecimento. Primeiro haviam realmente pessoas que acreditavam que ela tinha reivindicado que Voldemort estava de volta, quando ela tinha deixado claro que não podia confirmar ou negar nada, e portanto, tomaram por si à chamá-la de nomes e caluniá-la algo que ela respondeu com arquivando processo sobre processo, até que os idiotas calassem a boca. (Pena que não havia leis que permitiam que ela processasse o profeta, Leis de proteção contra a imprensa apenas não existiam no mundo mágico, Rita Skeeter, no entanto, era algo que ela estava muito orgulhosa de si mesma. Ela tinha com sucesso descoberto o pequeno segredo sujo da mulher e chantageado-a em submissão. Um simples contrato mágico vinculativo tinha garantido isso perfeitamente). Em cima disso havia, ugh, Dolores Umbridge.

Haesel agora tinha uma perfeita razão para odiar a cor rosa. A mulher era um demônio incômodo que testava sua paciência de forma terrível. Não só sua personalidade era irritante e arrogante, mas a mulher estava interferindo com seus estudos, sua vida em geral e dando em seus nervos em cada oportunidade possível.

A mulher tinha sorte de ter durado um mês antes que Haesel descobriu sobre as penas de sangue que eram ilegais fora de documentação legal, E mais ainda em crianças menores de idade, por isso quando Madame Bones veio com alguns aurores e prendeu a mulher antes de levar suas vítimas como testemunhas, Haesel estava lutando contra um sorriso de presunção o tempo todo.

Substituindo-a veio auror Shaklebolt quem era realmente um bom professor, e o resto do ano foi bastante agradável.

Se não contar é claro as visões irritantes que ela mantinha tendo com frequência. Felizmente Madame Bones estava mais do que feliz em verificar quando Arthur Weasley foi atacado pelo animal de estimação de Voldemort e teve tempo de salvá-lo. Então houve o incidente no fim do ano em que ela tinha desmaiado no meio de seus exames, com uma visão de Voldemort torturando Sirius em algum recanto sem vida do ministério da magia. Ela rapidamente terminou seu teste em tempo Record, antes de encontrar seu espelho comunicador para entrar em contato com Sirius. Descobriu-se que o homem estava perfeitamente bem, por isso ela tinha chamado Madame Bones e a mulher tinha invadido departamento de ministério com um batalhão de aurores do seu lado. Vários comensais da morte foram apreendidos, embora infelizmente Bellatrix Lestrange e seu Marido tinham escapado. Felizmente eles tinham McNair, o outro Lestrange, Malfoy e vários outros para compensar. Madame Bones tinha conseguido condená-los ao beijo do dementador imediatamente após um breve julgamento e interrogatório, com uma ajuda de Haesel para convencer o Ministo, quem novamente teve boa publicidade. O retorno de Voldemort tinha sido confirmado como vários trabalhadores do ministério tinham testemunhado sua batalha contra Dumbledore.

O verão antes de seu sexto ano foi praticamente o mesmo que o anterior, apenas com assuntos mais difíceis. Ela finalmente tinha conseguido mudar em sua forma animaga com a ajuda de Sirius que estava lhe ensinando desde o verão anterior, infelizmente sua forma animaga era tudo menos discreta, por isso ela dificilmente poderia usá-la a menos que ela quisesse ir berserker em Voldemort, algo que estava em seus planos, mas apenas em caso de falha para seus primeiros planos mais inteligentes. Sirius também estava lhe ajudando com aulas de duelos e tentando corrompe-la para se tornar um brincalhão como ele, e os gêmeos Weasley, quem eram seu mais recente empreendimento, afinal seus fogos de artifício tinham sido muito úteis durante o Torneio Tribruxo, por isso ela tinha patrocinado ambos, por uma pequena porcentagem de lucros e a condição de criar coisas úteis para seu uso. Ela ocasionalmente vinha com ideias que ela não poderia se importar em criar, ou desejava suas mentes loucas, mas geniais sobre, e enviava para ambos dar vida. Nas ocasiões em que ela tinha visitado os dois ou ajudado no processo de criação por uma razão ou outra, ela tinha realmente ouvido ambos rindo diabolicamente de forma que faria o Coringa orgulhoso. Apresentar aqueles dois aos desenhos animados e quadrinhos foi seu maior erro e sua ideia mais genial. Por um lado eles tinham um monte de novas ideias. Por outro lado, eles tinham um monte de novas ideias!

Ela tinha sido bastante curiosa quando eles lhe deram um mapa que espionava o movimento e identidade das pessoas em Hogwarts. Era um objeto genial. E sua mente coçava para explorá-lo.

Ela tinha absolutamente se deliciado com os livros da Biblioteca da família Black, (Ela tinha lido tudo que podia encontrar da biblioteca da família Potter em seus cofres, mas a maioria tinha sido destruído nas ultimas guerras). E foi ainda mais satisfeita quando Sirius descobriu suas tentativas de replicar o mapa e passou a lhe contar a história por trás do objeto, e oferecendo-se para lhe ensinar. Levou tudo que ela tinha para não cair de joelhos e gritar 'Sim, Por favor! Revele-me todos os seus segredos!', Haesel adivinhou que seria estranho, e se conformou com acenar e sorrir.

Outra coisa que a deixava bastante feliz foi que Nicholas e Penerelle tinham finalmente sido convencidos a ensiná-la coisas mais desafiadoras, ela tinha sido desgastando sua determinação lentamente nos últimos anos, especialmente quando ela tinha tempo para encontrá-los durante o verão, e ainda mais, quando Voldemort tinha retornado. Ambos gostavam dela de mais para deixá-la ir contra o Lorde das Trevas mais velho e mais experiente sem dar-lhe uma vantagem ou duas. Nada de pedra filosofal embora. Ou qualquer coisa nesse nível. Uma pena.

Ela ainda estava trabalhando através das memórias de Voldemort, que levou muito mais tempo do que suas próprias memórias tinham levado, afinal eram basicamente cinco décadas de experiências. Algumas delas que ela realmente não queria saber. Especialmente as aventuras sexuais do Lorde das Trevas quando ele ainda tinha a aparência. Ou tempo no banheiro. Ugh!

Pelo lado positivo ela tinha conseguido seu amuleto de detecção de Horcrux logo após o fim do ano escolar, que sentava-se perfeitamente alinhado entre seus seios na forma de um colar. Ela tinha imediatamente começado sua caça à Voldemort, porque quanto mais rápido tudo acabar melhor.

Sirius, Remus (Quem ela tinha começado a conhecer melhor porque ele estava quase sempre com Sirius quando ela visitava) junto com Ariadne e Blaise tinham insistido em vir com ela em sua busca. A última pessoa a formar o Time de Caça às Horcruxes era Bill Weasley, quem ela também tinha chegado a conhecer, e realmente gostava, ele era um cara bom, inteligente, absolutamente nada como seu irmão mais novo rude, Ronald, quem tinha a Idea estúpida de que ele era seu namorado e que eles iriam se casar em algum ponto. (Ela tinha lhe dado uma joelhada nas bolas e um soco quando ele tinha jogado o braço em seu ombro e tentado beijá-la a força e informá-la de que eles estavam namorando sem sequer lhe pedir. O nervo desse idiota!). Bill trabalhava para o Grigontes, por isso ela tinha oficialmente o contratou para ser seu quebrador de maldições profissional, que seria certamente útil. Ele também estava namorando Fleur, quem agora vivia em Londres e trabalhava no banco bruxo.

As primeiras duas horcruxes (Sem contar o diário que era a ancora para o amuleto e não podia ser destruído por enquanto) foram encontradas logo após ela recebeu o amuleto que imediatamente começou a vibrar em sua presença.

Depois de um monte de testes tinha sido concluído que ela era uma horcrux viva, criada quando ela sobreviveu a maldição da morte. Suas teorias eram que Voldemort estava planejando fazer uma horcrux naquela noite, mas o plano falou quando a maldição se voltou contra ele.

Suas emoções estavam em todo lugar, pela primeira vez, sem ela ir em uma agitação furiosa. Ela era uma Horcrux! Uma das coisas que mantinha Voldemort vivo! Uma das coisas que precisavam serem destruídas para Voldemort morrer. Ela iria matá-lo. Ela queria matá-lo. Ela tinha visto a memória da morte de seus pais, e ela tinha sentido mais profundamente do que nunca ao ver ambas as pessoas incríveis que seus pais tinham sido, se sacrificarem para tentar salvá-la. Tinha visto a memória tanto de seu ponto de vista, como o ponto de vista de Voldemort, e pela primeira vez ela realmente odiou, com um ódio tão profundo que parecia tocar sua alma, mas acima de tudo, ela amou. Amou seus pais, para decidirem mantê-la, e protegê-la, mesmo em um tempo tão turbulento e perigoso quanto ao que eles estavam vivendo. Para amá-la tão profundamente, que era claro em cada olhar, cada toque, ao ponto de que eles estavam dispostos a morrerem por ela. Ela iria matar Voldemort. Eles não mereciam menos que isso. Eles morreram por ela e se ela tivessse que morrer para vingá-los... Bem, ela só teria que se certificar de que Voldemort seria arrastado com ela.

Ela tinha finalmente entendido o que toda a conversa sobre amor fazer as pessoas mais forte era. Ela nunca tinha amado antes. Tinha sentido posse, raiva, e uma variedade menor de emoções, mas ódio e amor? Era algo novo, algo bastante perturbador. Ela não tinha certeza se gostava. Especialmente quando ela chegou a conclusão de que ela estava disposta a morrer por isso. Quando ela foi apresentada ao recém nascido Theodore Lupin alguns meses depois dessa descoberta, ela tinha descoberto um novo tipo de amor ao olhar nos olhos nublados do pequeno bebê de cabelos coloridos em seus braços, seu afilhado. Alguém que ela tinha responsabilidade de cuidar e guiar. Alguém que ela teria que criar caso Remus e Tonks não poderiam, foi uma sensação aterradora, esse tipo de poder sobre uma outra vida, e ela sentiu uma outra nova emoção, medo. Ela tinha medo de estragar essa pequena criatura inocente, medo tão forte que ela ficou momentaneamente sem fôlego, uma estranha pressão dolorosa em seu peito. Para alguém que nunca sentiu tão profundamente antes era uma sensação muito estranha e desconfortável.

Então ela continuou a olhar para o bebê inocente em seus braços e mais uma vez, como um soco no rosto as emoções estúpidas jogaram uma nova realização aterrorizante em sua cara. Seu amor por Teddy, seu afilhado, era um amor ainda mais forte que o amor por seus pais, porque eles já estavam mortos, e Teddy estava ali. Ela não podia fazer nada por seus pais além de vingá-los, mas Teddy? Ele estava ali. Sua vida estava apenas começando. E ela tinha vindo a perceber a verdadeira emoção que tinha feito seu pai subir contra um aterrorizante lorde das trevas desarmado, mas disposto a fazer qualquer coisa para garantir a vida daqueles que ele mais amava. A emoção que tinha feito sua mãe implorar para morrer no lugar de sua filha, e recusar a mover quando seus apelos foram negados. Ela tinha chorado, apenas duas vezes em sua vida. A primeira quando assistindo seus pais morrerem, e a segunda ao olhar no rosto de Teddy e perceber que ela iria ansiosamente morrer por ele se isso iria garantir que ele estivesse vivo e saudável para crescer e ter uma vida maravilhosa.

Se era assim que ela se sentia para Teddy o que será que aconteceria se ela nunca tivesse seus próprios filhos? O pensamento era assustador. A ideia de estar disposta a morrer por alguém era assustador. Ela ainda morreria por Teddy e seus pais, por Sirius e por todos os seus amigos. Ela mataria por eles também, mas estar disposta a morrer ainda era uma sensação horrível. Especialmente porque ela realmente não queria morrer, mas apenas o conhecimento que ela de bom grado o faria...

Ela nunca esteve apaixonada, nunca realmente pensou em ter seus próprios filhos, e com todas essas realizações, ela realmente não achava que queria. Amar, era tanto uma fraqueza quanto era uma força. E aparentemente suas fraquezas tinham crescido e criado raízes enquanto ela não estava olhando e a ideia de deixar mais delas se criarem não era agradável.

De volta às Horcruxes, a segunda Horcrux que ela descobriu quando recebeu o amuleto, foi algo que estava guardado dentro de um dos cofres do banco. Felizmente era um cofre de Bellatrix, que apesar de ser uma criminosa condenada, não tinha sido expulsa da casa dos Black, portanto Sirius tinha o direito de entrar no cofre tirar a taça para que eles pudessem destruí-la antes de colocá-la de volta e subornar os Goblins para manter o silêncio sobre toda a troca.

A terceira Horcrux ela tinha achado ao visitar o Ministério para ter uma breve conversa com Madame Bones, principalmente para checar com a mulher sobre todos os ataque de comensais da morte após a revelação do retorno de Voldemort, os Bones tinha sido uma das famílias atacadas, mas não houveram vítimas, porque ninguém estava em casa, Fudge no entanto não teve tanta sorte, portanto Madame Bones era agora o novo Ministro, o que facilmente coincidia com todos os seus planos. O amuleto tinha se incendiado assim que ela passou por Umbridge e o cordão exibido em seu pescoço com o relicário da Sonserina era uma dica óbvia. Ela teve que ser discreta é claro. Usando os ensinamentos de Ariadne ela drogou o chá do sapo velho e esperou a mulher cair inconsciente antes de roubar o cordão criando uma cópia com sua magia para substituí-lo.

Depois disso foi apenas uma questão de encontrar um local isolado e utilizar um pouco desse veneno de basilisco que finalmente se fez útil para destruir a peça vil de magia. Algumas semanas depois ela recebeu uma mensagem do Grigontes informando que Dumbledore tinha contatado o banco procurando informações para destruir uma horcrux, ela tinha então passado um monte de dinheiro, quase tanto quanto ela passou no amuleto, em cumprir seu mais recente plano. Os Goblins deveriam fazer um acordo com Dumbledore, uma forma de derrotar horcruxes, em troca de poder permanecer com a horcrux que ele tinha lhes apresentado afirmando que era uma joia criada por Goblins para fazer tudo mais crível. Claro tinha que haver a garantia de que a horcrux seria destruída por isso, Dumbledore ganhou um frasco de veneno de basilisco (Ela teria que ser especialmente cuidadosa de agora em diante, se o velho soubesse que ela era uma horcrux ele poderia tentar envenená-la, e ela não estava disposta a morrer até ter certeza de que Voldemort iria também), e pode assistir quando os Goblins destruiram a Horcrux no anel, Haesel a si mesma, também assistiu o procedimento, a partir de uma sala de observação imperceptível e diferente da que Dumbledore estava, e no fim, a horcrux estava destruída e ela teve um novo anel. Ela tinha dado um monte de dinheiro na bugiganga estúpida por isso ela com certeza iria mantê-lo, mesmo se fosse riçado e não exatamente a peça mais bonita e elegante de joia, foi caro, ela pagou, e ela iria manter.

Ela já tinha destruído duas Horcruxes, estava em posse de mais duas, e sabia a localização de outra que estava dentro do seu alcance, a partir de seus cálculos Voldemort teria feito sete, as memórias mostravam apenas seis. Portanto ela não sabia se Voldemort estava ciente de que ela era uma Horcrux (Duvidoso ou ele não estaria tão desesperado para matá-la), portanto, poderia haver uma oitava Horcrux que ela não tinha absolutamente nenhuma ideia do que era. A ultima Horcrux a ser destruída seria ela mesma.

O começo do seu sexto ano em Hogwarts veio com a proposta inesperada de tutoria de Dumbledore. O homem tinha a puxou de lado pouco antes do início das aulas e revelado que toda a razão que seus pais estavam mortos era porque Trewlaney a professora alcoólatra de Adivinhação queria um emprego. Ela era um pouco cínica sobre profecias, essa em particular, seus pais tinham morrido por isso afinal. No entanto ela aceitou a proposta do diretor, puramente por curiosidade sobre o que ele poderia lhe ensinar. Por toda a sua manipulação, Dumbledore ainda era um bruxo poderoso com vasta experiência que tinha aprendido sob Nicholas Flamel antes.

Foi um pouco decepcionante saber que suas aulas eram principalmente sobre o passado de Voldemort e Horcruxes, tudo que ela já sabia, mas não poderia revelar, por isso ela teve que fingir interesse durante toda a coisa. A única redenção era que ele tinha lhe emprestado um monte de livros interessantes, mesmo um que falava sobre horcruxes, embora a maioria era sobre transfiguração e feitiços, todos eram interessantes e praticamente nenhum que ela tinha lido antes. O diretor tinha rido de seu entusiasmo para os novos livros. Ao longo do ano ela se viu relutantemente ficando mais próxima ao homem, mesmo que ela ainda era cautelosa. Ela tinha vindo a conhecê-lo melhor e chegou a conclusão de que apesar de que ele gostava muito de brincar de Deus, a maioria de suas intenções eram puras (Ignorando o ditado sobre intenções puras) ele genuinamente queria derrotar Voldemort e acreditava que ela era sua única chance e que ele era o único que poderia guiá-la. Talvez se ela fosse outra pessoa, as coisas seriam assim, mas ela realmente não precisava de suas intromissões, apesar de não se importar se ela pudesse adquirir conhecimento dele. Ele tinha mais de um século de vida afinal, devia haver um monte de informação interessante em sua mente, e o ato senil não a enganava por um segundo.

Enquanto isso ela tinha seguido seu amuleto até o sétimo andar, e com um pouco de ajuda dos elfos domésticos (Dobby) ela tinha descoberto que havia a sala precisa mencionada em Hogwarts uma História era real, e que tudo que ela precisava fazer era pensar no que queria.

Levou várias tentativas para descobrir a sala onde a horcrux estava, e foi só quando ela tentou a coisa mais obvia e estúpida possível (Uma sala para esconder coisas) que ela finalmente achou o objeto maldito. (Uma tiara? Realmente? Há um padrão perturbador com essas horcruxes: Um diário, um anel, um colar, uma taça de ouro, uma tiara... O que será o próximo um vestido?). Depois de garantir a destruição da horcrux era passou a explorar o quarto e foi bastante surpreendida com tantas coisas aleatórias que a sala guardava. Ela tinha visto um vaso sanitário em uma pilha, uma coleção de revistas de pornografia vintage (Sim ela tinha tomado aqueles. Ela não era mais virgem, afinal. O verão tinha sido bastante produtivo, especialmente quando Charlie visitou da Romênia). Ela passou o dia explorando a sala, pegando tudo que lhe interessava, o tesouro de livros que ela tinha achado quase lhe deu um puro orgasmo mental de prazer. Especialmente as coleções de quadrinhos, algumas edições bastante raras que valiam fortunas, mas ela nunca venderia porque ela era um nerd total para esse tipo de coisa. Ela riu das roupas antigas bastante ridículas que ela encontrou, e babou naquelas que realmente eram bonitas (Orgulho e Preconceito, Shakespeare, alguém?), havia mesmo alguns livros, que quando ela verificou eram diários. Ela se divertiu bastante lendo alguns diários bastante picantes revelando as aventuras sexuais de uma bruxa. A mulher tinha estudado e ensinado em Hogwarts, e morrido através da esposa de um de seus amantes, e seus pertences tinham sido deslocado para a sala precisa pelos elfos, onde Haesel tinha achado e considerado interessante.

Ela não tinha conseguido explorar a sala completamente, mas prometeu voltar sempre que ela teve tempo, durante o ano para o que parecia uma grande interessante caça ao tesouro.

O resto do ano, entre aulas normais, aulas com Dumbledore, construindo e reforçando seus escudos de oclumência (Ela finalmente tinha acabado com as memórias de Voldemort, e estava trabalhando seu caminho em dominar tudo que ela tinha aprendido com elas) e todos os outros pequenos esquemas que ela tinha em trabalho, ela visitou e explorou a sala precisa. (Algumas vezes, ela não tinha conseguido acessar a sala, e tinha depois de um tempo decidido que outra pessoa sabia sobre o lugar e estava usando-o. Foi uma conclusão plausível, afinal ela não era tão arrogante à pensar que ela era a única a descobrir sobre a sala).

Finalmente o fim do ano parecia vir ao redor, com apenas poucas coisas interessantes para se falar. O novo professor de poções era um bastardo ambicioso, mas ele tinha oferecido Haesel muitas oportunidades de praticar suas habilidades políticas e sociais, bem como tornado as aulas de poções muito mais agradáveis. Defesa por outro lado, enquanto ela admitiria que era interessante, Snape apenas era muito irritante para se apreciar completamente. Houveram, é claro, as tentativas de assassinato, onde uma menina da Grifinória tinha sido enviada às pressas para o St. Mungus, por causa de um colar amaldiçoado. Ou quando alguns alunos quase foram envenenados ao beber um vinho oferecido por Slughorg, felizmente havia bezoar próximo por tanto ninguém tinha sido gravemente ferido. Ela tinha 94% e certeza de que Malfoy era um comensal da Morte, e que ele estava por trás das tentativas de assassinato, ela também tinha certeza de que ele tinha sido dada a missão de matar Dumbledore, e que ele não estava realmente muito satisfeito com isso se sua aparência e comportamento errático era uma dica. Malfoy era um idiota sim, mas Voldemort gostava de aterrorizar pessoas, mesmo seus seguidores, e Malfoy era sua mais nova vítima. Ela poderia apostar que Voldemort tinha ameaçado seus pais.

Haesel a si mesma, não tinha muitos escrúpulos contra matar pessoas (Lockhart, alguém?), mas ela tinha um conjunto firme de regras e linhas que não deveriam ser quebradas, apenas para garantir que ela não se torne um monstro como Voldemort. As memórias do homem, e os exemplos repetitivos do que ela poderia se tornar, nelas, eram um grande incentivo. Ela não odiava Dumbledore, mas ela não era muito amante do homem a si mesma, claro, ela gostava um pouco do homem, principalmente seu lado acadêmico, mas sempre havia uma subjacente desconfiança. Malfoy no entanto sempre tinha sido apenas um inseto irritante no fundo, facilmente ignorado, ela não gostava ou odiava o garoto, sendo na maior parte neutra.

Ela não queria que Dumbledore morresse é claro, mas ele era bastante forte e era duvidoso que ele iria cair para um pirralho como Malfoy depois de décadas de lidar com bruxos das trevas mais poderosos. Ela estava curiosa sobre sua mão ferida, mas não o suficiente para fazer muitas perguntas. Foi um pouco preocupante que ao invés de curar, a ferida parecia aumentar durante o ano letivo, e o velho sempre insistia que não era nada, e evitava tocar no assunto sempre que aparecia.

Pouco antes do encerramento do ano, Dumbledore tinha insistido em levá-la em uma viagem em campo para caçar uma horcrux, ela tinha concordado, afinal, talvez ele soubesse da única horcrux que ela não, mas no final a viagem foi um desastre. Eles estavam caçando o medalhão que ela já tinha destruído, Dumbledore tinha engolido a poção que causava dor e alucinações, Eles tinham por pouco conseguido escapar graças as lembranças que Haesel tinha de Voldemort, e então, para completar a noite já terrível, eles tinha voltado para a escola só para encontrar o castelo sendo invadido por comensais da morte, Dumbledore tinha lhe pegado de surpresa e a paralisado debaixo da sua capa de invisibilidade, e ela tinha assistir todo o drama com Draco, Bellatrix e o resto dos comensais da morte e então, enquanto Snape matava Dumbledore.

O feitiço tinha desgastado após a morte de Dumbledore, e ela tinha recuperado sua mobilidade com uma onda de fúria e um pouco de pesar pela mente brilhante que tinha sido perdida, bem como preocupação para seus amigos ainda no castelo. Ela tinha perseguido o grupo de comensais da morte com raiva, atacando e lançando feitiços quase sem pensar. Ela tinha conseguido desarmar Draco e deixá-lo inconsciente, bem como enfeitiçar Snape e Bellatrix, antes que o grupo tinha recuado com a chegada dos aurores. (Snape teria o cabelo rosa e seios por meses, e Bellatrix teria que lidar com genitálias falantes. Ela estava se sentindo um pouco viciosa e Sirius tinha lhe ensinado recentemente alguns feitiços interessantes).

No final, além de ferimentos tratados facilmente tratáveis, seus amigos estavam bem. Um monte de comensais tinham sido presos e seriam condenados a morte, mas um monte de alunos e alguns professores tinham morrido na confusão.

O fim de ano terminou em um clima sombrio, e nuvens escuras pairando sobre o futuro. O verão seguiu a tendência quando Voldemort adquiriu o controle do ministério a força, e matado um monte de gente, felizmente Tonks estava de licença maternidade, e Madame Bones, Shaklebolt e a maioria dos aurores na ordem, tinham conseguido escapar. Infelizmente, Voldemort tinha colocado preços por suas cabeças, especialmente seus amigos e a Ordem. Snape tinha se tornado diretor, comensais da morte andavam livremente e ela ainda não tinha achado a ultima horcrux. Claro, ela tinha algumas ideias, especialmente Nagini, mas a cobra estava sempre com Voldemort, e ela teria que chegar perto o suficiente para confirmar que o animal era uma horcrux, então escapar, destruir a horcrux no diário, destruir Nagini e só então a horcrux em sua cabeça poderia ser destruída deixando Voldemort vulnerável à morte.

Ela não retornou à Hogwarts quando o ano letivo veio ao redor disso ao invés disso se focou em treinar e planejar. Ela tinha também, tomado todo tempo que ela poderia para escapar e visitar brevemente lugares que ela sempre quis conhecer. Ela teve um piquenique na Torre Eiffel, tirou inúmeras fotos do Coliseu, Big Bem e os Campos de Tulipa da Holanda, viu o belo Taj Mahal em pessoa, Teve um ótimo dia brincando na Disney, Visitou templos e convenções de anime e cosplayer no Japão, teve uma noite selvagem em Las Vegas, provou o puro chocolate suíço, visitou lugares de lendas como a Transilvânia e a Floresta Negra na Alemanha, e lugares como o muro de Berlin e os antigos campos de concentração da Segunda Guerra, participou de torneios de duelos, visitou museus e zoológicos, visitou Charlie na reserva de dragão na Romênia.

No entanto, quanto mais o tempo passava, mais notícias de ataques e mortes chegavam e mais ela percebia que estava se enganando. Ela não precisava ser um super duelista para derrotar Voldemort, ela tinha 99% de certeza de que Nagini era a ultima horcrux, ela não precisava do amuleto para descobrir, entre as aulas de Dumbledore e as memórias de Voldemort, era obvio que Nagini seria o próximo no padrão para se tornar a mais nova horcrux. A cobra tinha estado lá na noite que seus pais morreram. Tinha estado lá no cemitério, tinha estado no Ministério quando ela teve uma das Visões de Voldemort, e as peças eram obvias de mais para se enganar. Tudo que ela precisava fazer era destruir o diário, caminhar até Voldemort e durar tempo o suficiente para atingir a cobra, seja com o veneno ou um fogomaldito, ambos iriam fazer. O homem poderia até deixar a cobra livre onde ela poderia ser morta, se ela jogasse suas cartas corretamente. Depois que a cobra estivesse morta, matar Voldemort seria muito mais fácil, talvez ela o cansasse o suficiente para alguém atingi-lo com algo mortal, uma maldição da morte, uma maldição quebra ossos no pescoço, uma faca para o peito ou um tiro na cabeça, seria fácil.

Portanto ela construiu sua coragem, e anunciou seu plano, garantiu que todos soubessem que Nagini precisava ser destruída para deixar Voldemort mortal mais uma vez, escreveu cartas de despedidas, explicando como ela era a ultima Horcrux que precisava ser destruída (Seus amigos mereciam saber a verdade, especialmente Sirius e Remus, especialmente Teddy, quando ele fosse mais velho e ouvisse histórias sobre sua morte), garantiu que sua ultima vontade estivesse perfeitamente em ordem com Teddy como o principal beneficiário antes que eles invadiram Hogwarts alguns dias depois. Sua presença em Hogsmead foi alertada aos comensais da morte por suas alas, e Voldemort estaria ali em breve, tinha certeza de que a noticia de sua presença específica iria arrastá-lo da toca, isso poupava o tempo de enviar uma mensagem convocando-o para batalha. No entanto deixava menos tempo para se livrar dos comensais da morte em Hogwarts e evacuar a escola das crianças antes que a batalha campal que certamente se seguiria acontecesse.

Eles derrotaram os comensais da morte na escola o mais rápido possível, e assumiram o controle da escola (Snape tinha escapado) passando ao redor chaves de portal para alunos em grupos de dez (McGonagall tinha passado os últimos dias fornecendo os meios de transporte porque apenas um membro do corpo docente poderia), dirigindo-os longe da batalha, para uma vila mágica à distância de Hogwarts. Os alunos mais velhos que queriam lutar como Neville Longbotton, Luna, Hermione, Blaise, Daphne, Tracy e uma variedade se Grifinórios, Lufas Lufas, com uma menor quantidade de Corvinais e surpreendentemente Sonserinos (Aparentemente Daphne, Blaise e Tracy eram bons exemplos para se seguir. Haesel não estava reclamando), se recusaram a deixar.

Assim como os últimos alunos estavam sendo evacuados a voz de Voldemort ecoou por todo o castelo exigindo que Haesel fosse entregada. Uma rápida olhada pelas janelas confirmou que eles estavam cercado por centenas de comensais da morte, sem contar os gigantes, dementadores, lobisomens e Acromântulas.

Enquanto toda a indignação da ordem e seus amigos causava comoção, ela discretamente escapou do salão após dar Luna instruções sussurradas, ela tinha certeza que a loira mais jovem sabia exatamente o que ela estava planejando como sempre parecia saber tudo, o olhar surpreendentemente triste e focado no rosto da menina e o abraço apertado que Haesel recebeu, trouxe algumas lágrimas que nunca cairiam em seus olhos. Luna não gostava de seus planos, mas ela não iria interferir como quase qualquer outra pessoa. Por isso Haesel seguiu o chamado de seu amuleto até a casa dos gritos, onde Voldemort, Nagini e Snape estavam. Poucos segundos depois de entrar na casa abandonada ela sentiu a vibração do amuleto em seu pescoço parar ao mesmo tempo que Voldemort caiu com um grito, Luna tinha destruído o diário em seu comando, portanto tudo que havia era a cobra e a si mesma. Enquanto Voldemort estava para baixo Haesel só podia esperar que Snape não iria interferir em nome de seu mestre e aproveitou a oportunidade de lançar a única maldição que ela sabia que não havia defesa (E que não iria drená-la terrivelmente como o fogomaldito) que era a maldição da morte, lançar essa magia deixou um sentimento doentio percorrendo seu corpo, mas foi um sucesso, todas as proteções de Voldemort ao redor da cobra foram inúteis contra a maldição da morte, e ele tinha sido arrogante o suficiente que ninguém do lado da Luz usaria algo como uma maldição imperdoável. Como a lama negra em forma do rosto de Voldemort morreu com um alto grito e o corpo da Cobra caiu no chão sem vida, Voldemort, agora furioso sem se importar com a próxima onda de dor por conta da destruição de mais uma Horcrux, se lançou em seus pés cuspindo em fúria. Snape pela primeira vez mostrava emoção parecendo absolutamente horrorizado e aterrorizado incapaz de se mover ao se pressionar na parede o mais distante dos dois inimigos possível.

— Haesssssseeeel Poteeeerrrrr, você morrerá por isso! – Voldemort sibilou em sua direção, o mal vil possível seus olhos vermelho queimando com ódio. Com muito mais calma do que ela achou que iria sentir Haesel apenas encontrou seu olhar pacificamente, sabendo que logo ele estaria morto. Ela iniciou o duelo enquanto Voldemort tentava dar um de seus discursos vilão, e de lá as coisas foram explosivas. Ela queria cansá-lo e machucá-lo o máximo possível, ela não iria ficar parada esperando ele matá-la. Nada disso. Ela não tornaria as coisas fáceis para ele e ela com certeza sairia com um estrondo.

Ela sabia a partir dos sons à distância que havia uma batalha acontecendo em Hogwarts, mas toda sua mente estava focada em absolutamente dizimar Voldemort. Ele foi bastante ágil e veloz, para um cara velho, portanto era muito difícil acertá-lo com nada, tudo o perdia completamente ou apenas roçava contra ele. Haesel deu tudo de si usando todos os feitiços, maldições, transfigurações e quaisquer truques que ela podia pensar, mesmo lhe dando um soco no rosto quando ele tinha chegado particularmente perto, foi um pouco decepcionante sem um nariz para quebrar, e ela se sentiu um pouco ofendida quando seu super chute nas bolas não o fez mais do que cambalear para trás um pouco antes de voltar a tentar matá-la com cada maldição viciosa que ele podia imaginar. Aparentemente seu novo corpo não tinha genitálias. Decepcionante. Ela queria muito que ele sentisse aquele chute.

Surpreendentemente, com toda sua força, habilidade e experiência Voldemort teve um tempo bastante difícil de atingi-la com qualquer feitiço também. Havia alguns que ela sabia que deveria atingido, mas então seu alvo parecia de repente falhar e ele atingia a parede atrás dela ao invés. É claro isso não impedia os detritos de atingi-la, mas seus feitiços apenas não pareciam querer atingi-la (Haesel era muito inteligente, e bastante poderosa a si mesma, mas suas experiências eram muito menores, e ela não estava nem perto de dominar tudo que ela sabia que Voldemort conhecia, talvez com mais alguns anos para crescer e aprender ela seria tão poderosa que poderia esmagá-lo facilmente em batalha, mas por toda sua inteligência, ela tinha apenas 17 anos, ele tinha décadas de duelos a mais que ela, as memórias dele, enquanto informativas não eram essencialmente suas por isso ela tinha que aprender e dominar tudo como se estivesse aprendendo de um livro. Uma coisa por vez, não eram memórias que ela podia acessar tão facilmente como as suas. Oh, ela com certeza podia derrotar praticamente qualquer um que não fosse na liga de Voldemort ou Dumbledore, no entanto, Voldermort era seu atual inimigo e infelizmente ela nunca iria descobrir todo seu potencial porque ela estava alguns passos de distância de sua morte) portanto, foi uma situação muito curiosa. Ela tinha aparatado para fora da casa dos Gritos em colapso, Voldemort bem atrás dela, ambos ansiosos para continuar sua batalha, ela não tinha certeza se Snape tinha escapado ou não, mas não era realmente importante. Finalmente, depois do que pareceram horas, mas foram apenas minutos, Voldemort a atingiu com um de seus cruciatus, fazendo-a parar subitamente com um grito em sua garganta. Quando a maldição foi retirada Haesel estava em seus joelhos, dor percorrendo cada nervo de seu corpo. Voldemort agora rindo passou por um de seus discursos irritantes que apenas fizeram-na querer gritar para calar a boca já e apenas matá-la. Ela ouviu com metade de uma mente, suas divagações de triunfo antes que ele decidiu que tinha tributado o suficiente e se preparou para matá-la.

Haesel fez questão de manter qualquer tremor anterior de seu corpo muito longe e encontrou seus olhos numa mistura de tranquilidade, aceitação e determinação. Ela iria morrer, mas esse bastardo iria com ela. Voldemort estava sangrando em vários lugares, assim com Haesel a si mesma, ele tinha usado um número bastante grande de magias poderosas, combinado com o cansaço do duelo, a destruição das suas horcruxes e o fato que o cretino com certeza gostaria de se gabar para o lado da luz, ele caminharia diretamente para a sua morte. Assim como ela.

Portanto, quando Voldemort pronunciou as duas palavras que tinham matado milhares de pessoas incluindo seus pais, Haesel sorriu.

[...]

Acordar parecia ao mesmo tempo certo e completamente errado. Sua mente estava meio nebulosa e trabalhando no piloto automático sem achar nada anormal. Mas, quanto mais sua mente consciente acordava, mais a sensação desconfortável em seu estômago aumentava.

Ela estava morta.

Ela não deveria acordar.

Onde ela estava?

Essa era a vida após a morte?

Ou era um purgatório? Ela certamente não tinha sido exatamente a pessoa mais benevolente e altruísta do mundo, seu sacrifício planejado, não obstante.

Não haviam chamas ou tormento eterno, sem barqueiros mascarados esperando para levá-la para ser julgada por deuses e semideuses, portanto não era o inferno ou o submundo. (Se ela realmente acreditava nessas coisas. Na verdade Haesel tinha mais fé em um reino de espíritos e reencarnação do que todo o sensacionalismo de céu, inferno, submundo, Elísio...)

Tão logo ela percebeu sua nudez e desejou roupas, ela de repente estava vestida. Exatamente com as roupas que ela estava imaginado. Sua mente correu a frente criando e destruindo teorias. O mais próximo que ela poderia igualar seria a Sala Precisa.

Porém, quando ela caminhou ao redor tentando imaginar a mudança de seus arredores, o espaço não se tornou o que ela imaginava e sim abruptamente, como se tivesse sempre estado lá de uma forma que seus olhos poderiam ver apenas na luz certa, no ângulo certo, ela percebeu que não estava em um espaço em branco infinito, mas sim, em uma estação de trem. Uma estação de trem completamente branca.

Ela tinha lido mitos e fantasia o suficiente para compreender as implicações de um lugar como esse após morrer. Embora ela nunca tinha imaginado que aconteceria com ela.

Notas no arquivo dessa história:
"1. Janeiro
2. Fevereiro (1 ou 2 Imbolc)
3. Março (21 oou 22 Ostara)
4. Abril (30 Beltane)
5. Maio (1 Beltane)
6. Junho (21 ou 22 Litha)
7. Julho
8. Agosto (1 ou 2 Lughnasadh)
9. Setembro (21 ou 22 Mabon)
10. Outubro (31, Samhaim, Começo do Ano)
11. Novembro
12. Dezembro (21 ou 22 Yule)

Lista de Leitura de Haesel:
Ilíada (séc. VIII a. C.), de Homero
Odisseia (séc. VIII a. C.), de Homero
As mil e uma noites (850 a.C.), de autor desconhecido
Razão e Sensibilidade (1811), de Jane Austen
Orgulho e Preconceito (1813), de Jane Austen
Mansfield Park (1814), de Jane Austen
Emma (1816), de Jane Auten
Frankenstein (1818), de Mary Wollstonecraft Shelley
O corcunda de Notre-Dame (1831), de Victor Hugo
Os três mosqueteiros (1844), de Alexandre Dumas
O conde de Monte Cristo (1845-46), de Alexandre Dumas
O morro dos ventos uivantes (1847), de Emily Brontë
Os miseráveis (1862), de Victor Hugo
Alice no País das Maravilhas (1865), de Lewis Carroll
Viagem ao centro da Terra (1866), de Júlio Verne
Crime e Castigo (1866), de Fiódor Dostoiévski
O Idiota (1868-9), de Fiódor Dostoiévski
Guerra e Paz (1869), de Leon Tolstói
Alice através do espelho (1871), de Lewis Carroll
O retrato de Dorian Gray (1891), de Oscar Wilde
As aventuras de Sherlock Holmes (1892), de sir Arthur Conan Doyle
A máquina do tempo (1895), de H. G. Wells
Drácula (1897), de Bram Stoker
A guerra dos mundos (1898), de H. G. Wells
Tarzan (1914), de Edgar Rice Burroughs
… E o vento levou (1936), de Margaret Mitchell
O Hobbit (1937), de J. R. R. Tolkien
Xadrez (1942), de Stefan Zweig
O Estrangeiro (1942), de Albert Camus
O pequeno príncipe (1943), de Antoine de Saint-Exupéry
O Senhor dos Anéis (1954-55), de J. R. R. Tolkien
Bonequinha de luxo (1958), de Truman Capote
Almoço Nu (1959), de William Burroughs
Laranja Mecânica (1962), de Anthony Burgess
O poderoso chefão (1969), de Mario Puzo
As cidades invisíveis (1972), de Italo Calvino
Entrevista com o vampiro (1976), de Anne Rice
O iluminado (1977), de Stephen King
A República, de Platão
Ética a Nicômaco, de Aristóteles
O Príncipe, de Maquiavel
Hamlet, de Shakespeare
O Senhor das Moscas, de Willian Golding
Robin Hood, de Roberta Masciarelli
O Amante de Lady Charterley, de D. W. Lawrence
Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley
Lolita, de Vladimir Nabocov
Nárnia, de C. S. Lewis
P.S.: Pode haver um monte de títulos faltando. Eu não consigo lembrar se eu coloquei algumas das séries mais modernas aí.
AHH LEMBRANDO QUE ENQUANTO AS FICS POSTADAS AQUI SÃO INCOMPLETAS SE PESSOAS O SUFICIENTE GOSTAREM E PEDIREM POR UMA CONTINUAÇÃO EU VOU TRABALHAR NISSO OK ENTÃO DEEM SUA OPINIÃO EM CADA CAPÍTULO!
Beijos
P.E.