Capítulo 4: Como eu descobri que álcool e Sirius Black é uma combinação mortal
Por Marlene McKinnon
Só para te lembrar do drama, eis o que aconteceu: Sirius e eu fomos a Hogsmeade, e eu pus meu plano em ação e pedi os ingressos do Desperated Ghosts de volta ao Mike, mas antes disso, Sirius me beijou, tipo, beijo de verdade. É. Eu sei... Mas, MEU MERLIN, como é bom! Juro que nunca tinha beijado ninguém daquele jeito. Nossas bocas tinham o encaixe perfeito, como se uma tivesse sido moldada na outra... Bom, voltando aos fatos, depois disso, nós fomos ao encontro duplo com Lily e James, e depois fomos só nós dois num lugarzinho bem romântico, fizemos guerra de neve e nos beijamos até eu ficar mais excitada do que eu jamais havia ficado com Mike Chang. E olha que com ele eu não ficava só nos beijos, sacomé, né... Mas o fato é que depois de me fazer... É, bem, você entendeu, ele pediu desculpas...
E agora eu não sabia mais o que estava acontecendo. A única coisa que eu sabia era que eu queria beijar Sirius Black de novo. Mas isso não aconteceu na semana seguinte. Quero dizer, nós ainda fingíamos e tudo, e quando estávamos juntos, nem parecia existir um climão estranho. Dávamos beijinhos de mentira e éramos namorados de mentira, até que na terça-feira da segunda semana depois do incidente em Hogsmeade, eu amanheci com um mau humor imenso. Eu havia sonhado com Sirius Black. Com os beijos dele. O cheiro dele. O gosto dele. Eu estava ficando louca. Desci as escadas para o salão comunal e dei de cara com a criatura me esperando.
Ele me cumprimentou com o beijinho xoxo usual, e foi logo perguntando:
– O que você tem?
– Nada.
– Me conta.
– Não é nada, Sirius.
– Lene... – ele me olhou nos olhos – Sou seu melhor amigo e seu namorado. O que você tem?
– É... – hora da mentira rápida – Mike Chang. Sabe, não é como se eu ainda gostasse dele, é mais uma sensação de orgulho ferido... E ficar fingindo felicidade sempre não ajuda muito... Às vezes eu queria poder me afundar em chocolate e ficar xingando ele, para variar.
Sirius parecia um pouco chateado, mas eu não conseguia entender o porque.
– Certo... – disse ele. – Eis o que vamos fazer: vamos descer e tomar café com todo mundo. Então vamos ao primeiro tempo de Feitiços, que é com a Corvinal. Deixamos que Chang nos veja juntos e felizes e, no intervalo, desaparecemos, e ele vai ficar se perguntando onde estamos e o que estamos fazendo. E então eu te acompanho em todo o chocolate e xingamento que você quiser, Marlene.
– Você é o melhor namorado do mundo, Sirius! – falei eu, começando a gostar da ideia.
Fizemos tudo como o planejado e, no intervalo, Sirius me levou até às cozinhas. Elfos domésticos trouxeram toneladas de chocolate e outros doces.
– E então... Pode começar a xingar. – falou ele, colocando um bombom na minha boca.
Eu mordi o bombom, mastiguei e engoli.
– Sabe... Não quero falar do Chang. – respondi – Por que, ao invés disso, nós não planejamos como será nossa ida ao show?
O show era no próximo sábado, e teríamos que sair de Hogwarts às escondidas para irmos, ficarmos em algum lugar em Londres e voltar no domingo de manhã, e isso exigia planejamento.
– Bom... – começou Sirius – Meu tio Alphard morreu e me deixou uma grana boa, e um apartamento no centro de Londres. Podemos ficar no apartamento, se você não se importar. Quanto à saída da escola, deixe comigo, tenho tudo preparado.
– Se você diz... Por mim tudo bem, podemos ficar nesse apartamento do seu tio. Vou conseguir um mapa de Londres com a Lils. Ela tem um mapa trouxa, onde ela sinalizou onde ficam os principais pontos bruxos da cidade.
– Ok, então...
Continuamos conversando e comendo... Ri muito com Sirius, até que só havia um bombom de avelã. Meu preferido, e o dele também. Nós nos encaramos, meio rindo, antecipando a disputa pelo bombom. Até que disparamos ao ataque. Eu fui mais rápida e coloquei o bombom na boca. Sirius fez cara de dó, e então, não me pergunte o porquê, eu prendi o bombom entre os dentes, oferecendo metade para ele. Eu podia ter mordido o bombom e dado pra ele. Eu podia ter pedido mais um bombom para os elfos, mas eu queria os lábios de Sirius Black nos meus. E ele veio. Mordeu metade do bombom, roçando os lábios no meu, me sujando de chocolate. Ele comeu o bombom, e voltou me dando um beijo para limpar o chocolate dos meus lábios. Merlin, Sirius era incrivelmente sexy. Ele se afastou.
– E eu? – perguntou. – Estou sujo?
– Está. – mentira, não estava não, eu só estava me aproveitando dele. Mordisquei o lábio inferior daquela boca maravilhosa. Suguei levemente, roçando a língua, provocando-o. Funcionou. Ele avançou pra me beijar, nossas línguas se roçavam. Era pura saliva, chocolate e avelãs, e era divino.
Nos separamos e eu resolvi optar pelo método menos doloroso de se lidar com isso: fingir que era normal, e pelo jeito, Sirius aprovou, porque não questionou, e, graças a Merlin, não se desculpou.
Quando voltamos para o salão comunal no final da tarde, Lily me esperava com uma cara de poucos amigos. Sirius sussurrou um "boa sorte" e me deu um beijinho de despedida.
– Onde vocês estavam? – disparou a ruiva.
– Por aí... – respondi. – Me divertindo.
– Posso saber como?
– Ora Lily, não seja indelicada. Só vou lhe dizer que envolveu chocolate. – eu dei uma risada marota. Lily boquiabriu-se e me deu um tapa.
– Você está ficando muito saidinha.
– Lily, querida, você só diz isso porque não sabe o que está perdendo.
Ela estreitou os olhos e saiu brava. Porque eu mentia para Lily? Sei lá. Mas minha melhor amiga era tão controladora que acho que foi a maneira que eu encontrei de fazê-la não me perturbar com perguntas perturbadoras: tocar num assunto que era tabu para ela. Sem falar que era divertido fingir que eu era mulher o suficiente para estar mesmo fazendo isso.
O resto da semana se arrastou. Eu queria muito que o dia do show chegasse logo, e quando o sábado finalmente chegou, eu me arrumei lindamente, com um vestido preto, meias arrastão e minhas botas de cano longo. Estava frio, mas eu sabia que dentro do lugar estaria tão quente que uma blusa só seria um incômodo. Ajeitei meus cachos lindamente, e completei a maquiagem com um batom vermelho.
Desci as escadas, o salão comunal havia sido gentilmente esvaziado com uma porção de bombas e bosta, por isso fedia bastante. Sirius me esperava, com jeans claros rasgados, camiseta preta e uma jaqueta de couro de dragão.
– Você vai passar frio. – alertou ele.
– E você vai passar calor. Vamos?
– Você está maravilhosa.
Eu sorri. Meu coração acelerou um pouquinho. Bonita eu estava acostumada, mas maravilhosa era algo além do que eu já havia ouvido.
– Você também. – respondi com sinceridade.
– Vamos? – ele me estendeu o braço.
– Vamos.
Ele jogou a capa da invisibilidade de James sobre nós, e eu tive que me colar a ele para que nós dois ficássemos invisíveis. Andamos pelos corredores, até uma estátua de uma bruxa de um olho só. Sirius murmurou algo e a estátua pulou, revelando uma passagem.
– Damas primeiro. – sussurrou ele.
Andamos até chegar à Hogsmeade, no porão da Dedosdemel, onde afanei alguns bombons e aparatamos para o centro de Londres. Entramos num beco e tiramos a capa.
– Certo... Mapa.
Não foi difícil encontrar o pub bruxo, que se chamava Dragão Verde. Sirius tinha um senso de direção fantástico e nos guiou para lá. O lugar era enorme, com bares nos quatro cantos, mesas no segundo andar e uma pista em frente ao palco. Sirius e eu nos esprememos em direção a um dos bares.
– Dois whiskey de fogo e dois vinhos de bétula. – pediu ele.
Eu procurei dinheiro na minha bolsa, mas Sirius já havia pagado.
– Ei! – protestei. – O próximo é por minha conta!
– Você já pagou os ingressos... E além disso, um cavalheiro sempre paga a conta no primeiro encontro. – riu ele.
Eu tomei um grande gole do meu vinho. Não era como se eu fosse uma grande bebum, mas também não era o que se podia chamar de fraca. Logo as bebidas haviam acabado, e Sirius pediu mais drinks, ao passo de que quando a banda entrou no palco, eu estava meio zonza.
Nos esgueiramos até a primeira fila, o tamanho de Sirius garantindo nossa passagem sem muitas complicações. Ali ele me pôs na sua frente, me apoiando e me segurando para que o empurra-empurra característico de um show de rock não me afetasse.
Eu pulei, gritei, dancei, e Sirius também, sempre me protegendo. O show estava realmente ótimo. As luzes eram tão lindas... A bebida fazia cada vez mais efeito...
Is This Love. Minha música favorita... Ao soar das primeiras notas, senti os dedos de Sirius apertarem com mais força minha cintura. Ele se aconchegou mais ao meu corpo e colocou a cabeça na curva do meu pescoço.
I should have know better than to let you go alone
Ele cantava, a boca no meu ouvido, me causando arrepios com aquela voz rouca. Eu estava prestes a enlouquecer...
It's times like these I can't make it on my own
Wasted days and sleepless nights
And I can't wait to see you again
Ele mordiscou o lóbulo da minha orelha, enquanto tomava fôlego para o novo verso. Os braços dele me envolviam de um modo protetor, que era delicioso, como se nada de mal pudesse me acontecer enquanto eu estivesse dentro daquele abraço.
I find I spend my time waiting on your call
How can I tell you baby my back's against the wall
Era como se nada mais no mundo existisse, apenas Sirius, seus braços ao redor de meu corpo e sua voz em meu ouvido. Nós meio dançávamos ao ritmo da música, as mãos dele alisavam as laterais do meu corpo. Eu tinha a cabeça jogada para trás, apoiada no ombro dele... Era como se meus lábios implorassem por um beijo dele...
I need you by my side to tell me it's all right
'Cause I don't think I can take it anymore
Então eu não aguentei mais e me virei de frente para ele, ficando completamente de costas para o show. Que se danasse o mundo, eu só queria que ele me beijasse... Ele encostou os lábios nos meus, mas não me beijou, simplesmente continuou a cantar a música, os lábios roçando provocativamente nos meus.
Is this love that I'm feeling?
Is this the love that I've been searching for?
Havia uma emoção genuína naquele momento. Não era o álcool, não era a música, não era o fato de termos nossos corpos colados... Era tudo, o momento todo era mágico. Eu queria beijá-lo, mas tinha medo de estragar aquela magia que nos envolvia.
Is this love or am I dreaming?
This must be love
'Cause it's really got a hold on me
A hold on me
Então finalmente ele me beijou. Colou os lábios nos meus com volúpia, trazendo meu corpo mais para perto. Eu arqueava as costas para trás, a boca dele na minha, as mãos dele me segurando como se eu pudesse escapar a qualquer momento. Eu não pensava em nada e pensava em tudo ao mesmo tempo... O vocal retomou a letra, ele se separou de mim, murmurando cada palavra, olhando nos meus olhos, como se realmente quisesse dizer tudo aquilo pra mim.
Can't stop the feeling
I've been this way before
But with you I've found the key to open any door
I can feel my love for you growing stronger day by day
And I can't wait to see you again
So I can hold you in my arms
Eu tinha lágrimas nos meus olhos, e me sentia um pouco boba com isso, mas aquilo estava realmente mexendo comigo. Era como se ele realmente quisesse dizer tudo aquilo pra mim, como se essas semanas como namorados tivessem mudado tudo...
Is this love that I'm feeling?
Is this the love that I've been searching for?
Is this love or am I dreaming?
This must be love
'Cause it's really got a hold on me
A hold on me
Nós nos beijamos novamente até o fim da música, quando eu me virei de novo para frente, mas continuei enroscada com ele. De vez em quando nós ainda trocávamos beijinhos. Nós não precisávamos fingir ali, mas ainda assim nos portávamos como se estivéssemos juntos, e isso fazia meu coração disparar. Eu queria estar com Sirius, mais do que qualquer coisa, eu queria ser dele...
Quando o show acabou, eu e Sirius não nos soltávamos. Eu não sei se foi o álcool, a música, a combinação, ou simplesmente eu mesma, mas eu estava determinada a não soltar Sirius.
– Quer beber algo antes de ir? – ele me perguntou com a voz doce.
Fiz que sim com a cabeça, e tomamos um último drink antes de sairmos pela rua, rindo e cantando as músicas. Quando havíamos nos afastado do pub o suficiente para que as ruas estivessem desertas, Sirius sacou a varinha, numa atitude protetora.
– Relaxa Six... Não vai acontecer nada. – eu disse rindo tolamente. Juro, me envergonho de mim quando eu estou alegre.
Em vinte minutos de caminhada estávamos no apartamento dele. Ele também nunca havia estado ali, por isso entrou cauteloso. Era ENORME. Muito luxuoso... Um loft, com uma cozinha maravilhosa, uma banheira quente, e uma cama imensa no único quarto. Só uma, mas eu não me importava.
– Six... Posso encher a banheira?
– Pode. – ele deu ombros rindo.
Eu descacei as botas e corri para o banheiro enorme, enchendo a banheira de mármore branco. Como tudo mágico, ela se encheu maravilhosamente rápido. Eu me despi e entrei na água, ligando a hidromassagem, fazendo uma montanha de espuma.
– Lene? Eu achei vinho! – gritou Sirius.
– Trás um pouco pra mim. – gritei de volta.
Ele parou na porta do banheiro.
– Posso entrar?
Eu analisei minha situação. Já tinha tanta espuma na banheira que não dava para ver nada.
– Pode...
Ele entrou e, por um instante, seu olhar pareceu vasculhar brechas na espuma densa. Eu ri bobamente, aceitando a taça que ele me oferecia. Ele se sentou ao meu lado, no chão do banheiro e segurou minha mão, enquanto conversávamos sobre o show, ainda empolgados.
– Bom, acho que já deu. – disse eu. – Você pode me trazer uma toalha?
– Claro...
Ele saiu do banheiro, e foi pegar nossa bolsa, que estava minimizada no bolso da jaqueta dele.
Logo ele voltou com uma toalha, e me entregou, saindo rapidamente do banheiro. Eu saí enrolada na toalha, e o encontrei no quarto, sentado na cama.
– Parece que vamos ter que dormir juntos... – eu disse.
Ele levantou o olhar, e eu vi desejo naqueles olhos cinzentos que percorriam meu corpo.
– É... Mas a cama é bem grande... Cabemos nós dois.
– Por mim ela até podia ser menor. – falei, e me amaldiçoei por isso instantaneamente.
– Bom, – ele parecia sem graça – Vou tomar um banho rápido. Não fuja.
– Não vou...
Merlin... Eu havia deixado Sirius Black sem graça... Meu Deus, o que o álcool não faz. Eu abri a mochila, peguei minha calcinha e meu pijama... Até que eu tive uma ideia melhor. Sirius havia trazido uma camiseta para dormir, que ele não havia levado para o banheiro.
Eu vesti aquilo. Sempre quisera fazer isso. É extremamente sexy... Me olhei no espelho. Não mostrava nada demais, visto que a camiseta dele me caía quase até os joelhos.
Eu andei pelo quarto, observando a coleção de discos trouxas que havia pertencido ao tio de Sirius, até que senti um par de mãos quentes correrem pelas laterais dos meus quadris.
– E eu vou dormir usando o que, hein? – sussurrou a voz rouca de Sirius em meu ouvido.
– Se vira. – respondi enquanto ele beijava meu pescoço. Arqueei a cabeça para trás, aproveitando a boca experiente dele na minha pele. Me virei de frente para ele e segurei o cós da samba canção que ele usava.
– Pra mim assim está ótimo. – completei, com um sorriso que eu esperava que fosse malicioso. Eu já estava pegando fogo. Queria Sirius sobre mim mais do que qualquer outra coisa no mundo.
– Pois eu acho que eu vou passar frio assim, e por isso eu devia arrancar essa camiseta de você pra usar. – ele respondeu no mesmo tom, me empurrando para trás. Senti a cama bater em meus joelhos e desabei no colchão macio, Sirius logo estava sobre mim, a boca na minha... A mão dele acariciava minha coxa, e eu levantei a perna, envolvendo-o. A outra mão dele se enfiou sob a camiseta larga, correndo pela minha cintura. Minha cabeça ainda girava, eu estava toda arrepiada, e tinha uma vaga consciência de estar puxando os cabelos dele com uma das mãos. Eu não sei como, mas a camiseta estava subindo, e ouso dizer que ela não era a única coisa a subir naquele quarto. Eu podia sentir o mini Sirius (que de mini não tinha nada) contra a minha coxa. Agora ele beijava meu pescoço. Eu sabia que meus olhos viravam, e que agora eu o abraçava com ambas as pernas. Não queria que ele parasse...
De repente eu senti a mão quente dele diretamente sobre meu seio. Ele apalpava rudemente. E eu não queria que ele parasse. Fechei os olhos e criei coragem. Desci minha mão pela barriga dele, deslizando por baixo do cós da samba canção e chegando lá. Ele ofegou sobre mim, obviamente tão surpreso quanto eu com a minha ousadia. Então a boca dele envolveu um dos meus mamilos e eu não sabia mais nem quem eu era. Eu via estrelas, meteoros, planetas, o que quer que seja. Não existia ar nenhum no mundo... Eu sabia que eu segurava o... Você sabe... E que ia parecer idiota se eu não fizesse nada com ele, por isso entrei em ação... A mão dele também deslizou... Entrou sob a minha calcinha e chegou lá... Meu Merlin, eu ia enlouquecer com aqueles dedos até que...
– Para, Six... Para...
Eu me afastei. Caí na real, e temi que merda aquilo teria virado se eu não tivesse tido esse estalo.
– Para... Por favor.
– Tá... Certo.
– Não se desculpe.
– Tá...
Ele sentou na cama, os pés no chão, olhando para o outro lado...
Eu o abracei por trás. Por quê? Não sei, sério mesmo. E então algo mais bizarro ainda aconteceu.
– Ainda não.
Sim essa fui eu. AINDA não. É eu sei, nem eu entendi.
– Vamos só dormir. – ele disse de modo carinhoso, me abraçando.
Eu me enrosquei nele, sentindo o rosto quente pelo que havia acabado de acontecer.
– Lene? – ele murmurou depois de alguns instantes.
– Hum?
– Eu nunca vou te forçar a nada. Nunca.
E então nós dormimos.
Oiieeeeeeeeeeee
Hoje eu vou deixar de preguiça e responder as reviews ahsuahsa
Booom, muito obrigada a Tati C. Hopkins e Nina Rickman, Alice Lupin, Carol Evans Potter (Mana-Filha), Veronica D.M., Renesme Potter e Deny Weasley por tooodo o carinho, e por terem lido essa bagaça e clicado no botãozinho ali embaixo pra mostrar o que acharam.
Obrigada tbm a todas as pessoas que adicionaram a fic nos favoritos ou no story alert. É bom saber que eu não estou postando pra nada...
Bom, o próximo chap é o penúltimo já, e como vocês podem ver... as coisas estão esquentando huhuhuhuh
Adoooro!
Bom povo, como sempre, um pedacinho do próximo pra vocês...
Nesse instante eu decidi. Marlene não seria mais minha namorada de mentira. Eu iria torná-la minha namorada de verdade. Quando dei por mim eu já a tinha em cima da mesa, arqueada para trás, os olhos fechados o rosto era pura luxuria, enquanto e beijava aquele pescoço macio.
Não percam o próximo capítulo: Como ela se tornou um Vício, por Sirius Black
BEIJOS GALERE
