O Grande Torneio Tribruxo

Capitulo 3

A Segunda Tarefa

Um loiro andava impaciente de um lado para o outro a frente da cabaninha de Hagrid, esse loiro estava nervoso e tenso. Olhava para o castelo de Hogwarts, ao fundo, e para o relógio de pulso. Castelo. Relógio. Cinco minutos. Nada de Harry aparecer. Finalmente ele viu um Harry ofegante correndo desengonçado em sua direção. O moreno estava descabelado, e desarrumado.

-O que você estava fazendo? –perguntou Draco arrogante. Não parecia estar de bom-humor naquele dia.

-Bem... Eu estava dormindo... –disse Harry encabulado, era verdade tinha sido arrancado da cama 10 minutos antes da Segunda tarefa começar, por Naville, um colega de dormitório. Mas ele tinha uma desculpa, o despertador, que ele tinha programado na noite anterior, não tocara.

-Não importa! Vamos logo estão todos esperando! –Draco pegou Harry pelo pulso e o guiou até o Lago Negro. Harry estava com uma calça Jeans surrada, tênis igualmente surrados, e uma camisa desbotada, roupas nada apropriadas para a realização da Segunda Tarefa. Draco, pelo contrario, estava preparado: uma bermuda preta, uma regata muito fina verde, para o tempo que fazia, estava descalço, e na panturrilha direita, tinha um suporte para a sua varinha. Harry se perguntava como Draco entraria no lago vestindo daquele jeito, congelaria no momento que entrasse em contato com a água.

As margens de cascalho do lago tinham uma meia lua de arquibancadas flutuantes nas águas do lago. Perto das arquibancadas, três torres se erguiam sobre as águas. Harry pode identificar que as duplas de Beauxbatons e Durmstrang já estavam em posto, aguardando a chegada dos dois. Draco empurrou Harry pelas garotas que queriam autógrafos e o atirou na torre respectiva de Hogwarts. Um calção preto, uma regata vermelha e um suporte para a varinha fora entregues para ele.

-Anda veste! Falta só 1 minuto para começar! –disse Draco impaciente.

Encabulado Harry trocou de roupas as presas e colocou a varinha no suporte. Draco já estava posicionado a beira da torre, olhando fixo para as águas.

-Toma, come isso – e Draco lhe entregou uma das bolas de cordas, que o mesmo assaltou do armário particular de Snape. Harry ficou olhando Draco engolir sem reclamar o Gelchicho. Tentou imitar, mas ao sentir aquela coisa viscosa e fria em sua boca, teve ânsia de vomito na mesma hora.

-Campeões, em seus postos! -Dumbledore, alguns metro de Harry, usou o feitiço Sonorus para sua voz poder sobrepor a da arquibancada. Harry tentava desesperadamente engolir, mas na tentativa teve uma crise de tosse.

Harry tossia muito, parecia que ia tossir a alma. Conseguiu engolir, mas teve que tampar a boca com ambas as mãos para não vomitar o guelricho. Ele se curvou para frente para não cuspir, estava ao lado de Draco, a beira da torre.

-Preparar!E já! – Dumbledore ergueu a varinha três bombinhas explodiram da ponta da mesma.

Os quatro campeões pularam menos Harry e Draco. Draco ficou olhando para Harry e bateu em suas costas de leve para ele parar de tossir. Depois bateu mais forte, o menino ainda tossia. Estava começando a sentir os efeitos de guelricho, perdeu a paciência com Harry e o empurrou com um ponta-pé para o lago. Em seguida se atirou nas águas.

Harry se debatia com ambas as mãos na garganta. Enquanto afundava lhe caiu a ficha. "EU NÃO SEI NADAR!". Tinha se preocupado tanto com outras coisas que esqueceu que não sabia nadar. Prendia a respiração, sentia seu peito arder, tinha que respirar. Não agüentou e soltou o ar, esperando pelo pirou, inalou a água, esperando que lhe invadisse os pulmões. Tomou uma golfada d'água e nada aconteceu. Tentou novamente e nada. Tirou as mãos da garganta e percebeu que sua pele tomou um tom esverdeado, meio cinza. Encarou suas mãos, seus dedos estavam mais alongados e entre eles havia membranas iguais aos pés de um pato. Encarou os pés e viu a mesma coisa.

Olhou para cima e viu nadando em sua direção Draco da mesma maneira, verde acinzentado com mão e pés alongados e com membranas. Ele nadou agilmente até ele até ficar ao seu lado. Apontou para frente e falou, ao fazer isso muitas bolhas saíram de sua boca, "Plarr Láááá´" Harry traduziu o que ele disse o seguiu. Nadaram por cima das algas rasteiras que tremulavam com a correnteza. Draco dava algumas braçadas, e deixava a correnteza o levar batendo apenas os pés. Harry não tinha a mesma habilidade, era desengonçado e fazia muitas bolhas.

Nadaram até uma grande saliência que descia igual a um precipício submarino. Draco nadou em direção a borda, e olhou para baixo. Era tudo muito turvo e escuro, puxou a varinha e murmurou mentalmente um lumus e a luzinha tremulou e iluminou poucos metros a frente. Harry seguia Draco a alguns metros de distancia, fez o mesmo que ele, mas se embolou na hora de falar o feitiço, bolhas voaram em sua cara e ele se curvou para trás. Após realizar o feitiço seguiu Draco até o precipício. Desceram vários metros, e finalmente viram alguma movimentação. Peixes grandes e pequenos. Harry olhava para frente sentiu algo roçar em sua perna, olhou e viu uma calda de tubarão passando agilmente por ele e ficar escondida entre umas pedras infestadas de limos e algas.

Foi em direção a calda de tubarão, sentiu uma vontade tremenda de tocar a barbatana do animal. Uma mão lhe segurou o ombro. Tomou um susto, e mais bolhas. Era Draco com uma expressão seria, e balançou o rosto de uma forma negativa, e seus olhos diziam: "Não toque nisso". E sem mais distrações seguiram caminho até ouvirem a mesma melodia que saiu de dentro do ovo de ouro que capturam na primeira tarefa. As paredes de pedra começaram a se expandir até darem caminho a uma planície vasta. Harry arregalou os olhos ao ver uma pedra muito grande em formato de um bicho muito estranho, tinha corpo de um humano muito magro, uma cabeça estranha e cabelos esvoaçantes, e abaixo da cintura era uma calda de peixe. A criatura rochosa e disforme segurava um lança. Harry ficou alguns segundos olhando para a estatua, até Draco o chamar.

As primeiras casas rudimentares foram aparecendo como a periferia de uma vila. Eram feitas de pedras, mas não assustavam tanto quanto seus habitantes. Harry nunca pensou que existiam seres tão feios, eram igual a criatura de pedra, mas eram verdes a calda era igual a barbatana de tubarão que tinha visto, e o cabelo era verde igual as algas do mar. Draco os ignorou completamente, como se eles não estivessem lá, e continuou a nadar. Murmurou um Nox já que a planise era iluminada debilmente pela luz da superfície. Quanto mais nadavam mais a melodia ficava alta.

Uma hora inteira você deverá buscar,

Para recuperar o que lhe tiramos...

Harry não fazia ideia do que eles haviam lhe furtado. Não era sua Firebolt, esta estava bem guarda em seu malão em baixo da cama. Ficou imaginando o que poderia ser. Então lhe veio o momento Eureka, não tinha visto Rony nem Hermione noite passada.

...já se passou meia hora, por isso não tarde

Ou o que você busca apodrecerá aqui...

Será que tinham capturado Rony ou Hermione? Nadou mais depressa, até ficar ao lado de Draco, chegaram até um pedestal feito de pedra, onde sereianos guardavam com lanças rudimentares pontiagudas. Draco arregalou os olhos ao ver o que eles estavam guardando. Eram seis corpos amarrados fortemente por corrente. Eram amarrados em duplas, com alguns metros de separação.

Draco tomou um susto ao ver quem estava amarrada, era Pancy. Varias bolhas saíram de sua boca, nadou rapidamente até o corpo de Pancy. Explodiu a corrente que a prendia com sua varinha. Tateou o rosto da menina e viu que um fluxo de bolhas continuo saia se sua boca. Olhou para Harry e viu que ele também, explodira a corrente do seu "tesouro". Era Rony, olhou para as duplas das outras casas. Viu Hermione, e mesma menina que dançara Gregório, uma menina de cabelos castanhos, com o uniforme da Sonserina. Ao lado delas, viu uma menina muito pálida, com cabelos muito loiros, e perdeu o fôlego novamente, ao lado da menina fantasmagórica, viu Blaise.

Soltou Pancy e viu que ela não sairia flutuando por ai, e foi em direção de Blaise, chegando a alguns metros dele, foi em impedido pelas lanças de dois sereianos que formaram um X em sua frente.

-Apenas um...- disse o sereiano da esquerda.

-Mas ele é meu amigo também!- um jorro de bolhas saiu da boca de Draco, mas ele foi firme.

-As regras dizem... Apenas um por campeão. –a voz fria do sereiano da direita cortou as águas.

Draco olhou para trás e viu que Harry estava na mesma situação que a dele, com Hermione. Mas não teve tempo de pensar em como driblar os sereianos, e dois tubarões adentraram o pedestal de pedra. Eles agarraram as correntes de Hermione e da menina-sem-nome com as mandíbulas. Draco olhou para a cabeça dos tubarões e depois para o tronco. Não era o corpo musculoso de um tubarão, eram homens com cabeças transmutadas de tubarão.

"Vito..." - Pensou tristemente Draco, ele ainda estava abatido com a morte misteriosa de sua mãe.

Viu que se os tubarões não tomassem cuidado eles partiriam as meninas ao meio. Nadou até perto deles, e cutucou o ombro de um este lhe virou a cabeça, lhe mostrando a boca cheia de dentes serrilhados. Draco lhe mostrou sua varinha e apontou com ela para a corrente. Ambos os meninos entenderam o recado, e usaram as varinhas para explodir as correntes, e agarram as meninas pela cintura e rumam a superfície.

Harry nadou para perto de Draco e tentou lhe disser algo mais apenas bolhas saíram. Draco se frustrou e murmurou algo. Harry sentiu as mãos escamosas de Draco lhe seguraram ambos os lados da face. Sentiu seu rosto pegar fogo mesmo embaixo d'água. Depois Draco encostou sua testa na dele. Sentiu como se a pele da sua testa fosse repuxada, e depois como se ele tivesse sido puxada igual a um elástico. Quando Draco soltou seu rosto, ainda tinha a sensação de que sua testa tivesse sido esticado e colada a algo.

"Pronto" disse uma voz suave em sua mente "Bem melhor..."

-Quem está ai? – bolhas atrapalharam sua fala. A voz em sua mente riu. E ele olhou para frente e viu Draco segurar uma risada.

"Sou eu seu bobo"-disse a voz- "Tente falar em sua mente"

"Draco?" - perguntou Harry se sentindo bobo, ao falar com a própria mente. "Como você fez isso?"

"Ora, é um feitiço, chama-se 'Partilha de mentes'"-a voz em sua mente tomou um tom pomposo, cheio de orgulho por saber um feitiço tão complexo. "Mas, enfim, se você quiser subir, leve a Pancy com você."

"Porque? Você vai ficar? Ficou lou..."

"É o Blaise que está ali" - a voz o cortou. Harry olhou para Draco e este apontou para o corpo do menino que ainda estava amarrado- "Ele é meu amigo... E sem ele eu não saio daqui"

Harry ficou dividido em levar seu amigo para a superfície, e ficar com Draco lá. Ele queria levar Rony para a segurança, mas não queria deixar Draco indefeso em baixo d'água.

"Vai pode subir..." – Harry sentiu a mão de Draco encostar-se a seu ombro. – "Eu sei me cuidar"- Olhou para ele nos olhos. A aparência podia estar completamente diferente, mas ainda eram os olhos que amava. Duas pedras preciosas. Um sorriso se formou no rosto de Draco.

Cortou lentamente a distancia entre seus rostos e o beijou, de leve, nos lábios. Olhou mais uma vez e Draco assentiu para ele. Beijou-o novamente, e nadou até os corpos de Rony e Pancy. Segurou os dois pelos braços e subiu sempre olhando para trás para ver se Draco ainda estava lá, ou se fora atacado por um sereiano. Entre a cidade dos sereianos e a superfície, era uma distancia para nadadores olímpicos.

Draco mantinha uma expressão preocupada desde a partida de Harry. Não sabia quanto mais tempo ainda tinha com o guelricho, sabia que era uma hora, mas não tinha certeza.

15 minutos faltam, apressem-se campeãs,

...Ou o que é seu será nosso, para sempre...

A voz dos sereianos soou levemente como uma brisa de verão, mas não suficiente para acalentar o coração de Draco. Ele mantinha a varinha firme em sua mão, pronto para lançar qualquer feitiço.

"Bem," falou com sigo mesmo sarcasticamente "Pelo menos não vou ser mandado para Azkaban se lançar uma maldição..."

Faltava apenas dez minutos para o tempo acabar, e nada de Fleur e Monique aparecerem. Elas tinham que chegar logo, antes do tempo acabar. E este estava quase acabando, os sereianos começavam a rodear os corpos de Blaise e da menina agourenta como se fossem abutres esperando um leão acabar de comer para pegar as sobras. Draco os protegia bravamente, ameaçando lançando um jorro de água quente sempre que preciso.

Sentiu uma leve vibração nas águas, como se um navio tivesse tocado uma buzina. Os sereianos se afastaram. O que significava que o tempo tinha acabado. Explodiu as correntes que prendiam os reféns restantes, e começou o exaustante trabalho de levá-los para cima. Parecia que quanto mais nadava mais longe a superfície estava.

Harry chegou à superfície, seguro com seu amigo e com Pancy. Os dois começaram a falar nos seus ouvidos, mas Harry só ouvia zumbidos como se fossem abelhas irritantes. Ele estava preocupado com Draco, se arrependeu imediatamente ao respirar pelas narinas e deixá-lo em baixo d'água. O efeito do guelricho tinha passado fazia tempos. Os outros campeões estavam cobertos por toalhas e cobertores, via Krum conversar com Hermione. Viu Gregório conversando com a garota-cujo-nome-não-sabia, e viu duas meninas de Beauxbatons chorando desesperadamente gritando e xingando Dumbledore em francês.

-Como o senhorrr perrmite? Non ten corrason? –Fleur soluça as palavras. Monique já não era tão amigável.

-Dégoûtant!Sans cœur! Misérable!- ela estava com os olhos mais vermelhos do que já eram - C'est mon cousin qui est là-bas son tombé!

-Monique! Assez! –disse a voz da Diretora de Beauxbatons. Uma mulher extremamente grande. – Dumbledorr sabe o que faz. - Não pareceu convencer muito ela, Monique continuou a resmungar pragas. Enquanto tentava consolar Fleur.

-Harry! Que bom que você já chegou! –ele olhou para os lados, Harry já estava sendo soterrados por cobertores. – Ora, onde está Draco?

-Lá embaixo, ele ficou para ver se a dupla se Beauxbatons chegaria. Diretor, eu não sei se ele vai...

-Acalme-se Harry, o jovem Malfoy sabe o que faz – a voz do diretor era energética.

Mas o peito de Harry parecia pesar uma tonelada. Ficou em pé na borda da torre flutuante esperando que, de alguma forma, Draco aparecesse lhe beijasse e dissesse que nunca mais iria fazer algo tão... Grifinório. Como se por um milagre, Draco finalmente aparece a supercie. Nadou desesperadamente até as escadas que subiam até torre e se prendeu lá. Chocalhando de tanto frio. Harry saltou dos cobertores, atirando-os para todos os lados. Correu até onde Draco estava encarrapitado.

-Draco graças aos céus - lhe ofereceu uma das mãos. As mãos de Draco estavam tremulas e frias. Ele tratou de puxá-lo para cima. Enquanto socorria seu amado, Blaise e a menina pálida foram recebidas pelas duplas de Beauxbatons. Harry puxou Draco, mas ele não pareceu querer subir. Puxou com mais força.

-Harry... –o queixo de Draco tremia, seus olhos estavam esbugalhados, e ele estava encharcado. – Um sereiano...

Harry ia falar algo, com "Que bobagem", mas as mãos do loiro foram puxadas das suas, e ele só ouviu o menor tomar um gole de ar, e desaparecer nas águas negras do lago.

-Draco! –o menino gritou. Todos que estavam por perto param de fazer o que estavam fazendo e olharam na direção de Harry. Disseram alguma coisa para ele, mas Harry não ouviu, ouvia apenas o bater do coração nos ouvidos.

"Você vai mergulhar?... Mas você não sabe nadar..." –disse uma voz dentre de sua cabeça.

Ele ignorou a voz, se levantou, tomou fôlego e impulso e mergulhou. A água continuava congelante, mas estava determinado dessa vez, bateu os braços desajeitadamente o mais rápido que pode, ao alcançar o mesmo penhasco de uma hora atrás, ele viu o sereiano com Draco. A criatura puxava Draco pelo pé, e este estava desacordado.

O peito de Harry parecia que ia explodir, e seus ouvidos, saltar do rosto, mas essa sensação foi embora quando viu Draco desacordado. Desceu atrás do sereiano, ignorando seus ouvidos que pareciam explodir. Era loucura o que estava fazendo e ele sabia disso, mas era Draco que estava lá embaixo, e ele faria qualquer coisa por ele...

"Qualquer coisa?... Enfrentaria a morte por ele?..." A voz novamente perguntou. E ele respondeu, "Sim!".

Puxou a varinha da panturrilha e conjurou um feitiço de ataque, o que deveria ter sido um Filipendo, mas não passou de uma onda muito forte, que o sereiano aproveitou para ganhar velocidade. Isso deixou Harry muito irritado, este soltou algumas bolhas, mas logo fechou novamente a boca, o oxigênio era precioso. Pensou em desistir, mas voltou a nadar mesmo tudo ficando escuro. Avançou mais alguns metros, e perdeu a consciência.

- ... arry... em? – ouvia algumas palavras disformes, sem entender muita coisa.

-Harry você está bem? –a voz era suave, mas parecia urgente, abriu o olhos que pareciam pesar uma tonelada- Graças a Deus!

Era Draco, ele estava seco, mas ainda estava com as roupas da execução da Segunda Tarefa. Harry estava deitado em alguma coisa macia, e com uma quantidade incrível de cobertores. Harry tentou se remexer, mas tossiu e sentiu sua garganta seca, e toda vez que respirava um chiado acompanhava sua respiração.

-Tente não se mexer, meu jovem. – disse uma mulher, do outro dado da maca na qual Harry estava. – Você ficou mais de 10 minutos sem reposição de oxigênio, então tente não falar, e descanse ao máximo.

"Você ainda pode falar comigo..."- Draco riu, após dizer mentalmente.

"O que aconteceu com aquele sereiano?"

"Foi um teste, pelo menos, foi o que Dumbledore disse. Ele queria mostrar a escola que somos uma dupla unida, foi como um teste de companheirismo, teste no qual passamos com louvor."

Harry ficou piscando, olhando incrédulo para Draco. Fora um teste? Ele não corria perigo? Uma fúria sem tamanho cresceu e, de repente, apagou em seu peito. Teve vontade de estraçalhar o filho-da-mãe que teve a maldita ideia desse teste, mas um alivio imenso por Draco estar sã e salvo.

Draco se aproximou de seu rosto, e o beijou de leve. Roçando os narizes disse.

"Obrigado por ir atrás de mim... Significa muito."

-Agora vamos a contagem de pontos, Campeões se aproximem, por favor! – A voz de Dumbledore retumbava no píer. Draco foi para fora dos biombos que formavam uma enfermaria improvisada, e caminhou até ficar ao lado de Krum.

-Fleur Delacour e Monique Rodrigueri –disse Dumbledore- 23 pontos, por não ter conseguido executar a tarefa.

A torcida de Beauxbatons aplaudiu e gritou.

-Vitor Krum e Gregory Melovot, 58 pontos. – os torcedores nórdicos calaram os franceses com seus berros bárbaros.

-Harry Potter e Draco Malfoy, esta é uma dupla que teve seu companheirismo testado, mesmo não tendo completado a prova em tempo ganhar dez pontos a mais por ter salvado os reféns de Beauxbatons. 70 pontos!

A torcida de Hogwarts foi de longe a mais animada, alguns alunos conversavam roucos no Salão Principal durante o jantar. Para os campeões foi posta uma mesa apenas para eles, menor que as demais, mas com comidas de todas as variedades.

-Eu ainda non acrredito que non conseguimos completarr a Segunda Tarrefa. – disse Monique derrotada, rolando uma carapaça de caramujo pelo prato.

-Isso me lembrra - disse Fluer se levantando e puxando uma Monique vermelha consigo. Elas caminharam rapidamente até onde Draco e Harry estavam:

-Obrrigada porr salvarr minha querrida irrmã! – disse Fleur.

-Obrrigada porr salvarr meu prrimo.- ao terminar de falar, uma caminhou para o lado direito de Draco e a outra para o esquerdo, e tascaram um beijo em cada bochecha do Sonserino.

-Hein?

-Isso é apenas um agrradecimento – disse Monique – Non pense que irrá se rrepetirr.

-Não esperava que elas tivessem essa reação... –disse Draco fitando o nada repousando no peito Harry que estava deitado sobre as raízes do Salgueiro Lutador. A noite estava calma, o clima agradável e o Salgueiro tranqüilo, mexendo seus galhos apenas para afastar insetos sugadores de seiva.

-Elas só estavam demonstrando o agradecimento que sentiam por você...

-Você está insinuando alguma coisa? – Draco estreitou os olhos, este que estava deitado ao lado de Harry, se posicionou em cima do moreno, sentando em seu colo. –Você quer que eu demonstre a minha gratidão também?

Harry ficou mais que vermelho, mas se rendeu aos caprichos de Draco. O loiro passou lentamente a língua pelos lábios de Harry, e ele os entreabriu, num convite a Draco, que foi aceito. As línguas travavam uma batalha, não cediam território, nessa batalha os óculos do maior ficaram embaçados pelo vapor da respiração de ambos. Harry, num movimento rápido, pôs Draco debaixo dele, e se acomodou entre as pernas do menor, sem romper o beijo, nisso os óculos se perderam entre as raízes. Uma mão do Grifinório foi explorar o território desconhecido que embaixo da camisa de Draco, este gemeu quando a mão alcançou seus mamilos.

Com os dedos de Harry fazendo movimentos circulares, Draco com ambos os braços puxou o pescoço de Harry para mais perto. E, novamente, trocaram de posição. Draco rompeu o beijo, e desceu com a língua pelo pescoço de Harry, desabotoou agilmente a camisa do moreno e segundo com sua trilha até o cós da calça do maior.

Massageando o volume da calça de Harry, Draco abriu lentamente o zíper, e abaixou a cueca, expondo o membro plenamente ereto. Harry ofegava, e suas esmeraldas estavam nubladas. Draco ficou apenas a observar as feições de prazer de Harry, e finamente concedeu os apelos mudos do moreno.

Passou longa e demoradamente a língua na cabeça vermelha do pênis de Harry, enquanto as mãos massageavam o copo e o saco escrotal. Harry gemia, uma de suas mãos desceu e se emaranhou na cabeleira loira de Draco, que se deleitava ao ver seu amado gemer de prazer. Colocou o membro na boca, sugando levemente fazendo movimento de vai e vem, foi aumentando o ritmo gradualmente, das mãos e da boca, sentindo o gosto salgado do pré-semên do Grifinório.

- Ora, ora o que temos aqui? – uma voz soou atrás dos dois, Draco rapidamente cobriu o pênis de Harry e fechou o zíper do maior, e se virou para olhar o visitante. – Imagine só quando todos descobrirem: "Draco Malfoy foi pego com a boca na botija".

-Gregory? –Draco fez uma voz fria; se virou e disse para Harry se cobrir- O que pretende? – voltou sua atenção para o loiro de Durmstrang a sua frente.

-Simples: você deixa eu e Krum ganharmos o Torneio, e nem Hogwarts e seu pai ficam sabendo de sua "opção". –O loiro sorria desdém, pensando que havia mais chances de ganhar o Torneio, mas sua "ameaça" foi frustrada.

-Faça como quiser, não tenho medo de suas ameaças. Vamos, Harry? – Draco se virou e estendeu uma mão ao moreno que já havia se levantado.

Harry se deixou guiar, apenas olhando para trás para ver se Gregory os acompanhava. O loiro não o fez, o que deixou Harry aliviado, ao mesmo tempo, porém, nervoso. Não sabia onde Draco estava levando-o, mas sabia que um sorriso malicioso não saia dos lábios dele. Adentraram por um corredor desconhecido ao moreno, e subiram algumas escadas, passando por várias portas. Quando chegaram, pelos cálculos de Harry, no terceiro patamar, Draco abriu a segunda porta a direta.

E ao fechar a porta, Harry se deu conta que fora prensado contra a porta. E Draco novamente o beijava de maneira sedutora. Harry ainda não havia fechado os olhos, então examinou o recinto, viu que havia uma cama, e se direcionou a ela, numa caminhada onde segurou firmemente a cintura do menor. E ao bater os joelhos na beira da cama, Draco deixou que o moreno deitasse sobre o seu corpo.

Era a vez de Harry assumir o comando, desceu, dando beijos, pelo peito de Draco, que na caminhada havia desabotoado ambas as camisas. Ao chegar ao cós da calça do menor, Harry aproveitou para tirá-la. E sem delongas abocanhou a membro de Draco, mordendo levemente e sugando, além dos movimentos de vai e vem. Não podia-se negar que o membro de Draco era menor que o Harry, mas era bem desenvolvido. Ao ver que Draco apenas gemia com as caricias, Harry foi mais intenso, sugou com mais força. Draco começou a gritar de prazer, depois de algum tempo gozou na boca do Grifinório.

Harry não engoliu todo sêmen, usou parte dele para lubrificar o anus de Draco. Massageou a entrada rósea do menor e lentamente penetrou um dedo, após sentir o aperto em seu dedo diminuir, Harry colocou com a língua mais um pouco da mistura de sêmen e saliva, penetrou mais um dedo. E foi assim até o terceiro dedo. Quando Draco já estava implorando para Harry que pusesse outra coisa, Harry atendeu ao pedido.

Posicionou Draco melhor na cama, abriu o zíper, exibindo o próprio membro, possicionou-o e rapidamente, para poupar Draco, o penetrou por inteiro. Draco soltou um grito de dor tão alto que Harry teve que beijá-lo, a Draco, para diminuí-lo. O maior se forçou a não se movimentar naquele espaço tão pequeno até Draco ceder.

Segundos depois do relaxamento, Harry foi crescendo o ritmo das estocadas lentamente. Tomado pelo prazer, Draco arranhava os ombros de Harry, que estava possuído pela luxuria, com as bochechas vermelhas, e o coração desparado.

-Harry!- Gemia Draco entre as estocadas.

Os óculos de Harry se perderam no meio dos lençóis. Harry, após alguns minutos na dança sensual, ejaculou dentro de Draco, junto com o mesmo que derramou sua essência entre os corpos. Harry recostou a cabeça no ombro de Draco, e ao regular as reparações, Harry tirou o membro flácido do interior de Draco, e se deitou ao seu lado. Ambos adormeceram relaxados pelo orgasmo, sem proferir nenhuma palavra de amor, pois estragaria o momento.

o.o.o

Alguns dias se passaram desde o encontro com o loiro de Durmstrang. E Gregory, as vistas de Draco, não havia dito nada ainda. "Ou o camarada falou para todo mundo, e estou fazendo papel de bobo me preocupando, ou ele não disse nada"-pensou o Sonserino.

Durante as refeições Gregory olhava diretamente para a dupla de Hogwarts com um olhar de que sabia de algo, e que, logo, deixaria todos a par de seus conhecimentos. Como uma criança travessa que sabia um segredo e estava a minutos de compartilhá-lo. Ao caminharem até as masmorras, a dupla de Hogwarts foi surpreendida pelo loiro.

-E então, se divertiram? –perguntou Gregory com um sorriso diabólico no rosto.

-Do que você está falando? –perguntou Draco, se posicionando a frente de Harry. O moreno podia ter toda a coragem do mundo, mas era claro que: em situações que exigiam o auto-controle, ele não era escalado para este serviço.

-Então realmente aconteceu, não é?

-Eu até responderia se você fosse direto. –E iniciou uma marcha rigorosa até a sala de poções.

-Por que você, Potter, está tão nervoso?

-Harry, entre na Sala. – Draco possuía um tom gélido ao disser aquelas palavras, e sem questionar, o moreno entrou. –Você não se direcione assim com ele.

- Desculpe se feri os sentimentos do seu namoradinho. – os alunos que saiam e os que esperavam para entrar na sala pararam para ouvir o "dialogo" da dupla. –E então gostou de foder ele?

Draco parou por alguns segundos, examinando o semblante de Gregory. Ergeu uma sobrancelha e sorriu.

-Sinto muito, apostou no cavalo errado. Você se equivocou, Harry não passa de um amigo para mim.

-Não sabiam que amigos chupavam uns aos outros!

-Não sei do que você esta falando, eu nunca fiz um oral numa mulher, quanto mais num homem. – As meninas ao redor de Draco começaram a cochichar algo, e ao falar certas coisas ficavam vermelhas.

- Você é gay! Eu sei que você é Gay!- Gregory gritou para Draco apontando na direção do mesmo.

-Sou? Então pergunte as meninas presentes se é verdade? –Todos os meninos riram, e se direcionaram as suas aulas sabendo que o menino de Durmstrang estava tentando incriminar a pessoa errada. Gregory teve, por fim, sua ameaça frustrada. Não poderia usar a opção sexual de Draco como trunfo para ganhar o Torneio, precisava de uma prova concreta.

Ao adentrar a sala Draco conversava com um menino Sonserino, Harry ficou ao lado de seus amigos esperando alguma reação de Draco, se sentou no meio dos Sonserinos. Quando Snape entrar na sala todos se calaram e voltaram sua atenção para o mesmo.

"Fique tranqüilo."- disse a voz de Draco em sua mente. Quando pensou em fita-lo.- "Tente não olhar para mim. Qualquer coisa que Gregory achar que pode denunciar nosso relacionamento, ele usará."

"O que vamos fazer então?"

"Fingir que somos apenas colegas. Olhe discretamente para a janela à direita." - Ao fingir olhar para o quadro Harry, pelo canto do olho viu um gavião pousado na janela.- "Aquele é a mascote dele. Mas, meu amor" - a voz de Draco ficou suave- "Não se preocupe. Após a terceira tarefa, eu assumo tudo."

"Não."- Draco, que fingia a escrever algo, levantou a cabeça fingindo olhar para o quadro, porém o mesmo estava vazio. "Você já fez tanta coisa, eu assumo." O Sonserino sorriu, voltando a baixar a cabeça para o pergaminho.

"Mas por que você não o deixa ganhar o Torneio?"- disse telepaticamente Harry durante a aula de Trato de Criaturas Mágicas.

"Por que mesmo sendo da Sonserina, eu tenho orgulho de estudar em Hogwarts, e tenho que ganhar esse Torneio para esse colégio. Assim terei com que me orgulhar no futuro."

Draco não olhou uma vez sequer para Harry. Nem durante as refeições, como se só discutisse assuntos com Harry se fosse alguma estratégia para as tarefas. Mesmo sabendo que esse afastamento era para o bem dos dois, Harry se sentia solitário, tinha que relembrar a noite que tiveram juntos, por vários dias, no banheiro, mas sem nunca gemer o nome de Draco, ele pronunciava mentalmente, e muita das vezes recebia uma resposta.

"...Harry..." – Draco fazia o mesmo, se masturbava durante o banho para se sentir menos vazio.

o.o.o

Vitor Krum estava caminhando até o navio de Durmstrang, que estava atracado Ancouradoro de Hogwarts, algumas meninas o seguiam, então ele se apressou em subir a rampa que levava ao convés. Desceu algumas escadas e adentrou em sua cabine. Colocou a mão no bolso para pegar seu relógio, e percebeu que além do relógio havia um pedaço de papel lá.

Retirou o papel, e viu que numa caligrafia fina estava escrito "Draco". Se apreçou em ler o conteúdo do bilhete. Na mesma caligrafia, em búlgaro, estava escrito:

"Vitor, como seu amigo de longa data espero que entenda meu pedido:

Sei que para você vencer não é tudo, ao seu companheiro de equipe, porém, é. E este está usando do artifício de minha opção para ameaçar a mim e meu amigo Harry, tentando nos convencer a deixar você e ele ganhar este Torneio.

Espero que você me entenda e converse com ele a respeito.

Draco."

Vitor leu e releu o bilhete, não acreditava que seu companheiro pudesse fazer uma atrocidade daquelas. Mas confiava em Draco muito mais do que em Gregory, então preferiu não conversar, pois se sabe que se aprende muito mais rápido com uma surra do que com mil afagos.

-Gregory. –uma voz chamou sua atenção. – Venha cá um momento.

-Sim, Krum?

Vitor não respondeu, o que vez Gregory virar o rosto. Um soco lhe acertou a mandíbula e o fez cair no chão.

-Caralho Krum! Que porra é essa?

-É verdade que está ameaçando as outras duplas? – Gregory foi pego de surpresa, gaguejou que não. Vitor lhe deu um chute no pescoço, que fez o loiro bater com a cabeça na parede de madeira do navio. – Se eu souber que você está ameaçando novamente, as outras duplas, as conseqüências serão piores.

"Alguém contou. Krum não descobriria sozinho. Com toda certeza foi aquele viadinho de Hogwarts! Ah, ele me paga!"

Esses pensamentos corroíam o interior de Gregory, ele estava cego por vingança, e ele iria se vingar, e até a realização da Terceira Tarefa, não pretendia vigiar nem Draco nem Harry, ele já tinha um plano.

"Por hora, vou deixar aquelas bichinhas se comerem. Fizeram Krum se voltar contra mim. Agora tornaram isso pessoal."- Pensou Gregory maquiavelicamente enquanto tecia os detalhes de seu novo plano.

o.o.o

Draco caminhava pelo campo de luta da Lufa-Lufa para ir conversar com alguns que amigos que o esperavam por lá. No caminho foi surpreendido com uma águia, de inicio pensou ser uma coruja, porém, a coloração das penas lhe inçaram que se tratava de uma águia real. Penas negas, marrons e brancas, bico amarelo e fatal, assim como suas garras.

A águia ficou fazendo círculos a alguns metros da cabeça de Draco, até o mesmo entender que esta queria pousar. Estendeu-lhe um branco, e a águia fechou com delicadeza as garras ao redor no braço do loiro.

- Olá, Kelda. – em resposta a águia entoou um magnífico crocitar, era a águia de Vitor. Podia-se ver que esta possuía um pesado de papel pardo na pena, Draco desfez a pequena corda que prendia o bilhete, e o animal levantou vôo.

"Problema resolvido" - a resposta de Krum foi bem direta.

Sem pensar muito Draco correu em direção ao amigos a sua espera, com uma desculpa de ter que fazer uma poção para Snape, correu em direção ao castelo. Por conhecidencia, ou por cálculos bem feitos por parte de Draco, este encontrou com Harry, saindo de um corredor, e não sendo acompanhado por ninguém. Novamente, por conciedencia, Draco puxou o moreno para um armário de havia ali perto.

- Mas o que...? –Harry apenas sentiu alguém, muito provavelmente Draco (pois viu uma cabeça loira passar voando diante de seus olhos), lhe puxar o braço, e segundos depois bater em uma parede, ouvindo uma porta se fechar. –Draco?

-Senti sua falta... -o Sonserino lhe envolveu o pescoço e apenas recostou a cabeça na curva do ombro do maior.

Harry, impelido por pura luxuria, trocou de posições com Draco, num movimento brusco. Com uma mão puxou o queixo de Draco, e a outra correu pela cintura do menor. Após o queixo erguido, iniciou-se um beijo. Harry passou um joelho entre as pernas de Draco, que foi muito bem recebido. Draco sabia que o aconteceria seria desconfortável, mas não se importava com a dor naquele momento, queria apenas que seu amado o invadisse.

Passou os braços ao redor do pescoço de Harry, o mesmo segurou a parte externa de ambas as coxas de Draco e o ergueu, sem romper o beijo, rapidamente baixou o cós da calça do Sonserino e o próprio, posicionou a glandes do membro que já se encontrava ereto, e o penetrou. Harry viu estrelas de prazer assim como Draco, este prendeu ainda mais as penas ao redor na cintura de Harry, para maior conforto a ambos. As estocadas eram fundas e ritmadas, até que ambos chegaram ao ápice. Ofegantes deslizaram até chão, aos beijos com os corpos relaxados.

-Limpar... –Draco sussurrou ainda abraço a Harry, que já havia retirado o seu membro de Draco.

- Por que me fez uma repentina aparição? –perguntou Harry, depois de colocar Draco sentado em seu colo, e analisar que o local onde fizer amor era um armário de vassouras.

- Por que a barra tava limpa. –o Grifinório fez uma expressão interrogativa. – Vito resolveu nosso problema.

Depois de saírem discretamente com uma capa de invisibilidade, foram para um pavilhão escondido, e ficaram que nem duas crianças, a ver imagens nas nuvens. Sim, era verdade, ao ver dos adultos, eles ainda eram crianças, mas com muito mais maturidade do que um casal que está junto a mais de 40 anos.

- Olá pessoal... – disse uma voz conhecida. – Calma não precisa se preocupar.

Era Gregory, Draco pôs novamente a masca de gelo conhecida como a herança Malfoy. Ele estreitou os olhos, como se pudesse fazer Gregory pegar fogo.

-O que você quer? –perguntou o loiro friamente.

-Vim pedir desculpas... Sério, eu não queria entregar vocês, eu só queria ganhar o Torneio para os meus pais se orgulharem de mim... Mas Krum me fez ver que ganhar não é tudo, espero que vocês aceitem as minhas sinceras desculpas. – Gregory possuía um hematoma imenso na parte esquerda do rosto, e suas feições eram serenas, era claro que dizia verdade.

Ou pelo menos, ele tentava fingir que dizia a verdade, seu interior burbulhava, a adrenalina tinha um efeito alucinógeno sobre o seu corpo. Draco, não respondeu, e Harry, ao seu lado, continuava parado, sem respirar, esperando uma reação do Sonserino.

- Tudo bem, tenha uma boa tarde... –Disse Draco, voltando sua atenção para o céu, olhando uma forma serpenteada. "Uma cobra... Ele está mentindo." Harry ouvi esse pensamento.

Despedindo-se educadamente Gregory se virou com um sorriso diabólico. "Eles acreditaram!" E com esse pensamento se afastou.

- Eu não confio nele. – disse Draco, ao apontar para uma nuvem em forma de um coelhinho. - olha: um coelhinho!

Harry tinha um mal pressentimento quanto a Gregory, não sabia o porque, mas confiava em Draco. As semanas se passaram e a Terceira Tarefa estava próxima. Gregory precisava fazer algo que cativasse a confiança de Draco, e só havia uma opção.

-A próxima Tarefa será um labirinto em busca a Taça do Torneio, que ficará no centro do labirinto.

-Por que você está me contando isso? –perguntou Draco desconfiado.

-Só achei que fosse justo você saber... Até logo.

"Vai para o inferno..."- pensou o Sonserino. Não acreditava naquele menino, mas não custava nada pesquisar alguns feitiços, apenas por precaução.

Monique: Nojento! Sem coração! Desgraçado! É o meu primo que está lá embaixo!

Diretora (esqueci o nome dela): Monique! Basta!

Olá pessoal! Foi mal pela demora! Espero que tenham gostado, por que eu sei que fico podre.

Beijos!