N/A: Agora sou apenas dona da minha monografia de história que está me afastando do mundo das fanfics.

Quando a chuva passar.

Capítulo 4.

- Você tem que estar brincando! - Foreman exclamou.

- Não, não estou. Parei de beber. - Chase disse.

- Vai amarelar agora, é? Por quê? - Cameron o provocou.

- Porque simplesmente tenho medo do que pode acontecer comigo se eu beber um pouco mais. Em outras palavras, tenho medo do que VOCÊ pode me forçar a fazer e eu não estou a fim de perder cinquenta dólares tão facilmente.

Ela mostrou-lhe a língua e ele retribuiu o gesto.

- Pare com a palhaçada e coloque sua bunda bêbada na cadeira agora mesmo! - Foreman já estava perdendo a paciência.

- Se eu continuar bebendo, quem vai levar a SUA bunda bêbada pra casa??

- Eu é que não entro num carro com DUAS bundas bêbadas! - Cameron avisou.

- TRÊS!! - Os dois médicos exclamaram ao mesmo tempo.

- Odeio vocês.

Todos riram.

- Então é isso! Agora eu vou é procurar uma água porque uísque não bebo mais!

- Isso é bobeira! Você vai acabar tomando pelo menos um gole hoje!!

Chase balançou a cabeça negativamente.

- Ah, mas o senhor vai sim! Palavra de líder de torcida!

O intensivo caiu na gargalhada e Foreman engasgou com a bebida. Ambos viraram-se para Cameron.

-Você?? Líder de torcida??

- Impossível!!

- Viram, vocês não sabem absolutamente nada sobre mim! - Ela respondeu triunfante.

- De fato...deveríamos deixá-la bêbada mais vezes! - O neurologista disse para o colega.

- O que o clube do Bolinha está sussurando aí?

- Me desculpe, Luluzinha! - Chase caiu na gargalhada. - Prometemos não te excluir mais das conversas.

- Você está cruzando os dedos? - Cameron olhou desconfiada.

- Euuu?? Nãããããão! - Ele escondeu as mão.

- Está sim! - Ela correu até ele na intenção de agarrar-lhe as mãos mas tropeçou. E ele a pegou nos braços.

- Tudo bem com você? - Cameron se perdeu no imenso mar azul nos olhos do intensivo.

- O quê? Hã?

- Tá tudo bem?

- Sim, sim, só bebi um pouco demais. - Ela sentiu seu coração bater um pouco mais forte.

- É, é a bebida, não é? - O rosto de Chase adquirira um vermelho quase que instantaneamente.

Cameron assentiu com a cabeça nervosa.

- Você pode soltar as minhas mãos agora.

- O quê?

- As minhas mãos...eu já te segurei, você pode me soltar agora.

- Ah! Desculpa! - Eu estava agarrando-o esse tempo todo?

- Não tem problema. Errr...melhor eu sair agora. Volto daqui a pouco.

- Ok...- Foi tudo que ela conseguiu dizer enquanto observava-o distanciar-se.

- Quando parar de babar, me avise, ok?

- Foreman! - Ela exclamou! Deus do céu, eu havia me esquecido completamente dele! - Eu não estou babando.

- Sei...você não pode culpar a bebida, Cameron. Ela apenas te desinibe. Se você agarrar o Chase bêbada, é porque sempre quis. O uísque só te deu um empurrãozinho.

- Cala a boca.

Foreman se divertia como nunca.

- Quer tornar as coisas mais interessantes?

- Fala da aposta? Quer perder todo o seu dinheiro, é?

- Não sou eu quem está morrendo de vontade de pular em cima dele desde o primeiro minuto que ele entrou nessa sala.

- Mentira!

- Ok, me deixe ajeitar a frase. 15 segundos depois que ele entrou na sala. Como eu não percebi isso antes??

Cameron engoliu em seco. Na verdade, ela se sentiu atraída por Chase desde o primeiro momento, sim. Quem não se sentiria? Mas ela era um profissional, e além do mais ele não valia a pena, ela havia se convencido disso. Mas agora...

- O que você propõe?

- Eu tenho certeza que vocês vão acabar se agarrando. Minha dúvida é quando ao depois. Escute...se você gostar da pegação e querer bis, vai ter que me pagar duzentos dólares.

- Nada vai acontecer.

- Aceite, então. Você não vai ter nada a perder.

- Te pago cem, mas só se eu gostar. Se não, você volta pra casa sem nada.

- Tentando diminuir o preço, é? Nunca imaginei que um cara desses fosse seu tipo.

- Eu também não. - Ela respondeu sinceramente. Sempre considerou Chase um cara puxa-saco, aproveitador, mas agora ela já não tinha tanta certeza. - Talvez ele não seja o tipo que eu achei que fosse.

- Cento e cinquenta dólares. Minha oferta final.

Ela deu de ombros.

- Certo, tanto faz! - Ela pegou uma garrafa de uísque e se dirigiu a porta.

- Ei, espera! aonde vai?

- Vou fazê-lo beber. - Saiu

- Garota de palavra, hein? - Foreman riu.

Continua...

N/A: Como eu disse, to fazendo monografia de história pro colégio e ainda tenho que ler vários livros. E logo em seguida o que que vem? PROVAS! Ah, que felicidade!

Postei esse capítulo porque ele já tava escrito. Devo atualizar só a mudar de idéia ou a de nárnia porque elas já estão escritas. Obrigada pela paciência e pelas reviews!

Antonio, amore mio, você é maravilhoso! Amo-te demais!

Bruno, não consegui escapar do "deu de ombros" novamente. É incontrolável.

Camila, você é a minha provadora de fics! huashauh

Isabela, preciso dizer alog? ahushaush.

Lygia, obrigada por estender o prao do challenge. Verei se dá tempo.

Mil beijos!