Disclamer: Eu ainda não consegui ter o Harry pra mim. Tia JK não colabora!
4. Quando a máscara cai.
"Nem uma semana passou e aqui estou eu de novo andando pelos corredores para ver o diretor". E de novo ele não sabia o que esperar. Principalmente depois da ultima reunião que tivera em sua sala, ele achou aquilo altamente surpreendente, algo que ele não acharia possível, depois de tudo que já vira, vivera, e sentira nessa vida. Ele achava que nada mais o surpreenderia, grande besteira, ele sempre pensa isso. Sempre vinha alguém provar que ele estava errado.
Ele costumava achar que a sua vida se resumiria aos maltratos dos Dursleys, se enganara. Achou que eles seriam o mais cruel que a vida poderia lhe impor, aí conheceu Voldemort. Achou que o mundo era apenas a parte triuxa até conhecer Hagrid e ser apresentado ao mundo bruxo. Achou que nunca teria amigos, Rony e Mione estavam aí para lhe provar o contrário. Pensou que Snape era do mal, percebeu que estava errado. Achou que tivesse um pai perfeito, se decepcionou. Achou que ia ter um padrinho e morar com ele, e a vida lhe passou uma rasteira. Costumava ver o mundo preto ou branco. O lado bom ou o ruim, o doce ou o amargo, a dor ou a exultação. Descobriu as várias nuances que se pode ter em uma situação. A linha que separa os opostos é tênue, débil.
Harry ainda estava com as roupas do dia, quando assistia às aulas, quando a ultima aula terminou ele subiu para a sala comunal e nem chegou direito já tinha recebido um recado do diretor pedindo para ir vê-lo. Não tivera tempo nem para trocar a roupa. Deu sua mochila pra Rony levar para o dormitório e foi ver o que seria dessa vez.
Enquanto Harry caminhava para a sala de Dumbledore, torcia e rezava para alguma surpresa que o diretor fosse lhe fazer fosse boa. Quase gemeu ao ver quem lhe esperava na sala junto com o diretor. Draco Malfoy. Por mais que ultimamente ele não tivesse o enchido a paciência, não via jeito de sair algo de bom ali.
Boa noite, diretor, Malfoy. – Mesmo cansado ele tinha que ser educado, não?
Boa noite, Harry. Sente-se.
Harry obedeceu. Estava cansado mesmo. Teria ficado um bom tempo esparramando nas poltronas da sala comunal com os amigos se não tivesse que atender Dumbledore.
Queria falar comigo, senhor? – era melhor acabar isso logo.
Oh sim, Harry. O senhor Malfoy me fez uma proposta. Queria consultar você que de certa forma é o mais interessado, antes de aceitar, mas devo dizer que acho a iniciativa brilhante. – os olhos faiscaram. – Fiquei muito surpreso também. – e olhou para Malfoy.
Posso saber do que se trata? – "sem rodeios por favor".
Devo lhe dizer que meu pai me mandou uma carta... – Harry soltou um grunhido impaciente – com noticias que de certa forma me favoreceram muito. Lucius quer se encontrar comigo no passeio de Hogsmeade. Deixou bem explicito que me castigaria se não fosse. – E de repente num estalo Harry percebeu um fato estranho. Malfoy chamava o pai de Lucius. Mas por que?
Humm...
Acho que ele pretende me dizer qual é a missão que me colocará no circulo dos Comensais de Morte. – Agora Harry não entendeu mais nada, Malfoy estava bem ali assumindo claramente na frente dele e de Alvo Dumbledore que ele planejava se tornar um Comensal. Pior, ou melhor, ele não sabia dizer, estava dizendo exatamente seus passos até lá, por que?
Por que?
Perdão?
Por que está dizendo isso. Está dizendo que vai se tornar um Comensal e ainda diz como vai fazer, por que ta dizendo isso tudo, ficou louco?
Severus. –Ele disse.
Com certeza ele estava louco. O que Snape tinha a ver, e ele o chamava pelo nome de batismo!
Que?
Severus é um Comensal. Mas mesmo assim está do lado da Ordem, do seu lado.
O queixo de Harry caiu. Tanto que deu um pequeno estalo. Ele sabia da Ordem. Por Merlin ele ia dizer tudo ao pai!
Como? Como você sabe da...
Bom, mais do que saber Potter, eu pretendo fazer parte dela, por isso estamos aqui – agora pela primeira vez sua voz mudou, estava sendo gentil, e normal até agora, quando ele continuou teve um leve tom de irritação – o diretor quer sua... permissão... digamos sua aceitação, melhor, quanto a esse fato. – Ele parecia aborrecido agora. Principalmente por que certamente era o fato de ter que depender da permissão ou o que fosse de Harry que o fazia bufar o que dizia.
E o olhou em expectativa. Harry não articulava nada, tamanha surpresa, bem que ele tentou, mais só conseguiu encarar Malfoy de volta, sua cabeça dava voltas, Malfoy estava sendo amigável, pelo menos a maior parte do tempo, ele sabia da Ordem, ia entrar pra ela e Dumbledore parecia ter aceitado, tudo bem que ele estava ali para dar sua opinião, mas adiantava não concordar? Dumbledore o convenceria e ele não duvidava que no final estivesse achando que fora ele, quem quisera por Malfoy na Ordem, Dumbledore tinha um poder persuasivo sobre-humano.
Então Potter?
Você, na Ordem? Por que?
Pelo mesmo motivo que você. Não pretendo seguir Voldemort, isso basta para que eu seja seu inimigo e alvo em potencial, não o principal claro, acho que esse mérito sempre será seu – ele deu uma risadinha – mas ainda assim, ele acha que serei para ele amanha o que Lucius é hoje. O braço direito. Não pretendo sê-lo, não ache que terei remorsos em lutar contra meu pai, se acha que é esse o problema. Mas eu resolvi que seria mais proveitoso se eu usasse isso em beneficio de vocês. Eu tenho mesmo que ter um lado na guerra. Eu escolho... a luz.
Mesmo que ele tivesse finalizado sua surpreendente fala com um olhar falsamente dramático Harry sentiu algo por Malfoy que jamais esperaria sentir, e que achava meio fora de lugar. Respeito. Ele continuou, Harry se mantinha em silencio procurando sinais de que ele estivesse mentindo, mas ele não achava nenhum.
Não tenho mais vontade de atuar nesse papel de homem-crápula que tenho fingido ser, não acho agradável destratar as pessoas Potter, nunca achei, fazia por que assim meu pai ficava satisfeito. Só por isso. Mas devo dizer que você é um caso á parte. Às vezes você era cruel nos revides. – ele riu. Sem malicia nenhuma, aquele não podia ser Draco Malfoy. – Mas se eu não chamasse pelo menos o inimigo numero um de Voldemort por um apelido maldoso que espécie de Malfoy eu seria? E se não desprezasse os Weasleys que se associam a sangue-ruins? E se não destratasse os sangue-ruins? Só que eu não pensava realmente assim. Nós não somos amigos Potter – realmente, se ele dissesse que eram Harry tinha certeza que Saint Mungus o receberia com prazer – mas inimigos também não. Pelo menos não precisamos mais ser.
Ele fez uma pausa. Repirou fundo como se preparasse para resumir os tópicos de uma aula e finaliza-la, como um professor faria.
Entende o que eu digo Potter? Eu finjo.
Nossa, você me enganou direitinho. – Harry foi sarcástico, mas estava tentando fazer Malfoy se contradizer, mas para sua imensa surpresa ele disse:
Bom, eu apenas faço as coisas bem feitas, eu apenas fiz vocês pensarem que era por orgulho de ser um Malfoy. Não era. Eu tenho orgulho de ser o Draco, não importa muito o sobrenome. E voltando ao ponto principal, o que eu propus ao diretor foi que eu espionasse meu pai para a Ordem. Mais tarde eu poderia espionar o próprio Lord.
Só agora Harry reparou que ele falava aquilo sem medo só com uma indiferença tranqüila. Achou estranho.
- E também quero que saiba que não vou mais importuna-lo como antes, só na frente dos demais para manter as aparências, mas pode falar com a Granger e com o Weasley que nos temos que manter as aparências, mesmo que nós não precisemos mais nos digladiarmos enquanto estivermos entre nós. Em alguma reunião da Ordem, por exemplo.
Aquele Malfoy era novo. Incrível, ele parecia até gente quando não xingava ele e seus amigos. Ele poderia conversar com aquele Malfoy, ele parecia alguém interessante. "Dããã, Harry, não viaja muito, ainda é o Malfoy, você trata ele como se fosse uma pessoa diferente". Mas o pior – pensou Harry – é que de certa forma era outra pessoa. Totalmente desconhecida.
A menos que isso fosse outro sonho, o mais real e surreal que ele já tivera, Malfoy era uma pessoa que ele não conhecera de verdade, e agora talvez conhecesse. Isso poderia ser legal.
Malfoy + legal. Numa frase só ainda parecia estranha para Harry.
Aceito.
Eles fizeram umas caras de surpresas tão grande quando eu disse isso. – Harry deu umas risadinhas. – talvez eu mesmo estivesse tão surpreso quanto eles.
Harry, obviamente saiu da sala do diretor doido pra achar Rony e Mione acordados e poder contar tudo o que ouviu na sala do diretor ele precisava saber que eles achavam disso, acabou de contar que aceitou a proposta de Malfoy, bom se ele realmente, estava fingindo ser aquele ser que era o tempo todo, talvez eles achassem legal como Harry conhecer que estava por trás da mascara.
Tu pirou de vez agora, não foi?
Ahn?
Harry, o que Rony está tentando inutilmente expressar – ela olhou com desprezo o garoto que ficou um pouco vermelho, depois continuou - é que é muito estranho que você de uma hora pra outra, passe a confiar no Malfoy a ponto de ser a favor que ele entre pra Ordem. Eu também não entendo como você se deixou levar!
Vocês não entenderam – Harry tentava se fazer entender – vocês tinham que ver, eu digo a vocês aquele com quem eu falei na sala do diretor não é o Draco Malfoy que chateia a gente. A propósito, ele disse que a partir de agora se ele provocar agente, finjam que estão com raiva, mas não se ofendam, por que, segundo Malfoy, nós teremos que manter as aparências.
Rony e Mione olhavam o amigo como se não o conhecessem. Ele estava louco, confiar e defender Malfoy, o Malfoy cujo pai quase matou ele e Gina. Malfoy que o xingava e a eles também. Fizeram algum tipo de lavagem cerebral nele só se foi. Eles olhavam o garoto com uma cara de quem-é-você-e-o-que-fez-com-nosso-amigo e esperavam algum sinal de sanidade no garoto.
Péra gente, vocês me conhecem poxa, eu não tô louco! Eu simplesmente to dizendo a vocês que pode ser verdade, mas eu também não vou aceitar sem provas. Agente só tem que marcar um encontro com Malfoy e dar um jeito de provar se ele ta mentindo ou não entendem? É por isso que eu to contando logo pra vocês. Eu quero que me ajudem com isso.
Ah! Parece que agora você ta falando a mesma língua que nós! Agora sim, cara eu sei até o que faz ele falar – disse Rony com um sorriso sinistro nos lábios – agente solta ele com o Grope na floresta proibida, depois se ele não falar a verdade – ele continuou com um ar sonhador no rosto – aí agente joga ele no meio dos centauros, ou então pendura ele em cima da lula gigante, ou pega emprestado um dos explosivins do Hagrid ou...
Rony!
Quê?
Não se empolga. Ele tem que ta vivo depois, senão não adianta.
Poxa Mione, você sabe cortar nosso barato.
Harry riu.
Posso sugerir algo viável? – Mione tentava soar seria, mas ainda tinha um ar de riso das alternativas cogitadas por Rony. – E perigoso também? – os dois imediatamente ficaram mais atentos. – Acho que a alternativa mais simples é ver se ele cumpre o que diz.
Sim Mione, até agente provar, se, ele estiver mentindo ele já dedurou metade dos planos da Ordem!
Hermione suspirou. "Eles são lentos".
Tentem me acompanhar. Harry, você disse que ele vai se encontrar com o pai amanha, não é? – Ele assentiu com a cabeça – Então o que temos que fazer é simples, espionar os dois amanha e ver se ele realmente conta tudo o que sabe a nós. É simples. Se ele disser tudo sabemos que podemos confiar se ele mentir, bom, aí eu dou licença pra você dar ele pros explosivins Rony.
Rony parecia assombrado.
Mione, eu já te disse que às vezes você me assusta? Mas o plano é perfeito! Malfoy não vai poder sair dos limites do povoado, agente só tem que seguir ele com a capa de invisibilidade e escutar tudo. É genial!
Combinado então. Temos planos para amanha. Beleza. Vamos dormir. Eu to ficando com sono. Boa noite.
Boa noite. – eles responderam em uníssono.
Harry subiu e os dois ficaram a sós. E muito constrangidos, nenhum dos dois falava nada. Rony quem quebrou o silencio.
Eu falei serio sabe, sobre o plano, mesmo, eu nunca pensaria em algo tão bom.
Ah, era o mais lógico a fazer sabe, nada de incrível. – Ela corou com elogio.
De novo eles ficaram apenas se encarando envergonhados.
Mione?
Sim.
Err... nada não.
Como nada, Rony? Fala.
Eu só, só pensei sabe? É que já que agora não dá mais pra nós três ficarmos embaixo da capa, eu vou esperar vocês no Três Vassouras aí vocês me contam tudo certo?
Eu quero ficar com você. – Ela corou mais ainda com a sua audácia. "Droga! parecia que eu queria dizer ficar de ficar, não ficar de ficar esperando" (N/A: Insandidade?).
Sério? Ahn então tá. Eu vou dormir boa noite. - E subiu as escadas pro dormitório quase voando. "Nossa que susto! Parecia que ela queria dizer ficar de ficar não ficar de ficar esperando". ( o.O ) "Claro que não Ronald! Você é que fica sonhando de mais. Melhor dormir logo e se acalmar pra amanha. Ele ia ficar a tarde toda sozinho com ela!" - ele estacou na porta do dormitório – Quê que eu vou fazer!"
"Ai, meu deus que foi que eu fui falar! E agora eu vou ter que ficar só com ele a tarde toda. E se eu fizer alguma burrice! Se eu disser algo que me comprometa?"
"Eu tô ferrada".
Hermione Jane Granger, você tá ferrada.
Ele estava se sentindo meio dormente. Mas feliz, sabia que estava destinado a grande feitos hoje, sabia, passeava por um jardim lindo, todo florido e de repente um monstro muito alto, ruivo e com sardas começou a grunhir pra ele coisas que ele não entendia, o monstro lhe deu uns tapas e ele caiu no chão com a violência.
Ele só precisou de mais uns segundos pra entender.
PORRA RONY! PRECISAVA ME ESPANCAR, POXA! Você e essa delicadeza de um hipogrifo! Belo começo de dia, eu levantei caindo! Brigadão! Você me ajudou a estabelecer esse recorde, tenho certeza de que fui o primeiro. – Harry tinha um péssimo humor matinal. Que se agravava em dias como esse em que Rony usava de meios violentos, na opinião de Harry, como derruba-lo da cama, pra ele acordar.
Ei, nem vem cara, você sabe que agente tem coisa importante pra fazer hoje, você dorme feito pedra! Eu não tenho alternativa!
Droga.
Meia hora depois, os dois garotos encontraram Hermione já no salão principal, e só estavam esperando que Dumbledore os liberasse para ir ao povoado depois de revistados por Filch. Com um aceno das mãos velhas do diretor eles estavam liberados.
Harry já havia sido informado de que ele iria sozinho espionar os Malfoys, e quando Rony lhe disse que ia ficar com Mione no Três Vassouras o esperando ele quase riu do amigo. Ele e Mione tão obviamente apaixonados e não davam o braço a torcer. Mas ele não se meteria, eles teriam que se entender por eles mesmos. Mas enquanto isso não acontecia Rony tentava inutilmente fingir para ele que não estava nem aí. Como se Harry não percebesse como ele tinha ficado feliz com a oportunidade.
Harry foi distraído pela visão de Malfoy andando para o povoado, tão frio e arrogante quanto sempre fora, não que ele não tivesse sido convincente, mas agora que Harry pensara melhor, se ele fingia ser mau, o que o impedia de fingir o contrario, que era bom? Era isso que eles tinham que tirar a limpo hoje.
Meia hora depois Harry que já tinha se escondido sob a capa estava o tempo todo seguindo Malfoy de longe, caso ele se afastasse, ele o seguiria.
"Deus que tédio, que horas vai ser esse bendito encontro? Eu já to ficando suado debaixo dessa capa e Malfoy aí, pegando vento, gastando dinheiro, tomando sorvete!" – Harry estava encantado – "E que sorvete lindo! Olha só praquele sorvete: bola de chocolate, bola de baunilha, bola de morango, olha que lindas elas ficam umas em cima da outra! E aquela calda de chocolate derretido em cima... Ai, isso é tortura! Eu quero aquele sorvete!"
Harry estava quase que literalmente babando pelo sorvete de Draco, quando ele olhou o relógio, se levantou e saiu da Florean Fortescue e seguiu na direção da casa dos gritos. Claro, quase ninguém ia lá, era o local perfeito para se traçar planos das trevas, pelo menos Lucius devia achar isso. Ele não sabia era que um certo garoto de cabelos negros rebeldes e olhos verdes estaria lá perfeita mente escondido por sua capa de invisibilidade.
Então você veio pontualmente, que bom, vai poupa-lo dos castigos que eu teria que infligi-lo.
Draco estremeceu ligeiramente, mas tentou não mostrar desconforto para o pai. Pelo menos não muito.
Lucius, sempre belo, estava elegantemente encostado em uma cerca, olhando maliciosamente para o filho que Harry percebeu, parecia ligeiramente desconfortável na presença do pai. Mas se ele atuava, o fazia bem.
Pai. – Draco o saudou friamente, apenas com um inclinar de cabeça. – Prefiro que me fale logo o que tiver que dizer, algum estudantezinho estúpido pode vir aqui, e um fugitivo de Azkaban não deveria ser visto em Hogsmeade.
Serei breve. O Lord deseja que você se prove leal espionando Potter. – Ele falou com tanta naturalidade que até Harry se espantou.
Como eu seria capaz disto? – Draco estava espantado com a tarefa que lhe foi designada. - Nunca eu e Potter nos aproximamos seis metros sem que um dos dois lance feitiços ou diga algo para provocar, como eu descobriria alguma coisa desta forma?
Simples, o Lord disse que deve se fingir arrependido, e se tornar amigo de Potter, depois que conseguir sua confiança passará informações dele e de Dumbledore, sempre que puder, através de cartas destinadas a antiga mansão Riddle, ele apenas recebe as cartas lá não mora ou se reúne com nós, seu fieis servos – os olhos de Lucius brilharam insanamente quando ele disse isso, lembrava a Harry, Bellatrix.
Draco hesitou um pouco antes de responder, ele baixou a cabeça positivamente e finalmente respondeu.
Se o Lord assim deseja. – ele fez cara de desagrado e continuou – Eu espionarei o cicatriz. É um preço pequeno a se pagar em comparação as graças de meu mestre quando souber que lhe sou fiel.
Muito bem então. Faça bom uso do dinheiro que lhe dei para despesas no povoado. – Ele disse friamente – Eu transmitirei seus intentos ao Lord. – com um aceno de cabeça ele desaparatou.
Draco imediatamente mudou de expressão e relaxou visivelmente. Ele deu um suspiro e saiu em direção ao castelo. "Talvez vá contar a Dumbledore" pensou Harry e foi falar com Rony e Mione. Pensamentos sobre como o Malfoy tratava o filho, tão friamente, de como Draco parecia temer levemente o pai. A não ser que Harry estivesse enganado, ele agora sabia por que Draco não queria servir a Voldemort. Por que ele queria lutar contra o pai. E sabia onde e com quem ele aprendeu a ser tão frio. Talvez as coisas estivessem ali debaixo do seu nariz, e ele não se importara em investigar.
Agradeço de coração á:
Persephone Pendragon, Lispotter e xulimba, que comentaram no capitulo passado. Eu já respondi né? Se não pode vir me xingar. E acho que as próximas eu vou responder aqui, me confundo menos.
