Capítulo 3 – Quase beijo e decepções

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Abril de 2015

BPOV

"Bella?", Jess me chama da porta da minha sala na livraria. "Você tem visita".

Visita?

"Como assim?"

"Um garotinho e sua avó estão aqui pra falar com você", ela diz sorrindo e vai embora.

Me levanto e saio da sala, indo até a parte da frente da loja. Lá, em meio as estantes de livros infantis, estão Anthony e Esme.

"Esme. Anthony"

"Bellaaa", ele grita e vem em abraçar.

"Ei, Tony. Como você está querido?"

"Eu estava na aula e minha vovó me trouxe aqui pra ficar com você", ele solta.

"Me desculpe aparecer assim, Bella. É que Edward foi chamado no hospital por causa de uma emergência e eu já tinha um compromisso marcado em Port Angeles. A senhora que às vezes cuida do Anthony está viajando, então..."

"Ele pode ficar aqui, Esme".

"Eu não pediria isso se houvesse outra solução. Aqui é seu trabalho e...mas foi tudo em cima da hora".

"Não tem problema algum. Tony pode ficar aqui, ele vai se distrair com os livros. E não vai atrapalhar", eu asseguro.

"Obrigada, querida. Você me salvou. Vou avisar meu filho que o Anthony estará com você e ele passa aqui para buscá-lo mais tarde".

"Tudo bem".

Ela se despede e me deixa com Anthony.

"Então, lindinho, o que você quer fazer?".

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Horas mais tarde, Edward não deu sinal de vida. Já anoiteceu e eu fecho a loja, levando Anthony para meu apartamento. Gostaria de ter o telefone do seu pai, apara avisar, mas acho que ele vai imaginar que estarei aqui em cima.

"O que você quer para o jantar, Anthony?"

Ele pensa por uns instantes. "Macarrão", ele diz alegremente. "E batata frita".

Claro que quer!

"Bem, eu posso fazer macarrão e batata frita, mas você deve comer alguns legumes também. Combinado?".

Ele faz uma careta, mas acena e pega minha mão para selar nosso acordo.

Eu entrego um livro para colorir e ligo a TV. "Fique aqui enquanto eu preparo o jantar. Se precisar de qualquer coisa, me chame", beijo sua bochecha e vou pra cozinha.

Jasper me liga no meio da atividade e eu explico que estou tomando conta de seu sobrinho. Ele me fala sobre seu dia e pergunta sobre o meu. Combinamos que eu vou até Port Angeles no próximo fim de semana, pois ele vai trabalhar no sábado. Provavelmente o dia todo. Eu pergunto se está tudo bem no trabalho e ele não diz muito. Eu percebi que ele anda meio estressado ultimamente, meio distante. Imagino que seja por causa do grande volume de trabalho...não sei.

O interfone toca e eu digo a Jasper que tenho que desligar.

"Me liga mais tarde", eu peço.

"Claro. Tchau", ele desliga.

Estendo a mãe e pego o outro aparelho na parede. "Oi".

"Bella? É Edward".

"Pode subir, Edward", eu respondo, abrindo o portão.

"Tony, o seu pai chegou e já está subindo", eu aviso. Ele larga os lápis e o livro que coloria e me encara.

"Já?", ele pergunta. Pra minha surpresa, ele não parece tão feliz.

Toc. Toc.

Eu abro a porta e recebo Edward. Ele parece cansado, seu cabelo está todo desgrenhado. Ele está...lindo.

Bella! Você não deve pensar assim...ele é seu cunhado!

"Huh, entre, por favor". Ele obedece e Tony vem correndo para abraçá-lo. O garoto começa a jorrar sobre tudo o que fizemos durante a tarde e agora à noite.

"Obrigado, Bella, por ficar com ele. Eu nem sei como agradecer", ele diz sinceramente.

"Não tem nada o que agradecer. Eu adorei passar o dia com Tony. E sempre que você precisar pode deixá-lo comigo na livraria. Ele fica quietinho, não atrapalha nada".

"Obrigado", ele repete e se vira para o filho. "Vamos pra casa, filhão. Bella deve estar cansada".

"Mas papai, a Bella está fazendo macarrão e batata frita pra mim".

Edward volta seu olhar em minha direção.

"E legumes, Tony. Não se esqueça", eu lembro. "Hum, eu espero que não tenha problema, Edward. Eu perguntei o que ele queria".

Ele ri. "Tudo bem, Bella. É que se depender do Anthony ele só come isso. Todos os dias. Mas você não precisa ter o trabalho de-".

"Não", eu o interrompo. "Já está quase pronto. Fique a vontade com Anthony. Eu vou terminar e colocar a mesa".

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"Prontinho. O jantar está servido", eu anuncio. Os dois estão deitados em almofadas no chão, assistindo TV. Eles se levantam e após lavarem as mãos, nós sentamos à mesa. Eu fiz o que o Tony pediu, além de arroz, peixe assado, purê de abóbora e outros legumes cozidos no vapor.

Edward permite que eu sirva o prato do filho, na esperança de que ele vá comer tudo o que eu colocar. Ponho o prato na frente do garoto.

"Você tem que experimentar tudo, viu Tony? Assim, além de ganhar a sobremesa, quem sabe o seu pai não deixar você voltar outras vezes?", eu pisco pra ele, que acena.

Durante a refeição, após um primeiro momento meio desajeitado, nós começamos a conversar. Edward conta que sentiu vontade de voltar pra Forks por se sentir sozinho em Nova Iorque.

"Depois...do que aconteceu", ele se refere à morte da esposa, "eu queria voltar logo, mas não poderia fazer isso com os avós maternos. Mas chegou um momento em que eu não podia esperar mais, não havia nada que me prendia lá e surgiu essa vaga no hospital aqui. Então, foi isso..."

É a primeira vez que falamos sobre a vida dele.

"Terminei papai", Tony fala. "Posso comer a sobremesa, Bella?", ele me olha com expectativa.

"Muito bem, querido", eu respondo. "Você comeu tudinho, incluindo os legumes. Eu não disse que eram gostosos?".

Ele faz uma careta.

"Vou buscar o sorvete".

"Oba!"

Meio hora mais tarde, eles se preparam pra ir embora.

"Obrigado, Bella. Por ficar de olho nele, pelo jantar...pela conversa", Edward diz.

"Foi um prazer, Edward. E quis dizer isso...sobre você deixar o Anthony comigo sempre que precisar". O garotinho acena a cabeça em concordância, expressando seu desejo.

Eu beijo a testa de Tony e abro a porta pra eles. Nesse momento, Edward me surpreende, me puxando para um abraço. Meu corpo endurece por um segundo, mas eu logo relaxo e retribuo.

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Junho de 2015

BPOV

"Poxa, Jasper! Já é terceiro fim de semana que sou eu quem tem que ir aí. Eu entendo que você tem seu trabalho, mas eu também tenho o meu", eu falo com meu namorado ao telefone. "Nós havíamos combinado que você viria pra Forks hoje cedo".

"Eu sei, Bella", ele fala após um momento de silêncio. "Mas eu acabei de explicar que um novo cliente marcou uma reunião hoje à tarde e é por isso que sugeri que você viesse".

"Na semana passada foi a mesma coisa, Jasper", eu lembro. "Sempre surge algum imprevisto. Você disse que viria no meio da semana e não veio. Não sou só eu que sinto sua falta. Sua mãe também reclama que quase não te vê".

"Porra, Bella! Eu estou trabalhando. Não tô fazendo nada errado...", ele se exalta.

Eu fico em silêncio e tento segurar a vontade de chorar. Não é só por hoje. As coisas não estão bem entre nós há algum tempo.

"Eu preciso desligar. A gente se fala depois", eu tento manter a voz firme e desligo.

A verdade é que a gente nem parece mais um casal de namorados. Eu não digo isso porque moramos em cidades diferentes. Essa distancia não seria nada se...eu estou confusa. Eu o amo, eu sempre o amei. Ele sempre foi meu melhor amigo, também. Estamos juntos há cinco anos. Mas agora parece que eu não o conheço mais. A gente não se fala todo dia como antes. Quando nos encontramos, mesmo após a semana inteira sem se ver, não há aquela paixão entre nós.

Eu penso e tento lembrar quando as coisas entre nós começaram a ruir...eu não sei ao certo. Acho que desde o final do ano passado, quando ficou claro que eu não iria pra Port Angeles com ele.

Eu não estou culpando apenas ele. Eu acho que somos nós dois...não sei o que está acontecendo. Eu deveria conversar com ele, mas tenho medo de piorar tudo.

Eu não quero perdê-lo.

Estamos juntos há tanto tempo que eu não sei como ficar sem ele.

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Julho de 2015

BPOV

"Oh, Alice. Eu não sei mais o que fazer", eu choro ao telefone com minha amiga. "Eu não sei como acabar com essa distancia entre nós. Mesmo quando estamos juntos...nós passamos quatro dias sozinhos recentemente, mas está diferente".

Ela fica em silêncio.

"Eu não sei o que dizer, Bella. É tão...", ela se cala.

"Você está em Port Angeles, também. Você tem notado algo diferente nele?", eu pergunto. "Eu não sei se é só comigo...só o nosso relacionamento", eu choro.

Antes que ela responda, há uma batida na porta da minha sala.

"Tem alguém batendo, Alice. Eu te ligo depois".

Enxugo as lágrimas e abro a porta.

"Bella?"

Edward e Anthony estão aqui e ele percebe meu estado. Seria impossível perder minha cara de choro.

"Oi", eu digo sem jeito.

"Está tudo bem?", Edward pergunta preocupado. "Aconteceu alguma coisa?", ele segura meu braço.

"Não. Está tudo bem...é só...", eu balanço a cabeça, não querendo falar sobre isso aqui. Não agora. E não com Tony presente.

Ele entende e acena.

"Huh, eu acho que a gente não deveria ter vindo, mas o Tony queria te ver e como é sábado, minha folga...", ele fala timidamente.

Tony está me olhando com desconfiança. Eu me abaixo e falo com ele. "Oi anjinho. Eu estava com saudade de você", eu o abraço forte, fazendo-o rir.

"Eu também estava, tia Bella". Ele começou a e chamar de tia Bella ultimamente. Ele diz que eu sou a mulher do tio dele, então sou sua tia. Carinhosamente, ele passa seus dedinhos fofos em minha bochecha, terminando o trabalho que comecei, enxugando as lágrimas.

"Você é um garoto muito especial sabia?", eu beijo seu rostinho. "O que você quer fazer hoje?"

Ele responde que quer ficar no cantinho das crianças na livraria e ouvir a contação de história programada pra hoje.

"Depois o papai vai me levar pra brincar no parque", ele sussurra em meu ouvido.

Eu sorrio. "Mesmo? Você é um menino muito sortudo. Vai passar o dia todo se divertindo".

"Vamos no parque comigo, tia Bella", ele pede.

Oh.

"Po favo", ele acrescenta.

Meu olhar fica entre o garoto e seu pai, que parece igualmente surpreso com o pedido do filho.

"Hum, Tony. É um momento entre você e seu pai. Eu não quero me intrometer".

"Você não vai se intrometer, Bella", Edward é quem responde. "Se você quiser ir, nós ficaremos muito contentes. Certo, filho?"

"Sim, papai".

"Ok. Eu vou, então", eu concordo após pensar por um momento.

Eu tenho passado bastante tempo com Edward e, especialmente, Tony. Ele têm ficado comigo pelo menos umas duas vezes por semana enquanto seu pai está no trabalho. Mesmo quando Esme ou babá podem cuidar dele, ele insiste em vir pra livraria.

Depois da primeira vez, eles já jantaram lá em casa mais três vezes. É bom conhecer mais o irmão de Jasper. Ele sempre foi tão sério e na dele. Ele ainda é, mas eu sinto que estamos nos tornando amigos.

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"Eu não quero me intrometer, Bella, mas você tem certeza que está tudo bem? Você parece distraída", Edward fala. Nós estamos sentados num banco no parque e Tony está brincando com outras crianças sob nossa vista.

Eu suspiro e tento descobrir o que falar. Me sinto estranha em falar da minha relação com o irmão dele.

"Eu...Jasper e eu...nós discutimos hoje cedo, ao telefone. Quando vocês chegaram na livraria".

"Oh".

"Eu não sei o que fazer...eu acho que não está funcionando com ele lá e eu aqui. Quer dizer, não é tão longe, mas eu penso que se estivéssemos juntos, nos vendo todos os dias, seria diferente". Seria como antes.

"Me desculpe, eu não sou uma boa companhia hoje", eu dou de ombros, evitando seu olhos.

"Ei", ele pega minha mão. "Não diga isso. Tony e eu gostamos muito de passar o tempo com você", ele levanta meu rosto com sua mão, me fazendo encontrar seus olhos. "E se você está triste, eu espero que nos permita tentar alegrar seu dia...ou pelo menos te distrair", ele fala suavemente. "Você não deveria ficar triste", essa parte sai quase um sussurro.

O tom dele e suas palavras me pegam de surpresa. Ele me encara de um jeito que...eu quase me perco em seus olhos. Ele ainda segura minha mão...tão quente. Tão suave.

Após o que parece ser um longo tempo, ele muda os olhos, mas agora o foco são meus lábios.

Eu..

Será que ele...

"Papai", o grito de Tony nos desperta e Edward larga minha mão, dando atenção ao seu filho que se corre em nossa direção.

Eu fico mais meia hora com eles no parque, evitando mesmo olhar pra Edward e depois faça uma desculpa para ir embora. Passo a noite toda tentando entender o que aconteceu no parque.

Será que interpretei errado?

Edward parecia atencioso demais. A forma como ele me olha...e eu sinto que ele queria me beijar.

Argh!

Pare, Bella!

Você está ficando louca. É claro que ele não quer te beijar. Ele não quer você! Em primeiro lugar, você é namorada do irmão dele. E segundo, ele pode ter a mulher que quiser. É solteiro, bonito, tem uma ótima profissão.

Entre essa história e minha briga com Jasper, eu não consigo pregar o olho.

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Setembro de 2015

BPOV

Nos últimos meses eu tentei evitar ao máximo ficar sozinha com Edward. Ainda recebo Tony na livraria e na minha casa, e Edward está presente algumas vezes. Na primeira vez que nos encontramos após o episódio no parque, tudo foi meio estranho. Ele estava desconfortável e eu também. A reação dele foi mais um indício de que eu não enxerguei tudo errado sobre aquele dia. Mas nenhum de nós tocou no assunto.

Mesmo querendo manter certa distância, eu não posso negar que algo me puxa pra ele. Eu espero ansiosa pelos dias em que sei que irei vê-lo. Eu tento negar pra mim mesma, mas ele me atrai.

Edward me atrai.

Isso é errado. É tão errado.

É mais um motivo pra evitá-lo, eu repito na minha cabeça.

Não poder haver nada entre vocês.

Nunca.

Mesmo que eu não estivesse com Jasper.

Nunca pode haver nada entre nós...

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Meu relacionamento com Jasper não mudou muito. Ambos estamos nos esforçando para estar mais presente. Ele tem vindo mais à Forks e eu vou mais à Port Angeles, mas no fundo, a distância entre nós parece só aumentar.

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O que parece ser o único aspecto da minha vida que está indo muito bem é a livraria. As ações que tenho feito pra atrair clientes fiéis têm se mostrado satisfatórias e em quase 10 meses como pequena empresária, eu não posso reclamar de nada. Até contratei outra funcionária para me ajudar.

E eu amo o que faço. Isso é o que torna tudo melhor.

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Outubro de 2015

BPOV

Sua mensagem será encaminhada para a caixa de mensagens.

Ouço a voz irritante pela terceira vez e desisto. Estou tentando falar com Jasper para avisar que vou até Port Angeles encontrá-lo, mas não consigo. É quinta-feira, fim de tarde, e eu só tinha combinado com ele de ir pra lá amanhã, mas Jess e Sarah – minha nova funcionária – me garantiram que dão conta do recado.

Eu decido ir e surpreendê-lo, então. Eu percebo que ele tem se esforçado, na tentativa de melhorar nossa relação e sinto que também devo fazer minha parte. Na semana passada ele chegou de surpresa aqui, veio me buscar com um par ingressos em mãos, para uma peça de teatro. Foi um fim de semana muito agradável. Nós fomos para Seattle e fizemos vários programas divertidos. Há muito não fazíamos isso.

"Você é tão especial pra mim, Bella", ele diz quando estamos abraçados na cama do hotel, à noite. "Eu não quero ficar sem você".

Eu me viro em seus braços para encará-lo. "Você não vai, Jasper".

"Eu sempre vou te amar".

"Eu também", eu respondo.

Não vou dizer que tudo está perfeito, mas estamos evoluindo. Acho que se ambos continuarmos focados na nossa relação, teremos o que tínhamos antes. Aquela cumplicidade que tanto sinto falta.

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Estaciono meu carro em frente ao conjunto de apartamentos onde Jasper mora. Eu liguei no escritório dele e ninguém atende, então ele já deve estar em casa. No caminho pra cá, eu passei um uma confeitaria que ele adora e comprei sua torta preferida.

Entro no prédio e subo as escadas até o segundo andar. Cumprimento uma vizinha de Jasper, que vejo de vez em quando, quando venho aqui. Abro a porta do apartamento com minha chave, sem me incomodar em tocar campainha.

Ao entrar, a cena diante dos meus olhos não parece real.

É como se o tempo parasse naquele segundo, como se tudo estivesse congelado no tempo. Um barulho alto me desperta.

A torta que deixei cair no chão.

"Jasper", eu sussurro.

Eu os vejo se afastarem. Seus corpos antes colados, se soltam. Cada um para um lado do sofá.

Jasper e Alice.

Agora tentando vestir as roupas que estavam no chão.

Eles estavam...eles...transando no sofá?! Ela estava praticamente nua em cima dele.

Sinto meu estômago revirar do pior jeito possível.

"Bella", eu escuto ambos dizerem meu nome. "Por favor, me escute".

Eu estou congelada no meio da porta. Eu sinto as lágrimas caírem, mas não há outra reação. Eu vejo a expressão em seus rostos. Choque. Vergonha.

Quando Jasper consegue vestir sua camisa, ele vem em minha direção. Isso me desperta e eu saio correndo, antes que ele me alcance. Tropeço ao descer as escadas, mas não paro. Corro até meu carro e o escuto gritar meu nome repetidamente.

Dou partida no veículo e começo a dirigir sem rumo, mal enxergando qualquer coisa por causa das lágrimas.

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Oi gente.

Então, a atração entre Edward e Bella está aumentando. E, tadinha! Flagrou o namorado com a amiga :(

O que acharam do capítulo?

Obrigada a todos vocês pelos comentários e por seguirem a fic :D

Um ótimo fim de semana pra todos!

Até breve,

T. Darcy

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Resposta aos comentários anônimos:

Olivia: Oi. Você está certa, a gente vai ver cada vez mais o Anthony por aqui Obrigada! Bjos.

Guest: Fico feliz que esteja gostando da fic Obrigada!

Desi: Que bom que você gostou do jeito que estou escrevendo a história E poxa, mais gente do que eu imaginava gosta de Bella e Jasper rsrsrs. Obrigada por ler e comentar! Bjos.

Mila: Ah, Mila. E não é que você estava certa?! Sobre tudo...a atração crescente e a traição. Obrigada por ler e comentar. Bjos.