Título: O príncipe dos piratas

Autora: youko (underline) sayo ( http // www. slasheaven. com / viewuser. php? uid (sinaldeigual) 1374)

Tradutora: Kuroyama Izumi

Classificação: M

Resumo: Sasuke é o neto do grande barba vermelha, o pirata mais temido dos sete mares. Um dia, seus homens seqüestram o príncipe Naruto, o filho do rei de um dos mais poderosos países da época, que viajava para encontrar seu prometido. Será que o seqüestrado se apaixonará por seu raptor? Ou Naruto morrerá nas mãos do príncipe pirata?

Disclaimer:

Alerta: Slash, Universo Alternativo, Mpreg, Violação/Non-Con, tortura.

Obs: Tenho o total consentimento da autora para traduzir a fic. Os créditos vão todos para a perfeita criatividade dela!

Um declínio, um consentimento (parte II)

- Você parece estar emocionado, Sasuke. – disse sua mãe, encostada na porta do quarto do pequeno.

- Mãe... Eu, bem... Não estás brava?

- Brava? Por quê?

- Por que vou com meu avô e não contigo.

- Na realidade, eu já esperava por isso. – confessou encolhendo os ombros. – Além disso, Sasuke, eu tenho um presente para você.

- Presente?

- Sei que seu aniversário foi há dois dias, mas enfim... Toma. – disse, entregando-lhe a espada.

- O que é? – perguntou, enquanto aos poucos ia descobrindo a bela espada – Uma espada!

- Tem estado com nossa família há bastante tempo. Seu nome é Kusanagi, ganhei do seu avô quando completei sua idade, assim como seu bisavô deu para seu avô. Espero que algum dia você a dê para seu filho.

- Não penso em ter filhos ou me apaixonar. Isso é idiota.

- Está dizendo que seu avô e eu somos idiotas? – perguntou parecendo ofendida.

- Não, você e meu avô são exceções.

- E não tem porque você também não ser uma, Sasuke.

- Não acho que vou encontrar alguém próprio.

Roxiel não pode segurar uma alta gargalhada.

- Você e esse seu ego... – Sasuke olhou para a mãe com os olhos semicerrados, fazendo-se de ofendido, sua mãe sorriu para ele e o beijou no rosto. – Vá logo dormir, seu avô tem o péssimo costume de zarpar antes do nascer do sol.

- Eu sei, mãe.

- Bom, então não discuta comigo e durma. – sorriu, cobrindo o filho e dando-lhe mais um beijo.

- Mãe, não sou mais uma criança...

- Mesmo que você tenha dois mil anos, continuará sendo meu bebê, então se conforme.

- O que diria sua tripulação se lhe vissem assim?

- Se disserem algo, penduro-os junto à bandeira ou lhes dou como comida para os tubarões – disse, rindo descontroladamente, o que fez com que o filho suspirasse resignado.

- Mãe... Posso fazer uma pergunta?

- Claro.

- Para que serve essa viagem?

- Vamos procurar um tesouro.

- Nas ilhas virgens?

- Essa é apenas uma parada. Lá nos encontraremos com uma pessoa.

- Com quem?

- Você lembra da primeira vez que saiu da ilha?

- Como esquecer? Você me levou a um baile estúpido e irritante – acusou-a.

- Nessa ocasião não fomos apenas passear ali. A verdadeira razão de nossa visita ao castelo foi para ver alguém.

- Um amante? – perguntou simplesmente.

- Meu gosto não é tão ruim assim.

- Então quem?

- Seu nome é Orochimaru, ou 'cara de serpente' como costumo chamar. É o conselheiro do governante daquele reino.

- E o que alguém como ele tem em comum com alguém como você?

- Digamos que graças a um idiota, lhe devemos um favor.

- Entendo... – disse, caindo no sono. Sua mãe sorriu. Cobriu-o novamente e tirou um pouco do cabelo da testa do menor. Logo depois, saiu da habitação, não sem antes certificar-se mais uma vez de que o filho estava bem. Sasuke dormia abraçado a Kusanagi como se fosse um ursinho de pelúcia.

- Durma bem, meu pequenino – disse, se retirando para seu quarto.

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Ao mesmo tempo, na cabana em que Kakashi e Sai viviam, o moreno conferia o que levaria para a viagem. Estava tanto ou mais emocionado que Sasuke.

- Sai, durma logo, senão não vai conseguir acordar de manhã.

- Desculpa, Kakashi, mas é que estou um tanto ansioso. Não é todo dia que se está a bordo do mesmo barco que o rei dos piratas! – disse, com os olhos brilhando.

- Mas já viajastes inúmeras vezes com a rainha pirata. – disse, referindo-se a Roxiel.

- Eu sei... E essas viagens sempre são ótimas. Nunca se sabe o que se espera quando se está com a rainha pirata, mas...

O mais velho sorriu e se aproximou do menor.

- Entendo. Espero que Sasuke e você aproveitem e aprendam muito com Barba Vermelha – Sai assentiu – Bom... Agora é hora de dormir. Não quero ter que usar um balde de água gelada para lhe acordar.

- Agora estou com muito sono – disse por conta da ameaça.

Kakashi sorriu e também se pôs a dormir, senão quem seria acordado daquela maneira seria ele.

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Pela manhã seguinte, Sai e Sasuke já se encontravam a bordo do Falcão Vermelho, para a surpresa do rei dos piratas, antes mesmo dele.

- Então, vejo que estão ansiosos para zarpar.

- Sim! – responderam em uníssono.

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O dia estava perfeito para navegar, o mar estava calmo e o vento cooperativo, o que foi considerado por alguns como um bom presságio. Barba Vermelha estava em seu aposento, analisando alguns mapas quando um castanho entrou sem avisar.

- Capitão!

- O que aconteceu, Eric?

- Não concordo que esses garotos estejam a bordo. Serão apenas um problema a mais para nós.

- Lembre-se, Eric, de que o capitão aqui sou eu e enquanto você estiver na minha tripulação, a bordo do meu navio, deverá seguir minhas ordens.

- Mas...

- Além disso, MEU neto e Sai são excelentes piratas, melhores que muitos aqui e isso inclui você.

- Compreendo – disse, cerrando os punhos.

- Diga-me, Eric, para que tudo isso? Quando minha filha começou a navegar conosco, você não se opôs, pelo contrário, foi você quem mais a apoiou. Por que agora você se opõe ao meu neto?

- Esse pirralho não é seu neto! É só um bastar... – o castanho não foi capaz de terminar a frase devido ao golpe que levou do capitão.

- Não volte a falar assim do MEU neto! – ameaçou. – Acho que sabe muito bem o que aconteceu com aquele lixo que ousou tocar na minha esposa e não acho que você queira terminar assim.

- Entendo, desculpe-me, me retiro. – disse, saindo dali.

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- Está tudo muito calmo – disse Sai, apoiado em uma parte da borda do barco (1).

- Demais! – confirmou o menor aborrecido – Pensei que navegar com meu avô fosse mais emocionante.

- Vamos, "vermelhinho", tenho certeza que logo vamos ter alguma emoção.

- Não fale assim, "Saizinho".

- Não me chame de 'Saizinho'. Lembra que sou mais velho que você – disse com superioridade.

- Perdoe-me, an-ci-ão.

- To-ma-te (2)

- Parece que se dão muito bem. – disse um homem de longos cabelos azulados presos em uma trança.

- Você é louco? – gritaram ao mesmo tempo.

- heheheh... Se continuarem assim acabarão casados.

- Nem sob tortura! – disseram novamente ao mesmo tempo.

O homem voltou a rir.

- Akurami, deixe-os em paz. – disse uma mulher muito parecida com o pirata.

- Que sem graça você é, Nami! – queixou-se.

- Não se preocupem com esse 'cabeça dura'. Acho melhor levar ele daqui logo. Até logo, bonitinhos. – disse a mulher analisando os meninos para se retirar dali arrastando o pirata de cabelos azuis. O resultado daquilo foi Sai e Sasuke corados.

- Eles são estranhos – comentou Sai, muito corado.

- Se é assim que é ter um irmão gêmeo, prefiro mesmo é ser filho único.

- Sim – concordou o maior, ainda corado.

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- Então essa é a famosa Kusanagi... – dizia Sai, enquanto examinava a espada – É realmente muito bonita. Quem quer que a tenha feito é mesmo um gênio!

- Minha mãe disse que está na família há várias gerações e que foi um presente de um Deus para um ancestral nosso.

Sai sequer prestou atenção no que o menor dizia. Estava demasiadamente concentrado em examinar a lâmina, o desenho e no estranho acabamento do cabo, que em si já era uma bela obra prima.

- Sai?

- ...

- DEMÔNIOS, SAI! RESPONDE, SEU IDIOTA! – gritou o mais novo profundamente irritado.

- NÃO GRITA! – respondeu o outro em mesmo tom.

- ENTÃO RESPONDE QUANDO EU FALAR COM VOCÊ!

- Bom, então... O que você quer? – perguntou enfadado.

- Hn... Por que agistes como um idiota? Bom, mais do que o normal?

- Engraçadinho – grunhiu o mais velho.

E mais uma vez os dois iniciaram uma discussão até serem interrompidos pelo som de um trovão, o que fez ambos olharem para o céu. Mas, para sua surpresa, não havia nuvem alguma ali. No mesmo momento, um dos mastros começou a pegar fogo sem que nenhum raio o tivesse atingido. As chamas possuíam cores azuladas.

- Fogo Fátuo – disseram ao mesmo tempo os gêmeos de cabelos azuis.

- O que vocês estão olhando? – gritou Barba Vermelha – Apaguem logo esse fogo!

Imediatamente um grupo de homens se pôs a tentar apagar o fogo que logo foi extinto por não ter se alastrado rapidamente.

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- Por sorte, quase não houve danos à vela e ao mastro. –informou Eric ao rei pirata, que se encontrava com as mãos sobre o leme do barco – Com uns pequenos ajustes vão parecer novinhas.

- Têm de estar prontas – disse o capitão sem prestar atenção no castanho.

- Não percebe, capitão? Fogo Fátuo é sinal de mau agouro!

- Por favor, Eric... Você acredita nesses contos de velhas supersticiosas?

- Capitão, você, como todo pirata, sabe o significado do fogo fátuo. Você mesmo me disse.

O ruivo deixou escapar um longo suspiro e começou a sentir dor de cabeça.

- Diga-me, Eric... Tudo isso é por causa de Sasuke e Sai, não é? – foi possível sentir a irritação na voz do pirata.

- Claro! Não dá pra perceber que o oceano está inquieto com isso?

- Não diga besteiras, Eric! Deixe esses ciúmes estúpidos de lado! – disse ainda mais aborrecido – Nem meu neto, nem Sai têm culpa de que minha filha não sinta nada por ti.

Eric ficou petrificado. Por acaso era tão óbvio assim?

- Um velho amigo meu dizia: nunca perturbe uma dama, principalmente se esta for mãe... Pois se o fizer, conhecerás o demônio em pessoa – disse o capitão – É o meu melhor homem, um dos mais leais que tenho o prazer de liderar e como lhe considero um amigo a certo ponto e quase um filho, darei um conselho: – continuou mirando o castanho nos olhos – Se queres ter o carinho de minha filha, primeiro conquiste meu neto, mas se queres ter o desprezo de Roxiel, trate mal a Sasuke e ela te odiará até o fim de seus dias. – o ruivo se calou por um momento para logo voltar a falar – Anda, diga a todos para estarem a postos.

- Sim, capitão. Obrigado pelo conselho. – disse, se retirando.

Barba Vermelha suspirou pesadamente para logo retomar o controle da direção do navio.

- Parece que esse garoto não desiste – disse o velho 'perna de pau'.

- É.

Os dois ficaram em silêncio por alguns minutos.

- Fazia tempo que não navegávamos direito.

- É verdade, desde que meu neto era pequeno – disse, deixando escapar uma risadinha.

- Pois então vamos relembrar os velhos tempos.

Os dois piratas se olharam, trocaram sorrisos e logo se puseram a admirar o horizonte.

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Um Naruto de apenas dez anos passeava pelos jardins do palácio. Trajava uma roupa branca, a usada para praticar esgrima. A sua frente estava um jovem de dezenove anos. Seu cabelo era loiro, liso e estava amarrado em uma pequena trança baixa. Possuía olhos verdes, corpo bem definido e pele clara. Um jovem bem dotado e desejado por todas as donzelas do reino.

- Creio que seja o suficiente por hoje.

- Ainda... Não estou cansado, dattebayo – disse o pequeno, mesmo que sua voz o denunciasse.

- Não lembras que tu não podes ficar tanto tempo fora do palácio, Naru?

- Não é justo! – disse, inflando as bochechas e cruzando os braços.

- Naruto, quando me pedistes por essas aulas me prometestes que quando eu dissesse que já era suficiente, não contestarias – disse o maior cruzando os braços.

- Mas...

- Naru, sei que queres demonstrar aos nossos pais que sua capacidade pode ir além do que eles esperam, principalmente para nossa mãe.

- Então, se tu sabes – disse, encarando firmemente o irmão – vamos continuar.

O maior suspirou.

- Maninho, se alguém descobre...

- Direi que é tudo culpa minha!

- Sim, claro – respondeu com ironia em sua voz – Com certeza acreditarão que o príncipe herdeiro foi influenciado por seu irmão de dez anos.

- Por favor, Cristian! – Pediu o pequeno.

- Naruto, sabes que não vou deixar de ensinar – disse, ajoelhando-se para ficar da altura do irmão – Mas entenda que o que fazemos não é certo por causa da sua condição de fértil.

- Não é justo!

- Eu sei, Naru, e isso é algo que eu pretendo mudar quando for rei. – sorriu para o menor, que assentiu.

O pequeno Naruto tinha plena consciência de que seu irmão sempre o havia protegido e dado todo o cuidado possível que sua mãe se negou a dar.

- Precisamos voltar agora, temos deveres a cumprir – disse sério.

- Sim – disse Naruto triste.

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O mar começava a se agitar. O céu que há pouco estava claro e sem nenhuma nuvem, agora estava em trevas, cobertos por densas nuvens acinzentadas, típicas de tempestades, iluminadas por relâmpagos, que se faziam presentes principalmente por conta de seu ensurdecedor estrondo. O vento também se fazia presente, dificultando ainda mais a vida dos homens que, de alguma maneira, buscavam conter as velas e canhões. Enormes ondas bombardeavam sem piedade o casco do barco, ameaçando rompe-lo como se fosse uma simples noz.

Então a tormenta terminou, tão rápido quanto começou.

- Sasuke, Sai, Eric – chamou Barba Vermelha – Quero o relatório dos danos e o tempo que levaremos para consertá-los.

- Sim – os três responderam ao mesmo tempo.

- Essa tormenta surgiu do nada – comentou 'perna de pau' em tom sério.

- Sim. E foi forte demais para meu gosto.

- Mas ao menos o pior já passou.

Parecia. Mal sabiam o quanto estavam enganados, pois apenas há algumas horas da direção na qual se dirigiam, um navio inglês que havia se separado de sua esquadra por conta da tempestade, se encontrava exatamente na rota do Falcão Vermelho.

- Avô. – disse Sasuke em tom sério.

- Qual o relatório dos danos, Sasuke?

- A vela principal ficou em um péssimo estado: três homens têm ferimentos graves e outros cinco, feridas leves, sem contar que perdemos um...

- Isso é uma pena... – disse o ruivo.

- Também perdemos uns canhões e há uma pequena rachadura que já está sendo consertada.

- Que comecem a reparar o máximo de danos possíveis e que alguém se ponha como vigia.

- Eu irei.

- Tudo bem, mas tenha cuidado, Sasuke.

Pouco menos de dez minutos que Sasuke tomara seu posto, o moreno avistou um barco com a bandeira britânica e rapidamente avisou a todos que estavam ali perto, gritando:

- Barco inimigo à vista!

Minutos depois era travada uma luta pela sobrevivência.

Ambos os barcos estavam unidos e a impetuosa luta acontecia principalmente no convés. Os soldados britânicos estavam oferecendo uma grande dificuldade ao rei dos piratas e seus homens já exaustos por conta da tempestade que há pouco haviam enfrentado.

Sai e Sasuke estavam de costas um para o outro, lutando com todos os soldados próximos.

- Sasu... Vá com Barba Vermelha – disse o maior.

Sasuke assentiu e rapidamente se dirigiu ao posto de comando, matando qualquer inimigo que estivesse em seu caminho.

- Avô! – gritou se aproximando de Barba Vermelha e ficando de costas para o avô.

- Fico feliz por estar bem, Sasuke – disse, arrancando o pescoço do adversário com a espada.

- Digo o mesmo, avô – respondeu, para logo lançar longe, com apenas um chute, um dos soldados.

O que ninguém esperava era por um plano por parte dos britânicos. Assim como fazem lobos com suas presas, os inimigos foram, aos poucos, separando avô e neto. Quando Sasuke já não podia mais ver ao avô, seis soldados se aproximaram com claras intenções de acabar com a vida do garoto, que matou quase todos com facilidade. Contudo, um deles o golpeou, fazendo com que caísse.

Semi-consciente, pôde ouvir gargalhadas e, imaginando que esse seria seu fim, fechou os olhos, mas um gemido de dor, juntamente com algo caindo sobre seu rosto o fez abri-los novamente. À sua frente, estava seu avô, de joelhos, enquanto soldados se postavam ao seu lado com espadas manchadas de sangue.

- A-Avô...

O ruivo caiu de costas rapidamente, enquanto que as gargalhadas dos soldados ficavam mais altas. Sasuke postou-se de pé, irado e com os olhos vermelhos pela fúria que o assolava naquele momento, o que fez com que os assassinos de seu avô recuassem um pouco. O menino gritou de fúria, matando todos que via a sua frente. Ainda sim, parecia que os tripulantes do Falcão Vermelho não mais resistiam às investidas dos soldados britânicos, não fosse o Ankoku e sua tripulação ter entrado em cena e exterminado os inimigos restantes.

- Sasuke! – Roxiel procurava o filho na confusão.

A pirata encontrou o garoto arrasado com o corpo de Barba Vermelha nos braços.

- Sasuke... – chamou com ternura, tentando esconder a própria tristeza em ver o pai morto.

O menino ergueu o rosto, repleto de fios de sangue, como se fossem lágrimas.

- Sasu... Venha... – disse, o abraçando com delicadeza.

- M-Mãe... Meu a-avô... Ele... Ele morreu por minha culpa... – reagiu, deixando que as suas lágrimas se misturassem ao sangue em seu rosto.

- Acalme-se... Já passou...

Sasuke separou-se da mãe, tomou a Kusanagi banhada de sangue em mãos e olhou ambas as tripulações do Falcão Negro e do Ankoku.

- O que estão olhando? – disse com frieza – Precisamos chegar às Ilhas Virgens!

- Por acaso você não tem sentimento, moleque? – Gritou Eric, com lágrimas nos olhos – O capitão... O capitão morreu e você nem parece dar importância! ELE MORREU POR SUA CULPA!

Sasuke lançou um gélido olhar para o castanho, porém não falou nada. Simplesmente se dirigiu a cabine do avô. Sua mãe não o seguiu. Sabia que o filho precisava ficar sozinho naquele momento. Se aproximou do corpo do pai e limpou o sangue.

- Eric, traga algumas mantas. – ordenou. O castanho apenas assentiu.

Roxiel acariciou o rosto do pai. O rei havia sucumbido, mas em seu lugar agora haveria alguém muito mais poderoso. Alguém realmente digno do título de "Rei pirata".

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Só esclarecendo umas coisinhas:

(1) A borda do barco, vocês sabem... Se tiver um nome e alguém souber me diga.

(2) Não me perguntem, esse apelido é coisa da autora...

Continua...