Após a saída de Chichi, a cientista foi verificar se sua filha estava dormindo, Bra se encontrava dentro de um pequeno berço ostentoso de cor rosa que foi trazido por um dos guardas do palácio. Suspirou um pouco cansada a mulher de cabelos azuis, enquanto velava o sono de sua pequenina por alguns minutos, até resolver tomar banho para relaxar, iria aproveitar para colocar o vestido verde com decote, iria se arrumar para Vegeta, que logo iria vir vê-la.
Nesse mesmo momento o Rei dos Sayajins se encontrava em outra ala do palácio, precisamente em seu harém, porém num quarto privativo onde ele estava fazendo sexo agressivo e selvagem com a concubina mais bonita e cobiçada do castelo. A jovem tinha lindos cabelos castanhos claros até o meio das costas, uma cintura fina, olhos verdes e seios fartos. Lullue era uma híbrida, seu pai era um sayajin da guarda real e sua mãe uma ex-escrava de uma raça humanóide. Logo que Vegeta colocou os olhos nela há anos atrás, lhe desejou e a teve no seu hárem, por vontade própria da moça, que se entregou de bom agrado aquela situação de concubinato.
A castanha notou que seu rei estava diferente das outras vezes que eles se encontraram, um pouco distante. Após chegarem ao ápice juntos e se esparramarem cansados no colchão. A moça resolveu quebrar aquele silêncio.
- Passe a noite comigo meu senhor! – Pediu docemente a concubina.
- Não posso, preciso resolver uma questão muito importante – Replicou Vegeta se desvencilhando da jovem.
- Por que nos mandou para esse lugar? Fica tão afastado da ala real – Reclamou a mulher de olhos esverdeados.
- Porque não fica bem as concubinas viverem perto da onde minha filha vai morar – Respondeu ríspido ao mesmo tempo em que começava a se vestir.
- Ou será que não fica bem a mãe de sua filha ver as concubinas do Rei? – Inquiriu ardilosa Lullue.
- Não lhe devo satisfações mulher!
- Os guardas comentaram que ela é muito bonita, de uma beleza exótica, cabelos e olhos azuis. Por acaso você está interessado nela? – Questionou um pouco enciumada.
- Realmente a terráquea é de tirar o fôlego, sabe quando transávamos agora pouco? Eu pensava nela, eu a desejo – Vegeta confessou se afastando da cama – E se estou interessado nela? É óbvio, mas isso não lhe diz respeito – Murmurou num tom áspero.
- Pensei que gostava de mim – Sussurrou com a voz embargada a meio sayajin.
- Você é uma mera distração Lullue, coloque na sua cabeça que não somos nada um para o outro, você é apenas uma mulher qualquer, que tem um corpo e um rosto bonito – Vociferou o monarca antes de sair do quarto, deixando sua concubina triste e enraivecida ao mesmo tempo para trás.
Vegeta estava fulo da vida por ser questionado a respeito de seus sentimentos por uma mera meretriz real, nunca prometeu nada a ela e nem o pretendia fazer. Suas prioridades agora giravam em torno de sua herdeira, todas as decisões de agora em diante que faria seriam pensando nela. Caminhou rapidamente pelos corredores que levavam a ala real, demorou quase meia hora para chegar a seus aposentos, logo que chegou foi tomar um banho demorado de banheira e depois vestiria uma roupa nova, pois precisava estar apresentável para encontrar com a mãe de sua filha.
Enquanto isso na suíte da rainha, Bulma recém saiu do banheiro enxugando o cabelo com a toalha e foi até a cama pegar o vestido, o olhou com mais cuidado e sorriu ao notar a delicadeza do tecido, suspirou mais conformada com sua situação e foi vestir a roupa que lhe foi dada. Depois de colocar o vestido verde e uma sandália da mesma cor que lhe foi fornecida, se encarou no espelho e ficou empolgada, a peça ficou linda em seu corpo, pois mostrava suas curvas e evidenciava seus seios. Depois a cientista foi até sua calça jeans e de lá tirou uma cápsula que continha toda sua maquiagem e produtos de higiene pessoal e rumou até o toalete, queria estar maravilhosa quando Vegeta a visse.
Passou-se uma hora e agora Bulma encontrava-se sentada na cadeira ao lado da cama esperando o sayadin que tanto amou em sua dimensão, era doloroso vê-lo perto e ao mesmo tempo não ser nada dele. De repente seus pensamentos foram interrompidos pela entrada do monarca ligeiramente no dormitório, fazendo a cientista se levantar e o encarar séria.
Vegeta ao ver a azulada toda produzida e usando o vestido que mandou a estilista real lhe dar, ficou excitado, pois aquela peça a deixava extremamente sexy. Ele teve que se controlar para não agarrá-la ali mesmo e a possuir, estava sentindo um enorme desejo por ela. Não via a hora de lhe fazer a proposta que matutou o dia inteiro, logo depois de saber que a terráquea era mãe de sua herdeira. O monarca notou que ela pareceu perceber seu olhar de luxúria e imediatamente baixou a cabeça um pouco corada, para quebrar aquele clima, o moreno se aproximou da jovem senhora ainda mais e resolveu lhe pegar a mão. Fazendo com que a cientista o encarasse novamente e com questionamentos no olhar.
- Então, preparada para minha proposta? – Inquiriu Vegeta, ao mesmo tempo em que levava a mão da mulher a boca e beijava.
- Estou! Por favor, sente-se! – Gesticulou a mãe de Bra, para que o imperador se acomodasse ao seu lado, pois a cadeira parecia ter sido feita para duas pessoas sentarem.
- Espero que esteja gostando das suas acomodações – Murmurou o sayajin.
- Sim, é ótima! A antiga rainha tinha um bom gosto – Respondeu a azulada um pouco nervosa pela proximidade deles.
- Que bom, minha mãe adorava esse lugar – Replicou observando o rosto da mulher ficar surpreso pela revelação.
- E sua proposta qual é? – Perguntou atenciosa.
- Vamos direto ao ponto. Minha proposta é que você se case comigo, se torne minha rainha, pois preciso estar casado com você, para que diante da lei sayajin nossa filha se torne minha herdeira legítima. Em troca você poderá trabalhar com Bardock no laboratório, já que diz que é uma cientista e também ficará morando aqui na ala real perto da criança – Comunicou sério e com a voz autoritária.
- E se eu não aceitar? – Levantou-se Bulma um pouco irritada.
- Bem terráquea! Não existe não para essa proposta, acostume-se com isso, prepare-se que o casamento será daqui a três dias. Teremos uma noite de núpcias, para consumação do casamento e se depois você não quiser mais dividir o leito comigo, poderá ficar aqui e trabalhando no laboratório, agora se aceitar dormir todas as noites comigo, se mudará para o meu quarto e prometo que será a única mulher que me tocará, fora minhas concubinas – Sugeriu Vegeta levantando-se e encarando a cientista, que pareceu em choque, com o que ele disse.
- E se eu não quiser dividi-lo com seu harém? Estaria disposto a ficar somente comigo? – Indagou a azulada enciumada, com os olhos faiscando.
- Se você me satisfazer na cama, quem sabe sim, tudo vai depender de como conseguirá me prender a você – Sorriu de canto, antes de puxar a cientista para um beijo arrebatador.
Bulma se entregou imediatamente aquele beijo sensual, estava com saudades dele, de seu toque, do seu corpo, mesmo que o Rei não fosse seu marido, eles eram muito parecidos fisicamente, como queria se entregar a ele, mas tinha que resistir. Pelo que notou, ele era totalmente inverso ao seu esposo, infelizmente era mulherengo e passava pouco tempo treinando, o oposto de seu Vegeta, que gostava de treinar, em ficar mais forte.
O casal se beijava sem parar, as mãos do sayajin passeavam de forma sensual pelas laterais do corpo de Bulma, que em um determinado instante gemeu baixinho. Sem aviso a boca de Vegeta rumou até pescoço da cientista, ora lambendo, outra chupando. Quando ela recobrou um pouco sua consciência, ele já estava a carregando até a cama, onde a depositou com cuidado sem parar de tocá-la, não demorou muito para ficar por cima dela. Quando as mãos habilidosas do moreno começavam a subir o vestido da azulada, uma batida na porta cortou o clima de pegação dos consortes, que voltaram a realidade.
- O QUE FOI? – Vociferou alto o sayajin levantando da cama, ele estava muito irritado com a intromissão e em passos largos foi de encontro à porta, a abrindo de supetão. Ao ouvir aquele barulho, Bra acordou e começou a chorar.
- Rei Vegeta! O general Kakaroto pede sua presença urgente na sala do trono – Comunicou o soldado que era muito parecido com Raddit.
- Espero que seja uma urgência mesmo, senão vou castigar o Kakaroto e a você também verme – Ameaçou o monarca com os olhos estreitados.
- Parece que pegaram o espião de Freeza se comunicando com o pessoal dele – Contou o soldado.
- Isso é bom! Vai indo, que já vou! – O guerreiro sayajin assentiu com a cabeça e saiu.
Quando Vegeta se voltou para dentro da suíte, viu Bulma com sua filha nos braços a fazendo dormir, sorriu com a cena e resolveu se despedir, pois tinha coisas muito importantes para resolver.
- Preciso fazer um interrogatório urgente, nos vemos amanhã. Qualquer coisa que precisar peça ao guarda aqui no final do corredor – Falou o moreno antes de sair do dormitório apressado.
Continua
