Sozinha
Sango chorou e chorou.
Chegou a soluçar.
-Por que eles me deixaram?-ela berrava aos prantos.
Cada lágrima escorria tristemente sobre seu .Não deixando que uma caísse sobre o chão ou até as costas de permaneceu , a ouvido.A deixando que outra e mais outra também rolassem sobre o rosto dela.
-Eu preferia ter morrido.
Ele a afastou a encarando.
-Não!Não diga uma coisa dessas.-ele falou.
-Por quê?Eu agora estou sei o que eu faço da minha vida.-ela ainda chorava.
-Sozinha?
-è!
-Mas, quem disse?Eu estou com você.Eu estou com você.-ele a abraçou se espantou com aquela atitude.-Eu estou com você.E sempre estarei.
-Como?
Ele a seus lábios dos dela.-Eu disse para você.Você já me conquistou.Não disse apenas, como um amigo.
-Eu não entendo.
-E eu também não.
Ele a beijou.
A segurou pela que ela não fugisse.
"Por que estou fazendo isso?" Ele se perguntava.
Poderia ser o mais atrevido de , não abusava de uma mulher quando está estava aos prantos ou somente triste.
Mas, não agüentou ouvir que ela estava sozinha.
E ele?Nada era?
Ele estava com ela não a faria saber.
Quando o beijo se cessou.
Ele limpou as lágrimas dela.
-Eu estou com você!Pois, eu não a quero apenas, como amiga, Sango.
-Me quer como, então?
-Eu apenas, te quero.
-Me quer?
uma mulher.-ele a abraçou forte.
Ela se espantou com tais palavras.
Como assim como uma mulher?
Ela só o conheceu há uma semana.
Uma semana.
Não foi?
Ela o afastou.-Nã tá !
Ele suspirou um sorriso.
-Eu... Desculpa-me!-ela falou dando lhe as costas e saindo do apartamento.
Ele sentou se sobre o sofá.
-O que eu fiz?-perguntou se.
Seu coração estava acelerado.
Ela não entendeu.
E apesar, de já ter 17 tinha beijado algué!
Sentiu um arrepio.
-Meu Deus! O que está acontecendo?
Ela correu até sua casa.
Fechou a porta e escorreu por está.
-O que eu estou sentindo?
Ela tinha acabado de chegar da até em -se e almoç, foi para a loja de seu pai.
O tempo passava lentamente.
Mas, o dia enfim acabou.
Chegou em um banho e jantou.
Assistiu um pouco de tv. E foi dormir.
A casa estava sempre vazia.
Mas, aos poucos ela estava se acostumando.
Um mês se passou.
E ela e ele nunca mais se cruzaram.
Sango caminhava tranqüila para ir á escola.
Mas, ela não resistiu e foi até um parque...
Toda a manhã em qual não estava atrasada para ir a em um sábado ou domingo... Ela ia até esse parque.
Por quê?
Nem ela sabia.
Ainda era , não tão frios como aqueles.
Pois, logo a primavera chegaria.
Olhou o lago... Aquele buraco que fizera já tinha desaparecido... Mas, agora quase todo o lago estava descongelando.
Talvez, com ele o seu coração.
Há quanto tempo não sorria?
Ela sempre se perguntava.
-Ele não vai vir... Nunca virá!
Ela disse dando meia volta e indo embora.
Os dias passavam.
E ela não tinha coragem de ir visitá-lo.
Certa vez encontrou Kagome na escola.
-Olá!-disse Kagome sorrindo.
-Olá!
-Tudo bem?Faz tempo que não nos vemos.
-Sim.È.
-Está triste?-ela perguntou colocando a mão sobre o ombro de Sango.
-Eu sempre estou.
-Mas, desta vez seu olhar está distante... Está diferente!
-Como sabe?
-Não sei.
-Bem, como está o seu namorado?E o Miroku?
-O Inuyasha está ó, o Miroku... Você não ficou sabendo?-ela ficou com o rosto virá ela assim.-Ele está internado.
-O que?-ela gritou desesperada.-Miroku está internado?
-è. -ela falava triste.-Há um mês e pouco... Ele foi até o lago daquele parque aqui perto...
-Sim sei qual é. -E como ela sabia.
-Naquela época o lago ainda estava cortou seus pulsos e pulou dentro do lago.A sorte era que um policial passava na conseguiu pegar Miroku e leva-lo para o hospital...
-ele fez isso?
ém sabe o , ele ficou em coma por uma , felizmente ele ém, ainda está saúde não parece estar , os médicos dizem que além de ter perdido ao lago e enfrentado o gelo... Ele está depressivo.
-Kagome, você não é uma amiga?-Sango disse desesperada segurando as mãos de Kagome.
-sim.
-Então, me conte onde ele está internado.
-sim.
Ela nem foi da escola, direto para o hospital.
-Por favor, eu poderia visitar o Miroku?-perguntou a recepcionista.
-Miroku do que?
-Do que?-ela não sabia seu sobrenome.
-Já que, você não , não poderei ajuda-la.
-tudo bem!
Ela deu meia , não foi embora.
Caminhou por todo o hospital abrindo todas as portas.
Mas, parecia que ele não estava lá.
"Por que fui esquecer de perguntar o quarto onde ele se encontrava?". Pensou enquanto abria mais uma porta.
Os seguranças a seguiam.
Pois, essa atitude não era apropriada para um hospital.
-Mocinha, é melhor você parar!-disse um dos seguranças.
-Não!
Ela correu, abrindo mais algumas portas.E nada!
Poft!Tropeçou em algué caiu em cima de alguém que ainda por cima estava em uma cadeira de rodas.
-Desculpa!-ela disse ajudando tal pessoa a levantar.
-Sango?-perguntou o jovem que ela tinha derrubado.
-è você Miroku?
-Sim.
Ela o abraçou.
Não tinha o reconhecido.
Seu rosto estava tão acabado.
Como de alguém que vai para o deserto.E fica desesperadamente cansado e com sede.
Ela olhou para os pulsos .
-Por que tentou se matar?-ela perguntou o olhando já na cadeira de rodas.
-Finalmente eu entendi o que é ser sozinho.O que é ver a pessoa que se ama ir embora.-ele disse olhando para o lado.
Os olhos dela se encheram de lágrimas.
-Não devia ter feito isso!Como eu viverei sem você?-ela disse o abraçando e chorando.
Ele a afastou.-Como sempre viveu antes de me conhecer.-ele abaixou a cabeça.-Vamos!-disse a enfermeira.
-A achamos!-falou um segurança.
Este a agarrou.-Não deveria sair correndo pelo hospital.
-O senhor se machucou?-perguntou o outro segurança.
-Não... Eu já me feri há muito tempo, mas, por outra causa.-disse Miroku triste.-Vamos... Eu quero sair logo daqui.-disse novamente a enfermeira.
O segurança começou a afastar.
-Miroku!Seu você se atrever a me esperar na sua outra , eu vou morrer também!-ela gritava.
-Menina fique quieta!-disse o segurança que não a segurava.
Miroku a olhou espantado.
-Se você se atrever a morrer!Eu vou morrer també eu te a...-Antes, que ela terminasse a frase... O segurança a afastou totalmente de Miroku.
Miroku suspirou fundo.
-Me o que?-ele gritou.
-Senhor Miroku, não deve gritar no hospital.-disse a enfermeira , segurava na cadeira de rodas o levando para o seu quarto.
Miroku já estava em sua cama.
-Naoko?-ele disse para enfermeira.
-Sim?-ela perguntou gentilmente.
-Poderia me trazer um espelho?
-Claro.Só um momento.
Alguns minutos se passaram e Naoko, a enfermeira voltou com um espelho.
Miroku se olhou.
-Eu...-ele não acreditou no que viu.
Aquele rosto estava irreconhecí! Definiria o melhor.
Aquele não era ele.
Não era!
Ele sempre fora muito vaidoso.
Mas, e agora?
-Naoko me deixe sozinho, por favor.-ele pediu a enfermeira que estava o observando.
-Certo.
Ele esperou a enfermeira sair.
-Quem sou eu?-ele perguntou se.
Aquelas rosto pálido.
Aquele rosto sem um único sorriso... Não era ele.
-esse não sou eu! o espelho contra a parede.-não sou eu!Não sou!-repetiu varias vezes.
Sango foi colocada para fora do hospital.
-O que eu faço?
-Sango?-era Kagome junto a Inuyasha.
-Ah!
-Desculpa esqueci de falar qual era o quarto de miroku.
-Tudo bem!Eu consegui falar com ele.
-Como?
-Bem... Depois, eu conto.
-Eu e o visitá-lo.Não quer entrar conosco?
-posso?
-Por que não poderia?
Kagome foi falar com a recepcionista.
-Gostaria de visitar um quarto 213.
-Ele está descansando.-respondeu.-Pois, apareceu uma maluca, quero dizer, uma moça, que ficou correndo pelo hospital atrás dele.
*Gota no Inuyasha e na Kagome*
-Mesmo?-perguntou Kagome sem graça.-è muito importante!
-Desculpe.
-o que faremos?-perguntou Kagome.-Eu tinha feito um bolo para ele.
-voltamos depois.-disse Inuyasha.
-Mas, eu preciso falar com ele.-disse já estava se soltando... Com os novos pelo jeito, não estava mais sozinha.
-Eu tenho um plano!-disse Kagome.
-Plano?-perguntou Inuyasha e Sango juntos.
Continua...
