Estar de volta ao seio da família Malfoy poderia ser um privilégio, mas não era. Nem uma opção. Para Draco, voltar àquela casa era meramente aceitar uma derrota. Lucius estava certo: o sonho acabou.

E um pesadelo antigo recomeçava...

Não reagiu quando aquele que deveria chamar de pai e deveria amá-lo penetrou-o com brutalidade. Seu corpo arqueou-se e um fino gemido de dor escapou-lhe pelos lábios. Nada além disso. Para Draco aquilo era rotina, ainda que seu corpo ainda estranhasse e rejeitasse a violência.

Sequer conseguiu chorar quando ouviu seu pai gemer baixinho:

- Meu. Somente meu.