Não tenho escrito muito. Tenho mais uma semana até minhas provas começarem, e vou ter que parar. Vou postar a partir de hoje todos os sábados, tá? Tentar manter um padrão.

ATENÇÃO: Esta fanfiction contém spoilers do livro Percy Jackson e o Último Olimpiano. Se não quer saber parte do final sem querer, não te aconselho a ler. Para todos os outros, boa leitura.

Disclaimer: Percy Jackson e os Olimpianos não pertence à mim, e sim à Rick Riordan.

Sinopse: Rachel Elizabeth Dare finalmente conseguiu realizar-se em sua vida. Porém, o que pode acontecer se ela, de repente, perde sua razão de viver? | Nico/Rachel.

Minha razão de viver

Capítulo 06 - Italiana

A notícia de que haveria neve à noite fez o coração de Rachel palpitar. Veneza já era muito bonita sem neve, mas algo lhe dizia que a cidade tornaria-se ainda mais agradável se coberta de branco. O fato de estarem no final do ano também a fazia suspirar aliviada, pois perderia menos aulas na faculdade. A verdade é que suas provas finais do ano já haviam ocorrido, o que retirava-lhe a preocupação por estar faltando todas as classes.

Nico gostava do frio e do inverno. Naquela época do ano, as sombras eram mais escuras, e ele sentia-se mais forte e saudável. Assim como a noite era seu melhor momento do dia, o inverno era sua melhor época do ano. Ele também gostava da Itália. Havia algo familiar nela - talvez o fato de sua mãe ser italiana - que tornava a cidade acolhedora e agradável.

Ambos se sentiam em casa. Era um sentimento estranho, uma vez que estavam à quilômetros de Nova York, mas o mundo à sua volta parecia finalmente... casual. Nunca antes na vida Nico havia sentido-se tão normal. Ali, caminhando pelas ruas estreitas ao lado de Rachel, rindo de casualidades, apontando os prédios de forma aleatória e comentando coisas banais. Ele nunca foi tão mortal. E aquilo parecia, de alguma forma, certo.

Um sorriso iluminou o rosto de Rachel quando ela percebeu o quão feliz estava. A verdade é que ela era a portadora do Oráculo destinada a morrer dentro de poucos dias caso não conseguisse convencer outra garota a assumir seu posto. Mas, naquele momento, Rachel era uma turista comum caminhando pelas ruas de Veneza ao lado de seu namorado. Isso porque ela tinha certeza que era aquilo que as pessoas estavam pensando, a julgar pelo fato de que eles tinham os dedos entrelaçados. E nada parecia ruim.

- Sabe... - Rachel comentou, ainda sorrindo - Eu não sei bem onde estamos.

- Eu também não. - Nico respondeu - As ruas são confusas por aqui. Apertadas. E não parecem seguir uma lógica, se me permite dizer. - Rachel riu e assentiu - Mas não é como se nós estivéssemos perdidos. Podemos voltar ao hotel facilmente através das sombras.

- Eu ficaria muito feliz em não ter de voltar a viajar nas sombras tão cedo, di Angelo. - ela disse, e fez uma careta. Nico riu bobamente para ela. Ela corou. Rachel achou realmente divertido que ainda pudesse corar em situações como aquela - Alías, o que estamos procurando?

Nico parou e refletiu um momento.

- Apolo me mostrou uma imagem... - ele tentou se lembrar dos detalhes - Uma menina loira, cabelos lisos até, não sei, os ombros? Olhos claros, acho que verdes. Rosto fino. Um pouco mais baixa que você. - Nico apontou a altura.

- Tão vagamente assim? Sem nenhuma pista adicional?

- A última vez que a viram foi em San Marco. - o rapaz acrescentou - Ela fez dezesseis anos à alguns meses, e atrai muitos monstros, como qualquer outro semi-deus nessa idade. Provavelmente está se escondendo pelos cantos, confusa e indefesa.

O pensamento deixou Rachel subitamente triste. A maioria dos semi-deuses começa a ser notado pelos monstros desde cedo, e aquela garota devia ter passado por grandes apuros, principalmente sendo capaz de ver através da Névoa. Rachel entendia o que era ter de encarar todos aqueles monstros horríveis em sua verdadeira forma e admirava a coragem da garota em ter fugido.

- E qual é o nome dela?

Antes que Nico respondesse, eles ouviram uma voz. Alguém gritando ao longe. Gritando o nome de Nico. Eles estavam na Itália, e deviam existir muitos Nicos por ali, mas Nico reconhecera a voz quase que imediatamente. Ele olhou em volta para ver Lilian Sanders parada do outro lado do canal, acenando. Ela fez um sinal para que eles esperassem e falou alguma coisa para as duas pessoas que estavam ao seu lado. Os três se dirigiram para a pontezinha mais próxima e, dentro de alguns instantes, estavam na direção de Nico e Rachel. Estes se entreolharam. A mão de Nico bamboleou na de Rachel, mas a moça a apertou para que Nico não se soltasse. Eles esperaram mais até que Lilian e seus dois acompanhantes estavam a poucos metros deles.

A garota adiantou-se a abraçou Nico. Ele a abraçou de volta, e Lilian se afastou e sorriu para Rachel. Quando esta lhe sorriu de volta, Lilian tomou o sorriso como um sinal de que podia abraçá-la também, o que o fez com entusiasmo. Rachel pareceu surpresa em um primeiro momento, mas depois abraçou a garota. O garoto que estava com Lilian cumprimentou os dois com a cabeça, e a loirinha ao seu lado tentou imitar o gesto, apesar de parecer envergonhada demais para isso.

- Nico! A última pessoa que eu esperava encontrar por aqui! - disse Lilian. Nico arqueou uma sombrancelha.

- Achei que você estivesse em uma missão. - ele comentou. Lilian riu.

- Esta é a missão!

- O que, rever velhos amigos? - Rachel perguntou em um tom de brincadeira.

- Não! - o tom de Lilian demonstrava que ela não achava a menor graça em estar em uma missão - É um negócio com uma irmã minha. Eu odeio Veneza!

- Shiu! - o garoto ao lado dela a repreendeu - Você está em Veneza. Pode ao menos falar mais baixo?

Ele tinha razão. Alguns transeuntes olharam feio para Lilian ao ouvir sua frase, apesar dela falar inglês. Nico havia prestado mais atenção na primeira frase que Lilian dissera.

- Espera, vocês também estão procurando Giovana Colle? - perguntou. Lilian arregalou os olhos.

- O que vocês sabem sobre Giovana? - retrucou, nervosa. Nico e Rachel trocaram outro olhar.

- Precisamos achá-la, também. - Nico explicou após um tempo - Então vocês são o grupo de semi-deuses que está procurando ela?

Lilian assentiu. Ela apontou para o garoto - Você conhece o Danny. - e sorriu, com orgulho - Esta daqui é minha irmã, Jeanette. - continuou, apontando para a loira - Fomos encarregados de encontrar a garota e convencê-la a ir para um lugar seguro, como o Acampamento Meio-Sangue.

- Podemos lhes dar informações sobre onde já a vimos. - falou Daniel - Mas não é uma boa ideia que andemos juntos. - percebendo as caretas de Nico e Rachel, Daniel se explicou - Acontece que nós já nos encontramos com a garota. E digamos que o encontro foi... ruim.

- Ruim é pouco. Ela nos odeia! - Lilian disse levemente exasperada - Se vocês quiserem ter alguma chance de conversar racionalmente com ela, não podem ser vistos conosco.

- G-giovana é... o-orgulhosa. - murmurou Jeanette. Todos dirigiram os olhares para ela, o que fez a loira corar - Vocês pre-cisam entender o p-ponto de vista dela ant-tes de falar qualquer coisa. Ca-. Caso contrário, ela se tornará host-til.

Jeanette ficava mais vermelha a cada vez que gaguejava. Ela olhava para o chão enquanto falava, e Nico se pegou encarando-a. Conhecia aquela garota de algum lugar. Ele apenas não conseguia se lembrar... talvez ele só tivesse visto-a em algum lugar no acampamento.

Daniel mexeu na mochila que tinha em suas costas e tirou um caderno. Com uma caneta azul, ele rabiscou alguns nomes em uma folha e, em seguida, arrancou-a. Ele a estendeu para Nico.

- Tudo o que sabemos até agora. Esse é o nome da mãe dela, e essas são as ruas nas quais a vimos.

Rachel se pôs na ponta dos pés para ler o papel nas mãos de Nico. Ottavia Colle. Ao ler o nome, Rachel sentiu sua cabeça encher-se de palavras, vozes, lembranças e imagens. Ela já estava acostumada com a reação, portanto apenas se esforçou para capitar o que quer que fosse importante daquilo que via. A mãe de Giovana era muito parecida com ela - com excessão à seus cabelos escuros. As visões continuaram, e Rachel viu de relance um acidente. Um navio. E uma mulher pálida em uma cama.

- A mãe dela... morreu? - disse em voz baixa. Lilian sacudiu a cabeça.

- Está em coma. A quase dois anos. Eu não sei porquê papai não veio procurar ela antes...

Rachel trocou um olhar com Nico. Giovana devia fazer parte daquela parcela de meio-sangues que perdeu o pai ou mãe mortal e ficou sozinha no mundo, sendo atacada por monstros todas as tardes. Considerando que ela podia ver a verdadeira forma das criaturas, deve ter sido bastante frustante receber uma visita do pai depois de tanto tempo abandonada. Ela devia estar com muita raiva quando Apolo veio vê-la.

- Vamos começar por San Polo, então? - Nico apontou para o último nome da lista - Pensei que ela estava em San Marco.

- Nós encontramos com ela a dois dias atrás. Estávamos quase fazendo ela nos odiar um pouco menos quando uma maldita dracanae resolveu que era uma boa hora para visitar. É lógico que ela fugiu! - Lilian bufou.

- Acho que deveríamos nos separar. - disse Daniel após um suspiro - Como eu disse, será melhor para vocês dois se fingerem não nos conhecer.

Nico assentiu - Eu e Rachel iremos para San Polo, então.

Lilian sorriu mais uma vez para eles e acenou. Daniel os cumprimentou com a cabeça, e Jeanette murmurou algo ao passar corada por eles. Nico e Rachel esperaram que os três terminassem de descer a rua para voltar a andar. Nico passou um dos braços pela cintura de Rachel enquanto os dois caminhavam.

- Eu acho que estamos indo para o lugar errado, Nico. - Rachel disse por fim. Nico olhou-a.

- Você viu alguma coisa?

- Não... - ela pausou, olhando os lados - É apenas intuição.

O rapaz pareceu pensar um pouco antes de assentir. Rachel ainda era, apesar de tudo, portadora do Oráculo de Delfos. Não era muito inteligente discutir com ela.

- E onde você acha que devemos ir?

- Para onde você iria se sentisse sozinho no mundo? Para a única pessoa que você ama e confia, é claro. Eu tive visões de Giovana e Ottavia juntas. - Rachel respirou fundo, como se as visões fossem também tristes - Ottavia era uma ótima mãe, e algo me diz que Giovana deve estar nos arredores do lugar onde ela é mantida.

Um sorriso bobo se alastrou pelo rosto de Nico. Ele beijou a testa de Rachel.

- Geniale. - murmurou sorrindo. Rachel sorriu de volta.

- Como vamos descobrir qual hospital é o certo?

- Deixe comigo. - Nico disse com firmeza - Aprendi como encontrar informações quando procurei sobre o passado de minha mãe. Será fácil.

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Em um primeiro momento, Rachel não acreditou de verdade que seria fácil encontrar o nome do hospital. Porém, Nico mostrou-se bastante prático. Ele sugeriu que os dois fossem até a rua onde Ottavia morava antes do acidente - Daniel lhes indicara o endereço - e perguntou à algumas pessoas em seu perfeito italiano sobre o paradeiro da mulher. Nico ainda inventou toda uma história, explicando o quanto estava preocupado e queria visitar a tia. Logo, uma das vizinhas lhe indicou o endereço de um grande hospital dentro de Veneza. Rachel e Nico descobriram, também, que o pai de Ottavia possuía muito dinheiro e mantinha a filha em um dos melhores hospitais da cidade. E que o mesmo homem costumava pagar a uma mulher para cuidar da neta na antiga casa de Ottavia, uma vez que o avô não tinha tempo para cuidar da família.

- Me lembra meu pai. - Rachel comentou com Nico enquanto eles caminhavam até o hospital. Nico os levara à quadra mais próxima através de viagem nas sombras, e os dois estavam a apenas alguns metros da entrada - Não ter tempo para a própria neta solitária por conta de negócios. Muito típico do meu pai.

A cada detalhe da vida de Giovana que eles descobriam, Rachel se identificava mais e mais com a garota. Ambas possuíam uma família preocupada com negócios que era negligente com os sonhos e desejos pessoais delas. Ambas podiam ver através da Névoa e sentiam-se apavoradas por isso. E talvez, futuramente, Rachel pudesse dizer que ambas portaram o Oráculo de Delfos.

Ter o espírito do Oráculo dentro de si fazia Rachel ouvir vozes e ter visões, além de recitar profecias. Apesar disso, era a sua capacidade de ver através da Névoa que fazia com que Rachel tivesse uma alta percepção. Portanto, ela não demorou muito para notar a dracanae que se arrastava para fora de um beco, parecendo irritada. Um pouco mais a frente, Rachel viu uma garota loira com os cabelos molhados correndo mancando de um pé. O coração de Rachel foi à loucura quando ela reconheceu a garota sendo Giovana Colle.

- Ali! - apontou, e Nico se virou. Ele também vislumbrou Giovana, e Rachel percebeu que seus músculos ficaram tensos. A mão dele buscou o punho da espada de ferro estígio por impulso. Nico correu até a dracanae com Rachel em seu calcanhar e atacou o monstro pelas costas. Rachel não parou de correr até que alcançasse Giovana.

A loira olhou para Rachel por alguns segundos, inquiritiva. Rachel não pôde evitar de olhar de relance para a pequena batalha de Nico com a dracanae, preocupada. Ao olhar naquela direção, porém, pôde ver apenas o rapaz junto à uma pilha de poeira. Suspirando aliviada, ela voltou a olhar para Giovana, que arqueou uma sombrancelha.

- Você não é humana. - a garota falou, por fim. Rachel ouviu o sutaque italiano no inglês dela - Ou melhor, você é humana. Mas tem algo de diferente.

- Eu sou como você. - Rachel disse - Posso ver as coisas do jeito que elas realmente são.

Nico ainda estava parado ao lado dos restos da dracanae e tinha reembainhado sua espada. Ele não fazia menção de que se aproximaria, a menos que Rachel lhe sinalizasse. Rachel lançou um olhar para Giovana e percebeu que a garota também fitava Nico.

- E você sabe que ele também não é humano, não é? - Giovana espremeu os olhos. Rachel assentiu, e sorriu.

- Nico é meu amigo. Não importa o que ele é, ou o que eu sou. A verdade é que a espécie não é o que importa, e sim a essência. O que há dentro. Não podemos nos basear somente nas aparências.

Giovana observou Rachel por um momento, virou-se para Nico, e depois novamente para Rachel.

- Você tem algo a mais de diferente. - Giovana comentou, nervosa - Uma áurea.

Rachel inclinou-se para frente e estendeu a mão antes de falar - Muito prazer. Sou Rachel Elizabeth Dare, Oráculo de Delfos.

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De longe, Nico podia ver a careta que Giovana fizera ao ouvir a palavra oráculo. Porém, esta "careta" estava mais para uma surpresa do que para uma irritação, por isso Nico não se mexeu. Manteve-se parado. Sabia muito bem que Rachel tinha mais jeito na hora de tratar das pessoas vivas. E considerando que ela e Giovana tinham muito em comum, Nico tinha a certeza de que Rachel se sairia bem.

Giovana hesitou; em parte por receio. Por fim, sua mão encontrou a de Rachel em um breve aperto.

- Giovana Colle. - disse.

- Você é italiana, certo? - perguntou Rachel, com cuidado. Giovana assentiu - Então... como sabia que eu não falava italiano? Quando você falou comigo, falou em inglês.

A loira fitou Rachel por mais um tempo, como se decidindo se ela merecia ou não a verdade. Por fim, explicou:

- Eu simplesmente sabia que deveria falar inglês.

Bingo. Rachel havia percebido que a garota falara em uma língua diferente da sua natural e, agora que confirmara o motivo, sabia que Giovana realmente possuía o dom. Ela muito provavelmente sentia o mesmo que Rachel antes desta se tornar o Oráculo: certas respostas apareciam em sua cabeça sem que ela pudesse explicá-las. Rachel sorriu para a italiana.

- Você sabia que é muito poderosa?

Giovana mexeu-se, inquieta. Rachel imaginou que a garota estivesse começando a querer fugir, e aquilo não era bom. Ela tratou de se consertar:

- Sei exatamente como você está se sentindo. Eu também achava que era louca por ver mais que os outros.

A filha de Apolo deu um passo para a esquerda, mas sua perna manca falhou. Ela chiou baixinho.

- E posso te ajudar a entender as visões. Eu também as tinha. - Rachel falou por fim - Você está com fome e essa perna está mesmo doendo.

Não era uma pergunta. Rachel sabia que o que ela dissera era verdade. Contudo, Giovana assentiu. Ela olhou mais uma vez de relance para Nico, e Rachel aproveitou o desvio de atenção para indicar para o rapaz com a cabeça de que ele deveria se aproximar. Nico andou até elas e parou em frente à Giovana, estendendo também a mão para um cumprimento.

- Sou Nico di Angelo.

Rachel pôde jurar que vira os olhos de Giovana brilharem quando ela segurou a mão de Nico em resposta.

- Giovana Colle. - disse a garota pela segunda vez no dia. Nico assentiu.

- Acho que Rachel tem razão sobre você precisar de cuidados. Essa perna pode ser curada em uns poucos minutos, se você confiar em nós.

Talvez, em qualquer outra situação, Giovana fugisse. Mas, considerando que estava cansada, acabara de ser perseguida por algumas dezenas de monstros nas duas últimas semanas e tinha a perna mancando, seguir dois estranhos parecia até... bom. Aliás, o fato de Nico di Angelo falar italiano a deixou levemente mais calma, e a áurea que Rachel emanava criava curiosidade na loira. Porém, Giovana lembrou-se dos outros que vieram falar antes com ela, e seu nervosismo voltou à tona.

- Vocês não querem me levar para a américa, vuoi? - perguntou, nervosa. Nico olhou para Rachel preocupado, mas ela sorriu.

- Na verdade, eu queria conversar com você sobre as visões. Sei que deve parecer muito estranho, duas pessoas te pararem na rua e...

- Acredite, já me aconteceram coisas piores. - a loira suspirou - Está certo. Acompanho vocês. Mas é melhor não tentarem me arrastar à força!

E, com isso, Nico e Rachel colocaram-se a ajudar a italiana a chegar ao hotel onde estavam hospedados.

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Neva em Veneza? Sim... agora qual é o esquema, eu não sei. Eu nunca vi neve D:

Enfim... Muito obrigada à Roh Matheus, Lella Sartori, Dazzy Hudson e Lady-simplyme. Como eu disse antes gente, vou passar a atualizar sábados. Digam o que estão achando do rumo da história.