Pov Emma

Sem piedade ela se esfrega em mim. Atiçando me, incendiando me, enlouquecendo me, deixando me fora da orbita terrestre. Eu não tenho dúvidas que gozaria somente sentindo seus movimentos contra meu traseiro ardente.

Uma de suas mãos mantém meus pulsos presos acima da minha, enquanto a outra sobe a minha cintura, percorrendo as minhas costas até chegar ao meu pescoço, despertando calafrios de prazer pelo corpo inteiro. Regina afasta delicadamente meus cabelos, e sinto seu hálito quente e fresco adocicado de maçã em meu ouvido.

- Diga me, Emma, onde você quer que eu a toque? - Sua voz rouca e abafada me faz soltar um gemido quase inaudível de prazer.

Fecho os olhos em um estado de puro êxtase num sussurro. - O corpo todo.

- Seja mais específica. Cherrié - Oh, ela fala francês e eu vou ao delírio. Com habilidade, Regina, desliza sua mão para dentro do corpete e toma um de meus seios, apertando o suavemente. - Aqui? É aqui que você quer me sentir ,Emma? - Seus lábios roçam minha orelha de leve, fazendo me aos poucos perder os sentidos.

- Sim... - Eu sussurro arrebatada.

Sua mão macia deixa meu seio e desce lentamente contornando a renda da minha calcinha.

- Ou aqui? - Regina afasta o fino tecido e introduz dois dedos em mim. Eu gemo alto e choramingo enlouquecida quando começa a fazer círculos em minha pele molhada.

- Ohh, Regina! - Exclamo sentindo seu toque no lugar mais intimo do meu ser. Meu corpo inteiro entra em combustão. As minhas pernas tremem, o meu coração bate como louco dentro do meu peito, a minha respiração falha.

- Emma, você quer ser fodida bem selvagem? - sussurra roucamente, enquanto não para de me estimular com seus delicados dedos, pressionando o meu ponto G com vontade.

- Sim, eu quero. - É o que eu mais quero nesse momento.

Para minha tortura, Regina retira seus dedos e eu choramingo outra vez. E quando penso que ela irá parar de me estimular, ela pega uma das minhas mãos e introduz meu indicador na minha abertura, fazendo movimentos dentro de mim. Zeus! Eu não aguentarei por muito tempo! Porém, logo o retira e o leva a boca, chupando o asperamente.

- Seu gosto é fantástico! - fala baixinho, sua voz rouca cheia de luxúria.

- Sua mão varre meus cabelos e ela segura meu rosto, virando o de lado. Por um breve momento, ela observa ardentemente a minha boca e seu hálito quente invade as minhas narinas, me deixando alucinada, louca, fora de si. E, sem esperar muito, Regina une seus lábios aos meus num beijo rude, quase primitivo. Sua língua entra em minha boca e desbrava todos os cantos com maestria se entrelaçando a minha, me deixando sem ar.

Regina não só beija como parece que rer me engolir viva. Em suas mãos eu me transformo em uma massa de sensações intensas desconexas, que palpita descontroladamente. Enquanto sua língua me rouba os gemidos, o ar, o seu corpo pressiona o meu em um desejo sôfrego, carnal, descomedido.

Á medida que o beijo se prolonga, as suas mãos percorrem as minhas coxas, por baixo do vestido, em direção ao meu bumbum onde aperta delicadamente. Um gemido gutural brota do fundo de minha garganta e ela morde de leve meu lábio inferior. Seu gosto de maçã, viciante se misturando ao meu, acariciando a minha, me deixando fora de si, tudo isso tem um efeito avassalador sobre mim. Ela me reivindica com a boca com a mesma intensidade que quer se apossar do meu corpo.

Regina solta o cinto que prende a minha capa e a deixa cair no chão, sobre o tapete persa. Ela faz o mesmo com o zíper do meu vestido que abre e escorrega pelo meu corpo facilmente, se unindo a capa logo abaixo de meus pés.

- Fique com as mãos acima da cabeça 'Cherrié'. - Diz prendendo meus pulsos com o lenço vermelho que retira de meu pescoço. - Humm ... Você tem um belo e provocante traseiro sabia?- Sussurra passeando as mãos suavemente sobre minha pele em chamas. - Esse seu traseiro, assim como sua boca impetuosa precisam de uma lição por me deixar louca. - Rosna e dá uma palmada em meu bumbum. Eu solto um gemido inesperado devido a sensação estranha que se forma em minha pele e ela pergunta mordendo de leve o lóbulo da minha orelha. - Gosta disso?

- Sim... - Respondo ofegante sem saber ao certo o que estou falando.

Impiedosamente, Regina desfere outro golpe na minha carne e depois acaricia onde acabou de bater forte. Uma mistura de ardência e excitação preenche o meu ser, me deixando zonza e completamente sedenta.

Ela solta as presilhas de minha cinta liga que são abertas uma a uma. Em seguida, desliza a minha calcinha para baixo dizendo:

- Erga os pés, Emma, quero me livrar de suas roupas.

Atendo ao seu pedido e, sem tirar os olhos dos meus vejo a pegar um artefato com um pênis acoplado em uma espécie de cinta.

Percebo que ela também tira suas roupas, pois sinto seus seios roçando em minhas costas. Estou pegando fogo. Não aguento mais. Meu sexo está inchado e implorando pra senti la dentro de mim.

Regina acaricia minhas costas e sua língua quente passeia pelo meu pescoço. Logo ela enrola meus cabelos em seu punho e puxa os pra trás. A raiz dói um pouco, mas su ignoro por completo. Estou inebriada demais por ela para sentir outra coisa que não seja ela em mim.

Ouço ela encaixar o strap on e meu corpo trepida. - Emma, diga me p que você quer.

- Eu quero senti lá... Dentro de mim. - murmuro quase em transe.

- Diga como você quer me sentir dentro de você. Exige roucamente.

"Deuses! Isso é tortura psicológica!"

- Selvagem... - Eu sussurro de olhos fechados, mordendo o lábio inferior.

- O que mais? - pede, enquanto percorre os lábios em meu pescoço.

- Duro e forte. - concluo, salivando de desejo.

Sinto seu sorriso na minha orelha e ela fala louca de desejo. - Emma, apoie suas mãos na parede. Porque eu vou te foder forte, selvagem e duro.

" Céus! Quem é essa mulher devassa que toma conta de minha mente neste momento?"