Como prometido...


Capítulo 6 – Parents

Ser pega enroscada na sua namorada depois de um sexo incrível pelos pais gays dela não era engraçado. Então ali estavam eles, ambos os casais sentados de frente um pro outro na mesa de jantar num estranho silêncio.

Os dois pais tinham os olhos fixos em Quinn. Como ela tinha ousado deflorar a garotinha deles? Como ela tinha ousado tirar a inocência dela?

Quinn só queria derreter ou talvez desaparecer e não ter que lidar com os pais raivosos de Rachel.

"Rachel. Explique-se. Agora. Por que você deixou sua namorada te tocar de forma inapropriada embaixo do nosso teto?" Seu pai James perguntou secamente.

"James, relaxa. Você está assustando elas. Olha, tem uma veia saltando da sua testa e parece que você vai matar alguém." Seu outro pai disse.

"Daniel, como você pode falar da minha "veia saltando" quando sua filha estava tendo sexo lésbico com a namorada dela! Claro que elas deveriam estar com medo de mim!" Ele disse aumentando a voz.

"Ah, sim, desculpa. Rachel, você tem 17 anos. Eu achei que você queria esperar até os 25 para fazer sexo?" Daniel perguntou para a filha.

"Pai, papai, eu realmente queria esperar até os 25, mas a Quinn..."

"ELA TE PRESSIONOU?" James rugiu, interrompendo sua filha.

"Pai! Me deixa terminar! Não, ela não me pressionou, foi o contrário. Fui eu que a pressionei, na verdade. Ela é uma jovem mulher muito gentil e cavalheira, se vocês querem saber." Ela disse aos seus pais.

Quinn permaneceu calada, completamente pálida.

"Garooooota, eu acho que você tem os olhos lindos! Rachel, minha querida, eu disse isso antes e eu digo de novo, você conseguiu um partido e tanto!" Daniel disse, sorrindo para uma Rachel mais sorridente ainda e uma Quinn completamente corada.

"Danny, foco!" James disse, bravo pelo seu marido estar mais uma vez ignorando completamente o problema.

"Certo. Crianças, olha, fazer sexo muito cedo num relacionamento pode ter consequências severas, porque um relacionamento não pode ser baseado só no sexo, mas também no amor, no diálogo e no comprometimento. Sexo é só o efeito e a expressão física desse amor." Daniel disse sabiamente. "Como eu me saí, Jimmy?"

James revirou os olhos. "Para complementar o que o Daniel estava dizendo, o sexo muda tudo. Vocês estão levando à sério esse relacionamento? Porque Quinn, eu vou ser franco."

"Meu nome é Daniel, não é Franco." Daniel interrompeu com um sussurro e uma piscada.

"Daniel!"

"Desculpa!"

"Quinn, eu não quero que você esteja usando minha filha. Ela significa tudo pra nós e vê-la se machucar com outras pessoas é algo que não encaramos muito bem." Ele disse.

"Mr. Berry, se me permite, eu estou tão profundamente apaixonada pela sua filha que às vezes eu acho difícil respirar quando estou perto dela. Vocês dois criaram ela tão bem e eu não tenho motivo algum para machucá-la, só amá-la com todo o meu ser." Quinn disse apaixonadamente, sentindo que ela deveria defender seu sentimento por Rachel.

"Oh... e ela é romântica! Rachel, por que você ainda não apresentou ela formalmente para nós?" Daniel guinchou alegremente, batendo palmas excitado. Rachel riu e se remexeu na cadeira, orgulhosa da sua namorada.

"Quinn, olha, você ganhou meu respeito com o que acabou de dizer e eu aceito o fato de que minha filha não é mais uma garotinha e sim uma mulher com necessidades e desejos por você que ela precisa expressar fisicamente e eu conheço minha filha bem o suficiente para confiar nela e nas suas decisões." James disse, ignorando seus animados marido e filha.

"O bom é que ela não pode te engravidar, certo Jimmy?" Daniel disse, levantando sua mão para tocar com a do marido.

Quinn e Rachel mais uma vez ficaram em silêncio, ambas pálidas.

"Mr. Berry? Eu tenho que contar algo sobre mim." Quinn disse num tom baixo.

"Oh, não! Não me diga que você está esperando um filho de um ex-namorado?" Daniel disse, levando a mão ao peito, seus olhos azuis já lacrimejantes, tão dramático quanto Rachel.

"Não, nada disso, é só que... bem... eu tenho... sabe... como... uma coisa..."

"Minha namorada tem um pênis que aparece todo mês." Rachel interrompeu Quinn.

Os Berry ficaram paralisados, olhando de Rachel para Quinn para ver se elas estavam brincando.

"Oh, meu Deus, elas estão falando sério! Esse dia está cada vez mais estranho." Daniel disse primeiro, balançando a cabeça.

"O que isso quer dizer?" James perguntou.

"Papai, isso significa que Quinn pode de fato me engravidar, mas não se preocupe, nós estamos nos precavendo, não estamos, Quinn?" Ela se virou para Quinn, que assentiu. Rachel decidiu poupar seus pais da suspeita de gravidez que elas tinham enfrentado recentemente. Ela não queria que seus pais morressem de um ataque do coração.

James sentiu sua enxaqueca dar sinais, esfregando suas têmporas de forma frustrada.

"Ok, tanto faz. Nós somos uma família de mente aberta e nós aceitamos as diferenças, incluindo a sua Quinn." Ele disse. "Mas é o seguinte, sem mais noites do pijama, a porta de qualquer cômodo vai ficar aberta quando vocês estiverem juntas, incluindo o banheiro, que vocês vão usar separadamente. Eu e James não queremos nenhum neto por agora, então isso pode esperar e por favor, por favor, sejam cuidadosas e Quinn, bem-vinda à família." Ele finalmente disse, dando a ela um sorriso deslumbrante, parecido com o da própria filha.

"Obrigada por ser tão compreensível, Mr. Berry." Quinn disse, finalmente capaz de respirar tranquilamente.

"De nada. E eu gostaria de ligar para a sua mãe e dizer a ela que você vai ficar para o jantar, porque nós queremos conhecer mais sobre a garota que deflorou nossa filha."

"Papai!" Rachel gritou indignada.

Quinn corou e assentiu. "O que você quiser, Mr. Berry."

O jantar transcorreu sem maiores problemas. Todos se divertiram imensamente. Piadas e histórias engraçadas compartilhadas com Daniel e conversas inteligentes e profundas compartilhadas com James. Ambos ficaram profundamente impressionados e encantados com Quinn, sentindo que ela era quase que 100% mais compatível com a filha deles do que Finn Hudson.

Depois do jantar os dois casais relaxaram assistindo Funny Girl, com Daniel e Rachel cantando junto. Rachel e Quinn permaneceram abraçadas numa poltrona reclinável e com um cobertor sobre o colo e os Berry ficaram com o sofá.

"Eu sou o seu Mr. Arnstein?" Quinn perguntou, sorrindo de forma fofa.

"Claro, Ms. Fabray." Ela respondeu, sorrateiramente botando a mão no colo de Quinn, apertando sua coxa e dando um doce beijo em seus lábios.

"Rachel! Mãos onde eu possa ver!" James Berry disse, sem tirar os olhos da tv.

"Estraga-prazeres." Rachel disse emburrada, se aconchegando em Quinn, que apenas riu com a dinâmica daquela família.

...

"Boa tarde, Mrs. Fabray, eu sou Rachel Berry e amiga de Quinn. Eu passei aqui pra ver como ela está."

"Oh, Rachel, você é do Glee, certo?"

Rachel sorriu e assentiu.

"Ela está lá em cima, provavelmente dormindo. Ela estava com cólica mais cedo, então ela pode estar um pouco mal humorada." Mrs. Fabray avisou.

Rachel subiu as escadas seguindo as instruções da mãe de Quinn e bateu na porta levemente. "Quinn, posso entrar? Sou eu, Rachel."

Sem ter uma resposta da sua namorada, ela entrou no quarto.

A cama estava desfeita e ela percebeu que sua loira não estava nela. Ela reparou então que a porta do banheiro estava entreaberta. A curiosidade venceu e ela espiou pela fresta. Foi quando ela ouviu o inconfundível som do gemido de Quinn. A loira estava de costas para ela, com sua cabeça inclinada e um dos braços apoiado na parede. Enquanto sua mão direita estava em movimento.

Sem estar ciente do que estava acontecendo e pensando que sua namorada estava com dor, ela estava prestes a entrar para ajudar quando ouviu outro gemido.

"Caralhoooooooo... mmmmmmm." Quinn gemeu e Rachel logo percebeu que sua namorada não estava com dor, mas se masturbando e foi quando ela viu.

Sua namorada mudou de posição e seu membro ereto entrou na visão de Rachel, fazendo-a ficar instantaneamente molhada.

Quinn estava bombeando seu membro furiosamente com a mão, balançando seus quadris.

"Me fode, ahhh, assim... baby..." Quinn continuou gemendo, sem saber que sua namorada completamente excitada estava assistindo seus movimentos com olhos bem abertos e uma boceta pingando. "Cacete... Rachel, baby... fode meu pau... cacete... isso! Assim, meu amor!"

Todo o sangue de Rachel tinha oficialmente se alojado entre suas pernas, seu clitóris já estava dolorido e sua boceta já estava se contorcendo, desejando aquele membro pulsante. Ela estava muito excitada com o fato de que sua namorada estava se masturbando pensando nela.

Daquele ângulo ela podia ver o quanto o membro de Quinn era grande e ficou surpresa com o fato de que sua primeira vez não tinha realmente doído tanto.

Quinn estava movendo sua mão em movimentos circulares sobre o seu membro duro, sua mente preenchida com imagens de uma Rachel nua e molhada. Sua mão acelerou os movimentos, movendo-se pra frente e pra trás, seu pijama na altura do calcanhar. Ela estava suando, seus olhos estavam fechados e ela estava mordendo seu lábio inferior, soltando ele para poder gemer.

"Oh, oh.. Rachel... Rach... baby..." Ela continuou gemendo, acariciando todo o seu membro.

"Cacete, ooooohhh, Deus! Rachel!" Ela gemeu, indo mais rápido até finalmente gozar, jorrando seu sêmen na lixeira, seu quadril indo pra frente.

"Caralho..." Ela finalmente suspirou, tirando o restante do gozo do seu membro amolecido.

Rachel rapidamente se sentou na beira da cama de Quinn, esperando com uma cara inocente, como se ela não tivesse não só ouvido, mas visto sua namorada se masturbar.

Ela ouviu a torneira ligar e imaginou que Quinn devia estar se limpando.

Quinn saiu do banheiro secando sua mão na toalha de rosto, pulando de susto ao ver Rachel.

"Caramba! Rachel, você me assustou!" Ela reagiu.

"Se divertindo?"

"O quê?"

"Eu vi você se masturbando." Ela admitiu.

"Oh." Quinn corou, se sentindo envergonhada.

"É normal querer se masturbar, Quinn. Especialmente quando se está pensando na sua namorada gostosa. Você poderia ter me ligado ou mandado uma mensagem, sabe. Eu poderia ter te ajudado..." Ela disse com os olhos dilatados. Ela bateu no colchão ao seu lado para que Quinn se sentasse, o que ela fez, e a beijou profundamente.

Ao se afastar dela, Rachel a encarou, observando cada traço do rosto de Quinn.

"Eu realmente senti sua falta na escola hoje." Ela sussurrou. "Eu sei que você me mandou uma mensagem dizendo que não ia na aula, mas ainda assim eu senti sua falta." Ela disse, tirando alguns fios dourados do rosto de Quinn.

Quinn sorriu, beijando-a. "Eu também senti sua falta, baby. Eu não posso ficar muito tempo longe de você."

"É por causa disso que você sempre falta alguns dias todo mês?" Ela perguntou, falando sobre a situação de Quinn, que assentiu. "Dói?"

"Dói quando meu corpo começa a se ajustar para "receber" o meu pênis." Ela explicou, tocando sua barriga. "Eu não vou na escola porque a dor é muito intensa e me deixa muito fraca e depois muito excitada." Ela disse. "Eu não sei porquê. É como se depois da dor excruciante meu corpo tentasse relaxar me fazendo ficar superexcitada e me sentir muito melhor depois de ter um orgasmo."

"Então você não está sentindo dor agora?" Ela perguntou, procurando por sinais de que ela estivesse sentindo dor.

"Não, porque o que você viu foi eu relaxando." Ela sorriu maliciosamente.

"Oh, eu gostei de assistir, mas eu estou feliz que você esteja bem." Rachel disse, se inclinando para beijá-la.

"Você realmente gostou?" Quinn disse contra seus lábios.

"Eu realmente gostei." Ela respondeu, começando a arfar ao sentir a mão direita de Quinn deslizar por debaixo da sua saia.

"Espera." Ela impediu a mão da loira de ir mais adiante. "Sua mãe está lá embaixo e eu certamente não quero que aconteça hoje o que aconteceu ontem."

"Não se preocupe, ela nunca entra." Ela disse, continuando seu caminho pela saia indecentemente curta de Rachel. Ela alcançou seu destino, passando os dedos pela trilha molhada que havia se formado na calcinha de Rachel, deslizando seu dedo levemente pelo seu clitóris.

"Quinn, por favor." A morena implorou, abrindo suas pernas para facilitar o acesso, sua saia subindo pelas suas coxas.

"Me diz do que você precisa, Rachel." Ela disse num tom rouco.

"Brinca com o meu clitóris, baby... ver você se masturbando quase me fez gozar. Só me toca." Ela implorou.

Quinn mergulhou seus dedos no centro úmido de Rachel. Puxando sua calcinha para o lado, ela apertou e massageou seus lábios encharcados. Ela deslizou deus dedos para cima e para baixo, da sua entrada até o seu clitóris. Sentindo que ele já estava bem lubrificado, ela focou sua atenção ali, esfregando-o em movimentos circulares com a ponta dos seus dedos, pressionando e segurando-o entre seus dedos molhados. Ela podia sentir ele se contraindo e pulsando.

Rachel agarrou Quinn pela nuca, mordendo e beijando seus lábios vermelhos, saboreando o gosto de menta da sua língua e o gosto de cereja do gloss em seus lábios. Ela correu sua língua pelo céu da boca da loira, explorando aquela boca gostosa enquanto arfava pelo nariz, gemidos escapando a cada dois segundos. Seus quadris estavam também em movimento, tentando criar um ritmo com os dedos que brincavam nela.

Alguns movimentos a mais e ela gozou com um gemido alto, abafado pela boca e pela língua de Quinn. Ela respirou pesadamente pelo nariz, já que Quinn ainda não tinha abandonado sua boca. Seus quadris diminuíram o ritmo e suas coxas tremeram e se fecharam, mantendo a mão de Quinn um pouco mais em sua intimidade, estendendo os efeitos do seu orgasmo.

Quinn deixou os seus lábios e dois pares de olhos se abriram lentamente, as pupilas completamente dilatadas, íris avelãs e castanhas brilhando.

"Foi bom?" Quinn sussurrou. Rachel pegou os dedos molhados de Quinn e lambeu seu próprio gozo, chupando-os em seguida, passando sua língua entre eles, ouvindo Quinn arfar. A morena então a beijou, gemendo ao sentir seu próprio gosto.

"Era exatamente o que eu estava precisando." Ela respondeu. "Mas parece que você precisa relaxar mais." Ela disse, olhando para o formidável volume que tinha se formado na calça do pijama de Quinn.

"Você vai me dar uma ajuda com a mão? Porque eu não vou precisar de muito mais que isso." Quinn disse, tão focada em fazer Rachel sentir prazer, que mal percebeu que ela mesma tinha ficado dolorosamente excitada ao satisfazê-la.

"Melhor ainda, Quinn." Ela disse. "Vamos testar os reflexos da minha garganta." Ela ouviu Quinn dar um leve gemido. Rachel beijou seu queixo e foi descendo pelo seu pescoço enquanto se posicionava entre as coxas tonificadas de Quinn. Ela deu total atenção ao seu pescoço enquanto abaixava a calça de Quinn junto com sua cueca masculina, libertando seu membro no ar, orgulhosamente ereto, pronto para receber sua boca.

Rachel se ajoelhou entre suas pernas, mantendo contato visual com Quinn, que arfou ao ver o rosto da morena tão perto do seu membro rosado.

"Rachel, Rach... você não precisa..." Ela engoliu seco. "Fazer isso. Você sabe disso, não sabe? Você pode usar sua mão." Ela disse, não querendo forçar Rachel a fazer algo ousado ou anti-feminista.

"Oh, Quinn, mas eu quero saber qual é o seu gosto e sentir você gozando na minha boca. Você não quer saber como é sentir meus lábios em volta de você? Chupando você, lambendo seu pau como se fosse um delicioso pirulito? Hm?" Ela disse, arrastando suas unhas pelas coxas de Quinn.

"Oh, Deus, Rach..." A cintura de Quinn empinou involuntariamente.

"Não lute contra isso Quinn, seu corpo quer." Rachel fechou seus dedos em volta do seu mastro, sentindo ele e admirando seu tamanho e o seu calor.

Quinn arfou e agarrou a beirada da cama firmemente.

Rachel começou a estocar seu membro pra cima e para baixo, maravilhada com o pré-gozo que já estava saindo da sua ponta. Ela lentamente trouxe sua boca para mais perto, botando sua língua pra fora e lambendo o líquido, provando dele e então engolindo. Ela olhou de volta para Quinn, que tinha os olhos dilatados e sua íris avelã transformada num verde escurecido pelo desejo e sua boca aberta, tentando respirar.

A morena botou sua língua pra fora mais uma vez, mantendo o contato visual e lambeu em volta da cabeça do membro de Quinn, antes de lamber todo ele, da base até a ponta e finalmente botar os lábios na cabeça do pênis, fechando-os em volta dele. Ela deslizou por todo seu comprimento, voltando ao topo, sua língua massageando por dentro. Ela ouviu e viu Quinn arquejar de prazer. Estabelecendo um ritmo confortável, ela começou a balançar sua cabeça, chupando seu membro de cima a baixo, o pré-gozo se misturando com a sua saliva.

Quinn estava no céu do sexo oral. Ela relaxou o aperto na beirada da cama e trouxe sua mão para afastar o cabelo de Rachel do rosto. Aquilo parecia bom demais pra ser verdade. Ela não podia acreditar que a boca da sua namorada estava dando tanto prazer a ela. Ela estava realmente surpresa que sua garota ainda não tinha engasgado ao botar todo o seu membro dentro da boca, ela podia sentir a cabeça dele tocando sua garganta.

A Ms. Pillsbury estava certa, Rachel pensou, não ter esses reflexos veio a calhar.

Com um estalo ela tirou ele da boca, correndo sua língua sobre a cabeça dele e sentindo Quinn estremecer.

"Jesus, Rachel!" Ela gemeu. Quem diria que Rachel era talentosa com sua língua e boca para outras coisas que não cantar e falar sem parar?

"Está gostando, baby?" Ela perguntou, olhando para Quinn com um olhar sexy, seus lábios cheios, vermelhos e inchados de chuparem seu pau.

"Deus, Rachel... demais, baby." Ela gemeu em resposta, se sentindo sortuda por ter aquela garota.

Rachel voltou ao trabalho.

"Caralho, Rachel." Ela arfou. "Continua fazendo isso e eu vou gozar logo, baby."

Rachel gemeu, as vibrações correndo pelo membro de Quinn. Rachel trouxe sua mão para segurar a base dele e começou a deslizar pra cima e para baixo num ritmo acelerado, criando todo o tipo de sensações em Quinn, que estava sentindo a fricção da mão e da boca de Rachel. Uma vez ou outra a morena ainda deslizava sua língua pela ponta do seu membro.

"Oh, meu Deus, Rachel!" Ela gritou, entrelaçando seus dedos nos cachos castanhos de Rachel, mantendo ela no lugar pelo maior tempo possível enquanto ela começava a sentir seu orgasmo chegando na base do seu membro pulsante. Ela tentou segurar, tentando prolongar aquele momento o máximo possível.

"Cacete, Rachel, cacete... baby... eu vou... eu vou..." Quinn avisou.

Sentindo a loira a beira do orgasmo, a morena trouxe todo o seu comprimento para dentro da sua boca, até a sua garganta, e chupou com força. Ela sentiu o gozo de Quinn jorrar pra fora e ela ouviu Quinn gemer enquanto era preenchida pelo seu gozo. Ela o segurou firme, engolindo todo o líquido. Quando Quinn parou de gozar, ela liberou o membro amolecido da sua boca, ele estava molhado e reluzente de gozo e saliva.

Quinn caiu de costas na cama, procurando por ar.

Rindo, Rachel subiu a calça do pijama de Quinn, guardando cuidadosamente seu membro na cueca, dando um leve tapa nele por deixar sua namorada quase que em uma coma pós-orgasmo.

Ela deitou ao lado de Quinn, entrelaçando seus dedos por cima da cabeça da loira e a beijou apaixonadamente, ambas gemendo por compartilhar e provar o gozo de Quinn em suas línguas.

"Rachel, você é uma maldita deusa do sexo." Ela informou a Rachel sem fôlego.

A morena riu. "Não baby, é que toda vez que nós temos sexo, é explosivo." Ela corrigiu.

"Porra." Quinn soltou. A química entre elas era simplesmente fora de série, ela pensou.

Finalmente pensando com mais clareza, ela pediu para sua namorada ficar para o jantar e formalmente conhecer a sua mãe.

Rachel sorriu largamente, deu um beijo rápido em Quinn e foi até o banheiro se limpar e parecer apresentável.

Quinn olhou para o seu membro escondido, sorrindo.

...

"Ms. Fabray, você realmente não precisa pedir um prato vegan para mim, eu posso comer uma salada." Uma Rachel envergonhada disse.

"Claro que não. E por favor me chame de Judy, eu estou divorciada do Mr. Fabray e não sou mais uma Fabray."

"Quinn, por que você não me disse?" Rachel perguntou boquiaberta, batendo no peito de Quinn.

"Ai! Desculpa, mulher!" Quinn disse, esfregando o peito.

"Perdoe a minha filha Rachel, Quinn tem estado bem distraída ultimamente e ela ainda não me disse o porquê." Judy comentou, observando a interação entre elas.

"Mãe, eu preciso te contar uma coisa." Quinn disse, imaginando que esse era o jeito da sua mãe de dizer o que estava pensando.

"O que foi, Quinnie?"

"Eu... hmm... Rachel e eu estamos namorando." Ela disse baixinho, sem olhar para sua mãe.

"Eu percebi. Você não parou de falar na Rachel desde que ela chamou sua atenção. Eu sempre soube que sua animosidade em relação a ela era algo completamente diferente." Judy sorriu, se sentindo feliz por sua filha finalmente estar feliz. Ela tinha percebido que nos últimos dois meses Quinn sempre tinha um sorriso no rosto e parecia estar com a cabeça nas nuvens.

"Vocês sempre falaram de mim?" Uma apaixonada Rachel perguntou, seus olhos arregalados e brilhando.

Quinn a ignorou.

"Você está bem com isso? Você não vai me expulsar de casa? Gritar comigo?" Quinn perguntou descrente.

"Quinn, você não me conhece? Seu pai era quem acreditava em crenças fundamentalistas. Eu, por outro lado, tive uma experiência na faculdade e o seu nome era Jane. Ela era quente." Judy disse, perdida em pensamentos.

"Ok, mãe. Primeiro de tudo, isso é nojento. Segundo, isso foi completamente inapropriado." Ela ralhou.

"Eu realmente não me importo Judy, por favor, nos conte mais sobre ela." Rachel disse interessada.

"Rachel, não." Quinn repreendeu sua namorada, conseguindo um bico.

"Quinn, você está sendo injusta. Eu era muito jovem e bonita e fiz alguns... você poderia dizer... experimentos, antes de conhecer o seu pai que, a propósito, era tão bonito..." Ela parou de falar, lembrando daquela época. "Falando em beleza, Rachel sabe das 'joias da família'?"

Corando, Quinn assentiu.

"Oh, Deus Quinn, eu espero que vocês estejam sendo cuidadosas." Judy avisou sua filha. "Porque eu vou te dizer uma coisa, você pode ficar grávida quando não está com ele e engravidar quando ele aparece, acredite. Talvez tenha acontecido uma suspeita de gravidez com a Jane, ela pensou que ele era de brinquedo."

"Mãe!"

"Ela era quente, eu já disse isso? De qualquer forma, quando seu pai descobriu, ele quase teve um ataque do coração pensando que tinha casado com uma hermafrodita, mas ele se acalmou quando eu expliquei a ele que era um gene da família Robert que às vezes pulava uma ou outra geração e ele ficou bem e então as coisas começaram a ficar apimentadas!" Ela exclamou, batendo palmas.

"Ok, mãe, para! Você está me envergonhando." Quinn disse, corando profusamente.

"Oh, isso é fascinante!" Rachel bateu palmas junto.

"Deus, vocês duas são estranhas!" Ela disse, esfregando sua testa em frustração.

"Quinnie, dá pra você se acalmar? Você é tão parecida com o seu pai, incapaz de falar de sexo em público." Judy disse.

Rachel assentiu, concordando.

"Tem um motivo pra isso mãe, é porque é um assunto particular." Ela se defendeu.

"Nós, Roberts e Fabrays, somos bem dotados, não somos Rachel?"

"Sua família é particularmente privilegiada, pra ser honesta Judy." Rachel respondeu.

Quinn estava mais do que perturbada a essa altura da conversa. Elas iam trocar experiências agora?

"Mas a melhor posição, que o Russel sempre..."

"Oh, Deus, mãe! Não termine essa frase!" Quinn gritou.

Sua mãe e sua namorada riram. Se ela não estivesse tão frustrada ela tinha rido ao ver o quão bem as duas tinham se dado.

"Eu vou parar, Quinnie. Os genes Fabrays fazem ela ficar de sangue quente, mas eu tenho certeza que você já sabe disso." Ela piscou para Rachel.

Rachel riu.

"Então Rachel, me conte dos seus planos para o futuro."

Finalmente uma conversa normal, Quinn pensou.

A conversa fluiu como se elas se conhecessem desde sempre. Rachel e Judy se revezaram em provocar e envergonharem Quinn.

Quinn imaginou um futuro onde acontecia exatamente a mesma cena, mas com Rachel como sua esposa e Judy como avó num jantar de Ação de Graças.

"Foi um prazer conhecer você Rachel e pelo que eu posso ver, você está fazendo minha filha muito feliz. Agora eu vou deixar vocês sozinhas. Mesmo eu sendo a favor do sexo livre, por favor não debaixo do meu teto, entendido meninas?" Judy disse com uma sobrancelha arqueada, muito parecida com a de Quinn.

"Claro, madame. Sem gracinhas." Rachel disse, lutando contra o vermelho que ameaçava tomar conta do seu rosto ao se lembrar do que tinha acontecido no quarto de Quinn.

Judy sorriu e subiu as escadas.

"Eu acho que já vou, meu amor. Meus pais são as rainhas da fofoca e estão provavelmente me esperando impacientes para saber como foi o jantar." Ela disse a Quinn e ambas riram, sabendo que era a mais pura verdade.

"Tudo bem. Obrigada por ficar para o jantar, você me deixou feliz. E à minha mãe também." Quinn disse, segurando a mão de Rachel entre as suas.

"Eu estou feliz por ter ficado. E você me faz feliz." Rachel disse, seus olhos brilhando.

Quinn levou Rachel até a porta, segurando a morena pela cintura e dando um beijo de despedida em seus lábios.

"Eu amo você, Rachel Berry." Ela disse, olhando em seus olhos.

"Eu amo você também, Quinn Fabray." Ela beijou a loira mais uma vez, ficando na ponta dos pés.

"Vejo você amanhã no casamento dos Hummels?"

"Mal posso esperar."

Com um sorriso e outro beijo, Rachel foi embora. Quinn se apoiou contra a porta fechada, sentindo seu coração prestes a explodir de tanta felicidade.