Oi de novo! Bom, as coisas estão começandoa esquentar, finalmente tivemos um pouco de ação, ainda q meio q de leve, mas naum se preocupem aqueles que gostam de batalhas ferrenhas, as próximas serão melhores e mais emocionantes xD (espero q esteja em nível das pessoas gostarem =P). E para os q gostam de romance e drama, tb vou intensificar um pouco as coisas p/ esse lado. Enfim, acho q deu p/ perceber q eu gosto de escrever fics c/ um pouco de todas as coisas, né? Ou pelo menos tentar xD. Mas vaos lá! Responderei aos últimos comentários do meu mais fiel amigo e leitor, Nando-kun!
Nando-kun - Fiquei muito feliz de saber q tá gostando tanto... Mas comparar minha humilde escrita c/ Tolkien? Hahahaha, quem dera! Mas fico feliz mesmo assim =P Um dia ainda gostaria de ser tão boa quanto o escritor de "O Silmarillion" Mas naum se preocupe, sua Iluminati Arcana está incrivelmente foda! ^^ Se quiser roubar alguma ideiazinha daki fica a vontade =P Eu sei q vc jah leu até o fim da fic pq eu te mandei por e-mail (p/ quem naum sabe, nando-kun é meu beta! ^^) Mas espero q continue comentando por aki! Bjinhus!
Agora vamos ao capítulo propriamente dito, e adiantando aos leitores, eu consegui escrever essa fic até o final (graças ao Nando-kun =P) então ñ teremos mais interrupções de grande duração nas postagens ^^ Espero q gostem do próximo capítulo! Boa leitura a todos! E comentem, onegai!
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Inimigo Mortal:
Passaram um tempo por ali, sem se falar, simplesmente descansando um pouco, e depois voltaram a se dirigir para o lugar que seria o centro do universo. Continuaram quietos, estavam com muita vergonha um do outro, mas sabiam que não poderiam deixar isso atrapalhar seu trabalho em equipe para encontrar o que estavam buscando. Finalmente avistaram um brilho muito forte e claro, gigante como um grande asteróide.
- Olha, Ane-chan! Deve ser ali! Tem um poder imenso emanando de lá e não é nem um pouco maligno.
- Vamos rápido então, antes que chegue companhia!
Eles tentaram chegar ao local, mas um outro brilho surgiu diante deles, um brilho roxo escuro e pesado que fez até mesmo Ane, que tinha sua sensibilidade selada, sentir enjôo novamente. Era um demônio como os que haviam enfrentado, mas muito maior, como se fosse um homem de dois metros de altura, e tinha músculos grandes e definidos, um olhar bravio, garras compridas e grossas e chifres imensos.
- Posso saber o que os pivetes estão fazendo tão longe de casa?
- Quem é você? – retrucou Ane sem medo algum.
- Pivetinha corajosa...
Disse isso já apontando para ela a manzorra cintilando em energia maligna púrpura, o raio avançou impiedosamente, enquanto Ane abria os braços criando uma parede translúcida à sua frente. Ajith se juntou a ela para ajudar quando viu que o poder do inimigo era grande o bastante para estar trincando a própria barreira, fazendo seu círculo de energia diante da parede de cristal. Ele sentiu o poder imenso daquele demônio, agüentou o quanto pôde, mas sua barreira veio abaixo, ele caiu diante do raio inimigo e o poder deste bateu contra a parede de Ane. Neste momento, com seu raio tendo perdido potência contra a defesa de Ajith, não conseguiu atravessar a segunda parede e voltou contra aquele que o criara. O monstro arregalou um pouco os olhos, surpreso, e voou longe com o próprio ataque.
Ane suspirou forte, foi até onde Ajith estava caído e o reanimou, havia sangue escorrendo de seus lábios e estava todo cheio de arranhões.
- Ajith-kun, você está bem?
- Ai... Alguém anotou a placa...?
- Pára de brincar com coisa séria! Você está bem ou não?
- Estou, não se preocupe. Foi mais ou menos o que imaginei que aconteceria.
- Seu tonto! Você imaginou que levaria o maior tranco e ainda assim vez isso?
- Tava tenso pra sua parede de cristal.
- Você não confia em mim?
- Não é isso! – tentou consertar rapidamente.
Mas um novo raio veio na direção dos dois, e foi a vez de Ane evitar que Ajith levasse todo o poder do adversário diretamente. O empurrou para longe com telecinese e se teletransportou o mais rápido que pôde. Não pensou duas vezes, se atirou rapidamente contra o inimigo, com toda a sua velocidade, dando chutes e socos velozes e encadeados, em movimentos circulares amplos e graciosos, muito poderosos. Ajith estava completamente surpreso com aquilo, sabia que Ane era uma guerreira extremamente poderosa, que ela tinha o poder de um dourado e que só ainda usava a armadura de prata de Grou porque seu pai ainda estava na ativa, mas ainda assim era completamente de cair o queixo ver uma figura tão aparentemente meiga e delicada demonstrando tamanho poder.
Mas não poderia ficar o dia todo admirando sua performance perfeita, o inimigo era muito poderoso e rápido, apesar do tamanho. Ele era capaz de desviar de todos os golpes de sua amiga, por mais rápidos que fossem, e defendê-los, por mais poderosos. Segurou a perna da menina e a atirou com toda a sua força contra um asteróide, no qual por pouco não bateu, conseguindo se teleportar no último instante. Foi a vez de Ajith aproveitar o momento para atacar, ele avançou com ataques diretos e cheios de energia de impacto, mas estes também não pareciam problema para seu gigante inimigo, que pareceu criar uma barreira de energia ao seu redor que parecia impossível de se atravessar, por mais que o cosmo do Cavaleiro estivesse em seu ápice.
A energia do demônio explodiu, lançando Ajith também para longe, ele teve dificuldade em se estabilizar, mas logo estava novamente de pé, encarando o adversário, Ane se colocou ao seu lado, também resoluta em vencer, seus cosmos explodiram e eles se prepararam para atacar juntamente.
- Pobres serezinhos insignificantes, porque tanto trabalho?
- Porque não vamos deixar que Amrit-sama continue confinado àquelas correntes por mais tempo! – disse Ajith confiante.
- Isso mesmo! – retrucou Ane – E se você ficar em nosso caminho não vamos medir esforços para acabar com a sua raça!
- Hu... Corajosos, com certeza, mas é inútil. Afinal de contas, porque se acham tão capazes de uma missão idiota dessas? Foram vocês mesmos, humanos cheios de pensamentos negativos, que prenderam ele ali enquanto se recuperava da batalha contra seus "queridos" filhos lemurianos. Foram lemurianos como vocês dois que se voltaram contra ele como a alegoria batizada mais tarde com o nome de Lúcifer, querendo ser mais poderosos que Ele e estar no poder no lugar dele. Foram vocês mesmos que nos criaram, os demônios e que nos alimentam até hoje. O que os faz pensar que vocês dois são diferentes dos outros humanos para querer nos destruir e recuperar seu Deus acorrentado? Atacaram de remorsos do nada?
- Ah, vê se cala a boca! Pessoas erram e erram feio! Mas ainda existem pessoas boas, com bons sentimentos, pensamentos e atos, e mesmo que sejam poucas, já é uma esperança para o mundo! – bradou Ane.
- Sei... Vocês saem por aí matando inimigos, humanos como vocês, em nome de uma coisa tola que chamam de "justiça"... Vocês quebram um dos mandamentos que Ele mesmo escreveu "Não matarás" e ainda se acham no direito de dizer que isso é uma esperança? Vocês são mesmo hipócritas que vivem mordendo a própria língua. Jamais poderão nos vencer e salvá-lo, não são dignos, seus sentimentos, pensamentos e atos são tão sujos quanto de todos os outros e criam demônios tanto quanto qualquer outro humano. Estão contaminados também, nunca arrebentarão nenhuma corrente.
- Sabemos o que fazemos! Se Amrit-sama quiser que paguemos, pagaremos sem reclamar, mas não deixaríamos as pessoas inocentes da Terra sofrerem por causa de egoísmos de Deuses que só querem poder e fazer humanos de escravos. Amrit-sama não aceitaria isso! Temos nossos ideais e os seguiremos até o fim, mesmo que tenhamos que pagar por eles depois! – respondeu Ajith confiante.
- Tolinhos idealistas... Tenho pena de vocês. Afinal de contas, sendo ou não "bonzinhos" – disse com desprezo – Eu não vou deixar que vocês destruam a nós, demônios, que vocês mesmos criaram com seus sentimentos. Vocês nos criaram cheios de energias negativas, não vai esperar que eu entenda seus pensamentos "honrosos", vai? Eu vou é acabar com a raça de vocês dois e continuar sugando a energia que se apodrece cada vez mais do mundo dos humanos!
Avançou raivosamente contra os dois, com a energia púrpura pesada o rodeando poderosamente, se transformando num cometa de energia negativa. Ane estendeu rapidamente os braços para ele, liberando uma poderosa energia dourada em forma de turbilhão de pó de estrelas cintilantes, enquanto Ajith apontou para ele o cajado, no qual se viu brilhar em luz esverdeada o cabo, e da ponta saiu uma enorme rajada da mesma cor, que se transformou em cristais brilhantes que explodiram contra o inimigo.
- Guardiões da terra e dos cristais, mostrem seu poder de purificação contra o mau... EXPLOSÃO DE CRISTAIS!
- EXTINÇÃO ESTELAR!
As energias se chocaram no centro do combate, o poder do inimigo era descomunal, os dois ficaram com ele medindo forças por alguns segundos, fazendo muita força para manter seus cosmos no ápice e suas técnicas fluindo com o poder máximo. E então houve uma grande explosão num raio tão grande que poderia ser confundido com a explosão de uma estrela. Da Terra, provavelmente astrônomos ficariam se perguntando qual estrela que eles ainda não conheciam naquela região do espaço teria se transformado em super-nova. Mas provavelmente a luz de tamanha batalha só poderia chegar até lá daqui a alguns milhares de anos. Os olhos do demônio finalmente se arregalaram em completa surpresa e incredulidade, e ele foi consumido por completo, não sobrando nada absolutamente. Mas Ane e Ajith desapareceram antes de serem atingidos por completo pela explosão com o poder combinado dos três golpes e que, certamente, os consumiria para sempre, tanto quanto consumira seu inimigo.
Mais adiante, no centro do universo e da criação de tudo que existe, de onde emanava o enorme e poderoso brilho que os dois haviam visto antes de ter de enfrentar aquele adversário, um par de olhos prateados se abrem, emanando um pouco mais de brilho no meio de todo aquele poder ofuscante. Eram olhos profundos e bondosos, mas também eram olhos sofridos, olhos de dor. Como que se já não se lembrasse de como era sorrir, ele fez força para se desenhar em um formato mais alegre ao sentir as energias que saíram da batalha vitoriosas, e os lábios finalmente sorriram, mesmo que apenas o pouco que o cansaço e a dor lhe permitiam. Uma lágrima brotou dos olhos cintilantes, escorreu pela pele macia e pingou no infinito que havia abaixo dele, e lá muito longe, girou com força em torno de uma pequena estrela, se transformando em esfera brilhante com belos mares prateados.
Dois pequenos corpos caíram desajeitados na nova esfera, pegos pela gravidade e afundando no mar. A explosão fora tal que não conseguiram teleportar com segurança, mas aquele novo planeta havia caído no lugar certo, na hora certa para acolhê-los. Ajith tomou com força a mão de Ane, ainda um tanto atordoada, nadou para a superfície, e quando saiu, encontrou um pedaço de terra firme, para onde se dirigiu. Levou Ane às costas, ainda desmaiada pois tivera o azar de receber uma das rajadas de energia bem na testa pouco antes do teletransporte. Finalmente chegou à praia, percebendo que não estava sobre terra, mas sobre prata pura, que brilhava intensamente com o brilho de um sol distante que aquecia a tudo apenas o suficiente para criar uma temperatura amena. Olhou o céu, vendo o pequeno sol ao longe e três grandes luas ao redor. Estava zonzo, e antes que pudesse processar o que via, caiu desmaiado, ainda abraçado ao corpo da menina que tentava proteger de qualquer coisa que pudesse aparecer.
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Continua...
