Aviso 01: Capítulo postado novamente.

Aviso 02: Peço PERDÃO para todos os leitores que já haviam lido esse capítulo e todos sabem que a idéia anterior era ser dividido em duas partes de Flashbacks. Mas eu simplismente perdi tudo o que eu ia fazer nesse capítulo, não consegui pensar em nada e acabou que teve apenas dois flashbacks, então tive que juntar a outra parte que eu estava escrevendo por que o outro capítulo seria muito pequeno. Peço PERDÃO a todos que já haviam lido e principalmente aqueles que já havia deixado reviews. Sintam-se livres para comentar sobre o resto do capítulo se quiserem. Tive que mudar o nome do cpítulo também porque não ia ter muito sentido.


Sam estava no quarto do motel onde ele e Dean estavam hospedados, os dois haviam acabado de chegar à cidade para resolver um caso onde alguns homossexuais da cidade haviam sido assassinados. Sam não tinha certeza se esse era mesmo o tipo de caso que ele e Dean costumavam investigar, mas eles deveriam pelo menos dar uma olhada porque era meio estranho o assassino ou o que estava matando escolhesse apenas um tipo de vítima.

Dean estava tomando banho e Sam estava fazendo algumas pesquisas. Sam ouviu o chuveiro desligar e ao olhar para a porta teve um breve pensamento de ver o seu irmão completamente nu em sua frente e aquele pensamento estava o deixando vermelho mar era uma coisa que ele pedia muito. Sua boca pedia a boca de Dean, o seu corpo queria sentir o calor do corpo de Dean.

Todos os pensamentos sumiram tão rápido quanto vieram quando Sam viu Dean saindo do banheiro. O seu irmão estava só com uma mini toalha que cobria da cintura até um pouco acima do joelho. Sam olhava para aquelas pernas grossas, para os braços musculosos e para aquele abdômen que tirava qualquer um do sério. Ele estava quase babando e quando se assustou seu irmão estava sentado do seu lado na cama.

- Acho melhor para de babar Sammy ou todo mundo vai perceber que você está afim de mim. – Dean dizia com um tom sarcástico que Sam adorava. Ele adorava tirar o seu irmão do sério.

- Você é bem convencido não acha Deanno? – Sam fingiu voltar sua atenção para a pesquisa que estava fazendo, mas era quase impossível com uma das pernas de seu irmão surrando na sua. Se era propositalmente, Sam não sabia, mas ele estava gostando.

- Eu não gosto desse apelido, Sammy. – Dean estava rindo pelo canto da boca. Ele adorava fazer aquilo com o seu irmão e era muito bom ver Sam ficando vermelho parecendo um adolescente na fase da puberdade que tem vergonha de tudo. – Eu invento um apelido tão carinhoso para mostrar como eu gosto do meu irmãozinho e você inventa isso?

- Se não gosta, eu volto a te chamar de Dean mesmo. – Sam fez um beicinho fingindo raiva. Dean sempre achava que seu irmão ficava lindo quando fazia aquilo e isso despertava alguns desejos íntimos dele.

- Tudo bem, você pode me chamar do que quiser. – Dean fez um movimento passando um dos braços pela cintura de Sam e se aproximando mais. - Até mesmo de idiota como você tanto chama.

Sam não agüentava mais esperar, precisava muito fazer o que queria á muito tempo e pelo que parecia, Dean também deixava isso bem claro. Sam não perdeu tempo, passou os dois braços pelo pescoço de Dean, o beijou e para a sua surpresa o beijo estava sendo retribuído. Dean, que também queria fazer isso há muito tempo, começou a se movimentar para cima de Sam e os dois deitaram na cama. Com um piscar de olho, a toalha de Dean já estava no chão e Sam percebeu o quanto excitado ele estava. Dean ajudou Sam a tirar a blusa que estava usando e o beijo se intensificou, eles não queriam fazer nada muito rápido, afinal, as preliminares são ótimas.

- Eu sabia que você queria isso Sammy. – Dean dizia entre os beijos, a respiração falhando e os corpos se esfregando um no outro.

- Eu... Eu preciso disso Dean... Eu preciso... – Sam estava super excitado também. Ele nunca imaginou o seu irmão falando aquilo, muito menos para ele.

- O que você precisa Sammy? – Dean dizia maliciosamente pegando fôlego e tirando o cinto da calça do seu irmão.

- Eu preciso... – Sam estava com vergonha de dizer aquilo, mas precisava, o seu corpo precisava.

- Sammy?

OoOoOoOo

- Sammy?

Sam acordou assustado e a primeira coisa que viu foi o rosto de David perto do seu. Ele se sentiu triste por ter sido apenas um sonho, mesmo sendo aquele sonho que ele começou a ter antes de toda aquela coisa maluca acontecer em sua vida e para piorar, ele se lembrou do que tinha acontecido no bar, se lembrou de cada soco que levou de Dean e toda a dor voltou. Ele fez o maior esforço par a não chorar, pois já tinha decidido que não ia derramar mais uma lágrima por causa de seu irmão.

- Sammy, você está bem? – David perguntou preocupado. Ele estava com uma mão na testa de Sam e outra segurando uma mão dele. O rosto de Sam estava sem sangue, mas estava um pouco inchado e com alguns pontos. A surra que ele tinha levado fez um pouco de estrago, mas nada que o tempo não resolva.

- Estou, foi só um... Pesadelo. – Sam realmente não queria falar aquilo, mas o primeiro passo para se esquecer de Dean era ignorar todos esse pensamentos que ele ainda tinha em sua mente.

- Percebi. – David começou a acariciar o rosto de Sam. Sam estava gostando daquilo, não por ser o David fazendo, pois ele não passaria de um amigo, mas porque ele estava precisando de alguém para cuidar dele. – Você estava mexendo demais.

- Mas eu estou bem agora. – Sam se sentou na cama tirando alguns curativos do rosto. – Na verdade, eu não preciso ficar aqui mais.

- Tudo bem! – David disse na maior naturalidade e Sam estranhou porque uma pessoa de bom senso teria o forçado a voltar para a cama, mas Sam não ligou porque ele queria mesmo sair dali. – Eu iria te pedir mesmo para me ajudar a buscar algumas coisas que estão na minha casa e eu estou com medo de voltar lá sozinho.

- Claro! – Sam deu um pequeno sorriso. Aquela era uma boa idéia porque ele poderia ver de uma vez por todas o que estava acontecendo e quanto mais rápido ele resolvesse o caso, mais rápido ele poderia dar o fora da cidade.

Os dois foram em direção a saída do hospital depois de Sam convencer aos médicos de que ele já estava se sentindo bem.

OoOoOoOo

Dean estava com Anne na casa onde David morava. Dean estava meio confuso por eles estarem ali, mas ele não reclamou porque a única coisa que podia fazer agora era resfriar a cabeça. Ele estava andando de um lado para o outro e Anne estava parada em um canto da sala.

- Por que você me trouxe aqui? – Dean perguntou ainda andando de um lado para o outro. Ele entendia que a porta da casa do David estava aberta, mas isso não era motivo para Anne o levar lá.

- O David não vai ligar, eu e ele somos amigos. – Anne parecia um pouco feliz e Dean estava com o pensamento longe, mas ele podia jurar que ouviu alguns barulhos vindo de onde é o porão.

- Deve ter algum animal lá no porão porque eu escutei alguns barulhos vindo de lá. – Dean parou de andar ao perceber o que tinha falado e só ai ele se lembrou do caso em que ele e Sam estavam trabalhando. Ele também se lembrou de umas anotações que viu no dia em que Sam fez aquela "bobagem" e que estava escrito que o fantasma de James apareceu naquela casa. Ele parou de andar e olhou para Anne. – Nós não podemos ficar aqui.

- Por que não? – Anne fingiu de desentendida. Ela passou todo esse tempo fingindo que era a indiferente da história e que não sabia de nada, mas em pouco tempo, ela não precisaria fazer mais isso.

- Eu te conto depois, mas... – Dean parou de falar na hora em que viu Sam e David entrando pela porta da casa. O seu coração quase saiu pela boca ao ver o rosto de Sam que sem todo aquele sangue era perceptível todo o resultado causado pelos socos que Dean deu nele.

Sem ninguém perceber, Anne pegou um pedaço de madeira do chão da sala e David fez o mesmo, mas pegou uma garrafa de vidro no lugar de um pedaço de madeira. Sam e Dean estavam muito chocados olhando um para o outro para perceberem o que os seus "amigos" estavam fazendo.

- Sam... O que você está fazendo aqui? – A voz de Dean falhou. Sinceramente, aquele não era o momento certo para encarar o seu irmão.

- Eu faço a mesma pergun... Dean, cuidado. – Sam gritou nas duas últimas palavras e a última coisa que viu foi um Dean inconsciente caindo no chão antes de suas próprias vistas se escurecerem.

OoOoOoOo

Dean acordou com uma dor de cabeça insuportável. Não sabia quem o havia acertado, mas quem quer que fosse, fez um bom trabalho. Ele tentou mexer o braço e percebeu que eles estavam amarrados e as pernas também. Virou a cabeça para um lado e não viu ninguém, mas ao virar para o outro, ele viu duas pessoas sentadas bem ao lado dele e pelo que parecia, também estavam amarradas.

- Dean? Você está bem? – Sam parecia assustado e não era para menos porque ele não estava entendendo o que estava acontecendo. Em um momento, ele estava na sala de estar de David vendo seu irmão ser acertado pela própria "ficante" e alguém o acertando por trás e de repente, ele está acordando com Dean e David amarrados do seu lado.

- Sammy? Quer dizer... Sam? – Dean queria muito ver se o seu irmão estava bem, mas não podia fazer nada por enquanto e nem sabia se poderia tocar em Sam algum dia.

Dean olhou para o outro homem que estava amarrado ao lado de Sam.

- Esse é o David? – Dean parecia confuso agora. O David que ele havia visto antes de desmaiar estava bem mais disposto, ao contrário do David que ele estava vendo agora, pois parecia que ele esteve apanhando por muito tempo e estava bem pálido, parecendo que não comia há muitas horas. Sam concordou com a cabeça. – Mas ele não estava assim da última vez que eu o vi.

- Eu já sei com o que estamos lidando nesse caso. – Sam virou o rosto para um canto do porão, que era onde eles estavam, e havia um corpo de uma mulher no chão e pelo cheiro, parecia que estava ali há mais de um dia. O corpo não estava em decomposição, só estava com mau cheiro e com um corte na garganta.

Dean percebeu de repente do que se tratava o caso e foi mais perceptível ainda quando ele viu que o corpo era nada mais nada menos do que de Anna.

- Droga! Metamorfo. – Dean ficou com raiva, ele realmente odiava aquelas criaturas, principalmente pelo fato de uma delas ter se passado por ele há um tempo. Sam apenas concordou.

- Você está preparado? – Sam já sabia a resposta. Era raro eles acharem um metamorfo, mas Dean sempre andava com balas de prata carregadas em uma arma.

- Claro que sim. Bala de prata no coração resolve o nosso problema. – Dean sorriu tentando manter um clima legal entre ele e Sam, mas o sorriso saiu rapidamente de seu rosto ao ver a sua arma em uma mesinha ao lado da porta. – Merda!

Sam entendeu a mudança no rosto de Dean quando ele olhou na mesma direção onde o seu irmão estava olhando. As coisas realmente estavam começando a ficar difíceis. Sam olhou para David ao seu lado e Dean fez o mesmo.

- Há quanto tempo será que ele está aqui? – Dean fez soar mais preocupado do que ele queria. Está certo que pelo que aconteceu, ele estava odiando o David, mas não dava para saber era o verdadeiro ou o metamorfo que tinha beijado o Sam.

- Eu não sei, ele parecia ser o David verdadeiro no dia que a gente... – Sam hesitou, não queria relembrar tudo o que aconteceu na noite em que ele e Dean haviam se desentendido e eles estavam conversando normalmente agora, como se nada tivesse acontecido. – Você sabe.

- Você sabe que você pode ter beijado um monstro, não sabe? – Dean riu, mas na verdade, ele só queria sair daquele assunto o mais rápido que pudesse.

- Não enche. – Sam deu um sorriso mesmo sabendo que aquilo podia ser verdade e só de pensar, dava um embrulho no estômago. – Pelo o que eu sei você também pode ter beijado um e várias vezes.

Dean fez cara feia na hora porque ele não só havia beijado, mas também havia feito sexo com Anna. Ele desejava muito que aquilo não tivesse acontecido.

Os dois ficaram em silêncio por um tempo que logo foi quebrado quando David acordou. Ele estava confuso também e não estava acreditando que os monstros haviam pegado Sam e Dean.

- Você está bem David? – Sam perguntou e era óbvio que a resposta era não. Ele não sabia há quanto tempo David estava ali ou há quanto tempo ele estava dormindo, mas algo lhe dizia que ele havia sido maltratado muitas vezes. – David, eu acho que o que você estava vendo não era o fantasma do James e sim...

- Eu sei o que era. – A voz de David estava muito fraca e baixa. Havia indícios de que ele havia apanhado, estava sem comer e sem beber nada há muito tempo e isso só fez Sam ter certeza de que aquele beijo que havia recebido de David foi na verdade com o metamorfo. – Eu vou contar tudo o que aconteceu.

Flashback On

David estava indo até a sua casa para pegar algumas coisas que precisaria e talvez não fosse uma boa idéia já que a sua vida estava em risco. Ele chegou lá são e salvo, já era um bom começo. Abriu a porta e entrou, mas sentiu uma dor agonizante em suas costas. Ele se virou e viu James. David correu, porque se aquilo era um espírito, não haveria muita coisa que ele podia fazer. As suas costas estavam doloridas, mas ele correu para o porão, onde há uma saída. "Que droga! Da próxima vez que eu ver o Sam, eu vou matá-lo por não me dizer que esses espíritos idiotas batiam com muita força." Ele pensou. Não tinha muito que fazer, ele apenas entrou no porão e foi em direção a saída que havia lá, mas ele levou um susto imenso ao ver a si mesmo saindo de um canto do porão.

- Olá David! – O David metamorfo estava rindo, parecia que havia ganhado na loteria.

- Eu devo estar ficando louco. – David já estava preparado para correr de volta, mas o James estava bloqueando a porta.

- Foi muito engraçado você achando que eu era o fantasma daquele idiota que namorava com você. – O James metamorfo ria mais ainda que o outro. Ele deu correu na direção de David o agarrou. David era forte, mas aquilo que estava o agarrando era muito mais forte do que ele e quase podia sentir os ossos dos seus braços se espremendo.

- Quem são vocês? – David estava desesperado, sabia que não devia ter voltado em sua casa, mas ele nunca escutou o bom senso. – O que vocês querem?

- Tudo em seu tempo. – James disse e o jogou no chão.

Rapidamente, o David metamorfo o segurou no chão enquanto o James esticou uma das pernas de David e pisou em cima dela. David sentiu uma dor imensa, a sua perna foi quebrada e a mesma coisa aconteceu com a outra. Ele começou a chorar, pois a dor era insuportável e a última coisa que ele viu foi James o acertando com uma pedaço de madeira antes de tudo escurecer.

Flashback Off

- Então você está aqui desde aquele dia? – Dean perguntou chocado com o que tinha acabado de ouvir. Ele estava triste por aquilo ter acontecido com David, mas estava feliz por saber que o seu irmão havia beijado um monstro, então nada daquele beijo foi real e Sam com certeza não estava gostando de nada do que estava ouvindo por saber que um monstro havia o beijado. E foi nessa hora também que a raiva de Dean aumentou porque Sam poderia estar morto agora. Sam e Dean foram enrolados direitinho.

- Sim. – David apenas respondeu a pergunta e fechou os olhos. Ele não tinha força para nada.

O silêncio predominou no porão. David estava muito fraco para continuar a contar mais histórias, Dean estava tentando se soltar antes que os metamorfos aparecessem e Sam ainda estava digerindo todas aquelas informações.

O silêncio foi quebrado algum tempo depois quando os falsos Anne e David entraram no porão. Os dois riam porque tudo o que eles planejaram estava acontecendo e se dependesse deles, nem David, nem Sam e nem Dean sairiam vivos dali, mas é claro, uma pequena diversão tinha que acontecer antes.

- Olá belas adormecidas. – David M disse enquanto se sentava em um banquinho perto do corpo da verdadeira Anne.

- Prontos para a diversão? – Anne pegou uma faca que estava em seu bolso. Ele queria que tudo fosse lento o bastante para saborear o momento.

Sam, Dean e David estavam espantados. Agora, a única coisa a se fazer era esperar que o pior acontecesse.

- Vocês dois não sabem o quanto deram trabalho para nós. – David M. disse apontando para Sam e Dean. – Principalmente o Sam, que não queria se envolver comigo de jeito nenhum.

- O que vocês querem? – Dean disse secamente. Ele estava tentando desamarrar as mãos que já estavam marcadas e doendo e tudo seria mais fácil se ele conseguisse alcançar a faca que estava no bolso de sua jaqueta.

- Para que a pressa? – Anne estava rindo de canto em canto e conseguia ser tão sarcástica quanto Dean. Ela foi até ele e segurou o seu queixo. – Não queremos que a festa acabe rápido não é? Eu quero curtir tudo o que vai acontecer aqui bem devagar.

- Dispenso aberrações de circo. – Dean riu e cuspiu na cara de Anne, que por sua vez, deu um soco muito forte em Dean.

- Não era isso que parecia todas as noites quando você se esfregava nesse corpinho lindo. – Anne se sentou no chão e ficou de frente para Sam mesmo com sua atenção virada para Dean. – Quer saber como eu me transformei nessa coisinha linda aqui?

Flashback On

Anna havia acabado de sair do bar. Ela havia passado mais uma noite com Dean e ela estava realmente gostando dele mesmo ele sendo daqueles caras que os relacionamentos não duram muito tempo como ele mesmo havia confessado. Ele estava voltando para casa, que ficava perto da casa de David. Ele estava com medo de que ficar andando muito por aqueles lados desde a morte de James. Ela não conhecia muito bem o David, mas ela já foi amiga de James.

Ela se lembrava muito bem de uma vez em que ela brigou com uma garota que estava batendo em James por descobrir que ele era gay. A garota era maluca e gostava muito dele então deve ter sido esse o motivo da briga. Ela só sabia que a garota ia aprontar alguma coisa, pois ela havia ameaçado todos eles. Bom, ela que tentasse alguma coisa.

Anne estava chegando em casa, mas levou um susto ao ver James bem na sua frente. Ela poderia muito bem ter abraçado ele e conversado, mas ela sabia muito bem que James estava morto. Ela correu e entrou em casa e tudo aconteceu rápido. David estava lá, a segurou pelo pescoço e cortou a sua garganta. Anne sentiu uma dor excruciante sentindo as veias em seu pescoço serem arrebentadas. David a jogou no chão e pouco tempo depois, só havia um corpo sem vida, com os olhos abertos e uma expressão de susto.

Flashback Off

- Coitada! Morreu achando que David era o seu assassino. – Anne ria a cada palavra e olhou para David que estava chorando. – Mas não se preocupe querido Dave porque em pouco tempo você vai se juntar a ela.

- Karen? – Não foi bem uma pergunta que saiu da boca de David, era mais como uma afirmação que um pouco de susto na voz.

- É um dos meus nomes, afinal, eu posso me transformar em quem eu quiser. – Karen em direção a David e o segurou pelo cabelo. Ela puxava forçando contato visual e David ligava todos os fatos.

- Você fez tudo isso? – David chorava e soluçava. Ele se referia a todos os assassinatos da cidade, que David agora percebia, haviam começado uma semana após a briga de Karen e James.

Karen respondeu apenas com um sorriso no rosto e voltou a se sentar no chão. O sorriso continuava em seu rosto, finalmente iria terminar a sua vingança, mas infelizmente ela teria que matar Sam e Dean, o que seria um desperdício, mas ela poderia se divertir um pouco com Dean e pensar no que fazer com Sam já que ele não curtia muito mulheres.

- Então é isso? Você é um monstro homofóbico? – Sam riu. Era impressionante a história que ele tinha acabado de escutar. Impressionante demais para ser verdade. – Quero dizer... Uma coisa é você matar por vingança, mas isso? É cada coisa que se vê na vida que é estranho até para mim.

- Você não sabe o que é ser rejeitado pelas pessoas garoto. – Por um momento, Anne parou de rir, mas ela olhou de Dean para Sam e voltou a sorrir. – Me desculpe, você sabe sim.

- Eu estou meio perdido. – Dean falou com tom de brincadeira, já que era típico dele fazer piadas nas piores horas. – Os metamorfos não têm um gênero sexual fixo já que podem se transformar em qualquer pessoa, então, por que você está tão chateada com isso?

- Alguns de nós optamos por ficar em apenas um sexo. – Anne disse se levantando. Ela foi até David M., falou alguma coisa no ouvido dele e se virou para Dean novamente. – Mas o meu irmãozinho aqui não se importa com gênero sexual, ele apenas gosta de brincar. E por falar nisso, a sua hora chegou David.

David M. foi em direção ao David real, o puxou até o meio da sala. Anne tapou a boca dele e pegou uma faca apontando para o pescoço dele. David começou a chorar mais, pois ele sabia que aquela era sua hora.

- Deixe-o em paz! – Sam gritou. Ele estava tentando se soltar e isso fazia com que os seus pulsos ganhassem várias marcas.

Enquanto isso, Dean tentava se soltar também porque sabia que eles seriam os próximos e não podia permitir que nada acontecesse com Sam. Para a sua sorte, as cordas que prendiam os seus pulsos estavam quase frouxas o bastante para que ele se soltasse.

- Sinto muito, Sam. – Anne ria e passou a faca de leve no pescoço de David. Ele gemeu de dor, mas gritar era impossível com aquela fita em sua boca. – Talvez eu possa até permitir que você e o Dean saiam apenas bastante machucados daqui porque vocês não tem culpa, só estavam tentando resolver o caso. Agora, o querido Dave aqui, não pode sair vivo.

David M. foi na direção de Sam, pois era a vez dele participar da brincadeira e eram claras as ordens que Anne o mandou fazer. Anne por outro lado, fez vários cortes no corpo de David e ele não tinha mais forças para continuar e a última coisa que ele pensou foi que ele iria se encontrar com James aonde quer que ele esteja.

David M. levantou Sam e o segurou. Eles andaram mais para frente do porão fazendo com que David M. ficasse de costas para Dean.

Anne fez seu último movimento e passou a faca com toda a força na garganta de David. Ele sentiu a dor e queria gritar, mas era impossível, estava sendo uma morte dolorosa e silenciosa. Anne ria enquanto segurava David que já estava sem forças e começou a cair e para finalizar, com outro movimento, ela quebrou o pescoço de David, que caiu morto na frente do porão. Sam estava chorando, porque David não merecia aquilo e ele não pode ajudar.

- Eu ainda tive bondade para acabar com o sofrimento dele. – Anne limpou a faca e guardou em seu bolso. Ela andou até Sam. – Não fique triste Sam, agora é a sua vez...

A frase não se completou. Três tiros a acertaram e um deles acertou o coração. Anne não viu o que aconteceu e apenas caiu. Dean conseguiu se soltar das cordas, ele havia terminado com um dos vilões, mas faltava mais um e para piorar, ele estava com Sam. O ódio dentro de David M. cresceu, Anne era como uma irmã para ele, os dois haviam crescidos juntos como rejeitados e a única coisa que veio em sua cabeça foi: "Dean vai pagar por isso com a morte de seu irmão."

- O que está esperando para atirar? – David M. gritou. Ele estava fazendo Sam de escudo agora e Dean continuava apontando a arma para eles. – Atira e eu levo o seu irmão para o inferno junto comigo.

Dean se desesperou. Não podia atirar sem matar Sam e mesmo assim corria o risco de a bala não chegar ao coração do mostro, mas ele sabia que Sam estava em perigo e podia morrer a qualquer momento. Ele não sabia o que fazer.

_X_

Aviso 03: Fiz a besteira de não ter salvo as respostas que eu havia deixado anteriormente sobre as reviews e então novamente eu peço desculpas pela minha besteira. Como recompensa, eu tentarei postar o próximo capítulo o mais rápido que eu puder.

NOVAMENTE: ME PERDOEM PELA BESTEIRA QUE EU FIZ \VERGONHA/