Cap. 5 – Conhecendo Thomas Lech!

-Weasley, pare de berrar. –mas eu ia mesmo, porque aquilo estava aumentando minha enxaqueca. Do outro lado do celular, Tom perguntou:

-Tudo bem com você?

Certo, ele devia me achar uma maluca.

-Ah, t-tudo sim. Me desculpe, é que eu achei que tinha visto um diabrete. E sabe como é, diabretes são feios e tudo mais. –eu disse fazendo uma careta pro Malfoy. –Mas eu acho que foi só impressão.

-Entendi... Você deve ser a Gina. O que você estava falando sobre a entrevista? –ele perguntou parecendo um pouco sonolento.

-Ahm, só que eu vou me atrasar alguns minutos. –eu disse enquanto Malfoy tentava desviar minha atenção fazendo o que ele faz de melhor: acabando com a minha paciência.

-Weasley, você não precisava fazer uma careta pra me assustar. Esse seu cabelo de vassoura já faz isso por você. –foi então que eu me toquei, eu não tinha penteado meu cabelo nem nada! Só jogado uma água na minha cara amassada de sono!

-Olha só, eu vou desligar agora porque eu estou no meio de uma aula sabe... até mais tarde. –e desliguei. Na cara do Thomas Lech! Minha vida definitivamente estava entrando em curto. Eu olhei pro Malfoy com uma cara de ódio e ele disse:

-A culpa é toda sua por não se conter em alegria ao ver a barra da minha cueca. E você não deveria estar me olhando assim porque você poderia estar na cama de um ser desconhecido nesse momento. Mas eu tenho que admitir que pensei realmente eu brincar um pouco com você. –ele falou se sentando num sofá que estava na minha frente e se curvando pra mim, de forma que eu conseguia sentir aquele hálito de canela novamente. Meu rosto estava queimando e eu tinha certeza de que estava tão vermelha quanto um pimentão. Me distanciei um pouco e comecei a calçar minhas sandálias, falando rapidamente:

-Não fale merdas Malfoy. Você se aproveitou de um momento de...

-Traição grupal? Porque eu acho que você adora a palavra traição e seus derivados. –ele falou com um sorrisinho no canto do lábio. Como eu o odeio, como eu o odeio! Ainda mais por me fazer sentir raiva e, consecutivamente, fazer minha enxaqueca aumentar.

-Malfoy muito obrigada pela estadia, mas eu preciso ir embora. Estou matando aula na faculdade e preciso passar em casa antes de começar meu trabalho. A propósito, você sabia não é? –eu perguntei terminando de colocar minha sandália e o encarando.

-Merlin você ainda está bêbada não é? –ele perguntou levantando dessa vez a sobrancelha esquerda.

-Não. Estou me referindo ao meu trabalho e o fato de eu ter que seduzir Thomas Lech.

-O que!? Eu vou ter que ler um artigo contando suas aventuras amorosas com esse atorzinho de quinta? Eu devia mesmo ter ficado em Paris. –ele falou bufando.

-Eu também acho. –falei. Mas ele parecia não saber do real sentido do artigo. Eu me levantei e desci as escadas. Alguns segundos depois, subi novamente e falei com raiva:

-Será que você poderia, por favor, me mostrar onde fica a saída!?

-Com muito prazer, pobretona. –ele falou em tom de desdém e me levou até a porta da saída. Antes de eu sair mesmo, falei:

-Eu não vou ao PD hoje. Tenho um trabalho externo pra fazer. Até amanhã, doninha. –falei e aparatei. Quero dizer, tentei. Ele riu da minha cara e disse:

-Toma, você vai precisar disso. –e me entregou uma poção. Eu bufei e sai batendo pé. Joguei a poção na lata de lixo mais próxima. Eu tinha mesmo que ter ficado bêbada!?

Depois de passei em casa pra tomar um banho e tomar uma poção. Quero dizer, eu não ia aceitar a poção do Malfoy por um motivo obvio, ela podia estar envenenada. De qualquer forma, quando eu sai de casa liguei pro celular do Dom mais uma vez.

-Alô? –alguém atendeu. E eu nem sabia quem era.

-Alô? Poderia falar com o Dominic? –eu perguntei né? Quero dizer pensando bem, era muito estranho o Tom estar com o celular do Dominic.

-Sou eu Gina! –ele falou e eu tive que rir. Cara eu sou muito ridícula mesmo.

-Dá pra você me explicar o que o seu celular estava fazendo com o Thomas Lech? Eu tive um serio problema hoje por causa disso. –eu falei rindo.

-Ah sim! Não é nada disso que você está pensando Ginevra, você sabe muito bem que eu não jogo no mesmo time que você nem que me pagassem.

-Sei, então o que é? –eu tenho que admitir que é muito bom causar a discórdia. Quero dizer, como é bom perturbar os outros!

-Eu deixei o celular na sala do roteiro, porque nós estávamos tendo uma reunião lá. TODOS nós. E ele ficou por lá pra decorar. Ele me falou que você ligou. Onde você estava? Fazendo besteira né? Ontem a noite tentei falar com você pela lareira mas você não estava em casa! –ele falou como se chegasse a conclusão de que eu não estava em casa por um bom motivo. Se é que você me entende.

-Eu estava bêbada. Com o Malfoy. –falei sem acreditar no que eu estava falando. Isso realmente soava estranho.

-Merlin! Isso sim daria uma boa noticia! –ele falou rindo.

-Não é isso que você está pensando! –eu falei irritada. –A questão é que eu descobri que a sua irmãzinha está com o Harry, e eu resolvi me embebedar, o Malfoy me achou já completamente alegre e me carregou embora. Eu tenho certeza de que falei alguma merda pra ele, porque, você sabe, bêbados costumam falar demais. E eu já falo demais naturalmente. Então já viu né?

-Ah sei. Mas você não tinha esquecido o Harry? –ele perguntou. É claro que sim. Mas será que ninguém via a traição dos dois comigo por não terem me contado!?

-Claro que já. É só que... ah, esquece. Olha só, onde vocês estão? –eu perguntei saindo do prédio.

-Estamos na Academia de Aurores. Pode vir, eu já avisei ao pessoal da portaria pra deixarem você entra.

-Ok, chegarei ai logo. –eu falei e desliguei. Logo depois aparatei. Desaparatei em frente a academia e, infelizmente, tive que dar meu nome.

-Srta., poderia nos informar quem é você e nos entregar sua identificação de bruxa por favor? –perguntou um dos guardas da portaria.

-Sr., é mesmo necessário? Quero dizer, pode procurar ai na lista, é Weasley. –eu falei tentando não ter que mostrar minha identidade.

-Desculpe, são regras da casa. –ele falou. E eu não poderia culpá-lo. Mesmo que a Guerra tenha acabado a uns 5 anos, ainda existem ladrões e todo esse tipo de gente estranha. Estranha como meu nome. Entreguei minha identidade e virei o rosto começando a assoviar fingindo estar interessada no que dizia o cartaz sobre uma chopada que haveria no final de semana seguinte. De repente eu me embebedava naquele final de semana também, quem sabe? Então o cara virou e fez questão de falar, assim, com todas as letras:

-Srta. Ginevra Weasley. Sim, pode entrar. –e me sorriu entregando minha identidade de volta. Eu tive quase certeza que aquele era um sorriso de pena do tipo: "Coitada, não tem culpa de ter esse nome tão medonho." mas tudo bem, eu acho que uns 30 anos de terapia resolvem esse meu trauma. Eu fui andando e dei de cara com o Dominic.

-Oi Gi!

-Oi Dom. Me lembra, por Merlin, de trocar meu nome logo que eu tiver um tempo ok?

-Ah, a parada do portão. Desencana, seu nome nem é tão feio. –ele falou e Thomas Lech chegou bem nessa hora e, é claro, mandou:

-Que nome? –ele estava tão sorridente que eu não pude parar o Dominic, e quando eu vi o estrago já estava feito. Eu tenho certeza que depois disso minhas chances de fazer o artigo eram mínimas. Isso se eu fosse mesmo me submeter a seduzir um artista só pra colocar o relacionamento no Porfeta Diário. Francamente, eu não esperava que eles trabalhassem tão sujo e ainda jogassem essas coisas nas costas dos pobres estagiários que nem podem dizer não, pois se não ficam com seus nomes sujos no jornalismo pro resto da vida. Mas então, enquanto eu devaneava, o Dom fez o favor de dizer:

-Ah, o nome dela! Thomas, essa é a Ginevra. Gi, esse é o Thomas. –bem então era isso, fim do jornalismo pra mim. Adeus carreira de crítica gastronômica, agora eu vou assar cookies e vender por ai!

-Prazer. –falei sem jeito fuzilando Dominic com o olhar.

-Prazer. Sabe Gi, seu nome é bem diferente.

-Você quer dizer, horrível? –eu falei tentando não babar pelo fato de ele ter me chamado de Gi. Quero dizer todos me chamam assim, mas o Tom me chamando assim? Isso definitivamente era um sonho.

-Não, serio mesmo, é bem legal. –ele falou com aquele sorriso colgate. Oh Merlin, eu acho que devo mesmo começar a procurar receitas de cookies na Internet.

-Bem, vamos pra gravação então? –Dom perguntou percebendo que eu não ia falar nada nem tão cedo.

-Vamos! –falou Tom animado. Ele parecia gostar mesmo de atuar. E eu murmurei qualquer coisa, porque eu estava realmente ocupada. Então eu fiquei lá assistindo a pelo menos umas 3h e meia do que eu chamaria de "o melhor making off da minha vida", até porque era ao vivo! Eu anotei algumas coisas do tipo falhas engraçadas ou as partes mais importantes das cenas sem, é claro, estragar a surpresa do filme. Até porque eu precisava da permissão deles pra publicar aquilo. Quero dizer, precisar mesmo eu não precisava. O que era uma das grandes diferenças entre o jornalismo bruxo e o trouxa, porque os trouxas precisam de uns direitos autorais e sei lá mais o que. Já os bruxos podem publicar qualquer coisa. Digo, nessa área de fofocas. Porque existem regras pra todas as áreas, e não é como o jornalismo trouxa que existem algumas regras padrões. Tudo é bem diferente. Eu sei disso tudo porque essa foi a matéria do semestre passado lá na faculdade.

-E então, chato ver o making off assim, sem o corte das partes tediosas? –Dominic me perguntou. E, sinceramente, não era chato. Até me fazia ficar um pouco mais admirada pela arte do cinema. Eu pensei em fazer algo ligado ao cinema, mas acho que jornalismo é meu ponto forte. A não ser pelo fato de a maioria dos jornalistas bruxos serem trapaceiros. Enfim, nada é perfeito. Talvez o Tom seja, mas você me entendeu não é?

-Não, é bem legal. Dom, se você tivesse que fazer algo no trabalho que você achasse incorreto, você faria? Quero dizer, se tivesse que fazer isso para se manter no mercado. –eu perguntei com um pouco de peso na consciência.

-Bem, eu não sei. Quero dizer, eu já fiz coisas que eu achava incorreto, tipo deixar um ator andar sozinho por ai e tudo mais...

-Não... –mas então eu parei, quero dizer, eu tinha que tomar a decisão sozinha. –Bem, obrigada.

-Ao seu dispor. –ele falou sorrindo. E alguns minutos depois Tom veio até nós muito animado.

-E então Gi, gostou? –ele me perguntou. Veja bem, a partir do momento que eu pude ver a barra da cueca dele, eu não precisei ver mais nada!

-Sim sim, foi bem divertido. –eu falei corando. –Então nós podemos passar pra entrevista?

-Deixa eu só tomar um banho, porque eu acho que estou meio nojento. –ele falou rindo. Tudo bem, ele estava suando, mas estava bem gostoso. Então enquanto ele ia na direção do camarim, ele tirou a blusa. E, Merlin, que costas eram aquelas? Com aquelas gostas de suor pingando e... ai eu acho melhor desviar o olhar.

-Gina, posso ver o que você anotou? –Dom me perguntou. Eu não queria mostrar, sabe como é, eu tinha colocado um monte de coraçoezinhos nas paginas. Mas ele roubou o caderno de mim. E meio que riu da minha cara. Agora são mais 5 anos de terapia.

-Tudo bem, mas será que você poderia tirar essa parte sobre ele ter investigado os próprios fornecedores? Quero dizer, isso é uma coisa mais pro meio do filme e tal. Eu sei que você não é obrigada, mas se você puder fazer esse favor, eu fico grato. –viu o que eu disse? Todo mundo que se envolve com jornalismo sabe que nessa área de fofocas vale tudo. Inclusive o que me mandaram fazer.

Meia hora depois lá estava eu em frente ao Tom no camarim dele. Eu comecei falando:

-Então eu vou fazer umas perguntas básicas, e vou usar uma pena de repetição automática ok?

-Por mim, tudo certo.

-Então vamos começar. –e daí eu peguei a lista de perguntas. A gente se divertiu pacas com tudo o que tinha lá. E parecia que eu o conhecia a muito mais tempo. Nunca poderia imaginar que um astro de cinema poderia ser tão simpático. Quando eu comentei isso com ele, ele me disse:

-Mas a maioria dos jornalistas que vem falar comigo também não são assim tão gentis como você. –certo, nesse momento eu devia estar realmente vermelha. Quero dizer, eu não era elogiada assim desde... bem, eu nuca fui elogiada no ramo profissional, sabe como é, eu ainda sou uma estagiaria.

-Isso deve ser porque você não conhece bons jornalistas. –eu falei. Quero dizer, eu preciso dar boa fama pro meu trabalho certo?

-Então posso ver o resultado final? –ele me perguntou. Eu entreguei o caderno a ele.

"Thomas Lech finalmente está em Londres. E, numa entrevista exclusiva, ele fala ao Profeta Diário sobre as principais questões de sua carreira e vida pessoal, como porque ele decidiu ser ator e se está comprometido.

Correspondente do PD: Então, Tom, eu posso te chamar de Tom?

Thomas Lech: Claro!

PD: Então, diga, porque você resolveu virar ator?

TL: Principalmente por gostar de interpretar. Sempre fiz peças na escola e gostava de fazer papeis que não eram parecidos comigo. Até hoje são como desafios pra mim.

PD: E sobre o fato de você não gostar muito de Londres, é verdade?

TL: De certa forma sim. Mas é só por ser uma capital bruxa muito importante, muito grande. Acho que é um pouco de inveja (risos). No geral, aqui é bem legal.

PD: Entendi. Os boatos de que você terminou com Verônica Sames são verdadeiros?

TL: Na verdade nós nem começamos (risos). Sempre fomos apenas amigos, nada mais que isso.

PD: E o que você está achando dos seus laboratórios (ele faz um laboratório de detetive e outro de dependente químico)?

TL: Eu sei que estou aprendendo muito, com ambos. Eu nem sabia que poções viciavam (risos).

PD: O fato de você estar fazendo um papel contraditório trás dificuldades?

TL: Pois é, não é todo dia que chegam pra mim perguntando se eu quero atuar como um detetive viciado. Mas eu acho que eu estou conseguindo fazer um bom trabalho. E o pessoal dos laboratórios tem me ajudado bastante. Fora a equipe do filme no geral.

PD: Você pode contar pra gente um pouco do seu personagem?

TL:Eu não sei muita coisa, sabe como é, eu só recebo o roteiro de algumas cenas por dia. Mas eu sei que ele é um cara um pouco chato (risos). Ele está tentando mesmo se livrar das drogas e tudo mais, só que pra isso ele está se arriscando. O pessoal do laboratório disse uma vez que isso é comum, porque os caras do trafico correm atrás de quem resolve pular fora. É uma loucura.

PD: Mudando um pouco de assunto, onde você passou seu aniversário (que foi na semana retrasada)? Muita gente estava comentando que você resolveu sumir do mapa naquela semana.

TL: Não foi nada de mais. Só fui pro Hawai, passei com minha família. Fazia algum tempo que eu não aparecia na casa dos meus pais.

PD: Agora nossa ultima perguntar. Você está comprometido?

TL: Não. Quero dizer, eu já vi por ai muita gente me citando como seu marido/ noivo/ namorado, esse tipo de brincadeira entre fãs, sabe como é. Mas fora esses meus compromissos misteriosos, eu estou solteiro (risos).

PD: Muito obrigada por nós dar umas palavras. Esperamos que seu filme seja um sucesso. Você, leitor, pode encontrar nas próximas páginas algumas informações sobre cenas já gravadas aqui em Londres."

-Nossa, você escreve muito bem. –ele disse por fim.

-Eu já vi artigos melhores. Sabe como é, eu sou só uma estagiaria.

-Mas eu acho que você tem futuro.

-É o que eu espero que meu supervisor ache. –apesar de eu ter certeza de que se ele me der 5 pelos trabalhos, já vai ser muito. Por que o estagio conta pontos na faculdade, por quê?

-Quanto a ultima pergunta, eu acho que posso mudar a situação a partir de já. –ele falou. E foi então que eu percebi o quão próximos nós estávamos. Eu ia protestar, mas então oficialmente eu tinha começado meu trabalho. Porque me parecia que eu tinha conseguido seduzi-lo em algumas horas. Pelo menos foi isso que deu a entender quando ele me enlaçou e me puxou para um beijo.

--D&G--

N/A: Encerradas as apostas rsrs. Action T/G, pra minha total infelicidade xDD. Enfim... A Cissy apareceu... mas sumiu de novo x.x. Nham acabo q eu não usei a idéia q ela deu x.x. Enfim, eu não posso dizer agora quem ganho a aposta se não vocês vão ficar sabendo quando ela beija o Draco tb rsrs. Certo, vamos às reviews:

H3rMy – hsuahsua bem eu sempre sinto inveja da Gina, mas td bem rsrs. E, claro q eu quero q ela fique com o Draco, mas tb é de se invejar o fato de ela ter beijado o Tom nesse cap rsrs. Enfim xD. Bjaum e continua acompanhando!!

Lara Bradley – eu tb espero q essa fic pelo menos chegue aos pés de RJ rsrs. Tem certos caps q eu já escrevi e não gostei muito, mas eu preciso deles pra continua então xP... é isso xDD. Quanto ao Dom, ele não é o Tom rsrs. Então continua lendo ai ne rsrs, se ficar tão engraçada quanto a RJ me avise, por favor rsrs. Bjus!!!

Catarine – hsuahsua realmente a Gina tinha motivos pra ficar daquele jeito. Enfim, mas ela não pulou no Draco xP. Então ai está a action... só q com o loiro e gostoso errado ne rsrs. De qq forma espero q tenha gostado. Bjaum!!!

Mrs. Butler – AHA! Teve action Tom/Gina rsrs. Que bom q vc leu a RJ rsrs. Então continua acompanhando e nós veremos confusão e td mais rsrs. Bjus!

Babi – nha muito obrigada msm pela ajuda, miga! E eu vou viciar o mundo em Trident, vc vai ver. Depois disso, tds q lerem vão querer Trident pro resto de suas vidas hsuahsua. Boa sorte com a fic!!! Bjaum!!

jehssik – hsuahsua a Gina é bem doidinha msm. Acho q eh pq eu coloquei um pouco ((cof cof – muito)) de mim nela rsrs. Quanto ao Harry, eu concordo rsrs, não da pra achar ele interessante com o Draco bem aki rsrs. Tb adoro caras com mãos grandes... sl é tão tão tão 8D. Mas eu não posso dar o Draco pra ti rsrs, na verdade nem o triplex hsuahsua. Mas sim, eu acho q posso te dar o Tom rsrs. Só não posso dar o Dom, pq ele me acompanha desde minha primeira fic retardada e ruim rsrs. Enfim, mas sim, eu no momento estou escrevendo o cap 9 rsrs. De qq forma, obriga por dizer q eu torno a leitura leve!!! Até q enfim estou fazendo um trabalho relativamente bom rsrsrs. Acho melhor eu parar de falar ne rsrs, ta ficando uma resposta giga rsrs. Ah! Parabéns por ter passado!!! 1º lugar? Preciso dizer: CDF hsuahsua. Brincadeira xDD. Bjaum!!!

N/A²: Bem, chega de falação por aqui ne? Espero q vcs tenham gostado desse cap. Deixem reviews, pelo amooor de Merlin rsrs. E passem na "A calcinha vermelha de Gina Weasley". Bjaum e continuem acompanhando!!!