Capítulo Três – O Signo Da Cruz

Adentrou a porta para a Sala dos Aurores, sendo queimado pelos olhos de Rony Weasley e Neville Longbottom.
-Desculpem o atraso. –murmurou e Rony arregalou os olhos para o amigo. Devia estar surpreso pelo simples de fato de Harry ainda saber falar.
Neville concordou com a cabeça.
-Ficamos sabendo que um feitiço torturante foi lançado a menos de um quilômetro de distância daqui do Ministério. Tem alguma idéia? –perguntou Neville, ajeitando alguns papéis que ficavam em cima da mesa. Pelo jeito havia realmente desistido de Hogwarts para se dedicar totalmente ao seu novo cargo de diretor dos aurores – que Harry ocupava anteriormente.
-Pra falar a verdade não faço a mínima idéia.
Não se sentia mal para mentir para Neville. Agora se fosse uma pergunta de Rony as coisas realmente se complicariam.
-Interessante.
Enfia esse seu "interessante" no meio do c...
-Harry, sente-se temos coisas a discutir.
Harry puxou uma cadeira e sentou-se a par das informações.
Pelo o que Neville explicou, seriam só eles três na missão. O suposto amiguinho de Voldemort estava atacando Paris, uma cidade relativamente pequena. Se dividiriam em três grupos: Obviamente era cada um por si.
O nome do amiguinho de Voldemort foi revelado como sendo Mikael. Maldito, maldito Mikael.
Mikael matava os trouxas parisienses e o que mais impressionava é que fugia sem deixar pistas. Só uma pessoa o havia visto até agora e lhe descrevia como um afrodescendente, musculoso e careca. A pessoa era uma trouxa, e sobreviveria uma semana após revelar essas informações.
-Então. Vocês estão prontos para conhecer Paris? –perguntou Neville, após aparentemente ter explicado tudo. –Reservei quartos para nós três. Harry você fica no Norte, Rony Leste e Oeste, eu fico no Sul. Boa sorte rapazes. Partam quando quiserem.
Desaparatou num piscar de olhos, mais ainda conseguiu deixar duas chaves com letreiros de "Harry" e "Rony" em cima da mesa de madeira bem polida.
Rony lhe olhou preocupado, e logo em seguida também desaparatou.
Ótimo, agora estava sozinho com a companhia de só uma chave na mesa. Calculou uns quinze minutos o tempo que refletiu olhando para a chave. Pensou em tudo que estava para seguir aquela missão. Por fim suspirou e desaparatou à caminho do Norte de Paris.