Saint Seiya não me pertence.
Todas as explicações serão dadas no final.
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O sol acabara de se por e muitos seres acabavam de se levantar, naquele mundo tão desolado e desconhecido, tão diferente e estranho, onde não existiam apenas humanos e seres de poderes maiores do que a imaginação. Vampiros, Lobisomens e Magos, todos andando sobre a Terra em busca de algo que não conhecem e que pensam ser o poder, mas mal imaginam que seja a própria sobrevivência, a vida humana nunca mais foi a mesma desde o dia funesto em que uma Vila Distante fora ataca pelos primeiros seres das trevas. Mas esta é uma historia que já contamos, agora nós resta conhecermos os nossos personagens, aqueles que irão fazer essa história se desenvolver e ganhar vida... Mas por favor, não se assustem, nem tudo acabara bem no final.
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Enquanto a noite se punha os caçadores se colocavam em alerta, pois agora teriam mais inimigos a espreita, mas o que era o perigo senão uma forma de vida? Mas também não saiam correndo perigo atoa, tinham seus motivos. As ruas daquela cidade estavam desertas praticamente, todos os humanos estavam em suas respectivas casas, pois sabiam que não era seguro continuarem acordados, mas estavam seguros enquanto os soldados estivessem patrulhando aquelas ruas imundas e fétidas.
As casas não tinham mais do que três andares, a maior construção ali era o castelo que ficava acima da vila, se elevando imponente, as ruas eram estreitas, apesar de quatro vias principais e paralelas umas as outras, essas quatros levavam ao castelo, as do canto era por onde passavam as grandes carroças de alimentos, armamentos e tudo o que fosse necessário para mantê-lo, as duas do meio ficavam lotadas das mais variadas barracas, o mercado principal se situava ali. Sempre lotado de manhã, até que o sol se posse no horizonte, então todos se recolhiam, como se obedecessem a um toque de recolher insonoro, mas alguns poucos comerciantes ainda ficavam abertos, esses eram tidos como espiões ou até mesmo vampiros transformados. Boatos espalhados, mas apenas boatos... Em uma cidade típica de Humanos não se poderia haver vampiros, era contra as regras e todo vampiro ou lycan era caçado e morto. Os soldados que patrulhavam eram magos transformados, humanos que haviam nascido com algum dom especial mental. Era relativamente segura.
Naquele momento uma jovem poderia ser vista esgueirando-se pelos cantos, os olhos verde-água levemente puxados nos cantos com os seus cílios longos que poderiam até mesmo inspirar a insanidade do prazer nas mentes de vários homens. Os cabelos de um tom castanho claro totalmente cacheados que caiam como uma pequena cascata por seus ombros e desciam até sua cintura, faziam com que sua face fosse comparada aos Anjos, as mais doces criaturas. Seu corpo muito bem delineado, com os longos anos de treinamentos, mas seu jeito delicado e tímido muitas vezes terminavam o espetáculo que aquela mulher poderia ser, apesar de sua beleza suas vestes indicavam a qual classe pertencia àquele mundo, sempre usando uma blusa clara um pouco decotada, combinando com sua saia rodada, se parecia com a filha de camponeses e por isso mesmo não era maltratada.
Ali estava ela, quieta, deixando que seus sentidos se aguçassem, mas sem escutar nada a não o barulho da cidade, mas aquela sensação não a deixava, sabia que estavam lhe seguindo, por isso deveria continuar a seguir rapidamente, já estava quase chegando. Apenas mais alguns metros e estaria segura em casa, ou pelo menos assim deveria ser. Suas mãos seguravam com força um pergaminho, acabara de encontrar uma prova de onde seu irmão poderia estar e era por este motivo que estava chegando em casa naquele momento, mas ainda assim a sensação de estar sendo seguida não a deixava, mesmo que seus sentidos nada captassem, mas seu outro sentido, o sexto, lhe dizia que estava errada, que era melhor se manter em guarda. Rapidamente cruzou mais uma rua e pode avistar a casa em que estava hospedada, foi só então que escutou um barulho de pedra rolando, parou imediatamente, levando a mão ao cinto, onde sua adaga de prata estava, afastou levemente as pernas, para que assim tivesse mais equilíbrio para atacar e defender. Mas pareciam que estavam brincando com ela, pois sentiu quando uma pedrinha pequena passou de raspão por sua face esquerda, cortando-a, fazendo um filet de sangue escorrer. Teve vontade de gritar para o covarde aparecer, mas não o fez. Manter a postura e a paciência eram suas maiores qualidades e naquele momento era isso que importava.
Não demorou muito e então das sombras surgiram vários vultos e entraram em seu campo de visão, eram homens de peles muito brancas para serem humanos, os olhos vermelhos como o sangue, o sorriso em suas faces deixando a mostra seus caninos afiados, um bando de Vampiros em meio ao recanto humano, incomum, pois eles tinham que ser muito ágeis para passarem despercebidos a todos aqueles soldados.
- Vejam, vejam... Parece que achamos nossa próxima refeição.
Aquela frase foi dita com extremo escárnio por um daqueles homens, os longos cabelos pretos caiam como uma cascata negra por sua face branca como o mármore, ele então avançou, mas antes que pudesse tocar naquela mulher a mesma se esquivou girando o corpo e sacando a adaga com precisão cravando-a no coração daquele ser, os olhos analisavam a situação, sabia que o primeiro estava morto, mas não teve muito tempo para escapar do novo ataque, pois todos aqueles vampiros atacaram ao mesmo tempo em resposta a defesa.
- Covardes!
Foi à única palavra dita por aqueles lábios tão carnudos, seus braços estavam presos por mãos de ferro, frias como a morte, enquanto tentava arranjar um jeito de se livrar daquela situação pode ver que seu vestido era rasgado e o sorriso cruel nos lábios de um vampiro que não estava ali no primeiro ataque.
- Covardes? Não, não nos chame de covarde Milady... Apenas queremos nos satisfazer com seu corpo e seu sangue, será que isso é covardia?
Os olhos deste não eram vermelhos e sim pretos, o demonstrava que era o líder e o mais velho daquele bando, suas vestes bem mais finas, mas ainda assim em tons escuros que se misturavam perfeitamente em meio aquela noite.
- Por que não tenta me atacar cada um de uma vez? Mas é claro que não irão fazer, porque sabem que vão morrer não é mesmo?
Kourin estava totalmente imobilizada, sua face estava totalmente rubra, pois seu corpo agora estava totalmente exposto aqueles seres da noite. Viu quando aquele vampiro se aproximou e tocou-lhe a face com certa gentileza e então desceu a mão por seu pescoço até chegar ao colo, ela podia sentir os arrepios da morte penetrar por sua coluna e também o asco daquilo, mas acima de tudo a raiva de depois de todos aqueles anos treinando ter sido facilmente presa.
- Milady, sua língua é tão ferina quanto a sua beleza. - A voz daquele vampiro se transformou em um sussurro e muito melodiosa, que chegava a exercer certa atração naquela mulher, pois não era atoa que aquele Vampiro estava usando um de seus mais variados dons, o da sedução somado a Voz Melodiosa.
Kourin podia sentir que sua resistência começava a ser quebrada, pois aquela voz era tão bela, mas sua mente tão racional iria lutar até o ultimo momento, não poderia perecer naquele momento, não quando estava tão perto de poder encontrar seu irmão. Instintivamente ela fechou os olhos e mordeu o lábio inferior com tanta força que por fim sentiu o gosto do sangue em seguida sentiu uma língua invadir sua boca e a beijar, sugando o sangue que havia deixado sair, o choque foi tão grande que ela começou a se debater, aquilo não podia estar acontecendo, mas seus esforços foram inúteis, pois aquelas mãos que a prendiam tinham forças sobre-humanas, muito maiores que a dela. Tentou gritar, mas sua boca ainda estava encoberta pela daquele vampiro, enquanto as mãos dele percorriam cada centímetro de seu corpo, deixando-a ainda mais desesperada. Não poderia deixar que aquilo acontecesse, tinha que haver uma saída!
Mas não havia, ela era uma humana comum, as lagrimas começaram a escorrer por sua face, enquanto o toque gélido daquelas mãos a faziam querer realmente morrer. Lentamente sentiu uma das mãos repousarem sobre o seio esquerdo, se debateu, tentou lutar em vão novamente, mas a risada gélida dos outros soou tão irônica e tão divertida por ela ainda tentar lutar, aquilo a feriu ainda mais, a boca ainda encoberta, sentindo a língua daquele ser explorar sem carinho nenhum. Um soluço baixo escapou dos lábios rubros, então aquele que a beijava se afastou, para observar com prazer a aflição daquela cativa.
- Oras, não estava tão corajosa poucos instantes atrás?
A voz do vampiro soou ainda mais fria e ainda mais divertida que antes, o sorriso sacana e malicioso, o puro prazer expressado nos olhos rubros. Kourin abaixou a cabeça, sua resistência caia a cada segundo passado, como se todos os anos de treinamento de nada adiantassem. As mãos do vampiro ainda estavam sob seus seios, apertando-os com força, brincando com os mamilos, ele parecia gostar de vê-la sofrer, e realmente gostava.
- Farei você pagar por ter matado um dos meus homens. Você vai implorar para que eu te mate antes de tudo terminar.
Agora a raiva era nítida ao mesmo tempo em que ela podia sentir os seios serem puxados com força e logo às unhas daquele ser penetrarem sob a pele, próximos aos mamilos, como se quisessem arrancá-los. Ela gemeu de dor, mas não falou nada, nunca imploraria, ao menos morreria com dignidade, mesmo que seu corpo fosse tomado, sua alma se manteria invólucro a tudo aquilo. Alguém puxou-lhe os cabelos para trás, enquanto o sangue escorria por sua barriga e caia no chão, manchando-o. O vampiro logo tomou o seio esquerdo, sugando as gostas de sangue, cravando os dentes no mesmo, agora sugando com força, enquanto uma das mãos ia até o meio de sua pernas, tocando o triangulo negro de peles, afastando os lábios maiores, passando o dedo por toda a extensão, sem se importar se machucaria ou não.
A mulher mordeu os lábios com força, enquanto as lagrimas escorriam em silencio pela face, os olhos fechados. A dor física que sentia não era nada se comparada à dor de sua alma. Era como se fosse um pesadelo e ninguém queria lhe acordar, não, aquilo não poderia estar lhe acontecendo. Ela que já enfrentara muitos desafios, que matara vampiros e lobisomens em seu caminho, ela que finalmente havia encontrado uma pista verdadeira para enfim achar seu irmão. Quando as esperanças começavam a aparecer lhe era roubadas por um ato tão indigno quanto aquele.
O vampiro logo a penetrou com dois dedos, com força, sentindo o hímen quase se romper e o corpo da mulher se contrair de dor, então ela ainda era virgem? Aquilo estava ficando cada vez melhor para ele, além do sangue dela ter um excelente gosto, ainda seria o primeiro dela... O primeiro e ultimo, ou será que deveria deixar seus servos se servirem dela também? Aquele pensamento o excitou mais, a ponto de soltar o seio e deixar o sangue fluir, deu três lambidas sob as feridas, fazendo-as parar. Afastou-se o suficiente para tirar a calça, seu membro já estava pulsante.
- Olhe para mim vadia!
Ordenou enquanto dava um tapa forte na face daquela mulher, mas a mesma não fez o que lhe era ordenado, o que se seguiu foram vários tapas, que a deixaram ainda mais inconsciente, a perda de sangue a deixara meio mole, a certeza que morreria ali e a vergonha que estava passando haviam ajudado a mente a vagar por algum lugar, como se ela estivesse vendo tudo e cima, até que sentiu os cabelos serem puxados com força e parte deles saírem, aquilo a fez gritar e abrir os olhos. O sorriso sacana que a brindou a fez querer fechar os olhos, mas não pode.
- Vai continuar de olhos abertos.
Novamente aquele vampiro usava a Voz Melodiosa, seu corpo não a obedeceu quando tentou fechar os olhos, estava tão fraca que não pode resistir, os soluços que se seguiram era cruéis demais, vê-lo quase nu a sua frente, excitado com sua desgraça e pronto para tomar o que havia guardado, mesmo que não quisesse admitir e dizer que não tinha tempo para homens, havia se guardado para alguém especial. E agora ele a possuiria, mas não pediria clemência, não àquilo nunca.
Ao ver as lagrimas mais abundantes e os soluços ele gargalhou ao mesmo tempo em que a penetrava com força, o sangue começou a escorrer assim como a dor que a invadiu a fez gritar de dor, os olhos mantinha-se abertos, ele não a mordia e nenhum dos vampiros também, eles estavam apenas se deliciando com aquela cena, saberiam que logo teriam o que lhes era devido. A cada nova estocada ela sentia o seu interior queimar e se dilacerar, cada vez mais perdia sangue, não apenas por causa da virgindade, mas também porque estava sendo brutal, sexo, apenas por sexo, se é que aquilo poderia ser chamado de sexo. Então quando finalmente aquele ser gozou dentro de si a soltou depois de mais algumas estocadas. Todos os vampiros a soltaram e o corpo de Kourin caiu no chão, sem forças, não se moveu.
- Quem sabe se tivesse cooperado poderia ter sido mais prazeroso para você? - Ele falou cruel, se afastando, arrumando as calças, não a devoraria. Fora suficiente o que fizera, mas então olhou ao redor, fitando cada um dos seus servos. - Podem se deliciar.
Então todos atacaram novamente, querendo provar do sangue daquela mulher, mas não chegaram a alcançar o alvo. Uma estranha roda de fogo envolveu o corpo de Kourin enquanto a mesma perde a consciência finalmente.
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Em Roma quase nada mudara, parecia que os Magos que ali governavam queriam preservar o que restara o Antigo Império Romano, o Coliseu, os Templos e os mais variados deuses, mesmo que eles não servissem ou acreditassem. Alguns humanos ainda iam naqueles templos para poderem ter o que se chamavam de esperança. Havia lutas ainda no Coliseu, quando alguém era condenado a pena perpetua, ou a morte, era ali que morreria. Como um guerreiro, se sobrevivesse aos desafios poderia sair livre e ser considerado um novo homem, sem passado e com algum futuro.
A Lua brilhava esplendorosa, iluminando um dos templos mais famosos daquela cidade, o Panteão. Havia ainda algumas pessoas adentrando e fazendo oferendas aos deuses invisíveis, sendo que ali, na Terra havia pessoas que poderiam ser consideradas Deuses, mas quem eram eles os Magos para julgarem a cresça humana?
Os olhos safiras fixavam a entrada daquele lugar, enquanto os braços se mantinham cruzados, um sorriso irônico nos lábios. Seus cabelos estavam presos em uma longa trança e apenas uma mecha caia sob o olho esquerdo. Quem a visse poderia confundir com alguma prostituta, pois estava a usar um vestido longo scarlat, na parte de cima eram como de fosse duas faixas que encobriam parte dos seios, estas eram presas por linhas em tom preto. Na cintura estas faixas se tornavam parte da saia, que era aberta até a mesma, dando a impressão como se fossem três longas faixas a encobrir as pernas. Em cada antebraço era preso mais uma faixa que caia até um pouco abaixo do joelho se a mesma estivesse com os braços estendidos ao longo do corpo.
Um vulto se aproximou daquela mulher, todo encoberto por uma capa, nem mesmo a face poderia ser vista. Foi tão rápido aquele movimento que provavelmente se trataria de algum vampiro ou lobisomem, mas a mulher nada fez para se defender. O vulto parou ao lado, observando a mesma coisa. Mas com a chegada daquele ser vários outros apareceram. Mas o impressionante era que ninguém parecia notar aquelas estranhas presenças.
Kalieena permaneceu imóvel, se tivesse que lutar, então a noite poderia ser considerada ganha. Cada vulto negro começou a se movimentar de forma circular, menos aquele que continuava parado ao lado dela. Mais um saiu de dentro do Panteão, segurando nas duas mãos uma bandeja de ouro com varias frutas diferentes expostas e um cálice também dourado no centro. Seria algum ritual que ela própria não conhecesse? Não, era impossível, ela conhecia quase tudo, sobre tudo. Então o que estava se passando.
- Kalieena Von Kämpfer qual o peso do conhecimento?
O vulto se moveu finalmente, mas apenas mudando de posição, como se trocasse o pé que estava se apoiando. A voz era grave, forte, mas era tão fria e indiferente quanto as mais gélidas das montanhas nevadas. O que era um forte indicativo para sua personalidade, mas para que tirar conclusões precipitadas?
- O suficiente para matá-lo.
Kalieena respondeu, em seu tom corriqueiro, que sempre usava, tão frio quando aquele que havia lhe falado, mas era baixo, continha um delicado toque de sensualidade e a certeza que se alguém se deixasse levar seria cortado como a laminha de uma katana corta o corpo humano. Aquilo só podia ser alguma brincadeira, algo dentro dela mudava, como se quisesse acabar com aquilo de uma vez, mas não se moveu, continuo no mesmo lugar, observando enquanto o vulto que segurava a bandeja se aproximava.
- Não a mim.
O vulto ao lado dela se moveu rapidamente, sem dar tempo para que Kalieena reagisse, enquanto o outro vulto estava vem a sua frente. Ela podia ver dentro da taça um liquido vermelho como o sangue, mas tão negro quanto o ébano. Era estranho ver aquilo, ainda mais quando as frutas tornavam-se podres. Levou a mão esquerda ao Say preso a sua cintura, mas foi apenas um pensamento.
- Não, aqui tu não fazes nadas. Apenas observa.
O vulto a sua frente falou, a voz doce e baixa, delicada, indicando ser de uma mulher. O antigo vulto que estava ao seu lado pegou a taça e estendeu à outra mão a face daquela mulher. Fazendo Kalieena abrir a boca e ingerir aquele líquido, não tinha gosto, mas era ao mesmo tempo quente e frio, sem uma definição certa. O efeito quase foi instantaneo, fazendo seu corpo queimar, o sangue corria mais rápido e a cada segundo que passava a respiração ficava mais difícil.
Sentiu quando alguém lhe tocou os ombros, se não fosse aquilo cairia no chão com certeza, quando o liquido terminou ela pode ver por entre o capuz daquele que havia lhe feito ingerir aquilo. Os cabelos eram levemente rubros, os olhos de um tom branquíssimo, como se não tivesse olhos, os lábios eram finos e não sorriam, mas com certeza era a face e um homem. Quando ele se afastou todos desapareceram. Ficando apenas aquele que ela já conhecia o rosto.
- Tu já conheceste minha face, mas terás que descobrir meu nome. Não se preocupe, o liquido que ingeriu só fará efeito real quando tentares negar quem és.
Então o vulto desapareceu ao mesmo tempo em que toda a reação de seu corpo parava e ela voltava a estar de braços cruzados, observando os humanos saírem o Panteão, com suas preces. A única sensação que tinha realmente, era que a cena que acabara de ocorrer não passara de um sonho.
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A noite estava bela, belíssima, se algum poeta pudesse se sentar sobre aquela pedra e olhar para a lua escreveria os mais belos poemas. Os bardos cantariam a noite toda em homenagem a grande Lua, enquanto as ninfas dançariam ao redor da floresta, espalhando seu brilho puro. Um castelo se empunha sobre o terreno, de uma forma assustadora até. Todo iluminado, com suas paredes encobertas por longas tapeçarias, mesmo nos muros externos de proteção, o ouro reluzia, a prata saltava e cada diamante incrustado no portão indicavam o poder daquele Lord que a tudo governava.
Seu domínio chegava ao mar e descia até Alston, Carlisle era considerado um dos mais poderosos Lords, tão antigo quando a existência dos vampiros na terra, alguns diziam que o próprio Lord remontava a criação, que fora um dos primeiro a ser um vampiro. Aquela noite era especial, o baile era dado em homenagem a filha, uma impura, ninguém entendia porque ele protegia aquela impura, mesmo sendo filha.
O salão era grande, no teto vários candelabros encobertos por velas negras, as tapeçarias nas paredes eram tecidas a fios de ouro e prata pintados por alguma química especial. Eram temas tão belos, como a morte de um dragão, ou a conquista de Paris, uma luta travada a muito tempo contra aquela fortaleza lupina. Varias mesas estavam dispostas de forma um tanto irregular, mas havia uma principal, encoberta por tecidos negros e rubros, os pratos feitos de ouro envelhecido, os talheres reluziam ao ouro mais puro, vários candelabros menores dispostos entre as flores e a comida.
Uma parte havia sido organizada para a pista e dança, vários artistas estavam tocando, desde pianos, flautas, harpas e todos os instrumentos possíveis. Uma grande orquestra, todos os integrantes estavam sentados em um palco acima de todos, como se fosse um camarote ao lado esquerdo o salão, qualquer um poderia ver quem tocava e o grande regente.
O anfitrião ainda não havia adentrado ao salão, os comentários eram que estava a brigar com sua filha. A mesma sempre se recusara a noivar, os mais felinos diziam que ela se recusava a ser mulher e que sempre agia como homem. Claro que as mulheres arranjavam um jeito de falar ainda mais mal aquela filhinha.
Calist estava em seu quarto, recusando-se a sair. Tentara escapar, mas o pai colocara os melhores guardas na varanda, nas portas e até mesmo na passagem secreta, que já nem era secreta assim. Todas as criadas a estava observando, o sorrisinho superior sempre em seus lábios havia desaparecido a muito tempo. O pai ordenara que ela se vestisse.
- Já disse! Não vou a essa maldita festa! Arrume outra filha, porque eu não vou!
Sua voz saia com força, mas não gritava, afastou-se da porta e então o pai adentrou aos aposentos. Os longos cabelos negros, os olhos vermelhos como o sangue, os lábios finos, a pele branca como o leite. Vestido como um verdadeiro Lord, seus olhos fitavam a filha com raiva.
- Farás o que mando. Já é suficiente ser uma impura, tem todas as regalias por ser uma filha minha, mas não vais me desafiar. Não novamente! Então... – Ele caminhou até a serva que segurava o vestido, pegando e jogando em cima a filha. – Vista-se. Estarei esperando lá fora. – Ele não deu opção e nem permitir qualquer resposta por parte de Calist, saiu do quarto, fechando o que restara da porta.
A garota já não mais sabia como agir, segurava o vestido entre as mãos, enquanto sentia a raiva borbulhar em seu sangue, a consumir. Aquilo era inaceitável, ele não podia simplesmente achar que mandava nela e que tudo seria resolvido assim. Os olhos percorreram todo o quarto, as criadas não a ajudariam. Um suspiro baixo escapou os belos lábios e estendeu o vestido para a criada mais próxima, fechou os olhos. Desceria para aquela festa, mas seu pai se arrependeria amargamente de ter feito aquilo.
Não percebeu quanto tempo levou, nem se fitou no espelho quando por fim as mãos das servas pararam de se mexerem sob seu corpo. Tinha uma leve sensação que os cabelos estavam presos, que uma maquiagem havia sido feita e que o vestido lhe caíra perfeitamente. Não sorriu apenas encaminhou-se para a saída o quarto. Os olhos do pai caíram sobre a filha e um sorriso de orgulho se fixou nos lábios duros.
- Estais perfeita.
A garota apenas fez uma breve reverencia, sem nada dizer. Então aceitou o braço de seu pai e os dois encaminharam-se para o salão. Todo som parou, todas as cabeças se voltaram para a entrada daquele imenso cômodo, observando a entrada daqueles dois seres. Imponentes em suas vestes, fitando a todos como se fossem meros servos e talvez o fossem, comparado a historia e a idade aquele ser, qualquer um poderia ser facilmente derrotados. Claro, sempre havia a exceção.
A festa continuou por muito tempo, Calist mantinha as aparências, sem falar muito, apenas mantinha o sorrisinho superior nos lábios. Sem deixar que ninguém se aproximasse, fosse homem ou mulher. Os servos nem sequer chegavam perto para oferecer taças de sangue. Realmente a garota estava com cara de poucos amigos, mas mantinha as aparências.
O tempo passou rapidamente, já eram quase 4 horas da madrugada e a festa continuava, Calist já falara com todos, cumprimentara, dançara com alguns. Estava na hora, olhou ao redor, observando o pai, vendo-o rir junto a uma das vampiras, bela, mas tinha praticamente a mesma idade de Calist, apesar de ser uma puro-sangue. Voltou a olhar no meio do salão, seu pai dissera que logo chegaria o pretendente dela. Mas quem era aquele ser que ousava se atrasar tanto assim? Ainda mais porque sem ele a festinha não ficaria interessante.
Foi quando o grande relógio deu as 4 badaladas que o salão parou, pelo menos aos olhos daquela mulher, parecia que algo a chamava, então viu entre a multidão, bem próximo. Um homem vestido com um belo terno preto, perfeitamente moldado ao corpo atlético, os olhos de um tom dourado escuro, chegando bem perto de serem castanhos, brilhavam friamente, enquanto os lábios finos e bem moldados sorriam de forma irônica, da mesma forma que ela fazia. Os cabelos de um azul escuro, chegando em alguns momentos a serem de um tom roxo bem profundo. Estas madeixas caiam por seus ombros de uma forma quase desleixadas, enquanto partes eram arrepiadas. Não havia mais ninguém vestido àquela forma e ao que parecia ninguém, também, não poderia vê-lo.
Algo poderoso estava acontecendo ali, o corpo de Calist queria e todas as formas andar em direção aquele homem, mas a mente insistia em se fazer mais forte. A mão esquerda foi até uma mecha que insistiu em cair sobre o olho azul, afastou a mecha, colocando-a atrás da orelha, era um gesto tão delicado, que a mesma se assustou. Viu quando ele aumentou levemente o sorrisinho. Aquilo seria capaz de irritar qualquer outra pessoa, mas não a ela. Será aquele o seu futuro marido?
Usou boa parte de sua força de vontade para dar as costas aquele homem, andou até a varanda. Já não conseguia respirar direito, mesmo que aquele ser estivesse longe ela, a mera presença já era capaz de tirar o fôlego daquela vampira tão obstinada. Finalmente fitou a grande lua, estendo as mãos para se apoiar sob o pequeno muro, respirando com força. Ninguém a havia seguido, não sentia nenhuma presença ao seu redor, por isso podia relaxar.
Então sentiu um arrepio na coluna que quase a fez virar no mesmo instante, mas continuou a fitar a lua, apertando com um pouco mais de força a murada. Podia sentir o olhar dele sobre as suas costas, a respiração bem perto de sua nuca.
- Não imaginei que fosse o tipo que foge. – Era uma voz forte, grave, contendo o tom determinado, de alguém que não foge. Mas se fosse avaliar tudo, continha um pequeno toque de ironia, sacarmos. Ele se aproximou, sem deixar que ela respondesse, apesar e ver o corpo de Calist estremecer. Ela estava belíssima, usando um vestido rodado, de tom dourado, fazendo-a brilhar. O corpete se moldava tão perfeitamente ao corpo, comprimia os seios, quase os fazendo saltar, o que era uma bela visão. O pescoço todo exposto, pois os longos cabelos estavam presos em um coque encoberto por delicados cristais, a maquiagem leve, mas que fazia a face aristocrata parecer o de um anjo. Sim ela estava parecendo mais um anjo que uma vampira. Ele a enlaçou pela cintura, trazendo o corpo delicado contra o seu. – Não precisa ter medo. – A gargalhada que se seguiu a ultima frase era uma ofensa, sentia o corpo de Calist tremer e ela tentar de alguma forma atingi-lo, mas não conseguiria.
- Oras senhorita Anjou, não irás conseguir me atingir. – A voz dele agora soava em seu ouvido, tão próxima que a fez estremecer, não de raiva, mas de alguma outra coisa, que ainda não conseguia identificar. Aquele homem lhe tirava o raciocínio, não sabia como aquilo era possível, mas estava acontecendo. – Isso, acalme-se... Agora pode me chamar de Aiacos. Sou Aiacos de Garuda.
Calist se manteve quieta, enquanto sentia os lábios aquele ser descer e tocar a pele e seu pescoço. Quis lutar novamente, se soltar daqueles braços, mas toda a sua força já havia sido drenada. Os lábios rubros soltaram um gemido baixo ao sentir as presas de Aiacos roçando sobre a pele delicada, os olhos se fecharam com força. Não, aquilo não poderia acontecer.
- Pare...
Calist pediu com o resto de dignidade que tinha, mas ele não atendeu aquele pedido, ao contrario, cravou as presas no pescoço alvo. A sensação que a invadiu foi de puro êxtase, como se acabasse de atingir o clímax em meio a melhor transa que já tivera. Seu corpo todo tremia e ansiava pelo toque dos dedos daquele homem, enquanto seu sangue fervia e ao mesmo tempo saia do corpo. A mente muito longe, apenas os instintos puros, teve uma breve sensação que olhava para a imensa Lua que se tingia de vermelho, foi a ultima coisa que viu.
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A Lua Cheia indicava a caça, o brilho rubro, o cheiro de sangue pelo ar. O vento trazia o uivo dos lobos e o medo se espalhava. Eles precisavam comer, se alimentar, o único pensamento racional. Aquela fome que correi, que não o deixa pensar, fazendo o corpo tremer e ansiar... Ansiar pelo sangue.
A floresta estava parada, os animais escondidos, o medo se espalhava a cada pio das corujas, enquanto os pobres humanos que poderia haver por ali se escondiam e rezavam, por alguma coisa que não conheciam, mas acreditavam fielmente na esperança. O uivo agudo e lancinante de um Lobo se fez presente, todos os outros abaixaram o focinho, com medo daquele que passava.
Andando sobre duas patas, com o corpo encoberto pelos pêlos negros e a armadura negra, as espadas cruzadas nas costas, as varias adagas e armas dispostas aleatoriamente pelo busto, enquanto um cinturão estava as outras, todos podiam sentir o cheiro da prata. Prata que estava presente nos fios das espadas e em quatro daquelas adagas.
Em pensar que aquele ser que inspirava tanto medo era uma mulher, não qualquer mulher, mas sim uma Femme Alpha, nascida e criada para liderar o clã. Ninguém duvidava de seus instintos para a batalha, ao lado daquele ser, um outro, menos imponente, mas com os olhos tão mortais e destrutivos quanto. Uma transformada, não qualquer uma, mas sim o braço direito daquela que liderava a todos.
Não precisou haver palavras, apenas o outro uivo, este mais grave e mais alucinante que o anterior indicou que todos poderiam se dispersar e caçar, pois ali havia um farto alimento. As duas começaram a correr, em uma velocidade superior a de qualquer humano, os pés quase não tocavam o chão, não havia barulho para elas, a presa seria encontrada e seria a melhor das presas.
Os olhos poderiam visualizar muito mais longe e enxergar na escuridão total, sabiam que o lago estava próximo, por isso mesmo avançaram com mais rapidez. Parando somente ao verem o grande servo, não qualquer animal, mas aquele era especial. Com seu porte altivo, os longos chifres afiados, o focinho empinado, o corpo esbelto, forte, grande. Sim ele era o macho alfa da matilha que estivera ali a alguns segundos. Todos haviam fugido ao sentir a presença daqueles seres negros. Mas aquele continuava parado, deixando que o brilho da lua lhe iluminasse, que sua imagem refletisse sobre a água cristalina do lago.
Sim, até mesmo um animal, que tinha todos os motivos para fugir, agora fitava suas adversárias e aquelas que lhe arrancariam a vida com orgulho. Um servo tinha mais orgulho que os patéticos humanos, este enfrentava a morte de frente, sem pestanejar. As duas avançaram ao mesmo, cada uma por um lado, o servo investiu contra aquela que fora de frente, sem deixar de dar um coice sentindo a outra se aproximar por trás. Aquela parca investida já fora fadada ao insucesso. Aquelas duas mulheres já tinham cravado as garras na carne macia, fazendo o liquido rubro escorrer, então um ultimo urro ecoou e por fim o servo caiu no chão. A resposta foi imediata, elas se jogaram sobre o servo e dilaceram sua carne fresca, o sangue jorrou e manchou parte das armaduras negras. Quando um uivo lento e longo ecoou pela floresta foi que as duas pararam e se afastaram.
Foi então quando aquela que mostrara tão altiva começa a se desfazer do estado de Loucura, era tão fácil entrar naquele estado, ainda mais por seu temperamento explosivo. A transformação começava a se desfazer, os pêlos negros foram se apagando, enquanto o corpo se retraia. Apesar de ser Lua Cheia, ela era uma puro sangue e jamais seria obrigada a se transformar apenas por causa de um mero astro, ao contrario de sua colega. Os longos cabelos começaram a dar lugar aos pêlos negros, era de um tom vermelho vibrante, belíssimos, levemente cacheados, o corpo voltava a se tornar curvilíneo, o quadril pequeno, as pernas delgadas, os seios não muito grandes e nem muito pequenos, mas de um tamanho perfeito. Os olhos de um tom escuro, chegando a um tom violeta intenso, mas que eram muitas vezes substituídos pelo vermelho intenso quando estava irada, quase nunca demonstravam alguma expressão que não fosse ironia, frieza ou sadismo.
Elizabeth Diskwee estava nua, a armadura negra caída aos seus pés, tratou de pegar uma roupa pratica dentro de um esconderijo interno dentro da armadura, sua companheira não teceu nenhum comentário. Apenas observou a cena sem qualquer reação. Assim que estava totalmente trajada aquela mulher sorriu, um sorriso muito irônico olhando para o estrago que tinha feito, aproximou-se do cadáver, quebrando um dos chifres e o colocando como adorno no cinto.
Sem qualquer explicação voltou a se impulsionar, era rápida, mesmo na forma humana, era mais rápida que sua transformada, mas as duas seguiam lado a lado. Até que ao chegarem no lugar desejado, onde a viagem tinha começado não viram ninguém, o acampamento estava vaziou, mas se assim era aquele uivo que todos já estavam reunidos foram lançado por quem.
Neste mesmo instante uma luz brilhou intensamente do fogo, Kanabi Hatsuki foi para perto de sua senhora, retirando a Katana que se transformava junto com sua transformação em Lycan, estava maior e a lamina era afiadíssima. Elizabeth mantinha-se em sua forma humana, recusando-se a se transformar. Não havia tempo para conversas, apenas ações.
O fogo começou a crescer e a tomar uma forma conhecida, era a forma de um imenso servo, com seus chifres enormes, seus olhos grandes e redondos, olhando para aquelas duas, julgando-as. Como atacar o fogo quando as duas eram quase que puramente físicas, mas Elizabeth não era uma puro sangue por acaso. Fitou os olhos daquele servo de fogo sem pestanejar, sem medo, apenas com uma fúria contida. Esses magos ainda pagariam por sua audácia de invadir uma acampamento de lobos em meio a caça. Retirou assim as duas espadas de suas costas, enquanto fazia isso começou a invocar uma serie de palavras em uma linguagem antiga usada por seu clã, as espadas começaram a brilhar em tom azul escuro, como se fossem embutidas em águas, então rapidamente pulou e cortou o fogo, fazendo uma fumaça branca e o chiado de água fervendo ecoar. Mas não obteve efeito nenhum. Kanabi sabia o que sua mestra tentava fazer por isso mesmo se aproximou da fogueira, tentando em vão chutar as tochas acesas, mas era como se um campo de força estivesse ao redor daquela fogueira. Tentou atacar então o fogo, mas apenas foi jogada longe, apenas Elizabeth poderia lutar.
A líder não se deixou intimidar pela investida frustrada, mas ao contrario, se tornou mais irada e então seus olhos se turvaram e a transformação foi completa. Não havia raciocínios a seguir, apenas a vontade pura de acabar com aquele Mago que estragara tudo. Matar... matar... Era a única palavra que ecoava naquele mente brilhante. As espadas havia também crescidas, eram ainda mais fatais, mas não teve efeito nenhum, a cada investida o servo se tornava maior e maior.
Então o fogo envolveu por completo aquelas duas mulheres, não havia como escapar, mas mesmo assim, as duas lutavam. Um luta em vão, o fogo então cresceu mais, agora parecia que dois servos estavam ao redor delas, cada um deles avançou rapidamente, passando por dentro delas. Era uma sensação estranha, pois o corpo de cada uma parecia queimar, mas ao mesmo tempo era como se estivessem mergulhando em água gelada, cada célula parecia se fortalecer, e uma paz interior invadiu as duas, fazendo com que as duas voltassem as formas humanos, mesmo sendo impossível isso acontecer com Kanabi, estava ali, acontecendo, as duas se fitavam perplexas, não conseguiam pensar, apenas sentir enquanto o fogo as arrastava e as transformava. Um grito de êxtase escapou de cada lábio, não êxtase carnal, mas era mais profundo, como se cada parte de suas estivessem completas. Então tudo se apagou, os olhos se fecharam e as duas nada mais viram, a não ser uma a outra para só então ver a escuridão.
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Queria pedir desculpas por ter demorado tanto a postar, mas sinto muito, eu nãi tinha inspiração e também tive uma serie de problemas. No final de ano estudei muito para passar no vestibular e não passei. Formatura de terceiro colegial uma droga, brigar com meu pai no dia do meu aniversario, etc... etc... se falar tudo dá uma fic inteira! Gaauhauahuahuah
Vamos as considerações agora.
Érika: você quer me matar não é? Depois de ter lido a sua cena (sorriu) mas não posso fazer nada xD vou tentar ser mais condescendente nas próximas cenas com sua persona... Mas não prometo nada.
Pure: Você babou muito? (pegando um balde) acho que você foi afortunada de ter sido mordida pelo Aiacos lindo! - ainda mais ele vestido em um terno preto todo elegante.
Larry e Melody: Gostaram da cena? Não sei se descrevi bem as cenas de ação, não sou boa nisso, mas pretendo melhorar XD. Ahh não lembro quem foi que pediu para a kanabi ser a serva da elizabeth, como li as fichas e são aparecidas fiz como pediram, vai ficar muito louco!
Aredhel: Chata! Todos os comentário já foram feitos por msn! Acho que a sua cena não ficou como eu queria também será que a sua personagem teria respondido aquilo? Ahhhh! Duvidas, duvidas duvidas xD (tem medo) ainda mais pq vc me inspira então xD
Desculpa aquelas que não apareceram, mas como podem perceber eu costumo descrever muito bem as minhas cenas, então fica cansativo para mim colocar todas em um único capitulo, o próximo vira mais rápido e vou colocar as outras, pelo menos tentar xD.
Ahh... por favor digam-me eu posso escrever cenas de yuri e yaoi? E um detalhe importante que não salientei antes, eu acho, as personagens são regidas pelas virtudes e pelos pecados, então se alguém tiver o pecado ira, como é o caso da elizabeth e da kanabi, elas terão mais facilidade em entrar em estado de loucura. No caso da Arawn e da Kalliena que tem o pecado luxuria elas podem sentir prazer em uma cena como a Kourin.
Espero que todas entendam isso agora. xD qualquer duvida eu tento tirar por mp ou no outro capitulo mesmo.
E queria saber se a Sayuri ainda acompanha essa fic, porque senão eu terei que abrir vaga de sua personagem para outra ficha. Como todos os comentários dela não foram de alguém registrada, então pergunto aqui. Vou esperar umas quatro semanas para postar novamente, se até não receber resposta vou considerar que ela não lê.
Todas vocês preparem-se, porque suas personagens vão sofrer! Muhuahauaahhhhhh (risada ao estilo ares) MOOOORRRRA SEIYYYYAA!!!
È provável que apareçam mais personagens inesperados na saga, assim como teve a aparição do aiacos ai... xD e vou deixar vocês curiosas... não sabem de qual raça é o par de vocês lalalalalalala xD só eu sei... xD Mas como a Kourin sofreu bastante (consciência pesada) o seu Dohko é Vampiro! Um antigo e poderoso vampiro! Ele está com sua aparência jovem de 18 aninhos.
Vão bater em mim não vão? Hauahuahauhauah xD
Ahh um detalhe, se acharem qualquer erro de portugues favor me falarem! isso é uma ordem ok? xD e se acharem muito chato as descrições culpem Eça de Queiroz e Fernando Pessoa.
Bom até a próxima
Lady Arawn Lancaster.
PS: Eu estou atras de uma historia, não sei o nome, o autor, apenas uma leve lembrança de como era... xD também era de SS, com Kamus e Milo como principal, Milo é um vampiro que faz parte da Elite Dourada, dai ele se apaixona por Kamus e quer o kamus para si. Lembro que a ultima cena que li, foi a do Kamus passando na casa do Milo um dia inteiro, ai quando ele sai vai para o escritorio vê a marin sentada em sua cadeira, com uma revista em mão e mostra a foto do Milo beijando a barriga do Kamus e uma manchete bem espalhafatosa, não sei qual era . Dai o kamus ficou com raiva e começou a pensar que o Milo só tava com ele para ter fama. Lembro que a ultima fala se não me engano era: "- Milo, eu poderia tolerar tudo, menos traição". Ou algo do tipo... Então alguem sabe de quem é essa fic ou o nome dela? Please? (implorando)
