Olá, olá.

Desta vez vou escrever as respostas no principio. Só porque sim. : )

Raissa Cullen – É um pouco confusa sim. Mas não deixe de ler : )

Sam Cullen – Não faz mal. Eu gosto que me respondam a mim também. : D Os treinos de Quidditch é só no próximo -.- Sorry. Oooooh eu quero ver os desenhos da minha fic : DD

Mocho Azul – Não tinhas que vir cá ver! : ) Eu comentei a tua porque gostei mesmo! Não precisas de retribuir! Vê lá é se continuas a tua! : ( Quero mais!

CahBigaiski – Cá está a continuação.

Mari P. xx – Pois é, pois é… só dá um comentário por capítulo: D Sou má, sou. Um bocadinho! LOL Vou fazer mais POVs, sim. Mas são POVs assim só mesmo para ajudar a FIC, como o deste capítulo. Só mesmo para deixar de ser chato ser só a Emma a falar! : ) Ui, eu falhei. Ainda não li o seu quarto capítulo. Vou lá.

HMSanches – Obrigada! : D

Cathy S Black – Hum… Essa de o Malfoy ficar com Rose é engraçado. Não sei se vai dar para meter nesta fic… mas logo se verá… Quanto a Emma e Jake fique lendo para ver! O vilão é aquela coisa fácil de adivinhar mas ao mesmo tempo difícil porque todos vão parecer bons e ao mesmo tempo maus. Só que só um é o mau. Logo, logo você descobre. Obrigada por passar : D

La, la, la…

Boa leitura!

: D

Vampiros em Hogwarts

3. Primeira Noite

Edward's Point of View

(…)

Por isso tinha três problemas em mãos:

1.O desejo de beber o sangue de Bella.

2.O desejo de me querer aproximar de Emma para evitar o meu lado monstruoso.

3.E o desejo de não me aproximar de Emma para poder tornar Bella o meu jantar.

Esta noite, tinha de ir caçar. Talvez isso me fizesse pensar com clareza no dia seguinte.

Emma's POV

Na noite do primeiro dia de aulas não consegui adormecer até à meia-noite porque havia demasiado barulho lá em baixo, na sala comum. Eu sempre gostava de adormecer cedo. Esta escola estava a deixar-me ansiosa por estudar mais e mais sobre magia e isso provocava em mim o desejo de que chegasse depressa o dia seguinte. Assim, deitava-me sempre às dez e meia, o que irritava um pouco Bella – não que ela fosse irritadiça, não. Ela era até muito simpática. Ficava apenas aborrecida por ter de se afastar das meninas para ir ter com o irmão. Sim, porque Rose também gostava de se deitar cedo. Bella contou que nunca tivera muitas amigas na sua vida que, na verdade, nem amigas, nem amigos. Ao que parecia apenas Jacob era seu verdadeiro amigo. O único. Chegava a ser triste porque, ainda por cima, Jacob era um pouco antipático. Mas ela dizia que apenas o era junto dos irmãos Cullen. Lembro-me de ter pensado que talvez ele e James, o irmão de Albus, se dariam bem.

Edward tinha falado comigo, o que era incrível porque desde que chegara não tinha falado com ninguém a não ser com os seus irmãos. Era também muito antipático mas a sua voz tornava-o num ser perfeito, num herói afastando, juntamente com o seu rosto, qualquer antipatia que pudesse ter por ele. Por isso, no meu mundo Jacob era um vilão.

Nessa noite, em que não só não conseguia dormir pelo barulho que estava lá em baixo, mas também pelo facto de estar a pensar em como era engraçado os grupos que se iam formando na escola e as rivalidades e ligações que tinham uns com os outros, deixei-me adormecer por volta da meia-noite e meia, já amuada por não conseguir adormecer antes.

Não me lembro se sonhei ou não contudo, ainda nem tinha tido tempo de começar quando acordei com um barulho no nosso quarto. Levantei-me sobressaltada e pareceu-me ver um vulto na cortina vermelha que dividia a minha cama da de Bella. Abri-a mas não vi ninguém. Apenas Bella, a dormir um sono profundo. Voltei para a cama, conformando-me a mim mesma que estava a sonhar acordada. Não havia qualquer vulto…

- Afasta-te! – Rugiu alguém na sala comum.

Não, desta vez, não estava a sonhar.

Desci e deparei-me com James, caído no chão. Corri até ele.

- Estás bem? – Agarrei-lhe o braço para que pudesse fazê-lo levantar-se.

- Yap. – Respondeu pensativo.

- Que aconteceu?

- O Cullen! – Respondeu, olhando para o chão sem o ver realmente. – Ele estava aqui, junto à lareira, quando desci. E quando tentei confrontá-lo simplesmente, com uma força descomunal, atirou-me para o chão.

- Não podes estar a falar do Edward!

- Hum… já o tratas pelo primeiro nome? – Levantou a cabeça franzindo o sobrolho.

- Ele é bom!

- Ele é perigoso! – Afirmou.

- Estás a mentir. – Larguei-o e James cambaleou. – Edward nunca seria assim tão agressivo com ninguém.

- Eu não sou mentiroso! – Resmungou.

Não, Edward não poderia ser rude para pessoas que não conhecia. Ele era antipático e não falava com ninguém. Os seus olhares eram fortes e por vezes poderiam magoar as pessoas que o olhassem directamente e para quem ele olhava. Tal como fazia com Bella que já começava a comentar que o Cullen era estranho e que lhe deitava olhares assustadores. Contudo, depois daquela manhã em que Edward tinha falado comigo e me tinha salvo duma quase-queda, eu simplesmente não podia acreditar que fosse má pessoa. Suficiente má para empurrar James duma maneira brusca sem motivos. Por isso, era óbvio que James lhe tinha dito algo que não devia!

- Provas! – Disse. – Eu provo-te como ele é perigoso e tu aceitas sair comigo!

- O QUÊ? – Resmunguei um pouco mais alto, acabando por virar grito.

O Potter só podia estar maluco. Estava a brincar com coisas sérias. E, é claro, que eu não ia sair com ele de forma alguma.

Contudo, eu queria saber o segredo que toda a gente sabia mas que não comentava entre si. Na verdade, eu podia arrancá-lo de Rose porque, sendo ela uma pessoa que sabe tanta coisa, ela devia saber. Ou talvez Albus que parecia querer tornar-se amigo de Jacob. E Jacob parecia não gostar de Edward, logo, sabia algo sobre o seu segredo. Contudo, não pensei nisso naquele momento e, com a ânsia de querer saber mais, acabei por aceitar.

- Okay, se me conseguires provar que Edward esconde algo assustador, eu saio contigo!

Vi um brilho de triunfo no rosto de James que logo se compôs, foi até ao sofá e pegou numa espécie de manto. De seguida olhou para mim e correu para a saída da sala comum.

- Vem!

- Agora? – Sussurrei.

- Sim! – Sorriu. Os seus olhos estavam cobertos de entusiasmo. – Vem, rápido. Ele saiu há pouco tempo.

- Não podemos sair agora! É proibido. – Informei.

- Oh, vá lá. – Parou. – Não sejas como a filha da Granger! Alem disso, ele saiu. Não deve andar a fazer coisa boa e eu vou provar-to. Vem. A Dama Gorda não gosta de ser acordada muitas vezes.

Segui-o. Saímos pela porta e o seu agoiro tornou-se realidade. A Dama Gorda resmungou.

- Quem ousa atormentar novamente o meu sono? – Resmungou na sua voz redonda. – Oh Potter!

- Boa noite Dama Gorda!

- Que se passa convosco hoje? – Sorriu. – Já são os segundos a sair. E o primeiro não ia bem-disposto. Sabes bem, Potter, que não sou de contar estas coisas. Mas não podes arrastar a escola inteira contigo nessas saídas à noite.

- Peço desculpa, minha senhora.

Pegou no manto e colocou-o à nossa volta.

Dama Gorda POV

O rapaz ia num frenesim, nem pediu desculpa por atormentar o meu sono ou simplesmente por sair a meio da noite, quando não é permitido. Notei que era um dos Cullen, essas pessoas mais estranhas que gostavam de vaguear pelos corredores à noite. Sabia até de fonte segura que saíam para a floresta negra. A princípio pensei que fossem ter com o grandalhão do guardador da Floresta. Contudo, numa dessas noites, em que dois dos Cullen saíram, vi-o ir até à sala do Professor Harry Potter – confesso que dei uma fugida para o quadro de uma amiga – e quase jurei vê-lo com uma mulher de longos cabelos loiros, a tal Professora de poções, Luna creio eu – gente igualmente estranha. Ambos iam com caras um pouco suspeitas e a mulher, mais baixa que Hagrid, ia falando de uma poção qualquer sobre um brilho qualquer ao sol. Não percebi bem. Contudo, isto só podia significar que os alunos Cullen estavam a ir para a Floresta Proibida sozinhos. Isso não era bom. Talvez estivesse na hora de dar com a língua nos dentes à Directora McGonagal sobre estes estranhos alunos. Claro que não ia falar do Potter, era boa criança!

- Peço desculpa minha senhora. – Disse-me já meio escondido debaixo do manto. Ia com uma rapariga. Era a primeira que trazia. Normalmente saía com o amigo Tedd Lupin. Duas crianças adoráveis.

Já desaparecidos ouvi o som dum estalo.

- Au! – Ouvi o Potter.

- Que pensas que estás a fazer? – Ouvi a rapariga guinchar. O Manto subiu deixando os pés de ambos à mostra. A rapariga estava a tentar sair dele.

- É um Manto da Invisibilidade. – Justificou-se.

- Um quê?

- É do meu pai. Ele deixou que o trouxesse. – Pobre James, era um bom mentiroso. Era óbvio que o Professor Potter não o deixara trazê-lo. Ele devia tê-lo roubado. – Este manto mantém-nos invisíveis.

- Eu espero que não me estejas a mentir Potter! – Resmungou a criança.

- Encosta-te mais ou vão ver-nos os pés!

E desapareceram. Quer os pés, quer as vozes.

Emma POV

Quase esbarramos num professor que rondava o Castelo. James sorriu e colocou a mão nos meus lábios para que não pudesse gritar. Tentei controlar a respiração não fosse ela denunciar-me. O Castelo era assustador e dei Graças a Deus por James estar comigo, ele acabava por me manter calma devido à sua à vontade por todos os corredores e pelo entusiasmo que demonstrava. Escondemo-nos atrás de uma tapeçaria de parede e Potter abriu um papel e disse algo para ele. Não sei o que era mas através dele conseguiu detectar onde se escondia Edward. Estava lá fora. E, quando dei por mim, também eu estava fora do castelo, nos seus grandes relvados. Começamos a descer pelos campos de Hogwarts até avistarmos uma casa pequena de onde saía fumo da chaminé.

Mesmo antes de James bater à porta esta foi aberta. O homem grandalhão que nos tinha levado até ao Castelo quando saímos do comboio na primeira noite na escola, estava à nossa frente com uma arma. Afastamo-nos o mais rápido e silenciosamente possível para que não notasse a nossa presença.

- E aquele Edward que não chega! – Resmungou para si. – Maldição! Aposto que foi sozinho outra vez. É melhor apressar-me.

- Apressar? – Perguntei.

- Vamos atrás dele! – Sorriu James.

- É que nem penses!

- Oh vá lá. – Apertou-me contra si.

- Provaste o que querias. – Disse. – Há algo de entranho com Edward, porque raio vai ele com o grandalhão…

- Hagrid! – Informou.

Ignorei.

- …para a floresta proibida?

- Não sei. Mas se o seguirmos descobrimos. – Sorriu ansioso.

Algo me dizia para não seguir o tal Hagrid. E, normalmente, o meu instinto não falhava. Embora me custasse a aceitar, havia algo de errado com tudo aquilo, com Edward.

- Vamos já embora daqui!

James lá se conformou e levou-me até à sala comum em silêncio e amuado. Voltamos a quase embater num professor mas James era bom no que fazia e rapidamente nos fazia esconder sem que o professor desse por ela.

- És uma grande seca! – Resmungar ao tirar o Manto de nós, já dentro da sala comum dos Gryffindor.

- Desculpa se nos impedi de quase morrermos! – Resmunguei.

- O quê? – Gritou. – Morrer? Quem falou em morrer? Só íamos seguir o Hagrid.

- A floresta é Proibida!

- Já entrei lá dentro. Não tem nada demais.

- És impossível de aturar! – Funguei. – Se te queres matar… fá-lo sozinho.

Sentei-me num sofá em frente à lareira. Ia lá ficar até que Edward voltasse.

- Então… - Ouvi-o após um minuto em silêncio. – O nosso encontro…?

- Tu és doido! – Levantei-me para me virar para ele. – Ias-nos matando e ainda queres sair? Nem penses!

- Tu prometeste! – Resmungou. Aproximou-se de mim. – E eu cumpri a minha parte.

Era verdade, o grandalhão tinha dito que Edward tinha entrado na floresta sozinho. Mas que ia ele lá fazer? Tinha que admitir que era estranho o facto de um aluno do primeiro ano se meter sozinho na floresta era estranho. Contudo James também lá tinha entrado logo não podia ser tão estranho assim. Mas depois lembrei-me da cara de Hagrid ao murmurar para si que Edward tinha ido sozinho: estava preocupado e meio amedrontado.

Aquele rapaz, o Edward, escondia algo definitivamente estranho.

- Tudo bem. – Acabei por murmurar.

- Boa! – Puxou-me para si, num abraço apertado.

- Não são horas para namorar! – Resmungou alguém no topo das escadas dos dormitórios dos rapazes.

Qualquer dúvida, é só perguntar.

Beijinhos

Da Sempre querida

Teixeirinha