N/A: Queria deixar algumas coisas esclarecidas aqui. Eu sei como é chato e desmotivador a gente começar a ler uma fic, e esta de anos em anos ser atualizada. Eu tb me indigno! Rsrs Eu sou uma leitora antes de td, e mts vezes deixando uma review é a forma de dizer q realmente me importo c a fic e quero acompanhá-la, e sei como é aparecer um alerta na caixa de e-mail dizendo q um cap. foi postado qnd nem me lembro de ter lido a história Oo Trágico, n? Pois é, então p ser sincera, jogar limpo e n parecer q tenho descaso e desrespeito p c as pessoas q lêem esta fic, queria dizer q ela só será att mensalmente, então se sintam livres p deixar de ler ou n (segunda opção por favor!! xP), n esperem antes disso e n me xinguem! N vale xingamentos mentais tb ¬¬ Afinal eu sou ótima legimenlis, eu q ensinei o Snape e se ainda duvidam... Como acham q escrevi essa fic, hein!? Muahuahua divirtam-se.

Chapter VI

Acordei bem antes do horário, sem cefaléia, sem sono e sem conseguir pregar os olhos para dormir mais um pouco. Resolvi tomar um banho com água fria e me aprontar para a aula de transfiguração.

A sala de aula estava destrancada. Sentei no janelão atrás da mesa da professora e observei Hagrid abanando uma ínfima centelha que o vento teimava em apagar. Mesclado com o marasmo do professor Bins e a sua habitual gingada, ele fazia o que podia para acender uma fogueira, demonstrando ter a paciência do Dumbledore (se convivência faz isso com as pessoas não quero nem imaginar como ficarei eu, daqui a alguns anos depois de tanto tempo de amizade com os marotos e do meu relacionamento, cem porcento maduro e seguro com a Evans...).

Hagrid verificou se não estava sendo observado e pareceu assobiar, em seguida discretamente (para a sua estatura) ele puxou o guarda-chuva-varinha de dentro do sobretudo.

Poderia jurar de pés juntos e dedos cruzados que entreouvi ele gritar "faça-se luz!", e pular desengonçado para trás a fim de não atear fogo em sua barba Black Power. Ele havia me contagiado com a magia de fazer fogo, me segurei a muito custo para não me juntar a ele na dancinha ao redor da fogueira. São raríssimas as pessoas que entendem a profundeza e a beleza desse elemento singular.

A lula gigante havia colocado os tentáculos para fora da superfície do lago e tentava acertar uns passarinhos (N/A: azuis xD Qm acha q a melhor parte do terceiro filme é o salgueiro lutador dando porrada do passarinho azul? o/ Se v6 discordarem, s próx cap. ¬¬'') que a bicavam em defesa. Nesse instante lamentei por não ter uma máquina fotográfica para mostrar à Evans a assassina com quem ela preferia sair.

E então vi Mel próxima ao local, indefesa, podendo ser atingida por uma tentaculada impiedosa. Algo me disse que não daria para ir buscar a câmera e procurar o ângulo perfeito quando ela fosse acertada.

A pirralha não dava à mínima ou ainda não havia percebido o perigo de vida (N/A: meu professor sempre me disse q n é a morte q está ameaçada e sim a vida, então é perigo de vida! Eu acho q soa estranho, mas pelo bem da coerência/coesão...), se virou em direção a floresta previamente às suas costas tornando a proximidade com a serial killer molusco exponencialmente mais fatal.

Já estava em pé de aflição, pronto para quebrar o vidro e correr para salvá-la do que quer que fosse.

E de repente um grupinho que pude identificar, para meu assombro (por temer pela Mel), ser da sonserina devido o trambolho do Mulciber vir na dianteira, entrou no meu alcance visual.

- Mel!! – gritei inutilmente distante dela.

Ouvi um burburinho às minhas costas e notei que alguns alunos já estavam em sala.

Não me importando se me taxariam de louco, pulei do parapeito desviando habilmente deles e sacando meu sabre de luz numa velocidade perceptível somente aos olhos Jedis, dilacerei inúmeros clones e cravei no tórax de um Sith, sem medo porque medo leva a raiva, raiva leva ao ódio e etc. etc. etc.

De volta a Hoggy, tempo e mundo reais: escorreguei no chão molhado do corredor, pedi desculpas para uma quartanista dentuça por tê-la derrubado e ao retomar a corrida trombei com uma ruiva.

Saldos totais: lucro.

- Perdão – sorri para a garota que havia me dado mole.

- Tudo bem , James – ela sorriu lindamente de volta. O McDonalds com certeza não sabe o que é saldo positivo.

- Depois a gente se fala – pisquei e corri o máximo que pude.

Cianóticos e lácticos minutos depois, alcancei o jardim.

- Soltem-na! – minha frase de impacto.

E o super PP salva mais uma frágil donzela!

Essa distração foi a chance de Mel para pisar nos pés mais próximos de si e abocanhar as mãos que a prendiam. Isso é "persuasão".

Ela bandeou para perto de mim e abraçou minha cintura. Ela não abraçou, e sim tentava descolar o meu quadril do resto do corpo. Nem feitiço colante resolveria o desprendimento, caso ele ocorresse, mas eu faria o possível e o impossível para essa tragédia não se perpetuar.

- Eu também te amo, não precisa me esmagar...!

- Você me ama, Jay? – por que eu fui dizer aquilo?! Tô ficando louco. É a anóxia cerebral.

- É, Jay, Jay: o gayzinho te ama sua pirralha sangue ruim – Mulciber debochou.

- Hey! Seu cara de bosta de dragão mastigada, cuspida e diarréica. Gay é seu cx! E só quem a chama de pirralha sou eu! Seu panaca com cérebro de trasgo! – é claro que tapei os ouvidos da doce Mel para não tirar-lhe a inocência.

Ambos sacamos a varinha, ele mal completara a azaração e eu empurrei Mel para trás de mim, a protegendo e conjurando meu escudo o qual ricocheteou a tempo de receber o feitiço do brutamontes, o fazendo voar uns dois metros e cair no chão apagado.

- Panaca – murmurei e me virei pegando a mão de Mel.

Evans me olhava com os olhos arregalados e a boca aberta enquanto Remus parecia ter tentado impedi-la de chegar ali com uma mão ainda em seu ombro, atrás dela.

- Se quer aplicar detenções, espere. Vou levar Mel pra sala – falei seco e entrei no castelo.

Minha mãe uma vez me disse que eu tinha vocação para ser político. Porém, eu não acredito. Me esquento facilmente quando sou contrariado.

Se fosse para ser político, só se fosse ditador. Primeira ordem: Evans aprenda a jogar quadribol e montar decentemente numa vassoura!

Por falar em monitores certinhos e corretos...

Para que existem os monitores se eles não conseguem cumprir aquilo que lhes é incumbido? Ficar gritando e apartando brigas entre alunos já avançados no estudo da magia, não ajuda, não melhora e não nos torna prudentes (só debaixo da supervisão dos professores, e nem isto às vezes nos impede).

Os monitores são escolhidos e existem para defender os que ainda não se garantem na frente daqueles que estão desenvoltos (na idade e na escola), não que os últimos sejam inferiores, pois com o mesmo tempo de vivência e conhecimentos, atingirão o patamar dos mais velhos.

É isto que eu penso.

Talvez seja a razão de eu a Evans não darmos certo.

Mel não soltou um grunhido enquanto subíamos as escadas.

- Quero que você mantenha distância daqueles imbecis. Sempre ande acompanhada. Procure pelos professores ou monitores quando lhe ameaçarem ou ofenderem. Não banque a corajosa e seja prudente, nada de estrelismos – me ajoelhei e apontei para o nariz dela seriamente.

Minha tentativa de soar intimidador e respeitável.

- Obrigada, Jamie – ela me deu um beijinho molhado pelas lágrimas na bochecha.

- Me desculpe por ter gritado com você ontem, pequena - a abracei.

- Você pode fazer isso mais vezes, todos pensam que a gente tá namorando, estamos em crise, mas namorando – ela sorriu.

Desfiz o abraço as pressas e a fitei com medo e surpresa. Ela riu, muito feliz.

Eu me sinto abusado.

- Sei, pirralha. Agora, vá pra sua aula – baguncei o cabelo dela e a mesma correu para dentro da sala.

Tenho que manter as aparências. Os marotos vivem de quê, afinal? Do que os outros acham que somos capazes de fazer, o mito fala por si.

- Paternidade é algo a se pensar... – coloquei em palavras o que se passava em minha mente na hora e local errôneos.

- Pirou!? – Sirius me estapeou nas bochechas.

Primeiro beijadas, agora violentadas. Isso soou como um estupro. De bochechas. Mas mesmo assim, estupro.

- Isso dói, seu pulguento! – esfreguei a região que devia estar vermelha.

- Bora! Antes que a Maggie nos dê outra detenção...


- O nome daquela metida é Marlene McKinnon? – sussurrou Sirius para mim enquanto copiávamos o que a professora escrevia no quadro.

Eu vou inventar um pergaminho que faça isto automaticamente. Aí, não preciso ter que me desdobrar para tentar copiar o que está na lousa porque os caldeirões que chamam de cabeças estão na minha frente. E ainda poderei acertar o Sirius com alguma coisa dura o suficiente para deixá-lo inconsciente durante dias por repetir como uma vitrola quebrada a mesma pergunta.

- É, Pads – murmurei de volta impaciente por ter que repetir a minha confirmação pela centésima vez.

- Você acha que...

- Senhor Black, está muito confortável onde está? – Maggie o interpelou.

Ufa! Ela não me envolveu nessa e ainda me livrou de um encosto.

Todos pararam de arranhar seus pergaminhos e se viraram na expectativa de presenciar as piadinhas consagradas do Sirius, inclusive eu, lógico.

- Um suquinho, um ventilador e uma dama de seu porte ao meu lado tornariam tudo muito mais confortável – o sacana ainda sorriu.

Eu vi a morte perpassar a íris da professora.

- Prewett! Troque de lugar com Black – ela superpôs sua voz às risadas e em seguida as calou com o olhar aterrorizante.

Todos tememos por nossas retinas (cérebros é mais correto, só que retina soa poético) que nunca mais verião a luz do dia, ou o castelo de Hoggy e obedientemente, calamos.

Catando suas coisas e fazendo um sinal de legal para mim, Sirius foi se sentar lá para trás. E eu chorei pela penosa separação que me foi imposta.

Oh! Julieta, Julieta...! Me deixe ao menos suas pulguinhas para matar as saudades...

Mas eu sobrevivi, e pelo jeito a minha Jujubinha também...

- Que garota insuportável! Me dá ganas de... de... Argh! – estávamos no intervalo, indo para o pátio e Sirius tinha seu piti.

- De agarrá-la? – completei risonho.

- Beijá-la? – Remus entrou na brincadeira.

Olhamos interrogativos para Rab, que por sua vez, nos olhava confuso.

- Comê-la? – ele arriscou após dar uma mordida gulosa no sanduíche de mortadela que espirrou mostarda na capa dele e na do Sirius.

STRIKE!

Padfoot nos olhou incrédulo e raivoso, executando um feitiço limpeza em si enquanto Rab via seu lanche ir ao chão como que por mágica. Foi o que eu pensei, mas me vi errado (depende do ponto de vista) porque Remus olhava com aquela aparência que estava prestes a dar palmadas no traseiro do Sirius por ter sido um mau garoto.

- Pads, Pads, Pads... Eu já passei por isso – coloquei meu braço por cima de seu ombro – Não adianta negar, odiar, espernear, xingar e assim por diante. É o amor, o aceite e seja feliz – dei um tapinha amigável onde me apoiava.

- Primeiro têm-se a fase de negação: você repudia o sentimento; em seguida a raiva: você começa a implicar e procurar briga com a pessoa amada só para se convencer de que não vale à pena e também para chamar a atenção do ser querido – Remus começou a narrar os fatos científicos compenetradamente, fiquei feliz por ele não notar as caretas mortais que Pads lhe lançava pois assim o Moony se mantinha saudável e sem trauma.

- Barganha: você tenta pegar outras para se mostrar capaz e auto-suficiente além de acreditar que desse modo chamará mais ainda a atenção de quem ama; o quarto é a depressão: você cai na mesmice de todo ser patético que se pergunta por que não é amado, por que ninguém lhe quer, por que se apaixonou pela única pessoa com a qual não tem chance e afins; e por último a aceitação.

Muitas emoções lutavam para dominar a cara do Sirius, e a luta era acirrada porque até o presente instante eu ainda não detectei qual era a dominante.

- Em qual cê acha que ele tá? – Rab perguntou com outro sanduíche em mãos.

- A primeira, sem dúvida – Moony respondeu.

- Em qual você acha que estou? – perguntei e meu amigo colocou a mão no queixo pensativo.

- Você não se encaixa no quadro acima, você é infantil demais, os sintomas anteriores se referem a pessoas maduras – ele continuou.

Eu fiquei com cara de parabéns, mais sem graça do que quando levei meu primeiríssimo fora da Evans. A primeira vez é sempre memorável, e vergonhosa.

- Mas... – eu ainda tentei argumentar como todo adolescente contestador.

- Eu não a amo! – séculos depois o grito foi liberto pelo seu carcereiro injusto vindo do fundo do corpo e da mente do Pads.

Estou sentindo más vibrações no ar.

Moony não desfez a pose de filósofo e Peter deixou cair, por suas próprias conta e culpa, seu segundo sanduíche.

Juntei forças e coragem para contradizer aquele indivíduo entrevado e infeliz com seus próprios sentimentos e escolhas.

- E eu não gosto de quadribol, o Wormtail odeia comer e o Moony gosta de mulher – eu tinha que me vingar do "infantil" do Remus, oras.

- Hey! – o lobinho se indignou. Agora, quem é o infantil aqui, huh?!

- Ca-ham. Como ia dizendo... Estamos aqui para o que der e vier. Quando estiver pronto para aceitar esse lindo sentimento dentro de você, será feliz!

Eu também tenho lábia, aposto como ele cairá em profunda reflexão metafísica.

- Huhum, acredito! – ele nem me esperou respirar respondendo instantaneamente.

Eu não sou páreo para o Moony. Podem dar a medalha para ele.

- Um cego dando conselho para atravessar um mar de pocotós – ele retrucou de mau humor.

- Não sou cego, sou míope! E uso óculos! – rezei minha ladainha.

Farei uma plaqueta com esses dizeres para não gastar mais saliva e voz, para não ficar mudo e morrer por desidratação. Tente falar por horas a fio, você morre com a garganta arranhada e dolorida.

Eu me pergunto como a Evans agüenta, porque ela me parece estar constantemente gritando (comigo?) em crises intermitentes e cíclicas. Talvez ela tenha glândulas salivares mutantes com superprodução aqüífera.

- Potter! – hahá, não é a Evans.

- Fala, Wood! – diferente do capitão do time EU sou educado. Quê isso... É puro medo mesmo.

- Treino amanhã à tarde – enquanto me mandava não faltar (ele não me engana com esta sentença curta, o tom foi de "vá, ou te azaro!") ele cumprimentou os marotos com um aceno de cabeça.

O problema dele é só comigo.

- Mas é que, amanhã eu tenho...

- Não tem nada além de quadribol amanhã – ele me cortou e na hora eu sacudi rapidamente todo o meu corpo em concordância.

Eu, medroso? Naaaa!

- E o Black? - apontei como uma criança que será posta de castigo e não quer ir só, precisa levar o coleguinha traquina junto. Na verdade é ferrar o laranja. Afinal, quem quer se ferrar sozinho? Otário é aquele que age assim.

- Ele passará as estratégias e a parte teórica para nossa nova batedora – ele explicou e eu cruzei os braços emburrado.

Aposto que ela é uma gata, ele vai discutir outro tipo de estratégia e pular para a prática no mano a mano com a garota.

A vida é, sem dúvidas alguma, injusta.

- O que aconteceu com o Aubrey? – perguntou Sirius.

- Não se façam de inocentes – Brendon Wood pôs fim aos fingimentos futuros que encenaríamos – Vocês viviam azarando o cara. A gota d'água foi a cabeça do tamanho de um barril que deram a ele e me rendeu a ausência de TRÊS jogadores, pois vocês pegaram detenção! – ele cuspiu somente na minha cara, sabia que era algo pessoal.

Memória de mamute. E ele ainda lembrou com rancor. Isso faz mal, desencana Wood. Você tá tenso, bro.

- Já que não tem jeito, tarei lá às dezesseis... – suspirei colocando as mãos nos bolsos.

- Vai sonhando, Potter. É as quatorze! - ele me corrigiu enérgico.

- Mas desse jeito, eu coloco o almoço pra fora! – supliquei para aquele coração de pedra insensível.

E a minha fome de garoto em crescimento? Eu preciso de sustância!

- Não almoce – ele resolveu meu problema – Fica menos pesado pra voar e mais ágil.

Ele queria um anão para apanhador.

- E quem é a batedora? – Sirius me impediu de contestar novamente como qualquer adolescente, o que teria me rendido provavelmente a perda do jantar também.

Brendon sorriu para nós daquela forma tão dele quando tem certeza de que temos um truque na manga e nada nos impedirá de ganhar a taça. Tente prová-lo errado, você amanhece inválido no outro dia sem saber o porquê...

Ele abriu espaço para uma garota, branca, de cabelos castanhos escuros e compridos, olhos cor de mel, de olhar matreiro e um discreto sorriso nos lábios naturalmente vermelhos e carnudos.

É, eu não gosto mais da Evans. Esta será a minha garota agora.

- Eu serei a batedora, Black – ela sorriu divertida e meu amigo gritava por dentro um sonoro não que reverberou até o Brasil (N/A: n, aqui n é o fim do mundo, deixa eo só puxar a sardinha p nosso lado peokpespeoks).

- Ela é um pesadelo! – Pads desabafou após o almoço.

- Que pesadelo o quê! A garota é bonita e você não vai pegá-la. É o paraíso, estamos atingindo o nirvana.

- Você vai confraternizar com o inimigo?! – ele parou de andar e fez parar nós todos.

- Inimigo!? A McKinnon é uma grifinória e muito bela, diga-se de passagem – atalhei aborrecido.

- Você vai me trair?

- Que traição o quê! Tá ficando lelé? Eu sou hetero – isto é o cúmulo do absurdo, vai que alguém ouve estas besteiras que ele diz.

- E as ruivas? Tenho certeza que você prefere as ruivas. Elas são as melhores – ele está tentando me persuadir, mas como não teve aulas com a Mel, está se saindo péssimo.

- Obrigado, mas eu ainda quero viver e muito – voltei a andar mais preocupado em chegar na hora da próxima aula do que a crise homo do meu amigo.

- Ela é uma peste, Prongs. É o adversário – ele segurou meu antebraço me forçando a parar de novo.

- Você e suas nóias. Avisei pra parar de cheirar o traseiro dos outros cachorros. Dá nisso, ó!

- Ela se finge de amiga, usa a beleza para propósitos sombrios.

- Levaste um fora que te deixou lunático?

- Lua é com o Moony, mulher é comigo – Remus resmungou um "humpft!" não percebido por Sirius, concentrado em seus argumentos para me convencer – Tô falando sério, James. Ela é o INIMIGO.

- Tá querendo dizer que ela é uma sonserina infiltrada no nosso meio com fins de espionagem para derrotar o nosso time de quadribol?

- Não, Prongs – se intrometeu Remus enfim resolvendo intervir para desfazer a macarronada que estava essa conversa – O que ele quer dizer quando a chama de inimigo é que VOCÊ é o inimigo.

- Ahn?! – nós dois o fitamos confusos e Peter fez uma careta muito estranha pois na dúvida entre falar e comer acabou se engasgando (N/A: eo sou má, neh? Só faço o tadinho comer e comer, se ele n morresse pela mão prateada nos livros da titia JK, morreria por síndrome metabólica aqui na minha fic).

- Você será o traidor por ficar com a garota dele – Remus não se mostrou impaciente nem aborrecido por ter que soletrar o que dizia para a gente.

Mas deu uma facada em meu coração ao decifrar a verdade, antes dita em códigos pelo meu amigo do peito.

Não acreditem, tudo é teatro.

- Ahhh, tá! Por que não disse antes que tava afim da McKinnon? – sorri enfim entendendo Sirius e dando-lhe um soquinho de apoio.

- O Black tá afim da McKinnon? – perguntou Skeeter estridentemente a um Remus atordoado pela abordagem brusca e inesperada.

Ele acenou em afirmativo incertamente e a garota sorriu maquiavelicamente, desaparecendo de nossas vistas.

F-u-d-x-x.

- Escola de loucos – ri nervosamente me sentindo culpado por ter comentado num volume de voz elevado, sob o olhar colérico do Sirius.

- São só fofocas – Peter apaziguou com a goela desimpedida e de boca limpa, respirando normalmente.

- É a Rita Skeeter, ninguém dá crédito a ela – Remus somou.

- Pense pelo lado bom, assim você não precisa gastar cérebro e forças para conseguir chamá-la pra sair – sorri reconhecendo internamente meu delito.

Para mim mesmo, nunca para o Sirius. Pois é assinar a perda sobre o domínio de seu próprio nome e ser ao reconhecer que está errado para o Pads.

- E aí, marotos! O que contam de novo? – Frank me salvou da morte e viva a vida!!

- Tamos bem, e você? – perguntou Moony ao apertarem as mãos e se abraçarem amigavelmente.

- Levando... Aula de que, agora?

- Adivinhação – respondeu Rab descontraído.

Como eu tenho inveja desta consciência tranqüila e longe da sensação mórbida proeminente que me cerca agora.

- Desisti desta. Vou pra Runas, tchau galera – ele se despediu apressado e quando eu gritaria um: "Não vai não pelo amor de Merlim!" deparei com a feição de cordeirinho do Sirius.

- Hehe... Gente apressada... – comentei sem graça e sorrindo amarelo.

Sirius não moveu uma fibra muscular e eu desisti de esperar por uma segunda boa e piedosa alma aparecer para salvar meu coro. Calculei que Moony e Rab não agüentariam Pads por muito tempo, e ele transfigurado em cachorro corria mais que eu naquele piso escorregadio.

Me praguejando por não ter terminado o testamento (N/A: o testamento foi mencionado no fim do cap. anterior p qm esqueceu) e roubado um beijinho da Evans, fechei os olhos com força e contraindo a face (N/A: as caretas James... Tá certo Jhu? ;)) aguardando uma morte rápida e certeira porque está no código de ética para com os animais.

- O que é seu, tá guardado... – Pads me fez um cafuné que estava mais para martelada, me deu um sorriso com todas as intenções de prejudicar possíveis contidas nele e com os olhos bizarramente ejetados.

A morte me parece uma proposta magnífica e reconfortante agora. Já vivi muito e está na hora de pendurar as vassoura e a varinha.


- Mande lá, grande James! – estava no intervalo do terceiro dia de aula.

Sexta-feira, incrível como a relutância comum em iniciar as aulas reside no desejo de que a segunda nunca chegue. Mas o dia primeiro de outubro desse ano, caiu na quarta. Então eu não suporto a quarta-feira.

É uma mudança drástica no meu comportamento. Drástica sim, e explicável também.

A noite passada havia sido torturante e muito mal aproveitada quanto a descansar.

Meus ombros estão pesados e não consigo levantar a coluna para mantê-la numa posição saudável. Faltam-me forças. Sinto-me adormecido e molenga.

Não é dengue, galera.

- Não mando não, eu esmago, trituro, amasso e dou de comer para os testrálios – respondi para Hagrid que riu com gosto.

- Desse hino, eu gostei – a barba estilosa tremeu me fazendo achar que ele ria por debaixo daquela coberta grossa.

- Heh... - concordei desanimado me sentando na escada de sua cabana e arrancando aleatoriamente capim do terreno.

- Problemas, huh? – ele se encostava na cabana e olhava para o horizonte.

As folhas davam um tom melancólico à visão, o outono pintava de marrom a paisagem de Hogwarts e a floresta ao seu redor. O que uma vez era de um verde vivo e estava preso às árvores, agora estava seco e flutuava como várias pequenas canoas no lago formando ondas de igual tamanho na água. Além de contornar a margem e as raízes dos arbustos como um tapete de cores variando do bege ao marrom bem escuro.

- É... – estou muito reticente hoje.

Alguns acreditam que há sempre um motivo camuflado por trás de cada movimento e sensação nossa. Pois até agora não consegui desvendar o meu.

Talvez só precise de um tempo mais pra mim...

- E os seus amigos? – Hagrid não me olhava e me senti mais confortável para desabafar.

Eu realmente não sei o que me trouxe aqui (minhas pernas... Ou poderia ser meu recém descoberto poder tele cinético), eu sei tanto quanto sobre qual é a etiologia do que estou sentindo.

- Já teve a impressão de que perdeu algo? – perguntei notando minha respiração se tornar ruidosa e minha garganta se fechando dolorosamente.

Pode ser uma reação alérgica. Vai que sou asmático.

- Uma vez me esqueci do adubo auto-plantável na horta. As abóboras atingiram a área da minha casa! – ele me entendera errado e sua risada foi morrendo tristemente quando não me viu acompanhá-lo.

- Você sabe que perdeu, sabe que é importante. Mas... – engoli tentando dilatar o orifício da minha garganta comprimida – Mas você não tem idéia do que seja e de onde o deixou com descuido.

Ele suspirou e se mecheu desconfortável, sem noção do que dizer ou fazer.

Ambos permanecemos com nossos pensamentos só para si até um centauro despontar da floresta, chamando Hagrid para conversar.

Eu entendi que isso raramente acontecia e para não deixar meu amigão constrangido murmurei que estava atrasado para a próxima aula.

Foi o que demais interessante se passou no meu dia.


Para uma manhã de sábado, iniciamos sem muito ânimo. Mas aquela apatia era compreensível.

- Amanhã é noite de lua cheia... – a voz de Remus não passou de um sussurro.

- Preferia que fosse dia de semana, poderíamos faltar às aulas – Sirius atirou um rato para a minha coruja sem perceber que Peter estremecera e desviou o olhar.

- VOCÊ preferia – o primeiro a falar tirou os olhos de sua imagem do espelho, onde se analisava criticamente – Daria mais na vista que tem algo errado comigo.

- Se alguém acha isso, ele que nasceu do avesso – retruquei após cuspir o creme dental.

Remus expôs algo na cara que deveria ser um sorriso mas era um espasmo involuntário parkinsoniano.

- Aquele purê me fez mal... Acho que não vai dar para almoçar – Peter comentou inconsolavelmente enquanto enfeitiçava um torvelinho de poeira a rodopiar próximo aos nossos sapatos.

- Os elfos terão descanso. Menos exploração – Sirius falou alguns centímetros distante da gaiola estraçalhando prazerosamente os roedores e os dando às porções a Murdock.

Murdock: minha coruja. Ele é meio míope também, como para uma coruja seria bizarro usar óculos e percebemos que esse "erro" refrativo era uma cruz para a ave (para uma coruja que precisa cobrir distâncias não vê o que está longe, é morte na certa), confeccionamos uma lente de contato para ele. E hoje, ele desfruta do privilégio de ser míope com correção. Mais uma história feliz daqueles que entram na vida de James Potter.

Agora, por que Murdock? Porque é um nome traiçoeiro e amedrontador. Remonta há tempos alegres quando o simples contar de uma mentira engenhosa assustava os covardes dos sonserinos. Era o cérebro fértil de uma criança contra a provável desvantagem numérica diante dos verdes cor de gosma.

Eu era a reencarnação de Godric Griffindor pela trigésima segunda vez, enviada a Hoggy a fim de eliminar o máximo de cobras possíveis que ousassem triscar num fio de cabelo de algum grifinório. Meu nome verdadeiro era Murdock, James Potter era fachada. Como disse anteriormente, tempos felizes...

- A relva lá fora tá tão verdinha... – Rab estava acostumado com as cotoveladas do Pads. Também, quem não estava? E iniciou o que qualquer um de nós três faria se estivesse em seu lugar, uma conversa amigável e normal.

- Vai passar a comer a capim, é? – as pulgas andaram sugando muito sangue desse animal, restando só a carcaça insuportável dele.

- Não sei quanto a vocês, mas eu vou descansar – Remus deitara de bruços com o travesseiro tapando os ouvidos.

- Beleza, Moony – Sirius concordou carregando de sarcasmo a frase proferida e soltou Murdock que piou alegremente sobre nossas cabeças.

- Ele é sensível do estômago. Pelo bem estar de nossa função olfativa, abre a janela – determinei chutando uma coisa grossa mais para baixo da cama.

Pads não se moveu e olhava vaziamente Dock planando de um lado para o outro do quarto.

- Preciso resolver uns negócios aí – Peter me olhou pidão – Sozinho – frisei e ele observou desconsolado o teto – Té!

Saí sem que Sirius tivesse feito o que mandei.


- Como foi o treino de ontem? – estava encoberto pelos galhos frondosos da árvore em cujo próprio galho estava sentado.

- Razoável... – respondi lacônico a Mel que estava uns dois galhos acima, trajando roupas trouxas.

- Não consegui conversar com você desde a turbulência, nossos horários não coincidiam – ela se debruçou obtendo uma visão melhor de mim e se referia a confusão a beira do lago da qual a salvei espetacularmente, sem um arranhãozinho sequer.

- Uma pena você não poder jogar quadribol – sorri e ela piscou bobamente.

- Por que? – ela tirou uma mexa loira do rosto que caíra no afã de me ouvir.

- Você acabaria com qualquer adversário. O Mulciber foi fichinha pra você – falei sem tirar o sorriso dos lábios.

- Bem que seu capitão podia ficar sabendo disso... – ela quebrou uns galhos menores despejando farelo sobre mim.

- Brendon é fodx. Você não merece aquilo – contrapus seriamente.

- Preocupado comigo, Potter? – pude ver a Evans na minha frente, ou melhor, acima de mim.

- Prometi a McGonagall que seria seu tutor e responsável, Bagshot.

Ela sorriu e por descuido, seu braço de fixação vacilou a fazendo cair. Sorte eu estar em baixo e possuir bons reflexos (N/A: Ele n é pedófilo, eo só quero deixar eles próximos e mostrar como um crápula infanto-fóbico como ele criou laços de amizade com a Mel, uma garotinha a primeira vista intragável. Esse papo de laços parece coisa de anime Oo).

- Então é aqui que você se esconde – a ruiva estava no mínimo deslumbrante de top rosa claro e saia jeans curta.

Melanie retesou em meus braços e apertou os seus em volta do meu pescoço possessivamente.

A aura em torno de nós se tornou sombria e pesada.

- Não me escondo – comecei indeciso sobre o que dizer exatamente.

Hagrid, meu parceiro! Agora lhe entendo.

- Se esconde, sim! De garotas como você! – o sorriso da ruiva murchou e a Mel que passara a sorrir, triunfante.

Se elas se engalfinharem, eu corro pela direita (N/A: homens, humpft! São todos iguais! u.u).

Diferente da vez que conheci a Mel, não têm os pais dela para usar como rota de fuga, não estamos num mar de gente, e não quero me livrar dela porque ela se revelou uma boa amiga e temo pela saúde e vida de ambas as meninas, ou seja, estou ferrado (quem tenta apartar uma briga entre garotas sempre sai com olho roxo ou tetraplégico, se sobreviver).

- Com quem acha que tá falando, seu protótipo de gente? – a ruiva que eu ainda nem procurei saber o nome despejou ácido sobre a pequena.

- Tão me chamando... – não precisei descer a Melanie, ela pulou como um ágil felino dos meus braços e quando a procurei, estava sob a sombra da imensa árvore.

Beleza! Minha saída de emergência foi bloqueada por duas malucas que resolveram lavar a roupa suja justo agora (N/A: como ele é inocente... meu queridinho, elas tão brigando por causa de VOCÊ! Até eo entraria nessa briga u.u).

Só falta toda a Hogwarts vir assistir e a Evans entrar na batalha também. O vento forte do treino de quadribol avariou minhas capacidades mentais.

- E você se acha a gostosona, né sua mocréia!? – a Mel avançava perigosamente para cima da ruiva.

Aff! Parei de chamar a ruiva de ruiva.

- Qual o seu nome... – hesitei quando as duas me olharam com os narizes quase se encostando e soltando relâmpagos pelas córneas – Hum... ruiva? – só mais uma vezinha para parar de nomeá-la de ruiva.

- Catherine – a fitei com um ponto de interrogação no rosto esperando pelo sobrenome que não veio, o ponto era quíntuplo em Melanie e uma artéria temporal saltava-lhe na testa – Cat, pra você – ela sorriu marotamente jogando para escanteio a rivalidade com Mel e pousando as mãos na cintura fina.

Evoluímos por aqui. Antes eram indivíduas de crescimento comprometido que disputavam por mim. Agora já tenho uma ruiva. Digo, a Cat.

- Desgruda, piranha! – pronto, fudixx estou eu.

- Jay, se proteja. Isto aqui vai ser barra pesada – Mel fez uma pose estranha, criança superativa, e Cat me fitou de olhos arregalados.

- Vai atacar sem varinha? – questionei procurando entendê-la e não acreditando que iria ocorrer uma arranca cabelo e quebra unhas diante de meus olhos.

- Esta é a técnica da raposa kyuubi (N/A: eo sou uma garota feliz e vejo Naruto, veja vc tb caro leitor xD) – ela respondeu sem me olhar tornando a pose mais complexa e Cat me exigia uma explicação por palavras mudas.

Mel me trata como uma garotinha mijona de medo e a Cat como um namorado. Blergh! Tô fora.

- Pare com essa babaquice, pirralha – a segurei pelo antebraço a tempo quando ela partia para cima da Catherine, e esta empunhava algo cor de rosa, cegamente rosa! Dut. Era uma varinha. Estranha, mas uma varinha.

- Me larga, James! – mais uma vez estávamos convergindo as atenções para nós.

Eu também pensaria algo não puritano e não eticamente correto de mim mesmo se visse a situação de fora.

- Solto quando você se comportar, pequena. Pra dentro, agora! – fui enfático e casca grossa.

Ela deu língua para Catherine e seguiu a passos emburrados para o castelo.

- Garotinha difícil, não é? – me dei conta que Catherine ainda estava ao meu lado.

- Você não vem, James?! – a voz estridentemente aguda da pimentinha me impediu de responder.

- Vou sim! – gritei de volta e me virei para Cat.

Os cabelos dela esvoaçavam e o sol incidia sob os lábios delicados e reluzentes pelo batom. Uma pintinha sexy dava o acabamento ideal na maçã esquerda do rosto dela. Estremeci ante a perspectiva de descobrir onde mais ela poderia ter pintas...

- Depois a gente se fala – usei a expressão para a mesma garota duas vezes.

Nosso destino estará fadado a este fim?

- E aí, Potter? – eu mereço, uma Evans em miniatura.

- Tô indo! – retorqui enfadonho pelo tom mandão dela e a segui sem pressa com as mãos nos bolsos.

- O que você quer com aquela lambisgóia? - a pirralha começou o interrogatório enquanto íamos para o salão comunal dos leões.

- Nada! Nunca troquei conversa com ela – me defendi exasperado.

- Oh! Não?! Pois não era o que parecia pelo olhar dela que te deixou nu! – ela esbravejava com os fios arrepiados escapando da trança baixa.

- Sério? – perguntei e me recompus quando ela estacou e me olhou com relâmpagos mais violentos do que os lançados a Cat.

Homem sofre.

- Digo, era ela. Não eu – me corrigi não a desafiando ao evitar que nossos olhares se cruzassem.

- De qualquer forma, quero você longe dela! Ouviu bem, Jay? – ela prendeu meu queixo e o direcionou para que eu pudesse encará-la diretamente nos olhos.

Sem escapatória. Sem mentiras. Sem teatro.

- Xim – concordei com a boca em formato de peixinho.

- Perfeito – ela me soltou e subiu resoluta para seu dormitório.

Massageei minha mandíbula dormente, a qual estalou num "crock" assustador para mim que preciso dela para comer, falar e outras coisitas mais...

- Muito persuasiva... – balbuciei para mim mesmo.


No dormitório Remus estava no quinto sono, Murdock se empoleirou em cima da montanha de roupas sujas no canto do quarto. Sobre a cama do Sirius, estava largado o nosso mapa e na de Peter embalagens de tortinhas e doces.

A porta do banheiro estava escancarada devido a calças, meias azuis e brancas penduradas na parte superior.

Me movi com cautela e dando pulos por sobre as caquinhas do Dock despejadas no chão, descrevendo uma serpente tortuosa em nosso carpete.

- Pads que limpe isso - resmunguei atirando o tênis para longe.

- Calma aí, Prongs – o responsável por aquela desordem transformadora de dormitórios em chiqueiros, aparou a banda do meu tênis num ato reflexo suficiente de impedi-lo de dar-lhe na fuça.

Se fosse eu, teria sido mais rápido ainda.

- Hoho, olha quem chegou – prossegui irônico.

Não, não era o Papai Noel.

Padfoot ajeitou a camisa em desalinho. Facilmente perceptível que andou nos amassos por aí. Para que se precisa de adivinhação em nossas vidas, mesmo?

- A sua salvação – ele retrucou também se jogando sobre sua cama.

Fez uma careta e arrancou o pergaminho debaixo de si quase o rasgando em dois.

- Tsk! – reclamei lhe dando as costas para guardar minha varinha.

Huehuehuehue! Isso foi muito tosco e gay!

- Não chia, Prongs (só piorou ¬¬) – ele riu depois de tacar uma bolinha de papel em minha nuca.

Ele tem problemas pendentes com essa parte do meu corpo. Verdade seja dita, ele tem pendências com todo o meu eu.

Procurei o que suspeitei ser o nosso mapa debaixo da minha cama. Soltei um palavrão ao sentir algo melequento impregnar as pontas dos meus dedos.

Sirius soltou um latido rouco.

Era a excreta solidificada do Dock.

Arrastei para fora o meu livrinho esquecido por uma semana junto com o mapa. Desamarrotei o pergaminho censurando Pads e o guardei.

Com a roupa do corpo, me deitei e retomei a leitura de onde havia parado.

Adormecendo assim.

N/A: Gente, anos depois eo descobri uma coisa fabulosa no ff. Mas tb q me deixou um pouco tristinha. Tem o hits p nois q somos escritores. E essa fic, tem um número exorbitante Oo onde, msm q eo multiplique por kd um q deixou review tenha aberto a pág vinte vezes (além dos caps.), n dah... Onde eo qro chegar eh: kd v6 leitores q n deixam review!! É sério gente, isso me deixou noiada e eu n andei cheirando o traseiro de ngm e mt menos de cachorros u.u Outra coisita q eo qria dizer eh: a fic vai acabar! xP Flando sério agora, ela terah em média uns 20 caps. e soh abordará o quinto ano do Jamesito-popstar vn.n poiseh, v6 n precisarão me aturar por tanto tempo assim, q coisa boa!! Festaaaaaaa!

E ah! Feliz páscoa p tds! Q n eh soh choco, n podemos esqcer do vdd significado da páscoa. N soh p os católicos e protestantes. Significa vida nova, amor ao próx e Jesus em nossas vidas!

Era soh meus fofitos \n.n/

Espero q tenham gostado do cap. e bjin'