Os personagens de Inuyasha não me pertencem
Nota: Neste capítulo estão incluídas cenas de sexo, que por acaso não é da minha autoria mas sim de meu namorado Patrick, assim que se desejarem prosseguir a leitura será vossa responsabilidade.
Boa leitura
Sonhos e casamento.
Encontrava-se kagome sentada em sua cama observando o sol do amanhecer quando é interrompida por uns suaves toques na porta.
No dia anterior havia ficado até tarde revisando alguns contratos da empresa pelo que quando finalmente decidiu dar umas horas de descanso a seu corpo, estava tão esgotada que apenas pode desvestir-se, mal caiu em seus suaves lençóis apagou completamente. Por esses acontecimentos somente trajava uma tanga de ceda transparente bordada a mão.
Quando abriu a porta, completamente inconsciente de quais eram os seus trajes, deparou-se com a ultima pessoa que esperava ver, Inuyasha. Este ficou a gaguejar com a surpreendente visão, Kagome era uma belíssima jovem, curvas perfeitas, seios redondos, de tamanho mediano e suas pernas eram espectaculares longas e torneadas. Kagome pensou em fugir e vestir-se mas por alguma razão ficou estática, talvez porque em seu subconsciente algo lhe dizia par ir devagar como se nada fosse e agi-se da sua forma habitual. E assim fez.
- …eu vinha ver-te para te propor ir ver com migo um filme ao cinema?- questionou um abobado Inuyasha.
- Claro que vou - respondeu Kagome ainda sem se vestir e completamente surpreendida com a sua atitude, desde quando ela ia ao cinema? E ainda mais com aquele irritante ser.
Foi então que ela reparou que Inuyasha a olhava de uma forma estranha, seus olhos brilhavam mais que as estrelas numa noite de verão, ela sem saber mesmo porquê sorriu e por descuido deixou cair o roupão que havia pegado minutos antes, tal facto levou a que Inuyasha tal como Kagome se baixassem para o recolher, mas quando viram os seus corpos tão próximos não resistiram e beijaram-se.
- Kagome?
- eu quero-te inuyasha!!
Então os seus corpos começaram-se a entrelaçarem em beijos apaixonados e acaricias mais íntimas. Ele começou por tirar a camisola, em seguida os calções e depois deixou para se ir deitar na cama. Kagome seguiu e tirou-lhe os boxer, primeiro ficou surpresa com as dimensões do instrumento sexual mas depois continuou com os preliminares, meteu na boca e sugo-lha, lambe-lha e por fim meteu no meio dos seios para a esfregar.
Eles trocaram de posições, beijou-a com amor e carinho, foi baixando até aos seios onde parou um pouco a lamber e chupar nos mamilos, deu-lhe uma mordiscada e continuou a exploração do corpo feminino com beijos, quando chegou a tanga retirou-a com cuidado para não magoar Kagome.
-inuyasha! Continua! Aii!!
Perante o pedido da parceira este continuou lambendo e penetrando a língua na parte intima de Kagome, depois de alguns momentos levantou a cabeça, ajudou a parceira a virar-se, ela apoiou-se nos joelhos e nos braços para se por na posição do cavalo, ele pronto para a penetrar pelo ânus acariciou-a nas costas e começou. Foi devagar…
- Aii Inuyasha, sim continua. – gritou Kagome de satisfação.
- humm!! Kagomeeee!
… acelerando o ritmo da penetração anal. Ao fim de alguns minutos, ele levantou-se, Kagome sentou-se na cabeceira da cama e abriu as pernas ao mesmo tempo que passava a mão na entrada feminina, ele aproximou-se colocando-se no meio das pernas, beijou-a e penetro-lhe a vagina, com calma alternando o ritmo da penetração. Depois de quase 5 minutos ele parou, Kagome aproximou-se do seu instrumento e simulou a penetração com as mãos e a boca até que ele ejaculou…
De repente tudo ficou negro e Kagome acordou num sobressalto, estava toda empapada e não sabia bem porquê, foi então que flaches do seu sonho lhe vieram á mente. Esta ficou pasmada e de súbito arregalou os olhos em puro espanto. Desde quando tinha sonhos daquele género? E com aquele sujeito? Mas uam coisa tinha de admitir se Inuyasha tivesse um corpo tal como o de seu sonho então ele era um deus. Pois fortes músculos, um peito duro e musculoso, umas mãos que fazia sua pela se eriçar apenas com um suave roce...
Mas que se passa comigo? Que me está a acontecer? Porque diabos não paro de pensar naquele sujeito e porque é que me sinto tão estranha quando ele está por perto?- tantas eram as questões que se passavam em sua mente e de tal forma eram desconfortáveis para a nossa empresária que ela numa espécie de fuga decide abafa-las e ir trabalhar.
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Dentro do principal escritório da sede das empresas Higurashi um jovem de longos cabelos negros reflectia sobre o seu mais novo problema. Desde que tomara conta das empresas e de suas irmãs Kagome havia sempre usado o dinheiro da empresa, mas recentemente ela havia decidido que isso não era correcto e queria aceder ás contas individuais de cada uma das herdeiras do casal Higurashi, contas onde o capital privado dos mesmo deveria ter sido dividido logo após a morte dos mesmos. Mas por uma estranha razão ela não havia conseguido, coisa muito estranha pois ela estava responsável pelas contas de suas irmãs e ela própria como maior de idade deveria poder gerir a sua conta tal como entendesse.
-Ayame ?
-Sim Srª?
Estabeleça-me uma ligação com o gerente do banco.- estava disposta a resolver essa questão, pelo que não fosse para a impedir de reflectir sobre seus sonhos.
-Sim Srª.
-Segundos mais tarde a jovem já se encontrava falando com o gerente do banco onde todos os fundos da família Higurashi são depositados á anos, incluindo o capital da empresa.
-Bom dia senhorita Kagome, em que lhe posso ser e utilidade? Está tudo bem?
-Bom dia Sr Myoga . Está tudo óptimo, quer dizer... tenho tido algumas dificuldades em aceder ás contas privadas da família... não sei o que poderá ser...
-Oh meu Deus!
-Que passa Myoga? Algum problema?
-Kagome minha queria, há uma razão muito simples que justifique todas as suas dificuldades. Mas que não lhe havia sido comentada antes para lhe poder dar tempo a se adaptar á nova vida sem seus pais.
-E o que poderia ser?
-Bem por medida de prevenção seu querido pai accionou uma clausula onde consta que se algo lhe acontecesse a ele e á sua defunta esposa e caso a senhorita Kagome se declarasse tutora de suas irmãs, a senhorita apenas poderia ter autorização para mexer nas contas, incluindo a sua própria se...se se casasse com ...
-Prossiga.- ordenou Kagome completamente absurda com o que estava ouvindo, mas mantendo a sua habitual postura.
-...bem senhorita, neste momento não me recordo o nome do sujeito mas...o seu casamento teria de durar pelo menos seis meses.
-Quer dizer que eu tenho de me casar com alguém que meus pais escolheram para poder sustentar-me a mim e a minhas irmãs?
-Sim...
-E se eu me recusar?
-Se a senhorita não fizer isso é provável que não tenha como se sustentar, pois duvido que os accionistas da empresa permitam que a senhorita use os fundos desta para cobrir as suas próprias despesas e nesse caso as suas irmãs seriam enviadas para outra tutora mais adequada. – Kagome ficou arrasada...não sabia o que pensar e o que dizer.
-Senhorita? Está tudo bem?
-Sim...Myoga onde poderei saber quem é o sujeito com o qual me deva casar?
-Bem penso que eu poderei lhe informar, apenas tenho que ver nos ficheiros, se me dá cerca de meia hora...
-Obrigado estarei á espera. – Kagome terminou a chamada. Em seu rosto reflectia vários sentimentos, dor, angustia, preocupação, angustia mas sobretudo desespero. Ela não sabia o que pensar, sempre vivera só, jamais pensara em se casar e ainda mais com um desconhecido, mas pelo que acabava de saber ela não tinha outra escolha, não era justo com suas irmãs...
-Bom dia meu doce de chocolate.- Era Inuyasha acabava de chegar. Mas Kagome não lhe respondeu.
-Passa algo?- perguntou o jovem preocupado com a reacção da jovem, ela sempre fora fria e indiferente mas jamais mal educada e não o cumprimentar não era hábito dela.
-Inuyasha, você você... trabalhou muito tempo com meus pais, não é certo?
-Sim é verdade.
-Você sabe algo sobre eu ter de me casar para poder aceder ás contas..?
-Sei sim, aliás estava esperando que você me perguntasse a respeito.- respondeu o jovem sentando-se numa cadeira enfrente á mesa as jovem como aliás não era sei hábito. Pois ele sempre se reconfortava com o sofá.
-Você sabe com quem terei de me casar?- questionou ela claramente ansiosa e reflectindo em seu olhar por primeira vez em muito tempo emoção.
-Sei sim, você terá de se casar comigo.- respondeu ele sorrindo abertamente com a expressão da jovem.
Continua...
Espero que tenham gostado deste capítulo e devo agradecer ás pucas pessoas que me deixaram comentários e gostaria que soubessem que eu os aprecio muito.
obrigada por tudo, até ao próximo capítulo.
