oi flores... mais um capitulo... respondendo do pq eu não colocar os creditos do livro... eu só coloco no ultimo capitulo... pq sei por experiencia prorpia que muita gente vai atras do livro e para de ler a fic... entao... só vou por depois... que bom que estão gostando... a bella dessa fic tem mesmo uma mente muito fertil... e o ed é meio pirado... tem muita coisa pra rolar ainda... se preparem pra muita risada nesse capitulo... bjuxx^^ e não se esqueçam das minhas reviews ...
Jacob.
Aquele nome assombrou Edward dia e noite durante todo o ve rão. Como poderia se concentrar com pensamentos sobre o mis terioso marinheiro de Bella martelando em seu cérebro?
Droga! Mal-humorado, olhou a folha impressa que tinha nas mãos, tentando entender as anotações rabiscadas que fizera na noi te anterior, quando já passava da meia-noite e por fim desistiu. Optara pelo trabalho noturno na maioria dos dias, pois só dessa forma conseguia dar continuidade aos seus experimentos. Mesmo assim, não conseguia dar conta de tudo. Algo tinha de ser negli genciado. Não podia ser o seu trabalho, nem tampouco Bella. Ela precisava dele, agora mais do que nunca.
Inferno. Que confusão! Lançando a cópia impressa sobre a es crivaninha, rolou a cadeira pelo piso de seu escritório particular e contemplou a paisagem através da janela. Ultimamente, vinha di vidindo seu tempo entre cuidar de sua vizinha grávida e trabalhar em uma nova versão do seu acelerador de crescimento. Desde menino sonhara em ficar famoso, inventando coisas interessantes. Sem uma proposta e um protótipo, sem um investidor e uma li cença, esse sonho seria impossível de alcançar. E sem Bella, suas realizações não teriam sentido.
Não acreditara naquela história sobre Jacob. Algo lhe dizia que não era verídica, e seu instinto era aguçado o suficiente para confiar em sua intuição. Porém, ainda a pegaria em uma contradição que fosse capaz de confirmar essa suspeita. A questão mais importante era: por que Bella lhe ocultara a verdade?
Tinha a impressão de que a resposta pairava à margem de sua memória, como um nome esquecido na ponta da língua. Tudo que precisava para cuspi-lo boca afora assim que recebesse o estímulo certo. Fosse lá o que fosse.
Com um resmungo de frustração, bateu com a mão no batente lateral e preparava-se para voltar ao computador, tentar terminar o trabalho que estava fazendo, quando de repente um movimento lá fora chamou sua atenção. Um segundo depois, percebeu o que tinha visto.
Um pássaro subindo e descendo além da janela. Não voando ou planando. Subindo e descendo. Só poderia ser Shemp, o vingador alado de Bella. Onde um de seus animais es tava, ela não podia estar longe. E para onde fosse, os problemas costumavam segui-la. Edward decidiu investigar.
Do lado de fora, avistou-a na metade do quarteirão, caminhando à sombra de uma árvore frondosa. O short cor de laranja, a camiseta amarela e o boné de beisebol florido brilhavam a luz do sol de verão, tornando aquela profusão de cores ainda mais vivas. Bella trouxera mais vibração à pequena cidade de Saguaro Vista. Viu-a cumprimentar uma vizinha, uma velha senhora que recolhia o jor nal em seu jardim e, em seguida, colocar as mãos nos quadris e caminhar apressada.
Como havia suspeitado, Shemp encontrava-se empoleirado no ombro dela, o que explicava o porquê de tê-lo visto subir e descer, minutos atrás. O beagle Larry, seguro por uma guia retrátil que se prendia à cintura de Bella, caminhava a seu lado com um palmo de língua para fora. Booboo, o gato, esquivava-se pelos canteiros que ladeavam a calçada, mantendo uma certa distância do restante da bicharada. Os únicos que faltavam para completar a trupe eram o peixe dourado e o hamster,Curly.
Ei, espere um minuto... Edward examinou com mais atenção. Se não estava enganado, aquele naco rosa de plástico redondo que girava junto aos calcanhares de Bella era a bola de exercícios do pequeno roedor.
Ele piscou. Só mesmo Bella pensaria em fazer uma caminhada, levando consigo um hamster.
Segundos depois, a pequena e estranha comitiva virou a esqui na, desaparecendo do seu ângulo de visão. Realmente, deveria tirar proveito da ausência dela e tentar adiantar seus trabalhos, pensou. Mas de alguma maneira, seus pés começaram a caminhar pela calçada.
Como sempre Bella era capaz de pressentir sua presença quan do ele se aproximava.
— Olá, Eddie! — gritou ela, por sobre o ombro. O ruído da respiração forte e rápida marcava o esforço de seu corpo. — Qual é o problema? Não consegue acompanhar o ritmo de uma mulher grávida?
Sem dar mostras de cansaço físico, acelerou um pouco mais, fazendo com que seus quadris se movimentassem num rebolado excitante. Edward, duvidou de que ela se desse conta desse fato e desejou não o ter percebido. O tal do Jacob era mesmo um sujeito afortunado, pensou. Santo Deus! Afinal, o que havia de errado com ele? Estava cobiçando sua melhor amiga?
Controle-se, ordenou a si mesmo, tentando desviar o fluxo de seus pensamentos. Mas não era fácil. De alguma maneira, desde que soubera da gravidez de Bella, esses sonhos eróticos com a sua vizinha vinham se repetindo a cada dia com mais freqüência. Estava ficando impossível encará-la apenas como uma amiga. Toda vez que fitava a curva suave daquela barriga lembrava-se de que ela também era uma mulher e muito sensual.
Irritado, pôs um freio na libido e a alcançou em poucos passos. Não era à toa que corria cinco quilômetros todas as manhãs.
— É claro que consigo manter o seu ritmo. O Larry é que parece estar precisando de um Gatorade.
Ela parou e correu o dorso da mão pela testa molhada de suor.
— Acha mesmo? De fato, o calor está forte. — Fitando Larry com uma expressão preocupada, Bella abaixou-se ao lado do ani mal e acariciou-lhe as orelhas. — Não pretendia cansá-lo, garoto — murmurou, enquanto pegava a garrafa de plástico amarrada a cintura. — Talvez precise de uma bebida adequada para repor as energias, se quisermos manter esta rotina de exercícios. — Apontando o frasco de água entre os dentes caninos afiados de Larry, verteu o líquido refrescante, enquanto o cão lambia o focinho sa tisfeito, — Gatorade para cachorros seria uma boa idéia. Melhor do que água pura, pelo menos para passeios longos. Para repor eletrólitos e...
— Sei... É louca o suficiente para fazer isso.
Bella fez uma careta e mostrou-lhe a língua.
Larry, sentindo-se aparentemente refrescado, abanou a cauda e caminhou em círculos ao redor deles, enquanto os dois conversa vam. A guia retrátil girava, ganhando cada vez mais linha ao redor das pernas de Bella.
— Louca no bom sentido — acrescentou Edward com um sorriso, enquanto ela levava a garrafa a boca e tomava um gole de água. Ao fitá-la colar os lábios carnudos ao redor dos contornos do gar galo, um súbito desejo deixou-o arrepiado da cabeça aos pés. Des viou o olhar. Jamais imaginou sentir inveja de um pedaço de plás tico. —- Porque acho que seria capaz de qualquer coisa pelo bem da sua bicharada — disse, tentando se distrair daquela visão sur preendentemente erótica. — Até mesmo trazer uma garrafa de Gatorade para Larry.
— Sim. Mas a fisiologia de um cachorro é diferente de um ser humano, Eddie. — Bella livrou-se da guia trançada de Larry com a habilidade e a leveza habitual. Em seguida, endireitou o boné, laçou o cachorro e começou a caminhar outra vez. — Tenho medo de que uma bebida formulada para pessoas não seja adequada para um cão.
— De fato, eu estava apenas brincando.
— Que engraçado! Ah! Ah! Ah!
Naquele exato instante. Larry avistou algo que o fez começar a latir e a imprimir uma corrida desabafada, arrastando Bella consigo.
— Pare! — gritou Edward, correndo atrás dela e amaldiçoando o cachorro.
Ela lutou para manter o controle, mas Larry cada vez mais ga nhava velocidade. O objeto daquele frenesi entrou em cena, e o cão disparou pela rua com mais ímpeto a fim de alcançá-lo.
Alegre, o carteiro caminhava na direção deles sem imaginar que estava a ponto de ser abatido.
— Fuja! — gritou Bella.
Os olhos do rapaz se alargaram. Os membros inferiores, des cobertos pelo vulnerável short do uniforme de verão se agitaram na tentativa desesperada de alcançar a varanda mais próxima. Ele subiu nas grades, deixando as pernas oscilarem como dois enormes petiscos caninos, e vasculhou o interior da sacola à procura de algo.
Ora, nenhuma entrega de correspondência seria tão urgente àquela altura. Um pressentimento estranho fez o estômago de Edward se contrair e o incitou a correr mais rápido.
Nesse instante o carteiro puxou uma lata longa e comprida da sacola.
— Não! — gritou Bella, ao reconhecer o objeto.
Edward também reconheceu a arma química: spray de pimenta. Certa vez vira alguém usá-la para espantar um cão que perseguia um entregador de jornal. O cachorro feroz fugiu choramingando com o rabo entre as pernas. Não era nenhum segredo os efeitos que aquela substância poderia causar no pobre Larry.
— Edward, socorro! — Bella olhou para trás, com ambas as mãos puxando o cão para afastá-lo do carteiro. O beagle era um cão de médio porte, mas tinha o coração e alma de um doberman.
Edward deixou a calçada e dirigiu-se ao passeio da casa onde Bella lutava desesperada a fim de conter o cachorro. O ruído do cascalho sob seus pés era audível. Ao mesmo tempo, um som estridente soou como uma corda de violão que é puxada e em seguida é solta ou como uma guia retrátil quase se partindo.
Um olhar à guia de Larry confirmou sua suspeita. Mais alguns segundos e se sentiria à vontade para esganar o canino. E Bella não poderia fazer nada para detê-lo.
Nesse momento, ela apontou para algo atrás de Edward, com uma expressão horrorizada.
— Depressa! Vá buscar Curly!
Ao se virar, ele avistou a bola de exercícios girando para fora da calçada em direção à rua, diretamente no caminho de uma picape que acabara de virar a esquina. No interior do objeto esférico, a silhueta peluda do hamster era pouco distinguível,
Larry latiu. Edward olhou e viu o beagle se lançar adiante. A guia escorregou das mãos de Bella, mas para seu infortúnio continuava presa pela cintura, e o violento solavanco que sofreu foi inevitável. Edward disparou numa corrida louca. O solo pedregoso parecia sacudir sob seus pés, enquanto deixava a calçada em direção ao asfalto liso da rua.
— Edwarddddddddd, depressa!
Ofegante, alcançou a bola cor-de-rosa e com um gesto preciso, pegou-a, A picape passou em direção à estrada, deixando um rastro de fumaça e um cheiro de óleo no ar. Em seu interior, o motorista claramente alheio ao homem e ao hamster que por muito pouco não reduzira a pó.
— Ainda bem que consegui — disse Edward, com a respiração acelerada. — Da próxima vez que desejar um pouco de liberdade, vá rolar nos arbustos, certo?
O focinho peludo da frágil criatura vasculhava e cheirava pelas aberturas de ar esculpidas na bola de exercícios. Estava quase se rendendo ao charme do pequeno roedor... até que Curly o mordeu.
— Ai!
— Edward! Não posso agüentar mais tempo!
Quando se virou, viu Bella esparramada no meio da calçada. Os braços estendidos e as mãos segurando a guia de Larry, ten tando evitar que o animal avançasse em direção ao seu alvo.
O carteiro fitou ambos com a lata de spray de pimenta pronta para ser usada, caso fosse necessário.
Edward não se deu conta de como chegara até lá, mas a próxima coisa que se viu fazendo foi segurar o corpo do cachorro que tinha os pêlos eriçados, rosnava, latia e ignorava as mãos que tentavam contê-lo. Santo Deus! Uma visão nada agradável. Não precisava ser um gênio veterinário para perceber os sinais de um feroz de fensor territorial. Só um lunático se atreveria a cruzar o seu cami nho. A mandíbula do cão se abriu, expondo uma fileira de dentes afiados. Por um breve momento o olhar de Edward encontrou o de Bella, mas foi o suficiente para perceber o que precisava saber. Ela dependia dele.
Em seus braços, o corpo de Larry vibrava. Por sorte, toda aquela ira ainda se direcionava ao carteiro, não a ele.
— Pode sair! — gritou Edward ao assustado rapaz. — Ele está seguro. Pode guardar essa porcaria.
O carteiro o fitou desconfiado. Como se incitado pela descon fiança estampada no rosto do jovem, Larry se debateu nos braços que o prendiam, tentando se ver livre. O carteiro percebeu e sa biamente guardou o spray de pimenta.
Bella se ergueu.
— Oh, Edward! — Ela saltou em sua direção e envolveu ambos, ele e Larry, num abraço apertado. O cachorro se contorceu, ten tando lamber-lhe a face. — Obrigada! Você nos salvou.
O modo como o fitou o fez sentir-se dez centímetros mais alto do que na realidade era, o maior herói já concebido na face da Terra.
O boné de beisebol florido de Bella estava retorcido, as pontas dos cabelos suados aderiam ao pescoço, o batom berrante havia derretido sob o forte calor da tarde no Arizona. Tinha os cílios destituídos de rímel ou qualquer outra substância que normalmente usava. Parecia ter enfrentado um tornado e mesmo assim conti nuava deslumbrante.
Céus! Era um homem perdido.
Edward meneou a cabeça. De onde vinham tais pensamentos? Uma dose de libido induzida pela testosterona. Só podia ser, pois era amigo de Bella e nada mais. Nada mais, porque seu coração per tencia a um marinheiro misterioso chamado Jacob. A lembrança acabou com seus últimos vestígios de paciência.
— Bem, não foi nada. Você precisava de ajuda. Mas que idéia estúpida foi essa de sair para um passeio com toda essa bicharada? — perguntou, irritado.
Bella recuou um passo e os olhos perderam um pouco do brilho. Não se deixaria intimidar por isso, pensou Edward. Ela passara dos limites.
— Poderia ter quebrado o pescoço!
— Tem razão. Curly poderia ter... — A voz falhou e ela tentou novamente. — Larry poderia ter se ferido, ou...
— Você poderia ter se ferido! Quando é que vai criar juízo? Porque Deus sabe que seu bebê não conseguiu realizar esse milagre.
Num gesto instintivo Bella levou as mãos à barriga e a acari ciou. Edward duvidou que estivesse atenta àquele gesto ou às lágrimas que lhe inundaram os olhos.
— Isso não é justo, Edward. Você não sabe...
— Não sei o quê? Não sei por que não quer ser ajudada? — Larry se debateu, tentando se desvencilhar dos braços dele. Frus trado, olhou ao redor e notou que o carteiro já havia entrado na caminhonete de entregas. Então, libertou o cachorro e continuou a falar. — De certo modo, tem razão. Não sei por que insiste em ser tão teimosa a ponto de preferir se prejudicar a ser ajudada por alguém.
— Não preciso de ajuda.
— Ah! Depois de hoje, isso soa como uma piada. Se eu não estivesse... — Ele lançou um rápido olhar a Larry que ainda tinha ímpetos de correr atrás do veículo do carteiro. — Larry, fique quieto. — O cachorro virou a cabeça, parecendo ignorar o coman do. Ótimo, pensou. Até mesmo o cachorro dela era um teimoso. — Quieto! — advertiu num tom mais enfático.
— Ele responde melhor se for tratado com carinho — informou Bella.
— Ora, essa... Faça-me um favor...
— Venha, Larry, temos de terminar a caminhada que o doutor recomendou.
O cachorro se levantou. Edward podia jurar que o animal revirara os olhos de prazer ao ouvir aquele comando carinhoso de sua dona. Bem, pelo menos um dos representantes do sexo masculino ali presente conseguira cair nas graças de Bella. E por que não ele que fazia tudo para protegê-la? Não fazia sentido. Nada o deixava mais irritado do que coisas absurdas que não faziam sentido. Mas não era o ilógico que o fizera chamá-la a atenção. Era algo menos definido e muito mais irresistível. Nunca sentira nada tão intenso na vida. Um súbito e louco desejo de cuidar daquela mulher. Mantê-la segura e feliz. Ele. Nada de Jacob ou qualquer outra pessoa. Apenas ele.
Se tivesse parado para pensar sobre isso, a idéia como um todo o teria assustado sobremaneira. Mas a visão de Bella rebolando rua abaixo e deixando-o para trás varreu qualquer pensamento de sua mente.
— Bella, espere.
Quando ela se virou, Edward percebeu a tristeza em seu olhar e precisou cerrar os dentes para impedir-se de tomá-la nos braços. Preocupava-o vê-la tão deprimida, mesmo que fosse por apenas um ou dois quarteirões.
— Espere — insistiu ele. Ao alcançá-la, enlaçou-a pela cintura. Bella o fitou com uma expressão confusa.
— O que foi?
Em seu lugar, também teria feito a mesma pergunta. Mas a combinação daquela proximidade aliada ao fato de perceber que sua mão ajustava-se com perfeição à curva da cintura delicada jogaram por terra suas explicações. Era como se tivesse nascido para segurá-la daquele modo. Por que nunca fizera isso antes? Sentia-se tão bem!
A umidade da camiseta deixava transparecer os contornos ex citantes do peito feminino. De repente, descobriu-se louco de de sejo. Queria deslizar os dedos sob o tecido e tocar a pele nua.
— Perdão. Eu não devia ter falado daquela maneira.
A fragrância de morangos do perfume de Bella penetrou em suas narinas, confundindo-lhe os pensamentos. Era feminina, doce e tentadora o suficiente para fazê-lo esquecer que a mulher em seus braços era a sua melhor amiga. Ela precisava dele agora. Não de um musculoso cabeça-de-vento como o tal Jacob, mas alguém sensato e razoável.
Droga, mas era difícil ser razoável com o roçar suave daqueles quadris em seu antebraço. Desejou saber como seria tocá-la em outras partes, sem aquelas camadas de roupas entre eles.
— Eu disse que sinto muito.
— É mesmo? — replicou Bella num tom casual. — Estou pouco me importando com o que disse, Edward. Sou uma mulher adulta. Posso cuidar de mim mesma.
— Ah, é?
— Sim.
Com uma das mãos, ele puxou-a ainda mais para si. Com a outra capturou a guia desgastada de Larry.
— Bem, mas não pode lidar com isto. — Com um forte movi mento rompeu a guia em dois.
Bella ofegou. A seus pés, Larry se estatelou na grama e coçou a orelha com uma das patas traseira, não se dando conta de que estava livre para vagar solto pelo bairro. Parecia entediado com tudo aquilo.
Mas sua dona não. Desvencilhando-se dos braços de Edward, apoiou as mãos nos quadris com um ar de desafio. A velha Bella estava de volta e o que era pior, furiosa.
— O que está pretendendo provar? Que é forte o suficiente para romper uma guia? Sinto muito, mas não me impressionou.
Edward segurou-a pelo cotovelo e a puxou para trás.
— Pretendo provar que não pode controlar tudo como pensa que pode. — Santo Deus, como podia ser tão teimosa? Não en xergava os fatos?
— Isto é apenas uma guia partida!
— Tem razão. E este é apenas um bebê — disse Edward, colocando a palma da mão sobre a curva da barriga saliente, sentindo o calor e a vida que crescia naquele ventre. — O seu bebê.
Bella permaneceu imóvel. Pálida, colocou a mão sobre a dele.
— Não faça isso, Edward. Por favor, eu...
— Seja razoável. Você precisa de ajuda. Já contou para o Joca...
— Jacob.
— ...sobre o bebê? Ele tem responsabilidades a cumprir. Deve ria cuidar de você... Ou se casar... Sei lá, fazer o que épreciso, — Ao perceber a expressão de desalento no olhar dela, esfregou o polegar suavemente sobre a saliência de sua barriga. — Eu a estou advertindo. Se não se cuidar direito... Eu cuidarei de você.
