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Irmãzinha

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Capitulo seis – Se Arrependimento Matasse...

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Já estava amanhecendo e, como sempre, Sesshoumaru começava a despertar. Os fracos raios solares que adentravam o quarto tocaram em seu rosto e, quando por fim abriu os olhos, uma irritante dor de cabeça começou a martelar sua mente.

Com o rosto másculo contorcido em uma careta de dor, o youkai ergueu uma das mãos e tocou sua testa, como se aquilo fosse ajudar a melhoras a sua maldita dor de cabeça. Pelos céus, havia bebido de mais na noite anterior!

Nem se lembrava direito o que havia feito. Poderia estar na cama de uma desconhecida ou na cama com uma desconhecida. Tentou erguer-se, mas algo, ou como ele achava mais provável, alguém estava praticamente deitado sobre ele.

Olhou para o próprio peitoral e, ao notar um emaranhado de fios negros completamente desalinhados, sorriu. Pelo menos sabia ter se divertido na noite passada, pois tinha uma companhia com curvas bem distribuídas, que podiam ser notadas pela proximidade de seus corpos.

Respirou fundo, o que fez sua dor de cabeça piorar consideravelmente por dois motivos: o cheiro de orvalho noturno invadiu suas narinas, fazendo-o se lembrar de Kagome e, segundo, saber que cheiro de orvalho vinha da sua acompanhante que, ele agora tinha certeza absoluta, não era nenhuma desconhecida. Gemeu quando uma pontada consideravelmente maior o fez fechar os olhos. Aquela dor de cabeça era um ótimo castigo para qualquer coisa que ele tenha feito com sua irmãzinha.

- Onde eu estou?! – Perguntou uma voz amedrontada, muito conhecida pelo youkai, que prometeu a si mesmo nunca mais beber tanto no resto de sua vida. - Oh meu Deus, eu dormi com alguém?!

Quando um par de olhos azulados, já banhados por lágrimas pousaram nos seus, Sesshoumaru quis se matar pela simples possibilidade de ter feito algo com aquela tão frágil criatura, que agora o olhava numa mistura de medo, ressentimento e outra coisa que ele não pode notar de imediato.

- Se-sesshoumaru?! – Sua voz não era mais alta que um sussurro e, quando ele nada respondeu, Kagome tratou de sair da cama, levando o cobertor consigo, a fim de cobrir seu corpo parcialmente desnudo - Como... Como você pode?

- Kagome, eu juro, não fiz nada, nem me lembro de nada! – Tentou se defender, mas lágrimas já corriam pelo rosto de Kagome e pequenos soluços escapavam de seus lábios. - Kagome, por favor... – Pediu ele esticando a mão na direção dela.

- Não! – Gritou se afastando da mão do youkai- Não... Não me toque... – murmurou abaixando o rosto, num tom tão baixo que ele mal pode ouvir - Nunca, nunca... –continuou a murmurar com a voz chorosa, sem conter os soluços sôfregos que começavam a machucar ainda mais o belo Taisho - NUNCA MAIS ME TOQUE! – Gritou antes de correr pela porta daquele quarto, deixando o cheiro de sal e orvalho por todo o cômodo.

Era tarde da noite e havia acabado de chegar em casa quando viu uma certa garota de 14 anos correndo na sua direção. Essa usava uma calça de pijama quadriculada em vários tons de cinza e uma blusa regata preta, seus cabelos estavam presos em um rabo de cavalo e um sorriso enorme iluminava suas feições. De imediato Sesshoumaru largou a pasta que carregava e abriu os braços, a fim de receber o abraço apertado que aquela humana lhe daria.

- Que bom que voltou, já estava morrendo de saudades! – Disse Kagome ainda pendurada no pescoço do youkai, com as pernas envoltas na sua cintura, o prendendo num abraço forte e aconchegante. - Pensei que iria ficar em Roma o resto da vida!

- Não exagere, pequena, eu só passei quatro dias fora - Corrigiu ele, caminhando em direção ao sofá com a garota ainda nos seus braços. Adorava chegar em casa e encontrar a humana pronta para lhe receber com um abraço forte e um sorriso de 'bem vindo de volta'. - E o que a mocinha esta fazendo fora da cama a essa hora, hein? – Perguntou num tom reprovador, como se falasse com uma menina de quatro ou cinco anos.

- Ei, eu não sou uma criança para você falar comigo assim – retrucou ela, se separando dele e se ajeitando em seu colo - Sesshoumaru, me promete uma coisa? – Perguntou afundando o rosto no peitoral definido do youkai, que apoiou seu rosto na cabeça da mais nova.

- Depende – respondeu, passando a mão pelas costas da menina. Quando sentiu a garota estremecer com seu toque, tratou de parar. Ela deveria esta com frio.

- Vamos, responda sim ou não – pediu ela, separando-se dele para lhe fitar os olhos âmbares, que mais pareciam duas piscinas de ouro puro.

- Sim, mas o que eu tenho de prometer? – Desistiu, suspirando. Um dos defeitos de Kagome: Teimosia. Uma teimosia que o fazia nunca resistir a um pedido dela.

- Promete que nunca vai me magoar? – Perguntou num tom baixo, sem demonstrar o quanto a resposta que ele daria era importante para ela. Suas premonições raramente estavam erradas, contudo ela queria, com todas as forças, que aquela fosse uma das exceções.

- Prometo – respondeu sem entender o que ela queria com aquilo. Mas de que importava? Provavelmente era mais uma das diversas perguntas estranhas que Kagome lhe fazia... Desde sempre aquela menina teimava em lhe perguntar coisas esquisitas, ou lhe prevenir de coisas as quais só aconteciam dias depois. Era estranhou, entretanto ele não se importava muito com aquilo.

- Tomara que cumpra sua promessa – murmurou ela baixinho, decidindo que iria esperar até saber se ele iria fazer aquilo mesmo - Agora, Sr. Taisho, que tal me levar pra cama, não estou a fim de subir aquelas escadas, sabe? – Pediu, ou melhor, quase ordenou a jovem de olhos azulados.

- Sabia que esta ficando muito preguiçosa? –Perguntou ele, divertindo-se com a garota.

- Você também ficaria se estivesse num lugar tão quentinho quanto esse – respondeu ela, fechando os olhos e sorrindo docemente. Os braços de Sesshoumaru eram definitivamente o local o qual Kagome achava mais seguro e quentinho do mundo. E sem dizer ou perguntar mais nada, Sesshoumaru a ajeitou em seu colo e ergueu-se do sofá, antes de caminhar na direção das escadas, com a garota já sonolenta em seus braços.

Infelizmente ele havia quebrado aquela promessa, pois sua Kagome, nesse momento, estava demasiada magoada com tudo aquilo. Oras, quem não ficaria ao ver-se deitada junto com o homem que sempre foi seu irmão, usando apenas roupas intimas e sem saber se havia acontecido algo a mais ou não? Sesshoumaru estava completamente arrependido por conta daquilo. Por Deus, o que ele havia feito?

Abraçando os joelhos e descansando o rosto neles, o youkai cachorro deixou-se chorar. Só deixou aquelas insistentes gotículas salgadas que demonstravam fraqueza correrem pelo seu rosto no dia em que perdera seu pai. Naquele momento, porém, chorou como nunca havia chorado antes, pois acabara de perder a pessoa mais importante da sua vida e, pelo que tinha visto, ela nunca mais seria sua.

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Completava um mês desde o dia em que Kagome e Sesshoumaru brigaram. Bem, não foi de fato uma briga, mas a jovem humana, desde aquele dia, não havia comido direito, nem falado com o youkai cachorro sobre o que havia acontecido, nem de qualquer outra coisa.

Não queria vê-lo na sua frente, não queria ouvir a voz dele, não queria nada com ele. Nunca mais! Iria tirá-lo de sua mente, por bem ou por mal. Já sabia que nada havia acontecido naquela noite e também sabia que parte de tudo aquilo era culpa dela, mas mesmo assim tinha de tirá-lo de seus pensamentos, pois o que aconteceu naquele dia poderia ter ido mais longe e agora eles nem saberiam o que fazer. Não queria perder a única pessoa que importava em sua vida... Não de novo.

- Entregue! –exclamou um belo youkai de médios cabelos castanhos, olhos azuis e de pele bronzeada, que faria qualquer mulher suspirar com a sua presença de espírito, que era prá lá de máscula e palpável.

Aquele era Kouga Ookami, um amigo da faculdade, que se oferecera para trazê-la em casa. Não gostava muito de receber carona, mas naquele dia não estava com paciência para entrar em um metro lotado, com pessoas e mais pessoas esbarrando nela.

- Obrigada por me trazer, Kouga – disse ela que, só naquele instante, havia notado que estavam frente a sua casa. - Não sei o que faria sem você. Aquele metro que mais parece um formigueiro iria me enlouquecer hoje!

- Não foi nada, Kagome –disse ele, sorrindo sedutor- Você sabe que sempre pode contar comigo, não é mesmo?

- Sim, novamente muito obrigada, nem sei como agradecer – disse sem jeito. Oras, mas é claro que estava envergonhada. Kouga morava do outro lado da cidade e mudara seu trajeto apenas para levá-la para casa.

- Eu sei – murmurou ele se aproximando e a puxando contra seu corpo, antes de tomar seus lábios em um beijo exigente. Esse era o problema com aquele youkai lobo, ele amava Kagome, mas essa apenas o via como um bom amigo.

- Atrapalho? – Perguntou uma voz conhecida atrás de Kagome, fazendo o moreno largar a humana que já estava sem fôlego e sem forças para se livrar daquele abraço. Kouga limitou-se a dizer um simples oi ao outro youkai e acenar para Kagome, quando já saia da propriedade do mais velho. - Acho que seu namoradinho não é muito corajoso... – Comentou quando Kagome passou ao seu lado.

- Ele não é meu namorado, mas se fosse, de que isso importaria a você? – Retrucou a morena, que preferia brigar com o homem que sempre chamou de irmão a ter de manter uma conversa amigável.

- Sabe de uma coisa, Kagome? – Perguntou ele, seus olhos âmbares brilhavam de uma maneira diferente, completamente diferente. Naquelas íris âmbares havia ciúmes, muito ciúmes. Quando ela parou de andar, mas não falou nada, o youkai continuou com o mesmo tom frio de sempre - Eu nunca quis que meu pai tivesse a adotado. Desde o primeiro dia que entrou naquela casa eu odeio você, a odeio ainda mais hoje. Só a tratei bem todos esses anos, por que era o desejo do meu pai, nada mais que isso. Você arruinou minha vida! Eu a odeio, Kagome, odeio.

- Sinto... Muito – disse ela, largando seu material no chão e correndo em direção a rua. Não iria ficar num canto onde não era bem vinda, onde na verdade era odiada. Tinha orgulho, ele estava ferido e massacrado, mas ainda o tinha, e aquilo era a gota d'água para ela.

Quando ele terminou de falar tudo aquilo e viu Kagome sumindo na esquina, notou o cheiro de sal pairando no ar e se deu conta da burrada que fez. No que ele estava pensando? Por Deus, já não bastava ela não falar direito com ele e simplesmente o ignorar, agora ele a queria longe?

Quase correndo o Taisho tratou de seguir a humana, não a iria deixar sair tão facilmente de sua vida só por conta de algumas palavras que ele dissera num momento de insanidade. Sim, havia ficado com ciúmes daquele lobo fedido, pois a única pessoa que tinha o direito de beijar Kagome Higurashi era ele, exclusivamente ele. Possessivo? Com certeza.

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Kagome estava prestes a atravessar a rua quando o chamado de Sesshoumaru ficou mais alto, indicando que ele estava próximo. Correria mais rápido se flashes não tivessem passado pela sua mente a deixando apavorada.

Neles ela havia visto a imagem de Sesshoumaru embaixo de um caminhão. Havia sangue por toda a parte, pessoas desesperadas, barulho de ambulâncias, carros de policia e de um choro sôfrego de arrependimento. Seu choro.

Rapidamente, ela virou-se no exato instante que um caminhão de carga ia ao encontro de Sesshoumaru, que nem o havia notado, pois estava mais preocupado em alcançar a humana. Kagome, ainda com lágrimas correndo por seu rosto, decidiu que não deixaria aquela premonição acontecer. Não iria deixar o seu Sesshoumaru morrer ali, atropelado por um caminhão desgovernado, não mesmo. Ele a havia ferido, mas nem por isso iria deixar o amor da sua vida morrer daquela maneira.

Correndo como nunca correu ela foi em direção ao youkai, que sem entender parou de correr e olhou para o lado. Somente nesse momento Sesshoumaru notou o caminhão que estava tão próximo dele e percebeu que não teria como desviar. Fechou os olhos e esperou o forte impacto do veiculo contra seu corpo, mas a única coisa que sentiu foi um forte empurrão.

- Kagome! – Aquela foi a última coisa que a morena ouvira antes de fechar os olhos e suspirar pesadamente, deixando escapar três palavras que fizeram o coração do youkai parar de bater por breves segundos.

- Eu... Te... Amo.

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- Sesshy, eu vou morrer? – Perguntou a garota de longos cabelos negros que estava deitada em uma maca de hospital, com os olhos azulados banhado por lágrimas - Vou morrer como o papai morreu?

- Não – Rrespondeu o youkai, que tinha por volta dos 17 anos. Claro, ela um dia morreria, mas não seria agora- É apenas um apêndice, Kagome, não precisa ficar com tanto medo –assegurou ele, segurando fortemente a mão da menina.

- Mas e se eu morrer? –Perguntou ela, após soluçar alto.

- Não vai, eu prometo – disse ele, deslizando os dedos pelo sedoso cabelo daquela humana que, com o passar do tempo, havia se tornado mais do que um simples peso em sua vida.

Apreensivo Sesshoumaru viu o rosto delicado de Kagome tomar uma expressão de pura dor, por conta de crise de apendicite. Quando a morena começou a passar mal enquanto eles treinavam arco e flecha, ele ficou tão preocupado e sem saber o que fazer que fora Kaede quem chamara uma ambulância a fim de levar a jovem Higurashi para o hospital.

- Sesshoumaru – Chamou uma voz baixinha, que o youkai conhecia muito bem. - Eu vou morrer! – disse Kagome - Eu vou morrer sem beijar um garoto, Sesshoumaru! – o Taisho riria se aquela situação não fosse critica. Era nisso que sua irmãzinha pensava, enquanto tinha uma crise de apendicite e pensava que ia morrer? Se nunca chegaria a beijar um garoto?

- Então é essa sua preocupação? Morrer sem beijar um garoto, Kagome? –Perguntou tentando conter o sarcasmo em sua voz, não queria deixar a menina com raiva numa hora daquelas. Com uma cara de choro ela afirmou com a cabeça e Sesshoumaru simplesmente se inclinou sobre ela e a beijou delicadamente nos lábios - Pronto, problema resolvido!

O belo youkai não viu o sorriso de Kagome ou ouviu o agradecimento vindo da parte dessa, pois no exato momento que ela iria fazer tal coisa a anestesia que haviam aplicado nela fez efeito e a doce Kagome acabou ficando desacordada e foi levada as pressas para o bloco cirúrgico, deixando um Sesshoumaru demasiado preocupado para trás.

Ele mesmo não dissera que era uma cirurgia simples? Então por que estava tão preocupado? Aquela resposta era simples: porque quem estava naquela maca, indo para a ala cirúrgica, era a sua irmãzinha Kagome, a pessoa mais importante da sua vida.

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N/B: OMG! Gente quando eu li esse cap pela primeira vez, fiquei de queixo no chão. Primeiro com a reação da Kagome. Sério, não esperava algo tão violento da parte dela. Sesshoumaru chorando foi outro choque. Depois o ciúmes do Sesshy-kun. Aff. Ele não tem jeito. Possessivo demais. Depois o acidente. Sou só eu ou tem mais alguém aqui que não acreditou nisso?

Na segunda vez que li, mais concentrada em fazer meu trabalho, cheguei a conclusão de que estou ficando obsoleta... Sério. Essa garota está ficando cada vez melhor.

Ah! Respondendo as perguntas que a Emily-chan fez mais a baixo. Em ordem: Muito. Nem um pouco. Por que ele sabe que não tem chances. Espero que não o.o. Completinho. Do mundo eu não sei, mas das que conheço sim n.n Possivelmente sim. Maravilhoso. E pulando algumas perguntas, a resposta da última: Fale com meu médico n.n

N/A: Ok pessoal, mais um cap novo on!!! (:

E ai... Gostaram? Odiaram? Por que na minha fic o Kouga é um covarde? Será que eu sou o ser mais cruel do mundo e matei nossa protagonista preferida? Será que o Sesshoumaru é um exemplo de ciumento-possessivo-compulsivo? Eu sou a melhor autora do mundo?!?!?!?!?! –leva pedrada- :B Será que essas vozes na minha mente iram parar de falar comigo se eu voltar a tomar meu remedinho toda noite?! ToT/

Hehehehehe... Sério, o que acharam do capitulo? º-º

Vocês sabiam que eu simplesmente adoro escrever os Flash Black's que sempre aparecem nessa Fic? Sério... É como se eu fugisse um pouco do enredo original da Fic e criasse um mundo novo, onde os nossos queridos protagonistas vivem períodos onde estiveram mais felizes, unidos ou os momentos mais marcantes em suas vidas e isso me deixa super emocionada... Snif... Snif... T_T

Meninas que eu adoro, do fundo do meu coração, hoje eu tenho um brinde especial para vocês!!!!! Só pra deixar vocês um pouquinho menos bravas comigo, ok? Mas, oh... se você sofre de algum problema cardíaco, por favor, pule essa parte ou eu não me responsabilizo por leitoras mortas, hem? Brincadeira... xD

Imagina ai, você deitada em um futon macio, e bem ali, na sua frente, esta Sesshoumaru Taisho, completamente desprovido de roupas, lhe olhando com aquele ar superior, porem com os olhos cor âmbar banhados em luxuria, uma luxuria voltada completa e exclusivamente para você. Seu corpo másculo e definido brilhando com ajuda da luz da lua, que cintilava por conta das gotículas de suor em sua pele branca. As chamas da lareira dançavam em seus músculos bem delineados, e só no que ele pensava era em tomar seu corpo entre seus braços, preencher seus lábios com o dele e fazer tudo que você quiser, do jeito que você quiser...

Viiiiixi, rsrsrsrs... Será que eu matei alguém?! n.n

Beijinhos, Beijinhos e tchau, tchau...

Ate o próximo capitulo!!! ;)

Respostas as reviews anônimas:

Mara

Olá!!!

Rsrsrsrs... nem eu, que sou eu =D, acreditei, imagine meus leitores xD

Não tem a mínima chance de uma pessoa, normal..., dormir numa hora dessas, só a Ka-chan, com ajuda da minha mente insana, pra dormir mesmo... xD

Opa, com certeza! Pode acreditar, quando o hentai chegar, vai compensar tudo que eu já fiz meus queridos leitores passarem... prometo! (:

Nhá... continuarei assim que der, no próximo capitulo iram rolar varias emoções!!!

Espero que tenha gostado desse capitulo, e continue acompanhando a fic...

Kissus Ja Ne... ;)

Daianne

Kkkkkk, verdade... só ela mesmo xD

Qual pessoa normal dormiria? Euzinha aqui que não!!! °-°/

Kkkkkkkkk' desculpa, querida, desculpa mesmo... mas é que foi inevitavel, pena que eu acabei repetindo o erro e aqui esta, cap demorou mais uma vez a ser postado, desculpa mesmo...

Também acho torturante, ate pra mim mesma... ç.ç

Nhá... muito obrigada, flor... você é muito kawaii °-°

Não deie de acompanhar a fic, hem? Odiaria perder uma leitora tão fofa quanto você... ç.ç

Beijinhos e a te o capitulo 7 ;)

OMG!

Kkkkkkkkkkkkkk'

Sentir esse certo calor é normal, viu? Pode crer... muito normal... xD

Nhá... muito o brigada, fico feliz em saber que acha isso de mim (:

Opa, queria saber o que achou desse capitulo, hem?

Beijinhos, ate o próximo ;)