Disclaimer:Todos os personagens de Inuyasha pertencem à Rumiko Takahashi.
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Gênero: Romance/Drama/Ação/Aventura.
Emparelhamento: Sesshoumaru/Rin
Sumário:Ao nono ano após a derrota de Narak, Rin deve fazer sua escolha entre seguir seu querido Lorde, agora Rei das Terras do Oeste, ou permanecer entre os humanos. Mas ao descobrir que a verdadeira história por traz do massacre acontecido em sua infância está ligado a mistérios e motivos inimagináveis, sua vida muda completamente trazendo responsabilidades e deveres que vão além deste mundo. [Mais no meu perfil.]
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OBS: O que esta em itálico é pensamento da personagem. Travessão na frente da frase indica fala. Boa leitura!
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Akai Ito - O fio vermelho do destino
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Capitulo 6. Sensação hostil e uma princesa misteriosa.
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A noite era de festa no grande castelo do Senhor das terras do Leste.
O daiyoukai de longos cabelos prateados assistia desinteressado ao rítmico festejo no luxuoso salão de recepção, localizado no segundo andar do edifício.
Após a reunião com Katsuo na parte da manhã, onde trataram de interesses políticos e estratégicos, rumou para biblioteca. Almejara encontrar um lugar abarrotado de livros antigos, enigmáticos, culturais, e não se enganara.
Katsuo fazia jus à fama de assíduo colecionador. Além do ambiente espaçoso preenchido por muitas prateleiras de pergaminhos de um tempo longínquo, repletos de obras famosas, outras desconhecidas, mas não menos excelentes, outros objetos encheram seus olhos: as relíquias e tesouros expostos feito decoração.
Belas espadas com lâminas de todos os tipos, achatadas, retas e finas, curvas e longas. Empunhaduras que por si só eram espetáculos, cobertas por desenhos finamente esculpidos que retratavam histórias de outras épocas. Em algumas poucas, devido à idade, a lâmina estava gasta e irregular, porem isto parecia ser apenas mais um artificio para a beleza daquelas armas.
Próximo às espadas, Sesshoumaru avistou joias compostas por pedras preciosas, das quais algumas até mesmo ele desconhecia a existência. Coleções de vasos decorativos, espelhos estrangeiros, pinturas fascinantes... Deparou-se com diversos objetos de diferentes lugares, de variadas eras, todos de inestimável valor e indiscutível encanto.
Mas também reconhecera alguns objetos ali, pertencentes antes a outros proprietários.
O lugar inspirava a imaginação de todos os visitantes fazendo-os mergulhar em pensamentos de aventuras inventadas pelas próprias mentes, recriando as histórias passadas dos tesouros. No fim, as pessoas desejavam tais objetos para si, ansiavam expô-lo de mesmo modo, exaltar-se por sua propriedade. Admiravam e invejavam o possuidor de tais coisas.
Mas não Sesshoumaru.
Ele pensara que de fato aquela biblioteca afamada havia sido o ponto mais interessante que descobrira nos domínios de Katsuo. A maravilha era impressionante, no entanto, representara outra utilidade para o daiyoukai.
O lugar transparecia importantes informações a respeito da personalidade do Senhor do Leste, relevantes para o momento da analise da proposta de paz e aliança matrimonial entre as duas terras oferecida por ele.
Katsuo era um déspota, tirano, assim como obcecado, concluiu.
Insano por qualquer coisa que despertasse seu interesse. Um sujeito disposto às atitudes mais sórdidas para obter o responsável de seus desejos, impondo seu poder, atemorizando e abatendo tudo no caminho que interferisse sua conquista.
Afirmara isso, pois algumas relíquias presentes na biblioteca - que mais parecia com um museu - testemunhara no passado sob a posse de outras pessoas, essas nunca dispostas a abrir mão de tais tesouros. Imaginara as ações necessárias por parte do Senhor do Leste para toma-los.
No entanto, não precisou se esforçar. Era possível sentir o cheiro da morte e terror, meios certamente usados, impregnado nas paredes do lugar.
Se antes estava incerto sobre a possibilidade dele oferecer o acordo e a própria filha como ardil para apoderar-se das Terras do Oeste, sua visita àquele ambiente trouxe-lhe próximo a garantia.
Ao findar da manhã, solicitou a Jaken que procurasse por informações sobre Katsuo e a princesa, e até mesmo fatos em que estivessem relacionados. Tal proposta exigia prudência em sua analise.
Examinaria os dois, principalmente o rei youkai, para obtenção de informações mais precisas. Porventura poderia até aceitar a oferta dele e prova-lo que fora equivocado em subestimar o temível Sesshoumaru. Não bastava a astúcia demonstrada por Katsuo, a tentativa de matrimonio para vigorar um ilusório pacto de paz era uma espada de dois gumes. Desta forma, o próprio daiyoukai, Senhor das Terras do Oeste, também poderia conquistar o Leste e estender sua supremacia.
Traçaria um plano, uma estratégia e mostrar-se-ia um digno Inu no Taishou*.
A tarde decorreu enfastiosa à medida que pensava sobre um possível matrimonio, nas consequências que este ato poderia proporcionar a sua vida e a vida de Rin.
Já propunha a jovem humana residir em seu castelo. Não voltava em suas palavras e também não pretendia mudar sua opinião sobre isso. Comunicara antes a Katsuo que independente de sua decisão, Rin era sua protegida, intocável para qualquer um e o desacato de sua palavra seria intolerável.
Mas ainda assim, seria ingenuidade pensar que a situação entre os dois permaneceria a mesma. Inclusive já notara há alguns dias atrás, em sua passagem pela vila humana, certa descomodidade ao vê-la.
Pensou por algum tempo nessa estranheza e após não encontrar nenhuma explicação razoável, optou por adiar essa questão até sua volta ao castelo, possivelmente com Rin. Algo próximo de acontecer, considerando que partiria essa madrugada em direção ao vilarejo onde sua protegida vivia.
Por agora, deveria manter as cordialidades e desfrutar da noite de festa oferecida por seu anfitrião.
Cerimonia essa, totalmente dispensável em sua opinião.
O lugar acomodava diversos convidados; ministros do Rei daquelas terras que debatiam entre eles, competindo sobre as próprias contribuições ao seu Senhor, músicos que tocavam para alegrar os presentes, generais das tropas do exército – com exceção de um - que aproveitavam a oportunidade para exibir seus status e porte físico, determinados em conquistar uma das muitas damas voluptuosas que desfilavam seus adereços como mercadorias a serem avaliadas.
Essas cortesãs vestiam-se de luxuosos tecidos preparados especialmente para evidenciar as curvas de seus corpos femininos, usavam adornos preciosos e exagerados, abusavam de seus treinados gestos refinados para seduzir os machos, a fim de obter um posto importante e fortuna. Eram profissionais na arte de distrair e iludir os homens.
O daiyoukai mantinha-se estoico aos olhares e a excitação vinda delas em relação a sua aparência masculina e posição social. Certamente alguém havia as instruído de seu poder, assim como sua riqueza.
Um general ou ministro que claramente era o preferido de Katsuo e provavelmente o superior do restante dos militares estava estacionado num canto, sem nenhuma companhia, apenas observava a tudo e ao mesmo tempo nada. Olhando para todas as direções pausadamente, parecera vigiar os convidados e suas ações, porem sua aura vazia quase fez dele um ser inanimado. Sempre na companhia do Rei, Jaken viu os dois passarem mais cedo e quando ficou sozinho com o Senhor do Oeste à tarde, disse eufórico como um intelectual, que aquele não era na verdade um youkai. Disse-lhe que era chamado de Tengu, e que estava mais para um semideus do que para um youkai. Falou outras coisas também, mas ignorou o restante, cortando logo suas histórias.
Sesshoumaru sentado sobre um extenso amontoado de futons feitos da mais preciosa seda de cor vermelha, a beira de uma mesa baixa arranjada especialmente para ele, observava as superficialidades estagnadas no ar.
Homens que procuravam uma parceira para acasalar, mulheres que cobiçavam sua atenção, seus toques e reconhecimento, auxiliares do Rei concentrados em competir com suas inúteis ideias, músicos compelidos a tocar incansavelmente durante a noite toda para manter as aparências, e ele aguardando a volta de Katsuo para o salão, e enfim despedir-se da hospitalidade oferecida pelo Leste.
Ansiou por retornar a voar pelo céu, tomando seu caminho de volta para suas terras, sentir o vento fresco no rosto, ver a imensidão verde dos gramados, e ouvir a familiar voz de Rin, que apesar de torna-lo reflexivo sobre o leve desconforto que despertou nele, fazia-o tranquilo.
A noite passou lenta, e depois de horas de espera pelo paradeiro de seu anfitrião e farto pela demora, levantou-se disposto a encontrar Jaken e trilhar sua viagem para o Oeste.
Uma das cortesãs - a mais espalhafatosa delas – que o encarava desde a chegada dele ao lugar, cochichou rapidamente com uma mulher ao seu lado e igualmente se levantou do assento destinado a elas. Aparentando conseguir coragem da qual não dispunha até momentos atrás, caminhou compassadamente em direção a ele, parou a sua frente notando só então apanhar o olhar e atenção do elegante youkai, que aparentou nem mesmo notar sua aproximação. Apesar do breve desapontamento de não ter fisgado a atenção de sua presa desde o momento que começou a dirigir-se a ele, usando de toda sua sensualidade e beleza, manteve a postura graciosa. Sentiu seu desejo aumentar exponencialmente ao vê-lo fita-la tão hipnoticamente. Notou que os exóticos olhos dourados passaram por todas as características de seu rosto, e percebeu a temperatura do próprio corpo subir sob o intenso olhar que ele a dirigia.
Sesshoumaru, de canto de olho, viu uma mulher se levantar e avançar, mas não imaginou que ela tivesse a ousadia de permanecer a sua frente na clara tentativa de chamar sua atenção. Ainda descrente, olhou-a. O topo da cabeça feminina ficava abaixo da linha dos ombros dele, com os cabelos vermelhos, olhos verdes e pele branca, exalando o cheiro de sua libido, uma jovem youkai que com certeza deveria ser o desejo de qualquer homem.
Contudo, sua mente pensou de uma maneira que o surpreendeu. Instantaneamente lembrou-se de Rin. Aquela mulher deveria ter, aproximadamente, a mesma idade de Rin para os padrões youkais, e essa era a única semelhança que elas poderiam ter.
Sua carne desejou aquela youkai. Seu corpo masculino, sabendo que aquele tipo de mulher era o objeto de satisfação por apenas uma noite, que estava interessada apenas nas suas posses e poder, quis tê-la por aquela noite para sentir prazer.
Mas de novo seu pensamento foi assaltado por ideias em sua protegida. Será que ela também desejara um homem e quis entregar-se ao imundo¿ Rin também enviara um olhar como o que recebera agora, cheio de luxuria e devassidão a um humano, entregando-se como uma meretriz por seus desejos carnais¿ Pode enxerga-la a sua frente, olhando para um macho como essa mulher o olhava.
Ele a considerava pesadamente agora, lançando-a um olhar perigoso e mortal.
Reparou que a mulher quase se contorceu de aflição perante seu pesar acusador.
Ela perdeu aos poucos o anseio, e logo, totalmente a pretensão e compostura inicial que acumulou para encaminhar-se ao objetivo que cobiçara. Deixou sua visão cair para as próprias mãos e com uma rápida reverencia semelhante a um pedido de desculpas sem palavras, voltou para o assento onde ficavam suas amigas. Aquietou-se e não olhou para ele nenhuma vez mais.
Sesshoumaru achou muito nova e ruim a sensação que experimentara ao pensar vivamente em Rin agindo como uma cortesã com outros homens, e pior ainda o reflexo que teve, de lançar um olhar repulsivo à mulher. Como o simples fato de pensar em sua protegida pode fazê-lo expressar uma ação com seu olhar, sendo que sempre fora indiferente a sentimentos¿
Antes de questionar-se mais, seu olfato alertou-o do cheiro de Katsuo, que acabara de adentrar o salão. Convenceu-se apressadamente; essa questão deveria ser deixada de lado, e tal situação certamente ocorreu, porque seu orgulhoso youkai interior julgou a mulher indigna, inclusive, de passar uma noite ao seu lado.
Virou-se para a fonte do odor do anfitrião que se dirigia até sua presença.
Notou que alguém o acompanhava, logo detrás dele, e todos os presentes no salão pararam brevemente a movimentação para contemplar essa mesma figura.
Katsuo parou. - Senhor das terras do Oeste e atual Inu no Taishou, Sesshoumaru – Cumprimentou-o com um arco e apresentou-o para a mulher que se esgueirou de suas costas.
O daiyoukai observou a menina à frente, que o admirava com olhos gateados, de cor azul escuro profundo, delineados naturalmente por uma linha preta, tanto nas pálpebras superiores quanto inferiores, salientando sua pele lisa e branca. Os cabelos alvos como a luz da lua com mechas negras como a noite estavam arrumados em um coque alto enfeitado por arranjos de pedras preciosas, deixando porções de fios soltos, uma em cada lado do rosto - próximo às orelhas - que descia a frente de seu corpo até seus quadris - e uma quantidade considerável na nuca que se estendia até a parte traseira dos joelhos.
Ela era magra, vestida num quimono azul claro com bordados de prata, que combinava com seus olhos.
O rosto feminino de beleza estonteante transmitia inocência, mas a aura dela estava tingida por uma tristeza profunda, e seu olhar, apesar de aparentemente mira-lo, não possuía nenhum brilho e foco. Tinha o aspecto abatido de uma pessoa em luto ou perdida.
- Esta é minha filha e herdeira, Miwa-hime – arrematou o Senhor do Leste, sem esconder o largo sorriso de orgulho.
- É uma honra conhece-lo – Ela o saudou, quebrando o olhar condescendente que trocava com seu pretendente, enquanto falava com a voz fina e uniforme.
Sesshoumaru retribuiu a saudação.
Perscrutou Katsuo, impecável em seus trajes reais, a aparência exímia, comparou mentalmente com a princesa e constatou os traços totalmente diferentes dos dois.
- Este é meu maior e mais lindo tesouro. – Disse ele. A jovem princesa esboçou um pequeno e tímido contentamento, perante o elogio do pai.
Após as apresentações, o anfitrião puxou a conversa. – Falando em tesouros, você conheceu a minha biblioteca¿
- Sim. É impressionante. – respondeu sem nenhuma alteração em seu humor.
- Realmente, todos os visitantes se encantam com ela. – Ele exaltou-se convencido, sorrindo sedutoramente para uma das cortesãs que o olhavam, regressando logo a olhar para Sesshoumaru – Bem, e como está à noite¿ Gostando da festa¿
- É uma comemoração empolgante, contudo não poderei aproveita-la mais. Estou de partida para as minhas terras. – admitiu de imediato.
- Mas chegou a pouco, fique mais! Pensei que permaneceria até amanha... Brinde-nos com sua presença mais esta noite, junte-se a nós no baile!
Ele continuou irredutível e inexpressivo - Agradeço a hospitalidade e gentileza, todavia assumi um compromisso e tenciono cumpri-lo.
- É uma pena perder a companhia de um Rei elegante e talentoso como você, mas respeito sua decisão. Desejo-lhe uma ótima viajem de volta, muita prosperidade para tuas terras e que possamos tratar agradavelmente de outros assuntos, como hoje, novamente. – Notara que o hóspede possuía uma personalidade forte e decidida e mediante isso, limitou-se a felicitar, convencido de que não adiantariam suas tentativas em dissuadi-lo.
Sesshoumaru agradeceu pela ultima vez, despediu-se em retribuição as mesuras das duas pessoas à frente e seguiu sentido Jaken, antes de empreender a viagem. Saiu do lugar que acontecia a festividade, aliviado por se livrar da presença de pessoas que não tinha o menor interesse e por começar a se afastar de um castelo que, incrivelmente, conquistara sua aversão.
No salão, o divertimento continuou sem interrupção.
Katsuo converteu seu semblante para serio após a saída de seu convidado. Miwa registrou a mudança de humor expressada pelo pai e tomou-lhe a mão entre as suas pequenas, preocupada. Ele olhou para ela.
- Dá-me a honra de uma dança¿ - disse o Rei, induzindo o assunto para algo mais descontraído para evitar perguntas.
- Dançar¿ É que, hum... – ela fixou sua atenção em um ponto perdido no espaço ao lado dele, compenetrada em pensamentos. Segundos depois, desanimada, esvaneceu-se da ideia de resgatar alguma lembrança sobre isso. - Eu não sei se danço bem...
- Não, você não dança bem - ele abriu-se momentaneamente, contente e enigmático -simplesmente é a melhor dançarina que já testemunhei!
- Me desculpe... - a princesa corou e respondeu após um lapso de memória, vislumbrando-se em tempos atrás, dançando fascinante e alegre. - É verdade, acabo de me lembrar. Eu danço muito bem.
Ele puxou-a para mais perto de onde a musica era feita, com um pequeno sorriso. Ela deixou o ritmo conduzir seu corpo, soltou-se de seus pensamentos e dançou ritmada com seu pai, sentindo uma pequena felicidade espalhar-se por sua alma, algo que há muito, não se lembrava de sentir.
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Autora: A. Diandra
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Sumário:
*Inu no Taishou: líder dos cães.
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NOTA AUTORA:
1º. O nome do pai de Sesshoumaru e Inuyasha é Toga. Inu no Taishou em sua tradução para o português significa LÍDER DOS CÃES. Ou seja, um título honorífico do clan Inu. Por isso Toga era chamado de Inu no Taishou, por ser o líder dos inuyoukai. Então quando Sesshoumaru - sucessor de Toga - tomou o controle das terras do Oeste e a liderança inuyoukai, passou a ser intitulado de Inu no Taishou.
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2º. Esse capítulo é bem mais curto do que estou habituada a escrever e postar aqui, mas isso ocorreu por um motivo: ele é quase um complemento do capítulo anterior. O que foi citado acima se passa no mesmo dia em que Sesshoumaru e Katsuo tem uma reunião na parte da manhã. A festa é a noite e se estende ao inicio da madrugada do dia seguinte. Por isso achei melhor posta-lo separadamente do próximo capitulo (inicialmente seriam um), para não confundi-los na cronologia dos fatos.
Mas para não chatear os leitores que gostam de capítulos longos, uma boa notícia: o capitulo 7 está pronto e é longo como os anteriores a esse. Agora, uma boa noticia para todos os que acompanham: no final dessa semana ou no comecinho da próxima postarei o capitulo 7, pois falta apenas revisa-lo. Como prévia, o nome do capitulo:
Capitulo 7. O mistério de Akio.
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3º. Agradecimentos: A todos que leem e acompanham mesmo sem deixar reviews, e principalmente as leitoras que me deixaram um comentário no capitulo anterior.
Devo dizer-las que eu fiquei muitíssimo feliz por suas palavras, e isso me incentiva muito na hora de sentar na frente da tela do PC e começar a escrever, mesmo sendo um grande desafio para mim. Nunca escrevi histórias antes dessa, e vocês me motivam a dar o meu melhor a cada capitulo. E por isso, meu agradecimento especial:
- Guest; obrigado pelos elogios e espero que tenha gostado desse capitulo. Beijos!
- Miss Kinney; você dizer que sente como se essa fic fosse uma continuação do anime pela 'perfeita sincronia encontrada na descrição e manutenção das personagens' me emocionou. Ouvir isso de um leitor é a maior recompensa que eu poderia esperar. Ama capítulos grandes? Eu amo reviews longas como a sua! Adorei você pautar várias partes da fic e expor sua opinião sobre elas, é assim que vejo se consegui alcançar meu objetivo e como devo seguir adiante. Desculpe, mas as reais intenções do Lorde Katsuo do Leste não será dada de bandeja rapidamente. Colocarei aos poucos, fragmentos, relatos sobre ela, já que afinal, será que ele mesmo conhece suas reais intenções? Obrigado por seu comentário, realmente espero que tenhas gostado desse capitulo, e o próximo posto aqui rapidinho. Beijos!
- Dama Layla; Ri com seu comentário! Desculpe deixa-la na expectativa, mas só saberemos quem é o 'maluco' no próximo capitulo. Prometo que, no máximo, começo da semana que vem você saberá quem é ele. Obrigado pela leitura, beijos!
-Luuh K; É bom ter medo mesmo do Senhor do Leste, isso te garanto! Rs. Desculpe por te deixar aguardando por um mês para ler esse capitulo, mas na próxima semana o outro estará aqui quentinho! Obrigado por acompanhar a fic, beijos!
- Stra. Dark Nat; Fico feliz que esteja gostando. Tenho que dizer: sua memória é perigosa ein! Que isso, toma cuidado menina! Rs. Vê se não esquece de me deixar mais comentários, eu fico muuuuuito feliz quando recebo um! No próximo capitulo saberás a verdade sobre Akio conhecer a Rin. Você é esperta, já sacou que para o Senhor do Leste estar atras dela, alguma coisa de especial ela deve ter. Gosto de pessoas assim. E gosto de fazer as pessoas pensarem! Tomara que goste desse, e em uma semaninha eu posto o próximo, então até! Beijos.
- Estrela-chan; mais um capitulo que você me deixa comentário, e mais uma vez me deixa feliz. Me esforcei bastante para escrever o capitulo 5 e vou te falar, foi um desafio! Akio e Reichi a mesma pessoa? Hum, sei não... Mas no próximo capitulo você saberá, é só aguardar uma semana! Deixe mais comentários, beijos!
- Flvia; Obrigado pelo elogio de que sou uma das melhores escritoras de fics que você já viu, em meio tantas escritoras de histórias, ouvir isso é uma honra. Não te mandei o 'aperitivo' pois não apareceu seu e-mail, acho que tem que separar as letras para aparecer... Sobre quantidade de capítulos, ainda não fiz uma média, mas será uma fic longa! Espero que goste desse, beijos!
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