Comfortably Numb
por Joy S. Lemon

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Disclaimer – Tirando alguns personagens originais nada aqui me pertence, tudo é da tia J.K. Serial-Killer-Rowling, Warner Bros e editoras afiliadas. Eles vão ser meus só quando, o tio Voldie olhar bem dentro dos olhos do Dumbledore e dizer, - você é tudo o que eu sempre quis, meu feijãozinho de todos os sabores! - Uí!


Capítulo 5Encontro das águas.

Seus olhos latejavam, a coluna doía. Ele estava cansado, sentindo o corpo pesado, mas não poderia parar nem por um segundo. Não ousava verificar as horas, sabia que se o fizesse se arrependeria, tinha outras coisas a fazer, outras preocupações. Mas não poderia parar, não no momento em que tudo estava tão fresco em sua mente.

Os dedos deslizavam pelas teclas, rápidos, precisos, ágeis. Marcando nelas seus desejos, as vontades. Os cabelos estavam soltos, os óculos de aros simples escorregando pelo nariz avantajado. Mesmo estando concentrado, ele sabia que precisava parar.

Uma hora depois ele continuava ali, sentado, movendo apenas os dedos e os olhos. Ele ouviu o barulho da chuva, e sentia uma agradável sensação arrepiante assolar seu corpo. Estava ficando cada vez mais frio. Ele adorava essa época do ano. Mesmo a odiando...

Quando parou ao fim de sua escrita, olhou o relógio e percebeu que ficara ali, submerso em seu próprio mundo por quase doze horas. Estralou os dedos, salvou o trabalho e se levantou para esticar as pernas.

À madrugada havia começado a pouco, era domingo enfim. Um frio subiu por sua espinha lembrando-lhe os visitantes do dia. Ele não entendia como um garoto podia cativá-lo tanto, impregnar-se em sua mente tão profundamente.

A casa estava silenciosa, escura e aconchegante. Severus caminhou pelo corredor e abriu a porta do quarto da filha, ela estava dormindo como um anjo, encolhida, abraçada com seu urso de pelúcia. Ele olhou-a ternamente, sentindo o coração calmo. Snape se culpava por não ficar o tempo necessário com ela, e sentia uma pontada no peito apenas em pensar que ela poderia odiá-lo. Annie era tudo o que ele tinha, o que lhe fazia bem.

Acariciou os cabelos lisos e negros, ajeitou as cobertas e plantou um beijo suave em sua têmpora. Severus sabia que deitada naquela cama estava sua maior riqueza, a única coisa que tinha orgulho de ter feito na vida.

Saiu sem fazer barulho, encostando a porta novamente. A chuva tinha aumentado, deixando tudo ainda mais agradável, o som das gotas batendo no solo era como uma música nostálgica. Severus sentiu o peito doer.

Ele tomou um banho rápido e se embrenhou sob o edredom, aconchegado e relaxado ele dormiu, pensando que ainda lhe faltava algo, mas que não demoraria muito a chegar.

-º-º-

- Escute... apenas escute – sua voz estava um pouco alterada, mas respirou fundo para normalizá-la. – Eu não vou voltar. Não adianta pedir, não vou fazer isso, estou bem aqui. Eu me cansei de ser o centro das atenções, cansei de ver as pessoas me olhando com pena, e não adianta dizer o contrário, você sabe que estou certo. Eu sei que vocês me amam e eu também os amo, mas entenda é difícil voltar e ter que enfrentar tudo outra vez. Eu não sou essa fortaleza que todos pensam, não sou forte... – ele engoliu em seco. – não sou...

- Harry... Harry, apenas...

- Não, Mione, não insista. Não quero voltar... já disse que estou bem aqui. Até arrumei um emprego, conheci pessoas legais – disse Harry, passando a mão nos cabelos, num gesto impaciente.

- Nós sentimos sua falta...

- Também estou com saudades... mas não dá para voltar. Pensei que você entendesse...

- Eu entendo Harry, mas...

- Mas? Mas nada Mione, você sabe como me sentia quando era tratado como um pobre coitado, que havia perdido os pais de um jeito trágico, e que ainda era lembrado. Como acha que me sinto sendo apontado na rua? Como acha que me sinto sendo rejeitado pela família que me acolheu como um filho apenas por ser gay? Não venha me dizer que todos esqueceram! Pois eu não esqueci, e talvez nunca esqueça, ainda lembro da expressa enojada deles, quando viram que estava beijando Charlie. Me chamaram de bicha, e disseram que fui eu quem influenciou o filho deles. O que é bem mentira, você sabe. Só vocês dois ficaram do meu lado.

- Eu sei de tudo isso. Sei como você se sente, mas queria te dizer uma coisa, não ouse me interromper novamente – disse Hermione Granger, severa. – Sirius estava te procurando. Quando soube o que aconteceu quase matou todos nós, se não fosse por Remus, os Weasleys teriam sido extintos – e Harry sabia como isso era difícil. – Agora escute Harry, ele quer saber onde você está. Ele está preocupado...

- E onde ele estava todo esse tempo? Viajando e se divertindo? Sinto a falta dele, não posso negar, mas não quero vê-lo...

- Mas Harry, ele...

- Mione, tenho que desligar, trabalhei o dia todo, e estou cansado... – disse o rapaz numa voz monótona.

- Argh... como você é teimoso! – rosnou ela. – Está se alimentando bem? Parou de ter pesadelos? Qualquer coisa me ligue...

- Eu sei, eu sei... mande um abraço para o Ron, e diga que estou bem.

- Pode deixar, apenas se cuide.

- Certo... e Mione?

- Humm?

- Eu amo você...

- Eu também meu amigo... eu também.

Quando Harry desligou o telefone sentiu as entranhas queimarem, foi para a cama sem tomar banho, tirar os sapatos ou mesmo o casaco, ele estava muito, muito cansado.

-º-º-

Ele se debatia, estava suando, imagens distorcidas passavam por sua cabeça em forma de flash Back ele voltara ao passado, vira novamente as mesmas cenas dolorosas, seus anos obscuros. Lembrou de coisas que queria esquecer. Esqueceu de coisa que lembrava... e viu no meio de tudo isso duas esmeraldas o fitando. Eram os olhos dela que ele via. Era ela quem sempre estivera ali dentro dele, mas que por motivos variados tinha ficado soterrada no fundo de sua mente. Ele a via, e agora tudo fazia sentido.

- Lily! – gritou Severus, com a mão estendida no ar. Ele estava suando, tremendo e sentindo-se um lixo. Há anos não tinha aquele sonho, há tempos não pensava nos anos em que a morte fora sua única certeza. Sentiu medo, agonia e logo depois sentiu crescer dentro de si um ódio que não lembrava que estivesse ali. – Potter!

Um relâmpago iluminou o quarto escuro, e logo depois o barulho cortante se fez ouvir, ele abriu e fechou os olhos tentando guardar dentro de si aquele sentimento. Quando viu parada na porta uma menina de cabelos e olhos negros tão parecidos com os seus.

- Vem cá... – ele a chamou baixinho estendendo a mão.

Ela andou incerta pelo quarto escuro, mas saiu correndo quando outro trovão estourou no céu, entrou debaixo das cobertas com rapidez e aconchegou-se nos braços do pai.

- Pesadelo? – perguntou ele, numa voz macia. Ela apenas abanou a cabeça positivamente. – Eu também...

Ele a abraçou como se precisasse daquilo para viver. Sentiu lágrimas nos olhos, dor no coração. Uma incerteza tão grande, que o dilacerava. Harry Potter, o garoto, era filho dele, mas Severus por algum motivo não conseguiu odiá-lo, pois ele também era filho dela.

-º-º-

Quando ela abriu os olhos estava sozinha na cama de seu pai. Lembrava-se de ter acordado no meio da noite e correr para o quarto dele. Estava com medo que ele não estivesse lá, ficou com medo dele a ter deixado também... Mas não. Severus estava lá, e aconchegou-a fazendo com esquecesse do medo.

Annie colocou as perninhas para fora da cama, e calçou suas pantufas negras, saindo a passos largos. A chuva tinha ido embora, era o sol quem lhe dava bom dia.

Quando desceu as escadas sentiu um cheiro gostoso vindo da cozinha. Sorriu. Estava tudo em seu lugar.

Severus estava parado em frente a pia, cortando alguma coisa, um avental preso na cintura, e os cabelos bem presos, num rabo de cavalo alto.

- Bom dia, dorminhoca... – disse ele, virando e encarando-a.

- Bom dia... – respondeu ela, esfregando os olhos.

- Já escovou os dentes? – perguntou, virando-se novamente, para voltar a picar o que quer que fosse.

- Não... – ela encarou as costas do pai, sabendo o que viria depois. Sem dizer mais nada subiu as escadas e foi ao banheiro. Escovou os dentes, penteou o cabelo e trocou o pijama por um vestido vermelho. Quando desceu novamente, e foi até a cozinha, seu café estava posto sobre a mesa, torrada com geléia de amora e leite com chocolate.

- Vermelho... – disse Severus torcendo nariz. – Não tinha outra cor?

- O que a de errado? – perguntou Annie, mordendo uma torrada. – Eu gosto de vermelho.

Ele fez uma careta e Annie sorriu. Sabia muito bem que Severus não gostava de vermelho. Ela fazia isso só para provocá-lo, era divertido. E o vermelho não era tão ruim assim.

Quando terminou pôs-se de pé num pulo. E já ia saindo quando ouviu o pai lhe chamar.

- Onde pensa que vai? – perguntou ele numa voz grave.

- Na casa do Harry - disse ela, com naturalidade. Fazendo o homem virar-se rapidamente para encará-la.

- Na casa de quem? – perguntou ele.

- Na casa do Harry – repetiu a menina, apoiando o peso em um dos pés. – Está ficando surdo papai?

- Ouço muito bem – respondeu amargo, virando-se novamente. – Quero saber o que vai fazer lá.

- Visitar – disse simplesmente.

- E como sabe onde ele mora? – perguntou Severus, começando a cortar o frango.

- Ah... eu sei de muitas coisas... – respondeu ela, saindo e deixando uma grande interrogação na cabeça do homem.

-º-º-

Harry acordou com um barulho insistente. Um barulho que ele amaldiçoou veementemente. Levantou meio tonto, e desceu as escadas quase rolando nos degraus. Quando chegou a porta, nem se deu ao trabalho de ver quem era, tratou logo de abri-la.

- Ah Annie... é você – disse deixando a pequena entrar, voltando para subir as escadas. Ele virou-se rapidamente como se estivesse finalmente acordado de um sono profundo. – Annie?!

- Bom dia, Harry - cumprimentou ela, ainda parada na porta. – Desculpe ter te acordado.

- Bom dia. Não tem problema... – respondeu, ajeitando os óculos tortos no rosto. Olhou para baixo e viu que estava vestido como no dia anterior. Bufou e olhou para a menina a sua frente. – A que devo a honra.

- Vim te visitar e buscar também – respondeu ela, sorrindo. – Já são quase onze horas, deveria ter avisado que viria, aí você poderia dormir até mais tarde...

- Não tem problema, mas como sabia onde eu morava? – Ele foi até a sala com Annie em seus calcanhares.

- Te vi pela janela ontem, acho que estava chegando – ela sentou-se no sofá.

- Provavelmente... – disse ele, esfregando os olhos e sentindo um gosto horrível na boca. – Você pode esperar aqui até que eu tome um banho?

- Claro... – disse, dando um sorriso torto. – Afinal está precisando.

Harry sorriu e balançou a cabeça. Ele gostava dela, era tão espontânea e direta... tão nova, mas mesmo assim tão esperta.

Tomou um banho rápido, não queria deixar sua visita esperando. Colocou uma cal de moletom cinza, e uma camiseta branca, calçou seus tênis e desceu as escadas. Ela estava sentada no mesmo lugar como se não tivesse mexido um único músculo. Quando os olhos da garotinha o fitaram, se arregalaram tanto que Harry temeu ter de procurá-los mais tarde em seu tapete.

- Harry! – exclamou ela, chegando perto. – Vai vestir isso?!

- Sim... – respondeu sem entender nada.

- Eu achei que fosse tonto, mas não tanto! – disse ela, colocando a mão no queixo, e fazendo o rapaz franzir o cenho. – Como quer conquistá-lo assim? – perguntou, virando-se de costas.

- Co-conquistar? – devolveu a pergunta gaguejando.

- Sim, conquistar... acho que as pessoas estão surdas ultimamente... – disse para si mesma. – Vamos lá em cima ver algo melhor para vestir.

Annie segurou a mão de Harry e começou a puxá-lo, escada a cima. Ele ficou embasbacado, olhando a garota conduzi-lo. Ela parou no meio do corredor e ele indicou o quarto. Ela entrou e o sentou a cama. Foi até o guarda roupas e o abriu.

- Humm... vamos ver. – disse ela, analisando. – Pegue isso, e isso aqui também, coloque esses sapatos... vamos deixe de moleza.

Sem entender muito bem o motivo ele a obedeceu, algo dentro de si disse em voz categórica, que não seria sensato contradizê-la.

-º-º-

Ele estava atrasado. Muito atrasado.

Pegou as chaves do carro, e os óculos escuros, enfiou um pedaço de pão na boca, e saiu correndo, batendo a porta atrás de si.

Ele não gostava de se atrasar, ainda mais quando tinha um compromisso com o ser mais metódico que já botou os pés sobre a face da Terra. Desativou o alarme e entrou, analisando o cabelo loiro e sedoso no espelho retrovisor. Ele estava impecável como sempre.

Saiu pisando fundo. No máximo em meia hora estaria as portas de seu padrinho ranzinza.

Lembrou-se da última vez que vira Annie e sentiu um aperto no coração. Ele não gostava de crianças... elas eram remelentas, chatas, e insistentes. Annie era diferente, tão madura, tão segura de si, talvez por esse motivo gostasse tanto da garota. E se importasse tanto com ela.

Arrumou os óculos e tentou não pensar em nada importante. Não gostava de ficar se agoniando com as coisas. Tinha acabado de chegando quando o celular vibrou em seu bolso, ele o pegou e viu a mensagem de Claud, dizendo para ele não demorar, e quando terminasse para encontrá-lo em seu apartamento. Draco fez uma careta, mas depois sorriu. Não gostava que o controlassem, mas com ele era diferente...

Desceu e rumou até a porta da frente, tocando a campainha de uma forma característica. Segurando até encher o saco. Severus abriu a porta e fulminou-o com os olhos negros.

- Está atrasado – disse dando passagem ao loiro.

- Eu sei – Draco passou, e esperou que o padrinho fechasse a porta.

- É bom vê-lo Draco – disse Snape, sem muito entusiasmo.

- Também é bom vê-lo, Severus. Apenas não me venha com abraços ou nada parecido – Disse Draco com um sorriso no rosto.

- Sabemos que isso não vai acontecer – respondeu, dando um sorriso torto.

Severus começou a andar em direção a sala, e Draco o seguiu. Quase caiu quando um par de braços pulou em seu pescoço, ele a segurou e afagou-lhe os cabelos.

- Draco... – Annie escondia o rosto na curva de seu pescoço.

- Ei... tudo bem? – perguntou, abaixando na altura dela e segurando seu rosto. Ela assentiu e sorriu largamente.

- Draco, queria lhe apresentar nosso vizinho... – disse Severus, chamando-lhe a atenção.

Draco se levantou sorrindo, mas quando os olhos grises se encontraram com os verdes, qualquer traço de felicidade ou mesmo cortesia, sumiu completamente de sua face aristocrática.

-Potter... – disse quase cuspindo o nome.

- Malfoy? – perguntou Harry, atônito.

Annie tinha um sorriso divertido nos lábios, e Severus matinha uma sobrancelha levantada.

Aquele almoço não ia dar certo...


Nota da autora:

Olá, estrelinhas! – Ha lá Willy Wonka.

Estou muito engraçadinha esses dias... mais seriedade Lemon... mais seriedade.

Bem, primeiramente quero me desculpar, escrevi strogonoff errado no capítulo anterior, já está devidamente arrumado.

Segundamente (hehe), queria saber o porquê de ter sido abandonada no capítulo anterior! (Joy tendo crises depressivas)... Só recebi dois Reviews – certo que o da Roberta vale por muitos – não sou digna de receber vossos comentários?! (Se descabelando) Ok, ok... deixando dramade lado... xD quero agradecer quem está lendo, espero que tenham gostado desse capítulo, escrito de uma única vez (hoje!) isso é muito raro de acontecer, por isso não se acostumem... hehe.

Terceiramente, aff, o nome do capítulo é uma música do Jorge Vercilo, créditos a ele!

Roberta– Olá, querida! - Que enorme! O.O

O Claud não é mau, é esperto isso sim! Foi fazer o dele, e deixou o Harry se virar! Ele não é puritano, é lesado mesmo! Hehe...
Wow... assim não falo mais... brincadeira. Sim eles se conheceram, espero que esse capítulo tenha respondido a sua pergunta...

Não, não, no fundo ele ainda ama a mim! Brincadeira, também! Pois você está certíssima, novamente.

Isso eu não posso dizer, ainda. Mas você já deve imaginar o motivo da briga.
É strogonoff (também escrevi errado), é gostoso, mas um pouco enjoativo, mas é bom. Na verdade nada de especial (xD).
Usando as palavras da Annie, ele é um tanto tonto, sabe, demora a se ligar das coisas.
Ok, não vou dizer nada... hehe.
Ahh... não posso responder todas as suas perguntas, mas fique tranquila, um dia tudo ainda se encaixa!
Então, já comprou o super-bonder? Comece a colar então!
Respondi, e que bom que gostou das imagens! Pois é... até tenho algumas felizes e "quentes" deles, mas essas tristes são as mais bonitas...
Adoro as suas suposições! Você não faz idéia de como elas ajudam no processo criativo! Hehe... mas agora tenho respondido mais suas perguntas.
Pergunta respondida – off –

Não! Você é um doce! Peço desculpas se eu o fui, algumas vezes sou sem perceber...
Hahaha... não, não bebi. Acontece que tinha visto o novo filme do Johnny Depp, que é um musical – bem inspirador diga-se de passagem – e as músicas não saiam da cabeça... Coitado do seu colega... mas ele está bem? Não ficou com sequelas?

Oh o dragão... mas ainda prefiro os morcegos... (xD) Beijão, querida!

Tety Potter-Malfoy– Essa paixão ainda pega fogo!
Hehehe, você acha? Mas ela tá tão fraquinha... hehe. Eu acho que tenho um pé no mistério...
- Levanta a mão afoita – eu quero, eu quero! – Bate com força na mesa... – Não quero, não quero... T.T
Atualizei! Almoço só no próximo capítulo, ok? Ele é fofo apaixonado né? Espero que tenha gostado desse capítulo também!
Beijão!!!

Bem, é isso aí pessoas, na próxima vamos ver no que dá esse almoço.
E mandem Reviews!

Até mais!
Kissus...