Casal: Miyavi x Kai
Conto De Fada Usado: Chapeuzinho Vermelho
Fandom: The GazettE
Casal: Miyavi x Kai
Classificação: NC-17
Sinopse: Um coração partido. Um doido apaixonado. Um mafioso nervoso. O que acontece quando se está no lugar errado, na hora errada e carregando o objeto errado?
Gênero: Suspense, angust leve, comédia, romance, universo alternativo
Beta: Lady Bogard
Disclamer: the GazettE e Miyavi não me pertencem e sim à PS Company, que detém seus respectivos direitos autorais.
Observação: Universo Alternativo, plot desenvolvido para o II Desafio do LJ Secrets Place, moderado pela Lady Anúbis.
Tsuiseki Fusei Na
Eri-Chan
Parte VI
Aoi vê com interesse Miyavi parar de correr e encará-lo, numa mistura de medo e altivez que o deixa muito satisfeito, pois odeia matar covardes, gosta do desafio de subjugar suas vítimas antes de acabar com suas vidas. A frieza do metal em suas mãos dando-lhe a sensação de poder absoluto.
A adrenalina do momento envolve seu corpo. Sua atenção toda voltada às expressões amedrontadas de suas presas. Não quer perder nenhum detalhe do sofrimento dos dois enquanto morrem.
Não agüentando mais a ansiedade, aponta a arma para o coração do mais alto e atira. Mas bem na hora, braços franzinos o agarram, fazendo com que perca o equilíbrio, caindo e assim errando a mira.
Meio desnorteado, pois bateu a cabeça no chão na queda, demora a perceber o que acontece. Yullia se jogou em cima dele, o agarrando e roubando-lhe um beijo ávido.
Com muito custo, consegue afastar o ruivo abusado, jogando-o no chão com brusquidão. Repara que os dois caíram dentro de um dos reservados e seus ocupantes, que parecem ser executivos renomados, com seus casacos pretos e luxuosos, os olham com raiva como se eles tivesse atrapalhado uma negociação muito importante.
– Eu não disse que você seria meu? – a voz do ruivo chega aos seus ouvidos. Ao olhá-lo percebe seu sorriso arrogante com irritação.
– Mas você não me teve. – rebate com frieza enquanto se levanta olhando à sua volta.
– Mas você será meu. Todinho meu. – o ruivo agarra a perna direita de Aoi fazendo com que ele perca novamente o equilíbrio.
Quase caindo, Aoi se apóia na mesa do reservado, esbarrando e derrubando sem querer uma caixa que estava em cima da mesa. Ao se abaixar para pegá-la repara que ela é laranja e está envolta em uma fita vermelha. Intrigado, olha para o lado de fora do reservado e busca com o olhar a caixa que está aos pés de Miyavi. Então, uma idéia lhe ocorre. Voltando seu olhar para os ocupantes do reservado, observa com atenção suas roupas, logo achando o que procura. Em seus casacos negros, de forma quase imperceptível, há um símbolo, uma serpente prateada envolta em chamas de fogo. O símbolo de Hayato. Apenas os homens de Hayato podem usar aquele símbolo. E apenas um deles não tem o símbolo e é para ele que Aoi se dirige.
– Ah, então quer dizer que você é o traidor? Muito bom encontrá-lo. Estava procurando por você. – fala em um tom perigosamente calmo.
Deixando visível o símbolo de sua roupa, a fusão de um dragão branco com um leão vermelho igual ao quadro da sala de Reita, Aoi empurra o ruivo para fora da sala e fecha a porta trancando-a enquanto fala:
– Está na hora de acertarmos algumas contas pendentes. – antes de a porta se fechar totalmente foi possível ver as expressões amedrontadas dos três homens ao ouvir as palavras de Aoi.
ooOoo
Olhando para a porta fechada do reservado um imenso alivio toma conta do peito de Miyavi, pois isso significa a segurança de Kai.
Kai por sua vez, entende o mal-entendido que houve. Afinal o mafioso o confundiu com outra pessoa.
Yullia inconformado com Aoi volta seu olhar para os jovens à sua frente. É visível a química entre os dois e é com um sorriso que fala enquanto se põe a andar de volta a pista de dança:
– Vocês fazem um bonito casal. Valorizem esse sentimento tão intenso que os envolvem. Não percam a oportunidade de encontrar a verdadeira felicidade.
Ao ouvir isso Kai cora intensamente, sem entender o real significado daquelas palavras. Miyavi, no entanto, estremece por ver como seus sentimentos estão tão evidentes e sorri, pois somente o desligado do moreno não percebe isso.
Os dois olham o ruivo já na pista, dançando com um loiro de forma provocante.
Pegando a caixa do chão Miyavi encara Kai que sorri para ele mostrando as covinhas que tanto ama.
– Vamos embora? – pergunta em tom baixo, cansado.
– Hai. Essa noite está sendo longa. Quero acabar logo com isso. – Kai responde, ajeitando melhor o violão nos ombros.
Os dois saem da boate, caminhando lentamente, sentindo todo o cansaço da fuga se abater contra eles. O silêncio predomina entre os dois. Palavras não são necessárias, apenas a companhia basta. A aventura daquela noite mudou a vida de ambos, os levando a pensar. E o silêncio embala os pensamentos que divagam para lados diferentes.
Miyavi analisa seus sentimentos. Os acontecimentos dessa noite só provam a sinceridade do que sente e a força de seu amor. Em momento nenhum pensou em si, sempre preocupado com a segurança e o bem-estar do moreno. Nunca em sua vida sentiu algo assim, capaz de fazê-lo abrir mão da própria vida em favor de outra pessoa.
Kai, ao contrário, se vê ainda mais desiludido no amor, pois, mesmo que indiretamente, foi por culpa de Daiki que se meteu nessa enrascada. Mas, em algum lugar de seu coração sentia algo diferente depois daquela noite, como se um lugar escuro em seu interior fosse iluminado por algo muito forte. E apesar de contraditório a tudo que está se passando ao seu redor, uma inexplicável alegria o invade. Mas mesmo essa alegria não o impedia de ficar sem saber o que fazer e como agir quando finalmente estivesse cara a cara com Daiki. Isso o faz lembrar-se da promessa que fez a si mesmo de nunca mais se apaixonar, fazendo-o ficar ainda mais amargurado.
Após alguns minutos de caminhada em silêncio, finalmente os dois chegam à casa de Daiki, em Shinagawa.
Miyavi percebe toda a tensão e desconforto que se apossa de Kai. Sua vontade é abraçar o mais novo e dizer que tudo terminará bem e tudo o que borbulha como lava em seu coração, mas sabe que não pode fazer isso, pois poderia estragar a amizade tão recente entre eles. Olha para Kai sorrindo, tentando dessa forma, acalentar o coração ferido de seu moreno amado.
Kai olha novamente para Miyavi e sente novamente aquela sensação de segurança e proteção lhe envolver por inteiro. O sorriso que o rapaz de cabelo azul lhe passa a tranqüilidade necessária para enfrentar Daiki com a cabeça erguida.
Kai, então, pára em frente à uma casa, a maior e mais bonita de todo o bairro. Fecha os olhos tentando controlar suas emoções. Sente Miyavi se aproximar e isso faz com que sua respiração, que nem percebera que havia prendido, voltar à normalidade.
– Tudo bem com você, Kai-chan? – Miyavi pergunta preocupado, pois a expressão de Kai revela que sofre muito.
O moreno limita-se a menear a cabeça afirmativamente. Tenta reunir força e coragem para seguir em frente. Mas depois de tudo o que passou naquela noite se não prosseguisse iria se odiar pelo resto da vida. Respirando fundo começa a se dirigir para o portão da casa.
Miyavi permanece ao lado de Kai em silêncio, pois sente que o mais novo precisa enfrentar isso sozinho para poder se libertar dos fantasmas que roubam sua alegria.
Os dois param diante da porta de entrada da casa. Miyavi entrega a caixa laranja à Kai e retira delicadamente o violão dos ombros do moreno, ajeitando-o sobre o próprio ombro.
– Prometo não demorar muito – Kai olha nos olhos de Miyavi em um mudo pedido de desculpas.
– Não se preocupe. Leve o tempo que precisar. Vou ficar esperando. – Miyavi faz de tudo para passar a confiança que o moreno precisa.
Suspirando, Kai se aproxima da porta e toca a campainha, lançando um novo olhar ao mais velho esperando que atendam a porta.
Miyavi se afasta um pouco. Não quer ser intrometido em um assunto tão pessoal, e também não quer estar perto o bastante de Daiki para não correr o risco de quebrar a cara dele para descontar todo o mal que ele fez ao trair o moreno.
Após alguns instantes que, para Kai pareceram horas, a porta é aberta por um homem alto, de pele alva, cabelos negros na altura dos ombros e olhos chocolates vestido com uma calça moletom branca e uma regata preta colada ao corpo delineando os músculos bem definidos.
Kai entra em choque, sem saber como reagir, ao ver Daiki. Tenta fazer algo, mas seu corpo paralisou. Estar cara a cara com o homem que o fizera acreditar na vida novamente e depois destruiu seus sonhos abala Kai mais do que imaginava. Sua voz parece ter sumido fazendo com que um silêncio incômodo se instale entre eles. Seus olhos procuram por Miyavi e o sorriso que o mais velho lhe oferece o incentiva a permanecer firme. Não suportando mais a pressão do momento Kai toma a iniciativa de forma anormalmente tímida:
– Olá! – sua voz sai em um tom tão baixo que teme que Daiki não tenha escutado.
– O que você quer? – Daiki é extremamente seco e grosso, fazendo com que Kai se encolha ligeiramente e Miyavi cerre os punhos com força tentando controlar a raiva.
– Só queria trazer suas coisas – Kai abaixa a cabeça, se repreendendo mentalmente por ser tão vulnerável na frente de Daiki.
– Então entregue logo, pois tenho coisas mais importantes para fazer do que desperdiçar meu tempo com você – a voz gélida de Daiki reabre as feridas no coração do moreno.
Miyavi morde o lábio inferior, perto do piercing, com força, se segurando para não avançar contra Daiki, pois Kai tinha que enfrentar e vencer aquilo sozinho senão nunca teria paz que tanto procurava.
Kai estende a caixa para Daiki, que prontamente a recebe, evitando o contato entre suas mãos com as do moreno. Isso não passa despercebido pelo moreno, que apenas suspira baixinho se dando por vencido e se entregando novamente à tristeza.
– Bem, era só isso. – Kai espera que Daiki fale alguma coisa, mas como ele o ignora caminha até Miyavi se preparando para ir embora.
Miyavi observa Kai atentamente, sua expressão demonstra o quanto dói vê-lo daquele jeito, com o semblante carregado de dor. Seu peito se aperta ao ver que mesmo daquele jeito o moreno sorri levemente se mostrando forte enquanto por dentro sua alma está morrendo.
– Vamos embora? – Miyavi pergunta em um tom meigo. Kai apenas meneia a cabeça, começando a descer as escadas do terraço da casa.
– Espere Kai! - Nem bem deram dois passos em direção à rua e ouvem Daiki chamar Kai.
O moreno encara Miyavi. A confusão estampada em seus olhos. Não sabe se continua seu caminho ou se volta e escuta o que o outro tem a falar. Mas, a curiosidade é mais forte e constrangido fala para Miyavi:
– Gomen. Eu já volto. – Miyavi apenas meneia a cabeça observando-o correr até Daiki.
Miyavi lê a confusão nos olhos de Kai. Percebe o quanto o mais novo está abalado. Seu coração se aperta ao ver o sentimento escondido sob toda a confusão.
"Ele deve mesmo amar muito o desgraçado do Daiki", pensa com amargura, invejando o homem que está escorado na porta esperando Kai alcançá-lo.
Vê os dois trocar algumas palavras e Kai sorrir e isso lhe machuca o coração. Se sentindo sobrando ali, resolve ir embora. Lançando mais um olhar para o moreno o vê falando animado com Daiki e não suportando mais começa seu caminho de volta para casa.
ooOoo
Ao alcançar Daiki, Kai, não consegue esconder sua confusão e curiosidade. Olha para o rapaz à sua frente esperando pela explicação de ter sido chamado, mas o outro apenas o encara, olhando em seus olhos como fazia no início do namoro. Isso incomoda Kai, que não sabe dizer o motivo de estar tão inquieto na presença de seu ex-namorado.
– O que você queria me falar? – Kai pergunta quando percebe que a explicação não iria chegar.
Corando um pouco, Daiki abaixa a cabeça, olhando para a caixa em suas mãos e fala em tom enérgico:
– Poderia ter trazido as coisas em uma caixa em melhores condições. Isso aqui está um verdadeiro lixo.
– Não acredito que era só para dizer isso que você me chamou. – Kai se irrita com o tom usado por Daiki.
Daiki suspira, colocando a caixa no chão e encarando o moreno nos olhos.
– Na verdade, eu o chamei aqui para saber se você está disposto a me dar uma nova chance. – Daiki dispara as palavras.
A surpresa de Kai é enorme. Nunca poderia imaginar que Daiki pediria para que voltassem a namorar. Não depois de tudo o que ele fez e disse.
– Eu andei pensando, Kai, analisando a minha vida. E percebi que o seu amor é a melhor coisa pra mim. – Daiki fala lentamente, olhando para o horizonte a expressão perdida. – Vi que ao me afastar de você, perdi toda a minha alegria. Eu preciso ter você ao meu lado para ser feliz de verdade.
"Como Daiki pode falar essas coisas depois de me trair?", Kai sorri cinicamente com esse pensamento. Olhando à sua volta percebe que Miyavi não está mais ali e sim caminhando pela rua, de cabeça baixa. Isso o deixa preocupado.
– Foi por isso que pedi para que trouxesse os presentes, para poder ter uma desculpa plausível para que você viesse aqui para podermos conversar. – Daiki continua falando, dessa vez olhando novamente nos olhos de Kai que não consegue esconder a revolta que começa a surgir em seu interior. – Então, Kai terei essa nova chance? – Daiki pergunta esperançoso, esperando por uma resposta afirmativa.
– Sabe, você me fez prometer que nunca mais iria me apaixonar... – Kai olha na direção para onde Miyavi caminha –... Mas acho que terei que quebrar essa promessa, depois de hoje.
– Como assim? – Daiki parece confuso – Você está apaixonado por outra pessoa?
Kai fica em silêncio, olhando com curiosidade. Ainda não havia tido tempo de pensar e organizar seus sentimentos. Mas ao ver Miyavi seguir seu caminho demonstrando uma enorme tristeza fez com que um nó subisse à sua garganta e a sua maior vontade era vê-lo sorrir novamente.
"Afinal, o que eu estou sentindo?", pensa ao olhar mais uma vez para Miyavi que já caminha ao longe.
Pesando tudo, Kai chega à conclusão de que em duas horas se sentiu mais seguro ao lado de Miyavi do que em um ano e meio com Daiki. Divertiu-se muito mais com as conversas. Sentia uma sensação de preenchimento total do vazio em seu coração. Tinha que confessar que apenas imaginar que poderia nunca mais voltar a ver o rapaz de cabelos azuis doía-lhe mais do que descobrir a traição de Daiki.
Voltando seus olhos para Daiki não consegue ver a mesma beleza e delicadeza que via antes. Aliás, nem sabia o motivo de ter se apaixonado perdidamente por ele. Já com Miyavi...
"Por Kami-sama, estou apaixonado pelo Miyavi", Kai constata chocado.
Daiki não suporta mais o silêncio do moreno. Sua expressão fica tensa só de imaginar Kai apaixonado por outra pessoa. Agarrando Kai pelos ombros, o sacode com violência.
– Responde Kai. Você está apaixonado por outra pessoa?
– Me solta! – Kai se desvencilha e sem nada dizer se põe a correr para alcançar Miyavi, deixando Daiki espumando de raiva.
Não demora muito para alcançar o mais velho que caminha em um ritmo lento, perdido em pensamentos.
– Posso lhe fazer companhia? – Kai pergunta suavemente.
Miyavi pára de andar, olhando atônito o mais novo que lhe sorri meigamente, mostrando as covinhas que tanto ama. Confuso, pergunta:
– Não era para você estar com seu namorado?
– Que namorado? – Kai pergunta intrigado.
– O Daiki, oras. Não é ele o seu amor? – responde Miyavi contrariado.
– Não somos mais namorados. Estou solteiro há um mês. E não é ele quem eu amo. – Kai usa um tom leve e espontâneo, como se estivessem apenas comentando sobre o tempo.
– Mas até agora você estava todo cabisbaixo por causa dele. – Miyavi não consegue entender a atitude do moreno.
Sorrindo, Kai se aproxima mais, tocando levemente a face do mais velho.
– É que só agora percebi que não preciso do Daiki para viver. E que eu tenho alguém muito melhor para amar.
O coração de Miyavi dispara ao ouvir essas palavras.
– Miyavi-kun, me ensina a amar de verdade? – Kai sussurra olhando nos olhos do mais alto.
Sem pensar duas vezes, Miyavi com um sorriso radiante no rosto, toma Kai nos braços beijando avidamente, enfim realizando seu sonho de conhecer o gosto daqueles lábios rosados.
E aquele beijo é banhado pela esplendida luz do luar, que recai sobre os dois fazendo-os parecer dois anjos iluminados. A áurea de amor irradiando sua beleza.
O beijo dura minutos, o contato sendo quebrado por Miyavi que olha nos olhos do moreno mostrando todo o amor que existe em seu coração. Sorrindo, Kai entrelaça sua mão com a de Miyavi e com um belo sorriso no rosto, os dois voltam a caminhar.
– Ne, Kai-chan, que ir a algum lugar especial? – Miyavi pergunta com sua agitação habitual.
– É melhor eu voltar para casa, preciso salvar o Uru da fúria assassina do Ruki. – Kai responde sorrindo.
– Como assim? – Miyavi pergunta curioso.
– A louça do juntar sou eu que lavo. Mas como eu lavei a louça do almoço no lugar do Uruha, o Ruki irá obrigá-lo a lavar a do jantar, e só Kami-sama sabe como Uruha detesta lavar louça. – responde. Ri só de pensar na guerra que deve estar armada no apartamento. – Então, preciso salvar o Uru das frigideiras voadoras do Ruki.
– Posso ter ajudar então? – Miyavi pergunta olhando para os olhos de Kai.
– Claro que sim. Será um prazer. Assim, aproveito para apresentar meu namorado ao Ruki e ao Uruha. – responde alegremente.
– Namorado?
– Sim, um belo rapaz de cabelo azul que roubou meu coração. – o tom de Kai é meigo. Um enorme sorriso iluminando suas feições.
Miyavi para de andar ao ouvir as palavras de Kai. Seu olhar irradia felicidade. Puxa o moreno para mais um beijo, enquanto o abraça apertado.
Fim?
Não, esse é apenas o começo dessa linda história de amor.
Oh, finalmente chegou o final dessa fic.
À todos quero pedir desculpas pela demora da postagens, mas meu início de ano foi complicado. Minha avó faleceu e em homenagem à ela, guardei esse luto.
Não podia deixar de concluir esse trabalho agradecendo à todos que estiveram ao meu lado, seja no processo de criação, sendo na postagem, ou lendo.
Lady Bogard, Lady Anúbis, Yume Yv, Sam e Railan, obrigado por estarem ao meu lado, independente do meu ânimo. Obrigado pela força e pelas palavras de incentivo. Pelas idéias, diretas ou indiretas. E principalmente pela paciência. De coração agradeço à Deus por colocá-los em minha vida.
À todos que leram, agradeço também, por terem doado um pouco dos eu tempo a ver meu primeiro trabalho.
E essa fic terá uma continuação dedicada à Sam. Obrigada pelas palavras de incentivo e pelas madrugadas divertidas e produtivas.
Bem, antes de encerrar de uma vez.
Postei hoje por ser aniversário do 'vilão' da fic. Então: OMEDETOU GOZAIMASU AOI-SAMA!!!!!
Espero que tenham gostado, pois amei trabalhar nesse meu primeiro (de muitos, espero) filhote.
Não deixem de comentar!!!
Beijos
Eri-Chan
20 de Janeiro de 2009 - 20h:15min
