Capítulo 6 – Tudo dando certo / À volta
Bem, eu sei que demorei mto, mas é que eu não queria postar este capitulo sem que o próximo estivesse pronto, mas como ando sem tempo para nada, resolvi postar logo este, e depois me virar com o próximo.
Mas, sem mais enrolações, vamos ao capitulo logo, me contem o que acharam dele.
Beijo e boa leitura.
oooooooooooooooooooooooooooooooooo Serena ooooooooooooooooooooooooooooooooo
Quando chegou em casa os pais de Serena não estavam. Ela aproveitou isso, e deixou as malas e saiu para passear um pouco, pois precisava esfriar a cabeça.
Ela saiu andado simplesmente, não tinha direção. Não estava indo para lugar algum, apenas caminhava. Caminhava para colocar os pensamentos em ordem.
Ela passou muito tempo assim, caminhando sem destino, até que cansada se sentou em um banco. Ficou ali, sem pensar em nada, até olhando para um dos prédios em frente viu uma placa escrita: "Aluga-se". Instantaneamente sorriu, pois uma sensação extremante agradável invadiu seu coração, a certeza de que aquele lugar era perfeito e de algo de bom o destino à reserva ali.
Com confiança atravessou a rua e entrou no edifício. No hall dirigiu-se ao porteiro:
- Ham, boa tarde. – disse ela com uma voz gentil.
- Boa tarde, o que a senhora deseja. – perguntou o homem.
- Eu li uma placa de aluga, numa das janelas do prédio, será que eu poderia ver o apartamento. – perguntou Serena.
- Sim, claro. Aqui estão as chaves. É no quarto andar. – falou ele, entregando as chaves e apontando o elevador.
- Obrigada, em seguida devolvo. – falou sorrindo. Um sorriso inesperado até mesmo para ela. Pois fazia dias que não sorria de verdade, e que foi um sorriso verdadeiro. "O que será que espera neste lugar?" se perguntava ela, com a sensação de que sua sorte estava mudando, e de que tudo daria certo.
Ela foi até o elevador em alguns segundos já estava no andar desejado. O quarto. Saiu de lá, de encontrou um corredor com várias portas. Não sabia qual era o apartamento que estava buscando "A mesma cabecinha de vento de sempre" pensou. Em seguida se lembrou de Darien, ele lhe havia posto este apelido. Já estava ficando triste de novo, e então sacudiu a cabeça fortemente para afugentar tal pensamento. Já ia se dirigindo ao elevador de novo quando, lembrou de olhar o chaveiro que tinha em mãos, tal vez lá tivesse o número do apartamento. E assim era.
- 405 - disse ela em voz alta sorrindo.
E se encaminhou a porta e abriu vagarosamente. Ao cruzar com a porta entrou numa sala, não muito grande, mas espaçosa que dava numa varanda. Acendeu as luzes e viu as paredes brancas.
- É sem vida, mas nada que com um pouco de tinta e a com a mobília certa não se resolva. – falou com uma voz entusiasmada.
Fechou a porta e percorreu os outros cômodos da casa. O apartamento não era gigante, mas era espaçoso. Tinha dois quartos com varanda, e um banheiro.
Serena olhou tudo muito rapidamente, tamanha a sua empolgação. Passados não mais que 15 minutos já estava na portaria falando novamente com o porteiro do edifício.
- Ham, muito obrigada. – falou ela entregando as chaves.
- Por nada. A senhora gostou do apartamento? – perguntou cortesmente o homem.
- Sim, gostei muito. Será que o senhor poderia me dar o telefone de alguém com quem eu possa falar sobre o apartamento? – perguntou sorrindo.
- Claro, um instante. - o homem baixou a cabeça por alguns instantes e mexeu em uma gaveta e tirou um cartão de lá – Aí está. Este é o número da sindica do prédio, a senhora pode resolver tudo com ela. – falou ele entregando o cartão a ela.
- Ah, muito obrigada. E o senhor sabe a que horas eu posso encontrá-la neste número? – perguntou ela olhando atenciosamente o cartão.
- Em 2 minutos. – respondeu uma voz feminina e muito doce atrás de Serena. – Boa noite Matsuke, boa noite senhorita.
Serena se girou e viu uma jovem de aproximadamente 25 anos, cabelos ruivos, quase loiros, cacheados e longos, olhos verdes e pele muito clara.
- Boa noite senhorita Heike. – respondeu o porteiro.
- Boa noite, você é a síndica do prédio? – perguntou Serena, achando-a muito jovem para o cargo.
- Sim, sou eu mesma, Mine Heike. – respondeu sorrindo. E você quem é?
- Serena Ch, Tsukino. – Serena já ia se curvando para cumprimentar formalmente, quando viu uma mão erguida a sua frente e parou instantaneamente.
- Muito prazer, senhorita Tsukino. Pode me chamar Mine. – falou quando Serena apertou a sua mão.
- Igualmente, Mine. E pode me chamar de Serena. – falou sorridente.
- Que bom, Serena. Mas então, você está interessada no apartamento 405, não? – perguntou.
- Sim. – respondeu simplesmente Serena.
- Bem, então vamos vê-lo? – sugeriu sorrindo.
- Eu já o vi, e me agradou muitíssimo – interpelou Serena.
- Hum, isso já um adianto. Se é assim, vamos a minha casa conversar sobre o apartamento. – falou Mine.
- Ah, sim claro. Mas não será muito incomodo? – perguntou, um tanto quanto sem jeito, Serena já se encaminhando ao elevador junto com Mine.
- Não, claro que não. Eu moro sozinha, não vai ser incomodo algum ter companhia para um chá, ainda mais se tratando de uma futura moradora do condomínio. Afinal, este é uma edifício de família, além do que você acha que eu vou deixar que as velhas do 8° e 6° andares fiquem te espionando para saber da sua vida quando você se mudar para o prédio? Claro que não, eu mesma vou descobrir tudo sobre você e fazer a fofoca para todo o condomínio. – falou ela rindo e entrando no elevador e pressionado o botão do último andar.
- E você acha que eu vou concordar em te contar tudo sobre a minha assim? – perguntou Serena divertida.
- Oh, eu espero que sim, porque senão terei que te embebedar. – e as duas caíram na risada dentro elevador.
Em alguns segundos elas chegaram ao andar de Mine conversando animadamente. Na porta do apartamento, Mine começa procurar as chaves na bolsa com alguma dificuldade, pois carregava compras. Ela então olha para Serena um tanto embaraçada.
- Olha, pode deixar que eu seguro para você pegar as chaves. – disse Serena.
- Ai, muito obrigada. Já é muito difícil encontrar qualquer coisa na minha bolsa sem ter um monte de sacolas nas mãos. Não são como consigo enfiar tanta coisa aí dentro sem estourar a bolsa. – falou rindo.
- Ah, não liga, comigo acontece à mesma coisa sempre carrego a casa comigo. Eu às vezes tento dispensar uma coisa outra que uso menos, ou que talvez ache que não vá usar no dia, mas justamente é neste dia que eu mais preciso daquilo. – comentou Serena divertida.
- Verdade! Parece praga, não?- perguntou caindo na gargalhada. – Ahhhhh! Aqui, finalmente achei as chaves! Ufa, achei que não conseguiria. – falou dando um suspiro.
Ela então abriu a porta e puxou a loira pelo braço.
- Vem, vamos entrar. – falou a ruiva
- Sim, claro – aceitou Serena.
Depois que entraram Mine pegou as compras da mão de Serena e se dirigiu a até a cozinha, puxando a loira pelo braço. Elas começaram outra vez uma conversa.
- Mas voltando ao assunto das pragas, você já reparou que quando mão diz para sair com guarda-chuvas que vai chover, ou então para levar um casaco porque está esfriando, se não obedecemos, nos damos mal? – perguntou a ruiva.
- Ah, sim. Se disser que vai chover, caí praticamente uma tormenta, se diz que está esfriando, quase neva! – respondeu a loira. – Mas comigo parece pior isso de praga, sempre esbarro na rua, ou caio, ou tropeço, justamente na frente alguém que eu não queria que visse. Isso também acontece com você? – perguntou Serena.
- E como! Acho que são as famosas Leis de Murphy. – respondeu a ruiva enquanto guardava as compras.
- Eu acho que deveriam se chamar, Leis de Serena, porque parece que inspirado no que acontece comigo – o olhar alegre que tinha passou a uma triste e melancólico – nos últimos tempos parece ser minha realidade, tudo tem dado errado para mim. – disse ela.
- Bem, pelo seu olhar posse ter certeza de que sua vida não tem sido fácil – disse parando de guardar as coisas, voltando-se para Serena – mas vou fazer o possível para que isso mude. Sabe Serena – disse olhando firmemente para ela e tomando-lhe as mãos – eu gostei de você, gostei mesmo, simpatizei no momento em que te vi, por isso quero que saiba que em mim, você tem uma amiga que não vai poupar esforços em te ajudar. Não nem sei o porque de eu gostar de você assim, se eu te conheço à apenas alguns minutos, mas algo em você me cativa e me diz que você precisa de ajuda. Por isso no que você precisar conte comigo. – enquanto Mine falava os olhos de Serena já estavam marejados, e as lagrimas esforçavam para sair, enquanto Serena fazia esforço para que elas ficassem – E vou começar a te ajudar com o apartamento, e acho que bem mais do que imagina. – disse voltando-se para o armário, percebendo as emoções de Serena disse: – Porém isso você só vai ficar sabendo enquanto tomamos um chá com biscoitos, que eu preparo em um instante. E aí, o que você prefere, maçã ou camomila? – perguntou lançando um sorriso amigável.
- Hum, acho que camomila. – respondeu a loira meio distraída.
- Boa pedida, camomila é calmante, vai te ajudar a relaxar. – comentou enquanto pegava algumas coisas dentro do armário.
Enquanto preparavam o chá, Serena não parava de pensar no quanto Mine lhe lembrava a sua amiga Molly. "Ela me é tão familiar, lembra-me tanto da minha antiga amiga. Aparentemente só tem em comum o cabelo ruivo e cacheado, ainda que os cabelos da Mine sejam mais claros e mais cacheados, porque Molly era apenas uma menina, e Mine é toda uma mulher. Mas não a aparência que me traz familiaridade, acho que é a doçura e carinho com que me trata, que me faz lembrar da minha querida amiga. Ah, Molly, pena que perdemos o contato!"
Seguiram conversando sobre trivialidades até que tudo ficou pronto e elas foram para a sala de estar. Elas se acomodaram confortavelmente no tapete felpudo e continuaram conversando sobre preferências e gostos. Aos poucos iam se conhecendo melhor e iam se descobrindo muito parecidas.
- Sabe, somos muito parecidas. Acho que vamos nos dar muito bem como vizinhas, e você? – perguntou a ruiva.
- Eu concordo que somos parecidas, e que podemos nos dar muito bem, mas eu não tenho tanta certeza de poder ser sua vizinha. – respondeu a loira.
- Porque Serena? Algum problema com o apartamento? – perguntou Mine.
- Não, – respondeu sorvendo um pouco do chá – é que eu não sei se posso pagar pelo apartamento. Acho que pelo estilo o aluguel é muito caro. – falou com um olhar levemente triste.
- Bem, isso pode se resolver. Aliás, quando eu disse que poderia te ajudar mais do que você imaginava com o apartamento eu não estava brincando. – afirmou a ruiva com um brilho nos olhos.
- Eu sei que você é a síndica do prédio, e cá entre nós, devo confessar que fiquei surpresa de você ser tão jovem, mas acho que você não pode fazer muita coisa por mim, além de me dar um desconto no condomínio. – disse um tanto incrédula.
- É aí que você sem engana. Como você disse sou realmente muito jovem para o cargo de síndica. As pessoas geralmente preferem síndicos mais velhos, acho que inspiram confiança e seriedade, e isso realmente não é o primeiro pensamento que as pessoas tem ao me ver. Geralmente pensam que eu tenho cara de boneca ou que minha maior preocupação da vida é compras e festas. Mas eu não sou assim. Claro que gosto de roupas e festas, afinal sou uma pessoa normal, mas minha vida vai além disso. Na verdade eu sou herdeira de um bom patrimônio deixado pelos meus pais e administrado por minha avó até bem pouco tempo atrás quando assumi os negócios da família. – Serena a olhava um tanto surpresa pelo o que ela lhe estava contando – Oh, sim, sei que parece incrível mas é verdade, sou uma empresária. Ah, e não é ramo de estética, se bem que estive pensando em abrir algo no ramo, afinal, economizaria um pouco. – falou ela divertida.
- Você disse que era herdeira, isso quer dizer que você é... que seus pais...- Serena não conseguia completar a frase, não encontrava algo adequado para falar.
- Ow, não fique assim. Sim eu sou órfão, mas não tenho problemas com isso. Não dizer que não sinto falta dos meus pais, afinal os perdi com 12 anos, mas não sinto como uma pobre coitada. Sinto-me afortunada, pois apesar de órfão, recebo um enorme amor da minha avó e meus pais me deixaram muito bem, nunca me faltou nada. Eu sempre digo, sou órfão mas sou feliz. – disse ela com um sorriso.
- Você lida muito bem com isso, não? –perguntou Serena estranhando a leveza com que ela tratava do assunto.
- Bem, o que não de análise não fazem, não é? Além disso, como já disse nunca me senti só, pois minha avó sempre esteve comigo, e me ajudou a passar por tudo isso numa boa. – falou Mine.
- Eu creio que o amor sincero é imprescindível na vida de qualquer um. – disse com um olhar triste, havia se lembrado de Darien – Mas você disse que fez análise, como foi? – perguntou a loira, mais para mudar de assunto e afastar aqueles pensamentos dolorosos.
- Hum, acho que realmente me ajudou muito, era bom poder desabafar com alguém, e ver melhor a situação que eu vivia, sempre ter um olhar crítico, um olhar de fora, isso sempre ajuda, não? – perguntou a ruiva.
- Ah, sim isso e muito positivo, falar sempre ajuda. – disse Serena.
- Você até parece minha psicóloga falando. – comentou rindo Mine
- Acho que isso se aprende na faculdade. – retrucou a loira rindo também.
- Então, você é psicóloga? – Serena assente com a cabeça ante a pergunta da ruiva – Ah, então quer dizer que esse papo de psicólogo é matéria de faculdade? – Serena caí na gargalhada. – Sabia, tinha quer ser. Hum, então será que os médicos também fazem aulas de caligrafia especial para aprender a escrever algo que ninguém entende? – pergunta a ruiva fazendo cara de pensativa.
- Eu acho que sim. – respondeu Serena como pode, já que não parava de rir.
- Ow, sim, deve ser difícil escrever assim. Mas porque será? – indagou mais uma vez a ruiva.
- Não sei, mas acho que não deve ser difícil escrever assim, não, acho que eles imitam crianças de pré-escolar escrevendo. Ou então deve ser uma conspiração entre médicos e farmacêuticos, onde o médico escreve por sinais, aos quais somente os farmacêuticos são capazes de entender. – disse Serena fazendo caras e bocas.
- Claro, como não havia pensado nisso anteriormente, uma conspiração. – falou caindo na risada.
- Mas do que estávamos falando mesmo? – indagou a ruiva.
- Ah, você estava falando de como iria me ajudar com o apartamento e começou a falar da sua vida. – respondeu a loira ficando séria novamente.
- Hum, sim isso. Bem como eu ia dizendo, sou empresária, eu meus empreendimentos se estendem por vários ramos, até o imobiliário. Uma das empresas que herdei é uma construtora. Bem, por isso eu tenho alguns imóveis que eu alugo, como por exemplo, o 405. – falou Mine séria.
- O 405 deste prédio? O que eu vi hoje? – perguntou a loira com olhos e arregalados.
- Sim, este mesmo. – respondeu a ruiva limitadamente.
- Agora entendo como você poderá me ajudar. Bem, então quanto você irá me cobrar pelo aluguel do apartamento? – perguntou Sereno radiante.
- Sinto lhe informar, mas não pretendo alugar este apartamento a você. – falou a ruiva impassível.
- O quê? – falou a loira piscando fortemente – Mas você falou que iria me ajudar com o apartamento. Por quê? – perguntou tentando entender o que se passava.
- Bem, eu disse que iria de ajudar sim, e não mudei de idéia, só não vou alugar o apartamento 405 para você. – respondeu a ruiva com um grande sorriso.
- Está me confundindo. Eu não entendo como vai me ajudar se não vai me alugar o apartamento. Hei, por que está sorrindo? – perguntou ainda mais confusa a loira.
- Vem comigo. – disse Mine enquanto levantava e puxava Serena pela mão.
- Estou indo, calma. Assim você arranca minha mão. – protestou a loira enquanto era arrastada por afora pela ruiva, que no caminho pegou um chave sobre o aparador perto da porta.
Ao atravessar a corredor pararam enfrente a uma porta, e Mine foi logo a abrindo. A ruiva entrou e acendeu as luzes. Olhou para a trás e se deparou com uma Serena extremante confusa no porta.
- Entre. – Mine disse sorrindo a Serena.
- Hum. – disse ela entrando no lugar – O que estamos fazendo aqui? – perguntou Serena enquanto observava tudo ao seu redor.
- Ah, este é o seu apartamento. – disse Mine sorrindo amplamente.
- O quê? Mas eu não posso pagar por ele, estamos na cobertura. O aluguel deve ser muito caro. – falou Serena assustada.
- Ah, não ligue para isso. Este apartamento também é meu. – falou a ruiva sorrindo.
- Mas eu não posso aceitar. – recusou a loira.
- Vamos fazer o seguinte, você me paga 50 do valor que seria cobrado pelo 405. – propôs ela ainda com o mesmo sorriso.
- Não, não seria justo você me dar este desconto todo. – recusou outra vez Serena.
- Mas é esse o desconto que eu costumo dar aos funcionários das minhas empresas pelos apartamento que eles alugam da minha corretora. – retrucou a ruiva.
- Sim, mas eu não sou funcionária das suas empresas. – protestou Serena.
- É, me esqueci deste detalhe. – falou Mine fazendo cara de pensativa – Mas então, quanto você quer para trabalhar de psicóloga para a minha empresa de propaganda? É porque a nossa psicóloga se demitiu, porque foi trabalhar nos EUA, nós estamos sem. Eu ia até começar a procurar uma amanhã, mas como eu conheci você, que parece ser uma excelente psicóloga, eu te ofereço o cargo. E aí, além de não ter que ficar perdendo tempo e paciência procurando uma nova pessoa para cargo, eu ainda possa ajudar uma amiga e ter uma nova vizinha, porque se você não percebeu eu moro sozinha aqui neste andar. Ah! Posso dizer que lá na Espressione remuneramos muito bem nosso funcionários.– disse isso gesticulando calmamente. – Então, o que acha? Aceita o novo emprego, o apartamento e uma vizinha um pouco louca? – perguntou ela piscando um olho.
- O que eu posso dizer? – perguntou parecer estar pensando e levando um dedo ao queixo – Claro que eu aceito. – gritou abraçando a amiga.
E aí ? O que acharam? Vou ser bem sincera, eu não gostei mto, não. Mas isso é preciso para eu poder dar o rumo que eu preciso na história. Logo, logo vocês vão ver, ou melhor ler. E também a pobrezinha da Serena também merecia uma folga, só está sofrendo neste fic. Estou com umas idéias ótimas para os próximos capítulos, espero que continuem lendo e curtindo o fic. Se não entenderem alguma coisa me perguntem, eu vou responder com a maior felicidade.
Gente, por favor deixem reviews, isso é super importante para saber o que vocês acham da história, e me dar alguns toques, que eu mais que preciso.
Agradeço a todos os reviews, à Prix-chan, Gheisinha Kinomoto, Lilly, Ju-Vieira. Vocês nem tem idéia do quanto eu fiquei feliz em lê-los.
