Fazendo Besteiras
- Acho que não!
"Pronto, disse.", Gina pensou.
Se estava dando mais uma chance para o relacionamento de Harry e Cho? Bem, estava. Gina sabia que Harry ouvia muito sua opinião e provavelmente faria o que ela dissesse. Isso era ruim, já que eles iriam ficar bem, e Gina, péssima.
Foi muito difícil para ela falar aquilo a Harry, mas o queria ver feliz, com ou sem ela. E se ele ainda gostava de Cho e via na oriental sua chance de ser feliz, bem, que agarrasse. Cho poderia ser louca e insana, como se mostrou a Gina mais cedo naquele dia, mas era dela quem Harry gostava.
Mas pior que foi dizer aquilo, e foi muito doloroso, a escolha final seria de Harry.
- Por quê? - Harry perguntou.
Gina se virou na cama, dando as costas a Harry, e lutou contra sua vontade de voltar atrás na sua resposta. Para que ela atrapalharia ainda mais o relacionamento dos dois? Deixem eles se entenderem. Se isso acontecer, bem, ótimo para Harry e Cho, pior para ela. Se eles voltarem e depois aquilo não der certo, pelo menos sua consciência estaria tranquila por ela ter feito o certo, mesmo que bem difícil.
- Olha, Harry, se você ainda gosta dela, então dê mais uma chance.
Harry se deitou ao lado de Gina. O problema era que ele não sabia se ainda gostava dela ou não. Cho já estava ficando louca de ciúmes ultimamente. Foi isso que disse a Gina.
- Ah, Harry, é tão complicado! - ela se lamentou o fitando - Por que você simplesmente não faz o que seu coração manda?
- Porque eu não sei o que ele quer! - Harry explicou.
Gina ficou em silêncio. Ela sabia exatamente o que o coração dela queria.
- Olha - ela puxou os cobertores mais para si, estava realmente frio! - se vocês se derem mais uma chance, só mais uma, pode ser que dê certo. - tomou coragem - Dê mais atenção a Cho, se não der certo, pelo menos você tentou uma vez mais.
Harry olhou para a amiga. Aos poucos, sua cara emburrada deu lugar a um sorriso.
- Você sempre sabe o que dizer, não é?
"Infelizmente não, se não já teria falado que te amo."
-É. - Gina disse tristemente, ao que ele não percebeu. Será que tinha acabado de assinar sua sentença de morte?
- Dessa vez - Harry disse - eu vou fazer tudo certo, mais do que nunca. Se não der certo não será por falta de esforço.
Gina riu fraco. Que péssimo!
- Que bom.
Harry sorriu.
- Eu te adoro, sabia?
- Como não saber se você me diz isso toda hora? - Gina disse divertida - Eu sou adorável, educada, inteligente, profissional, paciente e... modesta!
Harry riu. Ela tinha esquecido o linda e atraente. Além de frágil e delicada.
Era exatamente assim que ela estava parecendo naquele momento. Deitada na cama de Harry, embaixo das cobertas, toda encolhida, com os olhos amêndoas o fitando. Ela era tão adorável! Ele realmente tinha sorte de tê-la ali consigo. Uma jóia que ele um dia abandonou, mas que depois achou. Não sabia o que seria dele se Gina não tivesse voltado a sua vida. Ela era o chão dele, a pessoa que contava em todas as horas.
- Você tem razão. - Harry disse divertido também - Além de ser meiga, doce, linda e atraente! - Harry piscou para ela - Se eu não fosse eu, casaria com você...
"Idiota! Como assim, se não fosse você?"
- Bobo. - disse Gina sorrindo.
- É sério, você não acredita?
- Ai, Harry, ninguém te merece, sabia? - Ele dizia cada uma!
- Você me merece sim, porque a gente se ama. - ele disse a abraçando e puxando para si.
- Ai, Harry - Gina falou tentando se soltar pela segunda vez naquele dia - Sai de mim!
- Por que, você não gosta mais de mim?
- Gosto, mas eu preciso de espaço...
Harry riu.
- Eu sou o superior, eu que mando.
Gina o olhou nos olhos. Ele queria brincar? Ótimo!
- É mesmo?
- É...
Mas antes que ele pudesse completar a frase, Gina havia o empurrado para o lado e pegado a varinha do rapaz no criado. Se colocando ameaçadoramente acima dele, sentada sob seu tronco, ela ria.
- Bem, agora quem está numa situação superior? - perguntou ao apontar a varinha diretamente para o coração do rapaz.
- O que você vai fazer, me matar? - ele perguntou sarcástico.
- Não - Gina se abaixou e respondeu numa voz baixa e rouca próxima ao pé da orelha dele - muito melhor - ela o fitou, seus rostos muito próximos - algo inesquecível - seu tom continuava o mesmo e seus lábios roçavam - e inigualável.
Harry fechou os olhos e se concentrou para que aquelas palavras significassem o que parecia significar, mesmo que fosse meio impossível se tratando que vinham da boca de Gina.
- O que? - ele perguntou sério, de olhos ainda fechados.
"Deus, por favor, faça que seja isso!"
- Isso! - Gina respondeu ainda naquele tom perigoso. Imediatamente ao que Gina pronunciou essas palavras, Harry sentiu o peso dela sair de cima de si. Ele esperou o que quer que fosse começar, mas nada aconteceu. Cautelosamente ele abriu um dos olhos, bem lentamente.
- Pof!
Gina estava do lado dele, armada com um perigoso travesseiro, começando uma guerra. Levou dois segundos para Harry perceber o que estava acontecendo e então ele reagiu. A varinha dele estava jogada no chão longe da cama ("Longe demais para pegar.") e a única arma que ele viu foi o travesseiro em que estava deitado.
O resultado? Harry e Gina começaram uma baita guerra como duas crianças, se esquecendo de Cho's, namoros e amor, até... Bem, até que Harry conseguiu estourar o travesseiro dele e encher o quarto de plumas, apelando em prender Gina da mesma forma que ela tinha feito antes com ele, para evitar ser esmagado pela travesseiro dela.
- Isso não é justo - disse Gina ao Harry prender os braços dela com uma mão acima de sua cabeça - eu sou melhor nisso e você sempre apela para a força só para não me deixar ganhar!
- Você não é melhor.
- Sou sim! - Gina desafiou.
- Quem disse? - Harry aproximou seus rostos. A aproximação dos seus corpos estava realmente perigosa, mas ele não se importava, nem ela. Aquilo era normal na vida dos dois amigos.
- Eu. - ela disse, erguendo um pouco a cabeça e fazendo seus lábios quase encostarem.
Ao fazer aquele gesto, Harry sentiu o cheiro dela impregnar seu ar. Cheiro de flores, algo exótico, puro e embriagante. Quase que podia sentir o gosto dela. O sorriso dele acabou e seus olhos desviaram dos dela para sua boca, naturalmente avermelhada, de lábios levemente carnudos e sensuais.
Gina percebeu o gesto e imediatamente seu coração pulou. Passou levemente a língua pelos lábios, umedecendo-os. Harry seguiu o gesto.
"Perigoso demais, acabe com isso Gina!"
Gina abaixou sua cabeça para o colchão, aumentando a distância. Harry abaixou a sua também e fitou Gina, num pedido de permissão com o olhar.
Ela sentia o corpo forte de Harry contra o seu, e estava mais uma vez fascinada pelos incríveis olhos verdes dele. Podia sentir sua respiração entrecortada, mais lenta, o poder de seu olhar e a boca a poucos centímetros uma das outras. Aquilo estava sendo uma tortura, mas também estava sendo muito bom. Apesar de todo a aproximação e amizade deles, ela se lembrava de poucas situações como aquelas, onde eles tinham ficado tão, tão próximos e em nenhuma aquilo tinha acontecido. O máximo foi um roçar de lábios, em seus joguinhos e brincadeiras, como a alguns minutos.
Harry sentia seu corpo tão colado ao dela e o modo alucinante que seus lábios estavam separados. Ela era sua amiga, e ele sempre manteve uma distância mínima entre eles, uma vez que sabia o poder dela e o que poderia resultar caso exatamente aquilo acontecesse. As bocas próximas, o cheiro, a pela acetinada que tantas vezes já tocara em gestos amigáveis.
As respirações estavam pesadas, seus peitos subiam e desciam num mesmo ritmo. Os corpos próximos, cada vez mais um do outro, Harry pressionando o corpo de Gina.
Tudo o que ela precisa responder era um não sem palavras, mas no momento que seus olhares se cruzaram, ela só pode pensar em uma coisa: sim.
Foi mais rápido que um raio. Em um segundo eles estavam a poucos centímetros um do outro, no seguinte Harry começou um beijo apaixonado, bruto e possessivo em Gina, que correspondeu na mesma forma. Naquele momento, era como se Gina saísse de seu corpo e desse espaço a outra pessoa, que queria apenas morrer com aquele beijo. Já não era ela, a garota que o amava, não existia o amor naquele momento, só a vontade de se perder no beijo. Era apenas uma garota que precisava beijar e ser beijada.
Parecia que toda a vida dos dois dependia daquilo.
Todos os anos de suas existências aconteceram para levar àquele momento.
Que o tempo parasse ou o mundo acabasse agora, porque estava tudo perfeito.
E as coisas aconteciam rápidas demais.
Harry deslizou a mão que prendia os braços de Gina para a cintura dela, enquanto levava a outra para sua nuca, sentindo seus cabelos sedosos, fazendo com que os dedos dele se entrelaçassem nos fios.
Gina pousou suas mãos em seus braços, num gesto firme, num meio abraço. Os corpos buscavam um ao outro, como que para se unirem em um único, independente das barreiras existentes. As línguas e lábios se buscavam numa ferocidade incrível. Gina sentiu a boca dela ser invadida pela língua de Harry, em gestos ousados. Harry a beijava com vontade, e a sentia responder da mesma forma. E como beijava bem! Ele se surpreendia, aquele jeito calmo e pacífico podia muito bem enganar. Ela o surpreendia com o beijo. Muito mais que ele imaginara.
Não era o beijo delicado e apaixonado que Gina imaginara ao pensar em Harry. Em todas as ocasiões ela imaginou uma situação diferente, onde as coisas aconteceriam tranquilamente e o beijo seria devagar. Aquele beijo podia ser tudo, menos devagar. Mas seria assim se fosse um beijo entre Harry e Gina. Naquele momento, naquele quarto, não existiam nada mais do que duas pessoas sem identidade que apenas se preocupavam em continuar com aquilo, com aquele contato, com aquele beijo. Era apenas um beijo dado por duas pessoas que queriam apenas aproveitar o momento e esquecer o resto. Era fogo, desejo, carne, tentação, e beijo, só. Nada de sentimentos ou lutas interiores. Era o momento, nada mais que um beijo prometido há muito tempo e que explodia de todas as maneiras possíveis, mais forte que nunca poderia ser. Era desesperadora a forma com que buscavam um ao outro. Mesmos que eles quisessem parar com aquilo, sentiam que não podiam. Precisavam, necessitavam continuar. Era como respirar, se parassem, morreriam.
Faltam palavras para descrever a ferocidade do momento.
Sentiam seus corpos tão próximos, as mãos de um e de outro, seus lábios e línguas que se encontravam numa dança frenética e bruta.
Aquilo era o céu. E era o inferno.
Era certo. E era errado.
Era arrebatador, louco e apaixonante.
E não poderia terminar.
Gina e Harry sabiam que aquilo precisava terminar, mas a noção de perigo não surgiu, nem quando Harry a apertou mais contra si e procurou uma brecha entre suas roupas. O beijo continuava, enquanto Harry deslizava sua mão para dentro das blusas dela, sentindo sua pele macia, fazendo Gina soltar um gemido abafado pelo beijo. Gina percebeu aonde aquilo iria levar os dois. E sinceramente, naquele momento, não se importava e não se preocupava em se arrepender. Ela abraçava Harry, o apertava contra si, suas mãos em suas costas, sentindo o calor que emanava pela blusa de malha.
Eles rolavam pela cama entre o beijo. Deslizavam suas mãos pelos corpos um do outro, conhecendo, tocando, sentindo. Carne. Desejo. Amor. Verdade. Ilusão. Aquele momento era tudo e nada, viviam como se toda a base de seus mundos fosse aquilo. A cama já ficava pequena, e se não parassem logo seria mais do que o momentâneo beijo, mas ambos não pensavam nisso. Só sentiam um ao outro, num beijo faminto, sedento, transtornado. Na cama onde eles rolavam, entre beijos e abraços, até...
- Pá!
Harry se virou para se pôr abaixo de Gina, mas não tinha mais cama, estavam na beirada, o que faz os dois caírem no chão, se separando.
Harry caiu primeiro, de costas, estatelado no chão, e Gina ao seu lado. Aquela queda acabou com o clima de "amasso" e quando se olharam, só conseguiram rir.
Num momento estavam rolando na cama em um "senhor beijo" e no outro, as gargalhadas no chão. O beijo foi esquecido, um acordo silencioso de que aquilo não foi nada, e agora só tinha lugar para as gargalhadas.
Tudo tinha acabado, de repente como veio.
- Eu... - Harry disse parando de rir - caí!
- Eu vi - Gina disse fazendo o mesmo e se pondo de pé. Seus lábios ainda estavam inchados e avermelhados, mas ela estava vermelha por causa dos risos. - Uma ajuda? - ela ofereceu uma mão a Harry, para ele se erguer.
- Obrigada. - ele disse aceitando. - Desculpe pelo tombo.
- Tudo bem - Gina disse. Do mesmo jeito arrebatador que havia esquecido, havia se lembrado do beijo. - Eu... - ela sorria para ele. Era estranho, mas não se sentia constrangida ou chateada pelo beijo. Foi algo possessivo e ardente, pode-se dizer apaixonado, mas era como se fosse mais uma de suas brincadeiras, algo super natural, que precisava acontecer para a amizade dar uma... relaxada. Foi divertido, entorpecente ("Cara, ele beija bem demais!") e só. Sua atitude ousada surpreendia ela mesma. - acho que já vou. - começou a andar em direção a porta, de ré, olhando Harry - A gente se vê amanhã.
- Tudo bem. - Harry disse ao arrumar os travesseiros com a varinha em um floreio. - Até amanhã.
- Até.
Gina se virou e continuou até a porta. Se sentia feliz e sentia que aquele foi um beijo de amigos, emocionante, chocante. Algo de desejo e impulso, mas no momento estava tudo bem. Espera não se arrepender.
Mas se arrependeria, só não sabia ainda.
- Ah, Harry - ela se virou, já na porta - , essa semana tem jogo dos Cannons na casa do Mike, você vai?
- Vou. - ele respondeu ao erguer os olhos da cama que arrumava para ela. Ele se sentia extasiado com o beijo, sentia o gosto dela ainda, e queria mais. Ela ali era uma tortura, mas teria de dar um jeito de passar uma borracha na situação. - E você?
- Também vou - recomeçou seu caminho para o corredor. - Boa noite, Harry - gritou animada.
- Boa noite. - ele murmurou mais para si do que para ela.
Assim que ouviu o barulho da porta e de uma Gina sair, se jogou na cama.
- O que, afinal, aconteceu?
Cara, ele nunca se sentiu tão... tão... tão... assim com um beijo! Foi algo realmente surpreendente. Em um momento estavam bem, no outro se enroscando na cama, no outro no chão rindo. Ela agiu como se ela que fizesse aquele tipo de coisa com qualquer pessoa, não ele, e ele se sentia... estranho. Parecia que o beijo não foi só um beijo, foi algo mais forte.
Se virou na cama.
Foi o melhor momento de sua vida. Foi só um beijo com a Gina, um beijo que ela retribuiu e depois agiu como se não tivesse acontecido, mas foi ardente, possessivo e caloroso, mas ao mesmo tempo foi dominado pelo jeito dela, pacífico, tímido e doce. Ambíguo. Ele não se importava por tê-la beijado, e esperava que nem ela, mas sentia que aquilo nunca mais iria acontecer, não pelo menos daquele jeito. Ela havia o surpreendido, não era assim.
Queria que o beijo não tivesse parado, porque aquela "paixão do momento" nunca mais existiria. Gina não deixaria algo explodir assim mais uma vez, se sentiria péssima se isso fosse constante, ele sabia, como sabia que ela iria se arrepender. E talvez até ele se arrependesse, mas no momento se sentia leve, em torpor, e mais alguma coisa indefinida, forte e que só o fazia pensar no beijo.
"Beijo. Beijo. Beijo. Gina. Beijo. Gina. Minha amiga. Nosso beijo. Gina. Beijo. Meu beijo. Eu a beijei. Nos beijamos. Doce. Forte. Bruto. Apaixonante. Sedutor. Gina... beijo... paixão... desejo."
Ele se sentia quase flutuar. Ainda, de olhos fechados, poderia sentir Gina junto de si, seus corpos colados, os lábios unidos, e se não tivessem caído da cama, aquilo iria longe. Muito mais longe. O corpo dela, a pela macia, seu corpo perfeito que se encaixou perfeitamente no dele, mesmo com aquelas roupas impossibilitando um contato maior, mas sem roupas...
Droga, era Gina! Não devia pensar aquilo!
Mas era impossível! Quanto mais tentamos desviar um pensamento, mais ele vem. E ela, aquele beijo, havia mexido com ele, de uma forma que não sabia descrever. Queria tê-la ali, naquele momento, consigo, ali, amanhã, e depois, depois, e depois... para sempre. Poder senti-la, tê-la, amá-la...
- Droga, droga, droga!
Ele não podia se esquecer que ela era sua amiga, e antes de tudo não poderia se permitir estragar aquela amizade. E só de se lembrar do olhar dela, do olhar que ela sempre tinha, e mesmo do olhar daquela noite, forte, mas também puro, ele se arrependia dos pensamentos. Ele era seu amigo e só iria, só podia, protegê-la, nada mais. Era melhor dormir e esquecer aquilo, amanhã acordaria como se nada tivesse acontecido e continuariam a agir da mesma maneira.
Se virando na cama, ele se lembrou na primeira vez que a encontrou depois de voltar da África do Sul. Ele havia ficado fascinado pela beleza dela, pelo jeito, gestos, tudo fazia quere-la, mas seu olhar sempre o fazia se arrepender. No primeiro momento, ele não se importou em tentar colocar ela em sua "lista", mas agora ele a conhecia bem, sabia como ela era e ela merecia alguém completo. E ele, definitivamente, não era completo.
Tinha tanta coisa a resolver em sua vida. O fim da missão, sua amizade e seu relacionamento com Cho.
Respirou fundo.
Se no começo, apesar de muito difícil e da enorme quantidade de banhos frios, ele conseguiu se controlar com Gina, dessa vez NÃO seria diferente. Ela não merecia ser diferente. Mas por que, agora, aquilo estava voltando mais forte que nunca e ainda acompanhado de algo mais que era... inexplicável? O que seria isso, a amizade que crescia e evoluía para algo mais? O quê? Deus, ele estava tão confuso, mas só sabia que a queria. Agora e para sempre.
Não, não, não, estava tudo errado!
Cho. Ele iria conversar com ela e tiraria tudo isso na mente, Gina não merecia nem os pensamentos daquele tipo que ele tinha. Harry se envergonhava, ela era sua melhor amiga, uma garota inocente! Mas algo dentro dele estava se tornando maior, mais necessitado dela. Mas tinha que esquecer. Falaria com Cho e reatariam, apesar que não terminaram de verdade, e faria tudo certo.
E se, no fim das contas, não desse certo, daria tempo ao tempo. Agora, era melhor dormir.
Puxando os cobertores, enfim Harry dormiu tranquilo, em um sono cheio de sonhos.
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Uma sombra atravessou a rua e se escondeu da chuva embaixo da marquise do apartamento. Apertou o botão do porteiro eletrônico e esperou.
- Quem é? - a voz chiada saiu o aparelho.
- Sou eu.
Houve um breve instante de silêncio.
- Entra. - a voz do aparelho respondeu, ao que foi seguido de um estalar da fechadura da porta e a mesma abriu. Naquela casa também não se podia aparatar, por isso ele teve de usar métodos trouxas.
Abriu e porta e subiu as escadas, se deparando com uma porta de madeira. Bateu. Ela abriu.
- Oi, Paul.
- Oi, Meg.
- Entra. - ela deu passagem ao rapaz - Tudo bem?
Paul deu de ombros.
- É.
- Sente-se. - ela disse entrando também e indicando a poltrona a frente do sofá em que se sentava. A sala de estar era grande, de pé-direito alto e bem decorada, com paredes em azul e creme, piso de madeira escuro e móveis antigos.
- Obrigada. - ele se sentou. Respirou fundo e apoiou os cotovelos nos joelhos, apertando as mãos diante do corpo. Esse gesto foi seguido de silêncio.
- O que você quer falar comigo, Paul? - Meg disse se levantando e indo em direção ao bar - Você disse no Ministério que era importante. Quer beber alguma coisa? Uísque é o seu favorito, não é?
- Nada, obrigada, não quero nada. - ele disse a seguindo com o olhar. Estava bonita, com os cabelos loiros soltos e caindo pelas costas cobertas pelo vestido de cashmere azul-escuro de mangas.
Meg voltou ao seu lugar, com um copo de uísque para Paul e o ofereceu.
- Obrigada - ele aceitou rindo. Mesmo ele tendo recusado, ela lhe deu o uísque. Bebeu um gole - Você vai sair?
- Ia. Nada importante. - ela deu de ombros - Preciso conversar com alguém, mas pensando bem é melhor eu esperar um pouco. Se as coisas não se acalmarem, eu vou.
- Conversar? - Paul estranhou - Com quem? - bebeu todo o líquido restante e se levantou para pegar mais.
- Ah, ninguém. - ela disse sorrindo irônica ao vê-lo se servir - E fique a vontade se quiser mais alguma coisa.
- Obrigado. - ele respondeu ao colocar a garrafa de uísque, que Meg percebeu ser dessa vez uísque de fogo, na mesa.
Paul bebeu por mais algum tempo, e Meg o deixou no seu silêncio. Parecia estar tomando coragem para dizer alguma coisa. Alguns goles depois, ele enfim quebrou o silêncio.
- Você sabe porque eu estou aqui, não é?
Ela concordou com um gesto de cabeça.
- Imagino. - ela colocou a caixa de música que estivera analisando esse tempo todo na mesa ao lado do sofá. Não acreditava em quanta coisa antiga seu avô tinha. Meg morava com ele desde que seus pais morreram.
Paul suspirou.
- Eu vou falar com ela...
- Não vai adiantar nada. - Meg o cortou.
- O quê? - ele perguntou confuso - Por quê?
Meg o olhou com pena e sentou na ponta do sofá, se aproximando um pouco dele, mesmo que ainda ficassem longe um do outro pela mesa de centro.
- A Gina não gosta de você, Paul.
- Ela pode aprender a gostar. - ele se serviu de outra dose.
- Não pode, você sabe.
- Eu só sei - ele bebeu outro da sua bebida - que eu gosto dela, ele não. Não como ela quer.
Meg, que tinha desviado os olhos para o chão, o fitou.
"Será que não?"
- É o que você acha?
- Eu tenho certeza. - ele estranhou a pergunta. - Você não?
- Eles são amigos...
- Nós também!
- ... e gostam muito um do outro, talvez só não saibam o quanto. - ela disse a última parte muito baixo, ao que Paul não ouviu.
- E ele namora a Cho!
- Até quando eu não sei - Meg se encostou no sofá - Os dois estão por um fio.
- Você fala isso como se comentasse o tempo, parece que não percebe o que significa para mim!
- Calma - ela disse o vendo bater o copo na mesa - , não se esqueça que eu já estivesse nessa situação.
Ele a analisou.
- Eu só queria saber como você conseguiu ter sangue frio o tempo todo.
Meg sorriu.
- Paul, eu sempre soube que aquilo não daria em nada. Que Igor voltaria para mim.
- Ele ainda não voltou.
- É tudo uma questão de tempo. Sempre foi.
- Mas no começo você sofreu. - Paul não saberia dizer se aquilo foi uma afirmação ou uma pergunta.
- Fiquei chateada - ela disse pouco se importando com o assunto - , mas sempre soube que Cho o largaria, ela não é o tipo de pessoa que fica com alguém como ele. Ele é bom demais para ela. Certo demias, passivo demais.
Paul fez o mesmo movimento de antes, se apoiando nos joelhos.
- Mas você não ficou com medo dele não querer mais nada com você depois que tudo entre eles acabasse?
Meg riu.
- Fiquei com medo de eu não querer mais nada com ele depois que o relacionamento dos dois acabasse. Quer dizer, nós éramos noivos, e Cho chega e o tira de mim. Fiquei chateada, mas ele sempre foi muito sincero comigo, e nunca me traiu. Rompeu comigo para ficar com ela, fiquei chateada... não, fiquei muito chateada, mas sabia que aquilo não tinha futuro. Sabia que quando acabasse ele iria voltar, porque ele me amava, me ama, e com ela era algo mais... ah, mais... - ela não achava a palavra certa.
- Físico? Carnal? Avassalador?
- Momentâneo! Foi algo de bater os olhos e gostar, não amar, Paul. Igor se confundiu, rompeu comigo, ficou com ela e depois ela o trocou pelo Harry. Ela terminou com ele quando já tinha começado com o Harry, o enganou. Ele não suporta isso.
- Mas mesmo assim, ele não voltou para você.
Meg sorriu.
- Quando a gente terminou, Paul, eu lutei da única forma que podia. Me camuflei, fui outra pessoa. Resolvi sair, me divertir, "curtir a vida"... a Meg de seis meses atrás não era eu, você sabe, me conheceu antes de tudo acontecer, entre eu, ele e Cho.
- Você voltou a ser a Meg de sempre agora, mas eu acho que ainda preferia a Meg pegadora. - Paul respondeu com um sorriso malicioso - Pelo menos daquela forma eu ainda tinha uma chance.
Meg riu.
- Não seja por isso, Paul...
Ele apenas sorriu em silêncio, ela também.
- Mas sabe... - ela continuou depois de um tempo - depois que a Cho terminou com o Igor, eu não queria saber dele mais. Quer dizer, eu queria, mas já estava determinada a não querer, mas na verdade agia um pouco... possessiva em relação a ele. Ele queria voltar, mas não sabia como, e eu dei uma de difícil, saindo com qualquer um, menos ele... e, nossa, ele ficou péssimo - ela riu - , se dedicando mais ao trabalho do que nunca! E quando eu decidi dar uma outra chance a nós... a sua - essa palavra soou bastante sarcástica - Gina chegou. E o Igor, como você e todo o departamento caiu de quatro. E ele gostou dela, mas não foi nada como com a Cho, foi apenas atração. Ele sabia que não tinha chances, desistiu, mas ainda babava por ela...
- Se você ouvisse o que diz a seis meses trás, se mataria...
- Eu sou a pessoa que sempre fui, agora, Paul, não estou mais insegura ou fugindo.
- Mas você não gostava do Igor... "gostar" - ele fez o gesto de aspas - da Gina.
- Detestava! - ela disse com uma careta - Mas ainda sabia que ele voltaria, aquilo era atração, fogo, só. Comigo sempre foi amor, mas eu fiquei chateada por ela surgir justamente quando eu ia dar outra chance a ele, mas a culpa nunca foi dela. O tempo passou, eu me acostumei e Igor ainda continuava neutro... mas quando meus pais morreram, há 3 meses, você sabe, eu vi que não valia a pena continuar a ser como estava sendo, festeira demais, digamos assim. - ela sorriu piscando o olho - E ele me ajudou, e eu sei que tudo vai voltar a ser como há um ano e meio atrás! - concluiu feliz.
- Talvez a Gina se canse do Harry e tudo volte a ser como antes também. - Paul abriu um sorriso, enquanto o de Meg se desfazia.
- Paul, olha... eu e o Igor nós conhecemos desde a escola, sabe, durante toda a nossa vida, nosso relacionamento teve muito vai e volta, encontros e desencontros, mas no fundo a gente sempre soube onde terminaria isso, e agora ele sabe o quanto errou comigo, e eu sei onde errei com ele, mas... o Harry e a Gina, a gente vê, sabe? - ela disse sem graça.
Paul a olhou sério.
- Não, não sei. Vê o quê?
- Você está se enganado, Paul, não tem chances com ela, você s...
- Vê o quê? - ele perguntou mais alto.
- Vê que eles tem uma história juntos, e tudo vai terminar como eu e o Igor, vendo...
- Não, eles não tem! Eles se conheceram na escola, trabalharam juntos, mas ele não gosta dela, e eu conheço a Gina muito bem, melhor que ele, posso dizer que ela também não gosta dele, só pensa que gosta porque ela o acha legal, bonito e talentoso. Eu vou ter que dar um jeito de fazê-la ver isso!
Meg o observou, séria. Pensando, ela resolveu o que deveria fazer se quisesse que ninguém saísse mal naquilo.
- Tudo bem, Paul, se você diz.
- Eu sei que posso.
Meg concordou com a cabeça, sem acreditar de verdade.
- E o que você vai fazer?
- Bem, é esse o motivo de vir aqui. Hoje.
Meg concordou.
- Então. - disse Paul.
- Então...?
Paul suspirou.
- Você acha, de verdade... que ela gosta dele?
- Você acabou de me dizer que sabe que ela não gosta.
- Ah, eu... na verdade não sei. Acho que não, mas você é mulher e entende mais essas coisas.
- Você quer que eu seja sincera? - ela perguntou nervosa. Será que ele não tinha ouvido o que ela disse?
Ele a olhou.
- Não.
- Ótimo, porque você sabe a resposta, só está se enganando.
- Mas eu sei que posso fazer ela esquecê-lo.
- Eu já disse o que penso, Paul. Eu não acho.
- Ela está diferente, não passa mais tempo com a gente.
- Ela está mais próxima do Harry por se conheceram melhor na missão.
- Ela não gosta mais da gente.
- Paul, por favor, auto-piedade não!
Paul a analisou.
- Eu a amo, Meg.
Meg sorriu triste. Se levantou, e se sentou na frente de Paul.
- Paul - ela disse pegando suas mãos - a gente se conhece há anos...
- Eu sei - ele disse.
- Então... e se eu te dissesse que você não a ama? Só está confundindo uma amizade linda com amor?
- Não, Meg - ele parecia chocado - , não é isso não. É amor mesmo!
- Como era amor com a Angel? Ou com a Katie? Ou a a Barbara? Ou a Joice? Ou...
- Não, é diferente dessa vez.
- Todas as vezes foram diferentes para você, Paul! Você sofreu, chorou, pensou em se matar, e depois riu da situação porque estava se enganando.
- Mas agora é diferente mesmo, é mais forte.
- Ai, Paul - ela suspirou, iria começar tudo de novo - por que você não continua como sempre, com nada sério? Quando você cisma em se fixar em alguém faz sempre a mesma coisa, depois vê o quanto estava errado. Desiste e continua a ser o galinha - ele riu - que normalmente é.
Ele pegou o rosto de Meg entre as mãos e beijou sua testa.
- Eu vou ser o padrinho do seu casamento e vou levá-la para ser meu par.
Meg suspirou. Ele iria encarar a verdade da pior forma possível, mais uma vez.
- Era isso que você tinha para me dizer? - ela se levantou e foi para o bar.
- Eu vou pedi-la em casamento.
Meg parou.
Depois correu em direção ao bar e se serviu da primeira coisa que viu.
- O... qu-quê? - ela perguntou se engasgando.
Paul riu fraco.
- Não agora, claro, antes eu vou pedi-la em namoro.
Meg não pôde se impedir de rir.
- Ah, Paul! O que te faz pensar que a Gina vai aceitar?
- O Harry não a ama.
Meg sorriu fraco.
- Se você diz... mas não diga que não te avisei. - e terminou sua bebida.
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Eram quase quatro na manhã.
No 1102 uma garota estava acordada, melhor, acabava de acordar de um sonho. Há segundos, estava numa rua, andando em direção a um rapaz moreno, alto e forte, quando dois táxis passaram e chamaram sua atenção, a fazendo se situar. Erguendo os olhos, o viu e depois, tudo negro. Caiu. Acordou.
Por que, depois de tanto tempo, estava tendo aquele sonho com Harry? Não o tinha há meses, a última vez que o teve foi quando ele foi capturado no caso Hortes, o que mudou muito o rumo da missão. E antes quando ele voltou. Só tinha o sonho quando grandes mudanças aconteciam em sua vida e na de Harry. O que seria diferente agora? O que tinha feito de diferente?
"O beijo."
Gina se sentou na cama em um pulo. Eles tinham se beijado, Ai-Meu-Deus! Só agora ela se lembrava!
Por quê? Por que tinha deixado aquilo acontecer? Era errado, uma ilusão. Por mais que tivesse gostado, e tinha, e retribuído, aquilo não deveria ter acontecido! Ela e Harry eram amigos, ela o amava, ele a amava, mas não da mesma forma. O beijo só faria ela se enganar e sofrer, porque nunca passaria daquilo.
Tomou um banho de água fria. A ficha tinha caído. Foi um erro, muito grande, gigante, amplo!
Se deixasse as coisas seguirem assim um dia acordaria e estaria na cama ao lado dele, não que não quisesse isso, queria, mas não da forma que iria acontecer. Seria mais uma que passava pela cama dele. Não que achasse que Harry iria se atirar em cima dela, ou algo de gênero, mas ele era homem, ela mulher. Por mais que ele não a visse assim, como uma mulher de verdade, o que o impossibilitava de vê-la como um caso?
Todas as "listadas" dele eram mulheres, claro, mas aos seus olhos não era mulheres de verdade. A única mulher de verdade que ele conhecia era Cho, pelo menos Gina achava, porque uma mulher de verdade para o Harry era uma mulher para se ter algo. Tipo um relacionamento.
Mas será que Harry era realmente assim?
Ela achava que sim, mas com ela... de qualquer forma, se abrisse muitas brechas descobriria. E não queria. Iria esquecer aquilo, amanhã acordaria e seria um dia normal onde nada aconteceu, e ela estaria preparada para isso. Nunca mais deixaria esse tipo de coisa acontecer, a trazia falsas esperanças, sofrimento e arrependimento. E não iria chorar, porque não era fraca! O amava, ótimo, ele não, ótimo também!
Voltou a deitar confortável na cama. Não tinha sono.
Mas por que tinha deixado tudo acontecer? Ai, Deus, errou! Era tudo tão estranho, ela e Harry tinham se beijado! Por mais que quisesse, era como se fosse algo inalcansável, e aconteceu, e o pior, nunca mais aconteceria. Harry iria esquecer como se fosse uma coisa qualquer, a traria como sempre e tudo bem, fim da história. Mas Gina sempre se lembraria, e se achasse que tinha algo mais a acontecer, estava se enganando. Era isso que tinha sido o beijo, um engano, algo de momento, algo físico e só, parou aí e assim continuaria. Gina se levantou e foi para o closet, não dormia e iria se levantar. Não deixaria aquilo acontecer nunca mais, agiria como se ainda tivesse acontecido entre ela e Harry, porque era o melhor, levar tudo como sempre.
Era muito tarde, e o melhor para se distrair e por a mente em ordem era andar ou dançar. Faria ballet o resto da noite.
Notas da Autora:
capítulo fraco e curto, aff! mas precisava acontecer soh isso nele, então... saiu assim! ah!
e olha, me desculpem pela demora de duas semanas! eu queria ter ido + rápido, mas ñ deu. e agora q as minhas aulas começaram (começaram na Quarta-feira) eu vou atualizar menos a fan fic, mas isso ñ qr dizer q vou abandoná-la! isso nunk!
mas mudando de assunto...
q axaram do bj? eu amei escrever! tava em dúvida c colocava ou ñ, mas eu decidi por! o próximo vai demorar tanto q eu decidi que Harry e Gina e principalmente, v6 leitores, mereciam um presentinho! espero q tenham gostado! mt coisa vai acontecer ainda!
uma vez, obrigada aos comentários, obrigada pelas reviews lindas! c estão gostando ou ñ, a sinceridade eh fundamental, estou aberta a críticas boas ou ruins! mt obrigada!
bjaço, Lanni.
ps: entrem na minha comunidade do orkut da evanna, a atriz q farah a luna em OdF. o nome da comu eh "evanna lynch" e eh a oficial.
Respostas das Reviews:
>> PedroX - eh isso msm, tah certo! e mt obrigada por tds as ilustrações!
>> Persephone Pendragon - obrigada, fiquei mt feliz por vc gostar! eu amo suas fics e fiquei mt contente por vc ter gostado da minha:D
>> Byzinha Lestrange - obrigada, menina! e devo admitir q a cena do filme realmente poderia acontecer c eu seguisse a missão, mas ñ fiz isso e devo lhe dizer q a idéia da fic ñ surgiu do filme. obrigadão, bjs!
>> celle-princess - hehehe! a cho ñ eh doente ñ, eh soh mt ciumenta! e eu ñ axo q ela tenha mts motivos, mas os q tem são, digamos... fortes! e a cho jah falou com o harry, tanto q brigaram, mas ele ñ ve nd d mal na amizade pelos, pq ñ tem nd d mal ou mais, ainda!
e o harry ñ eh insensível, ele realmente ñ sabe, eh inocente em td a história! e ele ñ a axa tão atraente assim, ela eh + amiga, dele, mas isso vai ajuda-lo a descobrir certas coisas.e sobre o comentário da meg, bem, apenas digo q tds vão saber oq ela disse ao harry nos proximos caps.
e a gina, bem, ela vai começar a abrir os olhos, digamos assim. e o paul, por esse capítulo, vc percebe q ele tah meio gamado msm nela! ah, e ele eh um fofo, d! soh q o harry ganha, o harry eh tbd! eu tbm queria um pra mim, hehe!
e eu ñ ligo c sua review for gigantesca, eu adoro reviews!
espero q ñ fic mt txt por esse cap ser bem menor e agora, bem, a atualização vai demorar + sim, pq eu to estudando e estudo em 2 turnos, então... o tempo fik curto. + vou tentar fazer td o + rapido possível:)
>> Byzinha Lestrange- tah legal! e espero q tenha lido o resto e gostado!
>> Brousire - ai, eu tbm axo o harry e a gina perfeitos junto e a cho soh serve msm para atrapalhra, mas qual é a graça das coisas c eh td fácil? vai demorar ainda um pouco (lê-se bastante!) pra eles ficarem juntos e felizes. ai, tem tanta coisa pra acontecer q eu fico com vontade d contar, mas ñ posso, q frustrante (agora eu sei como a Jo Rowling c sente!).
e eh mt bom q vc continue gostando da fic msm depois da mudança. talvez escreva uma fic (ou short fic) sobre como foi o desenvolvimento da missão deles depois q estiver acabando ou quase acabando essa. :
>> pulcher - reviravoltassa, neh? o mundo eles mudaram um pouco, mas td eh necessário pra hsitória. e a gi ñ eh boba, tadinha, eh mt insegura, uma pessoa q vive num conflito constante e q ñ tem o controle da sua vida, por isso age mts vezes d forma q mostra um conflito de sentimentos e opiniões, como esse cap ( ñ gostei mt da gina nesse, depois do bj, mas era oq ela eh). e o harry eh, d fato, um idiota! e cego, mas ele pode tbm ser mt bem um kra mt bacana.
e infelizmente ñ posso dizer ainda oq vai fazer o harry perceber q a gina cresceu, mas t garanto q ñ vai ser a blz dela, pelo menos ñ soh isso!
>> Miaka-ELA - amei suas reviews, tds! adoro seus comentários, são sempre tão cativantes! e olha, t add hj no meu msn. tava há séculos sem entrar.
a idéia d ñ enfocar a missão foi exatamente essa, d dar + destaq pro relacionamente do harry e gi, mas c eu fizesse a missão como imagina antes, tipo, axo q ia ficar mt show tbm, mas ai teve uma parte q eu simplesmente ñ conseguia desenvovler/terminar aí desisti de missão... mas adorei assim! e axo q com esse cap dah pra vc ter uma idéia do q vai acontecer com paul o gina agora, neh? pelo menos da parte dele vai ter (jah tem) algo.
obrigada pelos elogios:
>> Pati Mello - aff, as vezes me arrependo d ter feito essa mudança na fic, mas eh oq tah acontecendo, espero q ñ c decepcio , d verdade! e c t serve d consolo, penso ainda em fazer algo q estav nos meus planos originais + no futuro, qnd essa fic tiver no fim ou jah acabada. e, bem, ñ sei c a idéia q tive pode ser chamada de brilhante, mas, sim, tive uma idéia para fazer essa mundaça.
e eu simplesmente a-m-e-i a analise q vc fez aos personagens! e obrigada por gostar do meu jeito d escrever. eh algo q estou tentando melhorar. e a gina eh mtmtmt popular e o harry mtmtmt galinha, axa q ñ estou mostrando isso o suficiente? vou tentar ajustar + então! e eu preciso perguntar: oq vc qr dizer com ñ estragar a gina como fazem? oq eh estragar a gina pra vc?
pf, me responde, ok? brigadão:D
>> Luiza Weasley - obrigada e q bom q gostou das capas! a + bonita axo q foram a capa da fic e a do cap4, mt boa! a do 5 ficou meio fraquinha, mas tbm gostei!
>> Nady Voldie - tenho q t dizer q eh msm praticamente regra harry e gina separados e sofrendo para depois ficarem so harry 4ever... mas td tem seu tempo! e eh ótimo q vc esteja adorando, eh esse meu objetivo!
>> Andy Ferreira Potter - ah, obrigada! e eu concordo com vc, eh sempre bom axar pessoas q torcem por h/g por aí, eles são tdb!
>> TheBlueMemory - sabia q t adoro? eh, t adoro! fiquei mt feliz pelo seu comentário! e o paul eh fofo! mas eu devo dizer q talvez faça a gina chorar um poquiunho, pro próprio bem da fic, mas o harry tbm vai ter seus momentos!
e eu tbm ñ gosto mt da cho, e ñ esqueci do draco, ele aparece (nem sei c podia contar isso, mas jah foi) ainda e o harry d fato foi mt tapado, agiu como um idiota!
obrigada!
