Todos os personagens pertencem a Masashi Kishimoto. A história é de autoria de Maya Banks do seu livro Seduzida por um guerreiro escôces – Série Montgomerys e Armstrong. Essa Fanfic é uma adaptação.

Capítulo 05

Sakura sentou-se sobre o morro que ficava diante do terreno do seu clã e observou quando a impressionante fila de soldados dos Uchiha seguia cavalgando em direção à ponte levadiça.

Perguntou-se se seu pai permitiria que todos entrassem ou se faria a maioria dos guerreiros esperar do outro lado da muralha da fortaleza, mas Sasuke Uchiha poderia nunca concordar em se colocar na posição vulnerável de entrar no covil de seu inimigo com a proteção de apenas alguns homens.

Ela observou a frente da fila, tentando enxergar o homem que seria seu marido. Para ela, todos pareciam enormes e iguais, com suas armaduras e escudos, alguns com espada em punho.

Não parecia uma comitiva de casamento, mas o prelúdio de uma guerra.

Ela estremeceu e abraçou as pernas com força, encolhendo-se ainda mais para não ser vista. Sua mãe e seus irmãos procuravam por ela, que não fora para o seu esconderijo habitual porque Gaara já o conhecia. Em vez disso, preferiu o morro, que lhe daria uma boa visão… de seu futuro.

Três homens cavalgavam na frente, destacando-se dos outros, e um deles inclinou a cabeça para cima, como se gritasse para o vigia. Eveline queria poder ouvir aquilo.

Devia ser um som impressionante, vindo de um homem tão grande. Provavelmente, assustaria qualquer um que estivesse por perto.

Alguns dos cavalos atrás do homem se agitaram e tiveram de ser acalmados por seus cavaleiros. Ela pousou o queixo sobre os joelhos e continuou a observar enquanto a ponte era lentamente baixada.

Seu marido.

Ele estava ali para tirá-la de tudo o que conhecia e amava. Ali era o único lugar em que ela se sentia segura e protegida. Adorada por sua família e cuidada por seu clã. Mas não fora ela mesma quem um dia desejara ter uma vida normal? Uma nova aventura? Conhecer algo fora do confinamento do clã? Passara a vida inteira sem nunca viajar para além das fronteiras dos Haruno.

Houve tempo em que Sakura agradeceu pelo noivado com Kabuto Yakushi. Sentira excitação e fora preenchida pelos sonhos de um marido, filhos, sua própria casa para cuidar. Oh, ela planejara tudo. Visitas à sua família. Eles viajariam para as terras de seu marido para o nascimento de seu primeiro filho. Haveria muita felicidade e alegria.

Mas aquela fantasia evaporou-se no momento em que Ian Kabuto saber suas intenções com ela. Seus sonhos foram substituídos por um pesadelo do qual temia nunca escapar.

Odiava esconder-se ali, atrás de seu pai e de sua mãe, e até mesmo de seus irmãos, permitindo que os outros pensassem que era menos do que realmente era. Mas o que Sakura mais odiava era ter de abrir mão de seu sonho. E agora? Parecia que, apesar de todos os esforços para permanecer escondida nas terras do pai, chegara o dia em que seria forçada a aventurar-se além das fronteiras, para uma nova vida.

Certamente, essa não era a maneira como a jovem se imaginara expandindo seus horizontes, mas não tinha escolha. Não seria melhor tentar ver o lado bom da situação?

Sua mãe estava angustiada. Seu pai, triste, preocupado, em um estado de espírito tão ruim que ninguém se atrevia a perturbá-lo, a menos que fosse realmente importante. Até mesmo seus irmãos estavam impacientes. Era como se uma nuvem negra tivesse pairado sobre o clã e, desde que souberam que os Uchiha chegariam antes do anoitecer, toda a fortaleza ficou em polvorosa.

Sakura escapara sem ser notada, mas agora já procuravam-na, talvez para escondê-la, talvez para entregá-la ao homem que se tornaria seu marido.

Ela observara muitos lábios para saber que, com o conde em residência, qualquer ato de desobediência ao decreto real seria considerado um ato de guerra contra o rei.

Satisfeita com a observação do clã Uchiha, ela reclinou-se no chão, fechando os olhos brevemente contra a luz do sol. Quando os abriu de novo, concentrou-se no azul do céu e nas nuvens que flutuavam suavemente no ar.

Ali poderia escapar por apenas mais um pouquinho, cercada pelo silêncio. No fundo de sua mente, ela podia invocar a memória de como a música soava, e ao olhar para o espaço azul acima de si, Sakura poderia jurar que a música dançava através de seus ouvidos.

– Olhe para o morro à sua direita – Itachi disse, secamente.

Sasuke ergueu a cabeça e depois focou os olhos na direção indicada por Itachi, enquanto a ponte lentamente começava a descer. Ele quase não enxergou a figura magra. Depois, quando olhou novamente, Sasuke franziu as sobrancelhas e virou-se para o irmão, imaginando por que diabos Itachi teria chamado a sua atenção.

– Aquilo é uma pessoa? – Itachi indagou. – O que ele está fazendo ali naquele morro?

– Está com medo de que ela desça até aqui e derrube você do cavalo? – Naruto provocou.

– Ela? – Itachi disse sem acreditar.

– É uma moça – Naruto disse, acenando com a cabeça na direção da distante figura.

Sasuke voltou a olhar para a frente.

– Como você consegue saber a uma distância dessas?

Naruto olhou para os dois, sorrindo, e depois sacudiu a cabeça.

– Você acha que há muitos homens por aí usando vestido amarelo?

Itachi ergueu uma sobrancelha.

– Bom, estamos na área dos Haruno, então acho que qualquer coisa é possível.

Os homens ao redor começaram a rir, e então a ponte atingiu o chão com força, levantando poeira ao redor dos cavalos. Quando Sasuke olhou de novo para o morro, não conseguiu mais enxergar a garota. Como poderia desaparecer tão rápido?

Ele pôs seu cavalo a andar, concentrando-se no caminho à frente, pronto para um confronto iminente.

Era verdade que preferiria encarar uma batalha com poucos homens a entrar mansamente nas terras dos Haruno e juntar-se a seu clã com um casamento.

Isso o mortificava em todos os níveis. Seu pai estaria se revirando no túmulo. Era um dia negro para os Uchiha, que seria lembrado por muito tempo em sua história. Se pudesse escolher, todo esse evento seria riscado de qualquer registro dali em diante. Mas, claro, não podia fazer algo assim tão permanente com uma esposa, por mais tentador que fosse.

Sasuke cavalgou até o pátio e encontrou Kizashi, ao lado do conde Kakashi. Ele não se surpreendeu ao ver o homem do rei ali, embora, honestamente, esperasse o próprio rei, já que tudo isso era de tanta importância para ele.

Sasuke freou e endireitou o corpo sobre o cavalo, olhando do alto para o chefe do clã dos Haruno.

Kizashi o encarou de volta e, ao seu lado, apareceram seus dois filhos, embora Sasuke não soubesse quem era quem. Na última vez em que encontrara os filhos de Haruno, ele os enviara de volta correndo para casa após um entrevero na zona morta – a pequena parte de terra entre as fronteiras dos dois clãs. A terra pertencia aos Aburame, mas eles a haviam abandonado há muito tempo por causa da proximidade com os clãs rivais. Era um pequeno pedaço da propriedade, uma simples faixa de terra, e não era grande coisa manter-se ao sul e longe do conflito.

Kizashi mexeu-se primeiro, um fato que trouxe satisfação para Sasuke, que aceitaria qualquer vitória, por mais insignificante que fosse. Ele pode ter sido forçado a se aventurar mansamente na terra dos Haruno, mas não permitiria que nenhum deles o intimidasse.

Kizashi deu um passo à frente, limpou a garganta e disse:

– Bem-vindo à nossa terra, laird Uchiha. Você e seus irmãos são bem-vindos aqui dentro. Seus homens encontrarão acomodações no perímetro exterior, onde tendas foram erguidas para seu uso. Comida e bebida serão providenciadas para todos.

Por um momento, Sasuke ficou em silêncio. Então olhou para os irmãos, deu o sinal para desmontarem e, lançando-se do cavalo, pousou no chão.

Kizashi gesticulou para seus homens tomarem os cavalos e os levarem para os estábulos.

E lá estavam eles. Guerreiros dos Uchiha face a face com guerreiros dos Haruno. Eles irradiavam desprezo uns pelos outros. Os Haruno pareciam estar recebendo o diabo em seu santuário e, bom, talvez estivessem mesmo.

Uma coisa assim nunca havia acontecido na história de seus clãs. Nunca estiveram tão próximos sem espadas empunhadas e sangue derramado. A mão de Sasuke queria agarrar o cabo da espada, e sua garganta desejava soltar um grito de guerra.

– Eu não gosto disso – Kizashi disse discretamente, a voz firme como uma lâmina de aço. – Deus é testemunha, não existe parte alguma de mim que concorde com essa loucura.

Sasuke assentiu, agradecido pela sinceridade do velho homem. Quando falou, foi tão direto quanto.

– Eu não gosto disso mais do que você.

– Você não está sacrificando nada – Kizashi retrucou. – Não há nada para você não gostar. Você sairá daqui com a minha filha e não me dará nada em troca.

Sasuke ergueu uma sobrancelha, sentindo uma raiva crescer em sua nuca e agarrar a base de seu crânio. Precisava esforçar-se para não perder a cabeça. Precisou de toda a força para não pular na garganta daquele homem. Tudo o que podia ver era o homem cujo pai era responsável pelo assassinato de seu pai.

– Você acha que não? Ficarei preso a uma esposa defeituosa que nunca poderá me dar herdeiros. Estou abrindo mão de muita coisa. Estou abrindo mão de tudo.

– Ela não é defeituosa! – um dos filhos de Haruno rugiu e avançou.

Itachi e Naruto sacaram as espadas numa fração de segundo e lançaram-se à frente de Sasuke. Seus braços tremiam, e Sasuke sabia quanto lhes custava não correr e cortar os Haruno ali mesmo.

Toda a situação tinha potencial para explodir a qualquer momento. Os dois lados estavam ansiosos por qualquer desculpa para derramar o sangue do outro.

– Já chega – gritou o conde Kakashi. – O rei ficaria muito descontente. Ele quer paz e paz ele terá. Quando este casamento se realizar, um juramento será feito entre os dois clãs e um tratado será assinado em sangue. Qualquer rompimento do tratado será visto como um ato de traição à coroa. Então, suas terras serão confiscadas e vocês serão declarados foras da lei e serão caçados como tal.

– Gaara, afaste-se – Kizashi disse para o filho que rosnava de raiva. – Sasori, guarde a espada.

Gaara olhou para Sasuke, como se não quisesse mais nada além de cravar a espada nele ali mesmo, e Sasuke respondeu com um pequeno sorriso que dizia claramente: "tente".

– Ela vale dez vezes mais do que você – Gaara disse, enquanto se afastava.

Gaara e Itachi embainharam a espada lentamente, mas mantiveram as mãos sobre o cabo.

Kizashi ergueu a mão e, de repente, parecia cansado, com linhas da idade marcando toda a sua testa. Parecia um homem que guerreara com o próprio diabo. Mas Sasuke não sentia simpatia alguma. Não quando o pai daquele homem assassinara o seu pai. Não quando o seu clã perdera tanta coisa para os Haruno durante anos.

– Entrem – Kizashi disse em um tom de voz que mostrava o quanto odiava o convite. – Minha esposa providenciará comida e bebida após sua longa viagem.

– Sim, e eu gostaria de conhecer minha futura noiva – Sasuke disse com um tom de voz provocativo.

Os lábios de Gaara se torceram de ódio novamente, mas Kizashi o silenciou com um rápido olhar fechado. Ele gesticulou para Sasuke e seus irmãos, e então entraram na fortaleza, com o conde posicionado entre os dois grupos enquanto seguiam para o grande saguão.

Uma pequena mulher levantou-se de sua poltrona perto da lareira, deixando sua costura de lado. Era Mebuki, a esposa de Kizashi, que não aparentava ser uma mulher de idade considerável.

O medo tomou conta de seu rosto, embora ela tentasse esconder, e isso deixou Sasuke enojado, pois nunca levantaria a mão contra uma mulher. Não importava que fosse a esposa de seu inimigo, ela deveria receber o respeito e a cortesia que sua posição exigia.

Ele aproximou-se, torcendo para que ela não saísse correndo da sala, mas ela não se mexeu e o encarou de volta, sem pestanejar.

– Milady – ele disse, fazendo uma pequena reverência.

Quando ergueu a cabeça, Sasuke alcançou sua mão e ela permitiu que ele a tomasse. Sasuke levou a mão dela até seus lábios e os raspou levemente sobre o topo, em sinal de respeito.

– Você é Sasuke Uchiha? – disse ela com a voz apertada.

– Sim, sou eu – ele disse solenemente. – E você é lady Haruno.

– Mebuki – ela o corrigiu. – Afinal de contas, nós seremos… fa-família – ela gaguejou, mas concluiu, sentindo desgosto por aquelas palavras. Para falar a verdade, Sasuke sentiu a mesma coisa. Família? Nunca.

– Mebuki, então.

Ele virou-se para seus irmãos e os apresentou:

– Estes são meus irmãos, Naruto e Itachi.

– Você também possui uma irmã, não é mesmo? – Mebuki perguntou.

A expressão de Sasuke endureceu.

– Eu nunca a traria aqui. Ela está em casa e bem guardada. Ainda é jovem, e eu nunca a exporia a uma situação potencialmente hostil.

– Mas eu sou forçada a enviar a minha filha para o seio de nosso inimigo – Mebuki disse, quase sussurrando.

– Milady, não faço guerras contra mulheres. Sua filha não morrerá sob a minha mão nem sob a mão de qualquer um dos meus homens. Como esposa do laird, ela terá toda a cortesia de sua posição.

Mebuki não pareceu aliviada por aquele juramento. Na verdade, parecia querer chorar.

Sasuke virou-se, analisando o saguão ao redor. Era como se cada Haruno tivesse sumido antes da chegada dos Uchiha. Apenas ele, seus irmãos, o conde, Kizashi, a esposa do laird e seus filhos estavam presentes.

Ele então focou em Kizashi, pois não queria irritar a esposa do laird mais do que ela já estava irritada, ainda que sem ter culpa pelos pecados de seu marido e seus homens.

– Eu gostaria de ver a mulher com quem devo me casar. Gostaria de conhecê-la antes da cerimônia.

– Laird Uchiha – Mebuki interveio, ganhando sua atenção de volta. A expressão dela era de súplica. – Por favor, permita-me falar francamente sobre a minha filha antes de você pedir a presença dela?

– Fale à vontade, milady; não ficarei ofendido se não houver motivo para isso.

– Ninguém falou com você sobre ela?

– Ele a chamou de defeituosa – Gaara disse do outro lado do saguão.

Mebuki ficou pálida, embora Sasuke não soubesse se fora de raiva ou de perturbação.

– Ouvi dizer que ela… não está bem – Sasuke disse, em um esforço para ser gentil.

– Fale a verdade – Itachi disse de repente. – Todos sabem que a moça é louca e não consegue gerar herdeiros. É loucura um casamento desses acontecer. Isso não resolverá nada.

Naquele momento, Sasuke realmente acreditou que, se estivesse armada, Mebuki teria atentado contra a vida de seu irmão mais jovem. Ele automaticamente entrou no caminho entre Itachi e ela para impedir qualquer confronto.

Gaara começou a discutir fervorosamente, enquanto Kizashi virou-se para Itachi. O saguão explodiu em uma fúria de gritos e insultos. Apenas a presença do conde impediu que houvesse derramamento de sangue.

– Já chega! – o conde gritou. – Saiam do saguão! – Ele apontou para os filhos de Haruno e depois para os irmãos de Sasuke. – Fora. Deixem que discutam o assunto entre eles.

– Não deixarei meu irmão para ser morto neste ninho de víboras – Naruto respondeu.

Sasuke ergueu a mão.

– Estou bem protegido, Naruto, pode ir. Vá checar os homens e certifique-se de que tudo está bem. Quanto mais cedo acabarmos com isso, mais cedo poderemos voltar para a nossa terra.

Com relutância, os filhos de Haruno e os irmãos de Sasuke se retiraram, e ele voltou a atenção para Mebuki outra vez.

– Agora, milady, fale o que precisa me dizer. Estou ficando impaciente.

Kizashi aproximou-se para ficar ao lado de sua esposa, quase como se desafiasse Sasuke a mostrar qualquer desrespeito.

– Sakura está… diferente. Ela não está louca. É a verdade de Deus, eu não entendo completamente a profundidade daquilo que a afligiu. Quando era mais jovem, três anos atrás, ela caiu do cavalo em uma ravina e permaneceu lá por três dias antes de ser encontrada.

Sasuke franziu as sobrancelhas.

– Você está me dizendo que ela não nasceu assim? Que seu mal foi causado por um acidente?

– Sim. Bem, não. Ela não nasceu assim. Nunca existiu criança mais doce, inteligente, esperta e cheia de vida e alegria. Era a esposa que qualquer homem lutaria para ter, mas ficou doente por um tempo após a queda. E nunca mais foi a mesma. Ela não fala. Nunca mais falou desde que acordou de um sono profundo que durou duas semanas.

– Isso é tudo? Ela não fala? – Alguns maridos ficariam agradecidos por isso.

Mebuki sacudiu a cabeça.

– Estou tentando dizer a você que ela não será uma esposa adequada. Você não pode tratá-la como trataria outra mulher. Por favor, se tiver alguma misericórdia, trate-a gentilmente e a deixe sozinha. Minha filha não merece ser punida por aquilo que foi causado pelo clã dela.

Um sentimento de raiva começava a percorrer a pele de Sasuke, subindo pela nuca até deixar seu queixo apertado.

– Eu não faço guerra contra mulheres e inocentes – ele rosnou. – Não irei mais repetir isso.

– Por tudo que é sagrado, Uchiha, se algum mal acontecer com a minha filha enquanto estiver em seu poder, não haverá pedra onde você poderá se esconder – Kizashi disse. – Irei atrás de você com toda a minha força e com todos aqueles que são meus aliados.

– Eu desprezaria você mais ainda se não fizesse isso – Sasuke respondeu. – Agora, chega dessa conversa interminável. Tanto quanto vocês não desejam ver sua filha casada comigo, eu também não tenho o desejo de me casar com uma criança que não tem controle sobre suas faculdades. Mas nenhum de nós tem escolha. É melhor acabar logo com isso antes que digamos e façamos coisas que não possam ser retratadas.

– Nisso nós concordamos – o conde disse. – Você já declarou sua posição, Kizashi. Não há mais nada a dizer. Vá buscar a sua filha para que Sasuke possa conhecê-la.

Próximo capítulo o tão aguardado encontro, eita... E não poderia de deixar a agradecer a linda Bela21 por sempre comentar os capítulos ;)