pimpolhos eu voltei!
MEU NIVER FOI ONTEM!
BUÁÁÁÁÁÁÁÁÁ MANDEM REVIEWS
bjinhos
0o0o0o0o0o0o
Quando se separaram olharam assustados um para o outro, ambos coraram violentamente, ela saiu do colo dele e o olhou um tanto assustada, porém o susto que ele tinha ganhado dela ainda estava na face.
- então você não era uma criança? – perguntou um pouco confuso.
- não, minha tia me fez este feitiço para que eu parasse de odiar tanto os homens.
-keh! Parece que não aprendeu a lição! - falou já no seu costumeiro mau humor.
-o problema que faz parte do feitiço, eu vou ter passar uma noite normal, e depois volto a ser criança.
Ele nem respondeu, se aquilo fosse uma pergunta, porém, não era, e nem por isso voltou a falar, a menina olhou para os lados e disse.
- pergunta.
-keh!
- para onde estamos indo? – falou dando um sorriso amarelo.
CAPOFF.
- VOCÊ TAVA ME SEGUINDO ESSE TEMPO TODO E NÃO SABIA?
Ela fez cara de emburrada que lembrou inuyasha muito uma criança.
- ô inútil que eu saiba, você não me falou!
Ele se aproximou dela.
- por que você não perguntou!
- talvez por que eu não pudesse falar! – falou ela se aproximando.
- ou talvez por que você sabia que esse dia chegaria e que isso aconteceria. – falou em uma distancia comprometedora da menina.
- o... que... aconteceria? – falou quase sem forças.
- isso. – ele puxou-a e a beijou, um beijo diferente, selvagem, cheio de desejo, ela tentou se livrar, porém algo a impediu, algo que ela não acreditava que existisse em seu coração, amor.
A menina empurrou o hanyou com toda a força que tinha, começou a ir para trás até bater em uma árvore, não podia, não estava e nem estaria, nunca, apaixonada, fora um dos ensinamentos de sua mãe, nunca se apaixone, era forte, ela se levantou e falou.
- kikyou esta aqui, eu tenho que falar com ela, já volto inútil.
Antes que ele dissesse algo ela saiu correndo, sim kikyou estava ali, sentira a presença da tia a algum tempo, e sabia,que estava mais fugindo do que indo atrás da tia, viu ela ali, na frente do lago, virou-se e viu kagome ali, levantou-se e abraçou a sobrinha que retribuiu, inuyasha as olhava, elas se separaram e kikyou disse.
- sua madrinha foi me visitar.
- o que ela queria?
- veio me contar como você estava, alias, inuyasha está nos observando.
- como sabe o nome dele?
A bruxa olhou para kagome e em seguida para o rapaz e falou.
- sou uma bruxa lembra-se?
- e a... mamãe?
A bruxa se afastou de kagome, o bastante para que a menina se assustasse.
- eu não tenho noticias de kaguya, me desculpe.
- tem certeza?
- duvidas de mim? Sua tia? Mulher que te criou? – falou um tanto exaltada.
Kagome arregalou os olhos.
- me-me-me desculpe kikyou. – falou a menina um tanto assustada.
A mulher de olhos frios falou.
- cuidado, o perigo mora ao lado kagome, e muitas vezes, a pessoa que você confia.- ela deu uma pausa – pode te trair, e quem você não confia, se torna mais necessário. – falou com uma voz meio esganiçada e com os dentes cerrados. – minha pequena, perdoe-me, perdoe-me, sua vida vai ser destruída por minha causa. Só por minha causa.
A mulher caiu no chão com lágrimas nos olhos, kagome estava assustada, do que kikyou falava, O que ela queria dizer? Enigmas de bruxas, nunca fora boa nisso, mas agora era necessário.
- acha que inuyasha pode me trair?
O rapaz se encolheu.
- NÃO! – a resposta veio imediata assustando a bruxa mais nova.
- porém a pessoa que você confia, e acha que nunca te trairá, você foi enganada, sempre foi, sua mãe... seu pai... – ela arregalou os olhos, ia acabar contando tudo, kagome se abaixou para abraçar a tia que a empurrou para longe.
- FIQUE LONGE!
Kagome estava assustada, a bruxa mais velha se levantou e falou.
- por minha culpa você vai sofrer, eu acabei com a sua vida, perdoe-me, até kagome.
Depois disso ela sumiu, kagome apenas murmurou algo.
- por sua culpa, eu acho que descobri o amor.
Inuyasha não conseguiu ouvir, pois no momento uma coruja passou num vôo rasante e parou nos ombros de kagome, que pegou um pergaminho que estava em sua perna e a mandou sair, com um barulho igual ao de uma coruja.
- ela piou?
Abriu o pergaminho e olhou para trás, seria possível, o rapaz se aproximou, kagome não hesitou ao toque dele quando a abraçou por trás, a menina não se sentiu desconfortável, apenas um arrepiou ao sentir a respiração dele em sua nuca.
- o que é isso?
- oras inútil, antes implicava tanto comigo e agora está rendido aos meus encantos.
- o que posso fazer? Antes você era uma criança, agora é uma mulher.
Ele falou em seu ouvido fazendo a garota sentir outro arrepio.
- isso não é desculpa.
Ela tentou se livrar mas ele a segurou, virou-se dando de cara com o rosto do hanyou, talvez fosse melhor não virar, tarde demais ela pensou, os lábios estavam tão próximos, ele a tomou a beijou como ninguém a havia beijado, como nunca havia beijado, com desejo e com uma luxuria que ele não sabia que existia, algo mais, não, não podia haver nada mais, kagome sentiu-se relaxando, não podia, não podia relaxar, não podia, ia toca-lo, não podia, ela o empurrou com toda a força que tinha.
- NÃO!
- o que foi? Pensei que também.
- eu quero, não duvide e não é nada com você é... "comigo"- a menina estava assustada, o pegou pela mão e o guiou até onde estavam antes e falou.
- kikyou quis me dizer algo, eu não entendi.
-keh! Vocês bruxas são muito confusas.
Ela o olhou e apontou para o colo, ele não entendeu, ela o empurrou até o colo, meio estranho para ele, porém ela apenas sorriu.
- eu sei, somos mesmo inu.
- c-como me chamou? – falou corado.
- til, você me deixou terminar. – falou tentando se concertar.- mas, não é por sermos confusas que eu... e você, bem, você sabe, é, tipo, que façamos, bem você sabe do que estou falando.
- sei. – ele murmurrou.
- minha mãe me deu uma maldição, ela não acreditava no amor, desde que meu pai a deixou, ela me deixou também, ser uma bruxa é mais do que falar magias inuyasha, nós temos códigos, e...regras.- o olhar dela se tornou distante.
- uma bruxa tem um período em que tem que escolher um companheiro, ou apenas como chamamos, o escolhido, para ter uma filha e, bom, o homem pode continuar com ela, porém ele tem que saber que bruxas tem regras e respeita-las.
- meu pai e minha mãe.
- sua mãe é bruxa?
- é, mas por que você não perguntou se meu pai era?
A menina empalideceu.
- deixe-me continuar, porém, algumas bruxas como eu, possuem uma maldição que lhes é dada, por alguém especial, a pessoa deve estar ciente, de que com esta maldição, o amor lhe é proibido.
- eu não.
- inuyasha, a minha maldição, é algo que somente eu e minha mãe sabemos.
Ela enxugou algumas lágrimas, ele se levantou e a abraçou e ela disse.
- o meu poder, se eu relaxar pode deixar o homem sem alma, ele vira um fantoche fazendo tudo o que eu mandar, o poder o mata depois de que eu engravidar.
Ele arregalou os olhos.
- eu não sabia que podia me apaixonar, não depois das barbaridades que minha mãe me contou e.
- você se apaixonou por mim kagome?
Aquilo foi um balde de água fria para kagome.
- não inuyasha eu não... o que eu quero dizer é que, sim inuyasha, eu acho que me apaixonei por você.
Um sorriso foi para a face dele.
- então casa comigo?
- O QUE? INUYASHA VOCÊ NÃO ENTENDE? EU VOU TE MATAR SE ME CASAR COM VOCÊ QUERENDO OU NÃO, EU NÃO PO.
Ele colocou o dedo nos lábios dela, a menina o olhou assustada.
- eu sei, e ainda tem o feitiço, mas minha mãe pode fazer algo.
- não pode.
Ele a olhou, ela começou a se afastar dele até bater numa árvore, ele foi a sua direção e a beijou, ele tirou o casaco da menina, ela se arrepiou por causa do contato com o frio, eles continuaram a se beijar e quando perceberam, inuyasha estava deitado no chão sem a parte de cima de seu kimono, kagome estava sem blusa somente com sutiã e deitada em cima dele.
- não podemos.
- eu quero correr o risco kagome.
- mesmo assim, lembre-se inuyasha, eu ainda tenho o feitiço, ao amanhecer eu voltarei a ser uma criança, não poderei carregar outra em mim, por que se fizermos isso, é o que acabará acontecendo.
Ela saiu de cima dele e se sentou, ele se sentou e falou.
- tudo bem, tiraremos o feitiço de você, e quando tirarmos, nos casaremos.
- inuyasha você nem me ama, por que quer se casar comigo?
Ele ficou calado.
- que idiota que eu sou, deveria ter percebido sozinha mesmo.
Ela pegou as suas roupas e começou a se vestir.
- seu idiota, eu pensando que você poderia ter sentimentos para comigo mas não, você só precisa de uma noiva, que idiota que eu fui, adeus inuyasha.
Ela saiu e começou a correr.
Ele se levantou para ir atrás dela.
-non lo segue se provare va ritenere un dolore più grande quello qualunque altro.
A menina correu, tinha que ficar longe, o feitiço, aquilo martelava em sua mente, quando crescesse viraria criança, ficaria vulnerável de novo, começou a correr, para onde? Ela bem que gostaria de responder esta pergunta...
0o0o0o0o0o0o fim do capitulo 00o0o0o0o0o
demorei, e sou mto má... eu sei,
o q acharam??
gente, bjs para:
Carolshuxa
Alissa
Lory Higurashi
bjs
sophie-sama.
