FERIADO ESPECIAL, A GLÓRIA DO DESPORTO NACIONAL

- GOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOL! ÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉ DO INTER! DIRETAMENTE DO BEIRA RIO, EM PORTO ALEGRE! O TIME COLORADO COMEÇA A TRILHAR SEU CAMINHO RUMO À GLÓRIA MÁXIMA DO FUTEBOL: UM EMPATE E GARANTIRÃO O DIREITO DE DISPUTAR O MUNDIAL INTERCLUBES EM TÓQUIO!

E, como não podia deixar de ser, eu era parte dessa festa toda, sentado no banco de reservas ao lado do meu time. Era o caçula entre todos, e estava ali mais como convidado de honra do que como jogador de verdade. O clube resolveu me presentar pela minha brilhante atuação como goleiro e capitão do time sub-17. Bem, quem mais poderia se gabar de ver seu time campeão da Copa Libertadores da América no dia do seu aniversário de dezesseis anos?

Não deu, e eu não quis que desse, para segurar. Na hora do gol eu tive que ir até o banco de reservas do São Paulo pra encher o saco do meu querido "capitão", que por um acaso se encontrava lá também, como um profissional de verdade. Em início de carreira, na real, mas sabe como são certas redes de tv que adoram bajular o eixo Rio-São Paulo e ficam criando pêlo em ovo e catando coisa onde não tem só pra ter alguma reportagem e ganhar ibope: Felipe não tinha nem dois meses como profissional, entrava de vez em quando em campo no final dos jogos, quando já estava tudo decidido, e mesmo assim ele já era apontado como o próximo herói nacional. Algumas pessoas nascem com muita sorte mesmo...

Podemos dizer que quando o gol saiu, eu disse tudo que estava intalado na minha garganta desde a primeira vez que eu vi o guri e perdi pra ele no beyblade. Dessa vez, ele não ia tirar a minha glória. Não dessa vez. Não hoje. O Felipe mal me encarou, ficou olhando incrédulo pro gramado, sem entender como seu ídolo e agora capitão Rogério Ceni havia deixado a bola entrar, perdendo o duelo contra o Fernandão depois de quase trinta minutos de jogo. E aposto que ele também estava se mordendo por dentro por saber que muito provavelmente não entraria em campo e ia ter que ficar assistindo quieto enquanto seu time era massacrado. Bem feito pra ele.

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A semana inteira estava sendo irreal. Primeiro, a gente massacrou o São Paulo em pleno Morumbi, a casa deles. Eu fui, mas como um torcedor no meio daquela micro-faixa vermelha entre um mar tricolor. Felipe me deu de presente de aniversário a estadia na casa dele - E, cá entre nós, que casa! O cara vivia dizendo que era de classe média, mas pra mim aquele apartamento que ocupa o andar todo em um prédio chique de uma das regiões centrais da cidade é típico de famílias beeeem abastadas. Eu cheguei lá no dia antes do jogo e voltei no dia depois, mas não cheguei a encontrar o pai dele, e só vi a mãe brevemente durante um almoço. Família ocupada. Me pergunto o que é pior: ficar sem os pais durante longos períodos de tempo porque eles estão em uma viagem de trabalho na Antártica ou viver na mesma casa que sua família, mas raramente encontrá-la. Não que o Felipe não fosse muito ocupado também. Além dos treinos diários, ainda tinha que terminar o último ano da escola. Eu não invejo ele, mas não invejo mesmo. Vida de profissional deve ser dura, e eu mal posso esperar pra chegar a minha vez. No aeroporto, quando eu estava voltado pra casa - no mesmo vôo do meu time, diga-se de passagem - eu lembro vagamente de ter ouvido alguma coisa tipo "insuportáveis torcedores colorados" ou coisa assim vindo da boca dele. Heheheehe.

Só fiquei sabendo que ia poder ficar no banco de reservas junto com o time principal na terça-feira, ou seja, a véspera do jogo. Meu treinador me chamou depois do treino daquele dia pra uma conversa particular, e quase perdi a parada de ônibus na volta pra casa, de tão viajandão que eu estava. Também não dormi de noite. E não prestei muita atenção na aula naquele dia também. Aliás, não foram muitos os que conseguiram. Deviam ter declarado o dia dezesseis de agosto feriado nacional. E o dia dezessete também, pra curar a ressaca da festa que já estava sendo preparada.

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O primeiro tempo terminou com o Inter vencendo, e o título inédito a apenas quarenta e cinco minutos de distância. Nós voltamos para o vestiário para ouvir o que o Abel, treinador, e a equipe tinham a dizer. Eu realmente me senti como parte do time naquela hora. A energia emanada pelo grupo naquele vestiário me fazia acreditar mais do que nunca que podíamos vencer o São Paulo mais uma vez. Dessa vez, eu venceria Felipe. Sinto muito, capitão, mas não posso deixar você levar a melhor sobre mim no dia do meu aniversário.

Mas alguma coisa deve ter dado muito errado. O segundo tempo mal tinha começado, há apenas cinco minutos, na verdade, quando um tal de Fabão empatou o jogo. Foi um golpe tão forte que quase me derrubou da cadeira. Tive que ser amparado pelo médico do time, o Luciano Ramires, e devo dizer que o fato deu mais munição para o Felipe jogar contra mim. Ele tinha finalmente percebido a minha presença ali. Ah, eu daria tudo pra poder dar uma sova nele naquele instante, piá desgraçado! Enquanto Ramires me acalmava, e a mais alguns reservas nervosos, Abel xingava os titulares e lhes dava mais algumas instruções antes da bola voltar a jogar. A tensão tomou conta de mim, embora o resultado ainda desse o título ao Inter. Se o São Paulo fizesse mais um gol, no entanto, teríamos uma prorrogação. Ao mesmo tempo em que tentava confiar em Fernandão e Sóbis e na habilidades deles de marcar, também temia que Fabão tivesse outro golpe de sorte e passasse por Clemer outra vez. Ah, sim, também não podia deixar de imaginar que, se fosse eu lá no lugar do nosso camisa 1, a bola muito provavelmente não teria entrado.

Quinze minutos depois, o Beira Rio inteiro explodiu novamente de alegria, e eu novamente tomei o rumo do banco do São Paulo pra torrar a paciência do meu querido rival. Era o nosso segundo gol, de Tinga, sem dúvida nosso melhor jogador, e Rogério Ceni havia ajudado, falhando um tanto feio nessa bola... Estava no meio da minha dança da vitória quando percebi que os gritos e cantos de alegria tinham dado lugar a vaias e a protestos. Olhei pro gramado e só tive tempo de ver Tinga saindo de campo. Olhei pra ele sem entender, e Felipe também. Fui chamado de volta ao meu lugar e finalmente fiquei sabendo que nosso astro havia sido expulso por comemorar o gol tirando a camisa. Só tenho uma palavra pra essa situação: Ri-dí-cu-lo. Olhei pro lado e vi que Felipe me encarava, sorrindo com seu sorriso-marca-registrada, aquele de quem não consegue acreditar na sorte que acabou de ter. Droga, se estivéssemos em qualquer outro lugar sem a presença de juízes, torcida ou policiais, eu juro que não deixava isso barato.

Dali pra frente, apesar da indignaçaõ com o juiz, a festa tomou conta do estádio. O São Paulo tinha menos de meia hora para marcar dois gols, isso se quizesse levar o jogo para a prorrogação. Já no final do jogo, Abel assumiu uma posição mais defensiva, tirando do nosso poder ofensivo para reforçar os backs. O jogo estava encerrado, de qualquer maneira. Por mais que Felipe rezasse - e ele estava mesmo com as mãos juntas apoiadas nos joelhos, volta e meia batendo a cabeça nelas, mal olhando para o jogo em si - não havia nada que os são paulinos pudessem fazer.

É, no final das conta, o gol do Lenílson aos quarenta minutos do segundo tempo fez pouca diferença, já que o terceiro gol paulista nunca viria. Horácio Elizondo, o juíz argentino, autorizou com seu apito o início da festa, o literal desabamento do Beira-Rio. Como se ele estivesse dando a largada de uma corrida, eu invadi o campo a mil por hora, abraçando o primeiro jogador que encontrei. Eu era o mascote do dia, e logo um grupo veio me abraçar também. Eles me ergueram no ar desejando feliz aniversário, e eu só podia gritar de alegria, extravazando toda a minha felicidade e euforia. Naquele momento, senti como se eu fizesse realmente parte do time, como se tivesse estado no campo durante os noventa minutos, e sido o destaque da partida. A festa da torcida parecia toda direcionada para mim, meu cérebro me pregava peças e fazia eu imaginar que eles gritavam o meu nome. De fato, o pessoal que me jogava pra cima naquele instante estava gritando o meu nome, mas não era nada comparado ao Beira Rio lotado cantando o hino do time...

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A gente ainda comemorava quando o São Paulo recebeu as medalhas. Por ironia do destino, eu acabei olhando para o palquinho montado para a entrega das premiações bem na hora que o Felipe estava recebendo a medalha dele. Uma medalha de prata. Ele era o último da fila, mas eu tive a certeza que não tardaria para ele se tornar o primeiro. A receber uma medalha de ouro. Quem sabe, numa Copa do Mundo. Não sei explicar como, mas eu tive mesmo a visão do meu amigo - ou rival derrotado, como era mais adequado dizer na ocasião - vestindo a camisa do Brasil - número dez - recebendo uma medalha dourada, e me vi ao lado dele também, o camisa 1, e nós dois sorríamos como nunca antes. Será que a alegria da vitória estava me fazendo ter alucinações? Ou seria essa uma visão do que nos aguardava no nosso futuro?

Deixei o time comemorando e fui falar com o Felipe assim que vi que ele tinha saído do palco. Estava ofegante e meu rosto estava quente, muito provavelmente completamente vermelho, como sempre fica quando eu me agito demais, herança do meu sangue alemão. O líder dos Brasil Blade, apesar de abatido pela derrota, se recusava a perder a pose. Não fiquei realmente surpreso ao constatar isso, afinal, estávamos falando de Felipe da Silva. Ele me encarou um tanto surpreso, como se não esperasse a minha presença ali. Minha intenção era tirar sarro dele mais um pouco, jogar na cara dele que ele tinha finalmente perdido pra mim, depois de três anos por cima. O que saiu da minha boca, porém, não foi exatamente o que eu esperava:

- Bom jogo, não? Me deu arrepios até o fim.

- Pelo menos nós não desistimos. - Ele respondeu. Estava certo, o São Paulo aproveitou todas as chances que teve para tentar marcar, principalmente depois do último gol do Lenílson. - E não perdemos também, foi um empate.

- Nesse jogo, a vitória poderia ter ido para os dois lados. - Não estava acreditando nas minhas palavras. Era pra eu estar detonando a moral do meu rival, não sendo empático com ele. - Foi uma partida equilibrada.

- Digna dos dois melhores times das Américas. - Felipe, que até então mantinha uma expressão um tanto séria, voltou a sorrir, me deixando ainda mais surpreso - Por mais incrível que pareça, não fiquei tão triste assim por ter perdido. O jogo estava emocionante demais, nós demos o nosso máximo, então não tenho porque ficar arrependido. Valeu ter vindo pra cá. E espero que a gente se encontre logo, logo, pra que eu possa fazer a minha revanche!

Ele estendeu a mão para que eu a apertasse. Assim o fiz, e me surpreendi quando ele me abraçou. Pra quem vive chamando os outros de viado, esse comportamento era um tanto suspeito... Me lembrei que tinha algo pra dizer pra ele sobre a minha carreira futebolística, mas não consegui, porque nós dois começamos a rir sem razão nenhuma de repente, ainda abraçados.

Aquela noite tinha sido mesmo muito estranha.

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Antes do dia raiar, fizemos tudo que era possível, de lotar a avenida Göete com colorados bêbados e barulhentos até dar uma volta pela cidade num carro de bombeiros. Eu toquei na taça, beijei ela também, como um verdadeiro titular. Mais tarde eu compreendi o real objetivo deles, e fiquei triste ao constatar que não poderia fazer a sua vontade. Por tabela, nem a de Felipe. Não preciso dizer que passei a noite em claro. E, com o meu espírito ainda ansiando por comemorações, fui para a escola normalmente, para encontrar pelo menos dois dos meus professores com olheiras enormes, sendo que um deles ainda estava um tanto bêbado. Na verdade, todos os meus professores são colorados, menos a mala-sem-alça que ensina português. Blé pra ti, gremista! Foi uma manhã mais divertida que o normal, ninguém estava muito a fim de dar matéria - a gente por sorte só tem português nas segundas e terças, ou seja, todos os nossos professores do dia eram colorados. Quem não sabia que eu estaria vendo o jogo "de camarote" ficou sabendo quando me viu na sala de aula. Eu não havia nem sequer trocado de roupa, vestia o uniforme número 24 e tinha em meu peito uma medalha, dada a mim por Fernandão durante o passeio no carro de bombeiros. Um tesouro que eu vou guardar pelo resto da minha vida, já que eu provavelmente nunca vou ganhar uma igual de novo. Virei uma celebridade instantânea da escola, motivo de adimiração para os colorados e ódio para os gremistas. Olhando agora, o único gremista que não fez um comentário sarcástico ou irônio sobre mim naquele dia foi o Júlio. No ensino médio, combinamos de nos tornarmos colegas, e nossas salas de aula eram muito próximas. Ele era aluno do terceiro ano, e iniciava sua carreira no Grêmio, com esperança de me enfrentar em um Gre-Nal pelo time principal algum dia. Também não havia contado a ele os meus planos para o futuro. Talvez os únicos que soubessem fossem meus pais e meus irmãos, além, claro, da comissão técnica do Bayer...

Por dias eu fiquei com aquela medalha no pescoço. Por dias eu dormi ouvindo o hino do Sport Club Internacional ecoando na minha cabeça. Por dias eu sonhei acordado pensando no que o futuro estaria me reservando. O dilema me atacou como nunca antes, como um centro-avante insistente que não percebe que a zaga é intransponível. Quando me fizeram a tal proposta, há tanto tempo que já mal conseguia lembrar, aceitei sem hesitar, estava feliz com a idéia. Mas a alegria dos últimos dias tinha tido seu efeito em mim, e não pude deixar de pensar que outro futuro fosse possível, igualmente glorioso e emocionante.

Com certeza, ainda tinha muito sobre o que pensar, muitas decisões a tomar, mas fosse qual fosse o destino que me reservava, ainda faltavam dois anos para que ele acontecesse. Por enquanto, Felipe, Julio, e a torcida do Internacional vão continuar sendo a minha fonte de inspiração para continuar treinando e dando o meu máximo em cada partida e em cada treino, evoluindo mais a cada dia.

Glória do desporto nacional
Oh, Internacional
Que eu vivo a exaltar
Levas a plagas distantes
Feitos relevantes
Vives a brilhar
Correm os anos surge o amanhã
Radioso de luz, varonil
Segue a tua senda de vitórias
Colorado das glórias
Orgulho do Brasil

Ontem, hoje e sempre!

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Luiz: Finalmente! Finalmente! James Hiwatari, posso saber qual é o motivo de ficar enrolando tanto tempo pra postar uma simples mini-fic de aniversário? Por um acaso esqueceu da gente e do computador, foi?

James: Não. O que acontece é que você é colorado, e eu sou gremista. Eu estava torcendo para o São Paulo e contando com uma vitória do Felipe, mesmo que tomo mundo disesse o contrário! XD

Felipe: Isso, James! Falou tudo! Nós devíamos ter ganhado esse jogo! O São Paulo é o atual campeão do mundo, o Inte é só um timeco que aliás já até vendeu um de seus maiores craques pra pagar dívidas/o/

James: Sem falar que está atrás do Grêmio na tabela desse brasileirão...

Luiz: Essa discussão não tem fundamento! Se é um timeco, então não deveria ter ganhado no Morumbi. E só estamos atrás do Grêmio porque poupamos nossos titulares em vários jogo para poder chegar aonde chegamos na Libertadores, caramba!

Ayatá: Por que que sempre que eles discutem futebol eu sinto como se tivesse sido deixado de lado? O.õ

Cristiano: Por que eu sempre fico com medo do Luiz e do capitão quando eles ficam assim? Y.Y

Carlos: zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz (dormindo babando no ombro do Cristiano)

Cristiano: TT.TT

Felipe: Ah, sim... E antes que eu esqueça... Senhor Luiz Schester, que história é essa de não poder fazer o que eu te disse?

Luiz: Ah... É que... bem... é uma longa história... (puxa Felipe pela gola da camisa e cochicha algo no ouvido dele)

Felipe: É sério! O.O Noooosssaaaa... Por essa eu naõ esperava (engole seco). Droga, vai catar coquinho, seu traidor. ò.ó

Luiz: Sabia que você ia dizer isso... (suspira) Por isso que eu naõ disse nada antes.

Felipe: Você podia ter pensado um pouco mais na gente... (fazendo voz dramática) O que vai ser de nós se você não estiver por perto pra eu te chamar de viado? Aliás, ainda não te chamei de viado hoje, viado. ò.ó

Luiz: Não vou me deixar atingir por suas acusações. Aliás, foi você que me abraçou daquela vez... (olhar significativo para Felipe)

Felipe: COMO É QUE É! Ò.Ó

(Felipe pula em cima de Luiz e os dois começam a brigar)

(Fumacinha se forma no meio dos dois)

("POF", "TUM", "SOC" aparecem escritos no ar em letra-balão como no gibi da Turma da Mônica)

(Pernas e braços randômicos aparecem através da fumacinha)

(Ayatá e Cristiano ficam olhando sem saber o que fazer)

(Carlos continua babando no ombro de Cristano)

(James assiste a tudo comendo pipoca)

(Os Taichi aparecem do nada)

Ken: Pipoca! Eu também quero! (sai correndo atrás do James feito um condenado com um filete de baba escorrendo por sua boca)

(James sai correndo desesperado para fugir do Ken)

Rumiko: Finalmente estamos de volta/o/ Estava com saudade disso aqui! (abre os braços e respira o ar puro)

Toshihiro: É, faz mesmo bastante tempo que naõ aparecemos.

Satsuki: James-kun devia estar mesmo muito ocupado com a mãe por perto... Esqueceu completamente da gente!

James: (gritando de algum lugar muuuuuuito longe) Não esqueci, não! Eu fui obrigado a me ausentar por causa da minha mãe, das provas trimestrais e da gripe das últimas duas semanas! (tem um ataque de tosse)

Yuy: Pode ter se passado um mês, mas as descupas esfarrapadas dele ainda não mudaram nada...

James: Ah, dá um desconto, Yuy! Independência ou morte! (Grita à plenos pulmões)

Felipe: (Pára de brigar com o Luiz por um momento) Isso mesmo! Viva a independência!

Luiz: (Esmagado pelo joelho do Felipe) Viva!

Emy: Só mesmo um feriado pra fazer o James se mexer. E a minha fic, sai quando? Ou você já se esqueceu que meu aniversário foi há treze dias atrás?

Takashi: Da onde você veio, posso saber?

Emy: Neste momento, a resposta não é da sua conta. Eu vim aqui cobrar os meus direitos, já que a Ann não pôde vir por problemas hormonais.

Felipe: Ela está menstruada de novo? O.õ

Emy: (corando) Não é da sua conta!

Mário: E já que a Emy veio, eu também quero! James, quando sai a minha fic?

James: Como assim, quando sai? Seu aniversário é só amanhã!

Mário: Exatamente. Eu quero saber se ela vai sair na data certa ou se vai demorar como foi o caso desses outros dois coitados...

James: Não, peraí, a do Luiz demorou porque eu não estava a fim de escrever sobre a vitória do Inter quando todo mundo só falava disso, e a da Emy atrasou por conseqüencia disso. E também a minha mãe estava aqui e...

Felipe, Mário, Luiz, Rumiko, Toshihiro, Takashi, Ayatá, Cristiano, Carlos, Satsuki, Emy: zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz (baba escorrendo)

Ken: zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzchompchompzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz (dormindo em cima da bacia de pipocas do James)

Yuy: ...

James: Droga...

Bom, já que todos eles dormiram, então eu não preciso responder mais nada! MWAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAH (gargalhada maléfica à la Saga de Gêmeos versão Gilberto Barolli)

Aproveitando o feriado, as atualizações vão vir aos poucos. Logo, logo, a fic da Emy vai ser postada, juntamente com a do Mário. E eu não esqueci das Girl Power e do torneio Norte-Americano! Ele logo vai voltar...

Até breve,

James Hiwatari

E um bando de selvagens adormecidos e/ou dizendo reticências.

OBS: Não sei porque o não deixou eu colocar aquelas barrinhas pra separar as coisas...