Já havia se passado 2 meses desde que Ami e Hatori tinham fugido para Osaka, Hatori trabalhava num consultório médico particular e Ami trabalhava em uma editora de revistas na área de marketing. Tinham comprado um apartamento de dois quartos no subúrbio de Osaka e tinham um carro. Estavam muito felizes juntos e levavam uma vida confortável. Certo dia Ami aparece na hora do almoço no consultório de Hatori.
- Ami, o que você está fazendo aqui? Hatori surpreende-se com a visita de Ami.
- Hatori, meu amor, eu tenho uma ótima notícia para você. Ami estava realmente feliz.
- Olhe. Ami entrega um papel a Hatori.
- O que é? Hatori desdobra o papel e parece surpreso com o que estava no papel.
- Não pode ser, Ami, você está grávida. Hatori fica realmente feliz.
- Sim, não é maravilhoso? Ami abraça Hatori.
- Muito, você acaba de me dar uma grande alegria. Hatori corresponde ao abraço de Ami.
- Que tal almoçamos juntos para comemorar querido? Ami pega na mão de Hatori.
- Uma ótima idéia, deixa eu só pendurar meu avental. Hatori levanta-se e pendura o avental, pega na mão de Ami e saem do consultório.
- Eu vou sair para almoçar, volto mais tarde. Hatori diz a sua secretaria que estava sentada no balcão da sala de espera.
- Oh sim Hatori-san, bom almoço pra ambos. A secretaria levanta-se. Os dois andam alguns quarteirões até chegarem num restaurante, os dois entram e sentam-se em uma mesa.
- O que vamos comer? Ami fala enquanto olha o cardápio.
- Hoje está quente, que tal pedir soumen? Hatori propõe.
- Ótima idéia. Ami anima-se com a escolha, era seu prato favorito. Os dois pedem, e o prato é servido.
- Me diz Hatori, que nome você gostaria que nosso filho tivesse? Ami descansa os hashis no prato.
- É mesmo temos que decidir o nome, mas não sabemos o sexo. Hatori pega um pouco de soumen e coloca na boca.
- É mesmo, será menino ou menina? Ami também pega um pouco de soumen e coloca na boca.
- Sabe, espero que seja uma menina. Hatori estava feliz, mas perecia ter uma pontinha de tristeza.
- Mas, Hatori, ai você não poderá... Ami não entende porque esse desejo de Hatori.
- Antes eu do que você, não é mesmo? Hatori sorri levemente. Os dois terminam o almoço, ambos voltam para seus trabalhos.
- E nove meses se passam, e nasce o filho de Hatori e Ami. Era uma menina, seu cabelo era preto e tinha uma pele clara e rosada, Ami e Hatori estavam no quarto de um hospital, Ami segurava sua filha nos braços.
- E ai Hatori, que nome? Ami estava muito feliz.
- Eu não sei, não sou muito bom com nomes. Hatori segura a mão de Ami.
- Hmm, o que acha de Yume? Como o "sonho" que estamos vivendo.
- Está ótimo pra mim. Hatori beija a testa de Ami e de sua filha..
- Bem vinda, Yume.
- Hatori, vamos, segure-a. Ami sorri suavemente para Hatori.
- Mas eu não posso, é uma menina. Hatori assusta-se de Ami ter pedido isso.
- Não tem problema se eu abraça-los. Então Hatori pega sua filha no colo e Ami abraça os dois juntos. Algum tempo se passa e Ami volta pra casa, quando ela chega o quarto que estava sobrando no apartamento está arrumado para o bebê.
- Hatori? Foi você que fez tudo isso? Ami surpreende-se com o quarto.
- Sim, gostou meu amor? Hatori sorri.
- Sim muito, obrigada. Ami beija Hatori.
- Bem, agora eu vou ter que trabalhar, vocês ficaram bem? Hatori pega seu terno.
- Sim, pode deixar. Ami coloca a pequena Yume no sofá.
Enquanto isso, na sede Souma.
- Kureno, arrume-se, vamos viajar. Akito, que estava sentada, levanta-se.
- Onde vamos? Kureno levanta-se também.
- Finalmente descobri onde Hatori está, vamos atrás deles. Akito parecia apresada.
- Não, Akito, deixe Hatori em paz. Kureno hesita segurando o braço direito de Akito.
- Atreve-se a me desobedecer Kureno? Akito bate fortemente no rosto de Kureno.
- Não há motivos para você ir atrás dele, ele não voltará. Kureno parecia preparar-se para falar alguma coisa, seu rosto ardia do tapa que havia levado.
- E claro que voltará, eu sou DEUS, ninguém poderá ir contra a minha vontade. Akito estava prestes a estourar.
- Você não é Deus, é apenas mais uma amaldiçoada da família Souma. Kureno toma coragem e fala.
- O que é isso Kureno, que ousadia é essa para comigo? Akito estoura.
- Não é ousadia Akito, você não precisa mais de mim, está querendo apenas possuir-me. Kureno parecia decidido.
- O que você quer dizer com isso Kureno? Akito assusta-se.
- Que eu não irei mais ficar ao seu lado, você precisa aprender a viver sozinha, adeus. Kureno sai do quarto.
- Kureno, não, volte para mim, como você consegue não me amar? Akito senta no chão e chora. Kureno não sabia o que fazer, falar com Arisa, sim esse era o primeiro, mas como o faria? Ele não sabia onde Arisa estava, onde morava, ele tinha devolvido a Tohru o papel que ela deixará com o endereço... Nesse momento veio um pensamento em sua cabeça.
- Sim, Tohru. Kureno não pensou duas vezes, saiu rapidamente da sede Souma e foi apressadamente até a casa de Shigure. Tohru, Kyo, Yuki e Shigure estavam jantando quanto a campainha toca.
- Eu atendo. Tohru levanta-se rapidamente e se surpreende por quem vê do outro lado da porta.
- Senhor Kureno? Tohru estava confusa, não sabia o que estava acontecendo.
- Senhorita Tohru, que bom que está em casa, eu me decidi, quero ver Arisa. Kureno fala sem pensar duas vezes. Tohru emociona-se com o que acaba de ouvir.
- Sim, só um momento. Tohru corre e anota o endereço de Arisa num pequeno papel.
- Obrigada Tohru. Naquele momento Tohru deixa escapar algumas lagrimas.
- O que houve? Está triste? Kureno assusta-se
- Não, estou muito, muito feliz mesmo senhor Kureno. Tohru sorri.
- Que bom, Senhorita Tohru, se importa de não falar a ninguém que estive aqui? Kureno
- Não, manterei segredo. Tohru. Kureno vai embora e Tohru fecha a porta.
- Quem era Tohru? Diz Kyo olhando assustado para Tohru.
- Ah, era...um gentil senhor pedindo uma informação. Tohru não consegue mentir, mas, de certa forma, não mentiu dessa forma. O telefone toca.
- Oh, eu vou atender. Diz Tohru indo em direção ao telefone.
- Não, termine de jantar Tohru, eu atendo. Shigure levanta-se e atende o telefone, logo identifica quem é, dá um breve sorriso.
- Eu vou sair, não sei que horas volto. Shigure diz apresando-se ao sair. Shigure então chega a sede Souma e entra no quarto de Akito, nesse exato momento Kureno chega na casa de Arisa e bate na porta dela.
- Preciso ir até Osaka, Shigure leve-me até lá. Diz Akito friamente porém com seus olhos vermelhos e ainda a escorrer lágrimas.
- Kureno? O que você está fazendo aqui? Arisa assusta-se com Kureno em sua porta.
- Não, Akito, não precisamos ir até lá. Diz Shigure confiante.
- Eu vim vê-la. Diz Kureno para Arisa.
- E por que não. Akito enfurece.
- Mas você não disse que jamais poderia me ver? Diz Arisa confusa.
- Eu te amo, nada mais importa pra mim senão ficar eternamente ao seu lado. Diz Shigure e Kureno para Akito e Arisa.
- Eu, também te amo seu bobão. Arisa fica muito feliz e abraça fortemente Kureno e chora.
- Shigure, fique ao meu lado eternamente então. Akito abraça Shigure e chora.
- Então finalmente, Akito e Shigure, Kureno e Arisa e Hatori e Ami conseguiram viver suas vidas do jeito que sonhavam, ao lado da pessoa amada e feliz.
"Não importa o quão cruel seja uma maldição, ela só existirá apartir do momento em que você acredita nela."
Ami Souma – FIM
Prefacio N/A:
Finalmente um fim para essa fic, espero que tenham gostado. Muito, muito obrigada mesmo a todos que acompanham essa fic e espero que tenham gostado.
Só preciso falar um coisa, eu não sei se interpretei a Tohru muito bem, tenho problemas em interpretar personagens alegres como a Tohru pois se torna algo muito simples, eu sou melhor quando interpreto personagens tristes e complexos.
Sinceros Agradecimento da Lucy.
Fruits Basket não me pertence, assim como Tohru, Yuki, Kyo, Shigure, Hatori, Arisa, Kureno e Akito. Ami é personagem inventada por mim.
