Eu sei que isso tá uma bagunça, mas esse sistema de postagem me estressa e eu não tenho tempo nenhum da minha vida para postar aqui, mas mesmo assim estou fazendo isso.
Toques
O meu mundo parece que vai acabar. Está tudo rodando. Eu mal posso dizer onde ele está me tocando, eu só posso sentir meu corpo reagindoexalando calor. Minha respiração entrecortou e eu gemi longamente.
Suas mãos deslizam pela minha cintura alcançando minha barriga, meus músculos se contraem na mesma hora enquanto eu cerro meus olhos. Eu posso sentir também, seus dedos longos migrarem lentamente para minhas coxas. Eu não posso acreditar que estou deixando ele fazer isso!
Agora já posso sentir a parte de baixo do meu biquíni se perder em volta dos meus pés. Sua boca desliza em um sorriso por sobre a minha pele, mordiscando minhas costas tortuosamente. Seus dentes prendem a parte superior e puxa o elástico, soltando em seguida.
Seus dedos estão novamente em curso e sei que se eu não o impedir ele vai chegar lá, oh meu Deus, eu sou tão jovem para morrer! Ainda mais de prazer.
— Mal-foy, por-favor, não faça isso. – eu consigo balbuciar.
— O quê? Isso? – e sim, ele cortou minha respiração completamente agora.
Eu mal posso raciocinar em ficar em pé. Minhas pernas parecem gelatinas e não acho que já senti tanto prazer na minha curta vida.
Um de seus braços está me prendendo pela cintura contra seu corpo, o outro está atravessado pelo meu corpo para lhe dar mais acesso às minhas áreas que deveriam ser restritas.
Eu já não posso me conter e estou gemendo o nome dele. É automático, está realmente muito bom, não me julguem. Ele está beijando meu pescoço, ele vai me matar! Seus dedos sobem e descem na minha intimidade já não mais tão íntima.
Arregalo meus olhos quando percebo que mais um cliente está chegando. Eu posso reconhece-lo como Zabini.
— Oh se não é a Granger... – ele começa, mas se interrompe quando percebe meu estado. – está bom aí atrás das cortinas, é? – ele ri alto.
— Faça. Seu. Amigo. Parar – eu peço ofegante.
— Que amigo? – ele me pergunta, mas não sou eu quem responde
— Mantenha-a falando. – Malfoy fala atrás de mim.
— Ah Draco, sabe... isso é maldade com a sabe-tudo. – ele ri. – mas, finjam que não estive aqui. Divirtam-se.
Ele diz se afastando. Malditos!
— Malfoy. Por que está. Fazendo isso?
— Siga o conselho, divirta-se, Hermione.
Não posso me conter, não gemer é impossível quando seu nome sai de uma forma tão sexy dos lábios de Draco Malfoy.
Eu posso sentir sua barriga definida colada às minhas costas, o atrito dos músculos é maravilhoso. Eu fecho meus olhos para apreciar a sensação e de repente eu lembro quem é que está fazendo isso comigo.
Sua boca agora está no meu pescoço, mordiscando e subindo cada vez mais. Alcança minha orelha e beija a parte inferior, eu me permito gemer seu nome e sinto que ele está rindo de mim.
Suas mãos estão espalmadas na minha barriga e descem e sobem lentamente explorando o meu corpo. Eu já estou nocauteada sobre a bancada e não consigo me mover, ele é um profissional do sexo, só pode! Ele sabe onde me tocar no momento certo e eu estou odiando isso.
Não exatamente, mas estou tentando enfiar isso na minha cabeça enquanto sinto suas mãos migrarem para dentro do biquíni e apertarem meus seios. Percebo tardiamente que seu nome está deixando meus lábios, eu não deveria, mas estou gemendo o seu nome e parece que está tendo algum efeito sobre ele.
Não sei em que momento isso aconteceu, mas posso sentir agora que estou completamente sem roupa e ele veste somente a sunga. Ele está correndo esses dedos longos por toda parte e eu estou gostando. Sinto ele agarrar meu cabelo de repente e faço um ruído que eu não deveria.
Ele puxa minha cabeça para trás e morde o meu pescoço, eu deveria estar gemendo de dor e não de prazer, mas é inevitável. Uma de suas mãos agarra meu pescoço e me sinto puxada rapidamente para trás.
Pela primeira vez eu o estou vendo. Estamos detrás da cortina que ele colocou ali e ele está sorrindo maliciosamente para mim. Mal posso formular uma frase, mas se eu pudesse com certeza estaria perguntando por que ele tinha parado e me arrependeria pouco depois.
— Vejo que está gostando, Granger.
Se eu pudesse responder, estaria concordando. Agora já não tenho controle algum sobre mim e ele sabe disso.
— Vamos nos divertir. – Ele declara enquanto me puxa para ele e começa beijando minha boca.
Se me contassem que agora eu poderia estar beijando Draco Malfoy eu perguntaria se essa pessoa andava cheirando peido de basilisco, mas é o que está acontecendo.
Ele começa a descer pelo pescoço, lentamente atingindo meu ombro e passando para o outro, mordiscando e voltando a descer. Encontra meus seios e começa a trabalhar ali com sua língua. Já não posso impedir os gemidos e logo minhas mãos estão em seus cabelos platinados incentivando-o.
Eu não deveria me conformar com isso, mas é impossível permanecer muito tempo sem reação quando se tem Draco Malfoy brincando com seus peitos. Sua boca desce mais e eu sinto o ar faltar quando ele passa o umbigo. Minhas mãos voam para trás em busca de um apoio e o encontro no balcão.
Draco está se abaixando cada vez mais e eu pareço que vou explodir se ele não me tocar realmente. Ele pode sentir a minha excitação, tenho certeza, e é por isso que está me torturando. Ele pega alguma coisa no chão e volta a se erguer.
Percebo que é a parte superior do biquíni, ele com um gesto me manda virar e eu o faço, tento ignorar sua mão roçando minha pele enquanto ele recoloca a peça em mim. Isso é tortura!
— Volte para o balcão, e continue servindo. – O seu sorriso é tão sádico que um ruído vem por minha garganta enquanto eu faço o que ele manda.
Se estivesse em condições de pensar eu com certeza daria um tapa em seu rosto e me vestiria, mas.
Felizmente não tem ninguém a vista. Ele puxa meu braço direito e logo sinto que ele está me instigando a acariciar sua ereção. Droga, isso não está prestando. Eu quero Draco Malfoy agora!
