As lagrimas vieram aos olhos de cada uma mas a primeira a se mover foi Yuuki abraçando a mãe e as lagrimas a molharem o casaco de Juri, nenhuma das duas falou durante um longo tempo. Juri foi a primeira a falar.
-Yuuki, querida então? Perguntou enquanto acariciava a sua cabeça gentilmente.
- Tem sido tão difícil sem ti e o pai. Esta declaração surpreendeu Juri. -Querida, vamos nos sentar, para tu me contares o que andas-te a fazer este tempo tudo fora da minha vista. Ambas riram, desde de pequena que Yuuki tinha uma grande afeição para com a mãe.
-Passou-se tanta coisa que nem sei por onde começar.
-Yuuki, querida e se começares pelo principio, não é um boa ideia? Perguntou Juri exasperada.
-Claro, então depois de sair de casa viajei para França, Paris mais concretamente, lá conheci um homem e apaixona-mos, como ele só estava em Paris de passagem propôr-me a ir viver com ele para Seattle, entrei na universidade fiz o curso de medicina, hoje sou uma neurocirurgiã muito conhecida, há 17 anos atrás tive o meu primeiro filho, Katsuya e tive a Sabrina há catorze anos fruto de uma caso de uma noite. Juri com esta informação toda ficou desnorteada.
-O que…?...Yuuki, tu o trais-te? Mas como falas parece que o amas muito.
-Mãe, quando os fantasmas do passado regressam para nos atormentar é quase impossível ignora-los. Um sorriso débil foi avistado na cara de yuuki.
-Fantasmas? Yuuki querida estas a dizer que…
-Sim, mãe é isso mesmo, desde que conheci o Christian que ele sabe sobre esse assunto apesar de ter ficado magoado durante algum tempo. Juri sorriu e acariciou a face de Yuuki.
-Estou tão feliz e orgulhosa Yuuki, deus que mulher te tornas-te nem pareces a mesma criança que deixou o castelo e se entregou ao mundo. Concluiu Juri docemente.- E só mais uma coisa por quê que te foste embora?
-Fantasmas.
Um abraço foi partilhado pelas duas, uma despedida e assim perguntas foram respondidas.
Juri voltou para o pé de Haruka uma conversa entre ele e Kaname estava a ser desenrolada sobre futebol, já Sara estava sentada num banco onde Juri aproveitou para também se sentar.
-Juri…
-Sara, desculpa, mas não estou com disposição para falar. Interrompeu Juri, Haruka para reconfortar Juri trouce-a para o seu colo e deixou-a colocar a cabeça no seu pescoço apesar desta interrupção a conversa de Kaname e Haruka segui onde se tinha parado. E foi assim até chegar ao palácio, Juri a ser reconfortada por Haruka, sem ninguém perceber o por quê.
Quando finalmente chegaram aos seus aposentes, Juri beijou Haruka muito lentamente, ele gemeu o nome dela, ela sorriu, adorava quando fazia o seu marido gemer o seu nome vezes sem conta. Ele interrompeu o beijo.
-Juri, diz-me o que a nossa filha…- foi interrompido por Juri que beijou-o mais uma vez tirando o folgo a ambos.- Se eu te disser vou perder a vontade. No segundo a seguir Juri encontrava-se debaixo de Haruka que lhe mordiscava o lombo da orelha e depois fez um caminho de beijos até tocar ligeiramente na boca, as suas mãos encontraram o fecho do vestido, virou-a de barriga para baixo e desapertou-lhe o fecho muito lentamente e a medida que o fecho deslizava pelas costas de Juri, Haruka depositou vários beijos ao longo delas e desapertou o soutien. Quando o vestido já não podia ser avistado, Haruka verificou o quão húmida estava Juri e começou a brincar com o seu clitóris, uma, duas, três vezes e foi ai que Juri o fez ir para baixo dela, tirou o blazer, a gravata e por fim a camisa. Ela beijou-o nos lábios seguido do pescoço e peito, passou a mão pelo peito forte e admirou.
-Vejo que gostas do que vês.
-Muito mesmo passado tanto tempo não negligencias-te o teu corpo.
-Foi por tua causa que eu não o negligenciei sempre soube o quanto amavas tocar-me e sentir os meus músculos. No rosto de Haruka notou-se que corou levemente.
-Eu amo-te, Haruka, agora e sempre.
-Eu também te amo ,Juri, agora e sempre. Ela foi puxada para baixo dele, Haruka removeu o soutien e começou a beijar e beliscar os seios enquanto Juri gemia, isto era musica para os ouvidos de Haruka então num segundo Juri ficou completamente nua. Ele começou a morder ao de leve o ombro dela até que subiu ao seu pescoço e mordeu-o. Bebeu ate que se sentiu cheio, Haruka olhou para o rosto de Juri e sorriu, a sua querida mulher estava muito corada. Haruka fez o caminho ate a feminilidade de Juri e começou a lamber toda a extensão e penetrou-a com a língua.
-Ha…Haruka…por favor.
-Por favor o quê, Juri? Uma pergunta diabólica, claro que Haruka sabia ao que a sua mulher se referia.
-Quero-te dentro de mim. E no momento a seguir a Juri dizer estas palavras Haruka entrou nela e começou com movimentos lentos que começaram a ser cada vez mais rápidos. As estocadas longas e profundas preencheram Juri ate ela começar a cair no abismo. Haruka, o nome que gemeu quando finalmente se perdeu no orgasmos. Os movimentos continuaram ate que Haruka se derramou dentro de Juri. Quando finalmente Juri começou a recuperar a consciência deparou-se com um Haruka muito ofegante , abraçou-o e colocou a sua cabeça no peito dele. Juri começou a acariciar o falo de Haruka, que começou a gemer imediatamente, depois lambeu a ponta até a base. Pô-lo na boca e começou a chupar até que Haruka se veio ruidosamente.
- Juri, o que a Yuuki disse? Perguntou Haruka passado algum tempo.
-Ela disse se tinha formado em medicina, atualmente é uma neurocirurgiã, casou-se, vive em Seattle, teve dois filhos, um rapaz chamado Katsuya e a Sabrina, pelo que ela me disse a Sabrina é filha do Kaname . Haruka olhou para a sua mulher, confuso.- Agora que penso nisso ela fisicamente é aparecida ao Kaname, cabelo castanho-escuro, o mesmo andar e até os olhos, como é quê possível eu não ter visto.
-Ei, Juri não foi tua culpa tu simplesmente não sabias. Haruka puxou-a para o seu abraço e reconfortou-a.
-Tens razão. Ficaram abraçados um ao outro ate ao outro dia.
