O beijo foi doce, vagaroso, persuasivo, fazendo com que Kagome ansiasse por mais. Entreabriu os lábios até que as línguas de ambos se entrelaçassem numa cadência erótica. Enquanto correspondia ao beijo, abraçou-o pela cintura e correu as mãos por sob a camiseta, afagando-lhe as costas.

InuYasha moldou-a mais junto a seu corpo viril, o beijo tornando-se faminto. Kagome colocou-se na ponta dos pés e abraçou-o pelo pescoço, beijando-o com idêntico ardor.

Sua vontade era de se entregar com abandono aqueles momentos, perder-se de paixão nos braços fortes que a envolviam e não pensar nas conseqüências. E por que não? Não sabia dizer... a mente rodopiava, os pensamentos vagos, todo seus ser voltado para aquele homem, que lhe despertava sensações deliciosas com seus lábios experientes.

O som da campainha ecoou pela casa de repente.


Por Rin-cha e K-chan
Sou Capaz de Amar

Capitulo 5


Sobressaltada, Kagome interrompeu o beijo e afastou seu corpo abruptamente do de InuYasha. Ele, porém, manteve-a próxima, repousando o queixo na cabeça dela, enquanto ambos recobravam o fôlego.

"Seja quem for talvez acabe desistindo e indo embora." - A voz de InuYasha soou rouca, ainda repleta de desejo, a respiração entrecortada. Kagome prendeu a sua. Ele não conhecia aquela cidade como ela. Quem quer estivesse à porta já notara seu jipe na entrada de veículos e provavelmente sabia quanto tempo passara ali dentro. Estaria morrendo de expectativa, ansioso por apanhá-la em algo digno de mexericos a serem logo espalhados por Hinoshi. E quase tudo era digno de mexericos ali.

"Kagome Higurashi? Você está aí dentro? InuYasha?"

Kagome soltou um suspiro de alívio. Souta resolvera aparecer para uma visita. Ao menos, aquele intruso era amigável. O problema era que sua família não a deixaria mais em paz em relação a InuYasha.

Com um grunhido de frustração, InuYasha deixou a saleta, e Kagome seguiu-o, esforçando-se para recobrar a compostura o mais breve possível. O que estava fazendo? Perguntou-se, embaraçada. Se Souta tivesse chegado alguns minutos depois, não havia como dizer em que estado os encontraria. Tinha certeza de que o irmão veria a culpa estampada em seu rosto.

Como ela imaginara, tão logo InuYasha abriu a porta da frente e Souta a viu, ele abriu um sorriso de orelha a orelha.

"Olá, InuYasha. Olá, irmãzinha. Entao, está mesmo aí, como achei quando vi seu jipe parado aí fora."

Ela forçou um sorriso.

"Dei uma carona a InuYasha, e ele quis me mostrar como está a reforma da casa."

Souta adiantou-se pelo vestíbulo, imperturbável, não parecendo achar nada incomum encontrá-la ali. Kagome o conhecia. Ele deixaria para provocá-la àquele respeito depois.

"De fato, esta mansão está ficando luxuosas como aquelas da tevê." – comentou Souta. – "Phil está mesmo fazendo um bom trabalho" – acrescentou, referindo-se ao empreiteiro que recomendara.

"Sim, fico contente que você o tenha indicado." – disse InuYasha. – "Eu já estava me sentindo perdido no meio de todo aquele caos. Quer dar uma olhada na casa toda para ver como está?"

"Claro. Eu estava indo me encontrar com uns amigos e resolvi passar aqui para lhe trazer isto." – Souta entregou a InuYasha a estatueta de madeira que ele escolhera entre seus trabalhos. – "Você acabou esquecendo-a na casa de meus pais."

"Eu percebi logo que cheguei aqui e ia lhe falar a respeito quando o visse. Fico-lhe grato que a tenha trazido." – InuYasha admirou mais uma vez a estatueta de um cavalo de ar imponente e virou-se para Kagome. – "Seu irmão é muito talentoso. Fiquei impressionado com seus trabalhos."

Kagome não poderia ter ficado mais aliviada com o rumo que a conversa acabara tomando.

"Eu vivo lhe dizendo que ele deveria sair daquela fábrica de móveis rústicos em que trabalha e encontrar um meio de ganhar dinheiro com seu trabalho artesanal. Está desperdiçando seu talento nesta cidade. Mas se gosta tanto daqui..." – Ela deu de ombros e abriu rapidamente a porta para sair. – "Bem, agora tenho mesmo de ir. Obrigada por ter-me mostrado a casa, InuYasha."

Sem esperar por uma resposta, rumou para seu jipe e só parou para respirar aliviada, quando deixara a rua dos Carvalhos para trás.

Depois que Souta viu a casa e saiu, InuYasha desabou na cadeira mais próxima. Céus, o que acontecera entre ele e Kagome naquela sala íntima? Algo "bem íntimo", sem dúvida.

Mas não o suficiente, gritou-lhe sua libido.

Se o irmão dela não tivesse tocado a campainha, o que mais poderia ter acontecido?

Algo perigoso. Algo bom. Daquela vez, ele não teria recuado como fizera no rio, para o próprio bem dela.

Mas o fato era que estava avançando por terreno arriscado. Sabia daquilo, mas não conseguia se conter. Mentira quanto ao motivo para lhe pedir que entrasse, tanto para ela quanto para si mesmo. Não quisera apenas lhe mostrar a casa. Quisera vê-la mais, tê-la a seu lado, tocá-la. E ansiava por tocá-la novamente. Gostaria que ela ainda estivesse ali, colada a seu corpo, correspondendo a seus beijos com toda aquela paixão que possuía.

InuYasha sacudiu a cabeça, tentando recobrar o bom senso. Aquilo não o estava levando a lugar algum. Tinha de manter distancia de Kagome. Não podia se desviar de seus planos. Os problemas que tivera com Kaguya deveriam ter-lhe servido de lição o bastante.

Dois dias haviam se passado desde que Souta a flagrara na casa de InuYasha. Felizmente, o irmão ainda não a vira e não tivera chance de especular a respeito. Kagome deixara seu emprego na mercearia e estava se dedicando integralmente ao trabalho de criação do site para a Sunrise. Gostava do processo, era algo que lhe permitia usar toda a criatividade. Concentrava-se mais no trabalho de criação propriamente dito e tentava ignorar o conteúdo publicitário da mineradora. Fora o que pudera observar nos arquivos de texto que Kouga lhe enviara por e-mail. A mineradora obviamente destacava seus futuros benefícios à região, como o progresso e a geração de empregos, ocultando a parte dos prejuízos ao meio ambiente. Ela leu os textos com o Maximo de distanciamento possível. Usando seus conhecimentos técnicos, concentrou-se em seu trabalho como web designer com a imparcialidade de um cirurgião operando um criminoso.

No dia seguinte, ela e Kouga viajaram até Sauk para uma reunião com autoridades locais, onde colheriam dados de apoio à implantação das minas. Não estava muito ansiosa por aquilo e, querendo distrair-se um pouco, combinara com Sango de irem ao Gordie's naquela noite.

Não era só daquilo que queria desviar sua mente. Não conseguia tirar InuYasha dos pensamentos em cada momento livre. Mas não podia sucumbir à tentação, por mais que tivesse que confessar a si mesma que agora o desejava. Não era uma adepta do sexo casual e, depois de tê-lo visto na casa dele, de tê-lo ouvido falar, vira-se obrigada a admitir que InuYasha era especial. Estava longe de ser o delinqüente juvenil que fora por um período no passado. E não era mimado, nem arrogante. Era acessível, gentil, atencioso. Caso se envolvesse com ele sexualmente, temia não ser capaz de sair com o coração ileso do relacionamento, quando chegasse o momento de partir de Hinoshi. Agora, graças a Kouga, ela estava mais perto do que nunca de realizar seu sonho. Não podia deixar uma atração sexual fulminante arruiná-lo

Assim que chegaram no Gordie's, Kagome deixou Sango numa mesa, dizendo-lhe que a esperasse.

"Vou buscar uns drinques para nós."

A fila no bar estava curta. Kagome pagou os drinques e virou-se a fim de voltar para a mesa. Sango não estava mais sozinha.

InuYasha havia sentado ao seu lado. Droga! Quem teria imaginado que ele estaria no Gordie's numa noite de terça-feira? Kagome parou a alguns passos, as garrafas de cerveja geladas esfriando-lhe as mãos. Ambos pareciam absortos numa conversa. Ele estava vestido de maneira casual, usando camiseta de jérsei e bermuda azul-marinho. A camiseta de basquetebol realçava-lhe os ombros largos e parecia se adequar à ilusória imagem de mau rapaz que ele sabia projetar tão bem. Erguendo o olhar, Sango lançou-lhe um sorriso. Kagome tomou um longo gole de sua garrafa e voltou à mesa.

"Aqui está sua bebida." – Entregando a outra garrafa à amiga, fingiu não notar aquele um metro e noventa de pura masculinidade sentado ao lado dela.

"InuYasha disse que começou a mostrar sua casa a você no domingo à tarde. Mas que Souta chegou e interrompeu" – comentou Sango. – "Contou-me que você adorou uma sala íntima em estilo antigo."

Kagome lançou um olhar atravessado a InuYasha. Ele era a personificação da inocência. Seu sorriso podia convencer Sango, mas não a ela. Conhecia um ar malicioso quando via um. Admitia que não conseguira resistir à tentação e o beijara totalmente entregue naquela sala, mas ele não correra exatamente na direção oposta. Agora, ficava sentado ali, todo cheio de si, como se guardasse algum segredo sobre ela. Céus, o homem era exasperante.

E Sango não ficava atrás. Foi logo arranjando um pretexto para sair da mesa e deixá-los a sós. A traidora!

Alguém colocou uma moeda na antiga Jukebox, e as notas sensuais de uma canção de amor logo chegaram até ambos.

"Que jogo você está fazendo?" – Perguntou Kagome, estreitando os olhos. – "O que quis dar a entender a minha amiga sobre nós?"

"Eu? Nada." – Ele sorveu um gole da própria cerveja e deu de ombros. – "Não estou fazendo jogo algum. Estava apenas conversando para passar o tempo."

"Sei."

InuYasha aproximou sua cadeira da dela, os joelhos de ambos se encostando. Nunca um contato tão corriqueiro parecera tão íntimo. Kagome engoliu a seco e tentou não pensar nos beijos tórridos que já haviam trocado. Não era fácil com a canção que ecoava ao redor falando exatamente de paixões arrebatadoras. Onde estava Sango, afinal? Podia apostar que fora ela que escolhera aquela canção.

Com um suspiro, Kagome sorveu mais um gole de cerveja e empenhou-se ao Máximo para ignorar a corrente eletrizante entre os dois.

Finalmente, a canção terminou, e ela foi tomada por uma onda de alivio. E Sango também estava voltando. Vinha seguida de Souta e, para sua maior irritação, de Kikyou.

"Não estamos interrompendo nada, não é?" – Souta perguntou com um sorriso sugestivo.

"Não." – Respondeu Kagome.

Enquanto os demais se acomodavam nas cadeiras em volta, InuYasha encostou ainda mais sua cadeira na dela, a perna inteira ficando de encontro a de Kagome. Ela tentou empurrar um pouco sua cadeira para trás, mas, de repente, gelou. Ele deteve-a, pousando a mão em sua coxa por baixo da mesa.

Ao mesmo tempo, Kikyou havia se sentado na cadeira do outro lado dele, bem próxima, e tentava lhe chamar a atenção com seu decote generoso.

"E então InuYasha, já decidiu se vai precisar alugar algum espaço comercial no centro da cidade? Terei prazer em ajudá-lo."

Kagome apertou os lábios. Sabia muito bem no que aquela oferecida queria ajudá-lo. A livrá-lo da calça!

"Estou começando a ter algumas idéias do que poderei fazer, mas ainda não preciso de espaço comercial no momento Talvez em breve. De qualquer modo, estou me concentrando primeiramente no termino da reforma da casa." – InuYasha começou a afagar a coxa de Kagome – "Tinha algo especial em mente?"

Kikyou umedeceu os lábios vermelhos.

"Tenho certeza de que poderei lhe arranjar algo bastante especial. Estarei ao seu dispor quando quiser."

Kagome revirou os olhos diante do óbvio convite nas palavras da sirigaita, mas absteve-se de comentários. No momento, metade de sua concentração estava no calor da mão de InuYasha em sua coxa e a outra metade em como conseguiria removê-la discretamente dali. Céus, aquilo era pura tortura. Enquanto os dedos firmes e quentes acariciavam sua pele, mal conseguia acompanhar a conversa acontecendo ao redor.

Enfim, ele ergueu a Mão para acenar para a garçonete e pedir mais uma cerveja, e Kagome recobrou o controle. Céus, o que estava lhe acontecendo, afinal? Sem hesitar, apanhou sua bolsa e a colocou entre ela e InuYasha. Felizmente, levara uma grande, servia de obstáculo o bastante para mãos bobas.

"Adoro essa música que está tocando agora." – Disse Kikyou em seu tom insinuante, inclinado-se mais para o lado de InuYasha. – "E você, gosta de dançar?"

Kagome cerrou os dentes.

"Para ser franco, não levo muito jeito para dançar."

"Eu poderia lhe dar umas aulas particulares..."

Minha nossa, a mulher não tinha mesmo limites?

"Não esta noite." – respondeu ele. – "Ainda estou me recobrando dos excessos no domingo." – lançou um olhar malicioso a Kagome e, então, acrescentou depressa no mesmo tom corriqueiro - "Exagerei na corrida, levando em conta que estou fora de forma."

"Você, fora de forma?" – Kikyou estava praticamente devorando-o com os olhos.

Kagome perguntou-se se seria rude despejar um drinque na cabeça dela. Provavelmente sim, concluiu. Afastou sua cadeira para trás e levantou-se.

"Acho que já vou para casa. Tenho de acordar cedo amanhã."

InuYasha também se levantou.

"Posso lhe dar uma carona."

Nem pensar. Era exatamente dele que ela estava fugindo.

"Oh, não obrigada. Estou com meu jipe. Sango, você vem?"

"Vou ficar ate mais tarde. Não se preocupe. Depois, pego carona com alguém."

"Acompanharei você ate o jipe." – declarou InuYasha, pousando a mão com ar possessivo no ombro de Kagome. Ela não pôde conter a onda de calor que a percorreu e procurou disfarçar o efeito que o homem lhe exercia da melhor maneira que pôde. Não deveria deixá-lo tocá-la daquele jeito. As pessoas poderiam notar. Ficariam com a idéia errada.

Virou-se para dizer-lhe aquilo, mas, naquele instante, a mesma canção sensual de antes começou a tocar. Céus, aquelas pessoas nunca tinham ouvido falar em variedade? Não queria ouvi-la outra vez e sentir-se afetada por aquelas notas musicais envolventes, mas também sabia que sair para o estacionamento escuro com InuYasha seria o mesmo que brincar com fogo. Não havia escapatória.


Continua...


Momento propaganda xD

Miroku é o tipo de homem que deixa as mães de moças solteiras em estado de alerta: charmoso e conquistador. Ele tem uma explicação para tudo, até para suas conquistas amorosas. Mas Miroku está prestes a se arrepender de ter despedaçado tantos corações femininos...

InuYasha acreditava que seu casamento fosse perfeito, até perceber que a esposa estava perdendo o interesse. Kagome tem motivos para mater aquele distanciamento, mas se ela não se explicar logo, pode acabar perdendo o marido...

Rin tem certeza de que encontrou o principe encantado, o homem com quem gostaria de se casar e ter filhos. O problema é que ela não é a única...

Três irmãos, três destinos diferentes e um único propósito: A prorcura do verdadeiro Amor; Inu&Kag Sesshy&Rin San Muito romance, drama e comédia nessa fic xD

LEIA nossa mas nova fic... "Tramas de amor." Ela é mto legal gente, pode apostar :)


Oiiiieeee!! - Rin-chan e K-chan entram sorrateiramente num local vazio e totalmente escuro - Desejo informar-lhes mas não tivemos culpa. - Uma lanterna misteriosa foi acesa na direção de duas criaturas ameaçadas de morte - Ei abaixa essa coisa, podemos explicar! - K-chan grita ao vê q uma carregava uma metralhadora - Primeiramente tivemos nossa epoca de provas, segundo meu pc com o ar de sua graça decidiu dá pau, isso msm ele foi para reformatação, ai tivemos q digitar o cap coisa e tal... Mais estamos aki de volta!!!! Agora vamos as queridas reviews:

Agome chan

Rin-chan: - Não nos mate, somos muito novas pra morrer!!! - se encolhe todinha e se esconde atrás da K-chan.

K-chan: - Abraça Rin-chan com carinho tentando acalma-la. Começa a ler o papel onde se foi anotado todas a s reviews, em seguida arregalando os olhos. - Se dependesse de mim tbm... EU TERIA MATADO A KIKYOU A SÉCULOS E NÃO IRIA EXISTIR NEM UM 'PÓ' (barro, terra, ossos) SEQUER PARA ELA VOLTAR E CONTAR SUA HISTÓRIA. - A pobre da Rin-chan que estava nos braços da K-chan ja tinha desmaiado de tanto ser apertada pela raiva e descontrole da K-chan.

Cris

K-chan: - Vlw xD... Hentai? Vamos pensar no seu caso, neh Rin-chan? - K-chan olha para Rin-chan q continuava desmaiada e descabelada deitada no futom rodeiada de moscas, ou melhor dizendo 'Helimaras'... (sem comentários a parte)

Mima Montez

K-chan: - Que bom q gosta de nossa fic - Rir toda louca parecendo uma hiena. - AHHHH fala sério, essa K-chan da fic é totalmente diferente de mim q tbm sou K-chan xD, pq se fosse ja tinha casado msm. - Fica toda vermelha, pior q tomate, se isso for possivél. Dá mais uma lida no papel, e dá um salto da cadeira - Que tal mesmo q não tenha sido a Kikyou a interromper o clima, continuar-mos com sua idéia de "TEMPORADA D TIRO EM VASO D BARRO ' !!! - A essa altura do campeonato a Rin-chan ja tinha acordado e ficado mais traumatizada ainda, pq afinal não é todo dia q vc é ameaçada de morte. - NÓS PODEREMOS BOTAR A KIKYOU NAQUELAS BARRAQUINHAS DE TIRO AO ALVO, e veja o lado bom, ainda dela sofrer a bala vai ser de verdade e ganharemos uns trocadinhos!! - Agora não ria parecendo uma hiena, agora ela ja ria que nem o Naraku , uhuhuhuhuhu.

Rin-chan: Olhos esbugalhados. -

Maiyu .Mad.Hatter.

Rin-chan: - Evita ler Rin&Sesshy? que pena, eu amooooo eleeeeeeeeeeeeeee, principalmente ele juntinhu de mim xD. - K-chan continuava com seus ataques por detrás do estudio. - O inu ta msm de mais nessa fic. Ta arrazando.

K-chan: - Alguem falou o nome do meu Inuyasha? - Por incrivél q parece ela ja havia esquecido da Kikyou.

sisical

K-chan: - Nesse cap vc ja descobriu quem os interrompeu, apesar de eu não ter gostado nadinha.

Rin-chan: Morrendo de medo dela ter seus ataques denovo, so que em vez de ser com a Kikyou, dessa vez poderia ser contra o Souta. - Pobre InuYasha...

K-chan: - Disse alguma coisa?

Rin-chan: - Não imagina, não disse nada.

Nanali

K-chan: - Concordo plenamente contigo - Vira a rosto, Bufa, crusa os braços, e amarra a cara.

Rin-chan: Gota Enooooooooooooorme!

Bruni Chan

K-chan: - xD Ao um Inu daqueles ninguem conseguiria resistir.

Rin-chan: - Nem mesmo a K-chan.

Isa Higurashi

Rin-chan: - Q bom q tão gostando dos momentos Inu e Kag, acho eles muitos fofus xD

K-chan: - Vlw... - Pensa um pouco - Acho q to esquecendo de alguma coisa muito importante...

Rin-chan: Pega sua bolsa, calça os sapatos e sai de fininho do estudio.

K-chan: - KIKYOU!!! - A essas alturas Rin-chan ja estava muito, mais muito longe msm xD


OW meninas não liguem para nossas loucuras quando respondemos as reviews xD Mais muito obrigada msm ta? Dessa vez foram 9 reviews. Tamo muitos felix msm, eu Rin-chan, to quase chorando de emoção -

Dolu muito vcs

KISSUS...