Capítulo VI: Sou Maga

Está perto de eu ir embora, estou ficando deprimida tenho que admitir. Vou deixar todas as pessoas de que gosto. Minha mãe, meu irmão, meu avô, minha melhor amiga. Eu sei que é por uma causa justa, mas, o que posso fazer? Não posso não sentir tristeza. Talvez meu único consolo seja saber que poderei voltar duas vezes ao ano. Só que tenho que ser sincera comigo mesma, com certeza o máximo que poderei fazer é vir uma vez, pois tenho certeza que nesse próximo ano não terei tempo, treinamentos, lutas... Mas tenho que sobreviver. E tenho que tentar salvar Elpard. Por mim. Que apesar de não ter nascido naquele reino o tenho como minha terra. Oh, Meu Kami, mas tenho que deixar minha família, tudo a que estou acostumada? Se alguém visse meus pensamentos me chamaria de mimada, mas não é das coisas materiais que estou lamentando, sem elas posso viver. O que eu digo é sobre as pessoas que amo.

Bom, no momento Inuyasha vem em minha direção, estou no horário do recreio e como costume ficamos conversando, bom na maioria das vezes brigando. Só que descobrimos que nossas brigas são mais uma diversão do que uma controvérsia, de noite vamos para algum lugar público treinar. Parques, restaurantes, teatros hoje vamos ao cinema.

- Oi, Kasome! – ele fala sentando-se à mesa de cimento.

- Hum! – respondo simplesmente dando pouco caso. Ele nota que tem algo errado.

- que foi Kagome? – ele pergunta preocupado, apesar de não admitirmos um pequeno laço de amizade se formou entre nós. Pequeno.

- ah, besteira - falo encostando-me na parede. Eu suspiro e fecho os olhos.

- qualé Kagome, você não é assim! – ele chega mais perto.

- é que...- eu tento começar mais tenho medo de ele me achar mimada.

- é sobre irmos para Elpard? – ele pergunta.

Eu olho surpresa para ele.

- não é? – ele pergunta. Eu simplesmente abalanço a cabeça afirmando – vai sentir falta das pessoas que marcaram sua vida! – ele reforçou.

- sim! – eu abaixo os olhos.

- eu também sinto isso Kagome! – ele me confessou – sinto que se eu for embora quando voltar vai estar tudo mudado. Que irão me esquecer e que ninguém estará mais aqui. – ele olhou para algum ponto no teto.

- o problema é que você sente, e eu tenho certeza – meus olhos encheram de lágrimas – meu avô tem câncer no fígado, e ontem teve uma recaída. Quando voltar tenho certeza que não encontrarei mais! – minha voz ficou embargada. E uma lágrima solta desceu pela minha face. E comecei a tremer. Abracei meus ombros. Inuyasha que viu meu desespero me abraçou. E eu encostei em seu ombro.

- onde ele está no momento? – Inuyasha sussurrou perto do meu ouvido.

- no hospital st. Olímpia! – sussurrei.

- hoje a noite podemos ir lá! – ele falou olhando para meus olhos e com um sorriso franco no rosto.

- é podemos! – respondo compadecida.

Ele se afasta de mim, mas não solta minha mão.

- e então tudo arrumado para ir? – ele me pergunta – a qualquer hora o mensageiro poderá chegar e nos fazer ir.

- sim está tudo arrumado – respondo.

- ótimo então! – ele sorri mas somos interrompidos por uma Kikyou histérica.

- Eu não acredito Inuyasha! – ela gritou – faz duas semanas que você terminou comigo e já está com essazinha! Não acredito que você me trocou por ela.

- como é que é a história? – falo rindo.

- Cale a boca, sua...- ela para.

- termine! – falou Inuyasha – se eu estou com ela não é da sua conta.

O que? Ele ta deixando ela pensar que estamos juntos!

- vamos termine o que você ia falar – falei ameaçadoramente – você ia me chamar de que.

- de puta! – ela gritou.

Inuyasha se enfureceu.

- como é que é? – ele falou baixo, mas de jeito ameaçador.

- você é um cafajeste! – e ela levantou a mão para bater nele. Eu de forma instintiva grito:

- armenfdious – Kikyou foi bater na parede atrás de mim. Todo mundo tinha ouvido eu gritar, e apontavam para ela e para mim. Onde eu estava com a cabeça. Defender o Inuyasha, ele iria conseguir se defender sozinho. Meu Deus agora todos devem saber que sou uma maga. Inuyasha olhava estupefato para mim. Eu olhei Kikyou levantar cambaleante e sai correndo. Com Inuyasha em meu encalço. Esse foi mais rápido que eu. Me pegou pelo braço e me puxou bati contra o peito musculoso.

- por que você fez aquilo! – ele perguntou.

- não sei! – falei tentando me soltar.

- por que você fez aquilo?? – ele me pergunta rígido.

- acho que por você ser meu parceiro eu te defendi, foi instintivo. – foi depois que notei o que tinha falado. Muitas pessoas que estavam ouvindo ficaram estupefatas. Elas entenderam errada a palavra "parceiro". Oh Meu Deus, que bagunça, e olha que eu sou virgem.

Inuyasha olhou para mim e falou.

- você não está dando uma dentro hoje! – ele riu.

- você ainda ri? – exclamei – agora todos sabem que sou uma maga.

- e? – ele fala.

- ah isso já não é o suficiente? – exclamo.

- já vamos embora dessa cidade, dificilmente nos verão, e o problema não é descobrirem que somos magos e sim que somos guardiões – ele falava baixo de forma que só eu pudesse ouvir.

Suspiro. O sinal toca para entrarmos.

Viro as costas e ele fala.

- sete e meia estou passando na sua casa par pegá-la – eu dou um sorriso e saio andando para a sala, todos olhavam para mim e sussurravam, estou ferrada!

OooOooOooOooOooO

Na hora marcada Inuyasha apareceu, eu já estava pronta. Ele parecia ansioso. Tinha um livro em mãos.

- antes de irmos – ele falou – tenho que lhe mostrar algo -Ele abriu o livro na página 864 e me mostrou, eu comecei a ler, era uma magia de cura, só que está muito além do meu poder.

Eu olhei para ele.

- podemos salvar seu avô! – ele sorriu.

- mas nunca conseguirei fazer essa magia ela necessita de muita energia – repliquei.

- nós dois juntos conseguiríamos – ele sorriu.

- mas meu avô não vai querer! – eu suspirei.

- ele não precisa saber! – ele falou eu sorri e pulei em cima dele.

Quando vi o que estava fazendo me soltei rapidamente.

- vamos? – ele perguntou.

- claro! – quando entramos no quarto de meu avô, ele estava dormindo. O que era conveniente par mim. Inuyasha, silenciosamente abriu o livro leu e depois me deu para lê-lo. Eu e Inuyasha teríamos que fazer o feitiço juntos. Ele pegou na minha mão e proferimos as palavras antigas enquanto nossas outras mãos se postaram acima do abdômen do meu avô.

- Kirious Kluiê, naiju Lafun octirius! [Saúde juvenil, nenhum defeito interno - uma luz avermelhada se formou e logo sumiu. E ai veio o cansaço, cai no chão e tudo rodou. Inuyasha se encostava no leito do paciente com a mão na testa. Sua testa suava. A minha também. Meus olhos estavam pesados.

- é melhor eu leva-la ... para casa – ele falou pausadamente.

- Não sei se consigo me levantar – falo muito baixo. Ele com dificuldade me ajuda a levantar. Descemos até o térreo, entramos no carro e Inuyasha com dificuldade dirigiu até minha casa. Estava quase dormindo.

- não durma – ele sussurrou-se dormir será difícil acorda-la.

Ele chega na minha casa, e me ajuda a sair do carro, não sei onde ele consegue tanta energia.

Ao chegar na porta eu tento falar minha gratidão mais vejo que ele está estranho, olha para mim e passa a mão na testa. Cai em cima de mim. Dormindo. Está ai ele estava usando suas ultimas reservas de energia para me levar em segurança em casa. E agora o que faço? Estou quase dormindo. Pego a chave do carro aperto no botão que ligava o alarme, as janelas começam a subir. Com dificuldade levo ele até um quarto lá em cima, o único que estava arrumado. Tiro seus tênis e sua jaqueta,ligo o ar-condicionado. Cubro-o. e saio. Ligo o meu ar e caio na cama. Dormi antes mesmo de colocar a cabeça no travesseiro.

OooOooOooOooOooO

Meu Kami, que horas são? Olho no relógio digital. 6:30 o que?? Dormi quase doze horas?? Me levanto rapidamente, a escola é daqui a 45 minutos De camisola saio quarto afora para pegar meu uniforme e dou de cara com Inuyasha. Poxa, esqueci que ele tava aqui.

- dá para você me explicar onde estou? – ele ta com uma cara de cansaço.

- quando me levou até a porta acabou caindo de sono, trouxe você para cima e o coloquei nesse quarto para dormir – falei a versão curta.

- sua mãe não vai estranhar? – ele me pergunta.

- ela só acorda 7 horas! – vejo que o olhar dele está descendo pela minha camisola. Ah não por que fui escolher essa camisola?

- bela camisola! – ele fala – ainda mais esse ursinho falando que o seu anjo da guarda irá guardá-la bem.

Oh, essa camisola é de quando eu tinha treze anos.

- já são seis e meia! – falo.

- já? –

- sim! E agora? A escola é daqui a 45 minutos. E 45 minutos é a viagem daqui para lá.

- vou em casa me arrumar e passo aqui para te pegar. E não se preocupe primeira aula vai ser uma palestra de não sei o que. Volto já.

Como ele já tinha ido lá em casa desceu correndo e ouvi o ronco do carro em disparada. Bom...vai ser o jeito ir com o Inuyasha hoje. Vou na lavanderia e pego meu uniforme. Tomo um banho rápido e me visto indo sem maquiagem.

Ouço uma buzina. 7 e dez. temos cinco minutos. Desço correndo e dou tchau para minha mãe.

Entro no carro de Inuyasha e esse acelera.

- temos cinco minutos – avisei.

- ta beleza! – ele respondeu acelerando. Passou por um farol vermelho.

- não existem semáforos para você não? – gritei.

- existem sim! – ele respondeu sorrindo.

- eu acho que não! – repliquei.

- bom...verde: em frente; amarelo...hum...decoração – ele falou olhando para mim – vermelho: uma mera sugestão! – ele termina, e apesar da situação cai na risada. Em exatos sete minutos estamos na frente da escola. Ele estaciona e saímos.

- olha lá ela ta vindo com o Inuyasha – murmuravam algumas garotas.

Eu ignoro e entro na escola. Apesar dos olhares as primeiras aulas ocorrem naturalmente. Na hora do recreio eu me sento em uma mesa esperando Inuyasha chegar para começarem a brigar. De repente Kikyou sobe em uma das mesas de cimento e começa a gritar:

- gente, gente atenção, quero falar algo! – muita gente começa a prestar atenção no que Kikyou fala. Inuyasha que vinha com um pastel na mão parou para ouvir.

- quero fazer uma declaração para vocês – ela começa a falar – ontem depois de misteriosamente eu ser jogada contra a parede, uma amiga minha ouvi uma conversa bastante interessante. Falo agora em alto e bom som que Kagome, aquela que vocês consideram uma super popular é na verdade uma bruxa, isso mesmo uma maga! – ela fala apontando para Kagome.

Todos na escola ficam em silêncio. Olhando para mim. Meu Deus! Eu não acredito.

- vamos, aplaudam ela! Eu sugiro que não falemos mais com essa...anormal – ela falo vitoriosa.

Inuyasha serio fala.

- se ela é anormal Kikyou – ele começa em alto e bom som, fazendo todos olharem para ele – eu também sou. Levertus kloten.

o pastel começa a levitar em cima da mão de Inuyasha. Todos fazem um "oh".

- o que? – fala kikyou abestalhada.

- isso mesmo Kikyou eu também sou um mago – ele responde corajoso. Por que Inuyasha revelou que também é um mago?

- deserdaremos os dois então! – flou Kikyou.

- mas eu também sou! – fala a garota que ria no debate da aula de português.

- três! – ri Kikyou – isso ao faz muita diferença.

- e eu! – fala outro garoto.

- eu também! – falou um garoto da minha sala.

- ei, eu aqui também sou! – um garoto levantou a mão. Depois de alguns minutos um terço da escola levantou a mão dizendo que era mago ou bruxa. Eu fiquei estupefata olhei para Inuyasha, esse com a boca aberta fez um gesto com os ombros de quem não entendia nada. Kikyou estava petrificada em cima da mesa.

E vários olhares magos a olhavam com fúria. Ela ainda corajosa disse.

- que seja, um terço da nossa escola é bruxa, mais nós normais ainda somos maioria, deserdemos esses mutantes! – ela falou.

- só tem um problema! – gritou alguém no meio da multidão – um terço da escola é amigo de alguém mago! – e outro terço levantou a mão.

- bem não poderemos deserdá-los, mas poderemos ignora-los, não é mesmo galera que nem é amiga deles? – ninguém falou nada.

Um garoto subiu em cima de uma mesa e gritou:

- mas o último terço acha essa história de mago muito massa! Não é mesmo? – e a outra parte começou a gritar em afirmação – quem vai ser deserdada, é você! – falou o garoto apontando para Kikyou, todos gritaram em afirmação.

Depois todo mundo virou as costas e entrou nas salas de aula. Soube-se que nos dias seguintes, ninguém falou com Kikyou nem mesmo suas "amigas".

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Oi Gente,

Postei esse capítulo o mais rápido que pude, sei que ficou curto e monótono mas é só uma passagem pois não posso fazer a Kagome de repente aparecer em Elpard não é mesmo?

Rs rs rs, bom gente no próximo capítulo a aventura começa... o que será que vai acontecer?

Bom agora as Reviews:

Agome chan

Quase levei um susto quando vc disse realmente naum ficou dos melhores. Kkkkkkk. Ei naum demorei muito, e escrevi que nem louca ultimamente, rs rs rs, bjssss

MariInha

Oiee, que bom que você está achando criativa... olha vou te explicar as magias naum tem nada haver com livros, nem a língua que eu uso ela foi inventada por mim (ta sendo o maior trabalhão criar um dicionário da língua) agora sobre consciência tb não peguei em nenhum livro é por Experiência própria, só eu e meus amigos sabemos o que é ter uma vozinha na sua cabeça dando palpite em tudo, e coloquei exatamente como se faz para descobrir a segunda mente. Já faz dois anos que converso com a Marilu (minha sgeunda mente, ô nomezinho tosco, kkkkk) e confio mais nela do que em mim mesma. Espero que tenha esclarecido viu? Bjsss e boa semana.

Luna

Não importa se vc começou a ler agora, o que importa é que vc gostou, e vc está nos favoritos do meu S2, sme falsidade, todas as pessoas que se disponibilizam a ler essa droga que escrevo ficam guardadas na minha mente, pois se tornam muito importante p/ mim, bjaumm.

Bellynha

Oiee.

Que bom que esta criativa ( é um nome bunitim para naum dizer doida)

Rsrsrs, eu fiz o possível para ser rápida, viu?

Bjsss ( o próximo cap promete)

Fkake

Olha , naum precisa deixar de assistir novelas mexicanas, eu tb sou dramática, sou uma mestra nisso. Kkkk, eu morri de rir com sua review, aquela história de escadaria de nossa sra. Aparecida... foi de matar de rir. Geralmente não demoro muito, no máximo uma semana para atualizar, mas é por que nesse mEs foram muitas coisas. O povo chega ficava com raiva pois qundo ia ver já tinha add 2 caps. Kkk.

Bom sobre a história de naum ter motivo para a k-chan odiar o inu é o seguinte:

Esse é ponto, eles naum tem motivos para ser inimigos, e é o que torna cômico, são dois idiotas (desculpe a expressão, mas nesse caso é isso mesmo) egocêntricos, que se vêem um no outro mas nunca vão falar por que são orgulhosos, é um conflito de sentimentos ao qual cada um vai ter q lutar. Bom é isso.

p.S: essa foi a resposta mais longa que já escrevi! Bjssss

Polly

Otimuh que vc esta gostando!!!!

Kkk, verdade ele brigou com a barrenta! Yessss!

Rs rs rs, eu em poderia fazer isso, mostrar preferÊncia. Affz

Bjssssss viu polly

Maiyu .Madd.Hatter

Na minha escola tem egptologia, rs rs rs, por isso que botei, bom...sobre a língua eu mesma q inventei, e que dureza inventar viu, naum pode repetir palavras, naum pode modificar e bla bla, to fazendo um dicionário! É o jeito! Ah até pensei sobre descobrirem, mas vc pode ver que foi essencial para esse capítulo. E sobre o lance da Kikyou burra: realmente, eu estava viajando a maionese, ela nam é burra no anime, é por que eu precisava de alguém para fazer esse papel.

Bom, abraçaum!

Lory Higurashi

Oi Lorena!!!

Ainda bem que vc me desculpou!

Rs rs rs! Ah, bom sobre o beijo, eu naum posso fazer muita coisa, mas fiz rolarem alguns lances nesse cap e no próximo só por sua causa, eu naum iria fazer tão meloso mas se vc quer, ta ai viu?

Bjssss

Engel-Chan

E eu lá sie de onde ela tirou aquela história de bunda de lama? Kkkk sei lah ela é doida, vc sabe neh??? Rs rs rs e sobre a história fiz um rascunho no pc, depois te passo, ta horrível mas dá para te ma idía, ai vc mistura as idías e tharan vamuh ver no que dá,

Ninfa-chan

Ei louca, isso num vale escrever sobre hp??? Num gosto muito não, ei quando aquele teu primuh (gatão) chegar tuh vem aki em ksa viu? Bjssss

Bom gente, Boa Semana.