Depois que Regina sai da sala, começa um monte de risinho e comentários baixos na sala. Robin suspira e tenta se concentrar na aula, mas tudo o que ele consegue fazer é pensar no selinho que ele havia dado na nela. — Nem foi um beijo de verdade, para com isso Robin. Ela é só uma garota. Não, ela não é só uma garota.. ela é mais que isso, eu só ainda não sei o que.— Ele sorri com esse pensamento, e não conseguindo mais pretar atenção na aula, começa a desenhar no caderno. Ele começa de um jeito inocente, fazendo as linhas de um rosto, mas quando para pra pensar em qual rosto está desenhando ele para e fecha o caderno. A aula vai se arrastando e finamente o sinal da saída toca. Killian vai até Robin. — Eae irmão, festinha mais tarde?— Killian sempre tinha uma festa pra ir, mesmo em uma terça-feira. Robin sorriu.— Não irmão, vou fazer essa bosta de trabalho de biologia e descançar um pouco.— Killian olha pra ele um pouco chateado. — Ok, você que sabe. — Diz ele passando o braço no pescoço da Elsa e saindo. Robin pega suas coisas e corre pra casa ansioso pra dar 14:30, ele queria ve-la, sentira sua falta na escola. Robin chega a casa sorridente.

—Oi mãe, cheguei.— Ele passa por ela na sala e vai direto pra cozinha com fome.— Eu estou morrendo de fome, o almoço já está pronto?— Ela ri e se levanta — Sim Robin, está pronta. deica eu colocar seu prato.— Ele se senta na mesa e fica esperando sua mãe terminar de colocar seu prato. Quando ela termina, ele pega e come apressado.— Nossa Robin, come devagar, pra que essa pressa?— Fala ela colocando a mão em seu ombro. — É que além de eu estar com fome, eu vou sair hoje.— Sua mãe olha pra ele desconfiada.— Sair pra onde posso saber?— Ele olha pra mãe e ri — Eu vou fazer um trabalho de biologia com uma amiga.— Kayla vira pra ele e joga o pano de prato na cara dele.— Amiga né seu safado? Que amiga? — Fala ela rindo e batendo nele de leve — A Regina mãe, é uma garota nova na cidade, ela veio de L.A e a professora colocou a gente como dupla.— Fala ele tentando desviar dos tapas da mãe. — Sei... amiga, trabalho, ta achando que eu nasci ontem muleque? Olha aqui eu não quero neto agora não em, pode usando camisinha!— Robin solta uma gargalhada, levanta coloca o prato na pia. — Eu não vou tranzar mãe, fala sério é só um trabalho de escola, eu juro.— Falando isso ele deixa sua mãe na cozinha resmungando, entra no seu quarto toma um banho, coloca uma cueca box branca e só ai se lembra que não tinha o endereço de Regina.

Depois de entrar no facebook e pegar o endereço da menina, Robin deita um pouco pra descançar. 14:00 seu despertador toca, ele se levanta toma outro banho não muito demorado, coloca uma calça jeans que pendia de lado deixando sua cueca um pouco a amostra, uma blusa branca que deixava os músculos da barriga um pouco marcados e um tênis. Robin da um beijo em sua mãe e rouba um lírio tigre do arranjo de sua mãe.

Chegando na casa de Regina, Robin estava realmente nervoso. Ele ficou parado alguns minutos na porta pensando no que diria, mas no fim, foi na cara e na coragem e decidiu ver no que ia dar. Ele toca a campainha. A porta se abre e ele vê o que ele jamais tinha se quer imaginado. Regina com um vestido preto que se ajustava perfeitamente em seu corpo — Nossa, ela está maravilhosa — pensou ele. — Boa tarde Regina — Diz ele lhe entregando a flor roubada. Ela lhe da um sorriso que aquece seu coração. —Boa tarde Robin, entra.— Ela da espaço e ele entra na casa. Regina bate, tranca a porta e passa por ele indo pra sala e colocando a flor em cima da mesa. Ele vai atrás e se senta no sofá ao seu lado.— O que você estava assistindo?— pergunta ele. — Aah uma série, se chama Once Upon a Time, é maravilhosa. — Ela olha pra ele enquanto fala e o olhar dele vai direto pra boca dela o que deixa a menina sem graça. — Anh.. você quer alguma coisa, água, refrigerante?— Fala ela se levantando.— Não, eu estou bem. Obrigado.— Os dois estavam claramente nervosos e a tensão entre eles era quase palpável, quase visível. — Ta bom, eu vou pegar as coisas pra gente começar, perai— Fala ela saindo correndo da sala e indo até seu quarto. Ela se olha no espelho, ajeita o cabelo, pega a mochila e desce.

Regina espalha tudo o que precisariam na mesa da sala, folhas, lápis de cor, canetinha, os dois sentam no chão, os desenhos das fases estava no computador e eles logo começaram a fazer o trabalho. Não demorou muito pras brincadeiras começarem, Regina pega uma canetinha e rabisca o Robin, ele empurra ela fazendo-a borrar o que estava escrevendo e assim eles ficam até umas 15:40hrs quando finalmente acabam. Robin senta no sofá abrindo os braços, a morena se levanta e Robin a acompanha com os olhos, ela vai até a cozinha e pega um copo de água com gelo, volta e senta do lado dele, apoiando a cabeça em seu ombro. — Foi um belo trabalho de equipe— Fala ela terminando de beber a água, colocando o copo na mesa e virando-se pra ele. — Foi sim — Fala ele se aproximando dela. Ela olha em seus olhos e desce o olhar pra sua boca. Robin chega mais perto colocando sua testa de encontro a dela. Eles fecham os olhos, Robin coloca a mão no pescoço de Regina e a puxa delicadamente pra mais perto, seus lábios indo de encontro ao dele. Regina estava decidida a permanecer indiferente, mas ele se mostrou muito paciente. Foi mordiscando os cantos de sua boca, depositando beijos vagorosos e suaves em seus lábios impassíveis. Era tão dificil não corresponder a ele. Regina lutou com bravura, mas às vezes, o corpo trai a mente. De forma lenta e metódica, ele venceu sua resistência. E, sentindo que estava ganhando, começou a seduzi-la com mais habilidade ainda. Apertou-a de encontro ao seu corpo e deslizou as mãos até seu pescoço, passando a massageá-lo, instigando a pele dela com a ponta dos dedos.

Regina já não conseguindo suportar, se abriu para o beijo e correspondeu com entusiasmo. Reunindo toas as suas emoções secretas e os seus sentimentos de ternura, ela enrosca seus braços em seu pescoço e desliza as mãos para seus cabelos macios. Puxa o corpo de ainda mais pra perto do dela e o abraça com todo o ardor e afeto que ela não se permitia expressar verbalmente.

Robin se afasta fazendo uma pausa, desconcertado por um breve instante, e então ajustou sua abordagem, chegando a um frenesi apaixonado. Regina corre as mãos por seus braços e ombros poderosos e em seguida pelo peito. Seus sentimentos estavam tumultuados. Ela se sentia arrebatada. Ávida. Ela se agara em sua camisa. Nada era perto o bastante para ela. O cheiro dele era delicioso e viciante. Regina desiste e deixa que ele assuma o controle de seus sentidos. Seu sangue queimava, seu coração gritava, a necessidade que ela tinha dele se intensificou e ela perdeu a noção do tempo em seus braços. A única coisa que ela tinha consciência era Robin. Seus lábios. Seu corpo. Sua alma. Ela queria tudo dele.