Saint Seiya não me pertence e sim a Kurumada além dos respectivos meios... Como sabem é uma fic sem fins lucrativos e toda aquela história que estamos cansados de lê.

Aviso: Fic pode sobre mudança como classificação ou conter tipo: Yaoi, Yuri e/ou casal hetero. Talvez palavra de baixo escalão, descrição de violência de quase todos os gêneros. Então aqueles que estão acompanhando estou a advertir. Para aqueles que não estão nem ai. Boa leitura.

Agradecimento: Primeiramente obrigada Ana essa fic é baseada em uma história que tinha escrito de presente de aniversário para ela.

Resumo: Um soro que "cura" quase todos os males. Mas o que irá acontece se uma lenda conviver com pessoas inexistentes? E estranhos fenômenos começarem a surgir no Santuário.

Beta: Sem

O soro

Laboratório-Base grego. Hugo fitava a todos na sala de reunião desde Saori aos cavaleiros além das velhas caras conhecidas. Raul chegou com Andre e os exames que constataram perfeita saúde do mexicano.

- Bem Senhores e Senhoritas. – Todos voltaram se a ele. – Soube por Raul que a ilha Paraíso está incomunicável. Então vamos a uma missão de resgate.

- E como vai ser o esquema chefe? – Perguntou Raul.

- Juan pilotará o pássaro negro, Andre, Ariel e Rafael vão abrir caminho, os tais... Saga, Miro e Shura irão dá cobertura...

- Eu também irei. – Aioros o interrompeu.

- Você é...?

- Aioros, irmão de Aioria que esta naquela sua ilha.

- Você fica com os outros...

- Por quê?

- Porque eu mando nessa bosta. – Fitou o sagitariano. – Algum problema?

Ia questionar Hugo, mas Saga apertou o ombro de Aioros que o fitou, ambos se olharam e o sagitariano resolver se calar, por hora.

- Continuando. Elisa, Raul e Bruce vão cuidar de Saori, dos cavaleiros e do pessoal do soro III. Vamos trazer os outros e...

- Desculpa. – Paula entrou na sala o interrompendo. – Anjo está querendo ir.

- Onde ele está? – Hugo não o via há anos e nem sabia se ele teria condições de ir.

- Entre.

Paula deu espaço, o tal "anjo" entrou, todos virão o homem vestido todo de branco adentrar no recinto. Rafael fechou a cara, Ariel sorriu assim como Juan e os outros estranharam o comportamento dos demais membros e o homem ali presente.

- Tem condição de lutar? – Viu o homem que usava uma máscara inexpressível, quase parecida com as das amazonas, mas sem marcas, afirmar que sim com um balançar de cabeça. – Então pegue as suas coisas. – Voltou-se para os outros. – Arrumem-se porque saírem em quinze minutos.

- Rafa vamos fazer amor. – Ariel arrastou o marido após a fala de Hugo para algum lugar sobre o olhar assustado dos outros.

- Ariel não muda. – Falou Juan. – Andre, não é?

- Sim. – Observou o homem que lhe dirigiu a palavra. – Vem comigo se vestir e vocês três também.

Juan levou os três cavaleiros e o mexicano para o vestiário do laboratório. Hugo saiu da sala sendo acompanhado pelo homem de codinome anjo. Ele, o anjo, veste uma roupa toda branca desde a calça, botas, luvas e uma camisa de manga que tem um desenho nas costas, um par de asas na cor dourada além de uma máscara inexpressiva na cor acinzentada.

A única parte que se via dele são os cabelos longos, finos, na altura da cintura, na cor grisalha feita numa trança frouxa.

- Coitado de Miro. – Mu falou após a saída de quase todos, só restando alguns cavaleiros.

- Coitado? – Máscara riu. – Ele vai lutar ao lado daquele avião loiro. – O canceriano não havia tirado os olhos da loira desde que chegou ao laboratório.

- Aquele cara de roupa branca é suspeito. – Deba comentou.

- Só espero que Oria esteja bem. – O sagitariano falou baixou sentando numa cadeira, triste por não ir e preocupado com o irmão.

- E Dite também. – Kamus completou o outro que sorriu sem jeito por ter sido ouvido.

- Dite também. – Completou Aioros.

0o0o0o0o0o0o0o0

Paula voltou à sala de exames e viu o tumulto. Seu assistente estava ficando maluco com o falatório. Paula bateu as duas mãos e nada, olhou um tubo de ensaio, o pegou e o jogou no meio da confusão.

- Qual é o problema? – Agora tinha a atenção de todos.

- Queremos saber o que está havendo. – Ana se pronunciou.

- Estou... - Shirayukl se corrigiu. – Estamos com fome.

- Fome? – Mia quase riu. - Estamos sujas, cansadas e ninguém para informar nada.

- Calma! - Pediu Samira.

- Calma? - Exaltou-se Thabata. - Você não esta sentindo calor, vestida com... Isso ai. – Apontou para a roupa de Samira.

- É burca. – Samira estranhou a mudança de assunto.

- Estou nem ai para sua roupa, mas não venha me pedir calma. Ok!

- CALADOS! – Gritou Paula que foi completamente ignorada.

- Com licença! – Falou Aoshi. – Não é por nada, não, mas aqui está meio desconfortável até para mim.

- É. – Bella falou baixinho.

- E cadê a Dietrich? – Perguntou Beatrice.

- Ok! – Rendeu-se Paula. – Venham comigo.

Todas as meninas e o único menino do grupo seguiram a mulher. Viram Dietrich sentada no chão do corredor observando o movimento e ao vê o grupo saindo para outro lugar as seguiu.

Paula os levou ao dormitório onde havia camas, roupas limpas, banheiros e ia providenciar comida. Fez uma contagem mental para vê se todos estavam ali e foi ao refeitório.

No caminho ficou imaginando todos eles, os curados, juntos em um lugar estranho com pessoas desconhecidas e agitadas. Deu os ombros porque o problema seria de outra pessoa e coitada dela, ou melhor, deles.

0o0o0o0o0o0o0o0

Estados Unidos, Washington, D.C. Alejandra assim que foi colocada no sofá pelo irmão que os tele transportou da Antártica até o edifício onde estão instalados temporariamente. Alexandre se sentou ao lado da sua irmã e David os observava quando notou que havia mais alguém na sala.

- Quem ousa entrar sem se identificar?

- Perdão. – Apareceu Elian que estava passando pela sala e ouviu algo. – Houve um contra tempo e...

Contou lhe tudo que aconteceu a David já que não se dirigia diretamente aos irmãos. Ao final do relato escutou a risada de Alejandra e uma segunda pessoa apareceu do nada na sala ao lado da ex-amazona.

- Peste humana! – A mulher de cabelo azul falou para Elian.

- Escutou a conversa Diva. – Alejandra falou e viu a outra mulher confirma que estava ali a muito tempo.

Elian analisou a mulher de nome Diva, trajava uma armadura branca. Olhos azuis, cabelos longos na cor azuis claros, corpo perfeito e com uma cara de poucos amigos.

Diva também passou os olhos pela humana de nome Elian que revelou o seu rosto do pano que cobria a face dela por conta da areia do deserto. Os cabelos negros até a cintura, olhos castanhos claros e límpidos, baixa estatura, corpo escultural e viu a tatuagem tribal que, por dedução, espalhava se pelo corpo da humana.

- E você Diva? – Alexandre o tirou do devaneio. – Quais as novas?

Ela contou o que aconteceu sendo, em seguida, ouvinte da história dos irmãos. Ouve um silêncio que foi cortado por uma música incomum...

I'm a man who's got his secrets

(Eu sou um homem que adquiriu os seus segredos)

Keep it comin' yeah, Keep it comin' yeah

(Continue vindo yeah, continue vindo yeah)

I've boat the rost

(Eu venci o resto)

Keep it comin' yeah, Keep it comin' yeah

(Continue vindo Yeah, continue vindo Yeah…)

Alexandre tirou do bolso da calça o celular, olhou o nome que apareceu no visor e atendeu sendo observado por todos no local. Depois de horas só escutando "OK" e "Bom", ele desliga e percebe que todos o observava.

- Quem era? – Alejandra estreitou os olhos. – E o que queria?

- Era um dos nossos que está na ilha artificial.

- Conseguiram? – O sorriso surgiu nos belíssimos lábios de Alejandra já prevendo a resposta positiva.

- Sim. Vão transportá-los para cá em breve.

- Se me dão licença. - Diva saiu sendo observada por Elian, já que ela não tinha nada a fazer por ali e precisa se livra do cheiro humano.

- Minha Senhora precisa de algo? – David fitou os irmãos.

- Não meu caro. – Alejandra sorriu. – Pode ir.

David fez um gesto pedindo para Elian o seguir e assim ela o fez. Andaram pelo prédio até chegarem a um quarto simples ocupado por ele e a fez entrar. Ela o viu ir à cozinha que era dividida por uma parede.

- Servida? - Mostrou as xícaras para ela.

- Sim. Obrigada.

- Sente-se e fique a vontade. – Viu uma mesa com duas cadeiras em um canto. – Elian você tem ciência que é a única humana aqui.

- Claro. – Sentou-se em uma das cadeiras e mesmo não vendo David o escutava perfeitamente.

- E que talvez Diva a queira como parceira. – Mostrou o rosto porque queria vê a reação dela.

- Parceira? – Ela o olhou sem compreender as palavras proferidas por ele.

- Parceira como se fosse parte dela. – Sabia que muitas pessoas não compreendiam a parceria que havia ali.

- Não compreendo David. – Gostava do rapaz como amigo e confiava nele desde o dia que foi encontrada na Grécia.

- Eu era como você e agora sou assim, um guerreiro forte. – Terminou de fazer o chá e o levou para a mesa. – Quer vingança?

- Lógico.

- Então peça a Diva que te aceite como parceira. - Serviu o chá para ela e para si. – Surpreenda seu inimigo e os veja sofre.

David sorriu e depois solveu um pouco do chá. Elian fez o mesmo e já tinha o visto em ação. E pensou: Porque não melhorar o que já é melhor?

0o0o0o0o0o0o0o0o0o0

Após o chá e a conversa com David, Elian estava enfrente a porta do quarto de Diva. David não esclareceu muito sobre o assunto, mas comentou que a decisão era dela e assim como ele, outros eram parceiros de "pessoas" como eles: Alejandra, Alexandre e Diva. Bateu na porta do quarto da mulher misteriosa, escutou um "Entre!" e adentrou no cômodo a vendo secando os cabelos.

- Aproxime-se humana. – Diva passava a toalha pelos cabelos o secando.

- Elian. Meu nome é Elian.

- Porém não deixa de ser humana.

- Ora...

- O que deseja, Elian? – Tentou ser gentil, Diva.

- Soube que procura uma parceira.

- Sim. – Jogou a toalha sobre a cadeira. – Terá causas e conseqüências.

- Não me importo com as conseqüências só quero ser forte para me vingar dos cavaleiros e principalmente das amazonas de Atena.

- Bom.

Elian agora percebeu que Diva trajava roupas comuns, uma blusa branca e um short preto, viu atrás dela a armadura montada como se estivesse vestindo alguém. Diva apontou para uma mesa onde havia duas taças douradas: uma taça havia uma pedra vermelha e a outra uma pedra azul as ornamentando.

- Beba o liquido na taça.

- Mas qual? – Questionou Elian vendo as duas taças.

- A taça com a pedra vermelha abrirá a sua mente já a pedra azul não acontecerá nada. – Viu Elian se aproximar e pegar a taça da pedra vermelha. – Tem certeza da sua escolha?

- Por acaso que dá uma de Morfeu do filme Matrix?

- Não. – Sorriu Diva. – Gosto mais de Alice apesar de não ter visto o filme do mesmo nome.

- Espero que não seja uma brincadeira.

- É serio. – Aproximou-se da humana. – Após beber o liquido da taça você verá a realidade além de ser uma nova pessoa.

Elian não pensou duas vezes e bebeu o liquido estranho, sentiu um gosto familiar, mas não deu importância no momento. Em seguida, Diva pegou a outra taça e solveu um pouco do liquido, nesse momento Elian viu um curativo no braço da mulher, olhou a taça ainda em suas mãos.

- Sangue! – Sentiu o corpo esquentar e viu a pegar a sua taça.

- Relaxe Elian. – Colocou as taças na mesa. – E abra os olhos.

Diva a pegou antes que ela fosse ao chão, sorriu por terem mais uma aliada. Só não entendia como os humanos são facilmente manipulados por seres superiores. Recordou de Li e quando a reencontrasse a mataria assim como os protegidos de Hugo.

- Sonhe Elian e quando acordar veja o novo mundo. O meu mundo.

Acomodou a na sua cama e saiu, tinha que visitar só mais um aliado. A armadura caminhou pelo quarto, se desfragmentou, uniu-se a dona, sumindo antes de aproximar se da porta. Já Elian dormia tranqüila na enorme cama da sua "parceira".

0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0

Laboratório-Base grego. No vestiário Andre se coçava e Shura estava incomodado com a roupa que usavam. Juan sorriu com a falta de costume da roupa dos novos amigos.

- Juan é necessário usarmos essa roupa? – Perguntou Andre se coçando com a roupa que usava por baixo do uniforme.

- É tecnologia de ponta. – Abriu a camisa e mostrou a malha já aderida a sua pele. – Ela fica invisível e mantém a temperatura do seu corpo constante.

- E eu achava que o tamanho PP não entraria em mim. – Miro comentou.

- A malha é super elástica foi feita para missões em qualquer lugar, suportar desde calor a frio extremo. Hugo a desenvolveu há alguns anos e tem sido cem por cento eficaz. – Juan sentiu alguém pega sua mão e olhou quem era. – Oi anjo!

Saga observou o homem de codinome anjo que entrelaçou os dedos na mão de Juan. Já Juan viu as duas espadas nas costas do "amigo".

- Onde as pegou? – Apontou para as espadas Juan.

- Hugo liberou as armas.

- O que Rafael?

Juan estranhou ao ver Rafael com duas espadas em mãos. Os cavaleiros só assistiram a conversa até verem Ariel entrando no vestiário pulando com uma roupa curta e sexy inapropriada para uma missão de resgate.

- Que rapidinha!

- Hugo nos parou quando a coisa ia esquentar. – Ariel falou para Juan. – Mas por uma boa causa. É guerra!

- Guerra? – Perguntou um confuso capricorniano que foi completamente ignorado.

- Vocês. – Elisa apareceu na porta. – Hugo está soltando fogo pelas narinas.

- Vamos!

Juan acabou esquecendo-se do tempo. Elisa olhou Andre, ela sorriu para ele que retribuiu com carinho e um beijo rápido. Seguiram para o hangar, embargaram e decolou rumo à ilha Paraíso.

0o0o0o0o0o0o0o0o0o0

Saori observava tudo de longe e a conversa de Hugo a deixou incomodada. Sabia aonde ela e os outros havia falhando, contudo não havia lhes dado uma segunda chance. Será que Hugo recordou do que viveram há anos atrás? Com o tempo lembrava-se de historias esquecidas no passado...

Flashback

Vila no interior da Itália, antes do primeiro conflito, há alguns séculos atrás. Atena estava na entrada da vila simples, avistaram Artemis e Hera bastante tristes.

- Não me diga que... – Atena nem preciso completar a frase quando as duas Deusas abriram caminho. – NÃO! – Caiu de joelhos ao vê a imagem a sua frente.

- Chegamos tarde. – Comentou Hera tentando não chorar. – Isso é só um aviso Atena... Logo...

- Criamos monstros. – Artemis cortou a outra Deusa e completou. – Fugiu ao nosso controle, eles iram se enfrentar em breve.

- Zeus quer matá-los... – Hera a informou.

- NÃO! – Levantou a face marcada de lágrimas. – Damos um jeito.

Olhou uma última vez os corpos das crianças, velhos, mulheres, homens, ninguém foi poupado. Caso eles se enfrentassem ia ser o fim do mundo como eles conhece...

Fim do flashback.

- Senhorita?

Saori olhou os cavaleiros que permaneceram no laboratório. Kamus analisava a jovem e quando não obteve resposta ficou temeroso.

- Eles estão bem, deve ter sido falta de combustível. – Aldebaran tentou ser otimista, mas não estava tão seguro de si.

- Bem fácil Dite deu um escândalo no jato. – Riu Máscara da morte e completou. – Vai que o jato passou por uma turbulência e ele ficou traumatizado.

- Traumatizado ficou Miro com Ariel pilotando. – Comentou Mu.

A Deusa os ouviu conversar e olhou o sagitariano que estava pedido em seus pensamentos. Aioros pensava no seu irmão e temia pelo pior.

0o0o0o0o0o0o0o0o0

No jato tudo estava tranqüilo enquanto Juan pilotava os outros estavam em uma sala, no meio do local havia uma espécie de mesa holográfica onde todos estavam reunidos.

- Peço a atenção de todos vocês. – Hugo notou os olhares curiosos de alguns. - Vamos resgatas os nossos amigos, mas algumas pessoas devem estar nessa aeronave são e salvos.

- Por quê? – Perguntou Saga.

- Algumas dessas pessoas desenvolvem pesquisas e outras têm informações vitais. Resumindo para bom entendedor, temos cabeças lá na ilha que pessoas inescrupulosas pagariam bilhões por elas.

- UAU! – Mirou tapou a boca depois do que proferiu.

- Bem... Decorem os rostos e os nomes, Ariel.

A loira apertou um botão e a mesa se iluminou, inúmeras fichas apareceram. Ariel pressionou na imagem da ficha e uma segunda imagem em terceira dimensão apareceu ao centro da mesa.

- Andromeda, 18 anos, feminina, grega. – Ariel falava enquanto a imagem aparecia sobre a mesa.

Andrômeda é alta, cabelos longos e verdes escuros com franja, pele branca, possui um olho verde e outro azul, magra e tem uma tatuagem nas costas. Todos a observavam bem já que aparentava ser andrógena e nem mesmo as roupas que usa a deixava definir bem o sexo da jovem. A aparência bem frágil e o corpo sem forma definidas poderiam confundir qualquer um.

- Amanda Kafka, feminina, 22 anos, America.

Uma segunda imagem se formou uma jovem de pele branca, magra, cabelos castanhos e lisos preso num rabo de cavalo. Lábios carnudos, seios e bumbum mediano, pernas torneadas, olhos castanhos, uma pinta perto do lábio superior do lado esquerdo e usa óculos.

- Amanda é prioridade. – Informou Hugo. – Quero a inteira nesse jato. Prossiga Ariel.

- Angelina Ferazza, feminina, 19 anos, Canadense.

Uma terceira imagem se formou uma jovem alta de aproximadamente 1,70 de altura, pele bronzeada, cabelos prateados até a altura da cintura, com delicados cachos no final, olhos verde água. Corpo esbelto, seios médios, cintura fina e pernas torneadas.

- Mayumi Shioromori, feminina, 22 anos, japonesa.

Outra imagem apareceu à garota de cabelos negros, pele branquíssima, olhos castanhos não muito escuro, 1,75 de altura e corpo bem definido.

- Mouki Nakoyama, masculino, 18 anos, japonês.

A imagem se modificou e um rapaz apareceu de cabelos branco/prateado meio rebelde, mas liso, o comprimento um pouco maior do que a maioria dos meninos, mas não chega a cobrir o pescoço, com uma franja até do lado direito que cobre o olho esquerdo parcialmente. Olhos prateados, baixo para a idade, magro, um pouco fraquinho, aparenta ser mais jovem do que é, pele bem branquinha e meio rosada.

- Koji... Hue! Cadê a imagem dele e o resto da ficha? – Ariel fitava a ficha holográfica incompleta e bastante confusa.

- Koji é prioridade, esse é um dos motivos da imagem dele e da ficha não estarem no arquivo.

- E como saberemos quem é ele? – Andre se pronunciou.

- Koji tem um tapa olho no lado esquerdo da face e é o chefe da ilha.

- Mas alguma coisa, chefe? – Rafael pronunciou a última palavra em tom de raiva por estarem sem informações.

- Infelizmente só tenho isso. – Hugo desviou o olhar. – Os sobreviventes que incluem funcionários e cientistas embarcaram além é claro de Suely e... -
Fitou o geminiano.

- Aioria e Afrodite.

- E os dois amigos deles. – Apontou para os cavaleiros. - Alguma pergunta? – Silêncio. – Entendo isso como um não.

- Hugo. – Juan apareceu na mesa holográfica. – Estamos chegando.

- Estamos descendo. – A imagem se desfez. – Vamos nos acomodar.

O homem de branco ficou na sala e assim que todos saíram, pegou um dispositivo em outra mesa, inseriu na mesa holográfica, procurou uma ficha especifica e a copiou para si. Desde que viu aquele rosto ficou encantado e uma lembrança não mataria ninguém.

0o0o0o0o0o0o0o0o0

Quando chegaram à cabine de comando virão um alerta silencioso piscando na mesa de comando. Rafael se sentou em outra mesa para visualizar o que os atacava.

- E então? – Hugo esperou por respostas.

- Assim que entramos no espaço aéreo da ilha. – Juan falava e tentava estabilizar o jato. – Algo nos atacou. Usei os dois mísseis e nada.

- Tenho imagem.

Rafael as transmitiu para uma espécie de tela transparente no meio da cabine. Um raio branco vinha na direção dele e Juan desviou.

- Nitidez Rafael.

- Estou tentando chefe. – Rafael capturou a imagem. - Pronto!

- Um robô? – Perguntou Miro curioso com o que via.

- Imagem holográfica.

- Então o que é? – Saga questionou Hugo.

- E eu sei. – Hugo se perguntava se deveria ter das às respostas do mundo. – Seja lá o que for estar nos atacando.

- Cosmo. – Shura falou e apontou para o raio que saiu do tal robô.

- Tem certeza?

- Absoluta. – O capricorniano estava curioso quando a outro cosmo perto de si. - Talvez a pessoa saiba usar poderes psíquicos iguais as ilusões que você cria Saga.

- Segurem-se!

Alertou tarde demais Juan quando manobrou a aeronave a fazendo ficar de cabeça para baixo. Rafael e Juan que estavam presos pelos cintos não saíram do lugar. Miro caiu sentando, Ariel por cima dele e Andre por cima dela fazendo um sanduíche.

- Nossa! – A loira olhou o cavaleiro. – Temos homens enormes aqui.

Saga, Shura e Hugo ficaram pendurados, mas depois caíram no teto que agora era o chão. Todos se levantaram quando algo chamou a atenção deles. O tal anjo estava em pé no mesmo lugar onde estava antes da aeronave fazer a manobra.

- Como? – Shura observou o que Miro apontava no "teto".

- Exibido! – Ariel o olhou.

- Segu...

Não completou nem a palavra quando Juan virou o jato o recolocando na posição anterior. Miro caiu de cara no chão e sentiu Andre o esmagar as suas costas, Hugo foi segurado pelo homem de branco. Shura caiu sentado, mas Ariel caiu nas pernas dele e Saga esmagou os dois fazendo outro sanduíche.

- NOSSA! – Sorriu feliz. – Esses meninos são super dotados em tudinho.

- Juan... – Hugo se aproximou dele. – Não faça mais isso...

- Tudo bem. Os motores foram atingidos mesmo.

- Vamos ter que abandonar o jato...

- TA BRINCANDO! – Miro não acreditava no que ouviu.

- Ou você pula para se salvar ou fica e se esborracha no chão. Então qual a sua escolha?

- Cadê os pára-quedas? – O escorpiano olhava o teto a procura dos objetos.

- Ariel solte as duas caixas. – Viram a loira sair do local. – Rafael os leve aos pára-quedas. – O irlandês saiu sendo seguido pelos outros menos o anjo e Andre, este último foi parado por Hugo. – Quando descermos fique de olho.

- Pode deixar.

- E confie nos seus instintos.

- Certo.

Ariel soltou as duas caixas, uma contém as armaduras e equipamentos, a outra o kit de emergência. O jato foi atacado pela segunda vez com mais intensidade do que a primeira vez. Rafael deu os pára-quedas a quase todos, explicou rapidamente como usava e os fez pular.

Os últimos a pularem sem pára-quedas forma Ariel, o homem de branco e Rafael antes do jato ser acertado em cheio pelo tal raio. As duas caixas abriram os pára-quedas automáticos, alguns conseguiram abrir o aparelho menos Shura e Hugo. Ariel forçou a decida se aproximando do capricorniano que segurava a corda partida em mãos.

- Segura! – A loira o abraçou. – Segura firme que vou tentar abrir o pára-quedas, senão me segura com força eu vou subir e me enrolar...

- Sei. – Shura a interrompeu. – Abre logo isso.

Ariel puxou a corda, o aparelho abriu e ambos respiraram aliviados até sentirem que algo estava errado. Olharam o tecido, as cordas e tudo se desfizeram rapidamente.

- SABOTAGEM! – Gritou à loira caindo com o cavaleiro.

Com Hugo não foi diferente, Rafael tentou ajudá-lo e a cena se repetiu com os irmãos que caíram novamente. Miro fitou o seu pára-quedas e viu um pequeno rasco que aumentou e o fez cair. O mesmo aconteceu com Saga e Juan.

Logo todos voltaram a cair. Será esse o fim deles?

0o0o0o0o0o0o0o0o0o0

Laboratório grego. Teoricamente todos os resgatados estavam felizes. Paula os olhava limpos, alimentados e quase satisfeitos, mas por quanto tempo?

Ana, em um canto, folheava o seu caderno, às vezes, fitava as pessoas na sala e depois o papel. Parou em uma página especifica e leu. A descrição escrita era a mesma que aconteceu hoje. Juan a buscou com dois homens a qual ela descreveu perfeitamente até os detalhes mínimos. Viu a data e se assustou era de cinco semanas atrás.

- Ana!

A italiana olhou Samira com quem conviveu por alguns meses em um dos quartos no laboratório do Atacame. A árabe estranhou a expressão de Ana, queria ter um laço de amizade com alguém e talvez a italiana fosse essa pessoa, e também pensou que a italiana precisa se de ajuda.

- Tudo bem? – Perguntou Samira.

- Vamos morrer... – Folheou o caderno. – Eles iram nos matar.

- Calma. – Samira não sabia o que fazer e nem o que Ana queria dizer. – Estamos seguros, mas me conte...

- Aconteceu de novo. – Ana nem sabia o que dizer ou como explicar. Será que ia acontecer o que escreveu, ou melhor, o que sonhara? – Leia isso.

A árabe leu uma parte do texto e se assustou com a riqueza de detalhes do local que estavam. Samira fitou as pessoas no local e leu outro trecho, viu a data e voltou-se para Ana.

- Temos que...

Não conseguiu completar a frase porque gritos, sons, pessoas, tudo aconteceu rápido demais. Ana teve certeza que não era uma simples coincidência, mas sim uma premonição ou dejavu.

0o0o0o0o0o0o0o0o0

Diva observa a enorme mansão numa cidade de um país de primeiro mundo. Sem cerimônia entrou usando o tele transporte aparecendo na sala de visita.

- Não sabe usar a porta, Diva? – A voz soou atrás dela.

- Não. – Virou-se. – Ítalo.

Ela o analisou com uma criança de um ano e meio em cima de uma mesa. A menina sorria ao vê Ítalo colocando sua fralda.

- Odeio humanos! – Ítalo a fitou. – Principalmente filhotes e mestiços.

- Ela é um bebê. – Alisou o rosto da criança. – E você não é bem vinda aqui...

- Vim lhe propor...

- Recuso-me a entrar em um conflito com...

- Ítalo, eles nos colocaram aqui e...

- Alto lá. – Interrompeu-a. – Alejandra mata todos os companheiros de Gabriel e você quer que ele fique quieto? Faça-me um favor para mim e para você. – Fez uma pausa e pegou a criança a envolvendo nos seus braços. - Arrume alguém, trabalhe ou crie um gato, creio que uma cobra seria melhor...

- É serio.

- Alejandra matou a primeira união de Gabriel, depois a segunda e recentemente a terceira. Você que vê o mundo acabar?

- Quero vingança.

- E eu paz. – Andou até a cozinha sendo seguido por Diva que tinha vontade de matar o bebê que ria para si. – Só um aviso. – Ítalo se virou a encarando nos olhos. – Caso arranque um fio de cabelo de qualquer membro da minha família eu destruo o mundo e quem estiver nele. Está entendido?

- Como queira Ítalo. Aproveite o tempo que tem com essa coisa ai nos seus braços.

Diva sumiu e Ítalo fitou o porta retrato da família, depois o bebê em seus braços. Suspirou antes de pegar o casaco e uma roupa melhor para sua filha.

0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0

Submundo, algum lugar do inferno. Hades confirmou suas suspeitas com a conversa que estava tento com Apolo. Claro que os dois não eram "amiguinhos", mas tinham o mesmo problema que pelo andar dos fatos estava para se repetir de novo.

O Imperador foi informado que os dois juízes chegaram a tempo na prisão gelada. Soube por fontes seguras que Li iria pedir abrigo a Atena, mas e os outros envolvidos?

- Crê que eles iram mesmo atacar os protegidos de Gabriel.

- Sinceramente Apolo. – Fez uma pausa por achar que alguém entrou em seus domínios, mas talvez fosse só impressão. – Por mim Zeus deveria ter cortado o mal pela raiz. Acabado com essa história, mas não que dá uma segunda, terceira, quarta e inúmeras chances para os monstrinhos dele.

- Mas eles eram bonitinhos quando pequenos.

- Claro que eram, mas cresceram e se transformaram em...

A porta da sala foi aberta bruscamente, Apolo levantou uma sobrancelha e Hades massageou a têmpora. Logo atrás do "invasor" estavam alguns espectros desmaiados que tentaram conter a pessoa de invadir o local.

- Mal educado! – Hades se dirigiu a sua "visita".

- Mal educado? – Começou o visitante sem dá tempo de nenhum Deus retrucar. – Invadem a minha casa, ameaçam a minha família, vem querer uma aliança comigo, estão loucos e vocês nada fazem.

- Acalme-se Ítalo. – Falou Apolo ao vê o rapaz respirando rapidamente. – Estamos tentando...

- Tentando? – Riu. – Sei. – Ficou sério. – Daqui a pouco o inferno congela.

- O que você quer que eu faça? – Hades se enfureceu e já ia avançar senão fosse Apolo que o deteve.

- Ítalo, estamos ciente dos fatos só nos ter tempo...

- Para vê a mesma história se repetir, Apolo? O sangue de Gabriel corre no corpo daqueles dezoitos humanos e como da outra vez tudo se repetirá.

Ítalo deu as costas e saiu do recinto, Hades foi atrás dele seguido de Apolo que não queria vê os dois partindo para briga como quase sempre faziam. Ao chegarem à sala do trono viram os gêmeos, Thanatos e Hypnos, juntamente com a Imperatriz brincando com uma criança.

- Você trouxe um humano para cá? – Surpreendeu-se Apolo.

- Vamos minha princesa. – Pegou a menina dos braços da Imperatriz que sorriu feliz por revê-los. – E só mais um aviso Sam está vivo, mas incomunicável e caso ocorra um conflito, não será uma simples briga de irmãos. – Fez uma pausa olhando os Deuses. – Será o fim de tudo.

Continua...


Trecho da música

Come on, Come in

Da banda: Velvet Revolver

Que faz parte da trilha sonora do filme "O quarteto fantástico". Adoro trilha sonora e caso alguém tenha tempo veja a tradução que é um escândalo. É importante salientar que não tenho cem por cento de certeza que a tradução seja exata, mas o que vale é a... (o resto da frase deixo como vocês.)


Imagens

Aqui estão os links de algumas imagens que algumas pessoas me enviaram, algumas fichas foram baseadas nessas imagens.

http: / / suellen-san(ponto)blogspot(ponto)com /2010/05/ imagens-de-personagens-da-fic-o-soro-3(ponto)html

http: / / suellen-san(ponto)blogspot(ponto)com /2010/05/ imagens-de-personagens-da-fic-o-soro-2(ponto)html

http: / / suellen-san(ponto)blogspot(ponto)com /2010/05/ imagens-de-personagens-da-fic-o-soro(ponto)html


Pesquisa

Quem do Saint Seiya deve "tomar" o soro?

Quem ainda não respondeu tem tempo, aqueles que responderam e desejam mudar ou comentar a sua escolha, podem fazê-la agora. A pesquisa acabara até todos votarem ou não. Caso tenham dúvidas veja o capítulo anterior.


NOTA:

Bem mais um capítulo maluco como deveria ser. Logo mais espero está colocando todos juntinhos no Santuário que pelo visto vai virar um hotel, Atena deveria cobrar pela hospedagem. Kkkkkkkkkk. Claro que se eu não matar os cavaleiros...

Algumas observações... Caso alguém deseje alguma música em especial, por favor, envie o nome da banda ou grupo, ou seja, lá o que for (cantor, cantora e etc.), o titulo da música e se possível a tradução ou o link do site onde viu a música ou letra.

Bem acho que acabou por aqui. Paciência porque estou à procura de uma beta e estou colocando outras fics em dias. Antes que eu me esqueça... O pessoal já esta sabendo que passei na faculdade e minha vida virou um inferno, ou seja, sem tempo para mim quando mais para fic, contudo tenho fics que estão em processo de revisão então vou demora a atualizar essa. Juro que vou responder a todos mesmo que demore anos (brincadeira), mas vou responder aos poucos e ainda pretendo no final do ano fazer outra fic de ficha.

Beijinhos e até...