Oi mais uma vez, pessoal! É eu tô demorando... E sinto informar q ainda num consegui inspiração p/ escrever o capítulo 5 de "Os Filhos de Lemúria"... Mas vou trabalhar muito nisso no fim de semana (se meus pais me deixarem um poko em paz p/ isso ¬¬). MAS! Falando na presente fic, vamos à próxima amazona q mostrará seu verdadeiro poder. JUne foi a personegem feminina mais negligenciada por Kurumada, tinha tudo p/ ser muito foda, mas desapareceu como fumaça. Eu vou acabar c/ isso, botando June p/ mostrar o q uma amazona é capaz de desenvolver em anos de dedicação aos treinos!

Espero q gostem deste capítulo. Aproveitem pq é o último antes de começarmos c/ os novos dourados! Então boa leitura a todos e comentem, onegai! ^-^v

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Punhos contra palavras de desprezo:

Momo, o Escárnio, um Deus irritante que lançava todo o seu fel contra quem quer que tentasse discutir com ele, sempre com um malicioso sorriso de ironia estampado nos lábios. June certamente já estava para perder a paciência com ele.

- Mocinha... O inferno é para seres imundos e sem valor como vocês, humanos... Acha mesmo que Deuses podem ser comparados com tão fútil raça?

- E o que é que vocês tem de tão especial, heim? – alfineta apontando-lhe o dedo.

- Ora... Que pergunta besta. – e em pensamentos – "Mais uma tola humana para eu destruir com ameaças..." – Vocês são vermes criados à nossa semelhança, mas que, por mais que se esforcem, nunca conseguem ter o que temos... Imortalidade, poder infinito...

- É...? Deve ser um pé no saco ter a eternidade sem nada de interessante pra fazer.

- Ora, tola... Podemos ter os humanos aos nossos pés...

- Como agora...? – ironiza, com uma expressão de tirar sarro.

- Basta acabar com ratos incômodos como vocês! Acha que o poder de humanos pode superar o de Deuses? Que utopia absurda... Hehehe. – "Impossível que ela não dê o braço a torcer..."

- Hum... Deixa eu ver... Thanatos e Hypnos, na última Guerra Santa são bons exemplos, né?

- Aqueles idiotas marcaram bobeira! – diz, começando a se desestabilizar.

- Sei... E os dois que lutavam contra Shina e Marin... Não sinto mais os cosmos deles... Marcaram bobeira também?

- Eles se deixaram vencer! Subestimaram ratos e foram mordidos! Não souberam usar o poder infinito dos Deuses!

- Está tentando me convencer, ou se convencer? – diz estreitando ainda mais os olhos irônicos.

- Humana imbecil! Se é o que quer, vou mostrar o verdadeiro poder de um Deus!

Finalmente ele se irrita por completo. Os humanos que encontrara sempre temiam seus poderes, por isso nunca o enfrentavam, mas contra a Amazona de Camaleão, medo era algo que ele não conseguia ver. Cheio de raiva, lança raios de seu cosmo contra a Amazona, que tem dificuldades em evitá-los, pois são muito rápidos. A velocidade aumenta cada vez mais, e os golpes começam a atingi-la, cortando sua carne. Onde os raios pegam na armadura ficam vincos bastante fundos.

Momo, de repente, concentra todos os raios em suas mãos, fazendo-os brilhar intensamente numa única esfera azulada que, ao lançar, transforma-se num veloz cometa. Ela não consegue se esquivar, voa longe, e suas costas se chocam contra o pilar. June cospe sangue, caindo de joelhos no chão. As forças lhe faltam, o adversário se aproxima.

- Não disse...? Vocês não tem como nos vencer... Quanto mais o seu cosmo se eleva, mais o meu pode se elevar também. Estarei sempre acima de você, pois os humanos têm limites, mas os Deuses não.

- Sabe de uma coisa... Você não passa de um chato!

Ergue-se rapidamente, tentando dar-lhe um soco no queixo, mas ele segura seu punho apenas com o cosmo em sua mão e o explode, fazendo June afundar no chão.

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Nas casas de Virgem e Sagitário Shun e Hikari sentem o cosmo de June em perigo.

- Mamãe!

- Hikari... – diz Shun através de seu cosmo – Os inimigos estão chegando. Fique, que eu irei ajudar June.

- Mas pai! Quero ir com você!

- Não... Confie em mim, querida, eu vou ajudar sua mãe...

- Nem pense nisso... – diz uma segunda voz em sua mente.

- Ah... June...?

- Será que não confia em mim,Shun? Vai deixar uma das doze casas desprotegida? Se eu quero me dizer Amazona de Atena, tenho que derrotar pelo menos um inimigo!

- Mas June...

- Já disse que posso fazer isso!

- Está bem... Confiamos em você... – e abaixou a cabeça, respeitando sua vontade.

- Tome cuidado, mamãe...

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Seu cosmo começa a se elevar como nunca, ela não abandonaria seus ideais, muito menos Shun e Hikari, sua filha tão querida. O esverdeado de sua energia circunda seu corpo, afastando bruscamente as pedras que estavam à sua volta. Levanta-se, segurando com ainda mais força o seu chicote, e seu cosmo o circunda também. Momo tenta manter o ar indiferente, ironizando-a.

- Pff... Acha mesmo que isso será suficiente? Você pode ter vencido seus limites e atingido um cosmo muito poderoso, mas o meu cosmo ainda é o de um Deus.

- Feche essa matraca, Momo, e mostre esse seu tal cosmo de um Deus...

- Muito bem... Serei complacente com suas palavras e atenderei ao seu pedido...

Eleva bruscamente seu cosmo, concentrando mais uma vez um cometa de relâmpagos em suas mãos, dessa vez ainda mais poderoso e, sem dizer uma só palavra, o lança rápida e diretamente contra a Amazona.

June prepara o chicote, estirando o braço que o segura para trás de si e nele deposita todo a sua energia cósmica.

- Combaterei raios com raios... "CHICOTE DE CAMALEÃO!"

O chicote, transbordando em raios verdes à sua volta, equilibra-se com o cometa de relâmpagos de Momo e o anula. Quando o Deus parte para o segundo ataque, atravessando a nuvem de poeira formada pelo impacto das técnicas, não encontra sua inimiga.

Por cima dele, há metros de atura, June dá um giro mortal, girando ainda no ar, com o cosmo em seu chicote ainda mais intenso e cheio de brilho. Ela aproveita a volta que faz com o corpo para lançar com força total seu último ataque.

- "CHICOTES DE RELÂMPAGO!"

Da ponta do chicote partem inúmeros relâmpagos, que cortam o ar e a Terra com incrível violência e com a precisão de uma lâmina perfeitamente afiada. O inimigo não consegue reagir, e a potência do ataque é tal que todo o seu corpo se rasga com a eletricidade. Ele cai, com olhar incrédulo.

- Co... Mo... Eu sou um Deus... E... Você... Não passa de...

Desaparece, sem conseguir ao menos terminar de falar suas últimas palavras. Nos portões do Santuário as bravas Amazonas garantiram a vitória. Agora, os cosmos restantes dirigiam-se às Doze Casas do Zodíaco. Os jovens Cavaleiros de ouro se preparavam para sua primeira grande batalha, e os já tão conhecidos e renomados Cavaleiros Divinos se aprontavam para mais um desafio, prontos para lutarem mais uma vez com suas vidas.

Os Deuses primordiais se aproximam, será que o destino voltará às mãos das tão temidas Moiras?

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Continua...