Crepúsculo: A Última Oportunidade

Sumário Completo:

150 Anos depois da sua transformação, Bella está de volta a Forks com um novo clã. Até onde está disposta a ir por vingança e orgulho? Conseguirá Edward quebrar a concha que Bella criou depois da sua partida 150 anos antes? Até onde Tanya e os Volturi estão envolvidos com a história dos Cullen e dos Callaway?

N/A:

Olá a todos. Aqui estão os meus agradecimentos ás vossas reviews que me derretem! *-* Mas antes de mais, peço a quem quiser que visite o meu perfil para ver quatro (anteriormente eram três, mas com este capítulo posso por a quarta) capas da fic, feitas por mim (EDITADAS NO PHOTOSHOP RECENTEMENTE, QUEM JÁ VIU QUE VOLTE A VÊ-LAS) e um vídeo (apenas a primeira parte, a segunda virá quando o próximo capítulo for postado).

Tanya: Obrigada pelo teu apoio é muito importante para mim que continues a ler. Espero que a partir de agora as coisas se tornem ainda mais interessantes!

Lice: Não vamos matar o Eddie! Tadinho, ele é demasiado bom para ser desperdiçado.

Larissa Motoko: Sua ideia fui muito bem vinda, são sempre bem vindas as vossas ideias. Eu tinha que por uma Bella sexy e poderosa, o Edward tinha que saber o que perdeu. Não sejas tão dura com a Tanya, não sabes o que se vai passar. Prometo que ela não vai tentar nada de mal. So de escrever o beijo deles, senti-me com tanta inveja…obrigada pela tua review e espero que gostes do próximo capitulo.

Mary Maundrell: Espero que gostes da minha pequena surpresa.

Katryna Greenleaf: Uma natural delicia, quem me dera ser a Bella naquele momento. Essa do Jake…er…hmm…pois não sei, se continuarem a pedir com jeitinho, quem sabe? Ainda bem que achas as coisas empolgantes. Até á próxima review! Beijo.

Elisabete: Obrigada! *corando mais que Bella*

Mori-sama: Esse facto era interessante realmente. Um POV de Eddie? Vai rolando para baixo…lol. Os Volturi entram já aqui. Obrigada pelo conselho com as músicas dos Paramore. Vou usá-lo.

Lilly Nightfall: Saudades suas? Sempre! Já aqui está um capitulo, espero que fique novamente curiosa!

Danda Jabur: Surpresa Boa na minha opinião, depois você tem que me dizer a sua obviamente. So maravilhosa? Edward discordava de você aí! É o final foi um bocado duro para Bella, mas ele merecia. Ainda bem que viste o vídeo e as imagens, no próximo capitulo vou postar a segunda parte do vídeo! Espero que tenhas curiosidade em ir vê-lo.

Patita87: Obrigada querida!

Jane Alves: Essa ideia do fogo ocorreu-me, mas era muito arriscado e eu adoro aquela casa e a festa estava demasiado boa para acabar. Quem é que numa situação como esta não apoiava á Bella? Se gostas de surpresas entao deleita-te com esta!

Gabriella: Muito obrigada!

Sugestões:

Para aqueles que adoram ler histórias de vampiros, podem por no motor de busca "Entre a Vingança e a Paixão" que eu escrevo em conjunto com a minha queridíssima amiga, Jane Alves. Passem por lá, desfrutem da leitura e deixem comentário. Também da Jane Alves, existe a história "Reencontros" que parte também da separação da Lua Nova e eu acho que vocês todos iriam amar ler a história. Passem por lá que não se vão arrepender. Uma boa história para ler é também "Destino" da Lilly Nightfall.

As Músicas Deste Capítulo são: Decode e Emergency dos Paramore


6ºCapítulo: Outra Perspectiva

Por todo o lado que procurasse, a festa dos Callaway era o assunto do momento. Todos pensavam em como se tinham divertido. Existia uma sintonia entre os pensamentos dos humanos como eu nunca vi. Mas o que mais me incomodava era o silêncio na mente dos meus irmãos enquanto guiava para a escola. Alice, com a cabeça no ombro de Jasper, olhava tristemente a janela encharcada de chuva. Emmett, no banco ao pé de mim, olhava o tecto do carro. Rosalie e Jasper estavam de olhos fechados, como se a dormir. Eu? Pensava naquelas palavras "Não sei se te amo da mesma maneira…"

Tinha Bella mudado tanto? Convenci-me a mim próprio que agora que ela estava novamente na minha vida, a aceitaria com tudo o que a envolvesse, tudo o que ela tivesse passado. Mais equilibrada ou de língua afiada. Mas nunca pensei que ela esquecesse o que era amar. Sempre pensei que mesmo se ela um dia morresse, que levaria o nosso amor. Enganei-me. Cometi um erro tão grande. Abandonei-a. Matei-me a mim pela segunda vez e matei Bella da pior maneira que se poderia imaginar.

Só de me lembrar dela, ontem na festa, naquele vestido exageradamente decotado, não me dando grandes chances de coerência, ao mover-se daquela forma e o seu tom de voz mais carregado e sensual, só de pensar parece que pego fogo. E a maneira como ela me olhou quando me viu com Tanya, que não passava de uma irmã para mim, magoada e um pouco triste, apeteceu-me pegar nela e tirá-la de lá. Aliás, quando ela desceu as escadas apeteceu-me pegar nela e raptá-la de tão desejada que estava. Eu que aguentasse com a perversidade humana á minha volta.

- Edward dá a volta, não estamos com cabeça para a escola. – Disse Alice e eu não pensei duas vezes.

Abruptamente dei a volta e segui para casa. Nenhum dos meus irmãos se queixou ou mexeu. Quando estacionei novamente em casa, não me apetecia enfiar naquele meu quarto enfadonho.

- Edward! Por favor não vás. – Pediu Alice abraçando-se a mim, quando todos já tinham entrado em casa.

- É só a clareira. Quero espairecer. – Disse beijando-lhe o topo da cabeça. – Não tens de te preocupar comigo fadinha, não fujo!

- Parece que posso confiar em ti. – Suspirou Alice.

- Se não pudesses tu sabias. – Provoquei e ela largou-me deitando a língua de fora.

Peguei no kispo e corri. Corri pela floresta, pela vegetação. Segui o trilho da minha perdição. O trilho que me levava á clareira. Á nossa clareira. Lá, o intenso, mas suave cheiro de lavanda e baunilha, afectou-me o nariz da melhor forma possível. Era o actual cheiro dela. Intenso, mas suave. Cheiro invulgar para uma vampira. Mas vendo bem, Bella nunca foi vulgar. E o cheiro era fresco, significava que ela tinha lá estado á pouco tempo.

Sentei-me no meio da clareira, perdendo-me em pensamentos.


Flashback

- Edward o que é que tu acabaste de fazer? – Perguntou Alice, agarrando-se a mim á porta da garagem da casa, agora vazia. – Não vás. Não a deixes. Volta! Por favor, diz que foi uma brincadeira de mau gosto, que o Emmett te obrigou, que foi uma consequência. Tu sabes, do jogo! Mas não nos obrigues a ir embora. Não agora. Tenho uma amiga fantástica, o teu verdadeiro amor. Não vás. Deixa-me ao menos despedir.

- Alice, tu sabes a resposta, não! Não podes. É muito mais fácil para ela assim. Não quero…não posso…interferir mais. – Disse, neutramente, sem muito bem pensar no que dizia.

Alice apertou-me com mais força e desapareceu. Sentia revolta dela e não precisava de ser Jasper para o saber. Jasper. Tinha de falar com ele, antes que Alice perdesse mesmo a cabeça, era o mínimo que podia fazer pela minha irmã.

- Jasper?

- Desculpa Edward. Desculpa. Eu vou-me embora, não deixes a Bella por minha causa. Não quando a encontraste á tão pouco tempo.

- Jazz não fiques assim. Eu não deixei a Bella por tua causa. Se fosse por isso, raptava-a e fugíamos os dois.

- Não tentes fazer humor.

- Sim eu sei que estou a falhar miseravelmente. Mas Jasper, não te culpes. O que te aconteceu foi normal. A culpa não foi tua, não foi da Bella, foi do maldito papel de embrulho. Isto so me fez perceber o que é que eu ia tirar á Bella se a quisesse ter sempre comigo. Não posso fazer isso e não vou. Agora vai doer-lhe, mas eventualmente passa.

- Passa?! Tu é que te passas. Sim eu cometi um erro mas tu acabaste de cometer um crime.

- Jasper…

- Edward perdoares-me significa muito. Mas deixares a Bella dá-me vontade de te desfazer em quadradinhos!

Virou-me costas e desapareceu.

-

Duas semanas depois e estava na Alemanha. Não me perguntem a fazer o quê, porque eu não sei. Apenas falava com Esme e Carlisle. Rosalie e Emmett tinham ido numa lua-de-mel para África, Alice e Jasper recusavam-se a falar comigo. Eu estava a morrer de saudades da minha Bella. Como é que ela estaria? O quanto eu me arrependo de a ter deixado, mas por mais que queira não posso voltar. Não posso. Tenho de deixar Bella viver uma vida humana, aquela que ela tomaria se eu não me tivesse intrometido.

-

Os minutos passam devagar. As horas parecem dias e os dias parecem meses. Sem Bella a minha vida não é nada. Apenas…existo. Em todos estes meses, oito para ser exacto, ela é a única que está no meu pensamento. O seu sorriso. O seu rubor. O seu toque quente e o sabor dos seus lábios. A forma como ela pronunciava o meu nome. A sua falta de equilíbrio…tudo aquilo que era característico dela eu sentia falta. O meu telemóvel tocou. Pensei em ignorá-lo, como tenho vindo a fazer na última semana. Mas pareciam estar desesperados.

- Sim?

- Oh Edward…finalmente atendeste! – Chorou Esme do outro lado da linha. – Meu filho, tens de voltar ao Alaska.

- Não. Esme eu não posso. Não me vou conseguir impedir e vou voltar para ela…eu não posso.

- Edward eu…

Ouvi Alice a gritar do outro lado da linha com Emmett e de repente era ela ao telemóvel.

- Porquê Edward? Porque é que não atendeste o telemóvel á oito dias? Porquê? – A minha irmã estava desesperada, soluçava em seco, se pudesse estaria em lágrimas.

- Alice o que se passou?

- Tu podes voltar á vontade. Já não vai haver nada que te puxe para Forks.

- Alice, o que se passou? – Estava a ficar com um aperto no peito impressionante, algo me dizia que tinha acontecido algo de grave.

- A Bella morreu Edward.

E desligou.

-

Não acreditava. Não podia estar a acontecer. Não era verdade, não podia. Não. Aquilo era mentira. Não…

A meio da noite, para que ninguém nos visse, estávamos no cemitério de Forks. Em frente da lápide que eu me recusava a aceitar. A da minha Bella.

- Como? – Sussurrei.

- Segundo os relatos, dizem que ela e o Jacob Black, estavam a acampar e foram atacados por um animal, diz-se que é um urso. Jacob tentou lutar, mas acabou com o pescoço partido. A Bella…encontraram mais de meio litro de sangue dela perto de Jacob, e depois um rastro de sangue e as roupas rasgadas até á falésia mais próxima. Não encontraram o corpo, foi levado pela corrente. Testemunhas dizem que ouviram os gritos. – Explicou Carlisle neutro.

Cerrei os olhos. Fui-me embora e deixei-a entregue á morte. Eu deveria ter ficado, deveria saber que Bella não se conseguia proteger sozinha. Eu não deveria existir sem ela, não iria conseguir.

- NÃO! NÃO FAÇAS ISSO EDWARD! NÃO! – Gritou Alice agarrando-se a mim como se se agarrasse á propria vida e depois vi na mente dela a minha decisão, frente aos Volturi, a revelar quem nos éramos, e eles não me matavam so a mim, iam atrás da minha familia. – Eu não posso perder mais ninguém…não posso, não consigo, não suporto!

Abracei-a com força beijando o topo da cabeça dela.

- Eu não vou fazer nada Alice, não te preocupes.

E ela relaxou nos meus braços, mas não deixou de soluçar. Um membro da nossa família tinha morrido e não iríamos ser os mesmos a partir de agora.

Fim do Flashback


Aquelas memórias ainda magoavam tanto. Mesmo tendo sido á 150 anos atrás, aquela dor era tão presente. Não desaparecia nem atenuava. E mesmo sabendo que Bella estava, literalmente, viva e perto de mim, havia algo a avisar-me que teria de agir com cuidado. Bella escondia coisas, tinha passado por muito, estava magoada e tinha esquecido o que era sentir…e quem é que a julgava?

Edward, precisamos de ti na residência dos Callaway. Agora. Sussurrou-me Alice na sua mente.

Levantei-me e corri até á residência dos Callaway, vendo lá a minha família e a de Bella. Com a excepção da própria e de Ashelia.

- Ela foi embora. – Disse Alice a tremer, entregando-me uma folha.

"Não me procurem, estou bem e fico bem, talvez seja melhor assim…eu não consigo viver sabendo que não faço bem a ninguém. Perdoem-me. Todos vocês.

Isabella"

- A Ashe foi a primeira a ler, e foi atrás dela. – Disse Olivia que estava sentada ao pé de Esme. – Eu conheço a Bella, ela não vai voltar. Quando voltou para nós, foi muito difícil conjugar esta vida aquela que tinha. Sabia que se acontecesse alguma coisa ela largava, mas desta vez nunca mais voltaria…e os meus medos tornaram-se realidade.

- A Ashe sempre seguiu Bella. Fosse para onde fosse. A Bella salvou-a e criou-a. E Ashe não volta, se Bella não voltar. – Explicou Sean. – São dois membros da família que nunca mais vamos ver.

- Tenham calma, de certo que estão a exagerar. – Tentou Esme.

A Bella e a Ashe nunca mais vão voltar. Pensava num medo assolador Olivia.

Onde é que as minhas irmãs tinham a cabeça? E tu, Edward, se ao menos desses espaço á Bella ela não fugia. Acusou Jayden e eu não o julgo, sabia que a culpa era minha e ninguém podia dizer o contrário.

- Alice, consegues ver a Bella e a Ashe? – Perguntei.

- Não. – Disse. – Mas eu já contava, é o dom da Bella bloquear os poderes de quem quiser e bem entender. Ela não quer ser encontrada e não o vai ser.

- Por favor, tenham todos calma. – Pediu Jasper e uma onde de serenidade envolveu todos. – Vocês sabem onde é que a Bella está?

- Ela nunca nos contou aonde é que esteve durante cinquenta anos, nem aonde é que encontrou Ashe. – Explicou Sean. – E não a pressionamos. A vida era dela.

- Podiam explicar tudo, desde que encontraram a Bella? – Perguntou Carlisle.

- Foi em Maio de 2006. Eu e Sean viajamos sozinhos por estes lados, íamos ao Alaska visitar os Denali… - Começou Olivia e deitou um olhar ao canto da sala onde estava Tanya, e o que raio estava ela ali a fazer? -…passamos pelos bosques quando ouvimos alguém a gritar. Fomos de imediato ver. O lobisomem já estava morto, mas a rapariga passava por uma transformação dolorosa. Tinha sido atacada. Tinha as costelas partidas e outras partes do corpo machucadas.

A imagem passou na mente deles e eu arrepiei-me e senti pavor.

- Ela só gritava uma coisa… - Sussurrou Olivia e olhou para mim.

O teu nome. Terminou em pensamento deixando a minha família a olhar de mim para ela. Apeteceu-me esbofetear-me a mim próprio de te sido tão idiota.

- Ela estava muito assustada quando acordou. Sabia nitidamente o que lhe tinha acontecido, como se fosse algo que ela já esperasse. Sabia quem a tinha criado. Sabia quem era. Sabia tudo. Foi incrível como a memória humana dela estava intacta. – Explicou Sean. – Não nos contou como é que sabia, também não a pressionamos muito. Levamo-la para o Alaska. Parecia confortável com a ideia de se alimentar de animais e tinha um auto-controlo fascinante. Mas todos os recém-nascido se descontrolam…

- Quando fomos caçar uma noite, não nos apercebemos da presença de humanos na zona. Era um acampamento de cinco humanos. Um deles cortou-se. Quando demos conta, era tarde demais para agarrarmos Bella, ela era excessivamente rápida, mesmo para um recém-nascido…e vocês podem imaginar o que aconteceu. – Terminou de explicar Olivia.

A Bella atacou o acampamento? Surpreendeu-se Esme.

Imagino o pânico dela quando se apercebeu… Suspirou Carlisle.

Se ela tivesse connosco, isto não acontecia, nunca nenhuma de nós o iria permitir. Pensou racionalmente Emmett. Uau. Emmett Racional é raro encontrar.

Como eu a compreendo. Pensou Jasper com compaixão.

- Depois quando se apercebeu, ficou apavorada. Trancou-se no quarto dias a fio e não saía de lá nem para caçar, com medo de cometer outro deslize. Desapareceu dias depois. E deixou um bilhete a pedir desculpas. – Continuou Sean.

- Apareceu cinquenta anos depois com Ashe. Claro que a recebemos com todo o amor que tínhamos. Ela tinha sido a nossa primeira filha. E aceitamos Ashe como tal também e naquela altura já tínhamos salvado o Jay. Ele amou as novas irmãs. – Disse Olivia rindo-se no final com Jayden. – Bella estava diferente. Tinha um porte de rainha, cultura fantástica, um controlo excepcional. Excelente caçadora com tácticas brilhantes. Era uma lutadora nata. Nunca nos disse onde passou aqueles anos todos. Mas tenha sido lá onde for…tornou-a uma mulher. Uma vencedora.

- E foi para aonde ela voltou. – Concluiu Jasper.

- Tememos que sim. Mas não sabemos aonde. – Disse Jayden.

Aquilo era demais. Perder a Bella novamente? Como é que eu iria suportar?

- Edward… - Começou Alice alarmada.

- Calma Alice. – Tranquilizei. – Mas vou tirar umas pequenas férias, pode ser?

- Desde que voltes inteiro. – Troçou Emmett. – Mas a sério meu, tem cuidado.

- Promete-me que voltas, Edward Cullen. – Disse Esme duramente.

Respirei fundo, sorri-lhes e fui-me embora.

MIMADO! Gritou Alice furibunda fazendo a minha cabeça latejar.


- Então deixa-me ver se entendi… - Começou Aro, líder dos Volturi, família real dos vampiros. -…tu queres por termo á tua vida por uma desilusão amorosa?

- Ela é a minha vida e se não a posso ter, então também não quero existir mais sem ela. – Sussurrei.

Aro andou de um lado para o outro pensativo. Ele era bastante alto, com cabelos negros e olhos carmesim acastanhado. Os seus dois irmãos não diferiam, estavam ambos sentados nos seus tronos, Caius o mais baixo deles os três, mas com ar mais extrovertido. Marcus mais bem constituído, mas o mais aluado definitivamente. Aro sentou-se, os seus pensamentos estavam entretidos com uma música irritante, parecia estar a divertir-se.

- Aro, entrega-o á General. – Disse Caius com um sorriso torto.

- Ela sabe o que fazer com ele! – Apoiou Marcus.

Aro ficou pensativo.

- Mas ele tem um dom tão óptimo! – Lamentou-se Aro. – E se eu o entrego nas mãos dela, ela desfá-lo!

Eles que me entreguem á General então.

- Aro, tomas alguma decisão sem ela, e ela mata-te a ti. Não queremos isso, pois não meu irmão? – Perguntou Caius com um brilho misterioso no seu olhar.

- Claro que não. Tê-la atrás de mim por isto seria um inferno. – Tremeu Aro. – Mas podemos escondê-lo, ela nunca descobre e vivemos todos felizes para sempre.

- Sonhas alto… - Resmungou Caius baixinho.

- Esconde-lo? Aonde? No teu quarto? – Troçou Marcus. – Além do mais, o cheiro dele vai atrair a atenção dela e se o escondes…é bom que fujas!

- Ela por esta hora já sabe que ele está cá. – Disse Caius. – Não tens muito por onde escolher.

- Posso recambiá-lo para casa. – Pensou Aro alto.

- Acho que é tarde demais. – Disse Caius.

- Pessimista! – Resmungou Aro.

Aclareei a garganta.

- Desculpa Edward, mas não sou eu que decido o teu destino aqui em Volterra. – Suspirou Aro.

- Mas és o líder Aro. Pensei que tomasses todas as decisões. – Desafiei.

- Tu és um caso diferente. – Explicou. – És do interesse especial da minha General, e se eu tomo alguma decisão precipitada contigo, ela decapita-me.

- É só uma General. – Murmurei.

- Não é bem assim, a nossa General é mais a Princesa de Volterra. O Aro entregou-lhe muito poder. – Explicou Caius.

- E porque foi ele fazer isso? – Perguntei admirado. – Ela é tua filha ou algo do género? Tua acompanhante?

- Acompanhante? – Riu-se Marcus. – Ele bem que queria. Mas não é. Acho que nesse caso, quem teria a ajustar as contas com ele seria…

- Não termines isso! – Gritou Caius com divertimento. – Estragas a surpresa.

Eu não acredito. A temida realeza a brincar com um assunto destes…

- Respondendo á tua pergunta, Edward, a nossa General é muito querida para mim. Uma filha sim, vejo-a como isso, daí ter-lhe dado esse título. Mas ela não gosta de ser tratada como Princesa de Volterra, ela adora ser a General acima de tudo. – Explicou Aro.

- E porque há-de ter ela especial interesse em mim? – Questionei.

- EDWARD ANTHONY MASEN CULLEN! – Gritou a voz, da morena da minha vida, atrás de mim, fazendo-me ficar com pele de galinha quando me virei para trás e a vi. – POSSO SABER O QUE RAIO ESTÁS TU A TENTAR FAZER?

Aro pulou do trono e saiu pela lateral. Caius e Marcus saíram a fazer apostas pela lateral oposta. Eu apenas engoli em seco…Bella era a General.


N/A:

Por favor, deixem as vossas reviews! E que tal????

Preparados para bater o recorde de reviews num capítulo? E desta vez para valer? READY? SET? GO!!!