Capitulo sete: Anos mais tarde

Anos se passaram e Harry já tinha doze anos e estava estudando magia numa escola de magia na grande universidade de New Zeland, ali ninguém sabia quem era ele, afinal tinha feito glamour em seu rosto, não deixaria que ninguém soubesse quem era ele de verdade, ele fingia ser um bruxo qualquer, assim como sua irmã, fingia ser uma bruxa qualquer, ao ver que ela também representava as mesmas magias poderosas que Harry tinha, seu irmão mais novo que tinha somente cinco anos no momento, um menino chamado Henry, um menino que era uma copia perfeita de Severus, o que assustava muito Severus, mas a diferença estava nos olhos azuis vivos do menino.

Tinham acontecido muitas coisas na mansão ao longo dos anos. Harry tinha quatro anos quando sua magia poderosa se manifestou o mesmo aconteceu com sua irmã Lys, ela também deixou a mansão na mais completa escuridão mortal. Henry que tinha cinco anos tinha manifestado uma magia muito fraca e Severus sabia que o pequeno tinha puxado a mesma quantidade de magia que ele tinha, mas esperava que seu filho não ficasse com ciúmes de seus irmãos mais velhos que um dia a magia se completaria. James amava Henry por ser quem ele era e era completamente feliz com o menino.

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James tinha aceitado um emprego no quartel de aurores de New Zeland e estava feliz que o seu esquadrão de aurores eram discretos e não comentavam nada para fora do país. Ele gostava de ser um homem invisível para o resto do mundo, pois tinha descoberto que Dumbledore ainda estava procurando por Harry Potter, ele tinha lido a carta de minerva do que tinha acontecido em Hogwarts, ela sabia que se Harry tinha estado lá o menino provavelmente sofreria muito, afinal o professor Quirrel tinha uma alma de Voldemort no corpo.

E naquele noite James estava lendo uma carta de Minerva dizendo que a câmera secreta foi aberta e que alunos nascidos muggles, ou mestiços estavam sendo petrificados, somente uma garota foi morta e seu nome era Hermione Granger era uma garota de Gryffindor, e a melhor aluna de Hogwarts. Minerva estava chateada de que ela tinha perdido sua aluna favorita em seu segundo ano em Hogwarts. James não conseguia acreditar que uma aluna tinha sido morta em Hogwarts. Severus que tinha lido a carta logo depois, olhou para seus filhos que estava brincando com o caçula, Henry era um menino muito quieto e brincalhão, e não ligava muito ara a magia.

-Acha que Dumbledore que esta fazendo essas coisas acontecer? –perguntou Severus abraçando o marido.

-Eu não sei, mas algo não cheira bem. –respondeu resmungando.

-Acha que ele vai aprontar no próximo ano? –perguntou tremendo só de pensar.

-Eu não sei, mas alguma ele vai aprontar, onde já se viu brincar com a vida das crianças e ainda retirar sua magia para si, não duvido muito que foi ele mesmo que retirou o basílisco dessa câmera e mandou atacar os alunos mestiços. –respondeu abraçando o marido, ele não deixaria que nada acontecesse com seu marido.

-ainda bem que não matriculamos Harry nesse lugar. Mas devemos fazer alguma coisas antes que ele comece a matar mais alunos. –disse Severus franzindo o cenho em pensamento.

-Devemos pensar bem antes de agir, afinal sabemos que Dumbledore não vai desistir de pegar a magia que Harry tem. –respondeu beijando a testa de Severus.

Harry tinha ouvido seus pais conversando e sabia que eles só queriam proteger ele e seus irmão desse homem mal que roubava magia de crianças. Não duvidava muito que ele mataria mais crianças naquele colégio onde seus pais conheceram. Harry queria poder conhecer o lugar em que seus pais conheceram, mas com esse homem sendo diretor dessa escola tinha medo de sugerir para estudar naquele lugar.

-Papai, porque não prende esse homem? –perguntou Harry indo abraçar Severus.

-Porque não temos provas contra ele Harry, eu queria muito que você pudesse conhecer esse lugar. –respondeu James colocando os cabelos grandes do filho atrás das orelhas.

-Não podemos plantar uma armadilha para ele? –perguntou travesso.

-E o que o mocinho aqui sugere? –perguntou Severus rindo feliz.

-Eu não sei. –respondeu envergonhado, não tinha pensado em nada.

James olhou atento para o filho, afinal não era uma má ideia tentar pregar uma armadilha para Dumbledore, mas só precisava de algo que realmente interessasse aquele velho caduco.

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Em Hogwarts Minerva deu um jeito de sempre seguir os passos de Dumbledore sem ser descoberta, afinal sabia que o velho diretor queria grandes magias para poder dominar o mundo. Tinha pedido ajuda de um bom fantasma que nunca aparecia para ninguém e só aparecia para Minerva, afinal as duas tinha sido amigas no tempo do colégio, mas que Helena tinha morrido antes de poder se casar com o amor de sua vida, mas que ele foi morto por alguém invisível. Helena tinha sido muito útil tentando encontrar coisas que incriminasse Dumbledore em seu escritório, ate os quadros ajudaram a fantasma encontrar o que precisava.

Fineus Nigellus Black um dos quadros de diretores antigos foi o que foi mais útil e disse que poderia ir para o quadro do quarto de Minerva, afinal ele conhecia as falcatruas que Dumbledore tinha cometido ao longo dos anos e tinha varias provas num lugar onde ninguém poderia entrar somente um legitimo Black e ele sabia que Sirius Black estava vivo e casado com sua namorada de colégio. Helena ficou feliz em ouvir aquilo e foi embora do escritório de Dumbledore antes que ela fosse pega em fraga.

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Minerva tinha escrito uma carta para James naquela noite e a mandou rapidamente e depois foi se esconder debaixo de seu edredom para uma merecida noite de descanso. No outro lado do mundo James estava cuidado de Henry que tinha acordado assustado e não conseguia dormir. Severus preparava uma poção de sono sem sonhos para o menino, mas a que preparava era especial para crianças menores de doze anos.

Minutos mais tarde Severus misturou a poção do filho numa mamadeira de leite para que o menino pudesse tomar sem perceber o gosto horrível. James beijou os lábios de Severus quando o outro lhe entregou a mamadeira, logo apontou para a janela onde tinha uma coruja esperando.

Severus abriu a janela e deixou a coruja entrar, colocou a coruja no poleiro para que ela pudesse descansar da viagem. Dilus sabia que esses bruxos só queria seu bem e gostava de ser tratado por eles, a pequena coruja aceitou ficar no poleiro com a coruja fêmea de Harry, uma coruja chamada Edwiges. Dilus era um macho que respeitava a dona. Severus desatou a carta da patinha da coruja e leu.

Prezado Srs.

Tenho descoberto por Fineus que existe uma prova contra Dumbledore dentro do cofre da família Black e que só um legitimo herdeiro poderia acessar, fico imaginando que você poderia fazer isso por nos Sirius. Helena também descobriu uma planta na mesa do escritório de Dumbledore, ali tinha linguagem estranhas que eu acho que é parseltongue. Eu sempre soube que Dumbledore era louco, mas na ao tanto.

Faça algo depressa antes que Hogwarts vire um cemitério de mortes de crianças. Eu estou a cada dia assustada com o que acontece dentro dessas paredes. Helena também esta de olho em Dumbledore e ela sempre diz que Dumbledore vai para o mesmo lugar de sempre. O banheiro desativado do segundo andar, esse é o banheiro que Murta que Geme foi morta.

Espero que vocês consiga essas provas que Fineus deixou para nos ajudar a ter um pouco de paz, pois merecemos coisas melhores nesses momentos. Uma grande boa sorte para a sua jornada.

Minerva McGonnagal.

-Caramba! –resmungou Severus depois de terminar de ler a carta.

-Avisaremos Sirius e partiremos amanha na primeira hora para o banco de Londres, iremos disfarçados, não fique assustado, mas agora vamos dormir. –respondeu colocando a mamadeira vazia na pia.

-Sim, mas isso não faz que eu fique assustado menos. Esse Dumbledore é uma pessoa muito cruel, nunca em minha pensei que ele fosse esse tipo de pessoa. Minha mãe costumava dizer que Dumbledore era um velhinho gentil que gostava de ajudar todo mundo. Será que ela se enganou? –perguntou abrindo a porta do quarto, eles não deixaria Henry dormir sozinho naquela noite.

-Eu não sei, mas de uma coisa sabemos, vãos acabar com as loucuras que Dumbledore apronta, afinal ele não pode continuar roubando magia de crianças poderosas para si. Afinal o que ele quer com tanto poder se não vai usar? –perguntou colocando o menino no meio da cama e se deitando ao lado dele.

-Eu não sei, é como se ele quisesse fazer alguma coisa. –respondeu franzindo o cenho.

-Vamos descobrir cedo ou tarde! –disse beijando a testa do marido e fechou os olhos para uma merecida noite de descanso.

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Nota autor:

Espero que vocês tenham gostado do capitulo… garanto que essa fic só terá mais três capítulos e nos próximos capítulos vamos descobrir mais sobre o que Dumbledore quer aprontar com aquele tanto de magia que roubou das crianças poderosas.

Espero ver vocês nos reviews!

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